A primeira vez que tentei fazer maionese caseira, pensei: isso deve ser coisa de restaurante chique. O resultado foi um líquido branco e separado que parecia mais um experimento de química falho. Foi aí que descobri, quase por teimosia, que a maionese caseira perfeita depende mais de paciência do que de habilidade.
O que salvou a receita foi um truque que aprendi em um curso de bases da cozinha francesa. A técnica de acrescentar o óleo em fio fino e constante, com o liquidificador na velocidade mais baixa, é o que garante aquela emulsão cremosa e estável. A mostarda não é só sabor, ela é a emulsificante natural que segura tudo junto.
Hoje, fazer essa maionese virou quase uma terapia. Ver os ingredientes se transformarem em um creme liso e brilhante é uma pequena vitória na cozinha. O sabor não tem comparação com o de mercado, é puro e encorpado. Vou te mostrar o passo a passo que nunca mais me deixa na mão.
Tabela de conteúdo:
Receita de Maionese caseira simples de liquidificador: como fazer
Ingredientes
Essa lista é curta, mas o óleo é a estrela. Não use azeite no começo, o sabor fica muito forte e pode talhar. Deixe pra finalizar com um fio, se quiser. Eu uso óleo de girassol, sempre.
Informação Nutricional
Porção: 15g (1 colher de sopa)
| Nutriente | Por Porção | % VD* |
|---|---|---|
| Calorias | 100 kcal | 5% |
| Carboidratos Totais | 0.5g | 0% |
| Fibra Dietética | 0g | 0% |
| Açúcares | 0.2g | 0% |
| Proteínas | 0.8g | 2% |
| Gorduras Totais | 11g | 14% |
| Saturadas | 1.5g | 8% |
| Trans | 0g | 0% |
| Colesterol | 25mg | 8% |
| Sódio | 120mg | 5% |
| Potássio | 15mg | 0% |
| Cálcio | 5mg | 1% |
| Ferro | 0.2mg | 1% |
*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
Etiquetas Dietéticas
Alertas & Alérgenos
Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.
Modo de preparo
- Prepara a base: Coloca os 2 ovos, o suco de limão, a colher de sal e a mostarda no copo do liquidificador. Bate em velocidade média por uns 20 segundos só, pra misturar bem. Fica um líquido meio amarelo claro.
- O momento mágico (e crítico): Agora, diminui a velocidade do liquidificador para a mais baixa possível. Tira a tampinha do centro do copo. Pega a xícara de óleo. Aqui vem o segredo: você vai começar a adicionar o óleo em um fio finíssimo, muito devagar. Eu fico com o braço doendo de segurar o óleo, mas é isso. Aos poucos, a mistura vai começando a mudar, ficando mais clara e grossa.
- Atenção total: Não tira o olho. Conforme você adiciona o óleo, o barulho do liquidificador muda, fica mais pesado. O conteúdo dentro vai engrossando e formando aquela textura cremosa de maionese. É meio hipnótico de ver.
- Ponto de parada: Adiciona o óleo até atingir a consistência que você gosta. Geralmente usa-se toda a xícara, mas as vezes um pouco antes já fica bom. Se parar e levantar o liquidificador, o creme deve estar firme e não escorrer. Se desandou, fica líquido de repente? Calma. Pega um outro ovo, bate ele sozinho num pote e vai misturando a maionese quebrada aos poucos. Já salvei várias assim.
- Finaliza e prova: Desliga o liquidificador. Tá pronta. Passa pra um pote com tampa. Dá uma provada com a ponta da colher. Precisa de mais sal? Mais limão? Ajusta agora, mexendo com uma fouet ou garfo. Eu gosto de deixar mais ácido, então às vezes espremo mais um pouquinho de limão.
- Conserva: Guarda na geladeira, sempre. Essa maionese caseira dura uns 3, 4 dias tranquilo. Ela fica mais firme ainda quando esfria. Fica perfeita pra passar no pão, no sanduíche, servir com batata frita. A Daiane não come de outra forma depois que acostumou com essa.
O grande medo é a maionese "desandar", eu sei. Mas acredita, seguindo esse passo de paciência com o óleo, ela dá certo quase sempre. A primeira vez que deu certo pra mim, fiquei impressionado com o sabor. É outra coisa, bem diferente da de mercado, mais viva.
