12 Receitas de Molho para Panqueca COM VAriações Mega Deliciosas para Servir Algo de Primeira Qualidade

  • A panqueca é prática de preparar e pode substituir, de maneira saudável, uma refeição completa.
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Eu sempre achei que molho para panqueca tinha que ser aquela coisa pesada, cheia de creme de leite. Até que um dia, sem ter creme na geladeira, precisei improvisar.

Lembrei de uma técnica que aprendi num curso de molhos, sobre como tomates frescos liberam um caldo incrível quando cozidos devagar. Fui testando com o que tinha em casa, cebola, alho, manjericão. O Titan ficou doido com o cheiro, ficou rondando a cozinha o tempo todo.

O segredo é não apressar o processo. Deixa os tomates soltarem seu caldo natural, a cebola ficar bem transparente. A pitada de açúcar equilibra a acidez sem você nem perceber. O resultado é um molho leve mas cheio de personalidade.

Se você quer surpreender com uma panqueca diferente, vem ver essa receita de molho para panqueca que virou coringa aqui em casa. Dou todos os detalhes logo abaixo.

Receita de molho para panqueca: Saiba Como Fazer

Rendimento
500g
Preparo
15 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 10 marcados

Essa receita é daquelas que salva quando você não tem muita coisa na geladeira. Os tomates maduros fazem toda diferença, então escolhe uns bem vermelhinhos.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 125g (1/4 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 85 kcal 4%
Carboidratos Totais 8.5g 3%
   Fibra Dietética 1.8g 7%
   Açúcares 5.2g 10%
Proteínas 2.1g 4%
Gorduras Totais 5.3g 10%
   Saturadas 0.8g 4%
   Trans 0g 0%
Colesterol 1mg 0%
Sódio 290mg 12%
Potássio 285mg 6%
Cálcio 45mg 4%
Ferro 0.6mg 3%
Vitamina C 12mg 27%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Baixa Caloria: Ideal para dietas de redução
  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal
  • Baixa Gordura: Apenas 5.3g por porção
  • Rico em Vitamina C: 27% da necessidade diária

Alertas & Alérgenos

  • Queijo ralado adiciona lactose - versão sem é vegan
  • Insight: Molho natural sem conservantes, rico em licopeno dos tomates
  • Açúcar não listado nos ingredientes mas presente no modo de preparo

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

  1. Pega uma panela média e coloca os tomates picados, o alho, a cebola em cubos e o manjericão. Se for manjericão fresco, rasga as folhas com a mão antes, solta mais o aroma.
  2. Adiciona o azeite, o sal, aquela pitada de açúcar (não pula essa, ela tira a acidez do tomate) e o extrato de tomate. Mistura tudo com uma colher de pau.
  3. Liga o fogo baixo e deixa cozinhar por uns 5 minutos, mexendo de vez em quando. Vai ver os tomates soltando caldo e a cebola ficando transparente. Não acelera o fogo, senão queima no fundo.
  4. Quando estiver bem perfumado, joga a água e mexe de novo. Espera ferver e deixa por mais 3 minutinhos no fogo. O molho vai engrossar um pouquinho.
  5. Desliga o fogo e já pode usar. Se quiser mais lisinho, pode bater com um mixer, mas eu gosto assim com os pedacinhos.
  6. Na hora de servir, joga queijo ralado por cima. Parmesan fica ótimo, mas mussarela ralada também funciona.

Cuidado com o sal na primeira vez que fizer. Eu sempre coloco menos no começo e vou experimentando, porque depois não tem volta. Melhor faltar do que sobrar, né?

Esse molho virou minha solução rápida para quando chego em casa cansado e quero algo gostoso sem muito trabalho. Dá pra fazer em 15 minutos enquanto a panqueca está na frigideira, e o cheiro que fica na cozinha é daqueles que dão fome mesmo.

O que mais gosto é que funciona com qualquer recheio, frango, carne moída, queijo, até só com requeijão fica bom. E você, tem algum truque para molhos rápidos? Me conta aqui como foi sua experiência com essa receita, adoro saber das adaptações que cada um faz!

Quanto tempo dura esse molho? (e como guardar direito)

Esse molho fica top na geladeira por até 4 dias, mas tem um truque: coloca num pote hermético com um fio de azeite por cima que ajuda a conservar melhor. Se quiser congelar, dura até 2 meses - só descongela na geladeira de um dia pro outro e dá uma esquentada na panela com 1 colher de água pra voltar ao ponto.

Sem tomate fresco? Sem crise!

