Purê de Cenoura: Cremosidade que Conquista

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Se você acha que purê de cenoura é só cenoura amassada com leite, então você nunca provou um que realmente faz a boca se abrir. O segredo não está na cenoura, está no açafrão e no momento exato em que você o coloca.

Já fiz esse purê três vezes antes de acertar. Na primeira, o açafrão virou terra. Na segunda, fiquei com um creme amargo que até o Titan, que come qualquer coisa, deu as costas. A terceira? Descobri que o açafrão não pode ferver. Só entra no fim, depois de desligar o fogo. Um detalhe que ninguém conta, mas que muda tudo.

A manteiga dourada com cebola e alho cria uma base que parece feita em restaurante. E o leite? Não pode ser frio. Tem que ser morno, pra não esfriar a cenoura e estragar a textura. É assim que os chefs fazem, só que eles não explicam por que o creme fica dourado como sol, e não laranja de brinquedo.

Se já tentou e saiu parecendo tinta de parede, não se sinta sozinho. Me conta nos comentários: qual foi seu erro? E qual foi o seu truque para deixar ele perfeito?

Receita de purê de cenoura: saiba como fazer

Rendimento
2 porções
Preparação
20 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

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Gastei pouco mais de R$8 nessa receita, em um mercado da Zona Sul. A cenoura foi a parte mais cara. O açafrão? Um frasco dura anos. E se você tem um pouco de ricota na geladeira… aproveita. Não precisa comprar só pra isso.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 200g (1/2 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 215 kcal 11%
Carboidratos Totais 25.8g 9%
   Fibra Dietética 4.2g 17%
   Açúcares 12.5g 25%
Proteínas 5.3g 11%
Gorduras Totais 10.7g 14%
   Saturadas 6.2g 31%
   Trans 0g 0%
Colesterol 28mg 9%
Sódio 320mg 14%
Potássio 680mg 15%
Vitamina A 1520µg 169%
Vitamina C 12mg 13%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal
  • Alto em Fibras: Excelente para digestão
  • Rico em Vitamina A: Supera necessidade diária
  • Baixa Caloria: Ideal para dietas

Alertas & Alérgenos

  • Contém lactose (leite e creme de ricota)
  • Insight: Açúcar natural da cenoura representa 50% dos carboidratos - fonte saudável
  • Opcional sem ricota reduz 30 calorias e 2g de gordura por porção

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Base de sabor:

  1. Em uma panela pequena, derreta a manteiga com um fio de azeite. Adicione a cebola e o alho amassado. Deixe cozinhar em fogo baixo, mexendo de vez em quando, até dourar levemente, não queime, senão fica amargo.
  2. Enquanto isso, pique as cenouras cozidas em pedaços pequenos e coloque no liquidificador com o leite morno. Bata até virar um creme liso. Se tiver grumos, passe por uma peneira. Não é obrigatório, mas ajuda.

Montagem e finalização:

  1. Despeje o creme de cenoura na panela com a manteiga dourada. Mexa bem, sem parar, por uns 3 minutos. O calor vai unir os sabores, mas não deixe ferver.
  2. Desligue o fogo. Agora, só agora, adicione o açafrão e o sal. Misture devagar. Se colocar antes, ele perde o brilho e fica com gosto de terra.
  3. Se for usar o creme de ricota, acrescente agora e misture até sumir. Não precisa bater de novo. Só integrar.
  4. Sirva quente. Nada de deixar esfriar. Se você deixar, a textura muda. E o açafrão? Ele desaparece.

Fiz esse purê uma noite em que a Daiane estava cansada e eu queria fazer algo que ela não precisasse pensar. Ela provou, ficou quieta, e disse: “isso não é purê de cenoura”. Aí eu entendi que tinha acertado.

O açafrão é o que estraga tudo. Eu já coloquei no fogo, pensei que ia liberar melhor o sabor. Resultado? Um purê que parecia terra molhada. O Titan cheirou, virou as costas e foi dormir. Foi o pior momento da minha vida culinária.

Se você tentou e saiu cor de laranja de brinquedo, não se sinta mal. Eu já fiz isso. O segredo é só um: desligue o fogo, depois coloque o açafrão. Parece bobo, mas é isso.

Me conta nos comentários: qual foi seu erro? E você já usou ricota nesse tipo de purê?

Quanto custa em calorias esse purê de cenoura?

Se você tá naquela fase de contar calorias (eu já estive lá), essa receita inteira rende cerca de 430 calorias no total. Dividindo em 2 porções, cada uma fica com 215 calorias - bem leve pra um acompanhamento! Como você pode ver na tabela nutricional completa abaixo dos ingredientes, é uma opção equilibrada. A ricota opcional adiciona umas 30 calorias por porção, mas vale a pena pelo cremoso extra.

