16 Receitas de Carne Seca com Abóbora + Variações Incríveis Para Quem Ama Um Bom Tempero

  • Carne seca com abóbora é tudo de bom. Não tem como não amar pratos com esses ingredientes.
Avalie este item
(17 votos)

Olha, ninguém merece passar mais tempo lavando panelas do que cozinhando, né. Foi pensando nisso que, num daqueles fins de semana que só dava vontade de ficar no sofá, criei essa solução prática.

A verdadeira mágica da carne seca com abóbora está na ordem de colocar os ingredientes. Você começa pelo alho e tomate, pra criar uma base de sabor robusta, e só depois acrescenta a cebola. Isso evita que ela queime e amargue o prato. A abóbora moranga, quando cozida na própria umidade do refogado, fica incrivelmente cremosa e abraça o sabor da carne.

É um daqueles pratos que parece que levou horas, mas em vinte minutos você tem uma refeição completa, cheia de personalidade e perfeita pra um almoço em família sem stress. Vem comigo que vou te mostrar o passo a passo.

Receita de carne seca com abóbora cabotiá: Saiba como fazer

Rendimento
5 porções
Preparação
15 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 10 marcados

Para o refogado principal:

Para finalizar e temperar:

Olha, essa receita é a definição de "prato de geladeira vazia" que deu certo. Tudo ingrediente que dura, que a gente quase sempre tem. A abóbora dá o creme, a carne seca dá a personalidade. É quase infalível. Só toma cuidado com o sal, porque a carne seca prega peças.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 315g (1/5 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 18.5g 6%
   Fibra Dietética 3.2g 11%
   Açúcares 8.4g 17%
Proteínas 24.8g 50%
Gorduras Totais 11.7g 15%
   Saturadas 3.8g 19%
   Trans 0g 0%
Colesterol 65mg 22%
Sódio 1,150mg 48%
Potássio 890mg 19%
Cálcio 85mg 9%
Ferro 3.2mg 18%
Vitamina A 620µg 69%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Alto em Proteína: 25g por porção, ideal para músculos
  • Boa Fonte de Fibras: 3.2g por porção
  • Rico em Vitamina A: 69% da necessidade diária
  • Sem Glúten: Ingredientes naturalmente sem glúten

Alertas & Alérgenos

  • Alto sódio – Carne seca é rica em sódio, reduza para hipertensos
  • Atenção ao sal adicional – a carne seca já é salgada
  • Insight: Combinação perfeita: proteína da carne + fibras da abóbora para saciedade prolongada
  • Boa opção para controle de peso: baixa caloria e alta saciedade

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Começando pelo refogado (a base de tudo):

  1. Pega uma panela com fundo grosso – uma boa – e esquente o azeite ou óleo em fogo médio. Não precisa ficar fumegando, só esquentar mesmo.
  2. Joga o alho picado e deixa dourar levemente. Só até soltar aquele cheiro bom, sabe? Cuidado pra não queimar, porque alho queimado amarga tudo.
  3. Adiciona os tomates picados. Essa é a jogada. Deixa eles refogarem bem, até começarem a desmanchar e formar um caldinho junto com o óleo. Pode ser uns 3 ou 4 minutos, mexendo de vez em quando. É isso que vai dar corpo ao prato.
  4. Agora a cebola. Só depois que o tomate já estiver bem molinho, você coloca a cebola picada. Meio contra-intuitivo, né? Mas é isso que evita que a cebola queime e fique com gosto amargo. Deixa ela murchar por uns 2 minutinhos, ficando só transparente.

Juntando tudo e finalizando:

  1. Joga a carne seca desfiada na panela e mexe pra misturar bem com aquele refogado. Deixa ela "se encontrar" com os sabores por uns 2 minutos, refogando junto.
  2. É a vez da abóbora. Adiciona os cubos de moranga e mexe com cuidado pra envolver tudo. Não precisa colocar água. A abóbora e o tomate vão soltar a própria umidade pra cozinhar.
  3. Tampa a panela e abaixa o fogo para médio-baixo. Deixa cozinhar por uns 10 minutos. Mas não some, hein?
  4. Passados uns 5 minutos, dá uma espiada. Mexe com cuidado pra não esmagar os cubos de abóbora. A textura que você quer é a de um purê grosso e cremoso se formando, mas com alguns pedacinhos ainda inteiros. Se tiver secando muito e ameaçando grudar, pode pingar um fio de água. Mas geralmente não precisa.
  5. Quando a abóbora estiver molinha (testa com um garfo), está pronto. Desliga o fogo. Agora é hora de acertar os últimos detalhes.
  6. Prova pra ver se precisa de sal (lembra da carne seca!). Tempere com pimenta-do-reino moída na hora e jogue a salsinha e cebolinha picadas. Mexe tudo uma última vez, só pra incorporar.
  7. Serve na hora, quentinho. Pode ser com arroz branco, farofa ou até sozinho mesmo, num prato fundo. É pura praticidade com gosto de comida feita com tempo.

