14 Receitas de Costela Na Panela de Pressão + Alternativas Para Comer Até O Último Pedaço

  • Uma iguaria feita com carne de bovina ou suína que faz sucesso em qualquer refeição.
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Falando sério, quem nunca teve medo de usar panela de pressão com carne? Eu tinha pavor. Achava que ia fazer uma lambança ou, pior, a costela ficar dura como sola de sapato. O que mudou foi um churrasco que fiz aqui em casa, usando dicas que aprendi em um curso específico. Percebi que o segredo da maciez não está só no tempo, mas em como você organiza os ingredientes lá dentro.

Essa receita de costela na panela de pressão é fruto de muita tentativa e erro. A grande jogada é fazer camadas, intercalando a carne com a cebola. Parece besteira, mas isso cria um ambiente úmido que deixa a costela desmanchando, e a cebola vira um molho incrível. A ponta de agulha é o corte perfeito pra isso, tem a gordura na medida certa.

A experiência é das boas. O cheiro que toma o apartamento é coisa de outro mundo, e o Titan fica doido, sabe que tem coisa boa no ar. Quando você tirar a tampa e ver aquela carne soltando do osso, vai entender. Quer o passo a passo completo pra acertar de primeira? É só descer a tela um pouquinho.

Receita de Costela na Panela de Pressão de Boi (bovina) com Cebola: Como fazer

Rendimento
Para 6 pessoas
Preparo
cerca de 1h30
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 5 marcados

Olha só, parece pouco ingrediente, né? E é. A mágica aqui não está na quantidade de coisas, mas em como você organiza elas dentro da panela. A cebola faz o trabalho pesado. Confia.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 330g (1/6 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 485 kcal 24%
Carboidratos Totais 12.5g 4%
   Fibra Dietética 2.8g 10%
   Açúcares 6.2g 12%
Proteínas 42.3g 85%
Gorduras Totais 28.7g 36%
   Saturadas 12.4g 62%
   Trans 0.5g 3%
Colesterol 145mg 48%
Sódio 980mg 43%
Potássio 680mg 15%
Ferro 4.8mg 27%
Zinco 11.2mg 102%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 12.5g de carboidratos por porção
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Lactose-Free: Sem laticínios
  • Alto em Proteína: 42g para ganhos musculares
  • Rico em Ferro: 27% da necessidade diária

Alertas & Alérgenos

  • Alta gordura saturada – 62% do VD em uma porção
  • Sódio moderado – Reduza sal para hipertensos
  • Contém gordura trans natural da carne bovina
  • Insight: Excelente fonte de zinco (102% VD) para imunidade; ideal para dieta paleo

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando os ingredientes:

  1. Pega a costela e corta em pedaços médios, do tamanho de um punho fechado mais ou menos. Não precisa ser uma cirurgia, pedaços grandes demais dificultam, muito pequenos podem passar do ponto. Só deixa tudo num tamanho parecido.
  2. Descasca as cebolas e corta em rodelas bem generosas, com uns 2 dedos de grossura. Não precisa chorar muito, corta rápido e joga na tábua. Essas rodelas vão ser a base de tudo.

A montagem (a parte mais importante):

  1. Pega a panela de pressão limpa e seca. Coloca só um fio de óleo no fundo, o suficiente pra untar. Espalha bem.
  2. Agora, forre todo o fundo da panela com uma camada das rodelas de cebola. Cobre tudo. Ela vai evitar que a carne queime no começo e vai soltar água, criando o vapor inicial.
  3. Em cima dessa primeira camada de cebola, arruma metade dos pedaços de costela. Tenta deixar bem distribuído, sem amontoar muito.
  4. Tempere essa primeira camada de carne com uma boa pitada de sal grosso. Não tenha medo, mas também não exagere, você vai temperar a próxima camada também.
  5. Repete o processo: coloca outra camada generosa de cebola por cima da carne, depois o restante da costela, e finaliza com mais uma pitada de sal por cima.
  6. Não adiciona água. Repito: não coloque água. A cebola e a própria gordura da costela vão liberar líquido suficiente. Colocar água agora deixa o molho aguado e sem graça.

