18 Receitas Com Abobrinha & Inúmeras Alternativas Impressionantes Para Manter a Dieta

  • Saborosa, nutritiva e bastante versátil, o ingrediente que conquistou os mais variados paladares
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Esqueça a ideia de que abobrinha é um legume sem graça ou só para dietas restritivas. A verdade é que, com a técnica certa, ela vira a estrela de um prato que nem precisa de acompanhamento.

Eu aprendi isso na prática, tentando agradar todo mundo aqui em casa. O pulo do gato está em cozinhar as metades da abobrinha apenas até o ponto de ficarem macias, mas ainda com um leve resíduo firme. Se passar disso, viram uma papa na travessa. Outra jogada que aprendi em cursos de técnica vegetal é retirar parte do miolo com uma colher depois de cozida. Isso cria um barquinho perfeito para o recheio e evita que fique aquagada.

E que recheio. Uma carne moída bem temperada, com tomate maduro e aquele toque defumado do colorau, fica incrível. Quando você cobre com parmesão e leva ao forno só para gratinar, a abobrinha libera um pouco da sua água, unindo tudo numa harmonia de sabores. Essa abobrinha recheada é uma daquelas receitas completas, que funciona tanto num almoço de domingo quanto num jantar rápido durante a semana. Vem conferir como é simples.

Recheada com Carne Maravilhosa: uma das melhores receitas com abobrinha, saiba como fazer

Rendimento
6 porções (12 metades)
Preparação
40 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 13 marcados

Para as abobrinhas e montagem:

Para o recheio de carne moída:

Não tem segredo na lista, são coisas que a gente quase sempre tem. Só fica de olho no ponto da abobrinha no cozimento, é o que mais faz diferença no resultado final, juro.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 200g (1/6 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 8.5g 3%
   Fibra Dietética 2.5g 10%
   Açúcares 4.2g 8%
Proteínas 22.8g 46%
Gorduras Totais 16.3g 20%
   Saturadas 6.2g 31%
   Trans 0g 0%
Colesterol 65mg 22%
Sódio 480mg 21%
Potássio 680mg 15%
Cálcio 180mg 18%
Ferro 2.8mg 16%
Vitamina C 18mg 30%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 8.5g de carboidratos por porção
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Alto em Fibras: 2.5g por porção
  • Alto em Proteína: 22.8g para saciedade

Alertas & Alérgenos

  • Gordura saturada – 31% do VD; modere o parmesão
  • Quase sem lactose: Parmesão tem baixo teor
  • Insight: Abobrinha contribui com fibras e baixas calorias; ideal para dietas low-carb

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando os "barcos" de abobrinha:

  1. Lave bem as abobrinhas sob a torneira. Seque elas com um pano de prato ou papel. Corte o cabinho (o talo) e depois corte cada abobrinha ao meio, no sentido do comprimento. Vai ficar com 6 metades compridas.
  2. Pegue uma panela onde caibam todas as metades de uma vez, ou faça em duas levas se for preciso. Encha com água o suficiente para cobri-las e adicione a meia colher de sal. Leve ao fogo alto até ferver.
  3. Com a água fervendo, com cuidado para não se queimar, coloque as metades de abobrinha na panela. Reduza o fogo para médio e deixe cozinhar por exatos 12 minutos. Passou um tempão? Testa com um garfo. Ele deve penetrar na polpa com uma resistência suave, mas não deve afundar como se fosse uma manteiga. É isso: macia, mas ainda com "espinha dorsal". Tira do fogo e escorra a água.
  4. Deixe as abobrinhas esfriarem em uma grade ou prato, com a parte do corte para cima. Quando estiverem frias o suficiente para manusear, pegue uma colher de sopa (de chá se for muito funda) e retire parte do miolo, raspando, para formar uma canaleta. Não precisa cavocar até o fundo, só tirar o suficiente para o recheio ter lugar. Guarde esse miolo que tirou, pode ir para o recheio se quiser.

Aqui é o segredo: se a abobrinha cozinhar demais, na hora de tirar o miolo ela desmancha toda. Fica esperto no tempo. Já perdi umas assim, virei uma sopa.