Quanto tempo dura esse purê na geladeira?

Esse purê aguenta 3 dias tranquilo na geladeira, mas tem um segredo: guarda num pote hermético com um filme plástico encostado direto na superfície do purê pra não formar aquela casquinha horrorosa. Se quiser congelar, dura até 2 meses - mas a textura fica um pouquinho mais aguada depois de descongelar.

Tá sem algum ingrediente? Bora improvisar!

• Leite comum pode virar leite de coco pra um toque tropical (ou até água se estiver sem nada)
• Manteiga dá pra trocar por óleo de coco ou azeite
• Creme de ricota pode ser substituído por cream cheese ou até um pouquinho de requeijão
• Açafrão muito caro? Pimenta-do-reino dá um contraste interessante também

Os 3 pecados capitais do purê de cenoura

1. Bater a cenoura fria: Ela tem que estar morna ou o purê fica com pedacinhos. Já errei isso e parecia que tinha areia no meio.
2. Excesso de líquido: Se colocar muito leite, vira sopa. Melhor ir colocando aos poucos.
3. Queimar o alho: Se o alho dourar demais, fica amargo e estraga tudo. Fica esperto que ele dora em 30 segundos!

Truque secreto que aprendi com minha avó

Depois de bater no liquidificador, passa o purê por uma peneira fina. Sério, faz isso! A textura fica tão lisa que parece purê de restaurante chique. A Daiane (minha esposa) achou exagero até provar - agora não faz mais sem.

O que servir com esse purê?

• Carnes: Fica incrível com frango grelhado ou um steak suculento
• Vegetariano: Experimenta com cogumelos salteados ou tofu grelhado
• Molho extra: Um fio de mel por cima antes de servir dá um contraste doce incrível
• Bebida: Um vinho branco seco ou até uma cerveja wheat beer combinam demais

Quer dar uma turbinada? Tenta essas versões

Versão proteica: Adiciona 2 colheres de whey protein sabor baunilha (não ri, fica bom mesmo!)
Versão low carb: Troca a cenoura por couve-flor cozida e usa creme de leite no lugar do leite
Versão kids: Coloca um pouco de queijo parmesão ralado - crianças devoram
Versão gourmet: Finaliza com nozes picadas e um fio de azeite trufado

Adaptando pra todo mundo poder comer

Vegano: Troca manteiga por óleo vegetal, leite por leite de amêndoa e omite a ricota
Sem lactose: Usa leite e manteiga sem lactose, ou óleo no lugar da manteiga
Paleo: Tira o leite e a ricota, usa óleo de coco e aumenta a quantidade de azeite
Whole30: Mesmas adaptações do paleo, mas certifica que o açafrão não tem misturas

A parte mais chatinha (e como facilitar)

Cozinhar a cenoura no ponto certo é o segredo. Se cozinhar pouco, o purê fica grumoso; se cozinhar muito, vira papa. Corta em cubos iguais e cozinha até ficar macia o suficiente pra furar com garfo sem resistência, mas sem desmanchar. Dica bônus: cozinha no vapor que fica mais fácil de controlar.

Não jogue fora as sobras!

• Purê que sobrou vira recheio de panqueca ou torta salgada
• Mistura com farinha e ovo pra fazer bolinhos fritos
• Dilui com caldo de legumes e vira uma sopa cremosa
• Usa como base para molho de macarrão (adiciona um pouco de água da massa)

Como impressionar os amigos

Serve em pequenas porções individuais, faz um risco de azeite por cima e decora com microfolhas ou flores comestíveis. Coloca num prato branco liso - o contraste da cor laranja fica lindo. Se quiser o nível máximo, rala um pouco de gengibre fresco por cima na hora de servir.

2 coisas que ninguém te conta sobre purê de cenoura

1. A cor laranja intensa do açafrão ajuda a disfarçar quando a cenoura não tá tão fresca assim (shhh, segredo de chef)
2. Esse purê funciona como base perfeita para esconder vegetais pra crianças - já coloquei espinafre cozido batido junto e ninguém percebeu!

Perguntas que todo mundo faz

Posso fazer no processador em vez do liquidificador? Pode, mas o resultado não fica tão liso. Se for usar processador, cozinha a cenoura um pouco mais.
Por que tem que ser cenoura morna? Porque batendo quente pode criar vapor e explodir a tampa do liquidificador (já aconteceu aqui, bagunça garantida).
Posso congelar? Pode, mas descongela na geladeira e depois esquenta em banho-maria mexendo sempre.

De onde veio essa combinação?

O purê de cenoura tem raízes na culinária francesa, mas o açafrão é uma influência da culinária indiana. Essa mistura de técnicas é o que chamam de "fusão" - e olha que legal, foi sem querer que a gente acabou fazendo uma receita globalizada na nossa cozinha!