Se os tomates da feira estiverem caros ou feios, pode substituir por 1 lata de tomate pelati (aqueles inteiros em conserva) escorrido e picado. Fica até mais saboroso porque esses tomates são mais doces. Outra opção é usar 4 colheres de sopa de polpa de tomate no lugar dos frescos - só ajusta a água pra não ficar muito grosso.

Hack que a Daiane descobriu por acidente

Uma vez a gente tava fazendo esse molho e ela derrubou um pedacinho de queijo parmesão na panela sem querer. Resultado? Virou nosso segredo! Agora sempre jogamos umas lascas de queijo duro direto no molho enquanto cozinha - derrete e dá um sabor incrível. Se quiser testar, vale qualquer queijo curado tipo pecorino ou até aqueles queijos ralados do saquinho em último caso.

Os 3 pecados capitais do molho de panqueca

1) Fogo alto: isso aqui não é corrida, molho bom precisa cozinhar no fogo baixinho pra não queimar o alho e deixar o tomate amargo.
2) Não tirar as sementes do tomate: parece frescura, mas faz diferença! As sementes deixam o molho aguado e com gosto meio "verde".
3) Colocar tudo de uma vez: o segredo é ir acrescentando aos poucos, principalmente a água. Molho muito líquido é triste.

Versões para todo mundo

Low carb: troca o açúcar por 1/2 colher de sopa de eritritol ou só tira mesmo, os tomates já são doces naturais.
Sem lactose: fácil, só não colocar o queijo ou usar um ralado vegano.
Vegano: além de tirar o queijo, testa colocar 1 colher de levedura nutricional no final - dá um gosto incrível de "queijoso".

Não vai só panqueca nessa vida!

Esse molho é coringa pra caramba: fica ótimo com polenta, massa integral, até em cima de ovo mexido (experimenta que é bom demais). Pra beber, um vinho tinto meio encorpado tipo Malbec ou até uma cerveja leve pilsen. E se for servir como entrada, coloca num potinho com pão italiano torrado - vira uma bruschetta marota.

Quer dar uma turbinada?

Joga uns ingredientes surpresa: 2 azeitonas pretas picadas no final, ou um pouco de pimenta calabresa pra quem gosta de ardido. Minha versão favorita é colocar 1/2 xícara de cogumelos shitake refogados junto com a cebola - fica um molho "meio italiano, meio japonês" que é sucesso garantido.

O ponto exato do molho (não erra isso!)

A parte mais chata é saber quando tá no ponto certo. Olha a dica: quando você passar a colher no fundo da panela e o molho demorar 2 segundos pra fechar o caminho, tá perfeito. Se fechar rápido tá líquido, se não fechar tá grosso demais. E não fica neurótico - molho mais ralo também é gostoso, só deixar cozinhar mais um pouco se quiser.

Fazendo render (sem perder o sabor)

Quando o orçamento tá curto: usa 1 tomate grande e completa com 1 colher de extrato de tomate concentrado (fica mais barato que 3 tomates). A cebola pode ser a branca que é mais em conta, e o manjericão... bem, se não tiver fresco, usa 1 colher de chá da erva seca mesmo (fica diferente, mas ainda bom). O queijo? Aqueles pacotinhos pequenos de ralado que vem como "copo extra" nas pizzas - junta uns 2 que dá certo.

Socorro, deu ruim!

Queimou o fundo? Passa pra outra panela rápido e não mexe a parte de baixo. Ficou muito ácido? Coloca 1 pitada de bicarbonato (sim, bicarbonato!) e mexe bem. Muito salgado? Acrescenta 1 batata crua descascada e deixa cozinhar 5 minutos - ela absorve o sal. E se ficar sem graça, umas 3 gotas de molho inglês salvam.

De onde veio essa maravilha?

Esse molho é uma versão simplificada do clássico "sugo al pomodoro" italiano, mas com uma pegada mais brasileira (até porque na Itália original não levava queijo dentro). Curiosidade: o segredo do extrato de tomate veio das nonnas que usavam conserva de tomate no inverno quando não tinha fresco. Hoje a gente mantém porque dá um sabor mais concentrado - mas pode chamar de "molho de panqueca da vó moderna".

2 coisas que ninguém te conta sobre esse molho

1) Ele congela melhor do que você imagina - faz um monte e separa em potinhos de gelo. Quando precisar, só soltar os cubinhos de molho e esquentar.
2) Esse molho fica MELHOR no dia seguinte - os sabores se casam direitinho na geladeira. Se puder, faz de véspera!

O que mais combina com esse sabor?