Enquanto isso, faz o recheio:

  1. Numa panela (pode ser uma frigideira funda), aqueça as 2 colheres de óleo em fogo médio. Adicione o alho picado e fique de olho. Quando ele começar a ficar dourado e soltar aquele cheiro que invade a cozinha, jogue a cebola picada. Mexa e deixe a cebola murchar, ficar transparente, sem deixar queimar.
  2. Aumente o fogo para médio-alto e coloque toda a carne moída. Use uma colher de pau para ir desfazendo os blocos. Deixe fritar, mexendo de vez em quando, até que toda aquela cor rosada de carne crua suma. Ela vai soltar água e depois começar a dourar nas bordas.
  3. Quando a carne estiver toda cozida e douradinha, é a hora de jogar o tomate picado, o colorau, a pimenta do reino, sal a gosto (cuidado que o molho de tomate já tem sal), a colher de molho de tomate e o cheiro verde picado. Se salvou o miolo da abobrinha, pode picar e jogar agora também. Misture tudo muito bem.
  4. Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo por apenas 1 minuto, só para os sabores se abraçarem. Desligue. Prove o sal e acerte se precisar. O recheio não pode estar muito seco nem muito molhado.

Montando e finalizando no forno:

  1. Preaqueça o forno a 200°C. Pega um refratário que caibam as 6 metades sem apertar muito. Passe um fio de óleo no fundo para evitar grudar.
  2. Distribua as metades de abobrinha, com a parte que você cavou virada para cima. Agora vem a parte boa: com uma colher, recheie cada "barco" com a carne moída. Coloca bem, enche mesmo, porque no forno ela assenta um pouco.
  3. Salpique o queijo parmesão ralado por cima de cada uma. Coloca uma camada boa, porque ele vai derreter e formar aquela casquinha dourada irresistível.
  4. Leve ao forno pré-aquecido por cerca de 15 minutos, ou até você ver o queijo completamente derretido e com algumas pontinhas começando a dourar. Não precisa muito mais que isso, é só para gratinar e aquecer tudo por dentro.
  5. Tira do forno, deixa esfriar um minuto só – senão queima a língua – e já pode servir. Fica bonito e completo sozinho.

Se sobrar recheio, não joga fora. Pura heresia. Come com pão, faz uma mistura para ovo, ou congela para outro dia. Aqui em casa nunca sobra, na verdade.

É isso. Parece trabalho, mas quando você pega o jeito, faz em menos de uma hora e o resultado é um prato único que engana qualquer um pela simplicidade. A abobrinha fica doce, a carne bem temperada e o queijo dando aquele toque final que todo mundo ama. É daquelas receitas que você faz uma vez e vira opção de recurso para sempre.

Você costuma fazer abobrinha recheada de outro jeito? Já tentou com frango desfiado ou só com queijos? Me conta nos comentários qual sua versão favorita, ou se arriscou nessa da carne moída e como foi a recepção aí na sua casa.

Quanto tempo dura essa maravilha?

Na geladeira, bem tampadinha, ela aguenta uns 3 dias sem perder o sabor. Se quiser congelar, dá pra deixar até 1 mês - só embrulhar direitinho no alumínio ou colocar num pote hermético. Dica quente: se for congelar, deixe sem o queijo por cima e acrescente na hora de requentar.

Será que engorda?

Cada porção tem cerca de 285 calorias (valor mais preciso conforme nossa tabela nutricional completa). É uma opção equilibrada para refeições principais, especialmente por ser low-carb e rica em proteínas. Dá pra fazer ainda mais light trocando a carne por frango moído e usando queijo light, mas mesmo assim já é uma escolha inteligente para quem busca saciedade sem exagerar nas calorias.

Tá sem algum ingrediente? Sem crise!

- Abobrinha muito cara? Berinjela faz um papelão nessa receita
- Não gosta de carne moída? Frango desfiado fica top
- Parmesão caro? Queijo minas ralado salva
- Vegano? Troque a carne por proteína de soja e use queijo vegano

Os 3 pecados capitais da abobrinha recheada

1. Cozinhar demais a abobrinha - vira papa na hora de rechear
2. Não tirar bem o miolo - aí o recheio não fica bem distribuído
3. Colocar queijo antes da hora - queima e fica com gosto amargo

Truque secreto da Daiane

Minha esposa descobriu que se você grelhar rapidinho as metades de abobrinha depois de cozidas (só 2 minutinhos na frigideira), elas ficam mais firmes e com um sabor defumado. Fica tão bom que dá até vontade de comer sem recheio!