Cozimento e ponto final:

  1. Tampa a panela de pressão e leva ao fogo alto. Quando pegar pressão (aquela válvula começar a chiar), abaixa o fogo para médio-baixo. Deixa cozinhar por 50 minutos. Cronometra, se puder.
  2. Enquanto isso, é uma boa hora de preparar o arroz e cozinhar uns pedaços de abóbora no vapor ou na água. Fica a dica.
  3. Passado o tempo, desliga o fogo e deixa a pressão sair naturalmente. Não abre a válvula, deixa a panela esfriar sozinha até a pressão baixar totalmente. Isso pode levar uns 15, 20 minutos.
  4. Abre a panela com cuidado. O cheiro vai ser divino. Você vai ver a costela lá embaixo, e a cebola terá se transformado num molho cremoso e marrom, meio desmanchado. Mexe de leve pra misturar.
  5. Pronto. A carne deve estar desfiando fácil com o garfo, quase saindo do osso. Tira com cuidado, coloca no prato com o arroz e a abóbora, rega com aquele molho de cebola e já era.

A primeira vez que fiz assim a Daiane duvidou que tinha só isso dentro da panela. Ela provou e falou "nossa, a cebola virou um negócio sério". É exatamente isso que a gente quer.

E é basicamente isso. Um punhado de ingredientes, uma técnica simples de montar em camadas e um pouco de paciência enquanto a pressão faz o trabalho. O resultado é uma carne que cai dos ossos e um molho caseiro que não tem igual em nenhum sachê.

Faz aí e me diz o que achou. A costela ficou no ponto? Você botou alguma coisa a mais, tipo uma folha de louro? Conta pra mim nos comentários como ficou a sua, adoro saber das adaptações que cada um faz na receita base.

Quanto tempo dura essa costela? Dicas de armazenamento

Essa costela na pressão dura até 3 dias na geladeira (num pote fechado) ou 3 meses no freezer. Mas sério, quem é que consegue guardar? Aqui em casa a Daiane já tentou esconder uma porção pra comer no dia seguinte e eu achei na hora - desculpa, amor!

Calorias? Bora lá...

Cada porção tem aproximadamente 485 kcal (considerando só a carne e a cebola). Se quiser ver todos os detalhes nutricionais, é só dar uma olhada na tabela nutricional completa que criamos logo abaixo dos ingredientes. Se colocar arroz e abóbora, pula pra 700 kcal. Mas quem tá contando quando o cheiro toma conta da cozinha, né?

3 erros que vão arruinar sua costela (e como evitar)

1) Não intercalar as camadas direito - a cebola precisa estar entre as carnes pra dar sabor uniforme. 2) Exagerar no óleo - a cebola solta água naturalmente, não precisa nadar no óleo. 3) Abrir a panela antes da hora - os 50 minutos são sagrados!

Hack secreto da costela perfeita

Depois de pronta, coloque a carne numa assadeira e dê uma gratinada rápido no forno alto. Fica crocante por fora e derrete por dentro - meu truque preferido desde que queimei a primeira tentativa (mas isso é outra história...).

Sem cebola? Sem problemas!

Se não tiver cebola (ou alguém na casa não gostar), dá pra substituir por: 1) maçã verde em fatias (fica doce incrível), 2) abobrinha em rodelas ou 3) bacon (porque bacon salva tudo). Mas a original com cebola é imbatível!

Versões para todo mundo

Low carb: Troca o arroz por couve-flor ralado. Sem lactose: Já é! Vegetariano: ...bom, aí melhor fazer outra receita, né? Brincadeira - dá pra tentar com jaca verde, mas não prometo o mesmo resultado.

O que serve junto? Tudo!

Além do arroz e abóbora da receita original, experimente com: 1) purê de mandioquinha (combinação divina), 2) vinagrete de pimentão ou 3) uma simples farofa de bacon. E cerveja gelada, óbvio!

A parte mais chata (e como facilitar)

Cortar a costela pode ser trabalhoso. Dica: peça pro açougueiro já cortar no tamanho certo (falo por experiência - já tive que explicar pra Daiane por que tinha uma faca cravada na tábua de cortar...).

Quer inovar? Tenta essas versões

1) Costela mineira: Acrescente batata entre as camadas. 2) Costela apimentada: Coloque pimenta dedo-de-moça junto com a cebola. 3) Costela cervejeira: Regue com 1 copo de cerveja escura antes de fechar a panela.

Modo econômico ativado

Se a ponta de agulha estiver cara, peça costela comum (rende igual). Use óleo vegetal no lugar de azeite (que é só pra finalizar mesmo). E a cebola pode ser aquela mais baratinha, tá valendo!