O melhor é que depois que pega o jeito, você começa a variar. Coloca alho amassado, umas ervas finas, pimenta do reino moída na hora. Fica incrível. Você já tinha tentado fazer maionese caseira antes? Deu certo ou foi um desastre? Conta aqui nos comentários a sua impressão sobre a receita, ou se tem alguma diva própria pra não talhar.
Quanto tempo dura? Guardar é fácil, mas tem segredo
Essa maionese caseira dura até 5 dias na geladeira, mas tem um truque: sempre use um pote de vidro bem fechado e coloque um papel toalha em cima antes de tampar. Absorve a umidade e evita aquela água que separa. A Daiane uma vez deixou num pote plástico e em 2 dias já tava com cara triste - aprendemos na prática!
Devo me preocupar com calorias?
Cada colher de sopa (15g) tem cerca de 100kcal, conforme detalhado na tabela nutricional completa acima. Mas quem faz caseiro sabe: o perigo é esquecer que tem maionese na geladeira e sair comendo de colherada (juro que nunca fiz isso... mentira, fiz sim).
Sem drama nas substituições
Variações para todos os gostos
- Vegano? Troca os ovos por 50ml da água de cozimento do grão-de-bico (aquafaba) e usa óleo de girassol
- Low carb? Mantém a receita original, só não exagera na quantidade
- Quer um sabor diferente? Experimenta trocar o limão por vinagre de maçã ou até umas gotas de tabasco
Os 3 pecados capitais da maionese caseira
1. Óleo muito rápido: vai virar sopa, sério! O segredo é fiozinho de óleo como se fosse um ritual sagrado
2. Liquidificador superaquecido: se esquentar demais, desanda. Se perceber que tá esquentando, dá uma pausa de 2 minutos
3. Excesso de acidez: coloca o limão aos poucos, melhor faltar do que sobrar. Já cometi esse erro e tive que fazer um sanduíche com gosto de desinfetante
Hack que salva vidas (ou pelo menos o almoço)
Se a maionese desandar (acontece até com os chefs), bata 1 gelo no liquidificador junto que ela volta ao normal. Mágica? Não, ciência! O frio ajuda a emulsionar de novo.
Não é só pra batata frita, gente!
- Mistura com alho picado pra um molho bruto pra carnes
- Junta um pouco de ketchup e mostarda pra fazer molho rosé caseiro
- Coloca ervas finas e vira um dip sofisticado pra aperitivo
Minha combinação secreta? Maionese + pimenta calabresa + mel. Parece estranho mas é viciante!
Socorro, virou sopa!
Calma, respira. Pega outro ovo, bata ele sozinho no liquidificador e vai adicionando a maionese que desandou aos poucos, como se fosse o óleo. Em 90% dos casos salva. Se não salvar... bem, pelo menos tentou.
Modo "chef deslumbrado"
Troca o óleo comum por azeite extravirgem (mas só 50%, senão fica amargo) e bota uma gema de ovo caipira pra dar aquele amarelo bonito. No final, mistura raspas de limão siciliano. Vai parecer que comprou em loja gourmet!
Fazendo render sem gastar fortunas
Usa óleo de soja mesmo, não precisa ser aqueles caros. E uma dica: quando tiver sobrando um pouquinho de maionese no pote, não lava! Faz outra receita em cima que ela ajuda a emulsificar. Economia de ingrediente e menos louça pra lavar.
A parte que todo mundo treme
Adicionar o óleo sem medo
Segura o liquidificador com uma mão e com a outra derrama o óleo num fio finíssimo - imagina que você tá desenhando com mel. Nos primeiros 30 segundos é crucial ir devagar. Quando começar a engrossar, pode acelerar um pouco. Se o liquidificador tiver aquele furo no meio da tampa, melhor ainda!
Sabia que maionese quase causou uma guerra?
Diz a lenda que o molho foi criado em 1756 quando os franceses invadiram a ilha espanhola de Menorca. O chef do duque de Richelieu criou a receita com os poucos ingredientes que tinha pra celebrar a vitória. E pensar que hoje a gente briga só pra não deixar desandar no liquidificador...
2 fatos que vão te surpreender
1. Maionese caseira é um excelente removedor de manchas de gordura! Passa um pouco numa mancha de óleo na roupa, deixa 10 minutos e lava normal
2. Nos EUA tem concurso de maionese artística - gente que faz verdadeiras pinturas com maionese colorida. Dá um Google depois, é bizarro!