Pronto, essa é a minha saída de emergência para dias corridos que ainda merecem uma comida gostosa. A Daiane até brinca que é o "prato oficial da preguiça criativa" aqui de casa. E é verdade. Você praticamente joga tudo numa panela só e em pouco tempo tem algo que parece que ficou horas no fogão. A abóbora vira um creme que abraça a carne seca de um jeito que cai muito bem.

E aí, você costuma fazer carne seca com abóbora também? Tem algum truque diferente, tipo um tempero secreto que você joga aí? Ou prefere de outro jeito? Conta pra gente aqui nos comentários como essa combinação funciona na sua cozinha. Adoro trocar essas ideias!

Quanto tempo dura essa maravilha?

Na geladeira, dura até 3 dias se guardar num pote hermético. Mas sério, vai sobrar? Aqui em casa a Daiane já foi pega comendo direto da panela no dia seguinte. Se quiser congelar, dá pra guardar por até 2 meses - só descongelar na geladeira e esquentar na frigideira com um fio de azeite.

Tá de dieta? Vem cá

Cada porção tem aproximadamente 285 calorias (confira a tabela nutricional completa abaixo dos ingredientes). Quer reduzir? Troque o óleo por azeite em spray e diminua a carne seca pela metade (mas aí perde a graça, né?). A boa notícia é que é rica em proteínas e vitamina A, perfeita para quem busca saciedade e nutrição.

Se faltar ingrediente, bora improvisar

• Sem carne seca? Use frango desfiado ou até cogumelos para versão vegana
• Abóbora dura como pedra? Manda batata doce que fica incrível também
• Alergia a alho? Pula esse passo e coloca mais cebola roxa

Os 3 pecados capitais dessa receita

1. Abóbora crua ou virando purê - o ponto é macio mas inteira
2. Carne seca sem dessalgar - já me aconteceu e nossa senhora
3. Deixar queimar o alho - 3 segundos a mais e vira amargo

Truque secreto da Daiane

Depois de pronta, ela joga uns cubinhos de queijo coalho e leva ao forno por 5 minutos. Parece pecado, mas é divino. Outra: se a abóbora estiver muito úmida, abre a tampa nos últimos 2 minutos pra evaporar o excesso.

Para todo mundo comer

• Low carb: usa menos abóbora e dobra a carne
• Sem glúten: já é naturalmente, só cuidado com temperos industrializados
• Vegano: troca a carne por PTS e usa shoyu pra dar umami

O que jogar do lado?

Arroz branco soltinho é clássico, mas experimenta com:
• Farofa de banana (sim, existe!)
• Purê de mandioquinha com noz-moscada
• Uma saladinha de rúcula com limão siciliano pra cortar a gordura

Tá com tempo? Bora inovar

• Versão nordestina: coloca coalho e nata no final
• Versão gourmet: finaliza com lascas de castanha de caju
• Versão apressada: compra a abóbora já picada e carne seca pronta

O pulo do gato

O segredo tá em refogar bem o tomate até quase virar molho, antes de botar a cebola. Isso aqui é ouro - dá base de sabor pra receita toda. E atenção: quando for tampar a panela, deixa uma frestinha pra não virar sopa.

Sobrou? Transforma!

• Vira recheio de pastel assado
• Mistura com ovos batidos e vira omelete
• Bate no liquidificador com caldo de legumes pra virar sopa cremosa

Quer impressionar?

Finaliza com azeite trufado e folhas de manjericão roxo. Serve numa abóbora cavada como cumbuca. Já fiz num jantar aqui em casa e todo mundo tirou foto - até quem nem usa Instagram.

De onde veio essa mistura?

É uma adaptação do jerimum com carne de sol do Nordeste, mas com cara de comida de boteco paulistano. A Daiane aprendeu com a tia dela de Pernambuco e nós adaptamos pra panela de pressão (porque paulistano não tem paciência).

2 coisas que ninguém te conta

1. A abóbora fica mais doce se colhida na lua minguante (sim, agricultor me contou isso)
2. Esse prato combina absurdamente bem com... chocolate meio amargo! Experimenta uma lasca por cima.

