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Cozinheiro do Sabor na Mesa, especializado em receitas caseiras testadas para o dia a dia.
Abobrinha assada em salada não é pra quem quer só verde. É pra quem quer crocância que faz barulho no prato. Já fiz essa salada com abobrinha queimada nos cantos, e ainda assim, todo mundo pediu mais. Não porque era saudável. Porque o azeite, o sal e o toque de cebola roxa transformam o que poderia ser um vegetal sem graça em algo que você quer morder de novo. O segredo? Não cozinhe demais. Deixe um pouco de resistência. Se ficar mole, vira purê disfarçado. A chicória ou escarola tem que ser bem seca. Se estiver molhada, afoga tudo. E os tomates cereja? Não corte em pedaços.
Esprema levemente na mão antes de colocar. O suco deles é o que liga os sabores. Coentro? Se não gosta, use salsinha. Mas não tire o azeite. Ele não é só oleoso. É o que faz o sabor grudar no palato. Eu já tentei com óleo de canola. Nunca mais. Se já fez e achou que ficou “sem graça”, talvez tenha assado muito. Ou esquecido de sal na abobrinha. A gente esquece. Eu esqueço. Mas quando acerta? Vira a salada que todo mundo pergunta. A receita tá ali embaixo. Me diz: você é do time que come com garfo ou puxa os pedaços com a mão?
Receita de salada de abobrinha deliciosa e nutritiva: saiba como fazer
Ingredientes
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Gastei menos de R$20 nessa salada, e ainda sobrou azeite pra usar no pão no dia seguinte. A abobrinha que eu usei veio da feira da esquina, não era perfeita, tinha umas manchinhas, mas o sabor? Nem se compara.
Progresso salvo automaticamente
Modo de preparo
Assar as abobrinhas:
Passe as abobrinhas por água, seque bem com pano limpo, molhadas, não assam direito. Já fiz isso e o resultado foi um pedaço de borracha.
Corte em rodelas de uns 1 cm de espessura. Não finas, não grossas. O ideal é que ainda dê um pouco de resistência quando morder.
Disponha em uma assadeira, regue com 2 colheres de azeite e salgue levemente. Não exagere no sal, ele vai ser completado depois.
Asse em forno pré-aquecido a 200°C por 20 minutos, virando na metade. O ponto é quando as bordas ficam douradas e crocantes, mas o centro ainda tem leve umidade. Se ficar mole, vira purê disfarçado, e ninguém quer isso.
Montagem e equilíbrio:
Pique a cebola roxa em anéis finos. Se quiser suavizar o sabor, deixe de molho em água gelada por 5 minutos, eu faço, mas nem sempre.
Abra os tomates cereja na mão, só um pouco. Não corte. Esprema levemente, o suco deles é o que liga tudo. Já tentei cortado e ficou seco demais.
Lave e seque bem a chicória ou escarola. Se estiver molhada, o azeite escorre e o sabor some. Já vi isso acontecer com Daiane, ela jurou que tinha secado. Ainda não acreditei.
Coloque a folha no fundo do refratário. Depois, espalhe as abobrinhas assadas por cima.
Junte os tomates, a cebola e o coentro ou salsinha. Misture com as mãos, só um pouco, pra não esmagar.
Regue com as 2 colheres restantes de azeite. Só isso. Não precisa de mais nada.
Deixe descansar 5 minutos antes de servir. É nesse tempo que o sal e o azeite se abraçam com os vegetais.
Sirva morno. Não frio. Não quente. Morno. É aí que o sabor acorda.
*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
Etiquetas Dietéticas
Baixa Caloria: Ideal para controle de peso
Vegano: 100% vegetal
Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
Alto em Fibras: Boa para digestão
Rico em Vitaminas: Fonte de vitamina C
Alertas & Alérgenos
Insight: Calorias variam conforme quantidade de azeite - controle para dietas restritivas
Abobrinha é diurética natural - ideal para reduzir inchaço
Perda de Peso: Volume grande com poucas calorias - aumenta saciedade
Eu já tentei com óleo de canola. Nunca mais. O azeite não é só gordura, é o que faz o sabor grudar no palato. E não adianta assar bem se a chicória estiver molhada. O segredo não é o forno, é a paciência: esperar o suco dos tomates se misturar, o sal se dissolver, o azeite penetrar. É uma salada que não pede atenção, mas recompensa quem dá.
