Pavê Simples: O Doce que Vira Festa no Prato

  • Uma sobremesa que sempre esteve presente em nossas vidas, agora de diversas formas diferentes.
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Esse pavê simples não espera data comemorativa pra brilhar. Eu já servi num jantar de quarta-feira e ouvi: “Você fez isso agora?!” Pois é, ele tem esse poder, parece complicado, mas é só camadas bem pensadas e ingredientes que conversam entre si.

O creme branco leva gemas peneiradas e baunilha de verdade, não a essência artificial. A bolacha champanhe molhada em leite com achocolatado dá um contraste perfeito com os morangos frescos. E a ganache por cima? Só chocolate meio amargo e creme de leite, sem firulas. Nada de achocolatado em pó ou leite ninho pra disfarçar, aqui, cada camada tem seu lugar.

Já errei feio usando bolacha muito fina: virou mingau. Hoje, só com champanhe grossa, e deixo secar um pouco depois de montar, pra firmar bem. Dica de quem testou mais vezes do que gostaria de admitir.

Se você quer um doce que impressiona sem te deixar na cozinha até meia-noite, essa é sua receita. Bora fazer? Me diz depois se alguém adivinhou que foi feito em casa, ou se acharam que veio de confeitaria.

Receita de Pavê de Chocolate com Morango ou Amora simples e deliciosa: saiba como fazer

Rendimento
1 travessa de 22cm
Preparação
40 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 14 marcados

Para o creme branco:

Para montar:

Para a ganache:

Essa receita sai por uns R$45 mais ou menos, mas rende bastante - dá pra servir umas 8 pessoas tranquilo. Os morangos são o que mais pesa no preço, mas vale cada centavo.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 150g (1 fatia média)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 385 kcal 19%
Carboidratos Totais 48.2g 16%
   Açúcares 35.8g 72%
   Fibra Dietética 2.1g 8%
Proteínas 7.5g 15%
Gorduras Totais 18.3g 28%
   Saturadas 10.8g 54%
   Trans 0.3g -
Colesterol 85mg 28%
Sódio 180mg 8%
Cálcio 210mg 21%
Ferro 1.2mg 7%
Vitamina C 15mg 25%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Não contém carne
  • Rico em Cálcio: Boa fonte láctea
  • Vitamina C: Dos morangos frescos

Alertas & Alérgenos

  • Contém lactose – Não adequado para intolerantes
  • Alto teor de açúcar – 72% do VD por porção
  • Gorduras saturadas – 54% do VD
  • Insight: Os morangos fornecem fibras e vitamina C; versão com amoras aumenta antioxidantes

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando o creme:

  1. Primeiro, pega uma panela média - não muito funda, que fica mais fácil de mexer. Coloca o amido de milho e adiciona um pouco do leite, só o suficiente pra dissolver e formar uma pastinha. Isso aqui é crucial pra não ficar com grumos depois.
  2. Vai adicionando o resto do leite aos poucos, mexendo sempre. Joga o leite condensado e as gemas peneiradas - essa parte da peneira eu aprendi com uma amiga confeiteira, faz o creme ficar bem lisinho.
  3. Leva ao fogo baixo e mexe sem parar. Não pode distrair, senão gruda no fundo. Quando começar a engrossar, conta mais 2 minutos e desliga. O ponto é quando o creme cobre o fundo da colher.
  4. Tira do fogo e mistura a baunilha e o creme de leite. Mexe bem e deixa esfriar completamente - se colocar quente na montagem, vira bagunça.

Fazendo a ganache:

  1. Pica o chocolate em pedacinhos pequenos e coloca numa tigela que vai ao micro-ondas. Adiciona o creme de leite e leva por 1 minuto no micro.
  2. Tira e mexe até ficar todo homogêneo. Se precisar, dá mais 15 segundos, mas cuidado pra não queimar o chocolate. Fica com aquela textura de ganache linda.

