18 Receitas de Torta de Abobrinha & Combinações Super Leves E Nutritivas

  • O que fazer com aquele excesso de legumes na geladeira? Ora, uma tortinha deliciosa!
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Pensando em uma refeição leve que rende elogios, é uma torta de abobrinha. A primeira que fiz aqui saiu mais pra uma omelete gigante, sem brincadeira. A massa ficou aguada e o resultado foi um desastre saboroso, mas feio.

Depois de algumas tentativas, peguei um truque de um livro de culinária italiana que estudo: a abobrinha ralada precisa ser espremida muito bem, com as mãos mesmo, pra tirar todo o excesso de água. Isso faz uma diferença absurda na textura final. Combinar ela com a crocância da calabresa e a doçura da cenoura é genial, cria um contraste que funciona demais.

Usar ingredientes simples, mas de boa qualidade, transforma esse prato. Um bom azeite, uma páprica doce com aroma, fazem toda a jornada valer a pena. Quando você tira do forno, aquele cheiro invade o apartamento todo. É a certeza de uma refeição que reúne, que vale a pena fazer junto com alguém. Se quiser ver como caprichar nos detalhes, o passo a passo tá logo abaixo.

Receita de torta de abobrinha colorida simples e fácil: aprenda como fazer

Rendimento
8 porções
Preparação
1h30
Dificuldade
Fácil
Referência de Medida: Xícara de 240ml

Ingredientes

0 de 18 marcados

Para o Recheio:

Para a Massa:

A medida da xícara é padrão, então fica mais fácil. E sobre a calabresa, se você não curte muito o apimentado, pode trocar por uma linguiça toscana, fica ótimo também.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 150g (1/8 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 22.5g 8%
   Fibra Dietética 3.2g 13%
   Açúcares 4.8g 10%
Proteínas 9.8g 20%
Gorduras Totais 18.3g 33%
   Saturadas 4.2g 19%
   Trans 0g 0%
Colesterol 85mg 28%
Sódio 680mg 30%
Potássio 420mg 9%
Cálcio 120mg 12%
Ferro 1.8mg 10%
Vitamina A 450UI 9%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano Adaptável: Basta remover a calabresa
  • Alto em Fibras: Graças aos vegetais variados
  • Rico em Vitaminas: Diversidade de legumes
  • Infantil: Ótima para esconder vegetais

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten – devido à farinha de trigo
  • Contém lactose – presença de leite
  • Sódio moderado – calabresa e sal contribuem
  • Insight: Para versão mais leve, substitua óleo por iogurte e calabresa por frango desfiado

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando o Recheio e a Massa:

  1. A primeira coisa é ligar o forno em 200°C, pra ele ficar bem quentinho quando a torta for entrar. Enquanto isso, pega a abobrinha ralada e espreme com as mãos mesmo, com força, sobre uma peneira ou dentro de um pano de prato limpo. Tira o máximo de água que conseguir. Esse é o segredo pra torta não ficar uma sopa, como já aconteceu comigo no passado.
  2. Em uma frigideira, coloque a calabresa picada e leve ao fogo médio. Deixe ela dourar e soltar a sua gordura, sem precisa adicionar óleo. Quando estiver bem douradinha, adicione a cebola e o alho. Refogue até a cebola ficar macia. Desligue o fogo e reserve. Esse refogado com a gordura da calabresa é que vai dar um sabor incrível pra tudo.
  3. Em uma tigela grande, vamos fazer a massa. Coloque os 4 ovos, o leite, o óleo, a farinha de trigo, a colher de sal, a páprica doce e a pimenta-do-reino a gosto. Mexa bem com um fuê ou um garfo até ficar uma massa lisa, sem pelotas de farinha. Não precisa de batedeira, é bem rápido.

Montando e Assando:

