20 Receitas Com Carne de Sol COM Pratos Variados Que Trarão Muito Sabor a Suas Refeições

  • Uma carne muito tradicional na mesa dos brasileiros, principalmente do Nordeste feita de forma deliciosa.
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Carne de sol dessalgada e desfiada, refogada com cebolas douradas no azeite. Acho que já falei o suficiente para te convencer, né? Essa combinação, por si só, já é uma declaração de amor à cozinha nordestina e ao sabor honesto. Mas ela ganha outra dimensão quando vira o recheio de um escondidinho cremoso.

Eu testei essa versão depois de uma visita ao Terraço Itália, onde vi como um purê perfeito pode elevar qualquer prato. A técnica está na batata Asterix, que tem menos água, e em cozinhá-la com leite desde o início. O resultado é uma textura sedosa que abraça o salgado intenso da carne. O toque final do queijo parmesão gratinando no forno, ah, isso é pura magia caseira.

Essa receita transforma uma reunião simples em um banquete memorável. É uma daquelas experiências que faz todo mundo pedir a receita, eu juro. Se você quer surpreender, o passo a passo completo desse escondidinho fantástico está esperando por você logo ali embaixo.

Escondidinho: entre as melhores receitas com carne de sol, veja como fazer

Rendimento
6 porções
Preparo
25 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 12 marcados

Para o Purê de Batata:

Para o Recheio e Montagem:

É uma lista que parece longa, mas metade é queijo e tempero. O investimento principal é mesmo na carne de sol e nas batatas Asterix. Vale cada centavo quando você vê a reação da galera na hora de servir.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 300g (1/6 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 485 kcal 24%
Carboidratos Totais 38.2g 13%
   Fibra Dietética 3.5g 14%
   Açúcares 8.1g 16%
Proteínas 28.4g 57%
Gorduras Totais 23.8g 41%
   Saturadas 12.3g 62%
   Trans 0.2g -
Colesterol 85mg 28%
Sódio 1,150mg 50%
Potássio 980mg 21%
Cálcio 420mg 42%
Ferro 2.8mg 16%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Alto em Proteína: Excelente para recuperação muscular
  • Rico em Cálcio: Para ossos e dentes fortes
  • Boa Fonte de Fibras: Auxilia na digestão
  • Sem Glúten: Naturalmente livre de glúten

Alertas & Alérgenos

  • Alto sódio – Carne de sol aumenta teor; reduza para hipertensos
  • Gorduras saturadas – Queijos e creme de leite contribuem
  • Contém lactose – Não adequado para intolerantes
  • Insight: Rico em proteínas e cálcio, mas cuidado com o sódio; perfeito para dias de treino intenso

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo o Purê (o Segredo Tudo):

  1. Coloca os pedaços de batata descascada numa panela grande. Cobre com água fria e joga os 500ml de leite junto. Adiciona uma pitada de sal. Leva ao fogo alto até ferver, aí abaixa para médio e deixa cozinhar até a batata ficar bem macia, tipo espetar com uma faca e ela escorregar fácil. Demora uns 20, 25 minutos.
  2. Escorre toda a água com leite. Não joga fora ainda, deixa um pouco reservado num copo, caso precise afinar o purê depois.
  3. Agora, amassa as batatas ainda quentes. Eu uso um espremedor, acho que fica mais liso. Tenta tirar todos os pelotinho, ninguém gosta de pedaço duro no meio.
  4. Numa panela limpa e em fogo bem baixo, derrete a colher de manteiga. Joga o purê por cima e começa a mexer com uma colher de pau. Vai adicionando o creme de leite aos poucos, mexendo sem parar até incorporar tudo e ficar bem cremoso. Prova, vê se precisa de mais sal. Se ficar muito grosso, coloca um pouco daquele líquido do cozimento que guardou. O ponto é aquele que desgruda do fundo da panela. Desliga e reserva.

