Bobo de frango: receita cremosa que conquista

  • Como este prato de origem africana pode tornar sua refeição saborosa e nutritiva.
Avalie este item
(25 votos)

Teve uma época que eu achava bobo algo complicadíssimo, coisa só de restaurante. Até o dia em que um amigo baiano me ensinou a regra de ouro: o creme de mandioca é a alma do prato, e ele tem que ser sedoso, não empelotado. Foi um daqueles cliques na cozinha que mudou tudo.

Depois de muita tentativa e erro, cheguei num método que funciona sempre. O segredo está em bater a mandioca bem quente, ainda com a água do cozimento, pra criar uma base cremosa e lisa. E o dendê, ah, o dendê não é só cor, é profundidade de sabor. Coloco sempre no final, pra não amargar. Uma dica de ouro que aprendi num curso de cozinha brasileira é essa sequência: primeiro o creme, depois o leite de coco, e só então o dendê.

O resultado é um bobo de frango que é pura celebração de sabor. A textura fica incrível, o frango fica suculento e o aroma invade a casa toda. Pode servir com arroz branco, farofa de dendê ou só com uma boa companhia mesmo. Olha o passo a passo ali embaixo, é mais simples do que parece. Quando fizer, volta aqui e me conta o que achou, combinado?

Receita de bobo de frango fácil, rápido e Tradicional: Veja Como fazer

Rendimento
para até 5 pessoas
Preparação
1h
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 15 marcados

Para o frango e o creme:

Para o refogado e finalização:

Nada muito exótico, só o dendê que talvez você precise comprar. Mas vale cada centavo, ele muda o jogo completamente. A mandioca já cozida deixa tudo mais rápido.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 300g (1/5 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 450 kcal 23%
Carboidratos Totais 35g 12%
   Fibra Dietética 4g 16%
   Açúcares 5g 10%
Proteínas 28g 56%
Gorduras Totais 22g 29%
   Saturadas 12g 60%
   Trans 0g 0%
Colesterol 65mg 22%
Sódio 680mg 30%
Potássio 620mg 13%
Vitamina C 25mg 42%
Ferro 2.5mg 14%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Sem Glúten: Naturalmente sem trigo ou glúten
  • Sem Lactose: Não contém laticínios
  • Alto em Proteína: Excelente para recuperação muscular
  • Boa Fonte de Fibras: Mandioca contribui para saúde intestinal

Alertas & Alérgenos

  • Sódio moderado – Ajuste o sal para hipertensos
  • Gorduras saturadas – Principalmente do leite de coco e dendê
  • Insight: Rico em vitamina C do tomate e pimentão - ajuda na absorção do ferro
  • Para emagrecimento: reduza dendê e use leite de coco light

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando o frango e o creme de mandioca:

  1. Começa pelo frango. Pega os cubos, coloca numa tigela e rega com o suco de limão. Adiciona uma boa pitada de sal e pimenta-do-reino. Mexe e deixa descansando enquanto você cuida do resto. O limão ajuda a deixar mais macio.
  2. Pega a mandioca cozida e corta em pedaços menores, só pra facilitar na hora de bater. Não joga fora a água do cozimento, guarda num copo ou na própria panela. Essa água é puro amido, vai dar a liga e o creme perfeito.
  3. Agora, bota uma panela grande em fogo médio-alto com um fio de azeite de oliva. Quando esquentar, coloca os cubos de frango sem amontoar – se a panela for pequena, faz em duas levas. O segredo é selar bem, deixar dourar de um lado antes de mexer. Tira da panela e reserva.
  4. Hora do creme. No liquidificador, coloca a mandioca picada e adiciona a água do cozimento aos poucos. Começa com uns 200ml e vai batendo. Você quer uma pasta bem lisa, sem grumos. Se precisar, coloca mais água. A textura certa é de um purê bem líquido, quase como um mingau grosso.

