Pudim sem ovo: sobremesa cremosa e impossível de resistir

  • Prepare um sobremesa perfeita e que todo mundo ama
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Fazer um pudim sem ovo e que ainda assim tenha aquele balanço cremoso na colher é um dos desafios mais interessantes da confeitaria alternativa. Confesso que fui um dos primeiros céticos. Como alguém que estudou as técnicas clássicas, achava que os ovos eram inegociáveis, a espinha dorsal da receita. Até tentar adaptar um método que vi em um curso, trocando a função estrutural do ovo por uma combinação inteligente de amido e agar agar.

A chave, descobri depois de alguns testes que renderam mais uma geleia do que um pudim, está no equilíbrio exato entre o amido de milho e o agar agar. O primeiro dá corpo, o segundo garante a textura firme mas tremelicante. Misturar os ingredientes a frio no liquidificador antes de levar ao fogo é outro segredo, evita aqueles gruminhos de amido que estragam a experiência.

O resultado surpreende. É um pudim sem ovo com uma cremosidade sedosa e um sabor limpo, onde o leite de coco e a baunilha brilham de verdade. Perfeito para quem tem restrição ou só quer experimentar algo novo. A receita completa, com todas as medidas para você acertar de primeira, está logo abaixo. Depois de fazer, volta e me conta o que achou.

Receita de pudim Sem ovo e Sem leite: veja como fazer

Rendimento
6 porções
Preparação
20 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 8 marcados

Para a calda de caramelo:

Para a massa do pudim (sem ovo!):

Tudo isso aí você acha em qualquer mercado maior ou loja de produtos naturais. Fica mais barato do que parece, principalmente se já tem os leites vegetais em casa. Só fica de olho no agar agar, que às vezes fica no corredor de dietéticos.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 120g (1/6 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 210 kcal 11%
Carboidratos Totais 38.5g 13%
   Fibra Dietética 1.2g 5%
   Açúcares 32.8g 66%
Proteínas 1.2g 2%
Gorduras Totais 6.8g 9%
   Saturadas 5.1g 23%
   Trans 0g 0%
Colesterol 0mg 0%
Sódio 45mg 2%
Potássio 85mg 2%
Cálcio 42mg 4%
Ferro 0.8mg 4%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegano: Sem ingredientes de origem animal
  • Sem Lactose: Ideal para intolerantes
  • Sem Glúten: Naturalmente sem glúten
  • Sem Laticínios: Alternativa vegetal

Alertas & Alérgenos

  • Alto teor de açúcar – 66% do VD por porção
  • Contém coco e amêndoas – atenção a alérgicos
  • Insight: 45% menos calorias que pudim tradicional; versão com leite de amêndoas é a menos calórica

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Vamos começar pela calda, que precisa esfriar:

  1. Pega uma panela de fundo grosso e coloca o açúcar demerara da calda. Leva ao fogo baixo. Não mexe ainda, só deixa o açúcar derreter sozinho. Pode dar uma sacudida na panela se achar que tá queimando num canto só.
  2. Quando todo o açúcar estiver líquido e com uma cor de caramelo dourado – nem muito claro, nem escuro demais pra não ficar amargo –, tira do fogo. Cuidado aqui, porque o próximo passo é brabo: adiciona a meia xícara de água quente. Vai chiar e soltar vapor pra todo lado, então faz de longe e com cautela.
  3. Mistura com uma colher de pau até o caramelo dissolver de vez na água, ficando um líquido lisinho. Despeja isso tudo dentro da forma de pudim (aquelas redondas com furo no meio) e vai dando uma rodadinha pra calda cobrir o fundo e as laterais. Deixa esfriar completamente. Enquanto isso, parte pro pudim em si.

Agora, a mágica do pudim sem ovo:

  1. Você tem duas opções. A mais fácil, que eu sempre faço, é colocar tudo no liquidificador: o leite de coco, o leite de amêndoas (ou o vegetal que escolheu), o açúcar demerara (aquele da massa), o amido de milho, o agar agar e a essência de baunilha. Bate por uns 2 minutos até ficar bem homogêneo, sem grumo nenhum.
  2. Se não quiser sujar o liquidificador, pode fazer direto na panela. Mas aí tem que misturar muito bem com um fouet pra dissolver o amido e o agar agar antes de ligar o fogo. Já tentei assim uma vez e exige mais paciência, mas funciona.
  3. Leva essa mistura pra uma panela média e coloca no fogo médio. Agora é só mexer. Sem parar. Vai começar líquida, depois vai engrossando devagar. Continue mexendo até ferver e ficar com uma consistência de mingau bem cremoso, que cobre as costas da colher. Leva uns 8 a 10 minutos, talvez.
  4. Assim que chegar no ponto, despeja a mistura ainda quente na forma que tem a calda fria. Deixa esfriar um pouquinho em cima do fogão, depois leva pra geladeira. Aqui é o segredo: deixa lá por no mínimo 3 horas. Mas se conseguir deixar a noite toda, fica ainda melhor, mais firme e com o sabor mais assentado.
  5. Na hora de servir, passa uma faca fina nas bordas, coloca um prato fundo em cima da forma e vira rápido, com confiança. A calda vai escorrer por cima, linda. Se for teimoso e não sair, mergulha a forma de baixo pra cima numa bacia com água quente por 30 segundos e tenta de novo.

A dica do liquidificador é genial, mas se bater e ainda assim achar um gruminho ou outro de agar agar, pode peneirar a mistura na panela antes de esquentar. É um passo extra, mas garante um pudim lisinho de verdade.

O mais legal dessa receita é que ela engana a todos. A Daiane, que adora um pudim clássico, provou sem saber da falta de ovos e só fez elogios. A textura é firme mas tremelicante, exatamente como a gente espera, e o sabor do leite de coco com a baunilha fica uma combinação suave e gostosa.

Se você tem restrição, ou só tá curioso pra ver se funciona, essa é a sua chance. É bem simples, só precisa de um pouco de atenção no fogo e muita, mas muita paciência pra esperar gelar. Depois me fala nos comentários se você desenformou de primeira ou se teve que apelar pra banho-maria, tudo bem, acontece nas melhores famílias.

Quanto tempo dura? Dica de ouro pra não estragar

Esse pudim vegano aguenta até 5 dias na geladeira, mas eu duvido que vá durar tanto! Sério, é daqueles que some rápido. Dica pro: se for guardar, cobre com filme plástico colado na superfície pra não criar aquela película chata. E nada de deixar fora da geladeira por mais de 1 hora, viu? O agar agar é firme, mas não é mágico.

De olho na conta calórica

Cada fatia tem cerca de 210 calorias (conforme nossa tabela nutricional completa). Comparado com um pudim tradicional que passa fácil das 300, tá ótimo! A Daiane adora quando faço a versão com leite de amêndoas - fica menos calórico e com um gostinho mais suave.

Sem leite de coco? Sem crise!

Se não curtir o sabor marcante do leite de coco, bora trocar:

  • Leite de castanha: fica cremoso e neutro
  • Leite de aveia: mais barato e dá um toque adocicado
  • Leite de soja: mas aí tem que aumentar um pouquinho o agar agar (1/2 colher a mais)

Já testei todas e a de castanha foi a que mais surpreendeu. E aí, qual você vai tentar?

3 erros que quase estragaram meu pudim (e como evitar)

1. Calda virou pedra: quando coloquei água fria no caramelo. Água TEM que estar quente, senão vira um tijolo. Já aconteceu com você?

2. Pudim não firmou: agar agar precisa ferver pra ativar. Se só esquentou, vai ficar molenga. Fica esperto!

3. Grumos horrorosos: misturar o amido direto no líquido frio é pedir pra dar errado. Dissolve primeiro num copo com um pouco do leite.

Hack da forma quente

Peguei essa dica de uma chef vegana: antes de colocar a calda, aqueça a forma no forno por 2 minutinhos. Quando jogar o caramelo, ele escorre igual mel e não fica todo grudado num canto só. Mudou minha vida!

Versão low carb? Dá sim!

Trocando o açúcar por eritritol ou xilitol e usando leite de amêndoas sem açúcar, cada fatia cai pra uns 5g de carboidrato. Só toma cuidado com o agar agar - tem que usar a mesma quantidade senão não firma. Já testei e fica bom, mas o sabor fica beeem diferente, viu?

Pudim de café pra acordar o paladar

Adicione 1 colher de sopa de café solúvel na mistura do pudim. Fica com um sabor incrível! Serve também pra disfarçar aquele café que ficou forte demais na garrafa. Economia + sabor, dois coelhos numa cajadada só.

Combina com o quê? Eu testei por você

- Frutas vermelhas frescas: o ácido corta o doce perfeito
- Calda de chocolate vegano: derrete 3 colheres de cacau em pó com óleo de coco e um pouco de açúcar
- Biscoitinhos de aveia: pra quem gosta de crocância junto
Dica bônus: na última vez, servi com raspas de laranja e ficou surreal. Parecia coisa de restaurante chique!