Montando o pavê:

  1. Primeiro prepara o leite com achocolatado - não precisa ser muito forte, só pra dar sabor. Uns 3 colheres de achocolatado pra 300ml de leite tá bom.
  2. Na travessa, começa com uma camada generosa de creme branco. Pega as bolachas e passa rapidinho no leite com achocolatado - não pode deixar muito molhada, senão fica mole.
  3. Coloca uma camada de bolachas sobre o creme, depois espalha morangos picados. Repete: creme, bolachas, morangos. Quantas camadas der - eu faço umas 3 normalmente.
  4. Na última camada, espalha a ganache por cima e leva pra geladeira por pelo menos 4 horas. Esse tempo é importante pra firmar.
  5. Na hora de servir, decora com os morangos inteiros. Fica tão bonito que até dá pena de cortar - mas passa rápido, pode acreditar.

Lembro da primeira vez que fiz esse pavê pra um jantar em casa. A Daiane duvidou que eu tinha feito - achou que era de confeitaria. Quando eu mostrei as embalagens vazias na lixeira, ela não acreditou. Hoje é pedido fixo quando temos visita.

O segredo mesmo tá em não apressar as camadas e deixar na geladeira o tempo certo. Já tentei servir com 2 horas uma vez e tava meio mole ainda - aprendi na prática que paciência é virtude na confeitaria.

E aí, vai fazer pro próximo domingo? Me conta nos comentários se ficou parecendo aqueles doces de padaria chique ou se deu algum problema na montagem. Adoro saber como ficou pra vocês!

Ainda tem mais, veja outras receitas de sobremesas fáceis e rápidas.

Dica:

Quando for levar o creme para resfriar, coloque um saco plástico por cima, ou papel filme, para evitar que crie uma película por conta do resfriamento.

Quanto tempo dura esse pavê? (e como guardar sem virar bagunça)

Na geladeira, dura até 3 dias se você cobrir com filme plástico ou colocar em pote hermético. Mas sério, acredito que vai sumir antes! Se quiser congelar (sim, dá certo), faça sem a bolacha - ela fica mole depois de descongelar. O creme e a ganache aguentam 1 mês no freezer. Dica da Daiane: coloca em potinhos individuais pra não ter que descongelar tudo de uma vez.

Calorias? Nem olha direito...

Uma fatia generosa fica em torno de 385 kcal conforme nossa tabela nutricional completa. Mas quem tá comendo pavê de chocolate com morango quer mesmo saber disso? Se precisar reduzir, troque o leite integral por desnatado e use creme de leite light. Mas eu aviso: fica menos cremoso.

Sem drama nas substituições

• Sem lactose: leite vegetal + creme de leite de castanhas + leite condensado zero lactose
• Vegano: usa leite condensado de coco caseiro e chocolate 70% vegano
• Bolacha champanhe não tem? Pode ser maizena, maisena ou até biscoito de champagne (que é a mesma coisa com nome chique)
• Morango caro? Amora, framboesa ou até banana com canela ficam incríveis

Os 3 pecados capitais do pavê (e como evitar)

1. Creme virou sopa? Provavelmente não cozinhou tempo suficiente. Volta pro fogo e insista até engrossar.
2. Bolacha ficou encharcada? Molhe rapidinho no leite com achocolatado, não deixe nadando!
3. Ganache separou? Aquece mais 15 segundos no micro e mexe até emulsificar. Se precisar, coloca 1 colher de chá de óleo de coco.

Hack que a vovó não contou

• Usa um garfo pra molhar a bolacha - fica uniforme e não encharca
• Cansou de mexer o creme? Coloca uma colher de pau virada pra dentro da panela - dizem que não grudinha (eu testei e funciona 80% das vezes)
• Ganache muito grossa? Um fio de leite morno salva
• Quer camadas perfeitas? Usa um saco de confeitar pra aplicar o creme

Combina com o quê? Tudo!