Preparando o Recheio de Carne de Sol:

  1. Pega uma frigideira grande, de preferência antiaderente. Aquece o azeite em fogo médio. Joga as cebolas em rodelas e refoga, mexendo de vez em quando, até elas ficarem bem douradas e macias. Isso aqui é o que dá o doce pro recheio, não apressa.
  2. Acrescenta a carne de sol desfiada. Mexe bem para a cebola se misturar com a carne e para a carne pegar um pouco do sabor do azeite e da cebola. Refoga por uns 5 minutinhos, só para integrar os sabores e esquentar a carne por completo. Desliga e já deixa ali mesmo.

Montando e Gratinando o Escondidinho:

  1. Pré-aquece o forno a 180°C. Pega uma assadeira, não precisa ser fundona, uma média serve.
  2. Com uma colher ou espátula, espalha metade do purê de batata no fundo da assadeira, formando uma camada uniforme. É o nosso "tapete".
  3. Distribui todo o recheio de carne de sol por cima do purê, cobrindo bem.
  4. Espalha o queijo muçarela ralado por cima da carne. É isso que vai derreter e grudar tudo.
  5. Agora, cobre com o resto do purê. Tenta fechar bem as bordas para a carne não escapar na hora de servir. Deixa a superfície o mais lisinha possível.
  6. Para finalizar, salpica o queijo parmesão ralado por cima de tudo. Quanto mais grosso o ralo, mais aquelas casquinhas deliciosas vão se formar.
  7. Leva ao forno por uns 20 a 25 minutos, ou até o queijo parmesão ficar com aquele dourado maravilhoso e as bordas do purê começarem a borbulhar levemente.
  8. Tira do forno e deixa descansar por uns 5 minutinhos antes de atacar. A paciência é difícil, eu sei, mas isso ajuda a firmar e não queimar a língua. Depois é só servir e se preparar para os elogios. É pesado? Um pouco. Vale a pena? Sem dúvida.

Esse escondidinho é daqueles pratos que resolvem uma refeição especial sem muito trabalho. A carne de sol dá um sabor único que nenhum outro tipo de carne consegue imitar, e aquele purê cremoso faz o papel perfeito de abraçar todo o recheio. Fica lindo na mesa e o cheiro que sai do forno já é meio caminho andado para o sucesso.

E você, costuma fazer escondidinho de qual jeito? Tem alguma variação com outro tipo de carne ou um truque para o purê ficar ainda melhor? Me conta aqui nos comentários como você faz o seu, sempre dá pra aprender um detalhe novo com a experiência de cada um. Bom apetite!

Quanto tempo dura e como guardar seu escondidinho

Na geladeira, dura até 3 dias – mas sério, quem consegue resistir tanto tempo? Se quiser congelar, embala bem e dura 1 mês. Dica: congele em porções individuais pra aquela emergência gastronômica. Pra reaquecer, forno baixo com papel alumínio por cima pra não ressecar.

Calorias? Bora calcular

Cada porção tem aproximadamente 485 kcal (mas vale cada caloria, né?). Para ver todos os detalhes nutricionais, confira a tabela nutricional completa logo acima. Se quiser reduzir, troque o creme de leite por iogurte natural e use menos queijo – mas eu não faria isso, hein?

Tá sem algum ingrediente? Relaxa, tem jeito

  • Carne de sol → carne seca (dessalgada) ou até frango desfiado
  • Batata asterix → batata doce fica incrível (e mais nutritiva)
  • Creme de leite fresco → requeijão cremoso salva
  • Queijos → prato ou coalho no lugar da muçarela

Versões pra todo mundo

Sem lactose: Use leite e queijos vegetais (a muçarela de castanha é ótima). Low carb: Troca a batata por purê de couve-flor. Proteico: Acrescente 2 colheres de whey no purê (sim, funciona!).

