- Corte as pontas das bananas, descasque com cuidado – às vezes a casca gruda, mas com uma faca afiada dá pra tirar sem esmagar a polpa.
- Divida cada banana ao meio no sentido do comprimento. Depois, corte cada metade ao meio novamente (se for muito grossa, em três tiras). O objetivo é ter pedaços uniformes pra dourar por igual.
- Agora, fatie essas tiras em pedaços de mais ou menos 1 cm – nem muito finos, senão desmancham, nem muito grossos, senão ficam crus por dentro.
- Coloque uma frigideira grande antiaderente no fogo médio. Deixe aquecer uns 30 segundos antes de colocar o óleo – isso evita que a banana grude.
- Regue com o óleo, espalhe bem, e jogue as bananas picadas. Tempere com uma pitada leve de sal – só pra acordar o sabor.
- Deixe dourar por uns 6 minutos, mexendo de vez em quando com uma espátula de silicone. Cuidado: banana madura queima rápido. O ideal é ver aquelas bordas caramelizadas e o centro ainda firme.
- Abaixe o fogo pra baixo, jogue a manteiga em cubos e mexa até derreter por completo – o cheiro que sobe nessa hora é de comer com os olhos.
- Tempere com o restante do sal (se precisar) e uma boa moída de pimenta-do-reino. Prove um pedacinho: o equilíbrio entre doce, salgado e picante é o segredo.
- Adicione a farinha de milho aos poucos, mexendo com calma pra não formar grumos. Ela absorve a gordura e vira crocância pura.
- Deixe cozinhar por mais 4 minutos, mexendo de vez em quando, até a farofa soltar um pouco do fundo da frigideira e ganhar aquele tostado dourado.
- Desligue o fogo e sirva na hora – essa farofa perde o charme se esfriar demais. Aqui em casa, ela some antes mesmo de chegar à mesa.
Eu demorei pra entender o charme da farofa doce. Sempre fui time farofa salgada, até aquele domingo em que resolvi inovar no almoço em família. A banana da terra madura, quase pedindo pra ser usada, me desafiou na fruteira.
O que descobri mudou minha relação com essa fruta. Quando a banana da terra é frita na manteiga até ficar com aquelas bordinhas douradas, ela carameliza naturalmente. Aí é só juntar com a farinha de milho crocante - o contraste de texturas é simplesmente genial. Aprendi isso observando como os temperos se comportam em cursos de culinária brasileira.
Esta farofa de banana da terra virou meu segredo para agradar todo mundo. O sabor levemente adocicado combina perfeitamente com carnes, e a crocância conquista até quem torce o nariz. Minha esposa, que normalmente não é fã de coisas muito doces, pede sempre.
Se você nunca experimentou, essa receita vai te converter. É surpreendente como um ingrediente simples pode transformar uma refeição. Me conta depois se conseguiu fazer aquela casquinha crocante na banana!
Tabela de conteúdo:
Receita de farofa de banana da terra crocante, saborosa, simples e fácil: Saiba Como Fazer
Ingredientes
Essa farofa é simples, mas exige atenção no ponto da banana. Já errei usando banana verde demais – vira purê, e não é isso que a gente quer. Prefira frutas maduras, quase no limite, mas ainda firmes.
Informação Nutricional
Porção: 100g (1/6 da receita)
| Nutriente | Por Porção | % VD* |
|---|---|---|
| Calorias | 245 kcal | 12% |
| Carboidratos Totais | 35.2g | 12% |
| Fibra Dietética | 3.8g | 15% |
| Açúcares | 12.5g | 25% |
| Proteínas | 2.1g | 4% |
| Gorduras Totais | 11.3g | 21% |
| Saturadas | 6.2g | 31% |
| Trans | 0g | 0% |
| Colesterol | 25mg | 8% |
| Sódio | 450mg | 20% |
| Potássio | 285mg | 6% |
| Vitamina A | 125µg | 21% |
| Vitamina C | 18mg | 20% |
*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
Etiquetas Dietéticas
Alertas & Alérgenos
Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.
