Quiche Perfeita: Sabor que Derrete na Boca

  • Aprenda a fazer essa deliciosa receitinha tradicionalmente francesa e que ganhou o mundo todo. E vai ganhar o caração de sua família e clientes também.
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Transformar ingredientes simples num almoço ou jantar especial é uma das minhas maiores satisfações na cozinha.

Essa receita de quiche é um exemplo clássico. O segredo, aprendido em cursos de técnica francesa, está na manteiga gelada na massa e no refogado lento do alho-poró, que libera toda sua doçura. Já errei feio usando alho-poró ainda quente no recheio, o que cozinha os ovos antes da hora, mas hoje garanto um creme sedoso que literalmente derrete na boca.

O resultado é uma combinação de texturas incrível: massa folhada, creme aveludado e o toque picante da pimenta. É um prato que impressiona sem complicação. Vamos ao passo a passo?

Receita de quiche de alho-poró: como fazer

Rendimento
1 quiche de 25cm (6 a 8 porções)
Preparação
35 min
Dificuldade
Média

Ingredientes

0 de 13 marcados

Para a Massa (Pâte Brisée):

Para o Recheio Creme:

Pode parecer muita coisa, mas a maioria tá sempre na despensa. A Daiane me pegou uma vez usando manteiga só gelada, não congelada, e a massa ainda ficou boa, mas a folhada perdeu um pouco daquela textura quebradiça perfeita. Fica a dica.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 60g (1 fatia de 30)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 205 kcal 10%
Carboidratos Totais 12.5g 4%
   Fibra Dietética 0.8g 3%
   Açúcares 1.2g 2%
Proteínas 6.2g 12%
Gorduras Totais 14.8g 19%
   Saturadas 8.5g 38%
   Trans 0.2g 1%
Colesterol 85mg 28%
Sódio 280mg 12%
Cálcio 120mg 12%
Ferro 0.8mg 6%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal (exceto ovos/laticínios)
  • Fonte de Fibras: Alho-poró contribui para saúde intestinal
  • Rico em Cálcio: Queijos fortalecem ossos e dentes

Alertas & Alérgenos

  • Alta gordura saturada – Consumir com moderação
  • Contém glúten, lactose e ovos – atenção para alérgicos
  • Insight: O alho-poró é rico em prebióticos naturais que favorecem a flora intestinal

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo a Massa:

  1. Primeiro, a massa. Coloca a farinha e o sal numa tigela grande. Joga os cubos de manteiga gelada por cima.
  2. Agora, com as pontas dos dedos mesmo, vai esfarelando a manteiga na farinha. O segredo é fazer rápido pra manteiga não esquentar. Você quer uma textura de areia grossa, sabe? Com uns pedacinhos de manteiga ainda visíveis. Isso que vai dar a folhada depois.
  3. Vai adicionando o leite gelado aos poucos, misturando com uma espátula ou faca. A ideia é só umedecer e juntar, não sovar. Quando começar a formar uma bola desengonçada, para. Amassa ela só o suficiente pra ficar lisa, enrola num filme plástico e manda pra geladeira descansar por uns 20 minutos, no mínimo. Enquanto isso, bora pro recheio.

Preparando o Recheio:

  1. Pega os talos de alho-poró, lava bem e fatia em meias-luas fininhas. A pimenta dedo-de-moça, tira as sementes se quiser controlar a ardência e pica bem miudinha.
  2. Num fogo médio, esquenta o azeite e refoga o alho-poró e a pimenta com uma pitada de sal. A magia aqui é ir com paciência. Deixa cozinhar até o alho-poró ficar bem macio e quase translúcido, sem dourar muito. Isso pode levar uns 8 a 10 minutos, mas é o que traz aquela doçura incrível. Desliga e deixa esfriar COMPLETAMENTE. Esse passo é sagrado, se colocar quente nos ovos, vira omelete, falo por experiência própria.
  3. Numa tigela, bate os 4 ovos com um fuê (aquele batedor de arame) só pra incorporar. Acrescenta o creme de leite, o queijo ralado, uma boa raspada de noz moscada e um pouco mais de sal, se achar necessário. Mistura tudo até ficar bem cremoso.
  4. Quando o refogado de alho-poró estiver frio – toca com o dedo pra ter certeza – junta ele na mistura de ovos e queijo. Mexe de novo e tá pronto o creme.

