15 Receitas de Feijão Azuki + Combinações Fantásticas para Agradar Todos os Paladares

  • Aprenda a preparar receitas saborosas, práticas com combinações de dar água na boca!
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Existe uma diferença clara entre um feijão que você só cozinha e um que você realmente prepara. O azuki cai na segunda categoria. Ele pede um pouco mais de cuidado, mas a recompensa em sabor é gigante. Eu descobri isso meio por teimosia, tentando fazer uma receita japonesa autêntica e falhando na textura umas três vezes.

O segredo para uma boa Receita de Feijão Azuki, e isso eu aprendi lendo muito sobre técnicas de confeitaria e legumes, está no molho longo. Deixar de molho por 12 horas não é frescura, é ciência. A água quebra as fibras de um jeito que o cozimento fica uniforme, cada grão fica macio por igual, sem aquele negócio de uns estourar e outros ficar duro. O refoguinho final com alho e azeite, que parece simples, é o que traz o sabor do azuki pra frente, junto com a acidez do tomate.

O resultado é uma salada que tem personalidade. Não é só um acompanhamento, ela quase pede pra ser a estrela do prato. Se você nunca trabalhou com esse feijão, te garanto que vale cada minuto do processo. O passo a passo tá aqui embaixo, direto do jeito que eu faço aqui em casa.

Receita Feijão Azuki como Salada: Saiba Como Fazer

Rendimento
4 porções
Preparo
25 min (mais molho e cozimento)
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 8 marcados

Para o feijão:

Para o refogado e finalização:

A xícara é a medida certinha. O resto, a gente vai ajustando. As folhas verdes, por exemplo, eu só coloco se tiver, senão fica perfeito sem também.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 200g (1/4 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 245 kcal 12%
Carboidratos Totais 38.5g 13%
   Fibra Dietética 8.5g 34%
   Açúcares 3.2g 6%
Proteínas 12.8g 26%
Gorduras Totais 7.2g 9%
   Saturadas 1.1g 6%
   Trans 0g 0%
Colesterol 0mg 0%
Sódio 320mg 14%
Potássio 680mg 15%
Ferro 2.8mg 16%
Cálcio 45mg 4%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegano: 100% ingredientes vegetais
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Alto em Fibras: Excelente para digestão
  • Rico em Ferro: Importante para energia

Alertas & Alérgenos

  • Insight: O feijão azuki tem 30% mais fibra que o feijão carioca
  • Deixar de molho reduz antinutrientes e melhora absorção
  • Combinação perfeita: fibra + proteína = saciedade prolongada

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Cozinhando o Feijão (isso leva tempo):

  1. Isso é importante: coloque o feijão azuki numa tigela e cubra com bastante água fria. Deixa de molho por 12 horas, no mínimo. Pode deixar na geladeira se for um dia quente. Você vai ver que os grãos incham bastante.
  2. Passado o tempo, escorra a água do molho. Lave os grãos em água corrente, esfregando levemente com as mãos.
  3. Leve o feijão para uma panela com água fresca, o suficiente para cobrir com uns 4 dedos a mais. Adicione as folhas de louro.
  4. Cozinhe em fogo médio, com a panela semi-tampada, por cerca de 30 minutos. Fica de olho, pode precisar de mais tempo. O ponto é ficar macio, mas ainda inteiro, sem desmanchar. Prove um grão depois dos 25 minutos pra ver.
  5. Quando estiver no ponto, escorra o feijão e descarte as folhas de louro. Reserva.

Montando a Salada:

  1. Numa frigideira ou panela menor, aqueça o azeite em fogo baixo. Adicione o alho e refogue até ficar perfumado e douradinho, mas não queimado.
  2. Junte o feijão azuki escorrido à frigideira. Mexa bem por um ou dois minutos, pra ele absorver o sabor do alho e do azeite.
  3. Transfira tudo para uma tigela grande. Adicione os tomates picados e a cebolinha. Tempere com sal e pimenta a gosto. Mistura com cuidado.
  4. Deixa esfriar até ficar morno ou em temperatura ambiente. Só então, se for usar, misture as folhas verdes escolhidas. Se jogar as folhas quentes, elas murcham na hora.
  5. É isso. Serve como uma salada acompanhamento, ou até como prato principal com um ovo cozido por cima. Fica ótimo no dia seguinte também.