Modo de preparo
Dica extra (porque eu já aprendi na marra):
- Se você curte um toque clássico, refogue meia cebola picada fina no óleo antes de colocar a banana. Fica um contraste incrível – doce, salgado e levemente ácido. Daiane torce o nariz pra cebola, mas até ela admitiu que combina.
Já fiz essa farofa com peixe grelhado, com costela de porco e até como acompanhamento de um simples ovo frito – sempre arranca elogios. O segredo tá na banana no ponto certo e na farinha que não vira pó. Se você tentar, me conta: deu aquela crocância que a gente espera? Ou virou purê sem querer? Comenta aqui embaixo – adoro saber como foi na sua cozinha.
E se quiser arriscar um toque diferente, experimenta trocar metade da farinha de milho por farinha de mandioca torrada. Não é tradicional, mas é uma variação que testei num domingo chuvoso e surpreendeu até o Titan (ele só cheira, mas balança o rabo, então tá valendo).
Quanto engorda? (e como deixar mais leve)
Uma porção de 100g dessa farofa tem cerca de 245 kcal (conforme tabela nutricional completa). Se tá de olho na dieta, bora de ajustes: troque a manteiga por azeite (fica menos cremosa, mas mais saudável) e reduza a farinha pra 1 xícara, completando com farelo de aveia. A banana já dá doçura natural, então nem precisa exagerar no óleo. Fica a dica!
Guarda bem? Dá pra congelar?
Na geladeira, dura até 3 dias – mas o crocante some depois do primeiro dia (triste, né?). Se quiser salvar: congela crua! Espalhe a banana dourada e a farinha separadas num saco hermético. Na hora de usar, joga na frigideira com manteiga por 5 minutos. Quase tão boa quanto fresca!
Sem banana-da-terra? Sem crise!
Se a feira tá fraca, testa essas trocas: banana-nanica (fica mais doce, corta em fatias grossas pra não virar papa) ou até abacaxi (sim, sério! Pica cubos e doura igual, fica ácida e crocante). Farinha de milho pode virar flocão de arroz pra versão sem glúten – só cuidado pra não virar cola, vai colocando aos poucos.
Os 3 pecados da farofa perfeita
1) Bananas muito maduras = farofa empapada (o ideal é amarelinha com pintinhas pretas). 2) Fogo alto que queima a manteiga antes de dourar a banana (cheiro de queimado, credo!). 3) Colocar toda a farinha de uma vez – vira um tijolo. Eu já errei os três, minha farofa saiu parecendo massa de reboco. Não seja como eu!
Truque secreto da banana crocante
Pega essa dica que a Daiane descobriu por acidente: depois de cortar as bananas, espalha os pedaços num pano de prato e deixa uns 10 minutos secando. Ela perde um pouco da água e fica MUITO mais crocante na frigideira. Sério, faz isso! Parece besteira, mas é game changer.
Farofa pra brilhar em qualquer rolê
Versão chique: bota cubinhos de bacon e nozes picadas junto com a banana. Pra festa junina, joga uma colher de açúcar mascavo na hora de dourar – vira sobremesa! Já testei com coco ralado e ficou tropical demais. Minha favorita? Colho 2 folhas de louro da vizinha (shhh) e misturo na farinha. Perfume incrível!
O que jogar do lado?
Combinação clássica: feijoada, óbvio. Mas experimenta com ovos mexidos no café da manhã (sim, doce e salgado funciona!) ou sobre um bowl de açaí salgado (paulistano que é paulistano adora). Molho de pimenta caseiro é o parceiro ideal – corta a doçura da banana e arrebenta.
O momento crítico: hora da farinha
Aqui que a farofa vira farofa ou vira cimento. Segredo: desliga o fogo antes de achar que tá no ponto (o calor residual vai secando). Mexe com garfo, não espátula – areja melhor. Se grudou tudo, joga um fio de água QUENTE na lateral da frigideira e mexe rápido. Juro, ressurreição garantida!
Modo "conta de luz alta"
Banana-da-terra tá cara? Compra verde e deixa amadurecer em casa (embrulha num pano com maçã, acelera o processo). Farinha de milho pode ser a mais barata do mercado – textura fica diferente, mas funciona. E óleo no lugar da manteiga salva (mas, né, perde a alma...).
