Maionese de Batata: O Segredo Cremoso que Vai Virar Febre

  • Reservar um momento para curtir o dia a dia com a família é uma maravilha. Melhor ainda quando tem aquela comidinha especial.
Avalie este item
(23 votos)

Posso te contar um segredo que quase estraga a receita. A maionese de batata perfeita, aquela que some do pote em minutos, não depende de maionese pronta. Ela nasce de um receita de maionese de batata simples que aprendi ajustando, errando e descobrindo o ponto certo.

Minha epifania veio depois de um almoço em que o creme ficou aguado. Estudei técnicas de emulsão de um curso de culinária francesa e vi que o segredo está na paciência. Você vai adicionando o azeite gota a gota nas gemas amassadas, fora da geladeira, até virar aquela pasta sedosa que gruda na batata al dente sem afogá-la.

Quando você acerta, o resultado é um contraste mágico. A batata ainda tem identidade, mas cada pedaço é envolvido por um creme que é puro sabor, não só gordura. É o tipo de acompanhamento que rouba a cena do prato principal. Quer fazer essa versão que virou febre aqui em casa? O método tá todo explicado abaixo.

Receita de maionese de batata simples com ovo: Saiba Como Fazer

Rendimento
Para até 5 pessoas
Preparação
Aprox. 40 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 11 marcados

Para a base:

Para o creme de maionese caseira:

Para finalizar e temperar:

Pode parecer muita coisa, mas é tudo simples. O segredo mesmo é a paciência na hora de fazer o creme. Ah, e um detalhe: use os ovos em temperatura ambiente, sério, faz diferença no ponto.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 250g (1/5 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 385 kcal 19%
Carboidratos Totais 45.2g 15%
   Fibra Dietética 4.8g 19%
   Açúcares 2.3g 5%
Proteínas 12.5g 25%
Gorduras Totais 18.3g 23%
   Saturadas 3.2g 16%
   Trans 0g 0%
Colesterol 185mg 62%
Sódio 480mg 21%
Potássio 980mg 21%
Ferro 2.1mg 12%
Cálcio 45mg 4%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal (exceto ovos)
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Alto em Fibras: Boa fonte de fibras da batata
  • Energia: Carboidratos complexos para disposição

Alertas & Alérgenos

  • Contém ovos crus – Cuidado com salmonela
  • Moderação: Calorias concentradas no azeite
  • Insight: Rico em potássio da batata; versão light com iogurte reduz 40% das calorias

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Cozinhando e Preparando os Ingredientes:

  1. Comece pelas batatas. Descasque e corte em cubos não muito pequenos, mais ou menos do tamanho de uma mordida. Cozinhe na panela com água e uma boa pitada de sal até ficarem al dente. O que é isso? Você enfia um garfo e ele entra, mas a batata ainda oferece uma leve resistência. Nada de desmanchar, senão vira purê. Escorra bem e deixa esfriar um pouco.
  2. Enquanto isso, cozinhe os 3 ovos. Coloca eles numa panela com água fria, deixa ferver e conta 10 minutos a partir da fervura. Depois, joga na água gelada pra parar o cozimento e facilitar na hora de descascar. Eu sempre faço isso, descasca muito mais fácil.
  3. Agora a parte que parece estranha, mas confia. Pega o ovo cru e separa a clara da gema. A gema você guarda numa tigelinha. A clara crua você coloca numa panelinha com uma colher de sopa de água e leva ao fogo baixo, mexendo até ela cozinhar e ficar branquinha. Parece trabalho à toa, mas ela ajuda a dar uma consistência incrível depois. Reserva também.

Fazendo o Creme (a Alma da Coisa):

  1. Descasca as gemas dos ovos cozidos. Joga elas na tigela junto com a gema crua que você separou. Com um garfo, amassa tudo muito bem até virar uma pasta lisinha.
  2. Agora vem o truque. Adiciona o azeite, mas é gota a gota no começo, mexendo sem parar com o garfo. Quando a mistura começar a ficar mais cremosa e pálida, você pode colocar um fio mais fino de azeite, mas continua mexendo. O negócio é incorporar bem. Se você jogar o azeite de uma vez, a chance de talhar é grande. Já aconteceu comigo, a Daiane até riu da cara do meu “creme coalhado”.
  3. Quando o creme estiver com uma consistência boa, tipo uma maionese mais densa, tempera com uma pitada de sal e uma colher de chá de vinagre ou limão. Mexe pra incorporar. Essa acidez corta a gordura e fica equilibrado. Reserve.