Montando e Assando:

  1. Preaquece o forno a 180°C. Tira a massa da geladeira, abre ela com um rolo entre duas folhas de plástico filme ou num saco plástico cortado. Fica mais fácil. Forra a forma de fundo removível, pressionando bem no fundo e nas laterais. Corta o excesso que passar da borda. Você pode furar o fundo com um garfo pra não formar bolhas.
  2. Despeja o recheio cremoso com cuidado sobre a massa. Leva ao forno preaquecido por uns 30 a 35 minutos. O ponto é ficar firme no centro e aquele dourado maravilhoso por cima e nas bordas da massa.
  3. Tira do forno e deixa esfriar na própria forma por pelo menos 15 minutos antes de soltar o aro. Isso evita que o recheio, que ainda está meio mole quente, desmonte tudo. Depois é só cortar e servir. Pode ser morna, pode ser fria, fica divina das duas formas.

Uma vez a Daiane quis apressar e tentou desenformar na hora, foi um desastre lindo. Aprendemos que a paciência na cozinha quase sempre é um ingrediente secreto.

Então, é isso. Essa quiche é daquelas que você faz uma vez e vira pedido fixo. Ela salva almoço de domingo, resolve um jantar rápido durante a semana e ainda impressiona visita. A combinação do alho-poró doce com a pitada da pimenta e o cremoso do queijo é simplesmente viciante.

Me conta aí como ficou a sua. Você deixou a massa descansar o tempo certo? Usou outro queijo? Alguma adaptação criativa? Corre lá nos comentários e me fala como foi a experiência na sua cozinha. Adoro trocar essas ideias!

Quanto custa em calorias essa tentação?

Cada fatia generosa dessa quiche de alho-poró tem aproximadamente 205 kcal (considerando 30 porções). Se quiser reduzir, troque o creme de leite por iogurte natural e use queijo meia cura no lugar do parmesão - cai para uns 150 kcal por porção. Para uma análise nutricional completa, confira nossa tabela nutricional detalhada abaixo da lista de ingredientes. Mas sério, vale cada caloria!

Quanto tempo dura essa beleza?

Na geladeira: 3 dias tranquilos em pote fechado. Congelada? Até 1 mês! Dica bônus: congele em fatias individuais e esquente direto no forno ou airfryer - fica crocante igual ao fresco. A Daiane uma vez esqueceu uma porção no freezer por 2 meses e... ainda tava comível (mas não recomendo testar os limites assim, hein?).

Sem um ingrediente? Bora improvisar!

• Alho-poró caro? Use 1 cebola grande + 1 dente de alho amassado (fica diferente, mas gostoso)
• Vegano? Substitua ovos por tofu batido, creme de leite por creme de castanha e queijo por levedura nutricional
• Sem forma de aro? Use assadeira comum e faça estilo "torta" - fica mais rústico mas igualmente delicioso

Os 3 pecados capitais da quiche

1. Massa úmida por baixo? Pré-assa 10 min com peso (feijão sobre papel manteiga) antes do recheio
2. Recheio "agualado"? Escorra bem o alho-poró refogado e não exagere no creme de leite
3. Massa quebradiça? Manteiga gelada é sagrada - se derreter nas mãos, bota na geladeira 15 min antes de usar

Truques que até chef esquece

• Processador é seu amigo: jogue todos os ingredientes da massa e pulse até virar farelo úmido - economiza 10 min de trabalho
• Quiche perfeita tem "alma": faça um risco no centro do recheio com faca antes de assar - evita rachaduras feias
• Teste de palito NÃO funciona aqui! A quiche continua mole mesmo quando pronta - espere ficar dourada nas bordas

Para todo mundo comer feliz

Sem glúten: Substitua a farinha por mix de arroz + polvilho doce (2:1)
Low carb: Massa de couve-flor processada com ovo e queijo + recheio normal
Proteica: Acrescente 100g de peito de frango desfiado ou atum ao recheio
Lactose: Use creme de leite sem lactose e queijos maturados (parmesão é naturalmente low lactose)

O que serve junto?