Elevando o nível

Para impressionar: 1) Use chalotas no lugar de cebola comum, 2) Finalize com folhas de alecrim fresco ou 3) Regue com mel derretido na hora de servir. Fica tão chique que até parece que você sabe francês!

Socorro, deu ruim!

Se a carne ficou dura: mais 15 minutos na pressão. Se queimou o fundo: passe a carne pra outra panela e adicione água quente (sem mexer o fundo queimado). Se faltou sal: dissolve um pouco no caldo quente e volta pra panela.

De onde veio essa maravilha?

Essa técnica de cozinhar carne com cebola na pressão é clássica da cozinha brasileira, mas tem parentesco com os cozidos portugueses e até com o boeuf bourguignon francês (só que sem frescura e na panela de pressão, como a gente gosta!).

2 coisas que ninguém te conta

1) O cheiro dessa costela cozinhando é capaz de fazer vizinhos baterem na sua porta. 2) O caldo que fica no fundo da panela vale ouro - guarde pra fazer risoto no dia seguinte!

Perguntas que todo mundo faz

Preciso dourar a carne antes? Não necessariamente, mas se fizer, fica mais saborosa. Posso usar panela normal? Pode, mas vai levar umas 3 horas. Congela bem? Melhor coisa - fica até mais saborosa!

Sabia que...

A cebola não só dá sabor como ajuda a amaciar a carne? Ela contém enzimas que quebram as fibras da carne - tipo um amaciante natural. Por isso essa combinação é tão antiga quanto genial!

E aí, bora fazer?

Essa costela já virou tradição aqui em casa - toda vez que a Daiane vê eu pegando a panela de pressão, já sabe que é dia de felicidade. Conta pra gente nos comentários como ficou a sua! Tirou foto? Marca a gente no @sabornamesaoficial!

Costela na panela de pressão e sua trupe de acompanhantes irresistíveis

Quer montar um menu completo em torno daquele prato que faz todo mundo pedir bis? Aqui vai uma seleção que equilibra tradição e criatividade - porque comida boa merece companhia de peso!

Para abrir o apetite

Bruschetta (passo a passo detalhado no link): Crocância do pão, frescor do tomate e um toque de manjericão. A Daiane sempre pede pra eu fazer em dobro.

Bolinho de queijo (receita incrível aqui): Miniaturas douradas que desaparecem antes mesmo de chegar à mesa. Cuidado com os dedos alheios!

Pão de alho (descubra a receita aqui): Esse aqui é meu trunfo secreto pra qualquer ocasião. Quando sobra (raramente), vira ingrediente de farofa no dia seguinte.

Os parceiros ideais

Purê de batata com queijo que nunca falha: Cremoso feito nuvem e com aquele gratinado dourado. Combinação clássica que nunca falha.

Couve refogada (aprenda aqui): O contraponto perfeito pra gordura da carne. Dica: jogue um alho picado na hora de servir pra dar aquele cheiro que invade a casa toda.

Abóbora assada que parece de restaurante: Doce natural que contrasta lindamente com o salgado. Melhor ainda quando fica com as bordinhas caramelizadas.

Farofa de bacon (clique aqui para ver a receita): Pra quem acha que tudo fica melhor com bacon (e tá certo). Essa aqui some mais rápido que convite de churrasco grátis.

O final perfeito

Mousse de maracujá irresistível que todo mundo ama: Leve, arejado e com o azedinho que corta a gordura da refeição. Nosso preferido para dias quentes.

Banana caramelizada (tutorial completo aqui): Doce reconfortante que lembra casa de vó. Dá até pra fazer na churrasqueira se tiver com preguiça de louça.

Bolo de laranja (clique aqui para ver a receita): Úmido, perfumado e daqueles que melhoram no dia seguinte. A Daiane sempre faz chantilly caseiro pra acompanhar.

Bebidas: Combinações que equilibram o paladar

Suco de abacaxi com hortelã (clique aqui para o passo a passo): Refrescante como brisa de verão. O hortelã dá um upgrade e tanto no abacaxi puro.

Chá de maçã com canela (dicas incríveis no link): Quentinho no inverno, gelado no verão. Versátil como poucos e cheiroso que só.

Água com gás e rodelas de limão siciliano: Nosso "drink" oficial em casa - simples, elegante e sem complicação.