Montando Tudo:

  1. Pega as claras. As três cozidas e aquela que você cozinhou separadamente. Pica elas bem ou esmaga com o garfo. Não precisa ficar perfeito.
  2. Numa tigela grande, coloca as batatas escorridas. Tempera com pimenta-do-reino moída na hora. Adiciona as claras picadas e o tempero verde bem picadinho. Mistura com cuidado, só pra distribuir. Você não quer amassar os cubos de batata.
  3. Agora, despeja por cima o creme de gemas que você fez. Com uma espátula ou colher de silicone, dobra a mistura com movimentos suaves, de baixo para cima, até as batatas estarem todas envolvidas pelo creme. Vai com calma, o objetivo é revestir, não fazer um mash.
  4. Dica: Se quiser, pica o tomate e mistura nessa hora, ou salpica por cima na hora de servir. Dá uma umidade e acidez diferente, eu gosto.
  5. Para finalizar, pica o ovo cozido restante e espalha por cima da maionese. Isso dá um toque visual lindo e mais textura.

Serve logo ou leva pra geladeira. Ela fica ainda melhor depois de uns 30 minutos, quando os sabores se casam de vez. Sério, perigo real de alguém querer comer direto do pote.

É isso. Pode parecer mais trabalhoso que abrir um pote de maionese, mas acredita, o gosto não tem nem comparação. A textura desse creme caseiro, a batata que ainda tem presença, o toque do tempero fresco… é outra liga. A Daiane vive pedindo pra eu fazer quando tem visita, porque some em segundos. E o melhor: você sabe exatamente o que tem dentro.

E aí, bora tentar? Conta pra mim nos comentários como ficou a sua. Teve coragem de fazer o creme gota a gota? A batata ficou no ponto certo? Qualquer dúvida é só gritar. Adoro saber quando alguém testa as receitas daqui de casa!

Quanto tempo dura essa maionese de batata?

Essa receita é daquelas que some rápido da geladeira, mas se por algum milagre sobrar, dura até 2 dias bem tampada. Aviso: ovo cru na receita exige cuidado extra! Se ficar com cheiro ou cor estranha, joga fora sem dó.

De olho na conta calórica

Uma porção generosa fica em torno de 385 kcal (confira a tabela nutricional completa para todos os detalhes). Quer reduzir? Troca parte do azeite por iogurte natural. Não fica igual, mas ajuda. Já se quiser turbinar, coloca mais gemas - minha esposa Daiane adora assim, mas a gente briga pra ver quem vai lavar a louça depois.

Trocas inteligentes para fugir do básico

- Sem ovo cru: usa maionese pronta no lugar da emulsão caseira
- Vegano: substitui os ovos por aquafaba (aquele líquido do grão-de-bico) e azeite
- Low carb: troca a batata por couve-flor cozida firme
- Sem glúten: já é naturalmente sem, mas verifica os temperos

Hack que mudou minha vida

Cozinhar a clara separadamente parece trabalho à toa, mas faz TODA diferença na textura. Um dia eu tentei pular essa etapa... resultado: maionese parecendo cola escolar. Não seja como eu.

3 erros que vão arruinar sua maionese

1. Batata muito cozida - vira purê ao invés de maionese
2. Excesso de azeite - fica com gosto amargo e pesado
3. Temperar tudo junto - o sal faz a batata soltar água e vira sopa

O pulo do gato: a emulsão

A parte de misturar gemas e azeite parece mágica, mas tem segredo: vai pingando o azeite BEM DEVAGAR enquanto mexe sem parar. Se separar, coloca 1 colher de água gelada e bate de novo. Funciona 90% das vezes (os outros 10% a gente chora e come assim mesmo).

Combinações que elevam o jogo

- Pão sírio aquecido: perfeito pra mergulhar
- Carnes grelhadas: o contraste de temperaturas é divino
- Picles de pepino: o ácido corta a gordura
- Cerveja bem gelada: sério, não tem erro

Versão "bomba calórica" que vale a pena

Adiciona bacon crocante por cima e um fio de mel. Parece loucura, mas o doce-salgado fica insano. Já fiz pra um churrasco e sumiu em 5 minutos - teve gente comendo com colher direto do pote.