Perguntas que sempre me fazem
Pode congelar? Nem pense nisso! Vira uma tragédia gelatinosa
Por que às vezes fica com gosto de ovo cru? Ou o óleo tá velho ou o ovo não era fresco. Testa o ovo na água antes: se boiar, descarta
Posso fazer na batedeira? Até pode, mas o liquidificador é 1000x mais prático
O que ouvir enquanto bate a maionese
Como leva só 5 minutos, recomendo "September" da Earth, Wind & Fire - dura exatamente o tempo da receita e ainda dá aquela animada. Se quiser prolongar o momento, coloca "I Will Survive" pra cantar enquanto o óleo cai em fio (e torcer pra maionese sobreviver mesmo).
O ingrediente secreto que ninguém conta
A mostarda não é só pra sabor! Ela contém lecitina, que ajuda a emulsificar - é tipo o "superpoder" que mantém tudo unido. Sem ela, o risco de desandar dobra. Quem descobriu isso merece um prêmio Nobel da Cozinha!
Combinações que vão fazer sua maionese brilhar ainda mais
Depois de preparar aquela maionese caseira que todo mundo ama, vem aquela dúvida: o que servir para completar a refeição? Aqui vão nossas sugestões testadas e aprovadas - a Daia sempre me ajuda a escolher as melhores combinações!
Para começar com o pé direito
Sanduíche de forno com pão de forma surpreendente: Crocante por fora e macio por dentro, perfeito para mergulhar na maionese.
Pastel de queijo (aqui): Essa combinação clássica nunca falha, ainda mais com uma maionese caseira para acompanhar.
Quiche de frango (aqui): Leve e saboroso, fica incrível com um fio de maionese por cima.
Bolinho de mandioca: Um plus que sempre faz sucesso aqui em casa, especialmente nos dias mais frios.
Pratos principais que combinam perfeitamente
Frango assado tradicional: Clássico absoluto que fica ainda melhor com aquela maionese cremosa do lado.
Bife à parmegiana (link): A maionese traz um contraste delicioso com o molho de tomate.
Filé de peixe grelhado (cliquei aqui): Combinação leve e saudável que a Daia adora nos almoços de domingo.
Filé mignon ao molho madeira (receita aqui): Para ocasiões especiais, a maionese dá um toque caseiro incrível.
Para finalizar com chave de ouro
Brownie com sorvete (veja a receita aqui): O contraste de temperaturas é simplesmente viciante - cuidado pra nao repetir três vezes!
Bolo mousse de chocolate (receita aqui): Leve e cremoso, perfeito depois de uma refeição mais robusta.
Pudim de chocolate (link): Receita simples que sempre agrada, especialmente as crianças (e os adultos que se acham crianças).
Para acompanhar
Chá gelado (receita aqui): Refrescante e combina com qualquer refeição, principalmente nos dias mais quentes.
Suco de maracujá natural: Nosso preferido para equilibrar sabores mais encorpados.
Água aromatizada com limão e hortelã: Dica bônus pra quem quer algo leve e desintoxicante.
E aí, qual combinação vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários como ficou sua refeição completa com essas sugestões - e não esquece de avisar se sobrou espaço para a sobremesa!
Vai ficar só na maionese básica? Bora dar uma variada!
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito.
2º. A base de leite que é uma salvação
Autor: Na minha humilde opinião
Se o ovo te deixa com um pé atrás, seja por alergia ou só pelo gosto, essa versão com leite é a sua resposta. Pra ser sincero, eu achava que não ia ficar tão cremosa, mas é impressionante como o leite gelado forma uma emulsão tão boa quanto. O canal juntou várias ideias num vídeo só, o que é ótimo pra quando você quer inspiração rápida.
Minha dica? Use leite bem gelado, quase saindo da geladeira. Isso faz toda a diferença na hora de dar liga e ficar no ponto aquele creme que não separa depois. Perfeita para quem quer um molho mais suave.
3º. A Verde que dá um tchan em tudo
Autor: RANGO
Essa aqui é o segredo para transformar batata frita comum em algo especial. A combinação de ervas frescas — uso muito salsinha e cebolinha, às vezes um pouco de coentro — traz uma frescor absurdo. Já fiz para um churrasco em casa e sumiu em minutos, o povo passava no pão de alho, na carne, em tudo.
