Quiche de Frango: Sabor Cremoso para Seu Almoço

  • Dicas certeiras para você preparar a melhor quiche da sua vida. Surpreenda sua família e amigos!
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Teve uma época que eu só comprava quiche congelada, achando que fazer a massa em casa era coisa de restaurante francês. Até o dia que resolvi testar na minha cozinha de apartamento, com a vista para a marginal lá fora, e a verdade simplesmente me pegou: é muito mais fácil do que parece.

Dos cursos que fiz, aprendi que o segredo está na técnica fria. Trabalhar a manteiga gelada com a farinha, usando só as pontas dos dedos, garante aquela massa que derrete na boca, né? E para o recheio, a dica é o frango desfiado bem temperado, quase um carinho, misturado com um creme de leite fresco. Vira uma combinação cremosa que não fica aquela coisa pesada.

Esse virou o nosso coringa para um almoço rápido durante a semana ou quando recebemos visita de última hora. A experiência de tirar a forma quente do forno, com o queijo gratinando por cima, é sempre um pequeno espetáculo doméstico. Bora para a receita de quiche de frango que vai transformar sua rotina?

Receita de Quiche de Frango Com Requeijão Cremoso: saiba como fazer

Rendimento
7 porções
Preparação
80 min
Dificuldade
Médio

Ingredientes

0 de 12 marcados

Para a massa:

Para o recheio de frango:

O bom dessa receita é a adaptação. Se quiser trocar o frango por palmito ou até uma carne moída bem temperada, fica incrível também. O que importa é a vontade de comer.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 fatia (aproximadamente 120g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 385 kcal 19%
Carboidratos Totais 28.5g 9%
   Fibra Dietética 1.2g 5%
   Açúcares 2.1g 4%
Proteínas 18.3g 37%
Gorduras Totais 22.8g 29%
   Saturadas 8.2g 37%
   Trans 0.3g **
Colesterol 85mg 28%
Sódio 480mg 20%
Potássio 210mg 4%
Cálcio 145mg 14%
Ferro 1.8mg 10%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

**VD não estabelecido para gordura trans

Etiquetas Dietéticas

  • Boa Proteína: 18g por porção para saciedade
  • Cálcio: Contribui para saúde óssea
  • Flexitariano: Versátil para vários recheios

Alertas & Alérgenos

  • Alta gordura saturada – Margarina e queijo contribuem
  • Contém glúten (farinha de trigo) e lactose (requeijão e muçarela)
  • Insight: Para versão mais leve, use margarina zero trans e reduza queijo

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Massa da Quiche:

  1. Vamos começar pela massa. Numa tigela larga, coloque a farinha de trigo e a pitada de sal. Misture rapidinho com uma colher, só pra integrar.
  2. Adicione os 120g de margarina gelada em pedacinhos. Aqui vem a parte importante: use apenas as pontas dos dedos para esfregar a margarina na farinha. O objetivo é formar uma farofa grossa, com alguns gruminhos do tamanho de ervilha. Isso que garante a textura. Se a manteiga ou margarina derreter nas suas mãos, tá muito quente – pode por na geladeira uns 5 minutos e voltar depois.
  3. Junte o ovo e misture, agora com as mãos, até a massa começar a se aglutinar. Não precisa sovar, só até formar uma bola que não desmancha. Se estiver muito seca, um fio de água gelada resolve, mas normalmente o ovo dá conta.
  4. Envolva a bola de massa em filme plástico e deixa descansar na geladeira por uns 30 minutos. Esse descanso é mágico, relaxa o glúten e deixa a massa mais fácil de abrir. Enquanto isso, você prepara o recheio ou, que nem eu, dá uma olhada no que tá passando na TV.

Montagem e Assamento:

  1. Preaqueça o forno a 180°C. Pega uma forma de fundo removível de uns 22cm, ou se tiver aquelas forminhas individuais, também fica lindo.
  2. Retire a massa da geladeira. Polvilhe um pouco de farinha na bancada e abra a massa com um rolo até ficar com uns 3mm de espessura, um pouco maior que o diâmetro da sua forma.
  3. Com cuidado, forre a forma com a massa, pressionando bem o fundo e as laterais. O excesso que sobrar nas bordas, você corta com uma faca ou simplesmente passa o rolo por cima da forma – eu sempre faço isso, é super prático.
  4. Agora a montagem: espalhe uma camada generosa de requeijão no fundo da massa. Isso vai evitar que o recheio úmido deixe o fundo cru.
  5. Distribua o frango desfiado por cima do requeijão. Se quiser, pode misturar o frango com um pouco de requeijão antes, fica ainda mais cremoso.
  6. Cubra o frango com outra camada de requeijão. Sim, mais requeijão! É isso que vai unir tudo e ficar aquele molho quando assar.
  7. Finalize com uma boa quantidade de muçarela ralada e salpique o cheiro verde por cima.
  8. Leve ao forno preaquecido e asse por cerca de 25 a 30 minutos. Você vai saber que está pronto quando a massa estiver douradinha nas bordas e o queijo estiver completamente derretido e com aquelas pintinhas marrons. Cheiro de coisa boa vai tomar a cozinha, é aviso.
  9. Retire do forno e deixe descansar por uns 5 minutos antes de desenformar ou cortar. Se for servir na própria forma, espera só esfriar um pouquinho pra não queimar a boca. Aí é só aproveitar.

Pronto, essa quiche é daquelas que parece que deu trabalho, mas quando você vê o resultado final, percebe que cada minuto valeu a pena. O contraste da massa que desmancha com aquele recheio cremoso de frango e queijo… é um negócio sério. Aqui em casa virou pedida fixa pra domingo à tarde, e a Daiane sempre fala que é melhor que muito restaurante por aí – e olha que ela é crítica, hein.

O que eu mais gosto nela é a versatilidade. Já testei com atum, com espinafre e até só com queijos que estavam sobrando na geladeira, e sempre fica bom. A massa é a base confiável pra qualquer invenção. Conta pra mim nos comentários, você costuma fazer quiche? Qual seu recheio predileto? Se testar essa versão com frango, me diz se o requeijão fez a diferença aí na sua cozinha também.

Quanto tempo dura essa belezinha?

Essa quiche fica top por até 3 dias na geladeira (se conseguir resistir pra não comer tudo antes). Se quiser congelar, embala direitinho e dura até 1 mês - mas confesso que nunca dura tanto aqui em casa. A Daiane sempre acha um jeito de "testar" antes do prazo...

Tá preocupado com calorias?

Cada fatia dessa quiche tem aproximadamente 385 calorias (conforme tabela nutricional completa abaixo dos ingredientes). Não é light, mas também não é um pecado mortal - equilíbrio é tudo, né? A boa notícia é que ela oferece uma quantidade interessante de proteínas para te manter saciado.

Se faltar ingrediente, bora improvisar!

Trocas inteligentes que salvam

- Margarina pode virar manteiga (fica até melhor)
- Farinha de trigo comum pode ser a integral (mas a massa fica mais densa)
- Requeijão cremoso pode ser substituído por cream cheese ou até ricota amassada com um pouquinho de leite
- Muçarela ralada? Qualquer queijo derretível serve!

Os 3 pecados capitais da quiche

1. Não deixar a massa descansar - sério, esses 30 minutos fazem diferença! Já tentei pular essa etapa e a massa ficou dura que nem sola de sapato.
2. Exagerar no recheio - a quiche vira uma bagunça aquosa se encher demais
3. Assar em forno frio - sempre preaqueça, senão a massa não fica crocante

Truque secreto que aprendi com uma francesa

Coloca uns cubos de gelo na água quando for abrir a massa. Ajuda a não grudar no rolo e mantém a textura perfeita. Funciona que é uma beleza!

A parte mais chata (e como facilitar)

Abrir a massa é sempre o passo mais trabalhoso. Dica: usa dois pedaços de papel manteiga - coloca a massa no meio e rola por cima. Não gruda, não suja tudo e fica uniforme. Já economizei muita frustração com esse método!

Quer surpreender? Faz assim:

- Versão brunch: coloca bacon e ovos pochê por cima depois de assar
- Quiche doce: troca o sal por açúcar, tira o recheio salgado e faz com doce de leite e banana
- Low carb: substitui a farinha por farinha de amêndoas e aumenta os ovos

O que serve junto?

- Uma saladinha verde bem ácida corta a gordura
- Vinho branco seco combina perfeitamente
- Para um lanche: suco de maracujá gelado
- Se for café da manhã: um cappuccino bem cremoso

Para todo mundo poder comer

- Sem glúten: troca a farinha por mix sem glúten
- Vegana: usa margarina vegana, tofu amassado no lugar do requeijão e "queijo" vegetal
- Low carb: como já falei, farinha de amêndoas salva
- Proteica: aumenta o frango e coloca uma camada de cottage

Modo restaurante estrelado

Põe um pouco de trufa no recheio ou finaliza com flores comestíveis. Fica tão chique que até assusta - já fiz pra visitas importantes e todo mundo achou que eu tinha comprado em padaria fina!