De onde veio essa mistura doida?
Farofa com banana é 100% brasuca, mas tem DNA africano. Os escravizados adaptaram receitas de farinha torrada com frutas da terra. Curiosidade: no Nordeste, fazem com banana-passa e carne seca – herança dos engenhos de cana. E olha que a gente acha que tá inovando no fogão...
2 fatos que ninguém te conta
1) Essa farofa é ótima pra enganar ressaca (carboidrato + potássio da banana = fake de isotônico). 2) Dá pra usar como recheio de pão de queijo doce-salgado – bota uma colher na massa antes de assar. Loucura? Talvez. Genial? Com certeza!
Meus desastres (pra você não repetir)
Uma vez usei banana verde pra "fazer mais saudável". Resultado: farofa de borracha. Outra vez, coloquei pimenta rosa achando que era gourmet – ficou com gosto de perfume. E a cena triste de tentar dobrar a receita numa frigideira pequena? Bananas voando pela cozinha. Aprenda com meus erros, amigos!
Perguntas que sempre me fazem
"Dá pra fazer no forno?" Dá, mas fica menos crocante – espalha num tabuleiro forrado e assa a 180°C mexendo de 5 em 5 minutos. "Posso usar microondas?" Por favor, não. "Congela?" Respondi lá em cima, mas todo mundo pergunta mesmo assim! "Serve com peixe?" Serve sim, principalmente com moqueca.
Harmonização inusitada
Experimenta tomar com cerveja wheat (o toque cítrico casa bem) ou caipirinha de caju (doce com doce, mas funciona). Pra fechar com chave de ouro: uma colher de farofa quente sobre sorvete de creme. Juro por tudo, é a melhor coisa desde pão com manteiga derretida.
Sabia que...
No Pará, tem uma versão com banana pacova e farinha de mandioca grossa chamada "farofa de guerra" – dizem que sustentava os soldados na selva. E tem estudo (sério!) que prova que torrar a farinha libera compostos aromáticos que ativam memórias afetivas. Por isso que todo mundo lembra da farofa da vó, né?
Completa o prato: combinações que fazem a farofa de banana da terra brilhar
Depois de preparar essa farofa que é puro abraço da vovó, vem a dúvida: o que servir pra transformar isso numa refeição completa? Aqui em casa a gente testou várias combinações (algumas até por acidente, confesso) e separamos as melhores duplas. Dai já avisa: cuidado com o olho gordo da vizinhança quando os cheiros começarem a subir!
Para começar com o pé direito
Frango empanado: Crocância que faz aquele contraste gostoso com o cremoso da banana na farofa.
Bife empanado (aprenda a fazer): Clássico que nunca falha, ainda mais quando a farofa já traz um toque adocicado.
Isca de peixe: Leveza que equilibra bem o prato, ótimo pra quem quer algo menos pesado.
Pão de queijo mineiro: Dica extra! A combinação do queijo com a banana caramelizada da farofa é de arrepiar.
Prato principal: o casamento perfeito
Feijoada completa (aprenda a receita): A farofa de banana dá um toque especial que corta a gordura do prato. Combinacao de mestre!
Carne maminha (preparo da receita): Carne suculenta que pede uma farofa especial como essa pra acompanhar.
Receita de Moqueca de peixe fácil: O doce da banana conversa tão bem com o leite de coco que até parece que foram feitos um pro outro.
Costela no bafo: Sugestão nossa pra quando o dia pede comida de boteco gourmet - a farofa ajuda a limpar o paladar entre uma mordida e outra.
Doce final (ou por que deixar espaço na barriga)
Cocada de leite condensado (descubra os segredos): Continuando a festa dos sabores tropicais, sem medo de ser feliz.
Receita de Bolo de fubá com coco simples: Humilde mas poderoso, fecha a refeição com personalidade.
Ambrosia: Doce de vó que combina com toda essa vibe caseira que a farofa já começou.
Banana caramelizada: Dica bônus! Aproveita o tema e leva a banana até o fim, com canela e sorvete de creme.
