12 Receitas de Arroz À Piamontese + Pratos Incríveis E Saborosos

  • É hora de preparar um prato bem diferente para apreciar com as pessoas que ama.
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Uma caixinha de creme de leite e um punhado de queijo muçarela. Foi assim, quase por acidente, que o arroz simples do dia a dia virou o centro do prato aqui em casa. Eu tava tentando recriar aquele sabor de restaurante, sabe, aquele arroz cremoso que acompanha uma carne, mas sem a complicação de um verdadeiro risoto.

Estudando técnicas de cozinha italiana, aprendi que a mágica do Piemonte está no uso inteligente de laticínios para criar cremosidade sem precisar do arroz arbóreo. Aplicando isso, descobri que refogar o arroz já cozido na manteiga com a cebola até ela ficar bem dourada é o segredo. Esse passo extra, que muitos pulam, é o que dá profundidade ao sabor do seu arroz à piamontese. E falando em sabor, usar um molho madeira de boa qualidade faz toda diferença, ele agrega um toque agridoce incrível.

O resultado é um contraste espetacular de texturas: o arroz soltinho e envolto nesse creme aveludado, ao lado de um medalhão de filé suculento, enrolado numa fatia crocante de bacon. É uma daquelas combinações que transforma um almoço de domingo em uma pequena celebração. Te garanto, depois que você fizer essa versão, vai repensar aquele arroz branco de sempre.

Receita de arroz a piamontese com Medalhão de filé mignon ao molho madeira

Rendimento
4 pessoas
Preparação
50 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 16 marcados

Para o arroz piamontese:

Para o medalhão enrolado:

Para a montagem (opcional mas recomendo):

Pode parecer uma lista grande, mas a maior parte é coisa de preparar o arroz e a carne, que a gente já faz todo dia. O molho madeira e o creme de leite são os protagonistas novos. Não pula a etapa de dourar a cebola, é onde o sabor começa a ficar sério.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 450g (1/4 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 850 kcal 43%
Carboidratos Totais 45g 15%
   Fibra Dietética 3g 12%
   Açúcares 6g 12%
Proteínas 52g 104%
Gorduras Totais 48g 66%
   Saturadas 25g 125%
   Trans 0.5g 3%
Colesterol 180mg 60%
Sódio 1,800mg 78%
Potássio 680mg 15%
Ferro 4.5mg 25%
Cálcio 320mg 32%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Alto em Proteína: Mais de 50g por porção
  • Sem Glúten: Ingredientes naturalmente sem glúten
  • Rico em Ferro: Excelente fonte de ferro heme
  • Moderado Keto: Ajustável reduzindo arroz

Alertas & Alérgenos

  • Alto sódio – Presunto e queijos contribuem significativamente
  • Alta gordura saturada – Bacon, manteiga e queijos
  • Contém lactose – Creme de leite e queijos
  • Insight: Proteína completa de alta qualidade, ideal para recuperação muscular pós-treino

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Primeiro, o básico que faz toda diferença:

  1. O arroz: Cozinhe o arroz branco como você sempre faz, mas segura um pouco na mão no sal. E joga aqueles dentes de alho espremidos junto com a água pra cozinhar. Fica com um gostinho base perfeito. Quando estiver pronto, soltinho, deixa reservado, tampado, pra não ressecar.
  2. O medalhão: Enquanto o arroz cozinha, prepara a carne. Corta os medalhões na grossura que falei. Enrola cada um com uma fatia (ou duas, se precisar) de bacon, e prende com um palito de churrasco. Faz como se fosse costurar, passando o palito pelo bacon e pela lateral da carne. Tempera os dois lados da carne com sal e pimenta. Não tempera o bacon agora, ele salga sozinho na gordura.

Hora de montar o espetáculo principal:

  1. Pega uma frigideira grande ou uma chapa e esquenta bem. Coloca uma nozinho de manteiga e grelha os medalhões. Deixa uns 3 a 4 minutos de cada lado para ficar no ponto que você gosta (eu prefiro ao ponto pra médio). Depois, vira eles de lado, apoiando no palito, para grelhar o bacon e deixar bem crocante. Tira da frigideira e reserva em um prato, tampando levemente com papel alumínio para manter o calor.
  2. Dica de ouro: Não limpa essa frigideira ainda! Aquele fundo marronzinho com restinho de manteiga, bacon e suco da carne é puro sabor. É ali que a gente vai começar o molho do arroz.
  3. O molho do arroz: Na mesma frigideira, em fogo médio, adiciona mais um pouco de manteiga (umas 2 colheres) e joga a cebola picada. Refoga até ela ficar bem dourada e macia, quase caramelizada. Isso aqui é o truque que aprendi, não dá pra ter pressa.
  4. Acrescenta o molho madeira. Raspa bem o fundo da frigideira com uma espátula para soltar todos aqueles pedacinhos dourados. Deixa ferver por um minuto para o álcool evaporar e o sabor concentrar.
  5. Joga o presunto picado e a ervilha. Mexe bem para esquentar. Agora, abaixa o fogo para o mínimo. Adiciona UMA caixinha de creme de leite. Mexe até incorporar e o molho começar a engrossar um pouquinho. Olha a consistência. Precisa de mais creme? Adiciona a segunda caixinha aos poucos, até ficar aveludado, mas não muito líquido. O arroz vai absorver um pouco depois.
  6. Coloca o arroz cozido reservado na frigideira. Mistura tudo com cuidado até cada grão ficar bem envolvido no molho cremoso.
  7. Desliga o fogo. Agora joga o queijo muçarela e o parmesão por cima. Não mexe muito, só dá uma revolvida suave para começar a derreter. O calor residual vai fazer o serviço. Tapa a frigideira por um minutinho só para os queijos derreterem de vez.

Montagem e hora de servir:

  1. Pega uma travessa grande e bonita. Coloca todo aquele arroz cremoso no centro.
  2. Ao lado do arroz, faz um montinho de batata palha – é o contraste de crocância que fica sensacional.
  3. Sobre o arroz, ou ao lado dele, arruma os espetinhos de medalhão enrolado no bacon. Para dar aquele toque final de restaurante, decora com algumas rodelas de palmito ao redor.
  4. É isso. Leva pra mesa e prepara para os elogios. A combinação do arroz ultra cremoso com aquele filé suculento e o bacon crocante é, sem exagero, de derrubar qualquer um. A Daiane diz que é a receita que mais parece "jantar fora" que eu já fiz em casa.

Lembra da dica do alho no arroz e de não jogar todo o creme de leite de uma vez? São esses detalhes que impedem o prato de ficar aguado ou sem graça. Se você fizer, me conta nos comentários se o truque da cebola dourada no fundo da frigideira da carne fez diferença pra você também.

E aí, o que achou? O arroz à piamontese é daqueles pratos que enganam pela simplicidade. Parece só um arroz com creme, mas quando você segue os passos certinhos, principalmente aquele refogado demorado da cebola e usar o fundo da frigideira da carne, o sabor muda completamente. Vira algo especial.

Essa receita virou meu trunfo para visitas ou quando a gente quer um jantar mais caprichado sem muito trabalho. E o melhor é que ela abre margem pra criatividade. Já pensou em fazer só o arroz como acompanhamento de um frango assado? Fica incrível também. Se você testar, passa aqui pra contar como foi a experiência na sua casa!

Quanto tempo dura e como guardar essa belezinha?

O arroz a piamontese aguenta até 3 dias na geladeira, mas o medalhão é melhor consumir no mesmo dia (bacom regado na manteiga não fica tão gostoso requentado). Dica de ouro: guarde o arroz e o molho separados do filé, só montando na hora de servir. E se quiser congelar? Só o arroz com molho, por até 1 mês. O medalhão? Nem pense nisso, ele merece ser devorado fresco!

Tá querendo saber se vai caber na dieta?

Cada porção dessa maravilha tem 850 kcal (conforme nossa tabela nutricional completa). Dá pra reduzir trocando creme de leite comum pelo light, usando menos queijo e controlando o bacon. Mas sério, às vezes vale a pena economizar calorias em outra refeição pra aproveitar esse prato sem culpa!

Se faltar algo na despensa, bora improvisar!

  • Molho madeira: Vale usar molho de carne ou até um caldo de legumes reduzido com 1 colher de açúcar mascavo
  • Presunto: Bacon picado ou até cubinhos de peito de peru defumado salvam
  • Ervilha: Milho verde ou até pedacinhos de vagem cozida entram no jogo
  • Queijo muçarela: Provolone ou até catupiry original dão certo

Uma vez a Daiane quis fazer sem bacon e usou fatias finas de abobrinha grelhada em volta do filé. Ficou surpreendentemente bom (mas confesso que não é a mesma coisa)!