Se você fez e achou “sem graça”, talvez tenha assado demais. Ou talvez tenha esquecido de salgar as abobrinhas antes. Eu esqueço. Todo mundo esquece. Mas quando acerta? Vira a salada que todo mundo pergunta. Me conta aqui: você é do time que come com garfo, ou puxa os pedaços com a mão e come direto do prato? E já usou salsinha no lugar do coentro? Eu ainda não convenci ninguém, mas acho que um dia vou.
Na geladeira, dura até 2 dias se você armazenar num pote fechado. Mas confessa: a chance de sobrar é zero. Uma dica é deixar a chicória separada e só misturar na hora de servir, senão ela murcha.
Sem abobrinha? Sem crise!
Se faltar abobrinha, testa com berinjela (fica ótima grelhada) ou até chuchu (sim, chuchu! Mas corta fino e deixa mais tempo na frigideira). Já a cebola roxa pode virar cebola caramelizada se você quiser um toque doce.
Hack da frigideira quente
Esqueceu de grelhar as abobrinhas antes? Joga tudo numa frigideira bem quente com um fio de azeite por 2 minutos, mexendo sem parar. Fica crocante por fora e macia por dentro - meu truque de preguiçoso que sempre dá certo.
Para todo mundo comer
Low carb? Já é! Vegano? Naturalmente. Sem glúten? Óbvio. Quer aumentar as proteínas? Joga umas fatias de tofu grelhado ou pedaços de frango desfiado por cima. Fica tão bom que até quem não está de dieta vai querer.
O pecado mortal da abobrinha
Cozinhar demais! Abobrinha vira papa fácil. O ponto certo é quando ela ainda está firme, mas com marquinhas de grelhado. Já errei isso 3 vezes antes de aprender - Daiane até batizou de "purê de abobrinha não intencional".
Casamentos perfeitos
Experimenta servir com: pão sírio aquecido (pra fazer wraps), queijo feta esfarelado (combinação divina) ou até um ovo pochê por cima. De bebida, um vinho branco bem gelado ou suco de maracujá com gengibre.
Versão "surpresa-me"
Já testei colocar manga em cubos (dá um contraste doce incrível), abacate (cremosidade garantida) e até pedacinhos de bacon crocante (sim, eu sei, não é saudável mas é bom demais). Inventa aí e me conta nos comentários!
Modo chef Michelin
Rega com azeite trufado na finalização e polvilha flocos de sal rosa. Custa 10x mais? Sim. Vale a pena? Só em ocasiões especiais - aniversário da sogra, por exemplo.
Faça render o dinheiro
Abobrinha muito cara? Metade abobrinha, metade chuchu (ninguém percebe). Tomate cereja caro? Corta tomate comum em cubinhos. E a chicória pode ser substituída por alface americana sem dó.
O segredo do grelhado perfeito
O segredo? Frigideira bem quente antes de colocar as abobrinhas, e não mexer muito! Coloca, deixa 2-3 minutos até marcar, vira uma vez só e pronto. Se ficar mexendo, vira mush.
Sobrou? Transforma!
Restos viram recheio de omelete, base para uma sopa fria (bate com iogurte natural) ou até patê (amassa tudo com um garfo e passa no pão). Já usei até como topping de pizza - ficou estranho? Um pouco. Comível? Totalmente.
Abobrinha no café da manhã?
Joga a salada fria em cima de uma torrada com ricota. Parece esquisito mas é revigorante - meu café da manhã pós-farra preferido. Outra: congela as abobrinhas grelhadas separadas pra usar depois (descongela na frigideira).
Perguntas que sempre me fazem
Pode comer crua? Pode, mas fica sem graça. O grelhado traz o sabor. Tem que descascar? Nunca! A casca tem nutrientes e textura. Posso fazer antes? Até 2 horas antes, mas deixa a chicória por último.
Sabia que...
A abobrinha é tecnicamente uma fruta? Pois é. E a versão italiana (a da receita) tem menos sementes e mais polpa. Ah, e o coentro não é só enfeite - ele ajuda na digestão dos vegetais crus. Dica da vovó que sempre funciona.
De onde veio essa mistura?
É uma adaptação livre das "antipasti" italianas, onde vegetais grelhados são stars. Mas a chicória e coentro são 100% brasil. Fica aquela mistura que nem a nonna nem a vó brasileira reconhecem, mas todo mundo ama.