Fazendo no modo "conta apertada"

Usa frango da asa ou sobrecoxa (mais barato e saboroso), requeijão de caixinha e queijo prato no lugar da muçarela. Fica quase tão bom e custa metade do preço!

Não desperdiça nada!

Os pedacinhos de massa que sobram podem virar biscoitinhos salgados - só amassar, cortar e assar por 10 minutinhos. E o recheio que sobrar vira ótimo sanduíche no dia seguinte.

De festa infantil a jantar romântico

- Festa kids: faz em forminhas pequenas com recheio de frango e catupiry
- Brunch: serve morna com ovos mexidos por cima
- Jantar chique: corta em fatias finas como entrada
- Piquenique: leva inteira e corta na hora (fica surpreendentemente bem em temperatura ambiente)

Se tudo der errado...

A massa quebrou? Transforma num crumble salgado - esfarela por cima do recheio e assa. Recheio vazou? Chama de "quiche desconstruída" e arrasa com o papo gourmet. Queimou embaixo? Corta a parte de cima e serve como "quiche sem base" - já salvei um jantar assim!

2 coisas que ninguém te conta

1. A quiche fica ainda melhor no dia seguinte - os sabores se misturam de um jeito mágico
2. Dá pra fazer na sanduicheira elétrica (sim, sério!) se não tiver forno - só fazer camadas finas

De onde vem essa delícia?

A quiche nasceu na França, mas a versão com frango e requeijão é bem brasileira mesmo. A original Lorraine leva bacon e creme de leite, mas nossa adaptação com requeijão é mais cremosa e prática - e olha, prefiro a nossa, tá?

Põe Brasil nisso!

Testa com recheio de frango com catupiry e azeitonas, ou então carne seca com requeijão. Já fiz com requeijão temperado com pimenta biquinho e ficou sensacional - combina demais com nosso paladar!

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode sim, mas só a massa assada ou a quiche pronta (não congele crua)
Precisa furar a massa? Sim, com garfo antes de assar, senão forma bolhas
Dá pra fazer sem forma? Até dá, mas fica bem mais difícil de servir

Sabia que...

Originalmente, a quiche era comida de trabalhadores na Idade Média? Pois é, essa iguaria chique começou como "comida de pobre". E olha só: o nome vem da palavra alemã "kuchen" (bolo). História gostosa pra contar enquanto serve, né?

E aí, bora fazer?

Essa quiche já salvou vários almoços de domingo aqui em casa. A Daiane sempre pede pra eu fazer quando vem visita - virou meu prato-assinatura sem querer. Conta aí nos comentários se você já fez parecido ou se vai arriscar pela primeira vez! E se tiver alguma dúvida, é só perguntar.

Quiche de frango: combinações que vão transformar seu almoço em um banquete

Depois de preparar essa quiche de frango que vai deixar todo mundo com água na boca, que tal montar um menu completo? Selecionamos opções que casam perfeitamente, desde pratos principais até aquela sobremesa que fecha com chave de ouro. Aqui em casa a gente testou todas e garantimos: é sucesso na certa!

Para servir como prato principal

Receita de Fettuccine bem simples: Massa fresca que combina demais com o cremosidade da quiche, principalmente se você fizer um molho leve.

Pizza de pão de forma surpreendente: Prática e deliciosa, perfeita para quando quiser algo mais descontraído junto com a quiche.

Risoto de legumes: Um clássico que nunca falha, o contraste de texturas fica incrível (e a Dai adora quando faço aos domingos).

Acompanhamentos que roubam a cena

Biscoito de farinha de trigo (passo a passo no link): Crocantes e leves, ótimos para servir como alternativa ao pão.

Salada verde com manga: O doce da fruta contrasta lindamente com o salgado da quiche - nossa combinação preferida no verão.

Legumes grelhados: Abobrinha e berinjela ficam perfeitos quando queremos algo mais leve.

Sobremesas para fechar com estilo

Torta de sorvete (preparo aqui): Depois do quente da quiche, nada como um geladinho pra equilibrar.

Bolo pão de mel tradicional: Especiarias que lembram festas em família - e combina surpreendentemente bem.

Torta de abacaxi gelada (aprenda aqui): Doce, refrescante e aquele toque tropical que nunca é demais.

Bebidas para harmonizar

Chá gelado de pêssego: Caseiro, com aquele toque adocicado que corta a gordura da massa.

