Você já ficou na frente da vitrine da padaria, encarando aquele pudim perfeito e pensou que nunca conseguiria fazer um igual em casa?
Eu também ficava, até pegar o jeito da técnica. O segredo do pudim de padaria está no banho-maria no forno, um truque que aprendi em uma aula de confeitaria. Isso garante que ele cozinhe de forma suave, sem criar aqueles furinhos indesejados, ficando com a textura lisa e cremosa de verdade. O vinagre na água quente embaixo da forma, parece coisa de maluco, mas é o que evita que a superfície rache.
Fazer o seu próprio é uma experiência que vale cada minuto. O cheiro do caramelo queimando na panela, a expectativa de desenformar... é pura satisfação. E no final, você tem um clássico absoluto, que só com leite, ovos e leite condensado vira um doce de respeito. Vem ver como é simples no passo a passo.
Tabela de conteúdo:
Receita de pudim de padaria tradicional, fácil e simples – Saiba como fazer
Ingredientes
Para a calda de caramelo:
Para o creme do pudim:
O vinagre é o segredo que ninguém conta. Ele na água quente debaixo da forma ajuda a evitar que o pudim rache. Parece mágica, mas é só química básica, e faz toda a diferença para aquele visual impecável.
Informação Nutricional
Porção: 150g (1/8 do pudim)
| Nutriente | Por Porção | % VD* |
|---|---|---|
| Calorias | 285 kcal | 14% |
| Carboidratos Totais | 48.5g | 16% |
| Açúcares | 45.2g | 90% |
| Fibra Dietética | 0g | 0% |
| Proteínas | 8.5g | 17% |
| Gorduras Totais | 7.2g | 9% |
| Saturadas | 4.1g | 21% |
| Trans | 0g | 0% |
| Colesterol | 125mg | 42% |
| Cálcio | 220mg | 22% |
| Ferro | 0.5mg | 3% |
| Sódio | 150mg | 7% |
*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
Etiquetas Dietéticas
Alertas & Alérgenos
Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.
Modo de preparo
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Faz o caramelo: Coloca o açúcar numa panela de fundo grosso e leva ao fogo baixo. Não mexe no começo, deixa derreter sozinho. Quando começar a formar um líquido dourado nas bordas, aí você mexe com uma colher de silicone. Fica de olho, ele queima rápido. Quando estiver todo derretido e com uma cor de âmbar bonita, adiciona a água com cuidado – vai espirrar um pouco. Mexe até dissolver qualquer pedacinho de açúcar, deixa ferver por uns 2 minutinhos e desliga. Já joga esse ouro líquido na forma de pudim com furo central e espalha bem pelas laterais. Mete na geladeira pra firmar.
A Daiane sempre fica com medo de queimar o açúcar. O truque é fogo baixíssimo e paciência. Se ficar muito escuro rápido, o gosto fica amargo.
- Prepara o creme: Enquanto a forma esfria, bota no liquidificador os ovos, o leite condensado e o leite. Bate por uns 5 minutos, sim, esse tempo todo. Isso incorpora ar e ajuda a ficar bem liso, sem bolinhas. Peneira essa mistura direto na forma com o caramelo frio, usando uma peneira fina. Tira as bolhinhas de ar que ficarem na superfície com uma colher.
- Monta o banho-maria no forno: Pré-aquece o forno a 250°C, é, bem quente mesmo. Cobre a forma do pudim com papel alumínio, bem firme nas bordas. Pega uma assadeira maior que caiba a forma dentro. Coloca a forma no centro e enche a assadeira com água fervente até a metade da altura da forma. Aqui vai o pulo do gato: joga uma colher de sopa de vinagre branco nessa água. Parece coisa de doido, mas juro que deixa a superfície lisa.
- Assa e tem paciência: Leva essa montagem toda ao forno e deixa por cerca de 1 hora. O pudim está pronto quando, ao balançar de leve, o centro ainda mexe um pouquinho, mas as bordas já estão firmes. Não usa palito, isso não funciona pra pudim.
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Esfria e desenforma: Tira do forno com cuidado, tira o papel alumínio e deixa esfriar completamente em cima do fogão. Depois leva à geladeira por pelo menos 4 horas, de preferência a noite toda. Pra servir, passa uma faca fina pelas bordas, mergulha a base da forma em água quente por uns 30 segundos e vira num prato fundo. A calda vai escorrer linda por cima.
