Suflê de legumes: receita cremosa e irresistível

  • A refeição leve, saborosa, nutritiva, prática, que vai bem com qualquer legume e que vai conquistar um lugar na sua cozinha!
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Você abre o forno e aquele ar quente deixa o ar da cozinha pesado. O suflê, dourado, cresceu mais do que esperava. Aí vem o medo clássico: será que vai cair antes de chegar na mesa? É um suspense que sempre acontece aqui.

Meu suflê de legumes favorito nasceu de um jantar improvisado, depois da academia. Tinha abobrinha, cenoura e um pouco de queijo na geladeira. A técnica é simples, mas exige respeito: as claras em neve bem firmes e o cuidado para incorporar com movimentos de baixo para cima. Aprendi isso fazendo um curso de confeitaria, onde a precisão é lei. O resultado é um prato que parece sofisticado, mas é pura cozinha de verdade.

O segredo está na nobreza dos ingredientes simples. Legumes frescos, uma boa manteiga e um queijo que derrete certo fazem toda a diferença. Quando você serve, ainda fumegante, vira uma experiência compartilhada. É um daqueles pratos que pede para ser feito junto, colocar a conversa em dia enquanto prepara. Bora ver o passo a passo abaixo e transformar esses ingredientes num espetáculo cremoso.

Receita de suflê de legumes fácil: Como fazer

Rendimento
1 travessa grande (4 a 6 porções)
Preparação
45 min
Dificuldade
Fácil
Referência de Medida: Colher de sopa cheia

Ingredientes

0 de 9 marcados

Os legumes podem ser os que sobraram do almoço, fica ainda mais prático. Só certifique-se de que estão bem escorridos, ninguém quer um suflê aquoso.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 150g (1/8 da travessa)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 12.5g 4%
   Fibra Dietética 2.1g 8%
   Açúcares 5.8g 12%
Proteínas 15.2g 30%
Gorduras Totais 18.7g 24%
   Saturadas 10.3g 46%
   Trans 0.2g 1%
Colesterol 185mg 62%
Sódio 480mg 21%
Potássio 320mg 7%
Cálcio 280mg 22%
Ferro 1.2mg 7%
Vitamina A 650UI 13%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem carnes, apenas ovos e laticínios
  • Alto em Proteína: Boa fonte proteica para refeições principais
  • Rico em Cálcio: Excelente para saúde óssea
  • Rico em Vitaminas: Dos legumes e gemas

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten – devido à farinha de trigo
  • Alta gordura saturada – moderar consumo para cardíacos
  • Contém lactose – leite e queijo muçarela
  • Insight: Versátil - use legumes da estação para mais nutrientes e cor

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo a Base Cremosa:

  1. Primeiro, liga o forno em 180°C pra pré-aquecer. Enquanto isso, pega uma panela média e coloca o leite, a farinha de trigo, a manteiga e o sal. Liga no fogo médio e começa a mexer com um fouet ou uma colher de pau. Não para, senão gruda no fundo. Em poucos minutos essa mistura vai engrossar e virar um creme liso, tipo um mingau grosso. Quando isso acontecer, tira do fogo e deixa esfriar um pouquinho, só pra não cozinhar as gemas na hora de misturar.
  2. Pega uma tigela e coloca as 4 gemas. Bate elas só pra quebrar e deixar uniformes, não precisa ficar espumando. Agora, vem o truque: adiciona o creme morno da panela nas gemas, mas vai colocando de pouco em pouco e mexendo ao mesmo tempo. Se jogar tudo de uma vez, corre o risco de as gemas cozinharem e ficarem pedacinhos. Mistura até ficar bem liso.