Perguntas que sempre me fazem

Posso usar abóbora japonesa? Pode, mas fica mais aguada - compensa assar antes.
Preciso dessalgar a carne seca? Se for a embalada, sim! Deixa de molho trocando a água 2x.
Congela bem? Melhor congelar sem o cheiro verde, acrescenta na hora de servir.

Harmonização maluca

• Cerveja: pilsen gelada corta a gordura
• Vinho: um malbec jovem comba com a carne
• Drink: caipirinha de caju faz a festa

Se tudo der errado...

• Queimou o fundo? Passa pra outra panela e deixa a parte de baixo.
• Ficou sem graça? Joga um cubo de caldo de carne e deixa reduzir.
• Abóbora virou papa? Transforma em sopa e finge que foi planejado.

Modo economia ativado

Compra carne seca em pedaço (é mais barata) e desfia em casa. A abóbora com casca manchada (mas firme) costuma ser vendida mais barata nos sacolões. E o cheiro verde? Planta num vaso que nunca mais compra.

Sabia que...

A cabotiá tem outro nome em cada canto do Brasil: jerimum no Norte/Nordeste, moranga no Sul. E a carne seca era conserva de guerra no século 18! Hoje a gente come por puro prazer.

Carne seca com abóbora: um prato que pede companhia (e muito sabor!)

Quem resiste aquele prato de carne seca desfiadinha com abóbora cremosa? Aqui em casa é sucesso garantido, especialmente nos almoços de domingo. Mas toda estrela precisa de um bom elenco, não é mesmo? Por isso, separei combinações que vão transformar sua refeição num verdadeiro festival de sabores.

Para começar com o pé direito

Receita de Bolinho de arroz simples - Crocante por fora e macio por dentro, perfeito para abrir o apetite. A Daiane sempre faz um extra "só pra garantir" que não acaba antes de sentarmos à mesa.

Receita de Pão de batata caseiro supeer simples - Esquentadinho, com aquela casquinha dourada... Hum! Ótimo para acompanhar ou até mesmo para fazer mini-sanduíches com a carne seca.

Os parceiros ideais

Polenta cremosa rápido - A combinação clássica que nunca falha. Dica: deixe bem cremosa para misturar com o caldo da carne seca.

Cuscuz de frigideira (clique aqui para ver a receita) - Prático e versátil. Fica ótimo para absorver os sabores do prato principal.

Batata doce frita (veja a receita aqui) - O contraste do doce com o salgado da carne seca é simplesmente viciante. Cuidado que desaparece rápido!

Para fechar com chave de ouro

Doce de abóbora (ingredientes e preparo no link) - Já que a abóbora é a coadjuvante do prato principal, que tal continuar o tema? Esse doce caseiro traz aquele gostinho de infância.

Bolo de milho - Leve e fofinho, perfeito para quem quer algo doce sem exageros. Fica ótimo com uma xícara de café.

Pão de queijo com creme de leite - Sim, pode ser sobremesa sim! Principalmente quando ainda está quentinho e derrete na boca.

Para refrescar

Suco de caju (modo de preparo no link) - Doce e levemente ácido, equilibra perfeitamente a refeição. Nos dias mais quentes, bota uns cubos de gelo que fica perfeito.

Água bem gelada- Nada como uma água fresca para limpar o paladar entre uma garfada e outra.

Café coado- Para quem, como nós, adora finalizar a refeição com aquele cafezinho quentinho e cheiroso.

E aí, qual combinação mais te agradou? Aqui em casa já testamos todas (algumas mais vezes que outras, confesso) e cada uma tem seu momento especial. Conta pra gente nos comentários se experimentar alguma - e não esquece de avisar se sobrou espaço para a sobremesa!

Depois de dominar a minha versão, bora ver como outros cozinheiros brincam com essa dupla?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando a fome é grande e a companhia é boa

autor: Vovô na cozinha

Vou te confessar uma coisa: tem dia que a gente só quer uma comida que enche o olho e a pança, sem frescura. E essa versão com linguiça é exatamente isso. O Vovô na Cozinha manda bem demais nessa, porque a calabresa não é só um ingrediente a mais, ela é a responsável por aquele óleo gostoso que vai dar sabor a tudo. A dica que eu peguei com ele é uma que eu sempre sigo agora: frita a linguiça primeiro, bem douradinha, e usa a gordura que soltou pra refogar o resto. Fica com um gosto defumado que é outra história. Perfeito pra quando a galera toda vem almoçar em casa e você quer algo que todo mundo reconhece e ama na hora.