O que mais combina com esse sabor?

O doce da cenoura e o terreo do açafrão pedem contrastes: experimenta servir com algo crocante (como nozes) ou azedinho (pickles de pepino). Na última vez, comi com um pouco de coalhada seca por cima e foi uma revelação!

Se tudo der errado, salva assim:

Purê muito líquido? Cozinha mais em fogo baixo mexendo sem parar.
Purê muito grosso? Adiciona leite aos poucos até dar o ponto.
Sem sabor? Um pouco de limão siciliano salva.
Queimou o fundo? Transfere pra outra panela sem mexer o fundo e finge que nada aconteceu.

Sabia que...

O açafrão não só dá cor como ajuda na absorção dos nutrientes da cenoura? E tem mais: na Idade Média, achavam que cenoura curava tudo de picada de cobra a dor de dente. Imagina contar pra eles que a gente tá fazendo purê com isso hoje em dia!

Combinações que vão fazer seu purê de cenoura brilhar

Depois de preparar aquele purê de cenoura cremoso que todo mundo adora, falta só escolher o resto do menu. Aqui vão nossas sugestões testadas e aprovadas - a Dai vive pedindo essas combinações quando fazemos jantares em casa!

Para começar com o pé direito

Molho para salada caseiro: Um clássico que nunca falha, especialmente com aquela saladinha crocante para contrastar com o cremoso do purê.

Saladas variadas: Frescor e textura são tudo nessa combinação. A gente sempre faz uma versão caprichada quando recebe visitas.

Mini bolo decorado (aprenda aqui): Ok, é doce, mas fica incrível como entrada em jantares especiais. Só não exagere ou não sobra espaço pro prato principal!

Pão de alho caseiro: Essa é nossa dica bônus - perfeito para untar no purê enquanto ninguém vê (confesso que já fizemos isso).

Pratos principais que combinam perfeitamente

Lasanha de frango simples e fácil: O contraste de texturas fica divino. Essa combinação é pedida recorrente aqui em casa.

Frango recheado: Carnes brancas são sempre uma boa pedida, e o recheio extra traz um toque especial.

Filé de merluza (receita aqui): Leve, saudável e que combina absurdamente bem com o sabor adocicado do purê.

Lombinho suíno (aprenda a fazer): Para quando queremos algo mais robusto. O suco da carne com o purê? Imbatível!

Doces finais que complementam a refeição

Creme de leite ninho (cliquei aqui): Leve e cremoso, perfeito depois de uma refeição mais encorpada.

Mousse de maracujá: Nosso plus preferido - o azedinho corta a riqueza da refeição principal.

Brigadeiro de colher: Clássico que nunca sai de moda, especialmente quando sobra pouco espaço para sobremesa.

Para acompanhar

Suco de laranja natural: Nosso coringa para refeições assim - refrescante e combina com tudo.

Água aromatizada com limão e hortelã: Para quem prefere algo mais leve, mas ainda assim saboroso.

Chá gelado caseiro: A Dai adora fazer versões com frutas da estação. Nessa época, o de pêssego está sendo sucesso.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa também!

Explore outras versões desta receita

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Fit

Autor: Vida Saudável

Fit não é sinônimo de sem sabor. Essa versão usa azeite, sim, mas só o suficiente pra dar brilho, não gordura. O segredo? A cebola é refogada em água, não em óleo. Só depois é que ela solta o açúcar natural. E o chimichurri no final? Não é só tempero. É um choque de verde que acorda o purê. Já fiz assim num dia que a Daiane estava tentando comer menos. Ela comeu, não falou nada… mas voltou pra segunda porção. Acho que foi um sinal.

Se você acha que purê fit precisa ser sem graça, essa vai te mostrar o contrário.

3º. Com batata

Autor: Delícias da Tia Silvia

Batata e cenoura juntas? Parece simples. Mas o que ninguém conta é que a batata dá corpo, e a cenoura dá cor, e juntas, elas fazem um purê que não desmancha. Eu já tentei só cenoura uma vez. Ficou fino, quase líquido. Depois que misturei metade da batata, vi a diferença. A textura fica mais firme, mas ainda macia. E o sabor? Não se sobrepõe. A batata só apoia. Como um bom amigo.

Se quiser, use batata inglesa cozida no vapor. Assim, não dilui o sabor da cenoura. E não amasse na hora quente. Deixe esfriar um pouco. É um detalhe que poucos percebem.

4º. Sem farinha

Farinha pra engrossar? Eu já fiz. Ficou com gosto de papel. O cream cheese é a solução que ninguém espera. Não é queijo, não é creme, é um equilíbrio. Ele dá cremosidade sem pesar, e um leve azedinho que faz a cenoura parecer mais doce. Mas atenção: use o de qualidade. O industrializado tem gosto de plástico. Já tentei. Foi um desastre.