Montando e Assando o Suflê:

  1. Agora é hora de juntar os sabores. Adiciona os legumes picados e o queijo muçarela na mistura de gemas e creme. Mexe bem. Aqui você acerta o sal e adiciona os outros temperos, a pimenta do reino, a noz-moscada, o que preferir. Tá pronta a base, que vai ficar bem densa.
  2. Agora a parte mágica, e a que mais dá medo nas pessoas: as claras em neve. Certifica que a tigela e a batedeira estão super limpas, sem vestígio de gordura. Bate as 5 claras em velocidade alta até formar picos firmes. Quando você vira a tigela de cabeça pra baixo e elas não caem, tá no ponto. Não economize tempo nisso.
  3. Incorpora as claras na base com os legumes. Mas atenção: não mexe, faz um movimento de dobrar. Usa uma espátula de silicone, pega por baixo da massa e vira por cima, de baixo para cima mesmo. Repete até as claras estarem quase totalmente incorporadas. Não precisa sumir todos os branquinhos, um ou outro pedacinho de clara é normal e não atrapalha.
  4. Passa a mistura toda para uma travessa de vidro ou cerâmica untada com um pouquinho de manteiga. Espalha de forma uniforme. Leva direto ao forno pré-aquecido. Não fica abrindo a porta, deixa lá por uns 30 minutos. Você vai ver ele crescer, dourar e ficar lindo.
  5. Tira do forno e serve na hora. É sério, a corrida da travessa até a mesa já faz ele murchar um pouco, e isso é parte do espetáculo. A textura por dentro fica incrivelmente cremosa.

Uma vez a Daiane ficou com tanta pressa de ver que abriu o forno no 20º minuto. O suflê estava lindo, mas desabou na hora. Aprendemos que a curiosidade, nesse caso, é a maior inimiga. Agora a gente marca o timer e só abre quando tocar.

E aí, conseguiu? Aquele momento de tirar do forno e ver a coisa toda fofinha e dourada é sempre uma vitória, né? Parece coisa de restaurante, mas você fez na sua cozinha.

O que você usou de legumes? As vezes a combinação mais improvável fica a melhor. Me conta aqui nos comentários que legumes você escolheu e como ficou a textura. É bom trocar essas experiências, porque cada forno é um forno, cada geladeira tem seus legumes.

Quanto tempo dura e como guardar seu suflê de legumes

Essa é daquelas receitas que tem que comer na hora - e olhe lá! Suflê é famoso por "deflar" rápido. Mas se sobrar (duvido), guarde na geladeira por até 2 dias. Pra requentar: forno baixo por 10 minutinhos. Microondas? Nem pense, vira uma borracha triste.

E as calorias, hein?

Uma porção generosa fica em torno de 285 calorias (confira a tabela nutricional completa após a lista de ingredientes). Quer reduzir? Troque o leite integral por desnatado, use queijo light e reduza a manteiga. Mas sério, às vezes vale a pena a extravagância!

Os 3 pecados capitais do suflê (e como evitar)

1. Bater as claras errado: Tem que ficar em picos firmes, se virar merengue mole, esquece. 2. Misturar de qualquer jeito: Tem que ser delicado, movimento de baixo pra cima. 3. Abrir o forno: Resistaaa! Cada olhadinha faz o suflê murchar.

Hack ninja: o truque do limão

Esfrega um limão cortado no fundo da travessa antes de colocar a massa. Ajuda a não grudar e dá um toque sutil de frescor. A Daiane achou estranho quando fiz isso pela primeira vez, mas depois admitiu que funcionou!

Sem trigo? Sem lactose? Sem problemas!

• Farinha de arroz no lugar da de trigo
• Leite vegetal (amêndoa fica ótimo)
• Queijo vegano derretível
• Legumes crus no lugar de cozidos (mas pica bem fininho)

Versão proteica secreta

Adiciona 2 colheres de whey protein sabor neutro junto com a farinha. Fica incrível e ninguém desconfia. Proteína extra sem estragar o sabor!

O que servir com esse suflê?