• Café forte pra cortar o doce
• Espumante doce se for ocasião especial
• Sorvete de baunilha (sim, pavê sobre sorvete deveria ser lei)
• Chá de frutas vermelhas gelado no verão
• E o clássico: mais pavê, porque nunca é suficiente

Pavê mutante: 5 versões pra variar

1. Pavê negresco: troca a bolacha champanhe por negresco e o morango por cereja
2. Pavê tiramisu: substitui o achocolatado por café e coloca mascarpone no creme
3. Pavê tropical: manga e maracujá no lugar do morango, bolacha de coco
4. Pavê festa junina: leite condensado caseiro com canela e doce de leite em vez de ganache
5. Pavê alucinado: coloca pedaços de brownie entre as camadas (já fiz e é pecado)

O ponto crítico: o creme branco

Todo mundo trava no creme branco. O segredo? Fogo BAIXO e paciência. Se subir o fogo, queima embaixo e fica cru em cima. Mexa como se sua vida dependesse disso nos últimos 2 minutos. E peneirar as gemas? Não é frescura - evita aqueles fiapos cozidos que ninguém merece.

Sobrou? Transforma!

• Vira recheio de bolo: só espalhar entre camadas de pão de ló
• Vira sorvete: congela com palitinho
• Vira petit gateau: coloca em forminhas e congela, depois passa rápido no forno
• Morangos feios? Faz geleia rápida e coloca por cima no dia seguinte

Modo MasterChef

• Chocolate nobre 60% no mínimo
• Morangos orgânicos e bem vermelhos
• Polvilha ouro comestível (pra impressionar mesmo)
• Folhas de hortelã ou manjericão pra dar contraste
• Serve em taças individuais com calda de frutas vermelhas
• Coloca um pouco de licor de cassis no creme (só pra adultos, claro)

Do café da tarde ao jantar chique

• Festa infantil: faz em copinhos transparentes com granulado colorido
• Date night: camadas fininhas em taças de vinho, morangos em formato de coração
• Café colonial: monta numa bandeja grande e deixa todo mundo se servir
• Natal: substitui o morango por cerejas e chocolate branco
• Piquenique: versão em potinhos de vidro com tampa

2 segredos que ninguém conta

1. O pavê fica melhor no dia seguinte - os sabores se casam direitinho
2. Se os morangos estiverem meio sem graça, passa um pouco de mel neles antes de montar

Perguntas que todo mundo faz

Pode fazer sem geladeira? Não, o creme precisa firmar.
Por que meu creme ficou grumoso? Ou não peneirou as gemas ou cozinhou em fogo alto.
Posso usar chocolate em pó no lugar da ganache? Pode, mas fica menos glamouroso.
Congela? Como já falei, sim, mas sem a bolacha.
Daiane gostou? Ela comeu duas porções, acho que sim.

De onde veio essa maravilha?

O pavê é 100% brasileiro, mesmo parecendo francês. Surgiu como adaptação de sobremesas européias, mas com ingredientes locais. A versão com morango é mais recente, dos anos 80/90, quando os morangos começaram a ser cultivados em larga escala no Brasil. E olha que curioso: chamamos de "pavê" (de "pavé", que seria para pisar) mas a gente quer mesmo é comer!

O que ouvir enquanto faz?

• MPB anos 70 pra entrar no clima
• Jazz suave se for um jantar especial
• Qualquer coisa que não te distraia do ponto do creme
• Ou o clássico: o barulho da panela sendo raspada pra provar o creme

Já errei pra caramba

Uma vez esqueci o creme no fogo enquanto atendia o telefone. Virou uma massa de tijolo. Outra vez usei morango azedo e estraguei o pavê todo. E a clássica: molhei demais as bolachas e virou uma sopa triste. Moral da história? Pavê perdoa quase tudo, mas tem seus limites.

O casamento perfeito de sabores

Chocolate meio amargo + morango doce + creme de baunilha = trio imbatível. Se quiser dar um twist, coloca um toque de pimenta na ganache ou raspas de laranja no creme. Combinações ousadas que funcionam: hortelã, café, flor de sal, até um pouco de bacon crocante por cima (juro, funciona!).