Sobrou? Transforma!

- Vira recheio de panqueca ou sanduíche natural
- Mistura com farinha e ovo pra fazer bolinho frito
- Junta com frango desfiado pra um salpicão relâmpago

Eleva o nível em 2 segundos

Finaliza com azeite trufado e folhas de manjericão fresco. Parece coisa de restaurante caro, mas custa quase nada. Dica bônus: serve em potinhos individuais de vidro - engana qualquer visitante.

Do churrasco ao jantar chique

- Festa infantil: faz em minipotinhos com palitinhos de cenoura
- Brunch: coloca em torradinhas com ovos de codorna
- Jantar romântico: usa como base para tartar de salmão

Sabia que...

Essa receita tem um parentesco obscuro com a salada russa? A versão original levava até caviar! Também descobri que em alguns lugares chamam de "maionese falsa" - o que é um crime, se me perguntarem.

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Nem pense nisso! Vira uma tragédia aquosa.
Por que cozinhar a clara separado? Dá aquela textura areadinha que contrasta com o creme.
Tomate é obrigatório? Claro que não, mas dá um frescor legal.

Confissões de cozinha

Uma vez esqueci de cozinhar os ovos antes. Resultado? Maionese líquida e um jantar que virou pizza de delivery. Outra vez exagerei no vinagre e ficou parecendo conserva. Moral da história: medir ingredientes não é opcional.

De onde veio essa mistura?

Apesar do nome, não tem nada a ver com maionese tradicional. Parece ser uma adaptação brasileira da salada Olivier, aquela russa famosa. Nossa versão é mais simples e cremosa - pra variar, o Brasil melhorou a receita original.

O que combina com esse sabor?

Pensa em algo cremoso, terroso (das batatas) com um toque ácido. Combina com: pães densos, carnes defumadas, cervejas tipo pilsen. Evita servir com coisas muito doces - a não ser que seja aquela variação com mel que falei antes.

Modo "tudo deu errado"

Se a maionese separou: bate no liquidificador com 1 colher de água gelada
Se ficou sem graça: acrescenta mostarda em pó e um dente de alho amassado
Se esqueceu de comprar batata: usa mandioquinha cozida, fica até mais cremosa

O que ouvir enquanto prepara

MPB dos anos 70 - a cozinha fica com clima de boteco chique. Jorge Ben, Tim Maia... esse tipo de vibe que combina com receita caseira que lembra infância.

Enquanto as batatas cozinham...

Lava a louça que já sujou (sério, ajuda demais depois) ou prepara os acompanhamentos. Se tiver com tempo livre, descasca os ovos já cozidos - essa parte sempre demora mais do que parece.

Versão econômica sem perder o sabor

Reduz os ovos para 2 no total e usa óleo vegetal no lugar de parte do azeite. O tempero verde pode ser só cebolinha da feira - cresce até em copo d'água. E aquela ponta de tomate que sobrou de outra receita? Joga dentro!

O grande desafio

Manter as batatas inteiras enquanto mistura tudo! Eu sempre acabo esmagando um pouco, mas tá valendo. Dica: usa uma espátula de silicone e dobra os ingredientes como se fosse um soufflé, não mexe feito mingau.

Completa o prato: combinações perfeitas para sua maionese de batata

Depois de preparar aquela maionese de batata que todo mundo adora (aqui em casa a gente briga pelo último pedaço!), vem a dúvida: o que servir pra transformar isso numa refeição completa? Separamos sugestões que vão fazer seu almoço ou jantar ficar redondo - literalmente, porque depois você só vai querer rolar de satisfeito!

Para começar com o pé direito

Bolinho de arroz de liquidificador: Crocante por fora e macio por dentro, perfeito para mergulhar na maionese antes mesmo do prato principal.

Pão de batata recheado (aprenda a receita): Batata com batata nunca é demais, e esse pãozinho fofinho é quase um abraço de carboidrato.

Pão australiano caseiro: Casca crocante e miolo fofinho que combina com tudo - inclusive pra limpar o prato da maionese depois.