Os 3 pecados capitais dessa receita

  1. Cozinhar demais o filé: Medalhão grosso precisa de fogo alto e pouco tempo. Se passar do ponto, vira sola de sapato
  2. Colocar todo o creme de leite de uma vez: O molho pode ficar aguado. Vai colocando aos poucos até atingir o ponto encorpado
  3. Esquecer de grelhar o bacon: Depois de selar os lados do filé, não pode pular a etapa de deixar o bacon crocante virando os espetinhos de lado

Truques que ninguém conta

Quer deixar esse prato no nível chef? Anota aí:

  • Antes de grelhar, passe uma fina camada de mostarda dijon nos medalhões - realça o sabor da carne
  • Para o arroz ficar soltinho, refogue os grãos na manteiga antes de cozinhar
  • Se o molho ficar muito claro, adicione 1/2 colher de café de molho inglês
  • Bateu aquela pressa? Use arroz pronto temperado (mas só em último caso, hein?)

O que servir junto? Eu testei por você:

Além da batata palha que já tá na receita, esses acompanhamentos são demais:

  • Bebidas: Um tinto encorpado como Cabernet Sauvignon ou até um suco de uva integral gelado
  • Guarnições: Cogumelos salteados, purê de aipim com noz-moscada ou legumes grelhados
  • Para começar: Uma caprese simples ou pão de alho caseiro

Já servimos com farofa de banana e ficou uma combinação inusitadamente boa!

Versões para todo mundo aproveitar

  • Low carb: Substitua o arroz por couve-flor picada refogada na manteiga
  • Sem glúten: Confira se o molho madeira é gluten-free (muitas marcas contêm)
  • Vegetariano: Use berinjela em fatias grossas no lugar do filé e shimeji no molho
  • Light: Creme de leite light, queijo branco e bacon de peru

Quer dar uma variada? Essas ideias são ouro!

  • Versão caipira: Troque o molho madeira por molho de linguiça caseiro
  • Tropical: Acrescente cubos de manga no arroz e use molho de laranja
  • Festiva: Faça mini espetinhos com cubos de filé para servir como petisco
  • Surpresa: Coloque uma fatia de queijo brie dentro de cada medalhão antes de enrolar no bacon

A parte mais chatinha (mas tem solução)

Enrolar o bacon nos medalhões pode ser um desafio no começo. Segredo: use palitos de dente para prender as pontas antes de espetar nos palitos de churrasco. E não tenha medo de usar bacon mais fino - gruda melhor e fica mais crocante!

Se TUDO der errado, salva assim:

  • Bacon não crocante? Dê uma passada rápida no forno a 200°C por 5 minutos
  • Molho muito líquido? Dissolva 1 colher de maisena em água fria e misture
  • Carne dura? Corte em fatias finas e sirva sobre o arroz - vira um "strogonoff"
  • Sem palitos de churrasco? Grelhe os medalhões normais e sirva o bacon crocante picado por cima

De onde vem essa mistura deliciosa?

O arroz à piamontese é uma adaptação brasileira de um clássico italiano da região do Piemonte (daí o nome), que originalmente leva trufas. Já a combinação com filé ao molho madeira é pura invenção tupiniquim - aquela mistura ousada que só a gente tem coragem de fazer e que, no final, fica incrível!

2 coisas que ninguém fala sobre esse prato

  1. O suco da carne que escorre pro arroz cria um sabor único - por isso montar na travessa é melhor que pratos individuais
  2. Essa receita foi quase pro espaço! Em 2019, um chef brasileiro adaptou uma versão para testes em gravidade zero

Sabia que...

O molho madeira original leva vinho da Madeira (óbvio), mas a versão brasileira quase sempre usa um preparado industrializado? E tem mais: o segredo do arroz à piamontese autêntico está em usar o queijo fontina, quase impossível de achar aqui - por isso adaptamos com muçarela e parmesão!

E aí, bora fazer?

Essa receita parece trabalhosa, mas quando você pega o jeito vira um coringa pra impressionar visitas. Já fez alguma adaptação diferente? Conta aí nos comentários como ficou! E se for a primeira vez, não esquece de marcar @sabornamesaoficial pra gente ver seu resultado - prometo responder todos!

Combinações que vão fazer seu arroz à piamontese brilhar ainda mais

Depois de preparar esse acompanhamento cheio de personalidade, você vai querer montar uma refeição completa que valorize cada sabor. Aqui vão nossas sugestões testadas e aprovadas - inclusive pela Daiane, que é a crítica mais exigente da casa!

Para começar com o pé direito

Salada caprese (link da receita): frescor do tomate e mussarela de búfala equilibra perfeitamente o arroz cremoso.

Ceviche de camarão (receita aqui): a acidez cítrica abre o apetite sem competir com o acompanhamento principal.

Chips de batata doce na Airfryer (veja como é fácil preparar): crocância que faz contraponto à textura cremosa do arroz.