    Aqui é o pulo do gato que meu amigo baiano ensinou: a mandioca ainda quente, batida com a água quente, cria um creme sedoso que não empelota depois. Se esfriou, esquenta um pouco a água antes de bater.

Montando o bobo:

  1. Na mesma panela que usou pro frango (não precisa lavar, o sabor tá ali), adiciona mais um pouco de azeite se estiver seco. Baixa o fogo para médio e joga o alho e a cebola. Frita até ficarem macios e cheirosos, sem deixar queimar.
  2. Acrescenta o pimentão picado e as pimentas dedo-de-moça. Mexe por uns 2 minutos, só pra perder o cru.
  3. Agora despeja todo o creme de mandioca que você bateu no liquidificador. Mistura bem com o refogado. Tempera com sal de novo – prova, porque a mandioca e a água podem não estar bem salgadas. Deixa cozinhar em fogo baixo por uns 5 minutos, mexendo de vez em quando pra não grudar no fundo.
  4. Adiciona o tomate picado e mexe. Quando o molho começar a ferver de novo, volta com o frango reservado pra panela. Mistura pra envolver tudo.
  5. Deixa cozinhar junto por mais 5 minutos. Aí vem a sequência mágica: despeja o leite de coco, mexe até incorporar, e só então adiciona as 4 colheres de dendê.

    Colocar o dendê no final, como falou na introdução, é crucial. O calor do molho é suficiente para soltar o sabor e a cor sem deixar aquele amargor que pode vir se cozinhar demais.

  6. Desliga o fogo. Agora joga o coentro e a salsinha picados por cima e dá uma misturada final. O calor residual vai fazer as ervas soltarem o aroma.

Prontinho. O ideal é servir na hora, ainda bem quente e cremoso. Arroz branco soltinho é o parceiro ideal. E prepare-se, porque o cheiro de dendê e leite de coco vai fazer todo mundo aparecer na cozinha querendo experimentar.

Esse bobo virou meu pedido garantido quando quero impressionar sem muito esforço. Parece chefe, mas a lógica é simples: um bom creme base, um refogado cheiroso e os ingredientes na ordem certa. A primeira vez que acertei essa sequência, a Daiane ficou uns dois minutos quieta comendo, aí soltou um "nossa, tá igual ao do restaurante". Melhor elogio.

E você, já tinha tentado fazer bobo em casa? Esse lance de bater a mandioca com a água quente fez diferença pra você? Ou tem algum outro truque baiano pra compartilhar? Conta aqui nos comentários como ficou o seu, adoro ver as adaptações que cada um faz!

Quanto tempo dura e como guardar?

O bobó de frango fica top na geladeira por até 3 dias – só esquentar na panela com um fio de água ou leite de coco pra voltar ao ponto. Se quiser congelar, dura até 2 meses (mas confesso que nunca dura tanto aqui em casa, a Daiane adora e some com tudo em 2 dias). Dica: separa em potinhos individuais pra facilitar!

Tá de dieta? Olha só...

Conforme nossa tabela nutricional completa, cada porção tem em média 450 kcal (considerando 1/5 da receita). Quer reduzir? Troca o azeite de dendê por 1 colher só e usa leite de coco light. Mas sério, às vezes vale a pena a caloria extra – esse prato é daqueles que compensa!

Se faltar ingrediente, bora improvisar!

• Sem dendê? Usa 1 colher de sopa de colorau dissolvida em 1 colher de óleo (fica menos autêntico, mas salva)
• Vegano? Substitui o frango por jaca verde ou cogumelos paris
• Alergia a coco? Leite condensado diluído em água quente (sim, eu já fiz e ficou bom!)
• Mandioca dura? Batata baroa cozida rende um creme incrível também

3 erros que quase todo mundo comete

1. Fritar o frango tudo de uma vez – Vira sopa! Faz em 2 ou 3 levas pra dourar direito
2. Bater a mandioca com água demais – Começa com 1/2 xícara e vai ajustando, o creme deve ficar encorpado
3. Colocar o leite de coco no início – Isso faz o prato talhar, sempre deixe pro final!