O pulo do gato: a calda perfeita

Essa parte assusta, mas é fácil: quando o açúcar começar a derreter, NÃO mexa com colher. Só balança a panela. Se mexer, cristaliza. E quando adicionar a água, afasta o rosto - o vapor queima que é uma beleza. Aprendi isso depois de quase perder as sobrancelhas...

Sobrou? Transforma!

Pudim velho vira recheio de bolo: esmigalhe e misture com um pouco de leite vegetal. Ou congele em potinhos pra ter sobremesa rápida. Uma vez usei até como base de smoothie bowl - ficou estranho? Um pouco. Gostoso? Demais!

Modo chef Michelin

Naquela ocasião especial: finalize com flor de sal e fio de óleo de coco. Parece simples, mas o sal realça o doce de um jeito que você vai querer fazer vídeo pro Instagram. @sabornamesaoficial

Pudim no pote? Revolução!

Faça em potinhos individuais: não precisa desenformar e fica perfeito pra vender ou presentear. Use aqueles de geleia lavados e decorados com cordinha. A Daiane adora quando faço assim pra levar pros amigos.

Teste da colher que ninguém fala

Antes de levar pra geladeira, passe uma colher umedecida por cima do pudim. Isso evita aquela casquinha feia que se forma às vezes. Pequenos detalhes que fazem diferença!

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode, mas fica um pouquinho mais granuloso. Melhor consumir em até 15 dias.
Sem agar agar? Até dá com gelatina vegana, mas o resultado não é o mesmo.
Forma alternativa? Use ramequins ou até xícaras resistentes ao calor. Já fiz em xícara de porcelana e ficou lindo!

De onde veio essa mistura maluca?

A receita original é adaptada de um doce português, mas a versão vegana surgiu nos EUA nos anos 2000. O agar agar veio da culinária japonesa - é extraído de algas e faz milagres! Curioso como uma sobremesa clássica ganhou cara nova, né?

O que ouvir enquanto faz

MPB dos anos 70 combina demais - o ritmo é perfeito pra mexer o pudim sem pressa. Jorge Ben ou Tim Maia são meus preferidos. Mas se tiver com os amigos, bota um pagode e vira festa na cozinha!

Confissões de quem já errou muito

Uma vez esqueci o pudim fora da geladeira a noite toda. Acordei com uma "geleia" no lugar. Solução? Bati no liquidificador, coloquei em taças e chamei de mousse. Todos amaram e até pediram a receita. Shhh, não conta!

Sabia que...

O agar agar só foi descoberto pra culinária quando um cozinheiro japonês esqueceu uma sopa de algas no frio e ela solidificou? Pois é, alguns dos melhores acidentes acontecem na cozinha! E aí, já teve algum "acidente feliz" assim?

Agora é sua vez!

Fez o pudim? Conta nos comentários como ficou! Inventou alguma variação? Quero saber tudo. E se tiver dúvida, é só perguntar - respondo pessoalmente. Bora compartilhar essas experiências gastronômicas!

Completa a Experiência: O Cardápio Perfeito para Acompanhar Seu Pudim Sem Ovo

Depois de preparar essa maravilha de pudim sem ovo (que, aliás, é um sucesso aqui em casa), que tal montar uma refeição completa que harmonize com essa sobremesa incrível? Selecionamos opções que vão desde entradas leves até pratos principais que deixam todo mundo com água na boca. A Dai já aprovou todas as combinações - e olha que ela é bem criteriosa!

Para Começar com Tudo

Pizza de couve-flor prático: Leve e crocante, perfeita para abrir o apetite sem pesar antes do pudim.

Bruschetta de tomate seco: Um clássico que nunca falha, com aquele toque mediterrâneo que combina demais com doces.

Miniquiches de espinafre: Práticos e elegantes, ótimos para quando quer impressionar sem muito trabalho.

Os Protagonistas da Refeição

Arroz no micro-ondas: Simples, rápido e fica perfeito - ideal para quem quer focar na sobremesa.

Filé de frango ao molho branco: Cremoso e suave, não compete com o sabor do pudim.

Lasanha de berinjela: Para quem prefere uma opção vegetariana que sustente sem pesar.

Acompanhamentos que Fazem a Diferença

Receita de Caldo de abóbora simples: Aquele conforto em forma de sopa que aquece a alma.

Creme de abóbora (link): Versão mais encorpada para quem ama texturas cremosas.

Salada verde com manga: O contraste doce-salgado prepara o paladar para a sobremesa.