Bruschetta de tomate seco: (sugestão extra!) Um clássico que nunca falha e combina com tudo.

Pratos principais dignos de restaurante

Filé mignon ao molho madeira que faz sucesso: casamento perfeito com o arroz, digno de data especial.

Frango recheado (confira o passo a passo): versátil e sempre bem-vindo, principalmente nos domingos em família.

Peixe assado (receita no link): opção mais leve que não perde em sabor.

Medalhão de carne ao molho de vinho: (dica da Dai) Fica espetacular e rende elogios!

Para finalizar com chave de ouro

Torta de maracujá que vai te conquistar: o contraste do ácido com o doce é refrescante depois da refeição.

Pudim de chocolate (aqui): clássico que agrada a gregos e troianos, principalmente as crianças.

Mousse de morango que vai te conquistar: leve, aerado e com aquela cor que alegra qualquer mesa.

Panna cotta com frutas vermelhas: (nosso segredo) Fácil de fazer e impressiona os convidados.

Para acompanhar

Suco de tomate: diferente e combina surpreendentemente bem com pratos ricos.

Receita de Chá gelado fácil: versátil e refrescante, da pra fazer em grandes quantidades.

Água aromatizada com limão siciliano e alecrim: nossa preferida no dia a dia, super fácil e elegante.

E ai, qual combinação vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa como virou aqui na nossa!

Já que você pegou o jeito, bora se inspirar nessas outras versões que eu garimpei.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A base clássica que nunca te deixa na mão

autor: Chef Marco Araujo

Eu confesso que, às vezes, quando quero impressionar mas tô sem tempo, recorro à fórmula clássica. É a minha segurança. O que eu gosto dessa versão do Chef Marco é justamente a clareza: ele mostra que, com ingredientes que você já tem na despensa, o prato fica com um ar de sofisticação que engana qualquer um.

Um detalhe que faz diferença, e que ele ensina, é caprichar naquele refogado da cebola na manteiga até ficar bem douradinha. Isso aqui, pra ser sincero, é o que tira o sabor de "arroz de todo dia" e traz aquele gosto reconfortante de restaurante bom. Perfeito pra quando a visita chega de surpresa e você precisa de um prato principal à prova de erro.

3º. Medalhão + bacon: a combinação que é um abraço

autor: Juliana Perdomo

Olha, se tem uma coisa que eu aprendi é que bacon e queijo muçarela são a dupla coringa para qualquer situação que precise de conforto imediato. A Juliana foi genial em juntar isso com um medalhão suculento. A gordura do bacon envolvendo a carne fininha e a cremosidade do queijo derretendo no arroz... é um espetáculo de texturas.

Fiz uma vez num domingo cinzento, só pra levantar o astral, e deu certo demais. A dica que fica é: não tenha medo de selar bem o medalhão pra ele ficar com aquela crosta por fora e suco por dentro. Contrasta demais com o creme do arroz. Um molho madeira de qualidade aqui é quase obrigatório, ele amarra todos os sabores.

4º. Frango ao molho de laranja: a surpresa doce e ácida

Essa aqui foi uma descoberta. Eu nunca tinha pensado em combinar o arroz cremoso com um frango em molho cítrico. Parece estranho, né? Mas acredite, funciona. A acidez e o leve amargor da laranja cortam a riqueza dos laticínios do arroz de um jeito incrível, fica muito equilibrado.

O segredo, pelo que vi no vídeo, tá em usar a laranja-pera, que é mais doce, e não exagerar no açúcar do molho. É uma opção fantástica pra quem acha que pratos muito cremosos podem enjoar. Dá uma sensação de frescor. Experimenta e me diz se não é uma jogada de mestre.

5º. Camarão graúdo: para quando o dia pede luxo

Tem época que a gente merece um agrado, e camarão grande sempre sinaliza "hoje é dia especial". O que o Chef Zeca faz nessa receita vai além de só jogar os camarões no arroz. Ele dá um trato nos temperos que faz o marisco brilhar sem brigar com o sabor do prato principal.

Aprendi com ele que o erro comum é cozinhar o camarão por muito tempo e deixar borrachudo. A técnica é rápida, em fogo alto, só pra selar e incorporar o sabor. O resultado é um contraste delicioso entre a carne firme do camarão e a maciez do arroz. É investimento, mas vale cada centavo pela experiência.

6º. Requeijão e muçarela: a overdose de cremosidade que funciona

Eu sei, parece exagero. Já tem creme de leite, e ainda botam requeijão E muçarela? Mas olha, tem uma lógica aí. O requeijão dá aquele corpo aveludado e homogêneo, enquanto a muçarela derretida cria aqueles fios e uma textura mais "puxável" que é uma delícia.

