Da geladeira ao micro-ondas: descubra versões de pudim que você nem imaginava
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.
2º. O Pudim Que Dispensa Forno (e Nervosismo)
autor: Receitas Da Cris
Você já teve medo de aquele banho-maria não dar certo, a água ferver demais e o pudim ficar cheio de buracos? Essa receita resolve isso na raiz. Sem forno, só geladeira. A textura fica incrivelmente lisa e firme, quase como um queijo fresco.
O segredo, que ninguém conta, está em dissolver a gelatina direitinho. Se ficar algum gruminho, ela não faz o trabalho. Eu costumo misturar o pó com um pouquinho de leite frio antes, faz uma pastinha, aí jogo no quente. Nunca mais deu errado.
3º. Sorvete de Pudim (É Tão Bom Quanto Parece)
autor: Receitas de Pai
Essa aqui é a minha favorita absoluta para o verão. A reação é sempre a mesma: as pessoas experimentam, fazem uma cara de surpresa e perguntam "como assim é pudim?". A textura cremosa do Ninho vira a base perfeita para um sorvete caseiro que não fica pedregoso.
Dica de ouro: bate no liquidificador até sentir que ficou bem aerado, quase dobrar de volume. Quanto mais ar, mais fofo fica. E se você é fã da praticidade, não deixe de explorar essa série de receitas de pudim gelado. Tem para todos os gostos.
Isso aqui é para quando você quer fazer bonito sem muito trabalho. A Nutella já tem a gordura e o sabor, então o pudim fica estável sem precisar de ovo. Fica com duas camadas bem definidas, uma bege clara e outra marrom, lindo de ver.
Só cuidado na hora de despejar a segunda camada. Faz sobre o dorso de uma colher, bem devagar, senão as duas se misturam e perde o visual. Aprendi isso depois de estragar a apresentação de um, mas o sabor, esse sempre salvava.
Alergia a ovo ou simplesmente não tem em casa? Essa versão é uma mão na roda. A cremosidade vem do creme de leite e da gelatina. Fica com um sabor mais suave, menos "eggy", o que particularmente acho uma vantagem.
O ponto certo é quando a mistura cobre o dorso da colher. Se escorrer muito rápido, precisa cozinhar mais um pouquinho. É bem intuitivo depois que você pega o jeito.
Criança adora. Adulto também, pra ser sincero. A forma que ela usa, com aquele buraco no meio, deixa o pudim com um visual super profissional, parece de restaurante. A calda de chocolate escorre por todas as laterais, fica divino.
Essa precisa de paciência na geladeira, hein. Pelo menos umas 6 horas, idealmente de um dia para o outro. Se tentar desenformar antes, vira uma sopa. Confia no processo.
Contrariando a opinião geral, fazer no banho-maria não é um bicho de sete cabeças. É só uma questão de controle. A água não pode ferver, só ficar morna, quase quentinha. Isso cozinha o pudim de maneira uniforme, sem aquela casquinha grossa em cima.
Eu cobro a forma com papel alumínio bem firme, assim não entra vapor e não molha a superfície. É um truque simples que faz toda a diferença na textura final.
Outra opção de sorvete, mas essa tem um passo a passo um pouco diferente. É mais densa, mais parecida com um semifreddo. Perfeita para aqueles dias de calor absurdo onde a sobremesa precisa ser quase um refúgio.
Bate bem os ingredientes antes de levar ao congelador. E mexe de vez em quando nas primeiras horas, a cada 40 minutos mais ou menos, para quebrar os cristais de gelo. Dá um trabalhinho, mas o resultado é cremoso na medida certa.
Visita chegando e você sem sobremesa? Isso já aconteceu comigo mais vezes do que consigo contar. O micro-ondas salva. A chave é usar potência média, não alta, e parar para checar o ponto.
O centro pode ficar um pouco mais mole, mas ele termina de cozinhar com o calor residual. O importante é não deixar secar demais nas bordas. Funciona que é uma beleza.
Às vezes a vontade é de um pudim, mas fazer uma forma inteira é exagero. Essa da caneca é genial para matar o desejo sem desperdício. Dois minutos no micro-ondas e pronto.
