14 Receitas de Arroz À Grega E Muitas Opções Para Mudar O Cardápio Da Semana

  • Você pode, ou não reaproveitar arroz, o que não vale é deixar de fazer essas receitas.
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Frigideira quente, alho no óleo e aquela duvida: o que fazer com a xícara de arroz branco sobrando na geladeira? Foi assim, numa terça-feira qualquer, que decidi transformar o básico em algo digno de visita.

Estudar técnicas de refogado me ensinou um segredo: os legumes precisam entrar na panela em ordem certa. A cenoura primeiro, porque ela precisa de mais tempo. Depois os pimentões, para manter a crocância. É um detalhe que aprendi praticando, e que faz toda diferença no prato final. O resultado é um arroz à grega colorido e cheio de personalidade, perfeito para mudar o cardápio da semana sem complicação.

Se você, como eu, busca uma receita que une praticidade e um toque especial para o dia a dia, essa versão tradicional é a resposta. O passo a passo está logo abaixo, cheio de dicas para você acertar de primeira. Vamos lá?

Receita de arroz à grega tradicional Simples e Fácil: como fazer

Rendimento
6 porções
Preparo
25 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 11 marcados

Essa é daquelas receitas que salva o almoço quando a geladeira parece meio vazia. Dá pra fazer com os legumes que tiver, sério. Uma vez usei até um pouco de salsão que ia estragar, ficou bom.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 150g (1/6 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 52.3g 17%
   Fibra Dietética 3.8g 15%
   Açúcares 12.5g 25%
Proteínas 5.2g 10%
Gorduras Totais 6.8g 9%
   Saturadas 0.8g 4%
   Trans 0g 0%
Colesterol 0mg 0%
Sódio 320mg 14%
Potássio 285mg 6%
Vitamina A 450µg 50%
Vitamina C 35mg 39%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal
  • Vegano: Totalmente à base de plantas
  • Sem Lactose: Não contém laticínios
  • Boa Fonte de Fibras: Auxilia na digestão

Alertas & Alérgenos

  • Açúcar natural: Uva passa contribui com açúcares naturais
  • Insight: Rico em vitamina A (cenoura) e C (pimentões) - excelente para imunidade
  • Calorias podem variar conforme quantidade de óleo e uva passa utilizada

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo o arroz base:

  1. Pega uma panela média, esquenta um fio de óleo em fogo médio. Joga o alho amassado e fica de olho. Refoga só até chegar aquele cheiro maravilhoso, mas sem deixar dourar. Isso é chave pra o arroz não ficar com cara de velho, você me entende.
  2. Adiciona a xícara de arroz e mexe por uns 2 minutos, até os grãos ficarem meio translúcidos e brilhando por causa do óleo. Esse passo deixa o arroz soltinho depois, confia.
  3. Coloca as 2 xícaras de água fervente. Cuidado que pode espirrar, então vai com calma. Tempera com sal e uma pitada de pimenta. Quando levantar fervura, abaixa o fogo pra baixíssimo, tampa a panela mas deixa um cantinho escancarado. Deixa cozinhar assim por uns 15 a 18 minutos. Não fica mexendo, deixa o arroz trabalhar em paz.

Enquanto o arroz cozinha, você tem tempo de sobra pra picar os legumes. É um bom jeito de não perder tempo, aprendi isso na correria do dia a dia.