Truque secreto da vovó

Guarda 1/4 da mandioca cozida inteira e amassa com garfo na panela no final – fica com pedacinhos que dão uma textura maravilhosa. A Daiane odeia quando eu esqueço esse passo (e ela sempre percebe!).

O que servir junto?

• Arroz branco soltinho é clássico, mas experimenta com arroz de coco!
• Farofa de dendê com castanhas faz o casamento perfeito
• Uma cerveja bem gelada ou caipirinha de maracujá
• Pra fechar: manga palmer madura como sobremesa

O ponto crítico da receita

Quando você coloca o creme de mandioca na panela: tem que mexer sem parar nos primeiros 2 minutos senão gruda no fundo. Já queimei um bobó inteiro assim – o cheiro de queimado durou 2 dias na cozinha. Use fogo médio e uma espátula de silicone!

Bobó maluco (no bom sentido)

Versão praia: Coloca camarões médios junto com o frango
Bobó cake: Assa em forma untada com farinha de rosca por 20min – vira uma torta incrível
Fit: Troca 30% da mandioca por abóbora cabotiá
Explosão de sabor: Finaliza com castanha de caju torrada picada

Não joga nada fora!

A água do cozimento da mandioca? Pode usar pra fazer pão de queijo ou massa de tapioca. As sobras de bobó? Vira recheio de panqueca ou esfiha. Até as cascas do limão eu guardo pra fazer limpeza ecológica da cozinha!

Eleva o nível em 1 minuto

Na hora de servir, pinga 3 gotas de dendê puro em cada prato e decora com microfolhas de coentro. Parece coisa de restaurante 5 estrelas (mas só você sabe que foi fácil).

Se TUDO der errado...

• Ficou aguado? Dissolve 1 colher de maisena em água fria e mistura
• Sem sabor? Joga um tablete de caldo de galinha (eu sei, não é o ideal mas resolve)
• Queimou o fundo? Transfere pra outra panela sem mexer a parte de baixo

De onde vem essa delícia?

O bobó é primo do vatapá, veio da África mas virou 100% brasileiro na Bahia. Curiosidade: o nome original "Bobó" vem de "Ebô", que significa "comida sagrada" em iorubá. E pensar que hoje a gente come até de marmita!

2 fatos que vão surpreender

1. O dendê não é só cor – ele tem vitamina A pra dar saúde aos olhos (desculpa aí, cenoura!)
2. Nos terreiros de candomblé, essa receita é oferecida ao orixá Oxum – dizem que ela adora o sabor doce do leite de coco

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode, mas o leite de coco pode separar – só mexer bem ao requentar
Dá pra fazer sem liquidificador? Dá sim, amassa a mandioca com garfo e usa um pouco mais de água
Por que meu bobó fica cinza? O segredo é usar limão no frango e o dendê só no final!

Harmonização secreta

O contraste perfeito pra cremosidade do bobó é algo crocante: experimenta servir com banana-da-terra frita em rodelas finas ou torresminho caseiro. Na primeira vez que fiz isso, a Daiane comeu direto da travessa – sinal de aprovação máxima!

Já errei pra caramba...

Uma vez usei mandioca congelada sem descongelar – virou uma goma grudenta que parecia cola branca. Outra vez exagerei no dendê e o prato ficou laranja fluorescente (parecia comida de astronauta!). Moral da história: respeite as medidas!

Som pra cozinhar no ritmo

Coloca um pagode baiano (Saulo Fernandes é minha escolha) ou aquela playlist "Cozinha Nostálgica" no Spotify. Aviso: risco de começar a dançar enquanto mexe o bobó!

Por que cada ingrediente?

Limão no frango: Amacia e tira o cheiro forte
Água do cozimento Tem amido que engrossa naturalmente
Dendê no final Preserva o sabor e a cor vibrante
2 tipos de óleo Azeite pra cozinhar, dendê pra aromatizar

E aí, bora fazer?