Depois de pronto, você entende o porquê do trabalho. A textura do azuki é diferente, cremosa por dentro mas ainda com uma pele intacta, e ele pega o sabor do alho e do tomate de um jeito muito bom. Não é enjoativo, sabe? É uma salada substancial.

O maior compromisso é lembrar de deixar de molho na noite anterior. Depois disso, é rápido. Já fez essa versão ou tem um jeito diferente de preparar o azuki? Conta pra gente aqui em baixo como você costuma usar esse feijão.

Quanto custa em calorias?

Essa salada de feijão azuki rende 4 porções e cada uma tem aproximadamente 245 kcal (conforme tabela nutricional completa). Bem leve pra quem tá de olho na balança, né? E ainda tem um baita aporte de proteína vegetal e fibras que garantem saciedade!

Quanto tempo dura na geladeira?

Guardando num pote fechado, dura até 3 dias tranquilo. Mas eu sempre como no mesmo dia - a Daiane adora levar pro almoço do trabalho no dia seguinte. Dica: se for guardar, deixa os tomates separados pra não ficar aquela água no fundo.

Se faltar ingrediente, bora improvisar!

• Azuki cru sumiu? Pega o enlatado mesmo (só lava bem pra tirar o excesso de sódio)
• Louro acabou? Joga um raminho de alecrim ou salsinha pro cheiro ficar top
• Cebolinha não é tua praia? Troca por cheiro-verde ou até cebola roxa bem picadinha
• Azeite caro? Óleo de girassol funciona, mas aí perde um pouco o charme

Truque que ninguém te conta

Põe uma colher de chá de bicarbonato na água do molho (sim, aquela mesma da limpeza). O feijão cozinha mais rápido e fica incrivelmente cremoso! A Daiane achou estranho quando eu fiz, mas depois confessou que nunca mais quer saber de outro jeito.

Os 3 pecados capitais do azuki

1. Não deixar de molho: vira uma pedrinha e demora séculos pra cozinhar
2. Excesso de sal: esse feijão já tem um sabor marcante, vai com calma
3. Cozinhar com panela aberta: perde água rápido e fica ressecado (já aconteceu aqui e virou um tijolinho)

Para todo mundo comer

Low carb: reduz o feijão pela metade e aumenta as folhas verdes
Vegano: já é naturalmente, mas dá pra incrementar com tofu grelhado
Sem glúten: tá safe, pode comer sem medo
Proteico: joga um ovo cozido picado por cima que fica show

O que serve junto?

Bebida: chá verde gelado combina demais! Ou uma cervejinha pra quem curte
Acompanhamento: arroz integral ou quinoa ficam perfeitos
Molho extra: mistura azeite, limão e um pouquinho de gengibre ralado - fica divino!

Quer surpreender?

Faz uma versão doce-salgado: refoga o feijão com um pouco de mel e shoyu. Parece loucura, mas fica um contraste incrível! Ou então transforma em patê: bate tudo no processador com cream cheese. Virou meu canapé preferido pra visitas.

Não joga fora!

A água do cozimento (chamada de "aquafaba") vira um ótimo substituto de clara em ovos em receitas veganas. Congela em forminhas de gelo e usa quando precisar. E as folhas do louro? Seca e guarda num potinho pra próxima!

Modo chef Michelin

Finaliza com flocos de sal rosa, um fio de azeite trufado e microfolhas de rúcula. Parece coisa de restaurante caro, mas o custo extra é mínimo. Já fiz num jantar aqui em casa e todo mundo achou que eu tinha pedido delivery gourmet!

O ponto do feijão é crucial

O segredo tá entre "al dente" e "pasta". Pega um grão com 20 minutos de cozimento e aperta com os dedos: deve amassar fácil, mas não desmanchar. Se deixar passar muito, vira purê (e aí só salvando como recheio de pastel).