O que eu aprendi é que não adianta bater as ervas demais no liquidificador, senão fica com gosto de grama. Basta pulsar algumas vezes pra triturar, mas não virar uma pasta. Vai por mim, é um jogo rápido.
4º. A clássica de alho, pra ninguém botar defeito
Confesso que já tentei várias receitas de maionese de alho e algumas ficavam com um ardor que incomodava, sabe? Até achar esse equilíbrio. O segredo, pelo menos pra mim, está em usar o alho socado com sal antes de ir pro liquidificador, ele fica mais integrado e o sabor é redondo, não agressivo.
É aquele molho coringa pra sanduíche, pra passar na pizza de frigideira ou até como base para um frango assado mais úmido. Faz um pote pequeno porque dá vontade de usar em tudo.
5º. A de abacate que engana qualquer um
Se você está tentando comer melhor mas não quer abrir mão de um molho cremoso, essa é uma baita solução. A gordura do abacate dá aquele corpo incrível, sem precisar de tanta gordura extra. Fica com um verde bonito e um sabor suave que combina super com saladas de folhas ou como dip de legumes.
Só um cuidado: tem que consumir mais rápido porque o abacate oxida. Mas normalmente não sobra, então acho que não é um problema real.
6º. A cremosa de ovo cozido, diferente do usual
Diferente da maionese crua tradicional, essa leva ovo cozido. Isso tira qualquer preocupação com ovo cru e dá uma textura incrível, mais encorpada e "fofinha". Perfeita para quem é fã de ovo mimosa ou de recheios mais consistentes.
Uma vez usei ela como base para um recheio de ovo de copa, acrescentei um pouco de picles e ficou sensacional. É daquelas que abre um leque de possibilidades na cozinha, você vai ver no vídeo.
7º. A vegana, pra incluir todo mundo
A questão de substituir o ovo e o leite em uma maionese sempre pareceu um desafio grande, até eu descobrir que ingredientes como o leite de soja ou o amido podem ser emulsificantes poderosos. Essa versão é prova disso.
O sabor é limpo e você pode temperar do seu jeito. Já servi para amigos que nem são veganos e eles nem notaram a diferença, só elogiaram. Se você tem dúvidas por onde começar nesse mundo, essa receita é uma porta de entrada ótima.
8º. A sem óleo, pra quem busca leveza
Parece mágica, mas funciona. A técnica de bater o leite gelado até quase virar um chantilly é o que dá a textura cremosa sem uma gota de óleo. Fica bem leve, quase um creme para salada.
A dica de ouro, que vale pra qualquer uma com leite, é a temperatura. Se o leite não estiver geladíssimo, a chance de não dar certo é grande. Então planeje com antecedência e já deixe na geladeira antes de começar.
9º. A sem ovo, só com leite e tempero
Outra opção pra fugir do ovo, mas que mantém a cremosidade tradicional da maionese. A sequência de colocar o óleo em fio é a mesma, então se você já tem o jeito da técnica, essa sai fácil.
Fica ótima para quem tem restrição ou simplesmente não gosta do sabor do ovo cru na maionese. O alho e a salsinha dão um perfume que já faz a boca salivar.
10º. A de bacon, pra um pecado gostoso
Isso aqui não é só um molho, é uma experiência. A gordura do bacon, bem tostadinho e triturado, se incorpora ao creme e dá um sabor defumado e salgado que é viciante. Perigo claro de comer de colher.
Combina absurdamente bem com batata rústica assada ou num hambúrguer simples de pão com queijo. Faz pouca quantidade, porque é rica, mas cada colherada vale a pena.
11º. A light com batata, uma surpresa boa
Quem diria que batata cozida poderia virar a base de uma maionese? A textura fica incrivelmente cremosa e o sabor é neutro, perfeito para absorver outros temperos que você quiser colocar.
É uma ótima alternativa para reduzir calorias sem perder a sensação de comer algo gostoso e que satisfaz. Testei e aprovo, principalmente como patê para torradas integrais no lanche da tarde.
12º. A de cenoura, doce e diferente
O doce natural da cenoura cozida muda completamente o jogo. A maionese fica com uma cor linda, um sabor suave e levemente adocicado que é uma delícia com carnes brancas, como frango assado, ou até como dip de palitinhos de pepino e cenoura crua.
É uma forma divertida de incluir mais vegetais no dia a dia, sem ninguém perceber. As crianças costumam curtir bastante por causa da cor e do sabor mais amigável.