Limonada siciliana: Ácida na medida certa para limpar o paladar entre uma garfada e outra.

Suco de maracujá: Clássico brasileiro que nunca decepciona, ainda mais bem gelado.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Aqui em casa já temos nossa favorita (não vou contar qual é, mas envolve a torta gelada de abacaxi). Conta pra gente nos comentários se experimentou alguma dessas sugestões e como ficou!

Já pegou o jeito da massa? Então bora ver como essa quiche pode mudar de roupa.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A versão que engana a dieta (e todo mundo adora)

autor: Mundo Low Carb Receitas

Te confesso uma coisa: eu tinha um pé atrás com receitas low carb que tentavam imitar massas. Achava que sempre ficava aquela textura esquisita, sabe? Mas essa versão da quiche de frango foi uma que me convenceu de vez. O segredo tá em trocar a farinha sem dó e manter a manteiga bem gelada — aí a massa ainda fica quebradinha, não vira uma borracha.

É a solução perfeita pra quando você quer manter o foco, mas está morrendo de vontade de algo reconfortante. Já fiz num domingo à tarde e a Daiane, que não está seguindo dieta nenhuma, comeu dois pedaços sem nem perceber a diferença. Só elogiou que não ficou pesada. Acho que esse é o maior elogio que uma receita adaptada pode receber, né?

3º. O toque francês que simplifica tudo

autor: Guibon Foods

Alho-poró é daqueles ingredientes que a gente acha chique demais pra cozinha do dia a dia, até tentar. A verdade é que ele traz um sabor suave, meio adocicado, que combina absurdamente bem com o frango. Mas tem um erro comum aqui: não lavar direito a parte branca. Aquela terra fica escondida entre as camadas, aí vai tudo pro recheio.

Olha a dica que aprendi num curso: corta o alho-poró ao meio no sentido do comprimento e abre as camadas debaixo da torneira. Aí sim. Quando você refoga bem, ele fica docinho e perde aquele gosto forte. Nessa receita, ele não é só coadjuvante, vira estrela junto com o frango. Fica com uma sofisticação besta, daquelas que impressiona visita sem dar trabalho.

4º. Quando a preguiça bate mas o paladar exige

Palmito com frango é uma combinação que me lembra almoço de família, sabe? Daquelas coisas clássicas que nunca falham. O que gosto nessa receita é que ela resolve aquele problema do recheio ficar muito denso. O leite que ele usa dá uma afofada, deixa a textura no ponto, nem líquido demais, nem pastoso.

Só toma cuidado com as azeitonas que ele sugere. Elas já são bem salgadas, então eu costumo pegar leve no sal do frango e até enxaguar as azeitonas um pouquinho. Já errei isso e a quiche ficou intragável. Mas no ponto certo, fica um sabor incrível, meio aperitivo, meio refeição. Perfeito pra comer ainda morna, direto da forma.

5º. A busca pela cremosidade perfeita

Cremoso não é só jogar creme de leite e rezar. Essa receita acerta em um detalhe que muita gente pula: o parmesão ralado na massa. Parece coisa pequena, mas quando assa, ele tosta, fica com aqueles pontinhos dourados e dá um gosto de noz que faz toda a diferença. É o que separa uma massa ok de uma massa memorável.

E sobre o frango "suave" que ele comenta: isso é licença poética pra dizer que se você não temperar bem, fica sem graça. Eu gosto de deixar o frango desfiado marinando um tempinho com alho amassado, sal, pimenta e um fio de azeite. Parece bobagem, mas o sabor penetra e aí, quando junta com o creme, vira uma coisa só. Ninguém merece recheio com pedaços sem gosto, né?

6º. A festa dos queijos (e como não errar)

Misturar queijos é uma arte. A ideia não é jogar tudo que tem na geladeira, mas escolher sabores que se conversem. Um mais suave, como o mussarela, e um mais marcante, tipo um prato ou até um gorgonzola se você for ousado. Essa receita é um bom guia pra isso.

E presta atenção na dica dele de processar levemente o frango. Isso aqui é mágica pra textura! Em vez de fios longos, ficam pedacinhos que se misturam melhor com o queijo, aí cada garfada tem um pouco de tudo. Só não vira pasta, hein? É um toque rápido no processador. Faz toda a diferença, juro.