Se tudo der errado, salva assim:

• Virou sopa? Congela e vira sorvete
• Queimou o fundo do creme? Passa pra outro recipiente sem mexer o fundo
• Ganache separou? Coloca 1 colher de manteiga e mexe vigorosamente
• Morangos murcharam? Fica a dica: compota rápida no microondas salva
• Desistiu de tudo? Mistura tudo numa panela e chama de "sopa doce gourmet"

Faça pagando menos

• Compra morango na época (maio a setembro)
• Usa chocolate fracionado em vez de barra
• Faz leite condensado caseiro (leite em pó + açúcar + água)
• Substitui parte do creme de leite por nata
• Bolacha mais barata que champanhe funciona também
• Usa frutas da estação no lugar do morango quando tiver caro

Sabia que...

• Originalmente, pavês eram feitos com bolacha de água e sal!
• O nome vem do francês "pavé" (calçada), por causa das camadas
• Em Minas Gerais tem versão com doce de leite em vez de chocolate
• O maior pavê do mundo foi feito em SP com 1,5 toneladas (imagina a travessa!)
• Algumas pessoas fazem com leite ninho em vez de leite condensado

Completa o banquete: combinações perfeitas para seu pavê sensacional

Depois de preparar aquele pavê que vai fazer todo mundo pedir bis, que tal montar um menu completo? Selecionamos aqui os melhores acompanhamentos para transformar sua refeição em um verdadeiro festival de sabores. A Dai já aprovou todas essas combinações - e olha que ela é bem exigente!

Para começar com o pé direito

Creme de leite ninho: Doce, mas não muito, perfeito para espalhar em torradinhas e abrir o apetite sem roubar a cena da sobremesa.

Pasta de alho caseira (descubra os segredos): Nossa preferida para reunir a família em volta da mesa antes do prato principal. Cuidado com o hálito depois!

Creme de milho simples: Clássico que nunca falha, especialmente quando tem criança na mesa. A gente sempre faz em dobro.

Sopa de abóbora com gengibre: Nosso toque especial para noites mais frias - o gengibre dá um kick que combina demais com doces.

Prato principal: o show tem que continuar

Copa lombo suíno que surpreende: Carninha suculenta que fica perfeita quando você quer impressionar sem muito trabalho. A Dai adora quando faço assim.

Bacalhau à portuguesa (veja o preparo completo): Tradição que cai bem em qualquer ocasião especial. E depois ainda sobra espaço para o pavê!

Sushi de salmão (veja a receita): Leve, fresco e combina surpreendentemente bem com sobremesas cremosas. Nosso segredo para jantares mais descontraídos.

Filé mignon ao molho de mostarda: Quando queremos algo mais elaborado, essa é nossa pedida. O contraste com o doce fica incrível.

Acompanhamentos que fazem a diferença

Arroz à grega (veja a receita aqui): Colorido, cheio de texturas e aquele toque levemente adocicado que conversa bem com sua sobremesa.

Feijão branco (link): Mais leve que o tradicional, perfeito para não pesar antes da estrela da noite (o pavê, claro!).

Sufle de legumes (aprenda aqui): A crocância por fora e o cremoso por dentro já preparam o paladar para a textura do pavê.

Purê de batata-doce: Nosso coringa para quando queremos um contraste doce-salgado que não cansa o paladar.

Bebidas: Escolha a bebida que complementa seu menu

Água com gás e limão siciliano: Nosso preferido no dia a dia - refresca sem competir com os sabores da refeição.

Chá gelado de pêssego caseiro: Doce na medida certa para acompanhar desde o salgado até a sobremesa.

Suco de uva integral gelado: Parece feito para combinar com massas e sobremesas cremosas. Sempre tem na nossa geladeira.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se conseguiram deixar espaço para o pavê depois de tudo isso - aqui em casa é sempre um desafio!