Hacks que salvam vidas

  • Cozinhe as batatas no leite desde o início – fica mais cremoso que beijo de novela
  • Bate o purê no mixer ou processador pra ficar ultra liso
  • Coloca uma pitada de noz-moscada no purê – segredo dos chefs
  • Se o purê ficar muito mole, joga um pouco de amido de milho e salva

Pare! Não cometa esses erros

  • Purê aguado: Escorra MUITO bem as batatas antes de amassar
  • Carne salgada: Dessalgue por no mínimo 6 horas, trocando a água
  • Queimou embaixo: Coloque água quente na assadeira durante o forno
  • Não gratinou: Deixe o forno no máximo nos últimos 5 minutos

O que servir com esse monstro delicioso?

Uma saladinha verde pra equilibrar (alface, tomate e cebola roxa). Bebida? Cerveja gelada ou suco de caju. E pra quem quer arrasar: molho de pimenta caseiro. A Daiane sempre faz um de pimenta dedo-de-moça com limão que é perfeito!

O ponto crítico: o purê perfeito

Aqui é onde a maioria erra. As batatas devem estar MUITO macias (teste com garfo). Na hora de amassar, ainda quentes, e jogue o leite aos poucos. Se ficar grumos, peneire. Já salvei um purê desastre batendo no liquidificador com mais leite quente – fica ótimo!

Quer inovar? Tenta essas versões

  • Escondidinho de camarão: Troca a carne por 500g de camarão refogado
  • Fit: Purê de mandioquinha e carne moída magra
  • Explosão de queijo: Coloca catupiry entre as camadas
  • Doce-surpresa: Purê de batata-doce com carne de sol e queijo brie

Sobrou? Transforma!

Resto de escondidinho vira ótimo recheio de panqueca ou pastel. As cascas das batatas? Lava bem, tempera e leva ao forno pra fazer chips. E a água do cozimento? Usa pra regar plantas (tem nutrientes!).

Modo chef Michelin

Finaliza com azeite trufado e folhas de manjericão. Ou faz camadas finas alternando purê e recheio (fica lindo no corte). Queijo parmesão ralado na hora? Nível master!

Versão econômica sem perder o sabor

Troque a carne de sol por peito de frango desfiado temperado. Use requeijão no lugar do creme de leite e um mix de queijos mais baratos. Fica ótimo e custa metade!

Se tudo der errado...

  • Purê virou sopa? Transforma em creme de batata
  • Queimou o fundo? Raspa com cuidado e disfarça com mais queijo
  • Esqueceu de dessalgar? Serve com purê bem sem sal e equilibra

2 fatos que ninguém te conta

  1. O nome "escondidinho" vem porque a carne fica "escondida" sob o purê
  2. No Nordeste, colocam banana-da-terra entre as camadas – fica incrível!

De onde veio essa maravilha?

Típico do Nordeste, surgiu como forma criativa de aproveitar carne seca. Mas hoje tem versões em todo Brasil – cada região coloca seu toque. No Ceará, por exemplo, usam muito queijo coalho.

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar cru? Pode! Monta tudo e congela antes de assar.
Por que minha muçarela não derrete? Provavelmente usou queijo errado – tem que ser o fresco.
Posso fazer no micro-ondas? Pode, mas não gratinará igual. Melhor forno mesmo.

Harmonização surpreendente

O salgado da carne com o cremoso do purê pede um contraste: picles de pepino ou cebolinha crua picada. E pra beber? Um drink caipirinha de caju corta perfeitamente a gordura.

Sabia que...

Originalmente se usava carne de sol mesmo, não dessalgada totalmente – por isso o nome "escondidinho de carne de sol". E em alguns lugares chamam de "pastelão de purê", que não tem a mesma graça, né?

Carne de sol que vai fazer seu dia brilhar (e sua panela chiar!)

Se tem um prato que une nordeste e sudeste na mesa, é esse aqui. Montei um cardápio completo pra você não precisar pensar em nada - só em como vai repetir o prato!

Pra começar com o pé direito

Pastel de queijo (prepare hoje mesmo): Crocância que faz a Daiane (minha metade da laranja) ficar de olho antes mesmo de eu fritar. Melhor com café da tarde, mas quem resiste a qualquer hora?