Para todo mundo comer feliz

- Low carb: já é, só não exagerar no molho de tomate
- Sem glúten: naturalmente é
- Keto: troca o molho de tomate por purê de tomate sem açúcar
- Proteica: aumenta a quantidade de carne e coloca uma camada de requeijão antes do queijo

O que serve junto?

Arroz branco simples é clássico, mas experimenta com:
- Purê de mandioquinha (combinação mortal)
- Uma saladinha de rúcula com limão
- Vinho tinto se for um jantar mais chique
- Cerveja gelada pra quem quer algo mais despojado

Modo chef Michelin

Põe um fio de azeite trufado por cima na hora de servir e salpica uns pinhões tostados. A Daiane achou exagero até provar... agora não quer mais de outro jeito!

Fazendo render o dinheiro

Compra abobrinha quando tiver em promoção e congela já cozida. Usa carne moída de segunda (como patinho) que fica mais barato e ainda mais saborosa. E o queijo? Compra um pedaço e rala em casa - rende muito mais!

A parte mais chatinha

Retirar o miolo da abobrinha sem estragar as bordas é um desafio. Dica: use uma colher de sorvete (aquela pequena) e faça movimentos circulares, sem pressa. Se furar um pouquinho, não tem problema - o recheio veda.

Abobrinha 2.0

Já testei essas versões malucas:
- Recheio de carne seca desfiada com cream cheese
- Camada de mussarela derretida por baixo do parmesão
- Abobrinha crua (só tirar o miolo) pra quem gosta mais crocante
- Incrementa o recheio com azeitonas picadas

SOS: Salvando o desastre

Se a abobrinha virou purê na hora de rechear:
1. Mistura tudo com o recheio mesmo
2. Coloca num refratário
3. Joga queijo por cima
4. Vira um "escondidinho" de abobrinha - fica bom igual!

De onde veio essa ideia?

A receita tem cara de italiana, mas na verdade é uma adaptação brasileira de pratos mediterrâneos. A abobrinha veio da América Central, o parmesão da Itália, e a carne moída bem temperada é nossa cara. Fusão deliciosa!

2 coisas que ninguém te conta

1. As sementes da abobrinha são comestíveis e cheias de nutrientes - não precisa tirar todas
2. Se deixar a abobrinha de molho em água com sal por 10 minutos antes de cozinhar, ela fica menos aguada

Sabia que...

A abobrinha é tecnicamente uma fruta? Pois é! E o colorau não só dá cor como ajuda a realçar o sabor da carne. Essa receita era chamada de "barquetas" na França do século 19 - só que lá usavam beringela.

Perguntas que sempre me fazem

Pode fazer na airfryer? Pode! 180°C por 10 minutos
Congela bem? Sim, mas melhor sem o queijo
Dá pra fazer vegetariana? Claro! Usa lentilha cozida no lugar da carne
Por que meu recheio fica seco? Provavelmente cozinhou demais a carne - ela deve ficar suculenta

Conta pra gente!

Já fez essa receita? Que variação você criou? Aqui em casa já testamos umas 10 versões diferentes - a Daiane sempre inventa um jeito novo. Manda nos comentários sua experiência ou dúvida!

Viu só como a abobrinha pode ser incrível? Agora bora explorar outras formas geniais de usar esse legume.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Lasanha sem culpa? É pra já!

autor: Rec. e Temperos

Confesso que sempre achei que lasanha leve era sinônimo de lasanha sem graça. Até testar a ideia de trocar a massa por fatias de abobrinha. O truque que aprendi — quase por acidente — é dar só uma rápida selada na frigideira antes de montar. Isso tira o excesso de água e evita que o prato fique um caldo no forno. Já fiz assim umas três vezes e, pra ser sincero, nunca deu errado. A textura fica perfeita, segura o recheio e ninguém sente falta da massa tradicional. É a melhor receita de abobrinha para quem quer um comfort food mais leve.