Bebidas que combinam com qualquer momento
Suco de melão (saiba como preparar): Frescor necessário depois de uma refeição completa como essa.
Água de coco gelada: Nosso coringa pra refeições tropicais - hidrata e complementa sem competir.
Chá mate gelado com limão: Aquela amarguinha controlada que corta gorduras e deixa tudo mais leve.
Essas são nossas combinações testadas e aprovadas em casa (com direito a segundas e terceiras porções). E aí, qual vai ser o menu do seu próximo almoço de domingo? Conta pra gente nos comentários se arriscou alguma dessas duplas - e se sobrou espaço pra sobremesa!
Agora que você aprendeu a fazer essa famosa iguaria, conheça outras 12 releituras dessa farofa deliciosa!
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito.
2º. Com bacon
autor: Dilza Pacheco
Bacon primeiro, sempre. Ele solta uma gordura dourada que vira o óleo ideal pra fritar a banana da terra até ela caramelizar nas bordas. O truque aqui é usar bacon magro, menos gordura, mais sabor concentrado, e bananas bem maduras, que já têm aquele doce natural e cozinham mais rápido.
Depois de fritar o bacon, reserve. Use só a gordura que sobrou na frigideira pra refogar a banana. Assim, você pega todo o sabor defumado sem mascarar o agridoce da fruta. Já fiz isso aqui em casa e até quem não curte farofa doce pediu bis. Sério.
3º. Com banha de porco
autor: Li Oliveira
Banha de porco pode soar antiga, mas é um segredo de cozinha que não perdeu o brilho. Ela dá um brilho dourado à farofa e um sabor redondo, quase carnudo, que combina perfeitamente com a doçura da banana. Azeite entra só no final, como toque fresco.
A farinha de milho é a escolha certa aqui, ela não amolece fácil e mantém aquela crocância que faz a gente querer comer direto da frigideira. Dica: não mexa demais depois de adicionar a farinha. Deixe tostar uns segundos antes de virar. Fica com uma textura quase de “crocante caseiro”.
4º. Com ovo
Ovo mexido com banana da terra parece improvável, mas vira um acompanhamento completo. O segredo tá na ordem: frite a banana primeiro, depois jogue os ovos já mexidos por cima, quentinhos, e só então misture com a farinha. Assim, o ovo não cozinha demais e mantém aquela maciez que abraça cada pedaço da fruta.
Essa versão é ótima pra quem quer algo rápido no jantar, sem abrir mão de sabor ou nutrientes. E se quiser, finalize com cebolinha fresca, um contraste fresco que equilibra a doçura. Já virou coringa aqui em casa nos dias de preguiça.
5º. Baiana
Dendê não é só cor, é alma. Nessa versão baiana, o azeite de dendê substitui a manteiga ou o óleo comum, e transforma a farofa num prato quase ritualístico, cheiroso, vibrante, com aquele sabor que gruda na memória. A banana frita no dendê ganha uma profundidade que nenhuma outra gordura entrega.
Se você nunca usou dendê em farofa, experimenta com moderação no começo, ele é potente. Meia colher já dá o tom. Depois, ajuste conforme o gosto. E se quiser, acrescente um fio de limão no final. A acidez corta a gordura e deixa tudo mais vivo.
6º. Com uva passa
Uva passa traz um doce concentrado que conversa direitinho com a banana da terra. O segredo é refogá-la junto com a cebola e a banana, antes da farinha entrar. Assim, ela absorve os sabores e amolece levemente, sem virar pasta.
Essa combinação é ótima pra quem busca uma farofa vegetariana com personalidade, e funciona especialmente bem no Natal ou em ceias mais festivas. Se quiser, use uva passa sem sementes e corte ao meio pra distribuir melhor. Ah, e se a sua uva estiver muito seca, hidrate 5 minutos em água morna antes. Faz diferença.
7º. Low carb
Farofa sem farinha? Sim, e funciona. Aqui, a farinha de amendoim substitui a de milho, e castanhas dão crocância sem carboidrato refinado. O resultado é uma farofa úmida, aromática e com um sabor de “cozinha de fazenda moderna”.