3º. O truque cremoso que salva qualquer jantar

autor: Divinas Receitas

Já teve aquela sensação de que o refogado ficou um pouquinho seco, sabe? A carne seca as vezes prega essa peça. Pois essa receita com creme de leite é a solução definitiva. A Divinas Receitas mostra como o creme não só deixa tudo mais úmido, mas também equilibra os temperos, deixando o sabor redondo. A noz-moscada é o segredo dela, e depois que eu testei, virou obrigatória aqui. Uma vez a Daiane fez assim num dia de semana qualquer e a gente quase não acreditou que tinha ficado tão bom com tão pouco trabalho. É aquele coringa pra quando você não quer arriscar.

4º. Para impressionar sem enlouquecer

Essa é daquelas que parece de restaurante, mas o passo a passo é tão simples que chega a ser engraçado. A Minha Cozinha Amarela ensina a fazer uma espécie de "escondidinho" gratinado com requeijão. O que eu aprendi de verdade com essa receita foi sobre o ponto da abóbora. Ela tem que estar firme, não pode virar purê antes da hora, senão some dentro do forno. Quando você tira do forno com aquele queijo dourado por cima… nossa, é um espetáculo visual e olha que eu nem sou muito de fazer firula. Levei uma vez num almoço na casa de uns amigos e todo mundo pediu o link do vídeo. Funciona sempre.

5º. A essência do prato, direto na panela

Se tem uma coisa que eu valorizo é a honestidade de um prato. Nada de muitos ingredientes, só o essencial bem feito. A receita da Lucia é pura simplicidade. Ela usa temperos que basicamente todo mundo tem: alho, cebola, tomate, coentro. E o foco todo está em refogar bem, deixar cada sabor se desenvolver na panela. É um jeito ótimo de entender a base do prato, sabe? Quando você domina essa versão, pode criar qualquer uma das outras. Me lembra aqueles almoços de domingo que a comida cheira desde cedo e todo mundo fica com vontade. Não tem erro.

6º. A mágica lenta do forno

Ao contrário do que muitos acreditam, colocar no forno não é só para gratinar. A Alessandra mostra como assar a abóbora crua junto com a carne temperada faz uma transformação incrível. Os sabores se concentram, a abóbora fica doce e caramelizada nas pontas, e você não precisa ficar mexendo. É a receita ideal para quando você tem outras coisas pra fazer na cozinha — ou só quer ficar de boa enquanto ela cozinha sozinha. Eu já deixei um pouco mais do que o tempo, pra ficar bem dourada, e o resultado foi ainda melhor. A dica é usar uma bandeja larga, pra tudo assar por igual.

7º. A apresentação que arranca elogios

Essa é puro teatro na cozinha, e eu adoro. Servir a carne seca desfiada dentro da própria moranga, que vira a travessa. A Receitas & Dicas De Vó ensina o truque de cozinhar a abóbora inteira, o que mantém o formato e deixa a polpa perfeita para raspar junto com o recheio. É impressionante como um simples pincelado de azeite na casca depois do forno deixa ela com um brilho lindo. Já fiz pra um jantar mais especial e a reação das pessoas é sempre a mesma: primeiro tiram foto, depois atacam. Resolve a questão da sujeira também, porque você já serve direto de onde foi ao forno. Muito esperta.

8º. Para quem acha que risoto é complicado

Olha, eu era um daqueles que tinha medo de risoto. Achava que ia errar o ponto, queimar, sei lá. Até ver essa versão com carne seca e abóbora. O canal Carne Seca desmistifica tudo. Eles usam parte da abóbora assada pra fazer um purê que vai dar cremosidade e cor laranja linda ao arroz. O agrião no final é uma jogada de mestre, porque corta a riqueza do prato com um toque fresco e levemente amargo. Fiz e deu certo de primeira, sério. É um prato que parece gourmet, mas o processo é bem tranquilo se você seguir o vídeo. Me deu confiança pra tentar outros risotos.

9º. A combinação que é puro conforto

Aqui, o segredo está no "acebolada". É muita cebola mesmo, daquelas que quase sumem de tão doce depois de refogada. Junta isso com a maciez do aipim e a abóbora, e você tem um prato que é um abraço. A Casa da Dininha não economiza nos tomates e no pimentão, o que dá uma acidez gostosa que equilibra. É a definição de comida caseira reconfortante. Eu gosto de fazer no domingo, aquele almoço que estende, sabe? E sempre sobra um pouco que, na minha opinião, fica ainda mais gostoso no outro dia. Tenta e me conta se não é verdade.

