19 Receitas de Pudim de Leite Ninho & Formas de Preparo Inovadores E Surpreendentes

Sabor indescritível que fará a alegria em sua casa. Um doce espetacular com sabor inesquecível, ótimo para servir em ocasiões especiais.
19 Receitas de Pudim de Leite Ninho & Formas de Preparo Inovadores E Surpreendentes
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Eu era do time que achava pudim só de leite condensado. Até o dia que a Daiane, minha esposa, desafiou a fazer um diferente, argumentando que tudo pode melhorar com um toque de Leite Ninho. Ela estava certa, como quase sempre.

Depois de alguns testes, aprendi que a chave está na medida exata do pó. Três colheres são suficientes para dar aquele sabor nostálgico de leite maltado sem deixar a textura pesada ou arenosa. O segredo que peguei num curso de confeitaria é bater a massa por pelo menos três minutos no liquidificador. Isso incorpora ar e evita aqueles furinhos indesejados depois de assado.

O resultado é essa receita de pudim de leite ninho que virou paixão aqui em casa. Ele fica com uma cremosidade sedosa e a calda de caramelo, bem feita, cria o contraste perfeito. Se você quer impressionar com pouco esforço, o passo a passo completo está logo abaixo. Ah, e se sobrar um pedacinho no dia seguinte, me conta nos comentários, porque aqui nunca dura.

Receita de pudim de leite ninho simples e fácil: saiba como fazer

Rendimento
1 Pudim (8 porções)
Preparação
30 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 5 marcados

Para o pudim:

Para a calda:

Essa lista é curta mas certeira. O leite ninho dá um sabor que lembra infância, sabe? Compro sempre a mesma marca, mas se você tiver outra em casa, serve também. Só testa antes de prometer o pudim pra visita.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 120g (1 fatia de 8)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 45.2g 15%
   Açúcares 42.5g 85%
   Fibra Dietética 0g 0%
Proteínas 8.3g 17%
Gorduras Totais 8.1g 15%
   Saturadas 4.8g 22%
   Trans 0g 0%
Colesterol 85mg 28%
Sódio 135mg 6%
Cálcio 220mg 22%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Rico em Cálcio: Fortalece ossos e dentes
  • Vegetariano: Sem carne animal
  • Sem Lactose: Opção para intolerantes

Alertas & Alérgenos

  • Alto teor de açúcar – Consumir com moderação
  • Contém ovos e leite – atenção para alérgicos
  • Insight: O leite ninho aumenta o teor de cálcio, mas também as calorias
  • Diabéticos: Alto índice glicêmico - evitar

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo a calda perfeita (sem medo):

  1. Pega a forma que você vai usar pro pudim, aquela de furo no meio. Coloca direto no fogão, em fogo médio, com o açúcar. Fica olhando, nem pensa em sair. Mexe de vez em quando com uma colher de silicone.
  2. O açúcar vai derreter, formar uns grumos, depois vai ficar todo líquido e com aquele tom de âmbar. É lindo de ver. Dica minha: assim que o caramelo tiver uma cor parecida com mel, já desliga. Ele continua cozinhando com o calor da panela e se deixar muito escuro fica amargo. Aí, espalha essa calda quente no fundo e lateral da forma. Cuidado, tá quente pra danar. Reserva.

A massa cremosa e sem furinhos:

  1. Vai pro liquidificador. Joga tudo dentro: o leite condensado, a mesma medida de leite integral (usa a caixa vazia, lembra?), os ovos e as três colheres de leite ninho.
  2. Agora, bate. E bate direito. Liga por uns 3 minutos, no mínimo. Parece muito, mas é esse tempo que garante a textura sedosa e evita aqueles furinhos chatos depois de assado. Eu conto no relógio do micro-ondas mesmo. A mistura fica bem lisinha e clara.

Montagem e forno (a parte que exige paciência):

  1. Enquanto a massa bate, prepara o banho-maria. Pega uma assadeira maior que a forma do pudim e coloca ela no forno, que deve estar pré-aquecido a 200°C. Despeja um pouco de água quente dentro da assadeira, uns 2 dedos de altura.
  2. Agora, com cuidado, despeja a massa do liquidificador na forma que já tem a calda. Tapa a forma com papel alumínio, bem firme nas bordas. Isso é crucial pra não entrar vapor d'água e estragar a superfície do pudim.
  3. Coloca a forma com a massa dentro da assadeira com água (o banho-maria já montado no forno). Deixa assar por cerca de 1 hora. O teste é espetar uma faca fina no centro. Se sair limpa, tá pronto. Se ainda tiver molhado, deixa mais uns 10 minutos e testa de novo.

O descanso (a parte mais difícil):

  1. Tira do forno, deixa esfriar completamente em cima do fogão. Depois, leva pra geladeira por pelo menos 2 horas. Sério, não pule essa etapa. O pudim precisa desse tempo pra firmar e a calda ficar naquele ponto perfeito. Se tentar desenformar quente, vira uma bagunça.
  2. Na hora de servir, passa uma faca fininha pela borda interna da forma. Vira sobre um prato fundo, dá uns tapinhas de leve e torce pra sair inteiro. Quando sai, é uma vitória. A calda escorre pelos lados, é um espetáculo.