• Bebidas: Chardonnay gelado (para adultos) ou limonada com gengibre (para todos)
• Molhos: Mostarda dijon com mel ou simplesmente um fio de azeite bom por cima
• Acompanhamentos: Mix de folhas com raspas da casca do limão ou tomates assados

Quiche 2.0 - versões malucas

Brunch paulistano: Acrescente cubos de provolone e rodelas de calabresa ao recheio
Sobrou arroz? Substitua 1/3 da farinha por arroz cozido batido no processador
Doce-surpresa: Troque alho-poró por maçã caramelizada e queijo por ricota - polvilhe canela

O ponto crítico: a massa

Todo mundo treme na base quando vai esticar a massa, né? Relaxa: enrole ela entre dois plásticos filme e abra com o rolo. Depois, transfira para a forma com o plástico ainda embaixo - quando estiver no lugar, só puxar o plástico. Genius! A primeira vez que fiz assim, a Daiane achou que eu tinha feito curso de chef (menti não, só omiti que aprendi no YouTube).

2 segredos que ninguém conta

1. O alho-poró tem um "lado doce": corte só a parte branca e verde-clara, guarde as folhas escuras para caldos
2. Noz-moscada não é opcional! Ela neutraliza a acidez do creme de leite - rale na hora ou vira pó sem graça

De onde veio essa maravilha?

A quiche nasceu na região da Lorena, França, mas era bem diferente - originalmente era uma torta de pão com creme de ovos. O alho-poró entrou depois como variação da clássica Quiche Lorraine (que leva bacon). Curiosidade: na década de 70, virou moda nos EUA como "comida chique" - daí pra virar hit mundial foi um pulo!

Modo "tudo deu errado"

Massa quebrou? Transforma em "quiche desconstruída": esfarele sobre o recheio e asse como um crumble salgado.
Recheio vazou? Chama de "quiche estilo aberta" e diz que é gourmet.
Queimou embaixo? Corta a parte de cima, coloca sobre nova massa e diz que inventou a "quiche de dois andares". Criatividade salva qualquer jantar!

Fazendo render o dinheiro

• Compre alho-poró em feiras (custa metade do preço dos mercados)
• Use requeijão no lugar do creme de leite + 1 colher de farinha pra dar liga
• Queijo ralado próprio é mais caro - compre em pedaço e rale na hora (dura meses no freezer)

Elevando o nível com 1 gesto

Antes de servir, finalize com:
- Azeite trufado (só 3 gotinhas!)
- Flor de sal e pimenta rosa moída na hora
- Microfolhas ou brotos comestíveis (vende em mercados bons)
Essa é a diferença entre "uau" e "ué".

Perguntas que sempre fazem

Pode congelar? Pode! Mas só a massa crua ou a quiche já assada - recheio cru não.
Sem forno? Airfryer a 180°C por 20-25 min (use forminha de silicone).
Ovo substitui como? Para cada ovo: 1 col. de linhaça + 3 col. de água (deixe hidratar 10 min).

Pra contar no jantar

Sabia que na França é crime chamar de "quiche" se tiver menos de 30% de creme no recheio? Brincadeira... ou não. O alho-poró era considerado afrodisíaco na Idade Média (não prometemos efeitos colaterais). E o recorde mundial é uma quiche de 2,5 toneladas - imagina o tamanho do forno!

E aí, bora testar?