Refogando os legumes e a finalização:

  1. Pega uma frigideira, esquenta outro fio de óleo. Joga os cubinhos de cenoura primeiro. Eu refogo ela sozinha por uns 3 minutos, porque ela é mais dura e precisa de um calorzinho a mais pra ficar no ponto.
  2. Agora adiciona o pimentão amarelo e o vermelho. Mistura e deixa por mais 2 ou 3 minutos. O legal é o pimentão ficar com a cor viva ainda, sabe? Aquele crocante leve. Ninguém quer pimentão mole nesse arroz.
  3. Joga o milho e a ervilha (já escorridos, né?) e a uva-passa. Mexe só pra misturar e incorporar o calor. Desliga o fogo.
  4. Seu arroz já deve estar pronto, com a água toda absorvida. Desliga o fogo dele também. Usa um garfo para soltar os grãos e então joga todo o refogado de legumes dentro da panela do arroz.
  5. Mistura tudo com muito carinho, até ficar bem colorido e homogêneo. Prove pra ver se precisa de mais sal. Talvez um fio de azeite por cima na hora de servir, se você for do time que gosta.

Pronto, tá aí um clássico que nunca decepciona. Esse arroz à grega é aquele companheiro fiel para o franguinho assado de domingo, um bife acebolado ou até mesmo um ovo frito quando a janta precisa ser rápida. Ele fica lindo no prato, com todas aquelas cores, e o sabor é bem equilibrado — a uva-passa dá um toque doce surpresa que, pra mim, é o segredo.

E aí, você costuma fazer de um jeito diferente? Coloca azeitona, talvez um pouco de bacon? Conta pra gente nos comentários como é o seu arroz à grega favorito. Fico sempre curioso para saber as variações que cada um cria na sua cozinha. Agora bora servir, que isso aí está cheirando muito bem!

Quanto tempo dura esse arroz à grega?

Na geladeira, dura até 3 dias se guardado em pote fechado. Mas sério, na minha casa nunca sobra por mais de um dia - a Daiane sempre dá um jeito de fazer um misto-quente no dia seguinte. Se quiser congelar, pode! Fica bom por até 1 mês, mas o pimentão pode ficar mais molenga depois de descongelar.

E as calorias?

Cada porção (considerando 6 porções) fica em torno de 285 calorias, conforme nossa tabela nutricional completa. Mas quem tá contando calorias quando tem uva passa e pimentão douradinho na jogada, né?

Trocas inteligentes pra variar

• Sem uva passa? Tenta damasco picado ou até manga desidratada
• Pimentão caro? Usa só um e complementa com tomate cereja
• Arroz branco pode virar integral (só aumenta a água e o tempo de cozimento)
• Vegano? Joga um cubinho de caldo de legumes no lugar do sal

Os 3 pecados capitais do arroz à grega

1. Refogar o alho até ficar marrom - fica amargo! Doura só até perfumar a cozinha
2. Cozinhar os legumes junto com o arroz - vira mingau colorido
3. Exagerar na água - 2x a medida do arroz é sagrado, nem mais nem menos

Truque secreto que aprendi com minha mãe

Depois de refogar os legumes, tira um pouquinho do arroz cozido e mistura na frigideira antes de juntar tudo. Isso ajuda os sabores a se casarem melhor. Parece mágica, mas é ciência (ou alquimia culinária).

O que serve junto?

• Filé de frango grelhado com limão - clássico dos clássicos
• Omelete simples - pra quando a grana tá curta
• Vinho branco seco - se quiser dar um upgrade no jantar
• Farofa de banana - sim, eu sei que é heresia mas combina!

Modo gourmet: versão chef

Troca o óleo por azeite de oliva extravirgem, usa arroz arbóreo e finaliza com nozes picadas. A uva passa? Hidrata antes em vinho branco. Fica tão chique que até o pimentão vira "capsicum" (mas no fundo é a mesma coisa).

Fazendo no modo economia

Usa só um tipo de pimentão (o mais barato), substitui a ervilha por vagem picada e esquece a uva passa. Fica gostoso do mesmo jeito! Já fiz assim quando tava no começo de casado e a Daiane nem percebeu a diferença (shhh).

Arroz à grega versão inverno

Adiciona cubinhos de abóbora assada e uma pitada de canela. Parece esquisito, mas fica com um sabor aconchegante que combina com dias frios. Experimenta e me conta depois!