Depois que experimentar, volta aqui pra contar como ficou seu bobó! Me conta nos comentários se inovou em algo ou se descobriu algum truque novo. E se tiver foto, marca a gente no @sabornamesaoficial pra eu ver essa obra-prima!

Bobó de Frango com Acompanhamentos que Vão Fazer Seu Almoço Virar Festa

Quem aí já ficou perdido na hora de montar o cardápio? A gente sabe que combinar pratos pode ser um desafio, por isso trouxe sugestões que casam perfeitamente com o bobó de frango - e ainda deixam a refeição mais divertida. Aqui em casa, a Daiane sempre pede pra eu caprichar nos acompanhamentos, então anota aí as melhores combinações!

Para Começar com o Pé Direito

Bolinho de feijão (confira a receita): Crocante por fora e macio por dentro, perfeito pra abrir o apetite. Eu sempre faço um pouco a mais porque some rápido!

Pão de mandioca: Esse aqui é um clássico que nunca falha. Quente, com aquela casquinha dourada... hmm, já deu água na boca!

Dadinho de tapioca que toda a família pede: Prático e viciante. Cuidado que é daqueles que você come um e não para mais!

Para Acompanhar (e Roubar a Cena)

Purê de abóbora (modo de preparo no link): Doce natural que combina demais com o sabor marcante do prato principal. Minha versão leva um toque de noz-moscada.

Receita de Vinagrete simples: O contraste refrescante que corta a riqueza do bobó. Na minha família, todo mundo tem sua versão preferida!

Receita de Arroz à piamontese supeer simples: Aquele arroz simples, mas cheio de personalidade. Fica ótimo pra molhar no caldo.

Receita de Salada de bacalhau bem simples: Pra quem quer dar um upgrade. O sabor forte do peixe cria um contraste interessante.

Para Finalizar com Charme

Mousse de cupuaçu (receita passo a passo no link): Exótico e cremoso, esse aqui é pra impressionar. A Daiane adora quando eu faço de surpresa.

Sorvete de banana (receita incrível aqui): Simples, doce e refrescante. Perfeito pra dias mais quentes.

Cocada branca (receita completa no link): Tradicional, mas sempre bem-vinda. Eu gosto de fazer em pedacinhos pra servir com café.

Bebidas que complementam com harmonia

Suco de caju (aqui): Doce e levemente ácido, equilibra bem a refeição. Aqui em casa é sucesso absoluto!

Água de coco gelada: Nem precisa de link, né? Clássico que nunca erra. A gente sempre tem um copo enorme na mesa.

Caipirinha de limão que faz sucesso: Pra quem gosta de drinks (nós não bebemos, mas sempre tem quem peça quando recebemos visitas!).

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa como virou aqui na nossa!

O bobo é versátil, viu? Escolhi algumas variações que são um show à parte.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O bobo baiano que tem o tempero certo

autor: Fran Oliveira

Te contar uma coisa, eu já caí no erro de achar que o dendê era só pra dar cor. Depois de cozinhar muito e de ver receitas como essa da Fran, aprendi que na Bahia eles tratam a pimenta e o dendê com outro respeito, sabe? Não é só jogar. É quase um timing. Esse vídeo me salvou numa vez que o bobo tava ficando com aquele fundinho amargo — e a culpa era minha, que tava colocando o dendê no começo de tudo, erro clássico.

O que eu gosto aqui é que ela mostra o ponto, o jeito certo de refogar. Parece bobo, mas faz toda a diferença pro sabor não ficar cru. Se você nunca fez um bobo "de verdade", começa por essa. É como aprender a base.

3º. O truque do azeite de dendê no final

autor: Paty Milk

Essa dica da Paty é pequena, mas mudou meu jogo. Ela reforça uma coisa que eu demorei pra aprender: o azeite de dendê vai no final, quase como um acabamento. Já fiz ao contrário, refoguei tudo no dendê, e o prato inteiro ficou com um sabor meio… pesado, entende? A função dele é dar aquele aroma e sabor profundo, não cozinhar.