Bruschetta de tomate seco: Um clássico que nunca falha, o contraste do azedinho com a cremosidade da maionese é divino (Dai jurou que não consegue fazer só uma porção, sempre repete!).

Pratos principais que vão brilhar

Fraldinha assada no forno (o preparo): Carninha suculenta que pede um acompanhamento cremoso exatamente como esse que você já preparou.

Receita de Filé de peixe empanado simples: Crocância do empanado + cremosidade da maionese = casamento perfeito que até faz a sogra aprovar.

Receita de Filé de frango empanado fácil: Clássico que todo mundo ama, e que fica ainda melhor quando você tem uma maionese caseira pra acompanhar.

Bobó de camarão: Se já é bom sozinho, imagina com aquela maionese de batata do lado? Dica: misture um pouquinho no prato pra dar um upgrade.

Para terminar com chave de ouro (ou de açúcar)

Pavê de bolacha de maizena que nunca falha: Leve e perfeito pra depois de uma refeição mais encorpada como essa que montamos.

Mousse de coco (veja a receita): Refrescante e com aquele toque tropical que combina com qualquer época do ano - aqui em SP a gente faz até no inverno!

Crumble de maçã surpreendente: Quentinho, com aquele contraste de texturas que vai fazer todo mundo pedir bis.

Doce de leite em copinhos: Simples mas sempre sucesso - e depois de cozinhar tudo, você merece uma sobremesa fácil né?

Bebidas para cada ocasião especial

Suco de acerola que faz sucesso: Azedinho na medida certa pra cortar a riqueza da maionese e dos pratos principais.

Suco de laranja com beterraba que vai te conquistar: Doce natural e nutritivo - perfeito pra quem quer algo diferente mas sem muito trabalho.

Água aromatizada com limão e hortelã: Nos dias mais quentes, nada melhor que algo super refrescante e leve.

Chá gelado de pêssego: Faça uma jarra que acaba rápido - a gente sempre faz extra porque os vizinhos acabam aparecendo quando sentem o cheiro da comida!

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Aqui em casa a gente adora a fraldinha com o crumble de maçã no final - combinação perfeita de salgado e doce! Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa também.

Inspirado? Agora dá uma olhada nessas outras maioneses que eu adoro

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A versão doce que é uma carta na manga

Autor: Nilza Diversidades

Te confesso que eu torcia o nariz pra maionese de batata doce, achava que ia ficar estranho. Que nada. A primeira vez que fiz, a Daiane provou e falou "nossa, é melhor que a comum". A doçura natural da batata doce cria um contraste doido com o azedinho do vinagre ou do limão, fica um equilíbrio perfeito. É a minha dica pra quando a salada comum já cansou, sabe? Dá uma personalidade nova pro prato sem esforço.

Um detalhe que aprendi: cozinha a batata doce com a casca e só descasca depois, ela não fica encharcada. Ah, e dá pra usar as de polpa alaranjada ou as branquinhas, cada uma dá um resultado. Vale a pena testar.

3º. Quando você quer impressionar (e gratinar)

Autor: VOVÓ VÂNIA E SUAS RECEITAS

Essa aqui é a maionese que vira prato principal. Leva ao forno com queijo por cima e vira uma coisa cremosa por dentro, crocante por fora. Resolve aquele problema de "preciso de um acompanhamento quente diferente" pra um almoço especial. A última vez que fiz foi num domingo chuvoso, e o cheiro que invadiu a casa era de restaurante italiano, juro.

Só toma cuidado pra não secar demais. Eu deixei uns minutos a mais uma vez e a maionese meio que sumiu, ficou só a batata assada — ainda tava boa, mas não era o plano. O ponto é aquele gratinado dourado, com bolhinhas ainda saindo pelas bordas.

4º. A clássica com atum que nunca falha

Isso aqui é coringa puro. Pra quando a geladeira tá meio vazia e tem só uma latinha de atum, ou pra quando você precisa de uma receita que agrada gregos e troianos. A textura fica incrível, o atum desmancha e mistura com o creme. Meu erro por anos foi escorrer o atum demais, sabe? Deixa um pouquinho do óleo ou da água que vem na lata, ajuda a não ficar seco.

Fica tão boa que já virou prato único aqui em casa, com uma saladinha do lado. E dura bem na geladeira, então é uma boa pra fazer num dia e consumir no outro. Pensa nisso.