Bebidas: O toque final: bebidas para deixar sua refeição perfeita

Chá gelado de pêssego: Refrescante e com aquele toque frutado que combina com pudim.

Água aromatizada com limão siciliano e alecrim: Leve e desintoxicante - nossa preferida nos dias mais quentes.

Suco de maçã com canela: Quente ou frio, lembra aqueles sabores de infância que todo mundo adora.

E aí, curtiu nossas sugestões? Aqui em casa testamos todas essas combinações e garantimos que o pudim sem ovo fica ainda mais especial quando acompanhado desse cardápio. Conta pra gente nos comentários se você experimentou alguma dessas ideias ou se tem outra combinação favorita - adoramos trocar dicas culinárias!

O pudim sem ovo é versátil pra caramba. Olha só quanta coisa dá para fazer quando a gente muda um ingrediente ou outro.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O básico que nunca falha: sem ovos e sem forno

autor: Diário de Família

Se você está começando nesse mundo do pudim sem ovo, essa é a porta de entrada. Leite condensado, creme de leite e gelatina. É a tríade da segurança. Bater por dois minutos no liquidificador não é sugestão, é regra, vai por mim. É o tempo certo para a gelatina se incorporar direitinho e não formar grumos. A calda de caramelo clássica é a cereja do bolo, ou melhor, do pudim. Se depois dessa você ficar com vontade de outra fruta, dá uma olhada na receita de pudim de banana, que é outra beleza.

3º. Para quem não curte gelatina

autor: Super Receitas

Eu entendo perfeitamente quem prefere evitar gelatina. O amido de milho, a nossa querida Maizena, resolve o problema com maestria. Só tem um detalhe crucial: você precisa levar a mistura ao fogo e mexer até engrossar. Não adianta só misturar e torcer, não vai firmar. É um passo a mais, mas o resultado é um creme liso, sem aquele sutil gosto de gelatina. A textura fica incrível, meio que caseira, sabe?

4º. Apostando no chocolate para a calda

Quer dar uma repaginada total? Troca a calda de caramelo por uma de chocolate. Fica um contraste lindo e saboroso com o pudim branquinho. O segredo aqui, que o vídeo mostra bem, é preparar a gelatina incolor do jeito certo antes de misturar. Se você só jogar o pó direto, vai ficar com uns pedacinhos estranhos e a coisa não firma. É um passo simples que evita uma frustração enorme. Parece bobagem, mas faz toda a diferença entre o sucesso e a decepção.

5º. A praticidade de só 5 ingredientes

Leite condensado, creme de leite, leite, amido de milho e baunilha. É só isso. Quando a despensa está meio vazia, essa receita é uma salvação. Você mexe no fogão até ficar um creme grosso, joga na forma com caramelo e manda pra geladeira. Não tem erro. É a prova de que coisa boa não precisa de uma lista quilométrica. E se você gosta de receitas práticas assim, vai se amarrar no pudim de caneca, que é outro salva-vidas de larica doce.

6º. A versão que economiza gás

Longe do que a maioria imagina, pudim não precisa ficar horas no forno. Essa versão é feita direto na boca do fogão, em banho-maria, e fica pronta em bem menos tempo. É genial para quem quer economizar energia ou tem pressa. Ela ainda rende uma porção menor, ideal para quem mora sozinho ou não quer ficar com sobra a semana toda. Só capricha em vedar bem o refratário com papel alumínio, senão o vapor entra e a textura pode alterar.

7º. A leveza do pudim com iogurte

Só dois ingredientes principais: leite condensado e iogurte natural. O iogurte dá uma acidez bem sutil que corta a doçura, deixando o conjunto menos óbvio e mais interessante. Fica uma sobremesa mais leve, apesar de ainda ser doce, claro. É cozido no forno em banho-maria, então a textura é aquela cremosidade clássica que a gente ama. Deixa na geladeira até ficar bem firme antes de tentar desenformar, a paciência é chave aqui.

8º. Usando farinha de trigo no lugar do amido

Nunca tinha testado com farinha de trigo até ver essa receita. Achei que ficaria com gosto de massa crua ou algo assim, mas não. Ela funciona como espessante, mas o sabor fica neutro, porque você cozinha bem a mistura. É mais uma prova da criatividade da cozinha caseira. Quando falta a Maizena, a farinha de trigo comum pode dar conta do recado. Só precisa peneirar direitinho na hora de misturar para não empelotar.