Essa quiche já salvou vários jantares de última hora aqui em casa. Conta nos comentários se você é team "quiche perfeitinha" ou "quanto mais desleixada, mais caseira". E se inventar alguma variação maluca, compartilha aí - adoro testar novidades!

Quiche: a rainha do lanche que merece uma corte de acompanhamentos

Depois de preparar aquela quiche perfeita, vem aquela dúvida: o que servir para transformar isso numa refeição completa? Nós vivemos esse dilema toda semana - a Dai até brinca que sou obcecado por combinações harmoniosas. Por isso, selecionei nossas melhores sugestões testadas em casa!

Para chamar de prato principal

Escondidinho de camarão que surpreende: Se quiser um segundo prato marinho que combina divinamente com a versatilidade da quiche.

Berinjela recheada com carne moída simples: Um vegetal robusto que equilibra a leveza da massa folhada.

Empadão de camarão tradicional: Para quem não resiste a uma dupla de massas incríveis no mesmo menu.

Acompanhamentos que roubam a cena (mas deixam a quiche brilhar)

Sopa de inhame surpreendente: Cremosinha e aconchegante, perfeita para dias mais frescos.

Pasta ou creme de alho: Nossa obsessão caseira para passar no pãozinho crocante.

Salada de rúcula com pera: O contraste do amargo com o doce é um show à parte - a Dai aprova!

Doces finais que fazem valer cada caloria

Torta de ricota (clique aqui): Leve o suficiente depois de uma refeição generosa.

Pavê simples que surpreende: Clássico que nunca falha e todo mundo sempre pede repetição.

Bolo fofinho: Pra quando bate aquela vontade de algo caseiro e quentinho.

Mousse de maracujá: Nosso curinga para refeições mais encorpadas - o azedinho corta perfeitamente.

Bebidas: Sugestões de bebidas para aperfeiçoar seu menu

Chá gelado de pêssego: Refrescante e levemente adocicado, nossa versão caseira preferida.

Água aromatizada com limão siciliano e alecrim: Super elegante e super simples de fazer.

Suco de maçã com gengibre: Aquele toque picante que revigora o paladar entre uma garfada e outra.

Essas são nossas combinações testadas e aprovadas em vários almoços de domingo. E aí, qual vai ser o menu escolhido? Conta pra gente nos comentários se você experimentou alguma dessas sugestões - ou se tem outra combinação secreta que sempre funciona aí na sua casa!

Quiche é igual amigo: tem pra todo gosto. Descubra qual combina mais com você

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A clássica de frango: sabor que nunca cansa

Autor: Paty Milk

Essa é daquelas receitas coringas, que você faz de olho fechado quando precisa agradar uma mesa cheia. O frango desfiado, principalmente se for um pouco do caldo que ficou do cozimento, deixa o recheio incrivelmente úmido e saboroso. Um erro que vejo muito é usar peito de frango puro e sem graça. A dica é refogar bem o frango desfiado com cebola, talvez um pouquinho de salsinha, para ele não ficar só "lá dentro", entende? Tem que integrar com o creme.

Fica perfeita para o almoço de domingo, porque rende bem, é completa e todo mundo come. Eu gosto de servir com uma saladinha verde bem ácida, de limão, para cortar a cremosidade. É caseiro no melhor sentido da palavra.

3º. Só queijo, por favor

Autor: Mundo Gastronômico

Para dias que a proteína animal não é prioridade, ou simplesmente quando a vontade de queijo fala mais alto. O segredo aqui é a mistura de texturas. Usar um queijo que derrete, como a muçarela, e um que dá sabor, como um parmesão ou um gouda mais encorpado. A receita tem um passo que é mágico: pré-assar a massa antes de colocar o recheio. Isso evita o fundo cru e molenga, um problema clássico que estraga qualquer quiche.

É um prato que parece simples, mas que exige atenção nesses detalhes. Quando sai certo, é uma coisa linda, dourada e cheirosa. Ótima para um almoço leve no fim de semana, acompanhada de uma taça de vinho branco seco. Combina demais.