7º. O clássico brasileiro que sempre funciona

Frango com Catupiry. Só de ler já dá água na boca, não dá? É a combinação que nunca, em tempo algum, vai desapontar. Mas tem um cuidado essencial que ela menciona e eu reforço: não use o recheio quente. Já quis economizar tempo e joguei o frango ainda morno na massa crua. Resultado? A massa ficou encharcada e emborrachada na base. Aprendi da pior forma.

Deixa esfriar completamente, ou melhor, deixe na geladeira. Outra dica de ouro é usar forma de fundo removível. Na primeira vez que fiz sem, tive que servir a quiche aos pedaços, direto da assadeira, porque ela não saía inteira. Ficou gostoso, mas feio, sabe? Com a forma certa, você vira aquela torta linda e redondinha no prato. Parece bobeira, mas a apresentação faz parte do prazer.

8º. Como incluir verde sem ser chato

Brócolis na quiche é meu truque favorito pra fazer meus convidados — e a mim mesmo — comerem verdura sem reclamar. Quando assa, perde um pouco do gosto forte e fica com uma textura legal, nem muito mole, nem dura. O segredo é cozinhar muito pouco antes, só um choque no vapor ou água fervente, pra tirar o ardor.

E olha só o conselho dela sobre a massa: ir acrescentando farinha aos poucos. Isso é ouro. Cada farinha absorve líquido de um jeito, cada dia está mais úmido ou seco. Se você jogar a medida inteira de uma vez, pode ficar pesada. Vai colocando, sentindo com a mão até chegar naquela massa que parece areia molhada, mas que junta numa bola. Pare de quando ela começar a se formar. Confia.

9º. Para quando as regras da cozinha mudam

Fazer uma quiche sem glúten, lactose e ovo parece missão impossível, né? Mas essa receita mostra que não é. A chave tá na mistura certa de farinhas — arroz, polvilho — e na goma xantana, que faz o papel do glúten e deixa a massa maleável. É um ingrediente que vale a pena ter no armário se você cozinha muito pra quem tem restrição.

E o "ovo" de linhaça é genial. É só triturar a semente e misturar com água, espera engrossar. Fica um gel que segura a massa junto. Fiz pra um amigo que é intolerante a tudo e ele quase chorou de felicidade. Às vezes a gente não faz ideia do quanto uma receita adaptada pode significar pra alguém. É mais do que comida, é inclusão.

10º. A leveza do queijo minas

Contrariando o que geralmente se pensa, o queijo minas não é fraco. Ele é suave. E num recheio de quiche, essa suavidade é uma virtude, porque deixa o frango brilhar sem competir. Ele derrete bem, fica cremoso, mas não gorduroso. É uma opção mais leve se você acha queijos amarelos muito fortes.

O pimentão que ele sugere é outra jogada inteligente. Dá um crocante e um colorido que quebram a monotonia do creme. Só lembra de picar bem pequeno pra não ficar pedaços muito grandes e crus. Eu gosto de refogar levemente antes, só pra amaciar. Aí fica perfeito.

11º. Produção em série para festejar

Já precisei fazer quiche pra mais de 20 pessoas e pensei: "vou pirar". Aí descobri essa técnica das mini quiches. Você usa forminhas de empada ou até de cupcake. A massa rende muito mais e todo mundo pega uma, sem aquele trabalho de cortar e servir. É prático e bonito.

O recheio pode ser o mesmo, frango bem temperado. A cobertura de ovo e creme de leite é o segredo pra dar aquele "concrete" e não secar. Só cuidado pra não encher demais a forminha, senão transborda e gruda tudo. Duas colheres de sopa, como ela diz, é a medida exata. Fiz pra uma reunião de condomínio uma vez e sumiu em 10 minutos. Nem precisei lavar a travessa depois.

12º. A salada que virou recheio gourmet

Espinafre e cogumelos com frango é uma daquelas combinações que parecem de restaurante caro, mas são super acessíveis. O espinafre some quando cozinha, então não tenha medo de colocar um bom maço. Ele dá cor e um sabor terroso. Já o cogumelo, se for o champignon comum, solta água. Refoga bem até essa água evaporar, senão sua quiche fica molhada.

E a massa folhada que ela usa é a salvação dos preguiçosos (como eu, às vezes). Fica super crocante e não tem erro. É só descongelar, forrar a forma e rechear. Só pinta com uma gema se quiser aquele brilho dourado lindo. É a receita ideal pra impressionar sem passar horas na cozinha. Sério, tenta.

13º. A receita que é uma refeição completa

Essa é pra quem, como eu, adora resolver o almoço de domingo em uma assada só. Joga os legumes que tem na geladeira — cenoura, vagem, milho, ervilha — junto com o frango e tá pronto o recheio. A farinha de aveia na massa ainda dá uma turbinada nas fibras.