3º. Spaghetti de Abobrinha: salva-vidas dos dias corridos

autor: Bete com carinho

Você já chegou em casa morto de fome e sem paciência para cozinhar nada? Essa receita foi inventada para exatamente essa ocasião. Em cinco minutos você tem um "macarrão" fresco na panela. O segredo está no ponto do cozimento: se passar do tempo, vira um mingau. Eu gosto de jogar as tiras no molho que já está quente, mexer por um minuto e já tirar. Fica *al dente*, acredita? Perfeito com um molho pesto ou uma sardinha picada. Resolveu meu jantar de última hora inúmeras vezes.

4º. Abobrinha Refogada: o clássico que sempre funciona

Todo mundo precisa de um acompanhamento confiável na manga, né? Esse refogado é o meu. A dica que faz toda diferença é jogar a abobrinha picada só quando o alho e a cebola estiverem bem douradinhos. O sabor fica totalmente diferente, mais profundo. E não tampa a panela, senão ela cozinha no próprio vapor e fica aguada. Eu sirvo como salada mesmo, só com um fio de azeite por cima. Funciona com qualquer prato principal, sem erro.

5º. Torta Salgada: a solução para sobras criativas

Aqui em casa, torta é quase uma tradição de domingo à noite. E a abobrinha refogada é a base perfeita para o recheio. Ela fica cremosa, mas não encharca a massa. Já fiz com carne moída, com frango desfiado e até uma versão vegetariana só com queijos. A pimenta do reino moída na hora é o toque final — não é frescura, o aroma é outro. É daquelas receitas que você pode adaptar com o que tem na geladeira e sempre fica bom. Ninguém nunca reclamou.

6º. Rocambole: para impressionar (sem muito trabalho)

Olha, eu achava que rocambole era coisa de chef. Até ver essa receita. A massa com clara em neve é o grande segredo — ela deixa tudo leve, quase que derrete na boca. O único ponto de atenção é na hora de enrolar. Se a camada de recheio for muito grossa, abre na hora. Aprendi isso na prática, claro. Mas o resultado é tão bonito e diferente que vale o cuidado. Já levei para um jantar com amigos e todo mundo pediu a receita. Sensação garantida.

7º. Suflê: a elegância descomplicada

Suflê assusta muita gente, eu incluído. Aquele medo de não crescer ou cair logo depois. Esse de abobrinha é mais tranquilo, a própria textura do legume ajuda a segurar a estrutura. Fiz para um almoço em família e ficou perfeito, cremoso por dentro e douradinho por fora. Dá um ar sofisticado para a refeição, mas o preparo é bem direto. Se você nunca tentou um suflê, essa versão é um ótimo começo. A reação de todo mundo vendo a travessa é a melhor parte.

8º. Gratinada com Queijo: a combinação infalível

Abobrinha e queijo foram feitos um para o outro. Esse gratinado é a prova. O que eu faço é cozinhar as rodelas no vapor só por alguns minutos, para não desmanchar. Aí é só cobrir com queijo e meto no forno alto. Fica com aquele croste dourado que todo mundo briga pelo pedaço. É muito fácil de fazer e cai bem com qualquer coisa. Já virou acompanhamento fixo para os bifes de aqui de casa. Simples, mas nunca falha.

9º. Abobrinha Assada Crocante: o lanche perfeito

Essa é a receita que eu mais faço quando bate aquela vontade de um salgadinho, mas sem fritura. Passar a rodela no ovo e no queijo ralado faz uma casquinha incrível no forno. O único detalhe é espalhar bem na assadeira, se amontoar não fica crocante. Eu como puro, como se fosse batata frita. É impressionante como duas abobrinhas rendem uma travessa cheia. Ótima para servir com uma cerveja gelada ou até para as crianças. Todo mundo ama, sem exceção.

10º. Salada Morna: quando a simplicidade é um luxo

Nada contra a salada crua, mas a abobrinha cozida e ainda morna, temperada com azeite e limão, é outra experiência. O sabor fica mais doce, a textura mais interessante. Eu gosto de misturar com folhas bem frescas, o contraste é ótimo. Essa é a minha pedida para dar uma levantada em um almoço comum. Parece coisa de restaurante, mas leva cinco minutos. Veja como fazer abobrinha desta forma, você não vai mais querer só a versão refogada.