Pão de batata doce (clique aqui para o passo a passo): Macio que só, com aquele dourado convidativo. Aqui em casa sempre tem no congelador pra emergências (leia-se: ataques de fome repentinos).

Bolinho de chuva (aqui): Nostalgia pura! Aquele cheiro de canela que invade a cozinha e traz memórias de vó. Faça extra, some rápido.

Acompanhamentos que roubam a cena

Cuscuz nordestino: Parceiro inseparável da carne de sol. Dica: coloque uma manteiga derretendo por cima e espere o milagre acontecer.

Receita de Vinagrete supeer simples: Frescor necessário pra equilibrar. Eu capricho na cebola roxa - a Daiane reclama do hálito depois, mas come até o último pedacinho.

Macaxeira cozida: Simples, mas quando está bem feita... nossa! Douradinha na manteiga da garfada? Perfeição.

Receita de Batata doce caramelizada supeer simples: Doce sem ser sobremesa. Contraste incrível com o salgado da carne. Cuidado que viciar!

Pra fechar com chave de ouro

Banana flambada que vai surpreender você: Dramática (tem fogo!) e deliciosa. Faça na frente dos convidados pra ganhar pontos de chef estrela.

Receita de Doce de leite caseiro simples: Demora pra fazer, some em segundos. Aquele que fica perfeito no dedo... digo, na colher!

Receita de Sorvete de abacate fácil: Diferente e cremoso. Parece saudável até você colocar o terceiro scoop.

Bebidas: Opções para quem busca o equilíbrio perfeito

Suco de caju (veja como fazer no link): Doce natural que combina demais. Se for o da fruta fresca, melhor ainda - mas a versão polpa salva a vida paulistana.

Água bem gelada: Clássico que nunca falha. Aqui em casa enchemos garrafas de vidro e deixamos no freezer - fica aquela camada de gelo fininha perfeita.

Receita de Quentão de vinho fácil: Pra dias mais frios (sim, São Paulo prega peças). Sem álcool, é só esquentar o suco de uva integral com as especiarias.

E aí, qual combo vai testar primeiro? Se fizer igual aqui em casa, já aviso: prepare-se para receber pedidos de bis! Conta pra gente nos comentários qual foi seu favorito.

Curtiu a ideia do escondidinho? Então se prepara, porque a carne de sol pode ir muito, mas muito mais longe.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando a cremosidade é a lei

autor: Tudo de Gostoso

Eu vou confessar: tinha um certo preconceito com nata na carne de sol. Achava que ia ficar pesado, enjoativo. Que nada. Essa receita me mostrou que a nata, na medida certa, não empata – ela abraça. Ela cria um molho aveludado que envolve cada fibra da carne dessalgada, transformando tudo numa coisa só, cremosa e cheia de personalidade.

É o tipo de prato que resolve aquele jantar em que você quer algo reconfortante, mas não quer ficar horas na cozinha. Fica pronto em poucos minutos. A dica de ouro é usar uma nata fresca, de boa qualidade, e não deixar ferver muito, só aquecer. Senão pode talhar. Fica o aviso!

3º. A dupla sertaneja imbatível

autor: Aprendendo com Leni

Carne de sol com mandioca cozida. Parece simples, e é. Mas a genialidade está justamente aí. É uma daquelas combinações que não precisam de firula para brilhar. A mandioca, bem cozida e macia, funciona como uma base neutra e reconfortante que acalma o sal intenso da carne. Cada garfada é um equilíbrio perfeito.

Essa receita evita um erro comum: cozinhar a mandioca em pedaços muito desiguais. Se uns estiverem cozidos e outros duros, estraga a experiência. Corte em pedaços mais ou menos do mesmo tamanho, cubra com água fria e só leve ao fogo. Simples assim. É comida de verdade, da boa.