Experimenta colocar um fio de mel no final (sim, mel!) que realça a doçura natural do tomate. Ou umas folhas de manjericão fresco picado na hora de servir - o contraste do fresco com o cozido é incrível. E pra textura: uns pedacinhos de nozes por cima dão uma crocância surpreendente.

Perguntas que sempre me fazem

Posso bater no liquidificador? Pode, mas fica muito liso - melhor esmagar com um garfo se quiser mais cremoso.
Dou uma refogada na carne direto nele? Pode, mas cozinha a carne primeiro senão solta água e estraga o molho.
Serve pra lasanha? Serve sim, só deixar mais grosso (reduz a água pela metade).

O que ouvir enquanto faz o molho

Coloca umas músicas italianas clássicas tipo Dean Martin - That's Amore, ou se preferir um samba pra acompanhar o ritmo da colher mexendo, Jorge Aragão cai bem. O importante é ter algo com ritmo médio - nem muito rápido pra não apressar o cozimento, nem muito lento pra não dormir no ponto.

Já errei feio pra aprender

Uma vez resolvi inovar e coloquei canela no molho. Péssima ideia - ficou com gosto de comida estragada. Outra vez usei tomate verde sem querer (tava com pressa no mercado) e o molho ficou ácido que só. Moral da história: às vezes o tradicional é melhor, e tomate tem que estar bem vermelho mesmo!

Combinações que vão fazer seu molho para panqueca brilhar ainda mais

Depois de preparar aquele molho especial para panquecas, nada melhor do que montar uma refeição completa que harmonize perfeitamente. Aqui na nossa casa, adoramos essas combinações - a Daiane sempre solta um "hummm" quando servimos assim. Vem ver nossas sugestões!

Para começar com o pé direito

Mini bolo decorado (veja a receita): Parece estranho? Só até você experimentar! Esses mini bolos salgados são perfeitos para abrir o apetite antes das panquecas.

Cestinha de folhas verdes: Uma base fresca e crocante para colocar aquele molho antes mesmo da panqueca chegar. Aqui em casa fazemos com mix de rúcula e radicchio.

Pão de alho mini: Pequenos e irresistíveis, esses pãezinhos são ótimos para "testar" o molho antes da refeição principal (eu sempre como uns 3, confesso).

Pratos principais que casam perfeitamente

Panqueca de carne moída (saiba como preparar): A combinação clássica que nunca falha. O molho dá um upgrade incrível nessa receita simples.

Escondidinho de carne de sol (receita aqui): O contraste do molho cremoso com a carne de sol é de deixar qualquer um com água na boca.

Filé de merluza (link): Peixe leve que combina demais com molhos mais encorpados. Nosso jantar preferido de terça-feira.

Frango grelhado com ervas: Simples mas infalível. O molho traz toda a diferença para essa receita básica.

Para fechar com chave de ouro

Bolo de churros tradicional: Depois de uma refeição salgada com molho cremoso, esse doce com canela é perfeito.

Receita de Brownie com sorvete simples: O contraste de temperaturas e texturas é sempre um sucesso aqui em casa.

Receita de Macarons fácil: Pequenos, leves e elegantes - ótimos para quando queremos algo doce mas sem exageros.

Para acompanhar

Chocolate quente especial: Nos dias mais frios, essa combinação é puro aconchego.

Limoada gelada: O toque cítrico refrescante equilibra bem a refeição. Dai adora colocar umas folhas de hortelã.

Suco de maracujá natural: A acidez corta a riqueza do molho e deixa tudo mais equilibrado.

E aí, qual combinação você vai experimentar primeiro? Conta pra gente nos comentários como ficou sua refeição completa com essas sugestões - e se descobrir alguma combinação nova, compartilha com a gente também!

Pronto para dar o próximo passo? Que tal descobrir algumas variações malucas que testei e aprovaram aqui em casa?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O clássico que nunca falha

Autor: Receitas de Pai

Sabe aqueles dias que você chega cansado e só quer algo que funcione? Esse molho de tomate é meu salva-vidas. Aprendi que o segredo está em deixar os tomates cozinharem bem devagar, quase que se desmanchando sozinhos na panela.

Uma dica que mudou tudo pra mim: se o tomate estiver muito ácido, uma pitadinha de açúcar mascavo resolve sem você precisar abusar do sal. Já queimei vários molhos tentando apressar o processo, então hoje sou paciente, vale cada minuto de espera.

3º. Para quem ama cremosidade

Autor: Aquela receita

Confesso que tinha certo medo do molho branco, sempre achava que ia empelotar. Até descobrir que o truque está em cozinhar bem a farinha na manteiga antes de adicionar o leite aos poucos. Essa receita me salvou de várias tentativas frustradas.