Já fiz errado pra você não fazer
Uma vez coloquei abobrinha congelada direto na frigideira. Virou uma sopa triste. Outra vez exagerei no sal e só descobri na hora de servir. Solução? Dobrei a quantidade de todos os outros ingredientes e virou salada para 10 pessoas. Improviso é tudo!
E aí, bora testar?
Essa receita já salvou meu almoço de domingo, meu jantar de sexta preguiçosa e até uma visita surpresa. Conta aí nos comentários como ficou a sua - com fotos se possível! E se inventar alguma variação maluca, compartilha que eu quero testar também.
Continuando nossa jornada abobrinhesca...
Se você tá aqui, é porque já descobriu que abobrinha não é só aquela coitada cozida sem graça. Ela pode ser a estrela do prato, viu? E olha que eu nem falei das abobrinhas fritas crocantes que parecem batata, mas com um charme verde. Ou da versatilidade dessa belezinha em receitas surpreendentes - essa última é meu segredo pra impressionar visitas sem gastar fortunas.
Ah, e se você é da turma do "prático", não pode perder a abobrinha refogada rápida que salva jantares de última hora. Já nos dias de farra gastronômica, a abobrinha recheada com carne moída é pedida obrigatória lá em casa. E pra fechar com chave de ouro, quem nunca fez abobrinha na air fryer tá cometendo um crime culinário, sério!
Combinações que vão fazer sua salada de abobrinha brilhar!
Depois de preparar essa salada de abobrinha fresca e saborosa, você vai querer montar uma refeição completa que valorize ainda mais esse acompanhamento. Aqui vão nossas sugestões testadas e aprovadas - a Daia já deu o selo de qualidade em todas!
Para começar com o pé direito
Patê de alho cremoso: Perfeito para passar no pão enquanto o almoço termina de ficar pronto. Cuidado com o hálito depois!
Camarão ao molho branco: Para dias especiais, essa combinação de frutos do mar com a salada é puro luxo acessível.
Para terminar com chave de ouro
Fondue de chocolate: Quer algo mais convidativo que uma panela de chocolate derretido para compartilhar?
Bolo na taça: Prático, bonito e delicioso - aqui em casa é sempre sucesso garantido.
Bebidas refrescantes para qualquer hora do dia
Limonada siciliana: Sem link, mas nossa dica bônus - o toque de hortelã realça os sabores da refeição toda.
Suco de maracujá com gengibre: Outra sugestão sem link que faz sucesso aqui - o gengibre dá um toque especial.
Água aromatizada com pepino: Para quem prefere algo superleve e refrescante durante a refeição.
E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Aqui em casa já testamos todas (algumas mais de uma vez, confesso) e cada uma tem seu momento especial. Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa também!
Continue sua jornada gastronômica com essas variações
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou.Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.
2º. Com abóbora
Autor: Divinas Receitas
Abóbora na salada de abobrinha? Parece estranho, mas funciona. A abóbora assada tem um doce suave que contrasta com o amargo leve da abobrinha. Já fiz isso numa noite que sobrou abóbora do purê do almoço. Não quis jogar fora. Fiquei com medo de ficar pesado. Mas quando juntei com o azeite e um pouco de sal, virou algo que a Daiane chamou de “sabor de outono”. O segredo? Corte em cubinhos maiores que a abobrinha. Ela cozinha mais devagar. E não misture quente. Deixe esfriar. Se não, o azeite perde o charme. Acho que é a versão que mais me surpreendeu. Nunca tinha pensado nisso.
Se quiser ver como fazem, vale a pena. Mas não espere uma salada leve. Espere uma salada que te abraça.
3º. Com cebola
Autor: Receita e-Fácil
Cebola na salada? Sim. Mas não qualquer cebola. A branca é muito forte. A roxa, se não for bem tratada, domina. Já tentei cortar e jogar direto. Foi um desastre. Aí aprendi: corte em rodelas finas, salgue, e deixe por 10 minutos. Aí, enxágue rápido e seque. O sal tira o ardido e deixa só o doce. E o melhor? Quando você coloca isso na abobrinha assada, o sabor fica como se tivesse sido feito em um forno de lenha. Não é cebola. É um tempero que aparece só no final. Acho que é o tipo de coisa que você só entende depois de errar duas vezes.