• Um vinho branco levinho
• Salada de rúcula com tomate seco
• Molho de iogurte com ervas
• Pãozinho crocante pra mergulhar (perigo: viciante)

Suflê mutante: 3 versões pra variar

1. Pizza: Coloca pepperoni e orégano na massa
2. Mediterrâneo: Azeitonas e tomate seco
3. Caipira: Milho verde e frango desfiado

O momento crítico: claras em neve

Tem que bater até ficar com picos firmes, mas não até virar uma bola seca. Dica: batedeira em velocidade média, e quando achar que tá pronto, bate mais 30 segundos. E nada de gordura na tigela, senão não sobe!

Sobrou? Transforma!

Suflê que perdeu o auge vira recheio incrível: empadinhas, panquecas, até mistura pra omelete. Já usei como base de torta salgada e ficou surpreendente!

Up gourmet: o toque do chef

Finaliza com raspas de trufa branca (ou, pra versão pobre porém chique, shitake desidratado moído). Serve com um fio de azeite trufado. Convida logo os amigos pra impressionar!

2 fatos que ninguém te conta sobre suflê

1. A palavra vem do francês "souffler" (soprar) - e faz sentido quando você vê ele inflar!
2. No século 18, cozinheiros franceses usavam suflês como "teste" pra provar suas habilidades. Se caísse, era demitido na hora!

Confissões de um suflê-fóbico

Na minha terceira tentativa, o negócio saiu do forno lindo... e 30 segundos depois virou uma panqueca. Aprendi que tem que servir NA HORA, com os convidados já sentados. Agora eu aviso: "quando eu tirar do forno, corram pra mesa!"

De onde veio essa delícia?

O suflê salgado surgiu na França do século 18, mas só ficou popular no século 19 quando um chef escreveu a receita. Curioso: originalmente era feito em panelas individuais - a versão travessa é uma adaptação moderna!

O que combina com esse sabor?

Experimenta fechar os olhos na primeira garfada. A textura aerada com o cremoso do queijo, o toque terroso dos legumes... combina perfeitamente com algo crocante por contraste. Por isso sugerimos pão torrado ou até batata-doce assada em cubos!

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Não recomendo, fica esponjoso demais.
Por que meu suflê não cresce? Provavelmente as claras não estavam firmes o suficiente ou você misturou de forma brusca.
Posso fazer sem queijo? Pode, mas perde muito na textura.

Modo desastre: como salvar quando tudo dá errado

Se o suflê desabar (acontece até com os melhores):
1. Chama de "torta cremosa de legumes"
2. Coloca queijo ralado por cima e gratina
3. Serve com um nome francês ("Tarte aux légumes fondante")
Ninguém vai desconfiar do fracasso!

Versão econômica pra dias de vacas magras

• Usa requeijão no lugar da muçarela
• Legumes da estação (abobrinha é curinga)
• Metade do leite pode ser água
• Farinha de rosca pra dar liga se faltar farinha

De jantar íntimo a festa infantil

Romântico: Em potinhos individuais, com champignon
Festa: Em forminhas de cupcake, cada uma com um legume diferente
Café da manhã chique: Com bacon crocante por cima

Playlist pra fazer suflê com estilo

"Le Festin" (Ratatouille), "Je ne regrette rien" (Édith Piaf) e qualquer jazz francês. Se o suflê crescer no ritmo da música, é sinal que vai dar certo!

E aí, bora fazer suflê?

Essa receita é mais fácil do que parece, só precisa de um pouco de paciência com as claras em neve. Quando fizer, conta aqui nos comentários como ficou! Tirou foto? Marca a gente no @sabornamesaoficial pra vermos essa obra-prima. E se inventar alguma variação maluca, compartilha com a gente!

Combinações que vão fazer seu suflê de legumes brilhar

Depois de preparar aquele suflê de legumes que já está dando água na boca só de pensar, que tal montar um menu completo? Selecionamos opções que casam perfeitamente - desde entradas leves até sobremesas que vão fechar com chave de ouro. Aqui em casa testamos cada uma dessas combinações (a Daia aprova todas, pode confiar!).