  1. Agora vem a parte feliz: juntar tudo. Na tigela com a massa líquida, adicione todo o recheio. Isso é, a abobrinha espremida, a cenoura ralada, o refogado de calabresa com cebola e alho, o tomate, o pimentão, o milho, a ervilha e o cheiro verde picado. Misture tudo muito bem com uma colher de pau ou uma espátula.
  2. Dá uma olhada na consistência. A massa deve envolver todos os ingredientes, mas não pode ficar aguada. Se estiver muito líquida, acrescente mais uma ou duas colheres de farinha de trigo, até ela ficar com uma cara de massa de bolo, só que cheia de coisas boas dentro. Acerte o sal também, experimentando um pouquinho.
  3. Só agora, por último, você adiciona o fermento em pó. Misture de forma suave, apenas para incorporar. Não fique mexendo muito depois de colocar o fermento.
  4. Pegue uma forma de furo central (ou uma retangular grande) e unte bem com manteiga ou óleo e polvilhe farinha de trigo. Despeje toda a massa na forma e alise a superfície.
  5. Leve ao forno pré-aquecido e deixe assar por cerca de 55 minutos. Mas fica de olho: depois de uns 40 minutos, quando as bordas já estiverem douradas e firmes, baixe a temperatura do forno para 180°C. Isso evita que a superfície queime enquanto o centro termina de cozinhar. Faça o teste do palito: espeto no centro deve sair limpo.

O cheiro que essa torta solta no forno é coisa de outro mundo. Deixa a casa toda com vontade de jantar na hora. Deixe esfriar uns 15 minutinhos antes de cortar, senão ela pode desmanchar um pouco. Mas confesso que já comi quente demais e não me arrependi, só ficou mais difícil de servir bonito.

Pronta! Essa torta é daquelas que você faz e pensa "nossa, eu que fiz isso?". Ela é linda, sustenta qualquer jantar e ainda fica maravilhosa no dia seguinte, se sobrar alguma fatia, o que é meio raro aqui em casa.

E você, costuma fazer torta de liquidificador ou prefere essa versão mais rústica, misturada na tigela? Me conta se testou e o que achou do truque de espremer a abobrinha, porque pra mim isso mudou completamente o jogo. Vou adorar saber como foi aí na sua cozinha.

Aproveite e veja como fazer torta salgada de outras formas e uma bela torta de legumes.

Quanto tempo dura essa belezinha?

Na geladeira, a torta fica gostosa por até 3 dias – mas sério, quem é que consegue resistir tanto tempo? Se quiser congelar, embrulhe bem em filme plástico e dura até 1 mês. Dica da Daiane: esquenta no forno com uma folha de papel alumínio por cima pra não ressecar.

Tá de dieta? Vem cá

Conforme nossa tabela nutricional completa, cada fatia de 150g tem aproximadamente 285 calorias. Se quiser reduzir, troque o óleo por iogurte natural e use calabresa light. Mas relaxa, abobrinha é quase água, então tá safe!

Sem trigo? Sem carne? Sem problema!

• Vegano: troca ovo por 1 colher de sopa de chia + 3 colheres de água (por ovo) e leite por vegetal
• Low carb: usa farinha de amêndoas no lugar da farinha de trigo (mas fica mais úmida, aviso logo)
• Sem lactose: leite vegetal e margarina sem leite resolvem
• Detesto calabresa: pode ser frango desfiado ou até bacon (ai, meu coração)

Os 3 pecados capitais da torta de abobrinha

1. Abobrinha molhada: esprema BEM a abobrinha ralada num pano de prato limpo (já fiz sem espremer e virou sopa, credo)
2. Forma errada: usa forma de fundo removível? Forra com papel manteiga ou a massa vaza igual minha paciência no trânsito
3. Fermento no fim: sempre misture por último e delicadamente, senão a torta não cresce direito

Truque secreto que aprendi com minha sogra

Joga uma colher de farinha de rosca no fundo da forma antes de colocar a massa. Absorve o excesso de umidade e deixa a base crocante! Outra? Coloca 1 colher de sopa de queijo parmesão ralado na massa - muda completamente o jogo.

O que servir com essa torta?

• Molho de iogurte com limão e hortelã (combina demais com o sabor da calabresa)
• Uma saladinha simples de rúcula com tomate cereja
• Para beber: suco verde ou até uma cervejinha bem gelada (se for seu dia do lixo, né?)
• Café coado na hora - sério, o contraste quente/frio é incrível

Tá entediado da versão clássica? Bora inovar!

Versão italiana: troca a calabresa por pepperoni, acrescenta orégano e mussarela em cubos
Mexicana: pimenta jalapeño no lugar do pimentão, milho verde e um toque de cominho
Fit: espinafre no lugar da abobrinha e cottage no lugar da calabresa
Gourmet: coloca sunomono (aqueles tomates secos) e azeitonas pretas

O ponto crítico: quando tirar do forno?

Fica a dúvida cruel: já tá assada ou vai virar um pudim? Faça o teste do palito: espetou e saiu limpo? Tá pronto. Mas atenção: as bordas douram primeiro, então se o centro ainda estiver claro, abaixa o forno pra 180°C e deixa mais 10 minutinhos. Paciência, jovem padawan!