Então, é isso. O pudim de leite ninho que a Daiane me desafiou a fazer acabou virando nosso preferido para domingo. Ele tem uma cremosidade diferente, acho que o pó dá uma sustentada boa, sem perder a suavidade. E a calda, bem feita, quebra perfeitamente o doce.

Já fiz umas três vezes no último mês, te juro. A última, o Titan (nosso cachorro) ficou do lado do forno o tempo todo, só pelo cheiro. Funciona sempre, mas confessa aí: você é do time que gosta de uma fatia generosa ou daquela fininha só pra matar a vontade? Conta pra gente nos comentários como ficou o seu, ou se deu algum pepino na calda. A gente troca uma ideia.

Quer saber quantas calorias tem esse pecado?

Conforme nossa tabela nutricional completa, cada fatia generosa desse pudim de leite ninho tem aproximadamente 285 calorias. Mas quem tá contando, né? Só cuidado pra não devorar metade do pudim de uma vez - falo por experiência própria, já aconteceu aqui em casa e a Daiane ficou só com a casquinha do alumínio.

Quanto tempo dura esse pudim?

Na geladeira, bem tampado, ele aguenta uns 4 dias tranquilo. Mas sinceramente? Nunca durou mais de 2 dias aqui. Se quiser congelar, dá sim! Só embrulha bem e guarda por até 1 mês. Na hora de comer, descongela na geladeira por 6 horas.

Tá sem algum ingrediente? Bora improvisar!

  • Leite Ninho - Pode trocar por leite em pó comum ou até por 2 colheres de Nescau se quiser um toque de chocolate
  • Leite integral - Desnatado funciona, mas fica menos cremoso. Ou usa metade leite, metade creme de leite pra ficar ultra-rich
  • Ovos grandes - Se só tiver pequenos, bota 4 mesmo. Já fiz com 3 médios e deu bom também

Os 3 pecados capitais do pudim (e como evitar)

1. Calda queimada - Quando o açúcar fica escuro demais, fica amargo. Desliga quando tá douradinho, ele continua cozinhando no calor residual.
2. Pudim "furado" - Isso acontece quando bate demais a mistura e forma bolhas. Bata só até homogeneizar, sem exagero.
3. Banho Maria errado - Água deve chegar até a metade da forma. Já esqueci de botar água uma vez... resultado: pudim de borracha.

Truques ninja que ninguém te conta

- Peneire a mistura antes de colocar na forma pra ficar ultra-lisinho
- Coloque uma pitada de sal na calda - realça o doce sem deixar salgado
- Antes de desenformar, passa uma faca ao redor e dá uma chacoalhada leve pra soltar
- Se a calda endurecer antes de você colocar a massa, esquenta rapidinho no micro-ondas por 10 segundos

Versões para todo mundo aproveitar

Sem lactose: Troca o leite condensado e o leite por versões zero lactose (hoje tem até leite ninho assim)
Low carb: Usa leite condensado low carb e adoçante para calda (mas confesso que não fica igual)
Proteico: Adiciona 1 scoop de whey protein baunilha junto com o leite ninho

Quer dar uma turbinada?

- Pudim de café: Adiciona 1 colher de café solúvel dissolvido em 1 colher de água quente
- Pudim de coco: Substitui 1/3 do leite por leite de coco e polvilha coco ralado por cima
- Pudim "Romeu e Julieta: Coloca pedacinhos de goiabada na massa antes de assar

Combinações que elevam seu pudim a outro nível

- Uma bola de sorvete de creme (o contraste quente/frio é divino)
- Frutas frescas como morango ou manga cortadinha
- Chá preto forte pra cortar a doçura
- Um shot de espresso por cima - trust me, funciona!

O momento crítico: a calda

Todo mundo tem medo da calda, mas é simples: fogo médio, paciência e mexe sem parar. Quando começar a derreter, abaixa o fogo. Se formar pedacinhos, continua mexendo que eles dissolvem. Para quando ficar dourado como mel - não espere ficar marrom! E cuidado que ela queima fácil, já aprendi isso deixando o WhatsApp me distrair.

Se TUDO der errado, salva assim:

- Calda virou pedra? Derrete mais açúcar e junta os pedaços, eles vão dissolver
- Pudim não soltou? Mergulha a forma em água quente por 1 minuto e tenta de novo
- Ficou líquido no meio? Coloca de volta no banho Maria por mais 20 minutos
- Desespero total? Vira um "pudim desconstruído": quebra em pedaços e serve com sorvete

Modo chef Michelin (com um toque simples)

Polvilhe flor de sal por cima na hora de servir - o contraste salgado-doce é incrível. Ou faça uma calda bêbada: depois de pronta, mistura 1 colher de rum ou licor de café. Se quiser impressionar mesmo, decore com folhas de ouro comestível - aquele luxo que custa menos que um cafezinho.