Para começar com o pé direito

Tartar de salmão (cliquei aqui): Frescor que prepara o paladar sem roubar a cena do prato principal.

Empanada de sardinha (receita aqui): Crocância que contrasta bem com a textura aerada do suflê.

Pastel de queijo (aqui): Clássico que nunca falha, especialmente quando servido quentinho.

Sopa cremosa de abobrinha: Minha sugestão extra - a cremosidade combina demais quando o dia pede algo mais reconfortante.

Pratos principais que roubam a cena (sem ofuscar o suflê)

Frango assado (receita no link): Clássico que todo mundo ama, e o suflê vira o acompanhamento perfeito.

Filé de peixe grelhado (aprenda aqui): Leveza que harmoniza com os legumes do suflê.

Medalhão de filé mignon (veja a receita aqui): Para ocasiões especiais, quando queremos dar um upgrade na refeição.

Risoto de alho-poró (aqui): Cremoso e delicado, forma uma dupla incrível com o suflê.

Doces finais que valem a pena (mesmo estando já satisfeito)

Trufa de maracujá (aprenda aqui): O contraste ácido-doce é revigorante depois da refeição.

Receita de Pavê de morango simples: Textura que lembra o suflê, mas doce - genial, né?

Sorvete de gelatina (receita aqui): Leve e refrescante, especialmente nos dias mais quentes.

Mousse de limão: Dica bônus da Daia - o cítrico fecha bem depois dos sabores terrosos.

Para acompanhar (e completar a experiência)

Água aromatizada com limão siciliano e alecrim: Nosso coringa para refeições leves.

Suco verde de maçã, couve e gengibre: Desintoxica sem competir com os sabores.

Chá gelado de hibisco: Amargo natural que limpa o paladar entre uma garfada e outra.

Essas são nossas combinações testadas e aprovadas - mas e aí, qual versão você vai experimentar primeiro? Conta pra gente nos comentários como ficou sua refeição completa com o suflê de legumes como estrela!

O suflê não para por aqui: descubra versões que vão do básico ao inusitado

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A versão clássica que resgata o chuchu do esquecimento

autor: Cozinha Sem Firula

Todo mundo já virou a cara para o chuchu um dia, eu inclusive. Mas nesse suflê ele vira outra coisa. O legume, que tem um sabor bem suave, se transforma numa textura incrivelmente cremosa por dentro. É a solução perfeita para quem acha que suflê tem que ser só de coisas caras ou cheias de sabor. A reação que ele sempre provoca é surpresa, porque ninguém espera que fique tão bom. A dica é cozinhar o chuchu até ficar bem macio antes de amassar, senão pode ficar com aqueles pedacinhos firmes que atrapalham a cremosidade. Vale a chance, juro.

3º. Quando o queijo é o protagonista da história

autor: Food Network Brasil

Aqui o molho branco não é só base, é a alma do prato. E fazer um bechamel bem liso, sem pelotas, é meio caminho andado. O segredo que ela ensina, de incorporar as claras em neve em três etapas, é ouro. Isso evita que a massa fique pesada e realmente garante aquele crescimento lindo, dramático. O queijo muçarela derrete e forma fios deliciosos no meio. É um prato que parece complexo, mas se você dominar o molho branco, o resto é tranquilo. Fica perfeito para um almoço de domingo quando você quer impressionar sem muito estresse.

4º. Para os dias que pedem um sabor defumado e intenso

Bacon. Só essa palavra já salva qualquer receita, né? Nessa versão, ele não é só um complemento, é o que dá carácter. A mistura de creme de leite com requeijão e noz moscada cria uma base super rica que abraça os legumes e o bacon tostadinho. A dica não óbvia que aprendi é dourar o bacon separadamente, bem crocante, e só misturar no final. Se colocar cru junto, ele solta muita gordura e pode deixar o suflê oleoso. O contraste do crocante do bacon com o cremoso da massa é uma coisa linda de se comer. Perigo: pode virar o prato favorito da casa rapidinho.