9º. O sabor marcante do coco

Essa é para os fãs de coco de plantão. O sabor é bem presente, e a dica de finalizar com coco ralado por cima não é só enfeite. Ela dá uma textura crocante que contrasta demais com o creme, fica sensacional. É um daqueles pudins que você lembra depois. O tempo de preparo vai depender do seu ritmo, é verdade, mas a dica é deixar todos os ingredientes medidos e à mão antes de começar. Aí flui rápido.

10º. Sem leite condensado? Tem solução

Parece impossível, mas dá para fazer um pudim cremoso sem leite condensado. Essa receita mostra como. O segredo está na combinação dos outros ingredientes e no ponto de cozimento. Fica um sabor diferente, menos doce e mais suave. A calda de chocolate por cima ajuda a dar aquele toque especial. Se você está buscando por essa alternativa, já adianto que temos uma página só com ideias de pudim sem leite condensado para você se inspirar.

11º. A textura de maria mole gelada

Essa é bem criativa. Usa aquele pó para fazer maria mole como base. O processo é um pouco diferente: você dissolve no leite, leva para ferver e só depois mistura com o resto. O resultado é uma textura única, meio aerada, meio gelatinosa, muito gostosa. Dá uma quebrada legal no padrão. Se você gosta de maria mole, vai adorar essa versão em forma de pudim. Tem até uma receita mais detalhada de pudim de maria mole no site, caso queira se aprofundar.

12º. Com a cremosidade do leite em pó

O leite em pó, tipo Ninho, dá uma cremosidade e um sabor característico que eu adoro. Ele intensifica o gosto de leite. A dica de ouro dessa receita é preparar a gelatina separadamente, direitinho, antes de juntar ao liquidificador. Se você simplesmente colocar o pó seco no meio dos ingredientes frios, ela não ativa direito e o pudim não fica com a consistência certa. É um erro que essa receita evita.

13º. A gelatina como protagonista

Aqui, a gelatina incolor é a estrela. É ela que garante a firmeza perfeita sem precisar de forno ou fogo. Bata tudo, despeje na forma e espere na geladeira. A simplicidade é a maior virtude. Só fica atento na hora de desenformar: passa uma faca nas bordas com cuidado, mergulha a base da forma em água morna por alguns segundos e vira com decisão. Se tremer na hora, o pudim pode rachar. Confiança é tudo. Para mais ideias assim, dá uma espiada em outras receitas de pudim de gelatina.

14º. A dica da calda que dura semanas

Além de uma receita de pudim sem forno bem prática, esse vídeo tem um bônus valioso: uma calda de caramelo que dura semanas na geladeira. Isso é um coringa na vida de quem gosta de doces. Faz um pote, guarda tampado, e sempre que quiser um pudim rápido ou dar um upgrade em uma sobremesa simples, tá lá. A receita da calda de pudim perfeita em si já vale o clique.

15º. O clássico lisinho com cobertura especial

Tem dia que a gente só deseja aquele pudim tradicional, lisinho, com calda dourada. Essa versão entrega exatamente isso, mas sem os ovos. Ela vai ao fogo para cozinhar e ganhar consistência, mas não ao forno. É um meio-termo interessante. Só não esquece de já ter a forma com a calda de caramelo pronta, porque depois que o creme engrossa, você tem que despejar rápido.

16º. O toque da Maizena no "três leites"

Eles chamam de pudim três leites e a Maizena é quem segura a barra da consistência. Leva tudo ao fogo até engrossar e depois é só gelar. Uma dica prática que eu roubei dessa receita: guarda um pouco da calda em um potinho separado. Na hora de servir, você rega o pudim desenformado e ainda dá uma colherada extra em cada prato. Parece pouco, mas deixa a experiência muito mais gostosa.

17º. Para fechar com chave de chocolate

Como terminar uma lista de pudins sem uma versão de chocolate? Essa aqui é rica e cremosa. Usa chocolate em pó, mas se você quiser um sabor mais intenso e amargo, troca por cacau em pó 100%. Fica uma cor escura linda e o sabor fica mais adulto, sofisticado. É a sobremesa ideal para impressionar sem muito trabalho. E se você é fã da combinação, temos uma seleção de pudim de chocolate simples com ainda mais variações.

Viu só quanta opção? O legal é que cada uma resolve uma necessidade diferente: falta de tempo, de ingrediente, vontade de algo mais leve ou mais encorpado. Não precisa escolher uma só. Salva esse artigo aí e vai testando aos poucos. E me conta depois, qual dessas chamou mais sua atenção? Adoro saber qual versão vocês foram fazer na cozinha de casa.

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 09:44

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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