Se o pudim não sair na hora, é só dar mais um mergulho rápido na água quente. Acontece, não desanima.
Olha, a sensação de conseguir fazer um pudim que parece de padaria não tem preço. Aquele momento de virar a forma e ver a calda escorrendo perfeita é uma pequena vitória na cozinha. E o sabor? É doce na medida, cremoso e simplesmente clássico. Não tem como errar.
E aí, topou o desafio? Quando fizer, me conta nos comentários como foi a sua experiência. O caramelo ficou no ponto? A superfície ficou lisinha? Adoro saber os resultados de vocês e trocar ideias. Bora compartilhar essa conquista!
Quanto tempo dura? E como guardar sem estragar?
Esse pudim é daqueles que some rápido na geladeira, mas se por um milagre sobrar: dura até 5 dias bem tampado. Dica de ouro: cobre com filme plástico encostando na superfície do pudim pra evitar aquela película seca horrorosa. Já aconteceu comigo de esquecer um pedaço por uma semana (sim, crime culposo) e virar um tijolo açucarado. Não repitam meu erro!
Tá de dieta? Melhor nem ler isso aqui
Cada fatia generosa tem umas 285 calorias (e quem consegue comer só uma fatia, né?). Se quiser reduzir, troque o leite integral por desnatado e use leite condensado light - mas aviso que a textura fica levemente diferente. A Daiane uma vez tentou fazer versão zero açúcar e... bem, digamos que virou um experimento científico fracassado. Para ver todos os detalhes nutricionais, confira a tabela nutricional completa logo acima.
Sem leite condensado? Sem problemas!
Se estiver desesperado(a) sem leite condensado, faça seu próprio: misture 1 xícara de leite em pó com 3/4 de xícara de açúcar e 1/2 xícara de água quente. Não fica IGUAL, mas salva o pudim do apocalipse. Já usei essa gambiarra numa madrugada de crise de doce e funcionou!
Os 3 pecados capitais do pudim (e como evitar)
1. Queimar a calda: fogo BAIXO e paciência, meu povo. Quando achar que tá na hora de mexer, mexe de novo.
2. Pudim "esburacado": peneire a mistura antes de levar à forma. Sim, aqueles furinhos são traumas de infância que podemos evitar.
3. Desenformar quente: já tive que servir pudim de colher uma vez. Aguarde pelo menos 4 horas na geladeira, sério!
Truque secreto de padaria que ninguém conta
Coloque 1 colher de sopa de vinagre na água do banho-maria. Parece loucura, mas ajuda o pudim ficar lisinho igual dos restaurantes. E tem mais: bata a mistura no liquidificador por EXATOS 5 minutos - tempo suficiente pra incorporar ar sem virar espuma.
Combinações que elevam seu pudim à elite
• Café coado na hora (o amargo corta o doce perfeitamente)
• Frutas vermelhas frescas (contraste de textura incrível)
• Uma bola de sorvete de creme (sim, dobradinha proibitiva)
• Whisky ou licor de café para os adultos (experiência gourmet garantida)
Pudim mutante: 3 versões para ousar
1. Pudim de café: adicione 2 colheres de café solúvel na mistura
2. Pudim de coco: substitua 1 xícara de leite por leite de coco
3. Pudim chocólatra: jogue chocolate meio amargo picado na calda antes de colocar a massa
O momento crítico: a calda
90% dos desastres acontecem aqui. Quando o açúcar começar a derreter, NÃO PARA DE MEXER. Se formar grumos, abaixe o fogo e insista - eles vão dissolver. E quando adicionar a água? Cuidado com o vapor! Fiz essa besteira uma vez e quase precisei trocar a cortina da cozinha...
Sobrou pudim? Transforme!
• Pudim shake: bata com gelo no liquidificador
• Recheio de bolo: amasse e use entre camadas de bolo de fubá
• Sorvete caseiro: congele em potinhos com palitos
• Fatias grelhadas: passe na frigideira antiaderente por 1 minuto cada lado (experiência transcendental)
Modo chef estrela Michelin
Finalize com flor de sal e fios de caramelo por cima. Use leite condensado caseiro (ferva leite + açúcar por 2h em banho-maria) e ovos caipiras. Serve em taças individuais com calda de laranja sanguínea. Cuidado: depois disso, pudim normal nunca mais será o mesmo.