2 fatos que vão te impressionar

1. Na medicina chinesa, o azuki é considerado "o feijão dos rins" - dizem que ajuda a desinchar
2. A cor vermelha intensa simboliza sorte no Japão, por isso é tradição comer no Ano Novo

Perguntas que sempre me fazem

"Pode congelar?" Pode! Mas só o feijão cozido sem os outros ingredientes. Descongela na geladeira overnight.
"Onde acho azuki?" Em lojas de produtos naturais ou na seção de importados do supermercado. Se não achar, feijão preto dá pro gasto.
"Por que meu feijão ficou duro?" Provavelmente o molho foi curto ou a água do cozimento estava muito ácida (solução: coloca uma pitada de açúcar na panela).

Sabia que...

O azuki é o único feijão que os japoneses comem doce? Eles fazem um pasta chamada "anko" que recheia doces tradicionais. Aqui em casa a gente até tentou fazer - ficou com cara de mingau, mas no café da manhã com torrada foi sucesso!

E aí, topa o desafio?

Se fizer essa receita, conta aqui nos comentários como ficou! Inventou alguma variação? Descobriu um truque novo? Quero saber tudo - até se der ruim (porque já aconteceu comigo também, pode confessar!). Bora compartilhar as experiências na cozinha!

Combinações que vão fazer seu feijão azuki brilhar

Depois de preparar aquele feijão azuki que vai deixar todo mundo com água na boca, que tal montar um menu completo? Aqui vão nossas sugestões testadas e aprovadas - a Dai sempre me ajuda a escolher as melhores combinações para nossos jantares!

Para começar com o pé direito

Pão caseiro fofinho (aprenda aqui): Nada como um pão fresquinho para acompanhar o feijão, ainda mais quando a casca está crocante e o miolo macio.

Sopa de abóbora (receita no link): Um clássico que combina perfeitamente, trazendo um toque adocicado que contrasta bem com o azuki.

Sopa de legumes simples: Leve e reconfortante, prepara o paladar sem roubar a cena do prato principal.

Torradinhas de alho: Crocantes e aromáticas, são ideais para mergulhar no feijão - aqui em casa a gente sempre faz umas extras porque desaparecem rápido!

Pratos principais que combinam perfeitamente

Carne de panela (cliquei aqui): Macia e suculenta, essa receita simples vai fazer o feijão azuki se sentir especial.

Hambúrguer de frango (o preparo): Uma opção mais leve que fica incrível com o toque terroso do azuki.

Hambúrguer de lentilha (veja como é fácil preparar): Para quem prefere vegetariano, combina tanto no sabor quanto na textura.

Costela com mandioca (cliquei aqui): Quando queremos algo mais elaborado, essa é nossa escolha - a Dai adora os sabores intensos!

Peixe grelhado: Um filé bem temperado fica perfeito com o feijão azuki, principalmente se usar limão e alecrim.

Para terminar com chave de ouro

Receita de Arroz doce sem leite condensado fácil: O contraste do doce com o sabor marcante do feijão azuki é simplesmente perfeito.

Creme de abacaxi (veja como preparar): Refrescante e leve, limpa o paladar depois da refeição.

Bolinho de chuva (link): Quem resiste a esses quitutes quentinhos polvilhados com canela?

Gelatina de frutas vermelhas: Uma opção leve e colorida que as crianças (e adultos) adoram.

Para acompanhar

Latte (veja o modo de preparo): Depois da refeição, nada como um café cremoso para fechar com estilo.

Chá verde gelado: Refrescante e combina surpreendentemente bem com o feijão azuki.

Suco de maracujá: O azedinho corta a riqueza do feijão e limpa o paladar.

Água aromatizada com limão e hortelã: Simples, mas sempre cai bem - nossa opção para os dias mais quentes.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa como virou aqui na nossa!

Duvida que o azuki pode ser versátil? Dá uma olhada nessas ideias que eu garimpei pra você.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O doce que é pura tradição

autor: Receitas do Kazu

Confesso que demorei pra me acostumar com a ideia de feijão doce, mas essa receita do Kazu me convenceu de vez. O ponto é que ele tem um sabor neutro e uma textura cremosa que aceita o doce de um jeito natural, sabe? Não fica esquisito. A dica que peguei aqui foi usar o açúcar mascavo — o gosto de rapadura combina perfeitamente, tira aquela sensação de doce artificial. Fica ótimo com uma colher de shoyu por cima, sério.