11º. Empanada Frita: a irresistível (vale a pena)

Ok, às vezes a gente merece uma fritura, né? Essas rodelas empanadas são viciantes. O segredo para ficarem sequinhas é o óleo bem quente e não encher a panela. Elas douram rápido e a abobrinha por dentro fica macia, quase cremosa. Sirva com um molho de iogurte com ervas para cortar a gordura. É perigoso porque acaba rápido demais. Faço como petisco em encontros e sempre some primeiro.

12º. Antepasto: o sabor que conquista na primeira colherada

Eu sempre tive uma certa preguiça de fazer antepasto, achava trabalhoso. Mas essa versão de abobrinha me converteu. É bem mais rápido que o de berinjela e o sabor é mais suave, menos ácido. Passar em uma torradinha ainda quente é um ritual. Faz você querer comer mais, mas ao mesmo tempo já abre o apetite para o prato principal. Perfeito para quando recebo visita, dá um ar acolhedor e especial desde o início.

13º. Bolinho: a cara do lanche da tarde

O brasileiro tem um dom para transformar qualquer coisa em bolinho. E esse de abobrinha é a prova viva. Fica macio por dentro e douradinho por fora. Aprendi que é importante espremer bem a abobrinha ralada para tirar o excesso de água, senão a massa não gruda. É ótimo para servir no café da tarde, com um queijinho coalho, ou até como parte de uma refeição. Desperdiço zero, porque até o talo pode ir para a massa. Prático e gostoso.

14º. Risoto Cremoso: para ocasiões especiais (ou não)

Risoto parece sofisticado, mas no fundo é uma comida caseira reconfortante. Esse de abobrinha é cremoso sem precisar de toneladas de manteiga. O legume quase se desfaz e dá um sabor delicado incrível. Já fiz para um jantar mais arrumado e também num domingo à noite, de pijama. É uma bela receita de abobrinha que funciona nos dois cenários. A dica é usar um caldo de legumes caseiro, faz uma diferença absurda no sabor final.

15º. Chips Crocante: o desafio que vale a pena

Fazer chips de abobrinha é um pouco mais chato que de batata, porque tem que secar MUITO bem as fatias. Água e óleo não se misturam mesmo, e se tiver um pouquinho de umidade, ela não fica crocante. Mas quando dá certo, é uma delícia. Fica leve e você come um montão sem se sentir pesado. É o meu petisco preferido para assistir a um filme. Demanda paciência, mas o resultado é recompensador.

16º. Pizza Diferente: a surpresa sobre a massa

Colocar abobrinha na pizza é comum, mas essa receita mostra uma ideia diferente. Ela quase vira um complemento à massa, fica com uma textura úmida e saborosa que combina perfeitamente com o queijo derretido. Não é a pizza tradicional, claro, mas é uma variação gostosa para quando você quer fugir do óbvio. É de dar água na boca só de ver. Experimenta com uma massa fininha e descobre.

17º. Quiche: a elegância do simples

Quiche é outro clássico que parece difícil e não é. A massa quebra-graças fica pronta em qualquer mercado, e o recheio de abobrinha com muçarela é uma combinação certeira. Fica cremosa, saborosa e é linda de servir. Perfeito para aquele almoço que precisa parecer que você se esforçou, mas na verdade foi tudo bem tranquilo. Eu corto em fatias bem finas e serve como entrada, sempre recebe elogios.

18º. Canelone Sem Massa: a versatilidade em ação

Pra fechar com estilo, uma ideia que mostra como a abobrinha, ou zucchini, é mesmo versátil. Ela vira a própria massa do canelone! Você corta em fatias finas no sentido do comprimento, recheia e enrola. Fica lindo e muito leve. É impressionante como um único ingrediente pode se transformar em tantas coisas diferentes. Sabendo manusear o ingrediente, você realmente tem um mundo de possibilidades na cozinha.

Puxa, como tem opção boa. Difícil escolher por onde começar. Eu já tenho a minha lista de favoritas, mas quero saber a sua. Me conta nos comentários qual dessas versões você mais curtiu ou se já fez alguma. E se testar uma nova, volta aqui para me dar o veredito!

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 23:14

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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