Quer impressionar? Faz assim

Antes de levar ao forno, decora com rodelas finas de abobrinha e cenoura em espiral por cima da massa. Depois de assada, pincela com azeite e salpica sementes de gergelim torradas. Parece aquelas tortas de revista cara, mas é a mesma receita da vovó!

Sobrou? Transforma!

• Fatia velha? Vira base de torta salgada: esquenta na frigideira com um ovo estrelado em cima
• Pedaços secos? Bate no liquidificador com caldo de legumes pra virar sopa cremosa
• Muita massa? Congela em forminhas de muffin pra ter porções individuais

2 coisas que ninguém te conta sobre essa torta

1. A abobrinha ralada fininha some completamente na massa - ótimo pra enganar criança que "odeia" vegetais
2. Essa torta fica ainda MAIS gostosa no dia seguinte (os sabores se casam melhor overnight)

Meus maiores desastres culinários

Uma vez esqueci o fermento e saiu um tijolo comestível. Outra vez, a Daiane resolveu "inovar" colocando berinjela junto - nunca mais deixei ela escolher os ingredientes sozinha. E a pior: confundi páprica doce com picante... meu filho, que arrependimento!

De onde veio essa ideia?

A torta de abobrinha é prima distante da quiche francesa e da torta paulista, mas nasceu mesmo como "receita de aproveitamento" - aquela que você faz quando a geladeira tá quase vazia. Por isso aceita praticamente qualquer vegetal que tiver sobrando!

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar crua? Pode, mas fica melhor assada antes
Forma de vidro ou alumínio? Alumínio assa mais rápido, mas vidro você vê o ponto
Por que minha torta afundou? Excesso de umidade ou você abriu o forno antes da hora
Posso bater no liquidificador? Deus me livre, vira papa! Mistura na mão mesmo

Sabia que...

A abobrinha tem 95% de água? Por isso precisa espremer bem. E a páprica doce não é só cor - ela realça o sabor dos outros ingredientes como um maestro de orquestra. Ah, e na Itália tem uma versão parecida chamada "torta pasqualina", mas leva acelga no lugar da abobrinha.

E aí, bora fazer essa torta? Conta aqui nos comentários como ficou a sua - já tentou alguma variação maluca que deu certo? Topo testar sugestões (desde que não seja berinjela, Daiane)!

Completa a experiência: combinações que transformam sua torta de abobrinha em uma refeição memorável

Agora que você já domina essa torta de abobrinha que é pura nostalgia de almoço de domingo, que tal montar um menu completo? Selecionamos opções que casam perfeitamente, seja para um jantar tranquilo ou aquela recepção especial que vai render elogios.

Para fechar o prato principal

Macarrão farfalle simples (descubra os segredos): Massa al dente que equilibra a suavidade da torta, perfeita para quem quer um contraste de texturas.

Sanduíche natural simples e saudável: Opção leve para quem prefere manter a refeição mais descomplicada, especialmente em dias quentes.

Risoto de funghi: A cremosidade do arborio com cogumelos faz uma dupla imbatível com a abobrinha (a Dai jurou que essa combinação foi seu maior acerto culinário de 2023).

Acompanhamentos que elevam

Mingau de milho verde (veja o preparo detalhado): Doce-salgado que lembra fazenda da vó, ótimo para quem curte contrastes ousados.

Bolo de farinha de milho (veja o passo a passo): Crosta dourada e miolo fofinho - aqui em casa virou tradição servir com tortas de vegetais.

Tomates assados com alecrim: Acididade que corta a densidade da abobrinha, preparo tão fácil que até eu não erro (e olha que sou especialista em queimar temperos).

Final doce (porque ninguém resiste)

Bolo simples fofinho (veja aqui): Clássico que nunca falha, especialmente quando ainda morno com aquele cheirinho de baunilha.

Receita de Bolo de liquidificador super simples: Praticidade pura para quando o tempo está curto mas a vontade de doce não.

Pudim de leite condensado: Textura sedosa que faz jus à refeição - só aviso que é difícil parar na primeira fatia.

Bebidas: Sabor e satisfação em cada gole de bebida

Suco de maracujá natural: Acidulado perfeito para equilibrar pratos mais encorpados, nossa escolha para jantares prolongados.

Água aromatizada com limão siciliano e manjericão: Refrescante sem competir com os sabores principais - truque de bar que adaptamos pra casa.