4º. A originalíssima Lorraine

Fazer uma Lorraine autêntica é um ritual. Não é difícil, mas tem seus passos que devem ser respeitados. O bacon em cubos, frito até ficar bem crocante, é não negociável. E o creme de leite fresco, de boa qualidade, faz toda a diferença no sabor aveludado do recheio. Essa receita é uma aula de técnica, desde a massa que descansa na geladeira até a ordem de montagem.

Fiz pela primeira vez num curso, e lembro do cheiro do bacon e do queijo gruyère tomando conta da cozinha. É um prato que pede ocasião. Para um jantar especial, para impressionar sem ser muito óbvio. Cada garfada é uma viagem. Vale cada minuto de preparo.

5º. Espinafre: o verde que conquista

Olha, eu não era muito fã de espinafre até aprender a prepará-lo direito para quiche. O segredo está em cozinhar as folhas e espremer BEM toda a água. Se você pular essa parte, o recheiro fica aquoso e a massa vira uma sopa. Aprenda com meus erros. Depois que o espinafre está bem sequinho, refogado com alho e uma pitada de noz-moscada, ele vira uma delícia.

É uma ótima pedida para um jantar vegetariano, mas também para quem quer um prato mais leve. Fica linda, com aquele verde vibrante. Combina muito bem com um queijo de cabra por cima, fica um contraste de sabores incrível.

6º. Mix de legumes: a festa de cores e nutrientes

Essa é a minha solução para aquele pacote de legumes congelados que sempre sobra um pouquinho de cada. Brócolis, cenoura, milho, ervilha. O truque é cozinhar os legumes até ficarem al dente, nada muito mole, senão eles desaparecem no recheio. E temperar bem, com um pouco de curry em pó ou ervas finas, para dar personalidade.

É um prato que parece feito para crianças, mas os adultos adoram também. A apresentação fica colorida e alegre. Perfeita para um piquenique ou para levar para uma reunião de família. É saborosa, nutritiva e não pesa. Uma das minhas favoritas para o dia a dia.

7º. Palmito: o sabor inconfundível

Palmito em conserva é daqueles ingredientes que você ama ou odeia. Eu amo. E numa quiche, ele brilha. O sabor levemente ácido e a textura firme criam um contraste interessante com o creme de ovos. Uma dica importante: escorra bem a conserva e seque o palmito com papel toalha. Aquele líquido pode alterar o sabor e a textura final do recheio.

É uma opção diferente, que foge do frango e do queijo. Fica sofisticada. Eu gosto de adicionar umas azeitonas pretas picadas junto, para dar um toque salgado extra. É surpreendente. Se você nunca provou, essa é a sua chance.

8º. Abobrinha: leve, saborosa e versátil

A abobrinha é uma mestre em disfarçar. Ralada e bem escorrida, ela quase some no recheio, mas deixa um sabor suave e uma umidade perfeita. O processo é igual ao do espinafre: tem que tirar a água. Rala, salga, deixa descansar e depois espreme com as mãos. Parece trabalho, mas é rápido e faz uma diferença absurda.

Fica uma quiche leve, que não pesa no estômago. Combina muito com queijos frescos, como ricota ou cottage. É a minha escolha para um jantar de verão, com uma saladinha de tomate e manjericão. Refrescante e gostosa.

9º. Para os devotos da cebola caramelizada

Aqui, a cebola não é coadjuvante. É a estrela. E ela precisa ser caramelizada com paciência, em fogo baixo, até ficar macia, doce e com uma cor marrom dourada. Isso leva tempo, talvez uns 20 minutos, mas é o que transforma o prato. A cebola crua ou mal refogada deixa um sabor agressivo, ninguém merece.

O resultado é uma quiche com um sabor profundo, adocicado e incrivelmente reconfortante. É um prato simples, mas que exige carinho. Perfeito para um dia frio, acompanhada de uma sopa. A Daiane, que é fã de cebola, aprova totalmente essa versão.