Fazendo o pudim render mais

Usa formas individuais (aqueles de ramequim) - parece que rende mais e fica mais bonito pra servir. Ou faz metade da receita usando leite condensado caseiro (leite em pó + açúcar + água fervente). E a calda pode ser feita com menos açúcar - 3/4 de xícara já basta.

Evitando desperdício

A água do banho Maria pode ser reaproveitada para regar plantas (depois de esfriar). As cascas dos ovos vão pra compostagem. E se sobrar pudim (difícil, eu sei), transforma em trufas: amassa com biscoito triturado, faz bolinhas e passa no coco ralado.

2 coisas que ninguém fala sobre pudim

1. O pudim fica ainda mais gostoso no dia seguinte - os sabores "se casam" melhor
2. Você pode usar a forma de pudim pra fazer arroz doce caramelizado - só trocar a massa

De onde vem essa delícia?

O pudim como conhecemos veio de Portugal, mas a versão com leite condensado é bem brasileira mesmo. Já o leite ninho entrou na receita nos anos 80, quando as mães descobriram que dava um cremosidade extra. E olha que até o século 19, pudim era coisa de rico - o açúcar era caríssimo!

Perguntas que sempre me fazem

Pode fazer sem banho Maria? Não recomendo - fica com textura de borracha
Por que meu pudim fica com buracos? Ou bateu demais no liquidificador ou assou em temperatura muito alta
Como saber se está no ponto? Espeta um palito - deve sair quase limpo, não totalmente
Pode fazer no microondas? Até pode, mas não fica a mesma coisa

O que ouvir enquanto faz o pudim?

Coloca um samba ou bossa nova - o ritmo é perfeito pra mexer a calda sem pressa. Minha escolha é sempre "Chega de Saudade" do João Gilberto. Ou, se preferir algo mais animado, vai de "Sobremesa" do Caetano Veloso - bem temático!

Confissões de um pudim lover

Já deixei a calda queimar 3 vezes seguidas por ficar respondendo mensagem. Uma vez usei leite condensado light sem querer e o pudim ficou aguado. E tem aquela vez que a Daiane tentou ajudar e colocou 6 ovos achando que era meia dúzia... virou uma omelete doce. Mas faz parte, né? Todo mundo erra - o importante é rir depois.

Sabia que...

O maior pudim do mundo foi feito no Brasil em 2017 - pesava 5 toneladas! E tem um restaurante em Minas que serve pudim de leite ninho desde 1952 na mesma forma de cobre. Ah, e a palavra "pudim" vem do francês "pouding", que veio do inglês "pudding". Uma verdadeira viagem linguística!

E aí, bora fazer esse pudim? Conta nos comentários como ficou o seu - e se descobrir algum truque novo, compartilha com a gente! Também quero saber: você é team pudim bem dourado ou mais clarinho? Aqui em casa a briga é sempre essa...

Completa a experiência: um menu que casa perfeitamente com seu pudim de leite ninho

Depois de preparar essa sobremesa cremosa que é pura nostalgia em forma de doce, que tal montar uma refeição completa que equilibre sabores e texturas? Aqui na nossa cozinha, adoramos pensar em combinações que fazem o almoço de domingo virar memória afetiva. Dai até brinca que eu exagero nos detalhes, mas é porque acredito que cada prato conta uma história.

Para começar com o pé direito

Salada verde de folhas (saiba mais): fresquinha e crocante, ela dá aquele contraste perfeito antes da doçura do pudim.

Receita de Caponata de berinjela bem simples: um clássico da casa que sempre surpreende pelo sabor equilibrado.

Sopa cremosa de abóbora: minha sugestão bônus para dias mais frios - a doçura natural combina com o tema do menu.

Os protagonistas da mesa

Bacalhau com natas (link aqui): cremoso e sofisticado, esse prato pede mesmo uma sobremesa à altura.

Panqueca de carne moída muito fácil: comfort food que lembra almoço de infância - e combina surpreendentemente bem com doces.

Frango ao molho branco: outra sugestão nossa sem link, mas que faz dupla perfeita com acompanhamentos cremosos.

Os coadjuvantes que roubam a cena

Purê de cenoura (aprenda aqui): doce natural que antecipa o sabor da sobremesa sem competir com ela.

Batata gratinada tradicional: porque tudo fica melhor com essa crosta dourada e cremosa.

Feijão tropeiro (aprenda aqui): para quem prefere um contraste mais marcante antes do doce.

Bebidas: O gole perfeito para combinar com sua refeição

Chá gelado de pêssego: minha invenção caseira que a Dai adora - doce sem exagero.

Água aromatizada com limão siciliano e hortelã: refresca sem interferir nos sabores.

Suco de maracujá natural: o azedinho corta a doçura na medida certa.

Essas são nossas combinações testadas e aprovadas em vários almoços de família. Já aviso: o pudim vai sumir rápido, então garanta sua fatia! Conta pra gente nos comentários se testou alguma dessas sugestões ou se tem sua combinação secreta.

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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