4º. A farofa que é quase um prato principal

Paçoca de carne de sol. Meu amigo, isso aqui é uma instituição. É um prato que carrega a alma do Nordeste na ponta do garfo. A textura é única: ao mesmo tempo soltinha e um pouco úmida, com pedacinhos de carne que dão aquela resistência gostosa ao morder. A impressão que ela sempre causa é um de pura felicidade, seguida de um: "nossa, que diferente e maravilhoso".

O processo de dessalgar por 24 horas é importante, não pule. E na hora de 'pilar' ou processar, não exagere. Você quer uma farofa com textura, não uma pasta. Serve com arroz branco, feijão e uma banana à milanesa. Combinação sagrada.

5º. A clássica que nunca, nunca falha

Carne de sol acebolada. Se tem uma coisa que aprendi na cozinha é que cebola dourada no azeite é um dos maiores temperos do mundo. Ela traz doçura, profundidade e um aroma que invade a casa toda anunciando que algo bom está por vir. Essa receita é pura técnica caseira, daquelas que passam de geração em geração.

A memória afetiva que ela traz é forte. Me lembra de restaurantes simples e bons, daqueles pratos que vem fumegando na panela de barro. A dica não óbvia? Use cebolas roxas e brancas juntas. A roxa dá um sabor mais adocicado e a branca, aquele tradicional. Fica um contraste lindo e saboroso. E coloque bastante, pode confiar.

6º. Versatilidade pura para o dia a dia

Carne de sol desfiada é um coringa na minha geladeira. Você faz uma porção e ela vira mil coisas: recheio de pão na chapa no café da manhã, um hambúrguer diferenciado no almoço, uma farofa rápida no jantar. Resolve a questão do "o que fazer" em vários momentos. É prática em forma de proteína.

Para desfiar bem, a carne precisa estar cozida no ponto certo. Nem dura a ponto de ficar em fiapos secos, nem tão mole que vire uma pasta. Deixe esfriar um pouco e use dois garfos, o movimento é bem relaxante, quase terapêutico. Rendendo bem, ela dura alguns dias e salva várias refeições.

7º. Para quem gosta de uma boa 'liga' no prato

Pirão de aipim com carne de sol. Isso é conforto alimentar em nível elevado. O pirão, aquele creme grosso e quente, feito com o caldo da própria carne e a fécula da mandioca, tem algo de mágico. Ele amacia tudo, conecta os sabores. É a ocasião onde ela brilha: num almoço de domingo prolongado, com a família toda em volta da mesa, sem pressa.

O segredo está no caldo. Use a água que você cozinhou a carne dessalgada. Ela já tem sabor, sal e gordura. Cozinhe o aipim nesse caldo, depois amasse e volte com o creme. A espessura é no olho: nem muito líquido, nem muito pastoso. Na medida certa, ele fica envolvente. Perfeito.

8º. Uma ousadia que dá certo

Risoto de carne de sol. Pode parecer estranho à primeira vista, mas pensa comigo: arroz cremoso, queijo parmesão, um toque de manteiga no final... e aí você coloca aquele salgado intenso e desfiado da carne. O contraste é sensacional. É sofisticado e rústico ao mesmo tempo, uma adaptação inteligente que descobri que funciona lindamente.

A dica aqui é dessalgar bem a carne e desfiar em pedaços bem pequenos. Você não quer um pedaço grande no meio do risoto cremoso. E adicione a carne já refogada só no final, depois do mantecato com a manteiga e queijo. Assim ela não cozinha mais e mantém a textura. Fica um luxo.

9º. A montanha de sabores no prato

Arrumadinho. O nome já diz tudo: é uma organização gostosa no prato. Camadas de feijão verde ou fradinho, carne de sol, farofa, vinagrete, às vezes banana da terra... É uma festa de cores e texturas. Cada garfada é uma combinação diferente. Esse prato brilha em qualquer reunião informal, um almoço de domingo que quer ser especial sem muito trabalho.

Você pode preparar cada componente com antecedência. A carne, o feijão, a farofa. Na hora de servir, é só montar. Fica lindo, colorido e impressiona muito. É daqueles que todo mundo tira foto. E o melhor: cada um monta do seu jeito.