Chá gelado de pêssego: Doce natural que complementa vegetais assados, ideal para tardes quentes na varanda.

Testou alguma dessas combinações? Conta pra gente nos comentários qual foi a preferida da sua família! Aqui em casa ainda estamos debatendo se o mingau de milho realmente combina ou se a Dai só gosta por nostalgia da infância dela no interior...

Depois de dominar a base, que tal explorar essas variações incríveis?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A clássica e descomplicada

autor: Me Chamem de Nanda Mel

Já ficou com receio de tentar uma receita nova porque parecia complicada demais? Essa versão é a resposta para isso. É daquelas receitas coringas, que você faz quando precisa de algo gostoso, que rende e não quer gastar a mente. Os ingredientes são os básicos da despensa, então a chance de você já ter tudo em casa é grande.

O que mais gosto nela é que é uma ótima saída para um jantar de última hora sem abrir mão do sabor. E, sinceramente, depois de aprender o truque de espremer bem a abobrinha, que comentei antes, essa torta fica ainda melhor. A textura fica no ponto, nem muito seca, nem úmida. É um prato que prova que simplicidade, quando bem feita, é tudo. Ah, e se você curte um lanche salgado prático, vai adorar essa torta de salsicha simples e maravilhosa que também é sucesso por aqui.

3º. Praticidade total no liquidificador

autor: Cozinhando com a Ly

Confesso que sou do time que adora ver uma tigela com menos louça para lavar. Quando descobri que dava pra fazer a massa da torta direto no liquidificador, foi um alívio, sabe? A praticidade dessa receita é um espetáculo. Você prepara o recheio, que é bem básico, e bate o resto num piscar de olhos.

Um detalhe que faço sempre: mesmo com a praticidade, dou uma mexida final com uma colher depois de despejar a massa do liquidificador na tigela com o recheio. Sinto que incorpora melhor, evita aqueles pedacinhos de farinha seca. Forno preaquecido é lei, claro. Em meia hora, você tem uma refeição honesta e quentinha na mesa. Perfeito pra quando o dia foi corrido e a preguiça bateu, mas a fome não deu trégua.

4º. Na linha, mas sem perder o sabor

Achar uma receita fit que realmente sacia e é gostosa é meio como achar uma agulha no palheiro, né? Essa versão com farinha de arroz me surpreendeu. A massa fica levinha mesmo, sem aquele peso no estômago que algumas massas integrais podem dar. A dica de ouro aqui é não ter medo de temperar.

Como a farinha de arroz é mais neutra, caprichar no manjericão, na pimenta e no queijo ralado por cima faz toda a diferença. Se quiser deixar mais proteico, joga um frango desfiado bem temperado no recheio, fica incrível. É a prova de que dá pra cuidar da alimentação sem comer coisas sem graça. Essa é ideal pra um almoço de domingo que você não quer sair da linha.

5º. Rápida e na frigideira

Já aconteceu de você ter uma fome urgente de torta, mas a ideia de ligar o forno e esperar esfriar depois parecia um projeto muito grande? Pois é, essa receita salva nessas horas. Tudo acontece numa frigideira só. O segredo é o fogo médio para baixo, pra cozinhar por igual sem queimar embaixo.

Na hora de virar, eu uso um prato de fundo liso: encosto o prato na frigideira, viro com uma calma de monge e deslizo a torta de volta pra frigideira. Parece mágica, e evita aquele desastre de tentar virar no ar e quebrar tudo. Em minutos você tem uma torta individual, perfeita pra matar a vontade sem trabalho. A textura fica mais tipo uma panqueca grossa, deliciosa.

6º. Cremosa e 100% vegetal

Se você acha que torta vegana é sempre seca ou sem graça, precisa dar uma chance pra essa. O creme que ela fica é impressionante, e a culpa é dessa dupla: leite vegetal e aveia. A aveia dá liga e corpo, substituindo perfeitamente os ovos, sem deixar a massa pesada.

Uma coisa que aprendi fazendo versões veganas é que a cenoura ralada junto com a abobrinha não é só por cor. Ela traz uma doçura natural que equilibra tudo, fica um sabor redondo. É uma receita inclusiva de verdade, daquelas que você serve pra todo mundo na mesa sem ninguém ficar achando que está comendo "a versão alternativa". É só uma torta boa, ponto.