É aquele tipo de sobremesa que não enjoa, leve e gostosa. Perfeita pra terminar uma refeição japonesa em casa sem muito trabalho.

3º. Arroz com azuki: a dupla que renova o clássico

autor: Temperos de Casa(Marta)

Essa aqui é pra quem acha que arroz com feijão não tem mais surpresa. A Marta mostra um jeito que virou coringa aqui em casa nos dias preguiçosos. Como o azuki já é mais delicado que o carioca, o tempero fica mais em evidência. Eu gosto de refogar bem a cebola, quase caramelizar, antes de botar o feijão cozido.

O resultado é um prato reconfortante, mas com um toque diferente que todo mundo estranha no começo e depois elogia. Resolve o almoço rapidinho e ainda dá uma variada no cardápio semanal.

4º. Baião de dois com cara de restaurante

Olha, essa receita é um nível acima. É daquelas que você faz quando quer impressionar alguém ou simplesmente se tratar num domingo. O chef dá umas voltas que fazem toda a diferença, tipo usar pimenta dedo-de-moça na hora do refogado. Parece bobagem, mas o sabor fica mais vivo, mais redondo.

Já fiz pra um jantar aqui e o pessoal ficou perguntando que feijão era aquele. A textura do azuki, que segura bem o cozimento, fica perfeita com o arroz soltinho. Dá um trabalho a mais? Dá. Vale cada minuto? Com certeza.

5º. Almôndegas que não desmontam no molho

Esse foi um problema que eu sempre tive com almôndegas veganas: elas desmanchavam. Até achar essa receita. O segredo tá em não processar o feijão azuki até virar uma pasta lisa, deixa uns pedacinhos. Eles dão estrutura. Outra coisa: temperar bem a massa antes de modelar, porque depois de pronta não adianta.

Fica surpreendentemente firme e saboroso. A Daiane, que é meio cética com substitutos de carne, aprovou sem ressalvas. É um almoço diferente que engana bem a vontade de comer algo mais “encorpado”.

6º. Azuki ao leite de coco, uma viagem de sabor

Se você gosta de sabores marcantes, bora pra essa. O canal é em inglês, mas o passo a passo é visual demais, dá pra acompanhar de boa. A jogada de mestre aqui é a sequência das especiarias: louro, cravo e pimenta no começo, para abrir, e o açafrão com piri-piri no final, para dar aquele calor. O leite de coco entra por último só pra amalgamar, não pode ferver muito.

Fica um prato com personalidade forte, ótimo pra servir com um arroz basmati simples. Dá a sensação de estar comendo algo de outro país, mas feito na sua cozinha.

7º. A combinação infalível: tofu e azuki

Essa receita da Magda resolve uma coisa chata: tofu sem graça. A marinada com suco de laranja e cominho é genial. O ácido da laranja penetra no tofu e o cominho dá aquele toque terroso que conversa super bem com o feijão. Aprendi que tofu tem que ser tratado com carinho, senão fica uma esponja sem gosto.

É um prato nutritivo e super balanceado, mas o que importa mesmo é que é gostoso pra caramba. Fica uma refeição completa, colorida e que não pesa.

8º. Cogumelos para um almoço rápido e vegano

Para os dias que o tempo está curto mas a fome não, essa é a salvação. O cogumelo Paris, se frito rápido em fogo alto, fica com um sabor ótimo e uma textura carnuda. Juntar com o azuki já cozido e um arroz solto é questão de minutos.

O prato fica com um sabor umami bem interessante, satisfatório. É a prova de que comida vegana não precisa de ingredientes malucos, às vezes é só saber combinar o que tem na geladeira.

9º. Oshiruko: o caldo doce que aquece

Diferente do doce em pasta, o Oshiruko é uma sopa doce. Parece estranho, mas é a coisa mais confortante do mundo num dia frio. O Marcos Kim explica direitinho como chegar na textura certa do caldo, que não pode ser nem água, nem purê.