Escolhe uma caneca larga, não aquelas fundas e estreitas. A massa cozinha melhor. E come ainda morno, com uma colher de chantilly, é um conforto instantâneo.
Esse aqui é outro nível de textura. Não é firme, não é gelado no estilo sorvete. É aquele negócio aerado, leve, que some na boca. Perfeito depois de um almoço pesado.
O segredo está em bater as claras em neve bem firmes. Se elas estiverem moles, o pudim não fica alto e fofinho. E incorpora com movimentos leves, de baixo para cima, para não perder o ar.
Quinze minutos contra uma hora e meia no forno. A escolha é fácil, né? Na panela de pressão o pudim cozinha no vapor, fica super úmido e cremoso. Nunca ficou com furinhos usando esse método.
Só não esquece de deixar sair toda a pressão naturalmente antes de abrir. Se abrir com pressa, o choque térmico pode rachar o doce. Já fiz isso e o pudim ficou lindo, mas com uma trinca no meio.
Um pudim branquinho fica lindo, mas com uma calda brilhante de chocolate escorrendo, vira espetáculo. Essa calda é simples, leva só chocolate e creme de leite, e o vídeo mostra o ponto perfeito.
Espera o pudim estar totalmente frio antes de colocar a calda. Se estiver morno, o chocolate derrete e some, perde o contraste. Aplicação na hora certa é tudo.
O ácido do morango corta a doçura do Ninho de um jeito maravilhoso. Essa receita em camadas é visualmente linda e cada garfada tem um pouco de cada sabor.
Para a gelatina de morango ficar bem transparente e brilhante, não usa a fruta fresca batida. Usa o suco coado ou a gelatina em pó mesmo. A cor fica mais viva e a textura, mais lisa.
Esta é para impressionar em um jantar. A calda de frutas vermelhas, com um toque ácido, eleva o pudim simples a outro patamar. Parece coisa de menu degustação.
Se for usar frutas congeladas, cozinhe-as com um pouco de açúcar até formarem uma compota. Depois é só bater e coar. Fica com um sabor mais concentrado do que usando as frutas frescas direto.
Pensando em vender ou só fazer porções individuais bonitas? A versão no pote é perfeita. Prática, higiênica e a apresentação fica impecável. Dá para fazer uma centena em pouco tempo.
Invista em potinhos de vidro com tampa boa. Os de plástico, às vezes, pegam cheiro. E na hora de entregar ou servir, amarra um laço de cordão ou coloca uma etiqueta. Faz toda a diferença no visual.
Ah, os furinhos. Eles são sinal de um pudim bem airado, leve. Conseguir essa textura em casa parece mágica, mas tem truque: não peneirar a mistura na forma. Despeja direto do liquidificador, de uma altura.
Isso incorpora ar. E cozinha em fogo brando, sempre. Fogo alto cozinha rápido demais e não dá tempo dos furinhos se formarem. Paciência é a alma desse negócio.
Isso aqui é pura diversão. A gelatina colorida com a surpresa cremosa por dentro. É a receita que sempre faz sucesso com a molecada, e é tão fácil que elas podem ajudar a fazer.
Deixa a primeira camada de gelatina firmar bem antes de colocar o pudim. Senão, os dois se misturam e fica uma coisa só. E usa copinhos transparentes, a graça é ver as camadas.
Última dica, mas não menos importante. A maisena é o segredo para um pudim que segura o corte perfeitamente, aquele que você consegue tirar uma fatia linda, sem desmanchar.
Mistura a maisena com o leite frio antes, forma uma pasta. Se jogar direto no quente, empelota. Essa é uma daca que vale para qualquer receita que leve o ingrediente. Com isso, seu pudim fica com uma consistência impecável, daquelas que dão orgulho.
Ufa, são muitas opções, né? Tem para a pressa, para a dieta, para impressionar e para matar a vontade de uma vez só. Me diz aí, qual dessas te deixou com mais vontade de experimentar? Ou você já tem uma receita de pudim ninho infalível aí na sua casa? Conta nos comentários, adoro trocar ideias e descobrir novos truques de cozinha!
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