7º. Leve e low carb

Para quem está reduzindo carboidratos, achar opções salgadas que não sejam só omelete ou salada pode ser um desafio. Essa torta é uma salvação. A farinha de amêndoas dá um sabor tostado incrível e uma textura que mata a vontade de pão. O iogurte natural deixa tudo úmido e com um toque azedinho bem sutil.

Minha dica é: não pule a etapa de saltear a cebola e a abobrinha em cubos antes de misturar. Pode parecer trabalho extra, mas tira o excesso de água e concentra o sabor. Senão, a torta pode ficar com aquela textura de "cozido demais". Quando você tira do forno, a casquinha do queijo ralado por cima… é de lamber os dedos.

8º. Recheada e reconfortante com frango

Essa é pra quando a fome é de verdade e você quer algo que sustente. A combinação da abobrinha com frango desfiado é clássica por um motivo: funciona demais. O legume deixa o recheio mais suculento e o frango dá aquela saciedade.

O passo que você não pode errar é na montagem. Colocar metade da massa no fundo da forma cria uma base, aí vai todo o recheio e a outra metade da massa por cima. Isso evita que o recheio misture todo com a massa crua e garante camadas bem definidas. É um prato completo, que não precisa de quase nada acompanhando. Um alface frisada com limão já resolve.

9º. O sabor marcante da carne moída

Longe do que a maioria imagina, torta de abobrinha não é só coisa leve e discreta. Quando você junta com uma carne moída bem temperada, ela vira um prato robusto, daqueles que agrada até quem torce o nariz para legumes. A carne traz uma suculência e um sabor que se destaca.

A massa no liquidificador, como já falei, é a salvação da lavanderia. E aqui vai um insight: na hora de temperar a carne, pense nos temperos que você usaria num molho bolonhesa. Salsinha, cebola, alho, talvez um pouco de tomate picado. Fica um recheio familiar, que todo mundo reconhece e ama. O queijo parmesão por cima é a cereja do bolo, formando uma crostinha maravilhosa.

10º. O toque defumado da calabresa

Se tem um ingrediente que transforma qualquer prato simples em algo especial, pra mim, é a calabresa. Aquele sabor defumado e levemente picante combina de um jeito inesperado com a abobrinha. A dica do vídeo é fundamental: frite as rodelas primeiro e deixe esfriar um pouco.

Se você jogar a calabresa quente no meio dos outros ingredientes, principalmente se tiver ovo na massa, pode começar a cozinhar tudo fora da forma, sabe? Deixar esfriar evita isso. A massa com iogurte fica super macia. É um prato perfeito para um almoço em família no fim de semana. E se você é fã desse sabor, já viu essas outras ideias de torta de calabresa simples? Vale a pena explorar.

11º. A crocância irresistível do bacon

Bacon e abobrinha é uma daquelas combinações que a gente não imagina até provar. A gordura saborosa do bacon, quando bem douradinha, complementa a suavidade do legume. O truque de colocar o bacon frito em papel toalha é simples, mas faz uma diferença enorme na textura final do recheio. Ninguém quer uma torta gordurosa, né?

E o suco de limão na hora de temperar? Genial. Ele corta a gordura e dá um brilho no sabor, realçando tudo. Pode parecer exagero, mas experimenta. Você vai perceber que a torta fica muito menos "pesada" na boca. É um prato que impressiona, ótimo pra quando recebe visitas.

12º. O clássico misto de todo dia

Tem hora que a gente só quer o conforto de um sabor que já conhece de cor, sem surpresas. Presunto e queijo é isso. É reconfortante, seguro e todo mundo gosta. E numa torta de abobrinha, ele ganha uma umidade extra que deixa o recheio ainda mais gostoso.

O que chama atenção nessa receita é a pouca farinha. Só 7 colheres. Isso quer dizer que a massa fica mais "úmida", dependendo muito da abobrinha e dos ovos para dar liga. Por isso, aquele passo de espremer bem a abobrinha ralada é ainda mais crítico aqui. Se fizer direito, o resultado é uma torta incrivelmente fofa e saborosa, perfeita pra lanche ou até uma janta leve.

13º. Econômica e surpreendente com sardinha

Olha, eu sei que sardinha em lata pode não ser o ingrediente mais glamouroso do mundo, mas jura pra mim que vai dar uma chance pra essa combinação. O sabor forte do peixe com a abobrinha neutra é uma parceria de mestre. E o bolso agradece muito.