5º. A opção crocante e defumada

Bacon. Só a palavra já é convite, né? Essa receita é pra quem acha que maionese de batata é muito "mansa". O bacon crocante por cima, misturado com a cebolinha, dá uma camada de sabor e textura que é brincadeira de boa. Perigo claro: risco de alguém catar só os pedacinhos de bacon da tigela.

Uma dica de ouro que levo pra vida: frita o bacon em pedaços pequenos e deixa escorrer bem em papel toalha antes de misturar. Se tu jogar quente e com gordura, a maionese pode talhar ou ficar oleosa. Aprendi isso do jeito difícil, claro.

6º. Para transformar a sobra do frango

Essa é a receita que nasceu da praticidade. Sobrou peito de frango do jantar? Bora desfiar e virar uma maionese completa. Ela fica super sustenta, quase um recheio de sanduíche, só que na forma de salada. A cenoura ralada fininha que o vídeo sugere é genial, dá um toque doce e uma cor linda.

Se for usar frango já temperado, toma cuidado com o sal na hora de finalizar. Eu sempre provo antes de botar mais coisa. E se o frango tiver aquele sabor de grelhado, melhor ainda, fica com um gosto defumado leve. Funciona demais.

7º. A receita gaúcha, autêntica e cheia de personalidade

Eu sou doido por receitas regionais, e essa maionese gaúcha é diferente de tudo. Ela tem uma cremosidade única, um sabor mais marcante — talvez pelos temperos ou pelo jeito de misturar. É a escolha certa pra acompanhar um churrasco pesado, porque ela segura o tranco, não some no prato.

Parece besteira, mas o segredo mesmo tá em misturar com paciência, igual o vídeo mostra. Não pode ter pressa, tem que incorporar tudo devagar pra ficar aquele creme liso e homogêneo. Quando acerta, dá até orgulho.

8º. A combinação inusitada (e viciante)

Maçã verde na maionese? Eu também estranhei. Mas aí lembrei de saladas Waldorf e resolvi tentar. Cara, é uma revolução. A maçã com casca dá uma acidez e um CRUNCH que corta a gordura do creme de um jeito mágico. Fica refrescante, leve, diferente de qualquer outra.

É a receita ideal pra quem quer surpreender. Só tem que fazer na hora de servir, porque se deixar muito tempo a maçã oxida e perde a graça. Corta em cubinhos bem na última hora e já era. Confia.

9º. Crocância em dobro com batata palha

Essa é pura diversão de textura. Você tem o creme da maionese, a batata cozida macia e, de repente, aquele monte de crocância por cima. A batata palha é o elemento surpresa que todo mundo adora, especialmente as crianças — e os adultos que fingem que não.

O truque é só colocar a batata palha na hora de servir, senão ela amolece e perde a graça. Deixa um potinho separado e cada um se serve. Garanto que vai ser o primeiro ingrediente a acabar. Simples, mas infalível.

10º. A opção vegana que é puro creme (sem leite!)

Já testei várias bases pra maionese vegana, e a de castanha de caju é, de longe, a que mais se aproxima da cremosidade da original. Fica suave, neutra e aceita os temperos muito bem. É um pouco mais trabalhosa porque tem que deixar a castanha de molho, mas o resultado compensa.

Se você tem algum amigo ou familiar vegano, essa receita é um salva-vidas pra datas comemorativas. Ela não fica com aquele gosto forte de algum substituto, sabe? É só cremosidade e sabor de batata com legumes. Funciona demais.

11º. Um toque tropical com abacaxi

Parece ousado, mas faz todo sentido. O abacaxi, principalmente se for assado ou grelhado antes, perde a acidez e fica com uma doçura caramelizada que casa perfeitamente com queijos e o presunto. Essa maionese vira uma espécie de salada completa, quase uma refeição.

É perfeita pra acompanhar carnes brancas, como frango ou porco. A fruta corta a gordura e deixa o prato mais leve e interessante. Uma vez fiz para uns amigos e a reação foi unânime: "nossa, que diferente... posso pegar mais?".