10º. A textura que conquista: crocante por fora, macia por dentro

Fritar carne de sol parece óbvio, mas tem seu charme. É sobre textura. A crosta que se forma na frigideira bem quente, com um fio de óleo, protege a suculência interior. Fica com aquele sabor tostado, quase de churrasco rápido. É uma opção honesta e direta, pra quando a fala é de comer logo.

Erro comum a ser evitado: fritar com o óleo frio ou em temperatura muito baixa. A carne solta água, fica cozida e borrachuda, não dourada. Espere o óleo esquentar bem. E depois, escorra em papel toalha. Ninguém merece carne nadando em gordura.

11º. O conforto em camadas (versão batata)

Escondidinho de batata. Se o de mandioca é clássico, o de batata é uma variação cremosa que conquista outro público. A batata, quando bem preparada, vira um purê sedoso que derrete na boca junto com a carne. É aquele prato que pega bem com todo mundo, até com as crianças que torcem o nariz para coisas mais "diferentes".

Para o purê ficar realmente bom, passe a batata cozida ainda quente pelo espremedor. E use manteiga, não margarina. A manteiga dá sabor e brilho. Uma camada generosa de queijo por cima para gratinar, e você tem um prato que some da travessa em minutos. Sério.

12º. O conforto em camadas (versão raiz)

Escondidinho de macaxeira (ou mandioca). Essa é a origem, a raiz do escondidinho nordestino. A mandioca dá uma textura mais firme e fibrosa que o purê de batata, e um sabor levemente adocicado que combina absurdamente bem com o salgado da carne. É um prato com personalidade forte, que não tenta agradar a todos, mas agrada profundamente quem gosta.

Dica de ouro: depois de cozida e espremida, refogue a massa da mandioca rapidamente na manteiga com um pouco do caldo da carne. Isso integra os sabores e tira qualquer excesso de umidade. O resultado é um escondidinho que não fica aguado no forno.

13º. A pizza que vira atração principal

Pizza de carne de sol. Por que não? A massa crocante, o queijo derretido e, no lugar do calabresa ou frango, a carne de sol desfiada e bem temperada. É uma ideia divertida para mudar o cardápio do final de semana. A reação das pessoas é sempre de curiosidade e depois de aprovação total.

Como a carne já é salgada, moderação no queijo. Use um queijo mais suave, como o muçarela, e talvez um toque de cream cheese ou requeijão para dar cremosidade. E corte a pizza em fatias pequenas, porque ela é mais sustenta que uma pizza comum. Vira um petisco incrível para acompanhar uma cerveja.

14º. A dupla infalível do sabor

Carne de sol com batata frita. Não tem como errar, né? É a combinação que agrada gregos e troianos. A batata, dourada e crocante, é o contraponto perfeito em textura e sabor para a carne. É prato de boteco, de casa, de qualquer lugar onde se queira comer bem sem complicação.

Para as fritas ficarem no ponto, seque bem os palitos de batata depois de cortar, com um pano de prato limpo. E frite em duas etapas: primeiro em óleo a 160°C para cozinhar por dentro, depois escorra, aumente o fogo e frite novamente a 180°C para dourar e ficar crocante. Dá trabalho? Um pouco. Vale a pena? Absolutamente.

15º. Para deixar o forno trabalhar por você

Carne de sol assada no forno é praticidade pura. Você tempera, coloca numa assadeira com uns legumes (cebola, batata, pimentão) e deixa o forno fazer sua mágica. Enquanto isso, você cuida do arroz, do feijão, ou simplesmente descansa. O calor seco do forno sela a carne e concentra os sabores de um jeito maravilhoso.

Um toque que faz diferença: coloque os legumes cortados embaixo da carne. Eles vão cozinhar no suco que a carne soltar, ficando incrivelmente saborosos. E não esqueça de um fio de azeite por cima de tudo antes de levar ao forno. Garante um dourado perfeito.