A massa realmente fica com uma aparência mais líquida que o normal, não se assuste. É assim mesmo. A sardinha desfiada e os temperos vão engrossando na assadeira. O resultado é uma torta super úmida por dentro, quase um soufflé salgado. É uma ótima maneira de incluir peixe na alimentação de um jeito diferente. E falando em peixe, se você é fã, não pode deixar de ver essa torta de bacalhau fantástica que também é uma paixão minha.

14º. Fácil e cremosa com atum

Atum é outro coringa da despensa que salva muitas jantas aqui em casa. Essa receita é rápida e o truque de refogar a abobrinha com cebola e alho antes é o que faz a mágica. Esse processo tira a água do legume e concentra o sabor dos temperos, então a torta não fica aguada.

Sobre o creme de leite no recheio: eu particularmente adoro. Dá uma cremosidade que contrasta com a textura mais firme do atum. Mas se você prefere algo mais seco, pode pular. O importante é não esquecer de temperar a massa também, só sal e pimenta já resolvem. É um prato que faz você repensar aquele clichê de "comida enlatada sem graça".

15º. Colorida e sem glúten, com cenoura

Quem precisa ou prefere evitar o glúten sabe que achar receitas salgadas saborosas pode ser um perrengue. Essa versão com aveia em flocos é uma solução brilhante. A aveia dá uma textura diferente, mais granulada e nutritiva, e combina perfeitamente com a cenoura e a abobrinha raladas.

Fica uma torta linda, toda alaranjada e verde. O teste do palito é infalível para saber o ponto, mas uma dica visual também é observar as bordas: quando elas começam a se soltar da forma e ficam douradinhas, é um bom sinal. É uma receita inclusiva, gostosa para todo mundo, independente de dieta.

16º. Leve e suave com ricota

A ricota tem o poder de deixar qualquer preparo mais leve e com uma textura interessante. Nessa torta, ela vai direto na massa, esfareladinha. O que acontece é que ela derrete um pouco no forno, criando pequenos bolsões de cremosidade no meio da torta, enquanto o resto fica firme.

Refogar a abobrinha no alho antes é essencial pra dar um kick de sabor, porque a ricota em si é bem suave. O resultado é uma torta delicada, não muito marcante, mas extremamente agradável e fácil de comer. É uma ótima pedida para um café da tarde ou para quem prefere sabores mais amenos.

17º. Substituição inteligente com farinha de aveia

Teve uma vez que fui fazer torta e percebi que tinha acabado a farinha de trigo. Foi um pequeno desespero, até lembrar que dava pra usar farinha de aveia. Essa receita é a prova de que a substituição não só funciona, como fica ótima. A aveia dá um sabor mais "terroso" e uma textura um pouco mais densa, mas muito gostosa.

A dica de quebrar os ovos separadamente parece boba, mas já me salvou de jogar ingredientes fora. Nada pior do que quebrar um ovo estragado direto na mistura e perder tudo. Fazendo um de cada vez, você tem controle. É uma receita que fala sobre adaptação na cozinha, sobre usar o que tem. E o recheio, sem precisar refogar, fica com um sabor mais fresco da abobrinha.

18º. Ultra leve e sem farinha

Se você quer reduzir calorias ou apenas experimentar uma textura completamente diferente, essa é a sua escolha. Sem farinha nenhuma, a torta fica com uma consistência mais próxima de um omelete assado ou de um flan salgado. É incrivelmente leve, quase derrete na boca.

Como não tem a farinha para dar estrutura, a escolha dos ingredientes "ligantes" é importante. Ovos batidos, queijo e creme de leite light fazem esse papel. É uma receita que prova que dá para ser saudável sem ser sem graça. Fica tão gostosa que você nem sente falta da farinha. Uma verdadeira descoberta para quem quer variar.

Nossa, só coisa boa, né? Cada uma dessas receitas tem uma personalidade, resolve uma dúvida ou atende a um momento diferente do dia. Agora quero saber de você: qual versão mais te chamou a atenção? É a prática no liquidificador, a robusta com carne moída ou a levezinha sem farinha? Depois de experimentar alguma, vem aqui para contar como foi a experiência na sua cozinha. Adoro trocar essas ideias!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 01:35

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Dai_Cozinha
Fiz a versão mexicana com jalapeño e cominho... que delícia! Ficou com um picante bem suave. Servi com creme azedo caseiro e foi sucesso total
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0 Rafael Gonçalves
Que ideia incrível! A versão mexicana é uma das nossas favoritas também. O cominho realmente traz uma profundidade de sabor fantástica
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