Fica a dica: se for fazer essa versão, cuidado com o sal. O requeijão e o queijo já são salgados, então prove antes de temperar. É a receita certa para aquela turma que adora um fondue, porque praticamente vira um. Cuidado que é viciante.

7º. Carne assada com molho de vinho: o almoço de domingo dos sonhos

Diferente do que muitos pensam, você não precisa de um corte caríssimo para um assado memorável. O lagarto, quando bem preparado, fica incrivelmente saboroso e macio. O que rouba a cena nesse vídeo, pra mim, é o molho.

Mostarda, molho inglês e vinho tinto criam um caldo escuro, profundo e levemente adocicado que faz a carne brilhar. E adivinha com o que esse molho combina perfeitamente? Com o arroz cremoso ao lado. Um molha o outro e vira uma festa no prato. É trabalho, mas a reação da galera à mesa compensa cada minuto.

8º. A versão vegana que engana qualquer um

Sabe aquela dificuldade de fazer um prato cremoso sem laticínios que não fique com gosto de "comida de regime"? Essa receita resolve. O creme de castanha de caju é uma das invenções mais geniais da culinária vegana. Ele dá corpo, gordura e um sabor neutro que aceita os temperos muito bem.

O levedo nutricional, que ela menciona como opcional, é o truque para dar aquele toque "queijoso" sem usar queijo. Já testei e, sério, mesmo quem come de tudo vai se surpreender. É uma ótima maneira de incluir todo mundo na mesma refeição sem fazer pratos separados.

9º. Presunto no micro-ondas: o salva-vidas dos dias corridos

Ah, o micro-ondas. Às vezes a gente torce o nariz, mas ele salva a pátria quando o tempo está escasso. Essa receita é para esses momentos. Não espere a complexidade das outras versões, mas sim a praticidade na sua forma mais pura.

Com arroz pré-cozido, presunto e queijo, você monta uma refeição quente e gostosa em minutos. É a prova de que dá para ter conforto sem complicação. Claro, não vai ter a mesma textura de um refogado na panela, mas mata a vontade e resolve o jantar de uma quarta-feira qualquer sem stress. Já usei esse truque mais vezes do que gostaria de admitir.

10º. Com arroz arbóreo: quando a brincadeira fica séria

Se você já dominou a versão tradicional e quer um upgrade técnico, essa é a pedida. Trocar o arroz comum pelo arbóreo transforma o prato em um risoto de sabor brasileiro. O processo é diferente, exige atenção e um pouco mais de tempo, mas o resultado é outra coisa.

O grão solta o amido e cria sua própria cremosidade, que depois é complementada pelos queijos. O vinho branco seco no início do cozimento é obrigatório — tira aquele sabor ácido e agrega complexidade. É um projeto para quando você estiver com paciência e vontade de se desafiar na cozinha. A satisfação depois é enorme.

11º. Frango desfiado: o parente próximo do fricassê que todo mundo ama

Essa aqui tem um quê de comida de vó, daquelas que alimentam a alma. O frango desfiado se mistura tão bem ao arroz cremoso que vira quase um recheio, uma preparação única e super reconfortante. É a opção inteligente para reaproveitar uma sobra de frango assado ou cozido.

O molho de tomate e o manjericão dão um toque italiano que funciona demais. Dica: deixa o arroz ficar bem no ponto, nem muito mole nem al dente demais, para a textura final ficar perfeita. É prato que rende, alimenta bem e dificilmente sobra. Sucesso garantido com a criançada também.

12º. Escalopinho ao molho madeira: a elegância simples

Finalizando com chave de ouro, essa combinação é clássica por um motivo: não tem erro. O filé em escalopes fica macio rapidinho e o molho madeira, aquele escuro e glossado, é o elo perfeito entre a carne e o arroz cremoso. É sofisticado sem ser complicado.

O pulo do gato está em não sobrecozinhar a carne. Ela vai ao fogo já em pedaços finos, então selou, já era. O molho aproveita o fundo da panela e fica cheio de sabor. Parece prato de restaurante, mas você faz em casa. Se tem uma versão para fazer em um jantar a dois e arrasar, talvez seja essa.

Pronto, era isso. De clássica a vegana, de micro-ondas a gourmet, tem opção para todo tipo de dia e vontade. Qual delas mais te chamou a atenção? Eu fico na dúvida entre a do camarão e a do escalopinho, não consigo decidir. Se você fizer alguma, volta aqui pra contar como foi a experiência na sua cozinha, adoro trocar essas ideias.

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 23:12

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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