Se quiser, ponha ele aos poucos, enquanto ainda está no fogo baixo. Mexa devagar. Não misture como se estivesse limpando a panela. É purê, não massa de cimento.

5º. Com rosbife

Mini cenouras defumadas? Isso é arte. Não é receita. O fumo traz uma profundidade que o açafrão sozinho nunca daria. E o rosbife? Não precisa ser perfeito. Só precisa estar quente. O purê é o que segura tudo. É o alicerce. Quando a gente faz isso, não é para impressionar. É para sentir. O cheiro da fumaça, o doce da cenoura, o salgado da carne… é como se a mesa estivesse respirando.

Se você quiser, faça o purê um pouco mais encorpado. Assim, ele não afoga o rosbife. É o contrário: ele o eleva.

6º. Com curry e laranja

Curry e laranja? Parece que alguém botou um coquetel na panela. Mas não é. O curry não é picante, é quente, como um abraço. E a laranja? Só um fio de suco, no final. Não pode ferver. Se ferver, vira amargo. A acidez corta a doçura da cenoura, e o curry dá um fundo que você sente na garganta. Já fiz isso com camarão. Ficou tão bom que o Titan ficou olhando… e não se aproximou. Ele tem instinto.

Se você gosta de sabores que te fazem pensar, essa é a sua escolha.

7º. Com gengibre

Gengibre no purê? Eu duvidei. Até que um dia, num almoço de verão, coloquei um pedacinho ralado na hora de amassar. Não ferveu. Só esquentou. E o resultado? Um frescor que você não sente na língua, sente no ar. É como se o purê tivesse tomado um banho de manhã. Não é exótico. É limpo. E se você colocar um pouquinho de pimenta branca junto? Aí vira um prato que você quer comer de novo… só pra sentir o mesmo efeito.

Eu uso isso quando o dia está pesado. O purê não cura. Mas acalma.

8º. Com mandioquinha

Mandioquinha com cenoura é como juntar dois irmãos que sempre brigarão, mas nunca se separarão. A mandioquinha é mais suave, mais neutra. A cenoura é forte, doce, corajosa. Juntas, elas se completam. E o segredo? Cozinhe juntas. Mesmo tempo. Mesmo fogo. Se você cozinhar separado, o sabor fica desigual. Já fiz assim. Ficou com gosto de duas coisas diferentes. Não de um prato.

Se quiser, use o caldo do cozimento pra substituir parte do leite. Fica mais encorpado. E se não quiser manteiga? Tudo bem. O sabor ainda brilha. Só muda a textura. Não o coração.

9º. Vegano

Vegano não é ausência. É escolha. E essa versão mostra como você pode ter cremosidade sem leite, sem manteiga. O segredo? A água do cozimento. Ela tem o açúcar da cenoura. É o que dá corpo. E o açafrão? Mesmo jeito: entra no fim. Não ferve. Não perde a cor. Não perde o sabor. É o que faz o purê não parecer “sem”. É o que faz ele parecer… completo.

Se você nunca provou um purê vegano que não parece um substituto, essa vai te abrir os olhos. E o sabor? É o mesmo que a gente ama. Só que mais leve.

10º. Com couve-flor

Couve-flor e cenoura? Parece que alguém quis fazer um purê de vegetais que ninguém pediu. Mas o leite de inhame? Isso é genial. Ele não dá sabor. Dá textura. É neutro, mas espesso. E a couve-flor? Ela não compete. Ela suaviza. Tira o excesso de doçura da cenoura. E o purê fica com uma cor que parece feito de sol. Não de tinta.

Eu já fiz com leite de amêndoa. Ficou fino. Demais. O inhame é o que faz a diferença. E se você quiser, bata no liquidificador. Mas só depois de esfriar. Se bater quente, vira sopa.

11º. Com abóbora

Abóbora com cenoura é como juntar dois doces que nunca se encontraram. A abóbora é mais pesada, mais terra. A cenoura é mais alegre, mais sol. Juntas, elas criam um purê que parece feito para o outono. Mas não precisa de festa. Serve pra qualquer dia. O segredo? Cozinhe a abóbora até desmanchar. Não amasse. Deixe ela se desfazer sozinha. Se você forçar, perde a suavidade.

Se quiser, ponha um fio de mel no final. Só um fio. Não é doce. É um eco. Como se a cenoura estivesse sussurrando: “eu ainda estou aqui”.

E aí, qual dessas você elegeu para estrear? Tem alguma que você já fez e que não está aqui? Me conta nos comentários, adoro descobrir combinações que ninguém conta, mas que funcionam. Cozinhar é isso: tentar, errar, e descobrir que o purê com laranja e curry, na verdade, era o que faltava.

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 13:03

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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