O que mais gosto é que ela fica nutritiva sem ser "saudável demais", entende? Tem gosto de comida de verdade, caseira. É aquele prato que agrada criança, adulto, todo mundo. E ela tem razão sobre servir em datas especiais. Fiz uma parecida no último Dia dos Pais e meu pai adorou, porque lembrou as tortas que a mãe dele fazia. Comida boa sempre mexe com memória afetiva.

14º. A cremosidade infalível do cream cheese

Se Catupiry é o clássico, o cream cheese é o primo moderno e versátil. Ele é menos ácido e mais estável, então o recheio fica cremoso mas firme depois de assar. O método dessa receita é diferente: você bate uma espécie de "creme" no liquidificador e depois incorpora as claras em neve.

Isso é genial! As claras dão uma leveza aerada pro recheio, ele fica alto e fofinho, quase como um suflê. É uma técnica que eu não usava em quiche e agora virou um coringa. Só atenção na hora de misturar as claras: vai com calma, dobra a massa com uma espátula pra não perder o ar. O resultado é impressionante, parece muito mais trabalhoso do que realmente é.

15º. Sem glúten, mas com sabor de verdade

Outra opção sem glúten, dessa vez usando farinha de arroz. Ela é mais neutra no sabor que outras farinhas alternativas, então a massa não fica com gosto residual estranho. E, de novo, a goma xantana aparece como heroína. Não pule essa etapa, é ela que vai dar a liga e impedir que a massa despedace na sua mão.

A sugestão de azeitona picada no recheio é um toque de brilhantice. Dá umas salgadinhas que quebram a cremosidade do ovo e do queijo. Eu gosto de usar azeitona verde, mas a preta também fica ótima. Só lembra, como falei antes, de dosar o sal dos outros ingredientes. Essa quiche prova que restrição não é sinônimo de comida sem graça. Longe disso.

16º. A opção integral que ninguém vai estranhar

Trocar a farinha branca pela integral às vezes deixa a massa pesada e úmida. O segredo, como essa receita aponta, tá em usar ingredientes gelados. A manteiga gelada é sagrada. Ela cria pequenas bolsas de gordura que, no forno, viram vapor e deixam a massa folhadinha por dentro.

E o recheio com brócolis e frango é um casamento feliz. A dica de misturar o frango com um pouco de requeijão antes de colocar na forma é excelente. Ajuda a umedecer e gruda os pedacinhos de brócolis, então o recheio fica uniforme. Essa é uma daquelas receitas que você serve e ninguém comenta "ah, é integral". Só comenta que está uma delícia. Que é o que importa.

17º. O sabor doce e amarelo do milho

Milho e frango é combinação de lanchonete que a gente ama, e trazer pra quiche é natural. O milho dá um toque adocicado e uma explosão de textura quando você morde. Use milho verde em conserva, escorrido bem, ou se for da espiga, cozinhe antes. Nada de milho cru, ele não amolece o suficiente no forno.

E ela tem razão sobre a manteiga. Uma de boa qualidade faz diferença no sabor do refogado. Douro o frango e o milho juntos na manteiga com uma pitada de páprica doce. Fica com um sabor tostado incrível. A sugestão de parmesão fresco por cima é a cereja do bolo. Derrete e forma aquela casquinha crocante que é a melhor parte.

18º. A leveza que a ricota promete (e entrega)

Ricota é o queijo da simplicidade. Ela não domina o prato, deixa o frango e os outros temperos falarem mais alto, mas adiciona uma cremosidade bem diferente, mais seca que o cream cheese. É perfeita pra quem acha queijos muito gordurosos.

E o conselho final dela é ouro puro: preaqueça o forno sempre. Esse "susto" de calor na massa é o que ativa o crescimento rápido, formando camadas e impedindo que a gordura da manteiga simplesmente derreta e vaze. É um passo que a gente acha besteira pular, mas faz uma diferença absurda na textura final. Sua massa fica crocante de verdade, não emborrachada.

E é isso. De baixo carb a versão cheia de queijos, viu só quanta estrada uma simples quiche de frango pode percorrer? O legal é que agora você tem um repertório gigante. Pode variar conforme o humor, os convidados, o que tem na geladeira. Me conta aí nos comentários: qual dessas versões mais te chamou a atenção? Se fizer alguma, volta pra contar como ficou, adoro trocar ideia sobre os resultados.

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 09:46

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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