E aí, qual combo vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se resistiram até a sobremesa ou se já capotaram nos acompanhamentos!

Que tal dar um passeio por outras formas de preparo? Veja essas escolhas que valem cada segundo na cozinha.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Costela que engana a churrasqueira

autor: Tv Churrasco

Confesso que fiquei desconfiado da primeira vez que vi essa ideia. Churrasco na panela de pressão? Mas a verdade é que o método funciona, e resolve aquele problema de não ter onde acender o fogo. O segredo tá em dar uma boa selada antes, pra criar aquela crosta saborosa, e depois controlar bem o tempo no vapor.

Já fiz umas duas vezes, e na segunda, talvez por descuido, deixei um minuto a mais. E sabe o que aconteceu? Ficou ainda mais macia, quase desmanchando. Então relaxa, é uma daquelas receitas que te perdoa se você errar um pouquinho. O resultado sempre é uma carne suculenta que faz a família pensar que você passou horas no fogo de chão.

3º. A dupla imbatível: Costela e linguiça

autor: Wlamir Marques

Isso aqui é pura magia de cozinha. Quando você cozinha duas carnes diferentes juntas, uma empresta sabor para a outra. A gordura da linguiça vai pingando na costela, e o caldo que se forma é simplesmente divino. É a solução perfeita pra quando você quer um prato robusto, daqueles que enchem o olho e a panela de uma vez só.

Uma dica que aprendi: usa uma linguiça boa, tá? Não precisa ser a mais cara, mas pega uma que você confie. Faz toda a diferença no sabor final. Depois é só se preparar, porque o cheiro que invade a casa é de fazer o estômago roncar lá do portão.

4º. O clássico que nunca falha: Costela com batata

Tem algo mais aconchegante? A batata cozinha no mesmo caldo da carne, sabe, e ela sai não só cozida, mas impregnada de um sabor incrível. É uma jogada de mestre que evita você ter que ficar cozinhando dois acompanhamentos separados. Menos louça pra lavar, mais sabor no prato.

Só fica o alerta: as batatinhas podem ficar tão gostosas que corre o risco de sumirem antes da costela. Já aconteceu aqui, a Daiane pegou um garfo e foi direto nelas. Se for servir pra visita, já aviso que é bom colocar uma quantidade generosa.

5º. Minha paixão suína: Costela de porco

Pra ser sincero, eu brigo entre qual é a minha favorita. Mas a costela suína tem um lugar especial. Ela é naturalmente mais adocicada, né, e a gordura é diferente. O que me chamou atenção nesse vídeo foi a combinação de temperos. A autora não vai naquela fórmula básica, ela arrisca um pouco e o resultado parece espetacular.

E olha só o tempo: 20 minutos depois de pegar pressão. Isso é coisa rápida pra um almoço de domingo que parece que levou horas. É proteína barata, saborosa e que rende muito. Se você nunca fez, tá na hora de dar uma chance.

6º. A tradição em forma de prato: Vaca atolada

Essa não é só uma receita, é uma memória afetiva. Me lembra aqueles restaurantes simples de estrada, com comida caseira no fogão de lenha. A mandioca cozinha junto e absorve todo o caldo grosso da costela, ficando cremosa por dentro. O erro comum é colocar a mandioca muito cedo e ela virar uma pasta.

Aqui a dica é esperar a carne já estar quase no ponto, aí você acrescenta os pedaços de mandioca. Eles vão cozinhar no vapor e no caldo restante, mantendo a textura. Prato completo, nutritivo e que alimenta a alma. Veja também outras combinações clássicas que a gente sempre traz por aqui.

7º. Para a praticidade do dia a dia: Na panela elétrica

Quem tem panela elétrica sabe da maravilha que é: você liga, regula e pode ir fazer outra coisa. Ela é a salvação nos dias corridos. A minha dúvida sempre foi: será que fica realmente boa? A resposta é sim. A carne fica macia, o cozimento é uniforme e o melhor: sem susto com pressão, o que pra muita gente já é um alívio.

Se você é do time que tem medo da panela de pressão tradicional, ou só quer uma opção mais tranquila, essa é a sua chance. É só seguir o timing do vídeo e garantir que tem líquido suficiente. Depois me conta se não foi a costela mais tranquila que você já fez.