SOS: meu pudim virou um desastre!
Calda queimou? Peneire e recomece. Pudim não coagulou? Deixe mais 15 minutos no forno. Desenformou tudo errado? Chama de "pudim desconstruído" e enfeita com chantilly. Já salvei um pudim aquático (sim, ficou aguado) transformando em base para sorvete caseiro. Criatividade é tudo!
De onde veio essa delícia?
O pudim de leite condensado é uma adaptação brasileira do flan europeu, que por sua vez veio do antigo "patina" romano (mistura de leite, mel e ovos). Nossa versão só surgiu depois da invenção do leite condensado no século XIX. Curioso: em Portugal, chamam de "pudim flan" - meio termo entre as duas culturas.
2 fatos que vão te surpreender
1. A forma do pudim (com furo no meio) não é só estética - ajuda o calor se distribuir igualmente durante o cozimento.
2. O vinagre no banho-maria (que eu citei lá em cima) reage com o bicarbonato natural dos ovos, deixando o pudim mais macio. Química a serviço da gula!
Perguntas que todo mundo faz
Pode congelar? Pode, mas a textura muda um pouco - fica mais granuloso.
Por que meu pudim ficou com buracos? Mistura batida demais ou forno muito quente.
Preciso mesmo deixar esfriar 4 horas? SIM, ou vira bagunça garantida.
Forma pode ser de alumínio? Melhor não, pode deixar gosto metálico.
Harmonização além do óbvio
Experimente servir com:
• Geleia de pimenta (o contraste doce-picante é alucinante)
• Crumble de castanhas (textura crocante + cremosidade)
• Raspas de limão siciliano (corte a doçura com acidez)
• Molho de cerveja escura reduzida (confia em mim!)
Meus maiores erros (pra você não repetir)
• Usar forma pequena demais: virou vulcão de pudim no forno
• Esquecer o papel alumínio: superficie queimada e interior cru
• Adicionar água fria na calda: açúcar virou pedra instantânea
• Desenformar depois de 1 hora: a cena foi trágica
E aí, topa o desafio?
Se fizer essa receita, conta nos comentários como foi sua experiência! Já tentou alguma variação maluca? Compartilha aí que eu adoro testar novidades. E se tiver dúvidas, manda ver que respondo tudo!
Completa a experiência: um menu que combina perfeitamente com seu pudim de padaria
Depois de preparar aquele pudim cremoso que lembra a padaria da esquina, que tal montar uma refeição completa que vai deixar todo mundo com água na boca? Selecionamos combinações que casam direitinho com essa sobremesa clássica.
Para começar com o pé direito
Pão de queijo caseiro: Nada como uns pãezinhos quentinhos para abrir o apetite. A Dai sempre faz um monte e congela - prático e sempre cai bem!
Bolinho de mandioca: Crocante por fora, macio por dentro. Se servir com um molhinho de iogurte, nem vai sobrar para o prato principal.
Patê de ervas finas: Fácil de preparar e perfeito para espalhar em torradinhas. Aqui em casa é hit em qualquer ocasião.
O destaque da refeição
Berinjela recheada com carne moída: Um prato que equilibra bem com o doce do pudim. A berinjela fica tão macia que quase derrete na boca.
Frango ao molho de laranja: O contraste do cítrico com o pudim cremoso é uma combinação que nunca falha. Ideal para domingos em família.
Lasanha de abobrinha: Para quem quer algo mais leve mas ainda assim satisfatório. A Dai adora quando faço essa versão.
Para acompanhar
Arroz basmati incrível: Soltinho e perfumado, esse arroz diferente vai surpreender todo mundo à mesa.
Salada de grão de bico: Dá um toque fresco e crocante que equilibra bem pratos mais encorpados.
Purê de batata-doce: Doce natural que já prepara o paladar para a sobremesa. Adiciono um toque de noz-moscada - segredo da casa!
Dica bônus: Legumes assados com alecrim. Simples, mas sempre impressiona pelo sabor que fica concentrado.