A parte mais chatinha

Cortar os legumes todos do mesmo tamanho é um saco, eu sei. Mas faz diferença! Se tá com preguiça, compra aqueles mixes congelados - ninguém vai te julgar (eu já usei e funcionou).

Sobrou? Transforma!

• Vira recheio de panqueca ou torta
• Mistura com ovo batido e faz bolinho frito
• Refoga com frango desfiado pra um risoto rápido
Na minha casa, o "arroz à grega requentado" vira "arroz à grega melhorado".

Algo que ninguém te conta

1. O verdadeiro arroz à grega original leva fígado de galinha (sim, sério!)
2. Se deixar na geladeira overnight, o sabor fica mais intenso - os temperos se casam melhor

De onde veio essa receita?

Apesar do nome, não é da Grécia! Veio dos imigrantes árabes no Brasil, que adaptaram o "roz bil khodra" (arroz com legumes). A uva passa foi nosso toque tropical. Interessante, né?

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode, mas os legumes perdem um pouco a textura
Por que meu arroz fica grudado? Ou mexeu demais ou usou água a mais
Posso fazer sem alho? Pode, mas perde 70% da graça (e eu vou chorar)

Confissões de cozinha

Uma vez esqueci o arroz no fogo enquanto discutia com a Daiane sobre qual filme ver. Resultado: fundo carbonizado e jantar no delivery. Moral da história? Timer do celular é seu amigo.

O que mais combina com esse sabor?

Experimenta servir com:
• Uma pitada de páprica defumada por cima
• Um fio de mel na hora de refogar os legumes
• Castanha de caju torrada por cima
Combinações que vão fazer você repensar sua relação com arroz à grega!

De jantar simples a festa chique

• Para jantar rápido: só o arroz e um ovo frito por cima
• Festa infantil: faz com cenoura em formato de estrela
• Jantar especial: serve em abacaxi cavado como vasilha
• Piquenique: leva frio mesmo, fica ótimo!

Se tudo der errado...

Arroz virou papa? Transforma em sopa!
Queimou o fundo? Troca de panela e tira a parte de cima
Exagerou no sal? Bota uma batata crua pra absorver
Na dúvida, joga queijo ralado por cima - sempre salva.

Sabia que...

O pimentão amarelo tem quase o dobro de vitamina C que o laranja? E a cenoura cozida libera mais betacaroteno que crua. Ou seja: esse arroz à grega é quase um suplemento vitamínico disfarçado de comida gostosa!

Combinações Perfeitas para Acompanhar Seu Arroz à Grega

Depois de preparar aquele arroz à grega que já é sucesso garantido, que tal montar um menu completo? Selecionamos opções que casam perfeitamente, desde entradas leves até sobremesas que vão fechar com chave de ouro. A Dai sempre diz que o segredo está no equilíbrio - e ela tá certíssima!

Para Começar com Tudo

Receita de Tartar de salmão fácil: Frescor que prepara o paladar sem pesar. Combina demais com a riqueza de sabores do arroz.

Chips de batata doce na airfryer (veja o preparo detalhado): Crocância saudável que a gente sempre repete antes do prato principal chegar à mesa.

Quibe assado recheado (cliquei aqui): Versão assada é mais leve e o recheio surpreende. Aqui em casa virou vício!

Bolinho de bacalhau: Clássico que nunca falha, especialmente quando tem aquele interior cremoso. Dai adora fazer nos domingos.

Prato Principal: O Protagonista

Frango ao molho branco que faz sucesso: Cremosidade que abraça o arroz. A gente sempre faz extra porque todo mundo repete.

Bife à parmegiana (receita aqui): Clássico que todo mundo ama. O queijo derretido + arroz à grega = casamento perfeito.

Filé de peixe grelhado surpreendente: Opção leve que deixa o arroz brilhar. Adicionamos sempre um toque de limão siciliano.

Medalhão de carne com ervas: Simples mas sofisticado. Quando queremos impressionar visitas, essa é a nossa carta na manga.