8º. O truque do carvão: Defumada dentro de casa

Essa ideia é genial, e eu fiquei boquiaberto quando vi. Colocar um pedaço de carvão embrulhado no fundo da panela pra simular o sabor defumado do churrasco? Isso é pura criatividade. É pra quem mora em apartamento e sente falta daquele gostinho de fim de semana na casa da roça.

O único cuidado é embrulhar muito, mas muito bem o carvão no alumínio, pra não soltar farelo. Fora isso, é só preparar o tempero como se fosse pro fogo e deixar a panela fazer sua mágica. O cheiro que fica é surreal, meio adocicado, meio defumado. Uma experiência completa.

9º. Tudo em uma panela só: Arroz com costela

Esse prato é a definição de conforto gaúcho. O arroz cozinha no caldo da carne, então cada grão fica cheio de significado. É um prato que parece simples, mas tem uma sofisticação escondida. Perfeito para um almoço em família sem frescura, mas com muito sabor.

Acho que o ponto de atenção aqui é a proporção de líquido. Como a costela já solta muita água, você precisa colocar menos caldo ou água pro arroz do que no habitual. Senão o arroz pode ficar meio empapado. Mas no vídeo eles devem explicar certinho, é só prestar atenção nesse detalhe.

10º. A rainha das carnes: Costela minga na pressão

Esse corte é uma coisa de louco. Ele é mais grosso, tem uma capa de gordura linda e, quando bem feito, é uma experiência. Usar a panela de pressão pra ele é uma forma de garantir a maciez sem correr o risco de secar, que é o que pode acontecer no forno se você não ficar de olho.

A sugestão de servir com farofa de banana é um tiro certo. O doce-salgado combina absurdamente bem. Se você quer impressionar em uma ocasião especial, mas não quer se arriscar na churrasqueira, esse é o caminho. Parece trabalhoso, mas o vídeo mostra que é mais simples do que a gente imagina.

11º. Um toque fresco: Costela com agrião

Isso aqui é aquele contraste que salva o prato. A costela é rica, intensa. O agrião traz um amargor e uma frescor que cortam toda a gordura, limpando o paladar. É um truque que os chefs usam, e funciona demais em casa também.

Você pode só refogar o agrião por cima depois de pronto, ou fazer como no vídeo e cozinhar junto no final. Se colocar batata junto, como sugerem, vira uma refeição equilibrada e cheia de cor. É uma forma leve — bem, mais ou menos leve — de apresentar uma costela.

12º. Para os amantes da fumaça: Costela com bacon

Bacon. Acho que só a palavra já é convite suficiente, né? E quando ele encontra uma costela, é pura sinergia. A dica de ouro dessa receita é usar o bacon em pedaços maiores, não aquelas tirinhas que viram farelo. Assim você sente a textura e o sabor defumado em cada garfada.

Já testei colocar uma linguiça calabresa junto, igual mencionam, e fica realmente monstruoso de bom. É um prato para ser feito com moderação, porque é pesado, mas para um dia de "vale-tudo", ele é imbatível. Só prepare-se para os pedidos de repetição.

13º. Cremosa e única: Mandioquinha no caldo

Eu sou suspeito pra falar de mandioquinha. Acho que é o acompanhamento mais subestimado que existe. Ela tem uma cremosidade natural que nenhuma batata consegue imitar. Quando cozinha no caldo da costela, então, vira quase um purê que se forma ao redor da carne.

Isso aqui é garantia de sucesso em almoço de família, principalmente se tiver criança. O sabor é mais suave, adocicado, e todo mundo costuma gostar. É só não errar no ponto, senão ela desmancha toda. O vídeo deve mostrar o momento certo de acrescentar.

14º. O toque final cremoso: Com creme de cebola

Essa é para quem, como eu, acha que cebola caramelizada é quase um ingrediente sagrado. O creme de cebola leva essa paixão a outro nível. Ele engrossa o caldo e dá uma sensação na boca incrível, aveludada. É diferente de só jogar cebola em rodelas, o sabor fica mais integrado, mais redondo.

É um passo a mais, talvez, mas que vale muito a pena para uma ocasião especial ou quando você quer transformar a costela do dia a dia em algo um pouquinho mais gourmet. Fica com uma aparência linda no prato, cheia de molho. Basta escolher sua favorita e botar a mão na massa — ou melhor, na costela. Qual vai ser a primeira que você vai tentar? Conta pra gente nos comentários como ficou, adoro saber das aventuras de vocês na cozinha.

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 19:13

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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