13º. A de ervas finas, elegante e fresca
Essa é pra quando você quer impressionar sem muito esforço. A mistura de ervas — pode ser estragão, cebolinha, salsinha — com um toque de queijo cottage dá uma sofisticação que parece de restaurante. Fica incrível servida em uma tacinha ao lado de um bife ou sobre um filé de peixe grelhado.
O queijo cottage é o pulo do gato, porque além de sabor, ele ajuda a dar uma acidez e corpo perfeitos. Uma receita que guardo para ocasiões especiais, ou para quando quero transformar um jantar simples em algo a mais.
14º. A defumada, com um sabor marcante
O toque defumado, seja com páprica defumada ou outro ingrediente, adiciona uma camada de sabor que é simplesmente viciante. Parece coisa de churrascaria boa. Eu gosto de fazer quando vou receber amigos, porque sempre alguém pergunta "o que tem nisso?" e quer a receita.
É forte, então vá com calma nos acompanhamentos. Combina melhor com coisas simples, como pão ou carne grelhada, para não competir com o sabor.
15º. A artesanal, feita na batedeira
Fazer na batedeira, ao invés do liquidificador, é um método mais tradicional e que te dá um controle maior sobre a emulsão. Você vê o creme se formando aos poucos, e a textura fica lisa e super aveludada. O vinagre de vinho branco dá uma acidez mais elegante também.
É um pouquinho mais trabalhoso, mas o resultado é outro nível. Pra mim, vale o esforço quando quero fazer algo realmente especial, ou quando estou no clima de cozinhar com mais calma.
16º. A de azeitona, azedinha e perfeita
Para os amantes de azeitona, como eu, essa é pura felicidade. O sabor salgado e característico se espalha pelo creme e fica incrível em canapés, ou simplesmente com um bom pão italiano. É um dos meus truques para animar uma reunião despretensiosa em casa.
Dá pra usar azeitona preta ou verde, cada uma dá um toque. A preta deixa uma cor mais escura e um sabor mais intenso. Experimenta e vê qual você prefere.
17º. A de couve-flor, cremosa e vegetariana
A couve-flor cozida e batida vira uma base neutra e incrivelmente cremosa. Quando você adiciona o azeite e os temperos, vira um molho sofisticado que ninguém imagina do que é feito. É leve, mas satisfatório.
Perfeita para quem busca opções vegetarianas gostosas ou quer reduzir o consumo de ovos e laticínios. Serve como um ótimo substituto do molho branco em algumas receitas também.
18º. A de inhame, uma descoberta recente
O inhame cozido dá uma textura espessa e aveludada que é maravilhosa. O sabor é bem neutro também, então ele aceita bem qualquer tempero que você jogar. Fiz uma versão com alecrim e alho frito que ficou divina.
É uma ótima fonte de carboidratos bons e deixa o molho bem nutritivo. Uma opção inteligente para variar e trazer novos ingredientes para a sua rotina na cozinha.
19º. A com limão siciliano, um toque cítrico
Às vezes a maionese tradicional pode ficar um pouco "pesada" no paladar. A acidez vibrante do limão siciliano — ou até de um limão taiti bem sumoso — corta essa gordura e deixa tudo mais refrescante. Parece que clareia o sabor.
Essa é a minha escolha para acompanhar peixes grelhados ou frutos do mar. A diferença que faz é absurda. Só cuidado para não exagerar no suco e acabar quebrando a emulsão, coloque aos poucos.
20º. A especial para hambúrguer, digna de lanchonete
Fazer hambúrguer em casa é um programa e tanto, mas o que leva ele para outro patamar é o molho. Essa maionese temperada é cheia de segredinhos — picles, ketchup, mostarda, o works — que replicam aquele sabor clássico de lanchonete que a gente ama.
Depois que você aprende a fazer essa, dificilmente vai querer comprar molho pronto de novo. É a cereja do bolo do seu hambúrguer artesanal. Sério, testa e me conta depois qual foi a reação da galera.
E aí, qual dessas versões mais te chamou a atenção? Tem para todos os gostos e necessidades, né? Desde a mais light até a mais indulgentemente bacon. Se você fizer alguma, volta aqui para deixar um comentário contando como foi sua experiência. Adoro trocar ideias sobre esses testes na cozinha, às vezes a gente descrece um ajuste que fica ainda melhor.






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