E ela tem razão sobre bater a mandioca com o caldo. A textura fica infinitamente mais sedosa, sem pedrinhas. É um daqueles passos que a gente acha que pode pular, mas não pode. Confia.

4º. Sem mandioca? A solução criativa existe

Já aconteceu com você de querer fazer um bobo e simplesmente não ter mandioca em casa? Comigo já, e a frustração é grande. Essa versão da Fran na Cozinha é o tipo de salvação para um domingo à tarde. Ela parte do princípio do refogado bem feito, que é onde mora o sabor mesmo.

Sem o creme de mandioca, o prato fica mais leve, quase um guisado. Fica a dica: capricha no refogado do alho e da cebola, deixa dourar bem mesmo, porque é isso que vai segurar o sabor. Pode parecer estranho no começo, mas fica surpreendentemente gostoso.

5º. Batata no lugar da mandioca: a substituta de emergência

Se a ideia de ficar sem mandioca te assusta, a batata é a substituta mais tranquila que existe. Ela dá uma cremosidade boa, embora um pouco diferente — é um creme mais "fofo", se é que isso faz sentido. A Angela mostra direitinho como não errar a ponto.

O meu aprendizado com essa troca é um só: não economize no leite de coco. A batata absorve mais, então às vezes a gente precisa de um pouco a mais pra chegar naquela textura cremosa que gruda levemente no arroz. Vale o teste.

6º. Creme de leite + mandioca = combinação que nunca falha

Essa é para os dias que você quer um conforto extra, aquele prato que é um abraço. O creme de leite junto com a mandioca cria uma coisa tão boa que é quase injusta. A dica de ouro desse vídeo, pra mim, não é nem a receita em si, mas a sugestão de usar tomate bem maduro.

Isso faz uma diferença absurda no fundo do sabor, dá uma acidez redonda que corta a riqueza do creme. Já experimentei com tomate só okay, e não é a mesma coisa. Capricha nisso.

7º. Servir na moranga: para impressionar sem esforço

Quer uma apresentação que faz todo mundo dar 'ahhh' na mesa? Essa é a resposta. Servir o bobo na moranga parece coisa de chef, mas é simples. O grande segredo, que a Sabrina comenta, é cozinhar ou assar a moranga com cuidado para ela não virar uma papa.

E não jogue a polpa fora, hein? Misturar um pouco dela ao bobo na hora de servir dá um sabor adocicado incrível. Fiz isso num jantar e todo mundo pensou que eu tinha passado o dia todo cozinhando. Foi meu maior truque.

8º. A ousadia de juntar frango E camarão

Eu sou do time que acha que frango e camarão são melhores amigos, mas nunca tinha pensado em botar os dois no mesmo bobo. Até ver essa sugestão. É um pouco mais trabalhoso, claro, mas o resultado é um prato que fica entre o rusticão e o sofisticado.

A dica prática aqui é: cozinhe o frango primeiro, porque ele demora mais. Só depois acrescente o camarão, que cozinha em segundos. Se fizer os dois juntos, o camarão vira borracha. Confia em mim, já passei por isso.

9º. Abóbora pra dar um toque adocicado

Essa versão com abóbora é uma das minhas favoritas para fazer no outono. Ela fica com um sabor levemente adocicado que combina demais com o dendê. O canal Culinária Caseira sugere um negócio que é genial: um fio de suco de limão no frango antes de cozinhar.

Isso clareia a carne e dá uma frescor que equilibra tudo. É daquelas dicas que a gente usa pra sempre depois que aprende. Sério, experimenta.