5º. A solução rápida com a cenoura solitária da geladeira

Essa receita é pura engenharia de cozinha de sobrevivência. Uma cenoura, requeijão e já era. O pulo do gato está em refogar a cenoura ralada com alho antes. Isso tira o sabor cru e adocicado exagerado, trazendo uma complexidade que faz toda a diferença. O requeijão dá a liga e a cremosidade sem precisar de molho branco. É rápido, resolve um jantar em 30 minutos e ainda usa pouca louça. Já fiz assim num dia que não queria nem pensar no que cozinhar, e surpreendeu. Só fica ligado em mexer sempre no refogado para o requeijão não grudar, como ela avisa. É básico, mas muito eficiente.

6º. Transformando o frango desfiado em uma experiência aérea

Quem disse que suflê com frango tem que ser denso? Essa receita quebra esse preconceito. O truque do amido de milho misturado a frio com o leite é fundamental para evitar aquelas bolinhas horrorosas que estragam qualquer creme. O resultado é um suflê incrivelmente leve, onde o frango desfiado fica distribuído em meio a uma nuvem cremosa. É uma ocasião onde ela brilha: perfeita para usar aquela sobra de frango cozido e transformá-la num prato novo, que parece muito mais trabalhoso do que realmente é. Leve, proteico e satisfatório.

7º. A cremosidade garantida pela caixinha de creme de leite

Em certos momentos, a gente só quer garantias. E o creme de leite é a garantia de que o suflê vai ficar cremoso, independente de tudo. Essa versão com batata e cenoura é reconfortante quase como um purê, mas aerado. O molho branco com cebola ralada dá um sabor extra que vai além do sal. É a receita coringa para agradar a gregos e troianos, principalmente quem tem medo de suflês que possam ficar secos. Rende bastante, então é boa para a família toda ou para congelar porções individuais. Não tem erro.

8º. O desafio: fazer suflê sem forno e sem ovos

Como assim, suflê na frigideira e sem ovos? Pois é, essa receita existe e é uma curiosidade que vale a pena. Ela resolve o problema de quem não tem forno ou tem preguiça de ligá-lo. A textura é diferente, claro, mais parecida com uma panqueca grossa e cremosa, mas o sabor dos legumes se destaca. É uma adaptação inteligente que descobri e que funciona como um prato principal rápido. Não espere aquela puff clássica, mas sim uma refeição nutritiva e diferente que quebra a rotina. Bom para testar um dia que você estiver se sentindo experimental.

9º. A versão sofisticada para uma data especial

Bacalhau e suflê são uma combinação que fala alto. É daqueles pratos que você faz para comemorar algo. O salgado do bacalhau dessalgado na medida certa contrasta perfeitamente com a leveza da massa. A dica de doura o queijo parmesão por cima para ficar crocante é essencial. Cria duas texturas incríveis: a casca crocante e o interior úmido e saboroso. Dá trabalho? Dá. Vale a pena? Absolutamente. É uma memória afetiva que ela traz, de almoços em família que viram evento. Só não esquece de dessalgar o bacalhau direito, senão o prato todo fica comprometido.

10º. Provando que cremosidade não depende de laticínios

Fazer um suflê crescer e ficar cremoso sem ovos ou leite parece missão impossível, mas esse vídeo mostra que não é. O creme de tofu é o coringa aqui, dando corpo e uma textura surpreendente. A bebida vegetal substitui o leite no molho. A sugestão de usar outros legumes como batata doce ou grão-de-bico é ótima para variar. É uma receita que exige um pouco mais de técnica para entender as substituições, mas o resultado é super gratificante e inclusivo. Mostra que com criatividade, todo mundo pode ter sua porção de suflê.