Para Finalizar com Doçura

Receita de Mousse de leite ninho super simples: Cremoso e nostálgico. A sobremesa mais pedida pelos nossos sobrinhos!

Pavê de limão (receita no link): Acidinho que corta a riqueza da refeição. Perfeito para dias mais quentes.

Arroz doce cremoso surpreendente: Continuando o tema arroz, mas na versão sobremesa. Confort food da infância.

Bebidas para Harmonizar

Mojito sem álcool (passo a passo no link): Refrescância do hortelã com limão. Nosso truque? Dobrar a quantidade de gelo!

Limonada siciliana com manjericão: Clássico reinventado. O manjericão dá um toque especial que combina com tudo.

Suco de maracujá com gengibre: Equilíbrio entre doce e picante. Dai sempre faz quando servimos pratos mais encorpados.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa também! Aqui já estamos planejando o próximo menu - talvez com direito àquela receita secreta da vó da Dai...

Agora que você já sabe o segredo da ordem dos legumes, bora ver como esse arroz pode virar mil coisas diferentes? Separei as melhores ideias que testei na prática.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Presunto: o clássico que nunca falha

autor: Tour da Beleza

Se tem uma combinação que parece que nasceu junto, é arroz à grega com cubinhos de presunto. Ele dá um salgado extra que equilibra a doçura da uva passa, sabe? A versão do Tour da Beleza é bem completa, bem explicadinha.

Minha dica é cortar o presunto em cubos bem parecidos com os da cenoura e do pimentão. Assim, cada garfada pega um pouco de tudo, fica uma explosão de texturas. Serve como acompanhamento forte ou até como recheio para uma panqueca. É coringa.

3º. Frango desfiado: o prato completo

autor: Receitas da Lauri

Essa é a solução pra quando você quer um almoço de panela só, sem frescura. Em vez de fazer arroz, frango e salada separados, joga tudo junto. O frango desfiado, principalmente aquele do peito que às vezes fica meio seco, absorve os sabores dos legumes e fica incrível.

Fica tão bom que vira prato principal mesmo. A Daiane adora fazer uma fornada no domingo e guardar potinhos para a semana. Só esquenta e já era. Praticidade pura.

4º. Bacon e calabresa: para os que amam um sabor marcante

Aqui a gente abandona a sutileza e abraça o sabor. O bacon e a calabresa defumada transformam o arroz num prato robusto, daqueles que chama a atenção de longe. O segredo é fritar bem a calabresa e o bacon primeiro, pra soltar toda a gordura saborosa que vai ser o óleo do refogado.

Fica tão encorpado que quase não precisa de acompanhamento. Só uma saladinha verde pra cortar a gordura. Perfeito para um dia frio ou quando a fome tá brava.

5º. Na versão cremosa, quase um suflê

Isso aqui é outra categoria. Misturar o arroz já cozido com requeijão, leite e ovo e levar ao forno cria uma textura completamente nova, úmida e cremosa por dentro, com uma casquinha dourada por cima. Parece mágica.

É ótimo pra reaproveitar arroz que sobrou e dar um ar de prato novo. Só cuidado para não colocar muito líquido, senão vira um mingau. A medida do vídeo é bem certeira.

6º. Camarão: para um toque de sofisticação rápida

Quer impressionar sem passar horas na cozinha? Camarão é a resposta. Só o cheiro que fica na cozinha já vale. A dica de ouro é refogar os camarões separadamente, bem rapidinho, e só juntar ao arroz no final, para não ficarem borrachudos.

Vira um prato especial para um almoço com visitas, mas que é tão fácil quanto a versão normal. Use camarões médios, limpos. Fica lindo e saboroso.

7º. Integral: a opção mais nutritiva e com sabor

Se você está tentando comer um pouco melhor, essa versão é uma salvação. O arroz integral tem um sabor mais terroso e uma textura que combina demais com a firmeza dos legumes. Fica um prato muito satisfatório.