Descubra essas variações incríveis do pavê que vão transformar sua sobremesa

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Chocolate que derrete na boca

Autor: Bete com carinho

Essa versão de chocolate é daquelas que a gente faz e some em minutos. Já aconteceu de eu preparar um e, quando fui servir, tinham comido metade direto do pote, nem deu tempo de gelar direito.

O segredo tá no creme de chocolate bem feito, nem muito doce nem muito amargo. Eu gosto de finalizar com raspas de chocolate meio amargo por cima, dá um contraste bom com o doce do leite condensado.

3º. Abacaxi com toque tropical

Autor: Gabriel Freitas

O abacaxi cozido nessa receita fica com uma doçura natural que combina perfeitamente com o creme branco. É uma sobremesa que parece leve, mesmo sendo bem cremosa.

Uma dica: se o abacaxi estiver muito ácido, pode colocar uma colher de açúcar na hora de cozinhar. E não jogue o caldo que se forma, usa ele pra umedecer as bolachas, fica ainda mais saboroso.

4º. Bis crocante e cremoso

Eu sempre tive problema com pavê de bis, ou o chocolate ficava muito duro depois de gelado, ou derretia todo. A técnica desse vídeo resolveu meu problema, o bis fica na medida certa de crocância.

Dá pra fazer com outros chocolates também, já testei com Ouro Branco e ficou ótimo. Só cuidado pra não exagerar no chocolate, senão fica pesado demais.

5º. Morango fresco e cremoso

O morango nessa receita não é só enfeite, ele traz um frescor que equilibra a doçura do creme. Eu gosto de usar morangos bem maduros, mas não muito moles, senão soltam muita água.

Já tentei fazer com morango congelado uma vez e não deu certo, ficou aguado. Melhor esperar a época da fruta mesmo, vale a pena.

6º. Pêssego em calda suave

O pêssego em calda dá um sabor delicado que lembra sobremesas de restaurante. Eu costumo usar a calda do próprio pêssego pra umedecer as bolachas, assim não perde o sabor.

Se quiser incrementar, pode colocar uma pitadinha de canela no creme, combina surpreendentemente bem com o pêssego.

7º. Biscoito maizena clássico

Essa é aquela receita que nunca falha, perfeita pra quando precisa de uma sobremesa rápida. O amido de milho no creme dá uma consistência que não fica muito pesada.

Eu aprendi que tem que deixar o creme esfriar um pouco antes de montar, senão a bolacha fica mole demais. Mas também não pode esfriar completamente, senão gruma.

8º. Leite ninho extra cremoso

O leite ninho realmente transforma o pavê numa coisa mais cremosa, quase um mousse. É bem doce, então eu prefiro servir em porções menores.

Dá pra fazer um chantilly com leite ninho também pra colocar por cima, fica lindo e ainda mais gostoso. Só não exagera no açúcar porque o leite ninho já é bem doce por natureza.

9º. Limão refrescante

O limão nesse pavê corta a doçura de um jeito que fica viciante. Não é azedo, é só um toque cítrico que deixa tudo mais fresco.

Usei limão siciliano uma vez e ficou ainda melhor, mas o tahiti comum funciona bem também. Só não pode ser muito azedo, senão talvez precise ajustar o açúcar.

10º. Amendoim crocante

O amendoim torrado dá uma crocância que contrasta com o creme, criando uma textura bem interessante. É diferente dos pavês tradicionais, mas funciona muito bem.

Dá pra usar amendoim sem sal ou com sal, eu prefiro sem, mas já experimentei com sal e algumas pessoas gostaram mais. Vai do seu gosto mesmo.

11º. Leite ninho com morango

Essa combinação é clássica por um motivo, simplesmente funciona. O doce do leite ninho com a acidez do morango cria um equilíbrio perfeito.

Eu gosto de fazer camadas bem definidas, intercalando o creme de leite ninho com os morangos frescos. Fica bonito na hora de servir e cada garfada tem os dois sabores.

12º. Sonho de valsa elegante

O sonho de valsa derrete parcialmente e cria camadas de textura, pedacinhos crocantes e partes cremosas. Fica sofisticado sem precisar de muito trabalho.