11º. A opção leve que não abre mão do sabor

Low carb não precisa ser sem graça. Esse suflê de chuchu e couve-flor com atum é a prova. O atum em lata, bem escorrido, dá um sabor robusto e é uma fonte prática de proteína. A massa fica leve e a sugestão de trocar por frango é válida se você não for fã de peixe. É uma ocasião onde ela brilha: num jantar pós-treino ou quando você quer algo nutritivo mas que não pese no estômago. Prático, rápido e tira aquele conceito de que comida fit é sem gosto.

12º. Cuidados especiais para dietas restritivas

Para quem precisa evitar glúten e lactose, encontrar receitas saborosas pode ser um desafio. Essa versão com farinha de arroz e água no lugar do leite é uma mão na roda. O aviso de cozinhar a cenoura primeiro porque ela é mais dura é uma dica valiosa que evita pedaços crus no meio do suflê. O sabor fica leve e a textura é boa, mostrando que as restrições não precisam limitar a criatividade na cozinha. É uma receita de confiança para quando você tem convidados com necessidades específicas e quer oferecer algo feito em casa, com carinho.

13º. Outra alternativa sem glúten, mas com personalidade

Aqui, a jogada é usar leite de coco e amido de milho para o creme, o que dá um sabor levemente adocicado e diferente. A combinação de atum com milho verde e os legumes cria um suflê bem colorido e cheio de sabor. É uma adaptação inteligente que foge completamente do tradicional, mas funciona muito bem. Fica úmido e saboroso. É uma boa pedida para variar o cardápio mesmo para quem não tem restrições, só pela experiência nova mesmo. Dá uma olhada no vídeo para ver a consistência do creme, é importante para o sucesso.

14º. A surpresa brasileira com tapioca

Farinha de tapioca no suflê? Por que não? Ela dá uma textura única, levemente elástica e diferente de qualquer farinha de trigo. A receita é super fácil porque vai tudo no liquidificador. A montagem em camadas nos potinhos garante que cada porção fique bem recheada. É uma receita que sempre provoca curiosidade e perguntas. "O que é isso?" é a frase mais comum. Leve ao forno bem pré-aquecido, senão pode não dourar por igual. Uma opção genuinamente nossa, bem brasileira, para inovar.

15º. Apostando na aveia para uma versão mais fitness

Procurando algo mais light de verdade? A farinha de aveia em flocos finos é a resposta. Ela dá corpo sem deixar pesado e é uma fonte de fibras. A combinação de batata doce e abóbora com um toque de alho-poró é doce e savoury ao mesmo tempo, muito gostosa. Essa receita evita o uso de farinhas refinadas e cremes gordurosos, mas não abre mão do sabor. Fica com uma cor linda e é super satisfatória. Uma ótima maneira de incluir mais legumes e uma alternativa de carboidrato no prato.

16º. A massa que é praticamente puro brócolis

Essa é para os fãs de low carb de verdade. A massa é basicamente brócolis processado, clara em neve e requeijão. Sem farinha nenhuma. O resultado é um suflê super leve, com um gosto marcante de brócolis e uma textura incrivelmente fofa. É uma dica não óbvia que aprendi: o brócolis precisa estar bem cozido e muito bem escorrido, qualquer água extra vai afundar a massa. Fica verde lindo e é uma maneira genial de comer vegetais sem nem perceber. Pode parecer estranho, mas funciona que é uma beleza.

Uau, quanta coisa, né? Do chuchu mais simples ao bacalhau mais sofisticado, o suflê é um daqueles pratos que aceita qualquer personalidade. E você, tem coragem de qual? Me conta se já experimentou alguma versão maluca ou se a sua favorita é a mais tradicional. Adoro ouvir as histórias de vocês da cozinha!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 01:34

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Wanessa Wow
delícia
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0 Cíntia Albuquerque
só isso? conta mais!
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