Como ele leva mais tempo para cozinhar, minha sugestão é refogar os legumes separadamente e misturar só no final, senão eles ficam supercozidos. Mantém a cor e o crocante.

8º. Arroz parboilizado: a textura perfeita garantida

Eu era meio cético com arroz parboilizado, achava sem graça. Mas para o à grega, ele é uma mão na roda. Como os grãos são mais firmes e soltinhos, eles não empapam com a umidade dos legumes e do molho. Cada grão fica inteiro, envolto no sabor.

É a escolha certeira se você tem problema com arroz que vira pasta. Segue o tempo de cozimento do pacote que não tem erro.

9º. Com nozes: a versão festiva de Natal

As nozes picadas mudam completamente o jogo. Elas dão uma crocância surpresa e um sabor amanteigado que eleva o prato para outro patamar. Parece coisa de restaurante caro, mas é só você quebrando algumas nozes na mão.

Adicione só no final, depois de servir, para não amolecerem. É aquele detalhe que faz todo mundo ao redor da mesa comentar. Perfeito para as festas de fim de ano.

10º. Lentilha: sorte e sabor no mesmo prato

Quer unir a tradição da lentilha de ano novo com um prato colorido e gostoso? Essa mistura é genial. A lentilha cozida al dente acrescenta uma textura a mais e deixa o prato ainda mais nutritivo e substancial.

Cozinhe a lentilha separadamente até ficar macia mas ainda inteira, e misture com cuidado no final. Assim ela não desfaz e nem tinge o arroz todo. Fica lindo e cheio de significado.

11º. De forno: a praticidade que salva o dia

Essa é a definição de mão livre. Você refoga tudo, mistura com o arroz cru, cobre com água ou caldo e manda pro forno. Enquanto cozinha sozinho, você pode fazer mil outras coisas. O resultado é um arroz soltinho, com os sabores bem incorporados.

Ótimo para quando se tem pougas bocas para alimentar ou para levar numa travessa para um almoço na casa de alguém. Chega e só serve.

12º. Sem uva passa: finalmente paz na mesa

Se na sua casa a uva passa causa divisão, essa receita é o tratado de paz. Ela prova que o arroz à grega fica incrivelmente saboroso mesmo sem o doce contrastante. Os sabores dos legumes, do presunto e dos temperos ganham mais destaque.

É uma versão mais "salgada" e unânime. A dica é talvez colocar um pouco mais de pimentão colorido para manter a cor alegre. Todo mundo sai feliz.

13º. Com arroz já cozido: o rei do reaproveitamento

Essa é pura sabedoria doméstica. Em vez de jogar fora aquele arroz branco que sobrou, você dá uma vida nova para ele. Refoga os legumes, joga o arroz frio, mexe bem para aquecer e incorporar os sabores. Em 10 minutos tem um prato novo.

O arroz frio fica mais firme, então dificilmente empapa. É econômico, prático e tão gostoso quanto fazer do zero. Zero desperdício.

14º. Castanha de caju: a crocância que faz a diferença

A castanha de caju tostada é o segredo para um arroz com cara de luxo. Ela acrescenta uma crocância cremosa e um sabor rico que simplesmente não tem como dar errado. Parece algo que você pediria em um restaurante chique.

Compre a castanha já sem sal e toste levemente numa frigideira seca antes de acrescentar. O calor realça o sabor. Jogue por cima na hora de servir para manter a textura. É impressionante como um ingrediente muda tudo.

Pronto, agora você tem um arsenal de opções para nunca mais achar que arroz à grega é tudo igual. Qual dessas você acha que vai fazer primeiro? Ou já tem uma versão secreta aí na sua casa? Conta tudo aqui nos comentários, vou adorar saber!

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 23:54

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Leozão Eduardo
testei com azeitona verde e ficou top
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0 Yayá
anotado pra semana que vem
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