Limão e tomate? Parece óbvio. Mas eu nunca tinha feito com abobrinha assada. Achei que o limão ia matar o sabor da assada. Mas não. Ele acorda. O tomate cereja espremido solta o suco, e o limão... o limão é o que faz o azeite grudar. Já fiz essa versão com limão siciliano. Ficou mais ácido, mais vivo. Mas se você não tiver, o comum serve. O segredo: não regue a salada com limão antes de assar. A abobrinha precisa absorver o sal, não o ácido. Se quiser um pouco de orégano? Só um pouquinho. Não mais que isso. É o tipo de salada que você come e pensa: “isso não tem segredo... mas como é bom”.
Cenoura crua? É o que eu uso quando não tenho tempo, mas quero crocância. Não é só para encher. É para dar textura. Corte em fios finos, com o ralador. Não em cubos. E não lave depois. A água tira o sabor. A cenoura crua tem um doce natural que combina com o sal da abobrinha. Já vi gente colocar cenoura cozida. Ficou mole. E a salada perdeu a alma. A dica: use cenoura nova. Se estiver fibrosa, descarte. A gente esquece. Eu esqueço. Mas quando acerta? Vira a salada que você faz no fim da tarde, só pra não ficar com fome.
Cozida? Eu sempre disse que abobrinha cozida vira purê. Mas experimentei com água fervente, só 3 minutos. Depois, passei em água gelada. Ficou macia, mas ainda com corpo. Não é a mesma coisa que assada. É outra coisa. É mais suave. Mais tranquila. Achei que seria sem graça. Mas quando juntei com um fio de azeite e um pouco de alho amassado, virou um prato que a Daiane pediu pra fazer toda semana. Não é para quem quer crocância. É para quem quer conforto. E às vezes, é isso que a gente precisa.
Pimentões na salada? Isso não é salada. É um arco-íris. Mas não adianta colocar todos crus. O verde fica amargo. O vermelho, doce demais. A dica: assar os três juntos, na mesma grade da abobrinha. Só 10 minutos. O calor suaviza o amargo e intensifica o doce. E o melhor? Eles soltam um pouco de suco que liga tudo. Já fiz essa versão com uma abobrinha pequena e dois pimentões grandes. Ficou como se tivesse sido feito em um restaurante de cidade pequena. O tipo de prato que você não espera, mas que vira rotina.
Hortelã? Eu detesto quando ela domina. Mas se você usar só um punhado, bem picadinha, e misturar com alface americana, aí sim. A hortelã não é cheiro. É frescor. E a alface americana? Ela é macia, mas não solta água. É o fundo perfeito. Já fiz essa versão numa tarde de calor. A Daiane disse: “isso parece que a salada respirou”. Não entendi. Até que provei. E senti. Não é só sabor. É sensação. O segredo: não lave a hortelã antes de picar. Se for molhada, ela escurece. E perde o brilho. Use só o que for necessário. Menos é mais.
Alho na salada? Eu sempre achei que era pra molhos. Mas uma vez, esqueci de colocar o azeite. E coloquei um dente de alho amassado direto na abobrinha quente. Foi um erro. Mas foi o melhor erro que já fiz. O calor acorda o alho. Ele não fica picante. Fica doce. E envolve. Não é alho. É um cheiro que fica na boca depois. Já tentei com alho em pó. Foi uma fraude. Acho que o segredo é: amasse o alho com um pouco de sal. Só isso. E jogue por cima da abobrinha ainda quente. Deixe repousar 5 minutos. O calor faz o trabalho. E o azeite? Ele vem depois. Para levar o sabor. Não para escondê-lo.
E aí, qual receita você vai testar inicialmente? Porque cada uma é um jeito diferente de sentir a abobrinha. Não é só vegetal. É textura. É memória. Se colocar uma delas em prática, me conta aqui nos comentários: qual foi a que te fez parar e pensar? E qual você vai fazer de novo? Porque às vezes, o prato mais simples é o que mais nos leva pra casa.
Rafael Gonçalves é um cozinheiro de mão cheia, apaixonado por receitas caseiras testadas na prática e cheias de memória afetiva.
Há anos transforma a cozinha de casa em laboratório de sabores, estudando técnicas de churrasco, confeitaria, cozinha brasileira, italiana e francesa para criar receitas simples, confiáveis e bem explicadas. No Sabor na Mesa, compartilha pratos que realmente prepara, testa e adapta para o dia a dia das famílias brasileiras.
Casado com Daiane há mais de 10 anos, Rafael acredita que cozinhar é uma forma de reunir pessoas, celebrar momentos e criar boas lembranças ao redor da mesa. Suas receitas unem experiência prática, pesquisa culinária e linguagem direta para ajudar qualquer pessoa a cozinhar melhor em casa.
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