Serve tradicionalmente com bolinhos de arroz (mochi), mas já fiz com pedacinhos de pão sem fermento tostado e ficou incrível também. É um sabor simples, quase infantil, que me pega sempre pela nostalgia, mesmo não sendo da minha cultura.

10º. Espaguete sem culpa? É possível

Aqui a ideia não é usar o feijão no molho, mas sim como substituto do macarrão! Eles fazem um “espaguete” com o feijão azuki cozido e passado em um cortador especial. Achei a ideia brilhante para quem tá tentando reduzir carboidrato mas não quer abrir mão do conceito de uma massa.

O molho sugerido é bem italiano, com tomate, azeitona e ervas. Fica uma combinação inusitada, o sabor terroso do feijão com o ácido do tomate funciona melhor do que eu imaginava. Exige um acessório, mas é para quem curte uma aventura culinária mesmo.

11º. Hambúrguer com o toque certo de beterraba

Todo hambúrguer vegetal precisa de um truque pra ficar suculento, e nessa receita o truque é a beterraba ralada. Ela dá umidade e aquele tom rosado que engana a vista. O tofu fumado é outro segredo, dá um sabor profundo que falta em muitas receitas veganas.

O passo de assar no forno em vez de fritar na frigideira também é inteligente, porque ele seca menos e mantém o formato. Fica um hambúrguer firme por fora e macio por dentro, perfeito pra botar no pão com as mesmas coberturas que você já gosta.

12º. Salada poderosa com quinoa e vinagrete

Essa salada é a definição de comida que te deixa satisfeito e bem disposto depois. A quinoa cozida no ponto e o azuki formam uma base proteica incrível. Mas o que eleva tudo é o vinagrete feito no processador.

A dica de ouro que aprendi: não bata demais, deixa com uma textura um pouco rústica, quase como um pesto mole. Quando você mistura com a salada ainda morna, o grão absorve o sabor de um jeito mágico. Leva pra um piquenique ou deixa na geladeira para o almoço da semana.

13º. Rabada com um toque oriental

Quem diria, né? Rabada com feijão azuki. Essa combinação me pegou de surpresa, mas faz todo o sentido. A gordura da carne e o caldo encorpado ficam ótimos com a textura mais firme e o sabor suave desse feijão. Ele não desmancha e ajuda a engrossar o caldo de um jeito natural.

É um prato para ocasião especial, daqueles que ficam no fogão o dia todo e enchem a casa de um cheiro incrível. Se você já gosta do tradicional, essa versão é uma experimentação que vale muito a pena.

14º. Creme de abacate com azuki? Sim!

Mais do que uma salada, essa receita é quase um patê. A cremosidade do abacate maduro se mistura com o feijão, e com um fio de azeite e limão fica uma delícia de se comer com torradas ou como acompanhamento de uma proteína grelhada simples.

O erro que você evita aqui é usar abacate muito duro ou muito passado. Tem que estar no ponto exato de amassar fácil mas ainda ter corpo. É rápido, saudável e prova que combinações simples às vezes são as mais geniais.

15º. A feijoada que não pesa no estômago

Saudade de uma feijoada, mas sem querer ficar horas na cozinha e depois no sofá? Essa versão vegana é a resposta. O truque de refogar os legumes no caldo do próprio feijão concentra demais o sabor. Usei abóbora, cenoura e couve, e ficou um caldo engrossado, quase um ensopado.

Fica saborosa, reconfortante, mas você sai da mesa leve. É um prato que agrada todo mundo, vegano ou não, e é perfeito para um almoço de fim de semana descontraído. Dá uma olhada no vídeo que a ideia de vegetais é bem livre, use o que tiver em casa mesmo.

Pronto, são muitas inspirações, né? Me conta aí nos comentários qual dessas mais chamou sua atenção ou se já conta com uma receita própria com azuki. Adoro trocar ideias sobre essas descobertas na cozinha.

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 11:23

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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Comentários  

0 Matheus L.
Fácil e diferente. Gostei
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