10º. O clássico "tudo junto e misturado"

Essa receita resolve um problema clássico: querer carne seca com abóbora, mas sem ter que fazer o arroz separado. A Dilza ensina a fazer um arroz "sujado" com o sabor dos dois. O caldo temperado que ela fala faz toda a diferença, porque o arroz cozinha absorvendo esse sabor, não só água. E fritar levemente a abóbora cozida antes de misturar… ah, isso dá uma textura mais interessante, evita que ela vire uma papa. É prático, suja menos panela e rende uma comidinha completa e muito gostosa. Perfeito pra semana.

11º. Aula de técnica em poucos minutos

O ChefTaico tem uma didática incrível. O que parece uma receita simples vira uma lição valiosa: dourar cada ingrediente separadamente. Parece besteira, mas faz uma diferença absurda no resultado final. A abóbora fica com as bordas caramelizadas, a cebola fica doce, a carne fica mais saborosa. Só no final que você junta tudo. É um método que evita que os vegetos suem água e fiquem cozidos em vez de dourados. Eu já errei isso várias vezes, jogando tudo de uma vez na panela. Depois que passei a fazer desse jeito, meu refogado de qualquer coisa melhorou uns 200%. Recomendo demais.

12º. A panela única que alimenta a semana toda

Carne, abóbora E feijão na mesma panela? Isso pode parecer loucura, mas a Elizabete dos reis prova que não só funciona como fica sensacional. O feijão cozido entra no final e absorve o caldo gostoso que se formou. O prato fica encorpado, substancioso, daqueles que você come uma tigela e fica satisfeito por horas. É a receita ideal pra cozinhar no início da semana e ter porções prontas. Dica: se o seu feijão já estava temperado, cuidado na hora de acertar o sal da panela toda. Melhor provar antes. Rende muito, então é ótimo pra família grande ou pra congelar.

13º. O toque extra de sabor com feijão branco

Se a versão com feijão comum já é boa, essa com feijão branco é um upgrade. O Cesinha ainda joga bacon e linguiça na jogada, então imagina o nível de sabor. O feijão branco tem uma textura mais firme e um sabor neutro que pega o tempero da carne e da gordura do bacon perfeitamente. É um prato robusto, cheio de personalidade. A pressão é usada só pra finalizar, então tudo fica no ponto. Parece muito trabalho, mas na verdade é só ir refogando e jogando na panela de pressão. A reação aqui em casa sempre é a mesma: silêncio total enquanto todo mundo come. Sinal claro que deu certo.

14º. Uma viagem ao Nordeste sem sair de casa

Essa é sabor puro. O leite de coco transforma completamente o prato, dando uma cremosidade aveludada e um sabor doce suave que corta a salgada da carne seca de um jeito brilhante. É a versão que mais me lembra o litoral nordestino. O vídeo é direto ao ponto e mostra como é simples incorporar esse ingrediente. Você não precisa de muito, meio copo já faz a mágica. É um jeito rápido de dar uma cara nova pra uma receita que você já conhece. Combina demais com uma farofa crocante por cima. Experimenta, é bem diferente e muito gostoso.

15º. Para os amantes de queijo (como eu)

Amassar levemente a abóbora cozida com a carne antes de levar ao forno é o segredo aqui. Isso cria uma base uniforme para as camadas de queijo. E quando eu falo camadas, é camadas mesmo. Queijo ralado entre uma porção e outra, e depois aquela cobertura generosa de fatias que derretem e formam uma crosta dourada. É impossível de resistir. É um prato pesadinho, claro, então é pra ocasiões especiais ou quando a vontade de comer algo absurdamente gratificado bate. Dica: deixa gratinar bem, até as bordas do refratário ficarem tostadinhas. Aí sim.

16º. A surpresa em forma de massa

Quem diria que a abóbora viraria a massa do nhoque, né? Essa receita é criativa e muito saborosa. A abóbora cozida e amassada dá uma cor linda e um sabor adocicado à massa. O truque é não exagerar na farinha, senão o nhoque fica pesado. A carne seca vira um molho encorpado por cima. É um prato divertido de fazer, principalmente se você envolver alguém pra ajudar a modelar os nhoques. Fica lindo no prato e é uma ótima alternativa para quem quer servir algo diferente, mas ainda assim reconfortante. Já fiz e aprovamos muito aqui.

Nossa, quanta coisa boa pra escolher. Difícil escolher por onde começar. Cada uma dessas receitas tem uma personalidade, um truque diferente que vale a pena conhecer. E você, qual versão parece mais a sua cara? Já tentou alguma delas antes? Se fizer, volta aqui pra contar como foi a experiência na sua cozinha — adoro trocar ideias sobre isso nos comentários.

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 10:11

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Xan
A textura da abóbora cabotiá é perfeita, não desmancha fácil
Responder | Responder com citação | Citar

Adicionar comentário