Dá pra usar outros bombons também, já testei com serenata de amor e ficou ótimo. Só cuidado com bombons muito doces, podem deixar a sobremesa enjoativa.

13º. Tradicional de sempre

Às vezes o simples é o melhor, né? Essa versão tradicional tem tudo que a gente espera de um bom pavê, cremoso, doce na medida e fácil de fazer.

O segredo tá em não apressar as camadas. Deixa cada uma firmar um pouco antes de colocar a próxima, assim não mistura tudo.

14º. Bolacha champanhe especial

A bolacha champanhe é mais resistente que a maizena, então aguenta melhor o creme sem virar papa. Fica com uma textura mais definida entre as camadas.

Eu molho a bolacha bem rapidinho só pra umedecer, se deixar muito tempo, ela desmancha toda. É questão de segundos mesmo.

15º. Maracujá cítrico

O maracujá traz um sabor tropical bem marcante. A acidez da fruta corta a doçura do creme de um jeito que fica bem equilibrado.

Usei a polpa congelada e funcionou perfeitamente, até melhor que a fresca às vezes porque tem consistência mais uniforme.

16º. Coco tropical

O coco ralado dá uma textura interessante e o leite de coco acrescenta sabor sem deixar muito doce. Fica com um perfil bem tropical.

Eu gosto de usar coco ralado fresco quando possível, mas o seco funciona bem também. Só precisa hidratar um pouco antes pra não ficar muito duro.

17º. Doce de leite intenso

Para os fãs de doce de leite, essa versão é pura felicidade. O sabor é bem marcante, então não precisa de muitos outros ingredientes pra compensar.

Usei doce de leite pastoso uma vez e ficou perfeito, nem muito mole nem muito duro. O cremoso se espalha bem entre as camadas.

18º. Nata leve

A nata dá uma leveza diferente ao pavê, quase como um mousse. É menos denso que as versões com creme de leite tradicional.

Bati a nata bem gelada e ficou com a consistência perfeita. Se estiver em temperatura ambiente, não atinge o mesmo ponto.

19º. Panetone festivo

Essa é genial pra reaproveitar panetone depois das festas. O pão doce já tem frutas cristalizadas e essências que complementam o pavê.

Cortei o panetone em fatias não muito grossas e funcionou melhor que cubos. Assim as camadas ficam mais definidas.

20º. Pote individual prático

Montar em potes é tão mais prático, cada um tem o seu, não precisa cortar, e fica bonito na mesa. Além de que dá pra fazer de sabores diferentes.

Usei potes de vidro transparente e ficou lindo, dá pra ver as camadas. Só não enche até a borda senão na hora de fechar a tampa amassa tudo.

21º. Banana caramelizada

A banana caramelizada fica com um sabor profundo que combina incrivelmente bem com o creme do pavê. É como uma banoffee, mas em versão brasileira.

Prestei atenção no ponto do caramelo como sugerido, quando ficou dourado claro já tirei do fogo. Continuou escurecendo com o calor residual e ficou perfeito.

22º. Brigadeiro cremoso

Essa versão é basicamente um brigadeiro em forma de pavê, cremoso, chocolateado e viciante. O chocolate 50% dá um equilíbrio bom, nem muito doce nem amargo.

Deixei na geladeira overnight e ficou com a textura ideal. Quando tirei na hora de servir, estava firme mas ainda cremoso.

23º. Leite condensado puro

Quando o principal ingrediente é leite condensado, você sabe que vai ser bom. Essa versão é bem tradicional, daquelas que agradam todo mundo.

O amido ajuda a dar corpo sem precisar de muitos ovos. Fica consistente mas não pesado, perfeito pra depois do almoço.

E aí, qual dessas vai testar primeiro? Cada uma tem sua personalidade, né? Quando testar alguma, volta aqui pra contar como ficou, adoro saber das aventuras de vocês na cozinha!

Última modificação em Quarta, 05 Novembro 2025 13:40

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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