O amendoim torrado traz um amargor suave que equilibra a doçura da banana, e a castanha do Pará picada fininha dá aquele estalo na mordida. Se for tentar, não pule o passo de torrar levemente as castanhas antes, libera os óleos naturais e intensifica tudo. Já testei com visitas de olho na dieta, e ninguém desconfiou que era low carb.
8º. Com castanha do Pará
Castanha do Pará picada na hora traz uma crocância nobre, quase crocante de sobremesa salgada. Junto com calabresa e bacon, forma uma farofa rica, quase de ocasião, perfeita pra ceia, sim, mas também pra impressionar num almoço de domingo.
O segredo tá no corte: a castanha precisa ser picada à mão, não triturada. Assim, mantém pedaços irregulares que torram bem na frigideira. E cuidado pra não queimar, ela doura rápido. Se quiser equilibrar, use menos calabresa e mais banana. O doce natural da fruta segura o salgado da carne.
9º. Com calabresa
Calabresa picada, pimentão colorido e uma pitada de pimenta dedo-de-moça transformam a farofa doce num prato quase picante. O contraste entre o doce da banana e o ardido suave da pimenta é surpreendente, e viciante.
Use calabresa fina, de boa qualidade, e frite até ficar levemente crocante. Os pimentões entram depois, pra manter a cor e o frescor. Se quiser reduzir o fogo, tire as sementes da pimenta. E sim, já comi isso com arroz branco e feijão preto, e foi um espetáculo. Perigo: risco de repetir três vezes.
10º. Simples
Às vezes, o básico bem feito é tudo que a gente precisa. Aqui, bacon, alho, orégano e páprica picante dão personalidade sem complicar. A banana da terra é a estrela, e os temperos só dão o empurrãozinho certo.
Essa é a versão que faço nos dias corridos, em 10 minutos, pronto. Dica: use páprica defumada se tiver. Não é tradicional, mas traz uma camada extra de sabor que combina com o doce da fruta. E se sobrar, esquenta no dia seguinte que fica até melhor.
11º. Com carne seca
Carne seca bem dessalgada é quase ouro na cozinha brasileira. Desfiada e levemente dourada, ela traz um salgado profundo que casa perfeitamente com a doçura da banana da terra. O segredo tá no dessalgue: troque a água a cada 30 minutos, pelo menos três vezes.
Na hora do refogado, junte a carne seca depois da banana murchar, assim, ela não endurece. O resultado é uma farofa robusta, quase prato único. Já servi com arroz branco e couve refogada, e ninguém pediu mais nada. Sério, é farta e saborosa.
12º. Com castanha de caju
A castanha de caju traz um sabor suave, quase amanteigado, que complementa a banana sem competir. Picada fininha e levemente torrada, ela dá crocância e um toque regional que lembra o Nordeste, sem precisar de carne.
O segredo é não deixar a castanha queimar. Ela doura em segundos. Por isso, entra quase no final do refogado. Essa versão é ótima pra quem quer uma farofa elegante, mas leve. E se quiser, finalize com coentro fresco, não é tradicional, mas funciona.
13º. Com cenoura
Cenoura ralada fina refogada com a banana da terra traz cor, doçura extra e um toque de nutrição sem pesar. Ela amolece rápido e se integra bem, quase virando um creme natural que segura a farinha.
O resultado é uma farofa colorida, quase vibrante, que agrada até crianças. Se quiser, use um ralador fino, assim, a cenoura cozinha junto com a banana sem precisar de água. E sim, já virou opção fixa aqui em casa quando quero algo rápido, bonito e nutritivo. Até o Titan fica de olho, claro, ele não come, mas sente que tem coisa boa rolando.
E aí, qual dessas versões te deu mais vontade de ir pra cozinha? Eu fico na dúvida entre a baiana e a com castanha de caju, mas confesso que já testei quase todas. Quando colocar alguma em prática, volta aqui pra me contar como foi. Adoro saber o que rolou na sua panela, se deu certo, se inventou algo novo… Comenta aí!
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