Para refrescar
Chá gelado de pêssego: Doce sem exagero, combina perfeitamente com o menu todo e principalmente com o pudim.
Água aromatizada com limão siciliano e manjericão: Leve e refrescante, ajuda a limpar o paladar entre as garfadas.
Suco de maracujá natural: O azedinho corta a doçura do pudim e deixa tudo equilibrado.
E aí, qual combinação vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa também! Aqui o pudim nunca dura muito tempo na geladeira, mas as memórias boas da refeição em família ficam.
Apadarie a sua cozinha: descubra outras maneiras de fazer esse clássico
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito.
2º. A frescura da laranja no meio do creme
autor: Dika da Naka
Às vezes o pudim tradicional pede um contraste, sabe? Um toque de fruta que corta a doçura sem estragar a cremosidade. Essa versão com laranja acerta nisso. O sabor cítrico não é forte, é mais um perfume que fica no fundo da boca, muito elegante.
O bom é que, como ela diz, usa poucos ingredientes. Só toma cuidado pra não usar suco com muita polpa, pode alterar um pouco a textura lisa. Mas se quiser arriscar, vai fundo. Fica ótimo.
3º. Quando a família inteira vem jantar
autor: Culinária em Casa
Já passou por isso? De repente são mais pessoas pra comer e a receita normal não dá. Essa é a solução. Dobrar a receita parece simples, mas tem um truque: o tempo de forno pode aumentar um pouco. Não sai na mesma hora.
Fica de olho no ponto, o famoso "palito saindo limpo". Essa versão grandona é basicão, um pudim tradicional em tamanho família. Garante que ninguém fica só com a vontade.
4º. O clássico das antigas, de farinha de trigo
Ao contrário do que se imagina, pudim de padaria muitas vezes leva farinha, viu? É isso que dá aquela estrutura firme, mas ainda macia. Essa receita é a cara da nostalgia. A baunilha faz toda a diferença no aroma, traz a memória direto da padaria da esquina.
Eu prefiro a baunilha em fava, raspar aquelas sementinhas, mas a essência comum resolve bem. Só não exagera, senão fica aquele cheiro artificial.
5º. Fugindo do forno: farinha de trigo na geladeira
Verão, calor, e a ideia de ligar o forno é um terror. Essa versão sem forno é uma mão na roda. A farinha de trigo aqui age como espessante, firmando o creme na geladeira. Fica uma textura diferente, claro, mais próxima de um mousse firme.
É bom avisar todo mundo que não é o pudim assado tradicional, mas é uma sobremesa gelada saborosíssima que resolve o problema do calor. Funciona muito bem.
6º. Cremosidade extra com leite condensado
Se você é do time que acha que quanto mais cremoso, melhor, essa é a sua. O leite condensado potencializa o sabor doce e ajuda a dar um corpo incrível. O pudim fica com aquele balanço perfeito na colher.
É um caminho sem erro pra quem tá começando. E se você gosta dessa pegada, mais pra frente tem uma receita de pudim de chocolate que segue a mesma lógica de cremosidade. Anota aí.
7º. Para o bolso agradecer
Sabe aquela vontade de um doce caprichado mas a grana tá curta? Essa receita resolve. Ela não abre mão do sabor, só usa o básico do básico com inteligência. A separação das etapas - caramelo e creme - é ótima pra você não se perder.
Um erro comum é achar que por ser econômico, tem que ser ruim. Nada a ver. Com técnica simples e ingredientes de qualidade, mesmo os baratos, o resultado é digno de salão. Já fiz muito assim.
8º. O milagre da air fryer
Eu era cético. Achar que pudim de padaria, que precisa de banho-maria controlado, ia dar certo na air fryer? Mas testei. E funciona, viu? O segredo é o papel laminado cobrindo muito bem. Ele simula o ambiente úmido do forno tradicional.
Claro, a forma tem que caber. Mas pra quem mora sozinho ou faz porção menor, é uma praticidade absurda. Demora menos e não esquenta a cozinha toda. Vale o experimento.
9º. Textura em dobro com coco ralado
O coco não só dá sabor, como muda completamente a brincadeira. Cada colherada vem com pedacinhos que dão uma quebrada na cremosidade, fica viciante. É uma experiência diferente do pudim liso.