12º. A versão com mandioquinha, ou batata baroa

Se você gosta daquele sabor terroso e levemente adocicado da mandioquinha, essa receita é uma joia. A textura dela cozida é ainda mais sedosa que a da batata inglesa, então a maionese fica incrivelmente cremosa, quase um purê gelado. É um luxo.

Dica importante: cozinhe a mandioquinha até ficar bem macia, mas sem desmanchar. É mais delicada que a batata. E aproveita pra usar os temperos frescos, como salsinha e cebolinha, que combinam demais com ela. Fica sofisticado sem esforço.

13º. Para os amantes de sabores intensos

Calabresa E bacon? Isso aqui é uma bomba de sabor, no melhor sentido. É pra quando a maionese precisa ser o ponto alto do prato, não só um acompanhamento. O defumado da linguiça, a gordura do bacon… fica irresistível.

O meu conselho é: não pule a etapa de refogar bem a calabresa e o bacon, até ficarem bem douradinhos. Esse sabor que fica na panela é o que vai pra maionese toda. E cuidado com o sal depois, porque a calabresa e o bacon já são bem temperados. Melhor provar e ajustar.

14º. A companheira perfeita do churrasco

Essa receita tem um objetivo claro: aguentar o pau no lado de uma picanha suculenta. Ela é mais robusta, geralmente com mais legumes, e o tempero é pensado pra não ser tímido. Não pode ser uma salada sem graça que some no prato, entende?

O que eu gosto nesse vídeo é que ele foca em ingredientes frescos, isso faz toda diferença. No churrasco, com tanta gordura da carne, uma maionese fresca e bem temperada é um alívio pro paladar. Faz um monte, porque some rápido.

15º. Crocância dupla: maçã e milho verde

Essa é outra combinação que eu nunca teria pensado, mas funciona que é uma beleza. O crocante aquoso da maçã com o estouro doce do milho verde. Cada garfada tem duas texturas diferentes, fica muito divertido de comer. Parece frescor em forma de salada.

Se for usar milho em lata, escorre bem. Se for na espiga, cozinha e corta os grãos. E assim como a outra com maçã, prepara perto de servir pra não murchar. É uma receita que parece simples, mas o resultado é cheio de personalidade.

16º. O toque clássico e colorido da ervilha

As ervilhas são daquelas coisas que a gente nem lembra, mas fazem uma falta enorme quando não tem. Elas dão um toque de cor lindo, uma doçura leve e uma textura macia que combina perfeitamente com a batata. Essa receita é a maionese clássica, de domingo, que nunca erra.

Eu prefiro as congeladas às enlatadas, acho que tem mais sabor e firmeza. Só joga na água fervente por uns minutinhos, escorre e deixa esfriar antes de misturar. É um passo a mais que vale muito a pena. Fica com cara de feita com amor.

17º. Para ocasiões especiais, com camarão

Essa é daquelas receitas que você guarda pra um almoço de data especial, aniversário, ou quando quer realmente impressionar. O camarão traz um sabor do mar e uma sofisticação que transformam a maionese comum em um prato de restaurante. Fica linda e saborosa.

Dá pra usar camarões pequenos ou médios, mas cozinhe eles no vapor ou na água com sal só até ficarem rosados, senão ficam borrachudos. E se puder, deixa um inteirinho pra decorar por cima, fica um espetáculo. É um investimento que vale a pena pelo wow factor.

18º. A polêmica que eu aprendi a amar

Uva passa na maionese divide opiniões, eu sei. Eu era time "odeio". Até que resolvi experimentar, com a mente aberta. E sabe? A passa hidratada, macia, dá pequenos momentos de doçura intensa que contrastam com o salgado. É uma surpresa agradável em algumas garfadas.

Se você é cético como eu era, minha sugestão é: faz a receita e separa um pouco sem passa pra você. Coloca as passas no restante. Assim todo mundo experimenta. Quem sabe você não se converte? Eu me converti, pelo menos em ocasiões especiais. Pra final de ano, então, é quase obrigatório.

E aí, qual dessas te deu mais vontade de experimentar? Tem opção pra todo mundo, desde as mais tradicionais até as mais ousadas. Se você fizer alguma, volta aqui e me fala nos comentários como que ficou, se a família aprovou, se você adaptou algo. Eu adoro ler as experiências de vocês, sério. Boa cozinha!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 09:24

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Adicionar comentário