10º. Versão light que não tem gosto de castigo

Tem dia que a gente quer aquele sabor reconfortante, mas sem a culpa depois, né? Essa receita é prova de que dá pra fazer um bobo gostoso sem nada de creme de leite e com menos óleo. O truque está em usar bem os temperos frescos e um leite de coco de boa qualidade — o mais puro possível, sem aqueles estabilizantes.

Fica diferente do tradicional, é claro, mas ainda é muito saboroso. Perfeito pra quando você tá tentando se alimentar melhor mas não quer abrir mão do prazer de comer.

11º. A clássica apresentação com arroz e batata palha

Em certos momentos, a gente só quer o clássico, aquele prato que lembra casa de mãe. E essa receita acerta em cheio nisso. Ela não reinventa a roda, mas faz tudo direitinho, mostrando a base que nunca falha: frango sem pele pra não ficar gorduroso, mandioca batida com o caldo e a paciência de refogar bem.

Me peguei concordando quando ele falou pra não exagerar no sal. É fácil errar a mão, principalmente se o seu caldo de legumes já for salgado. Prove sempre antes de finalizar.

12º. O sabor único da panela de barro

Se você tem uma panela de barro guardada, tá na hora de tirar do armário. Não é frescura, o cozimento nela é diferente, mais lento e uniforme. O bobo fica com um sabor que eu só consigo descrever como "redondo". A Cristina mostra bem a sequência, que é importante pra não queimar o fundo.

Uma coisa que aprendi com panela de barro: nunca leve do fogo direto pra mesa fria. Coloca um sousplat ou um paninho embaixo, senão a mesa pode rachar. Quase cometi esse desastre uma vez.

13º. Mandioquinha salsa: a prima chique da mandioca

A batata baroa, ou mandioquinha salsa, dá um creme incrivelmente liso e com um amarelo lindo. Essa versão é ótima para quem quer algo um pouquinho mais refinado, ou até para quem tem intolerância ao glúten e quer uma opção naturalmente segura.

Ela cozinha mais rápido que a mandioca, então fica de olho pra não passar do ponto. E sim, mesmo sendo diferente, mantém o dendê no final. É isso que mantém a alma do prato, como bem lembra o vídeo.

14º. Bobo para bebê: introdução alimentar com sabor

Achei essa ideia genial. Por que a gente sempre pensa que comida de bebê tem que ser sem graça? Essa receita troca o dendê pelo óleo de coco, que é mais leve, e usa a mandioquinha, que é super digerível. O sabor vem do refogado natural da cebola, do aipo e do tomate.

É uma porção que dá pra família toda comer junto, o que é o melhor de tudo. Nada de fazer uma comida separada só pro pequeno. Isso aqui é inclusão na cozinha de verdade.

15º. Frango desfiado: a textura que algumas pessoas preferem

Se você tem crianças em casa, ou simplesmente não é fã de cortar carne no prato, essa versão com frango desfiado é uma mão na roda. O frango desfiado se integra totalmente ao creme, fica uma coisa só. E a batata palha por cima? Dá uma crocância que contrasta muito bem.

Só toma cuidado para não desfiar o frango muito fino, senão some no molho. Pedaços um pouco maiores, como ele mostra, dão a sensação de "encontrar" o frango, que é legal.

16º. Low carb com chuchu: a reinvenção total

Essa é para quem segue uma dieta restritiva mas não quer abrir mão da experiência. O chuchu, cozido e batido, vira uma base cremosa que surpreende. Claro, o sabor é outro, não espere a mesma coisa do bobo de mandioca.

Mas é uma adaptação inteligente e saborosa. A dica da Regina é preciosa: cozinhe bem o chuchu e escorra toda a água antes de bater, senão fica aguado. É o tipo de detalhe que faz ou quebra a receita.

Pronto, são muitas opções, né? Tem para todo gosto e ocasião. O legal é que você pode começar pelo tradicional e depois ir se aventurando. Me conta nos comentários qual dessas chamou mais sua atenção, ou se você já tem uma versão própria na manga. Adoro trocar ideias sobre isso!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 08:41

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Adicionar comentário