Usa o coco ralado seco mesmo, o fresco solta muita água e pode afetar o ponto. Essa a criançada costuma adorar mesmo, a textura chama a atenção.
10º. Pressão a favor do creme: na panela elétrica
Isso aqui é para os desbravadores da cozinha. Usar a panela de pressão elétrica é um método que cozinha o pudim no vapor de uma forma super uniforme. Fica incrivelmente liso.
A dica de ouro é esperar a pressão sair naturalmente, sem aquela válvula. Qualquer choque térmico pode rachar o pobre do pudim. Exige um pouquinho de paciência, mas o resultado é profissional.
11º. A suavidade da maizena
Trocando a farinha de trigo pela maizena, você tem um pudim mais delicado, com uma cremosidade que parece seda. É menos encorpado, mas não menos gostoso. Ótimo para quem prefere sobremesas leves.
E já que estamos falando em versões diferentes, se você curte essa vibe de textura suave, dá uma olhada no pudim de maria mole. É outra opção bem prática.
12º. Emergência de 10 minutos no micro-ondas
Vou ser sincero, nunca tinha pensado nisso. Pudim no micro-ondas soa como heresia, mas em uma tarde a Daiane insistiu pra testar. A surpresa foi boa. Não é a mesma coisa do forno, óbvio, mas para um desejo urgente de doce, resolve muito.
Fica mais parecido com um custard. Usa uma potência média e fica de olho pra não cozinhar demais, senão fica borrachudo. Para emergências, é um coringa.
13º. Sem ovo e usando pão amanhecido (sim, é genial)
Essa é daquelas receitas de aproveitamento que eu adoro. Transforma pão velho, que iria pro lixo, num doce reconfortante. O pão dá corpo e a textura fica incrível, densa e úmida. Quem tem intolerância a ovo agradece.
É um jeito criativo de não desperdiçar. Se interessou pela ideia, tem mais detalhes em outra receita de pudim sem ovo que temos por aqui também.
14º. O nível máximo de cremosidade
Tem dia que a gente precisa de uma sobremesa que seja um abraço. Esse pudim é isso. A cremosidade é tanta que quase não precisa mastigar, ele derrete sozinho. É a definição de conforto em forma de doce.
Para conseguir esse ponto, a paciência no banho-maria e a proporção certa dos ingredientes são tudo. Não adianta ter pressa. Mas quando fica pronto, a reação das pessoas é sempre a mesma: um suspiro de felicidade.
15º. Atalho total: sem calda e sem banho-maria
Se você tem medo de fazer calda ou acha banho-maria um tormento, essa receita é a sua salvação. Ela pula essas duas etapas e ainda assim entrega um doce gostoso e com personalidade. A textura é mais densa, parecida com um bolo molhadinho.
Não espere o pudim clássico, espere uma sobremesa prática e saborosa que lembra pudim. As vezes é disso que a gente precisa num dia ruim. Funciona que é uma beleza.
16º. A ousadia do queijo parmesão
Parece estranho, eu sei. Mas confia. O queijo parmesão ralado fino, em pouca quantidade, não deixa o pudim salgado. Ele dá um *umami*, uma profundidade de sabor que é difícil de explicar. Fica sofisticado.
É uma versão para impressionar em um jantar. Serve com uma taça de vinho branco meio seco. Pode me agradecer depois.
17º. O famoso "furadinho" de verdade
Essa é a técnica para conseguir aqueles furinhos característicos do pudim de padaria profissional. O segredo está na incorporação de ar ao bater a massa. Dois minutos no liquidificador pode parecer pouco, mas faz milagres.
O que sela o negócio é o banho-maria correto, que cozinha suavemente sem destruir as bolhinhas de ar. Quando você corta uma fatia e vê aquela textura cheia de buraquinhos, a sensação é de dever cumprido. É pura técnica.
Bastante opção, né? O legal é que cada uma resolve uma necessidade diferente: falta de tempo, de grana, de forno, ou só uma vontade de experimentar algo novo. Me diz aí nos comentários qual dessas você tem mais curiosidade de tentar, ou se já fez alguma versão maluca de pudim aí na sua casa. Adoro essas histórias!
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