A noz moscada faz uma diferença absurda, mas cuidado com a mão, ela domina o sabor fácil. Uso sempre ralada na hora, o aroma é completamente diferente. Combinado com recheios mais suaves, fica divino.

4º. Dupla dinâmica da praticidade

Queijo e presunto é daquelas combinações que todo mundo tem na geladeira, mas que pode ficar incrível se você der um trato. Gosto de dourar levemente o presunto na frigideira antes, ele solta uma gordura que dá um sabor especial.

Já testei com vários tipos de queijo e o que mais deu certo foi o mussarela comum mesmo, derrete bem e não fica oleoso. Só tomo cuidado com o sal, porque tanto o presunto quanto o queijo já são salgados naturalmente.

5º. Para os dias doces (sem culpa)

Essa combinação de pasta de amendoim com cacau me pegou de surpresa, nunca imaginei que funcionaria em panqueca. Na primeira vez que preparei, a Daiane estranhou a ideia mas depois aprovou total.

O óleo de coco é essencial aqui, dá aquela cremosidade que o chocolate puro não consegue. Se a pasta de amendoim estiver muito grossa, esquento um pouquinho no micro-ondas pra facilitar na hora de misturar.

6º. Frescura que vale a pena

Manjericão fresco é daqueles ingredientes que justificam ter uma plantinha em casa. A diferença pro seco é como dia e noite, o fresco tem um aroma que impregna todo o molho de forma delicada.

Sempre coloco uma parte no começo e reservo umas folhas pra finalizar depois de desligar o fogo. Assim o sabor fica em camadas, sabe? Já cometi o erro de colocar tudo no início e o sabor quase some.

7º. Quando não consegue decidir

Misturar molho vermelho com branco parece coisa de restaurante chique, mas é mais simples do que parece. O segredo é fazer separado e juntar na hora de servir, se misturar durante o cozimento, pode talhar.

O tomilho seco combina incrivelmente bem com os dois molhos, trazendo um toque terroso que une os sabores. Uso bem pouquinho, porque ele é bem marcante, na primeira vez exagerei e ficou amargo.

8º. Para dar uma aquecida

Páprica era um tempero que eu só usava em churrasco, até testar nesse molho. Ela dá uma cor linda e um sabor levemente defumado que combina demais com panqueca de frango.

Descobri que existe diferença entre a páprica doce e a picante, pra esse molho prefiro a doce, que realça sem arder. Sempre compre em pequena quantidade porque ela perde o sabor rápido se ficar muito tempo aberta.

9º. Para uma viagem de sabores

Curry era meu grande mistério culinário, sempre acabava ou sem sabor ou impossível de comer. Aprendi que precisa dourar levemente no óleo antes de adicionar os outros ingredientes, assim libera todos os aromas.

Comece com metade da quantidade da receita e vai ajustando, porque a intensidade varia muito de marca pra marca. Combinado com frango desfiado, vira um prato completamente diferente do habitual.

10º. Leveza em forma de molho

Ervilha sempre me pareceu ingrediente de enfeite, até descobrir que dá pra fazer um molho incrível. Basta cozinhar bem e bater com um pouco do caldo do cozimento, fica com uma textura aveludada surpreendente.

Se for usar ervilha congelada, não precisa descongelar antes, joga direto na panela com água fervente. Fica até mais verde e bonita. Combina bem com um toque de hortelã no final, pra dar frescor.

11º. Para os dias light

Peito de peru tem fama de sem graça, mas quando você dourar ele bem na frigideira, desenvolve um sabor defumado que combina perfeitamente com o requeijão. Gosto de cortar em tirinhas finas pra dar mais textura.

O truque do requeijão é adicionar no final, depois de desligar o fogo, mexendo sempre. Se ferver muito, pode talhar, já perdi um molho inteiro por descuido. A farinha realmente precisa ser peneirada, senão forma gruminhos.

12º. Para quem gosta de personalidade

Chimichurri em panqueca? Parece estranho mas funciona demais, especialmente com recheios de carne. O segredo é usar o chimichurri como tempero do recheio, não só como molho por cima.

Faço sempre em pequena quantidade porque não dura muito na geladeira, o alho vai ficando com sabor forte. Prefiro o vinagre de vinho tinto ao branco, acho que combina melhor com as ervas.

Qual dessas vai ser sua próxima experiência na cozinha? Tem opção pra todos os gostos, desde as mais tradicionais até as ousadias. Se testar alguma, me conta nos comentários como foi sua versão, parte da graça está em conversar sobre essas descobertas!

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 10:09

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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