16º. O arroz que é uma refeição completa

Arroz carreteiro com carne de sol. Isso aqui sustenta uma família inteira e ainda sobra para o dia seguinte. É aquele prato robusto, cheio de personalidade, onde o arroz absorve todo o sabor do caldo da carne e dos temperos. Cada grão fica soltinho e gostoso. É a ocasião onde ela brilha: num almoço para muitas pessoas, com aquele ar de comida farta e caseira.

A carne deve estar bem dessalgada e cortada em cubos pequenos, não desfiada. E refogue bem a carne com a cebola e o alho antes de adicionar o arroz. Esse passo desenvolve o sabor. Depois é só jogar a água quente e deixar o arroz cozinhar tranquilamente. Simples e monumental ao mesmo tempo.

17º. A apresentação que impressiona

Carne de sol na moranga. Isso é para quando você quer causar. A cabotinha de abóbora moranga servindo de tigela natural, recheada com um creme de carne de sol, às vezes com requeijão ou catupiry. A carne de sol na moranga é visualmente linda e o sabor é uma combinação incrível: a doçura suave da abóbora com o salgado marcante da carne.

Dica importante: asse a moranga vazia no forno por um tempo antes de colocar o recheio. Isso garante que ela fique macia por completo e não crua por dentro. E não descarte as sementes! Lave, seque, tempere com sal e um fio de azeite e leve ao forno para torrar. Vira um petisco crocante e delicioso para servir junto.

18º. O acompanhamento que rouba a cena

Farofa de carne de sol. Mais do que um acompanhamento, é quase um prato à parte. A farofa úmida, com pedacinhos de carne, pimentão, tomate e cheiro verde, tem um sabor complexo e viciante. Ela brilha em qualquer churrasco ou feijoada, mas também salva um arroz e ovo simples no dia a dia.

Para a farofa não ficar encharcada, use uma frigideira larga e fogo médio-alto. A ideia é tostar a farinha de mandioca, não cozinhá-la no vapor. E acrescente a carne desfiada e os outros ingredientes já refogados e sequinhos. Mexe sem parar até ficar soltinha e perfumada. Perigo: é de comer de colher, direto da panela.

19º. Uma surpresa enrolada e gratinada

Panqueca de carne de sol. É uma forma diferente de servir, que agrada especialmente quem adora uma massa. A panqueca fininha envolve o recheio cremoso de carne desfiada, e tudo vai ao forno com um pouco de molho e queijo por cima. Fica lindo individualizado, cada um com seu pacotinho de sabor.

O erro comum aqui é o recheio muito líquido. Se a carne soltar muita água, a panqueca fica encharcada e rasga. Depois de refogar a carne desfiada, deixe o excesso de caldo evaporar bem na frigideira antes de rechear. A massa agradece, e o resultado final fica muito mais bonito.

20º. A simplicidade bem executada

Carne de sol assada perfeita. Às vezes, menos é mais. Uma peça inteira ou em postas grossas, temperada com alho, pimenta do reino e um fio de azeite, assada até ficar dourada por fora e suculenta por dentro. É sobre respeitar o ingrediente principal. O sabor da carne de sol de qualidade precisa falar alto, sem muitos disfarces.

Essa receita me traz uma memória afetiva de restaurantes no interior, onde a simplicidade era a maior sofisticação. Sirva com uma farofa simples de manteiga e cebola, e um limão cortado ao lado. É tudo o que você precisa. Ou quase tudo. Um arroz soltinho completa o paraíso.

Uau, deu pra sentir o cheiro da cozinha só de escrever, né? A carne de sol é daqueles ingredientes mágicos que se transformam em mil pratos. Qual dessas versões te deixou com mais vontade de botar a mão na massa? A clássica acebolada, o ousado risoto ou o confortável escondidinho? Conta aqui nos comentários qual você vai testar primeiro, ou se já tem uma receita favorita com ela. Adoro essa troca!

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 23:22

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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Comentários  

-1 Samuelito
se você tá na dúvida se faz ou não… faz. sério.
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