10º. As mini quiches: praticidade e charme

Essa ideia é genial para festas ou quando você quer servir algo diferente como entrada. Cada convidado pega a sua, não precisa cortar, não faz sujeira. E o melhor: você pode fazer vários sabores de uma vez. Uma forma de empadinha vira seu melhor amigo aqui.

O cuidado é com o tempo de forno. Como são pequenas, cozinham mais rápido. Fique de olho para não ressecar. São ótimas para congelar também, já prontinhas. Só aquecer na hora. Praticidade pura com um toque de elegância.

11º. A aventura doce

Quiche doce parece um contrassenso, mas funciona. A massa fica a mesma, salgadinha, e o recheio vira uma espécie de custard, com açúcar, baunilha, talvez frutas. É como um cruzamento entre uma torta e um flan. Curioso, né? A primeira vez que vi, fiquei com um pé atrás, mas a textura cremosa combina demais com o doce.

É uma sobremesa diferente, que impressiona. Perfeita para um brunch ou uma tarde de café especial. Não é muito comum, então garante conversa. Vale a pena experimentar pelo menos uma vez, só para dizer que fez.

12º. Camarão: luxo acessível

Usar camarão numa quiche eleva o prato a outro patamar. Não precisa ser aquele camarão enorme e caro, os médios, limpos e bem temperados, já fazem um excelente trabalho. O segredo é refogá-los rapidamente, só para dar cor e sabor, antes de misturar ao creme. Se cozinharem demais no forno, ficam borrachudos.

É uma receita para ocasiões especiais, para quando você quer caprichar. Fica linda, saborosa e passa aquela sensação de "prato de restaurante". Combine com uma saladinha de folhas verdes e um vinho branco. Sucesso garantido.

13º. A versão vegana, sem perder a cremosidade

Fazer uma quiche sem ovos, leite ou queijo parece impossível, mas a criatividade da culinária vegana é infinita. O "creme" muitas vezes leva tofu macio batido, leite vegetal engrossado com amido, e levedura nutricional para aquele sabor "queijoso". A massa pode ser feita com óleo vegetal ou margarina.

É um desafio técnico interessante, e o resultado pode ser surpreendentemente bom. Mostra que dá para adaptar receitas tradicionais para incluir todo mundo. Se você tem um amigo ou familiar vegano, essa é uma ótima forma de homenageá-lo à mesa.

14º. Brócolis: crocante por fora, cremoso por dentro

O brócolis é outro vegetal que pede um preparo certo. Eu gosto de usar apenas as florzinhas, e cozinhá-las no vapor por poucos minutos, para ficarem verdes e al dente. Se cozinhar demais, elas desmancham e o recheio fica com uma cor esverdeada meio estranha. As florzinhas mantêm a forma e dão uma textura legal.

É uma quiche saudável, mas que não tem cara de dieta. Fica muito gostosa com um queijo parmesão ralado por cima, que forma uma casquinha dourada. Ótima para um jantar nutritivo durante a semana.

15º. Bacalhau: sabor forte e marcante

Essa é para paladares ousados. O bacalhau dessalgado e desfiado tem um sabor que domina o prato. Por isso, os acompanhamentos no recheio devem ser discretos: batata cozida em cubos, cebola, azeitonas. Nada que dispute a atenção. É um prato tradicional em muitos lugares, cheio de personalidade.

Perfeito para uma ocasião festiva, como a Páscoa, ou para quando você quer algo realmente diferente. É substancioso e saboroso. Uma experiência à parte no mundo das quiches.

16º. Low Carb: para não sair do foco

Aqui, a grande mudança está na massa. Em vez de farinha de trigo, usa-se farinhas de oleaginosas, como amêndoas ou linhaça, ou até uma base de frango desfiado e queijo. Pode parecer estranho, mas o resultado é uma "casquinha" saborosa que segura um recheio igualmente low carb, como de brócolis com queijo ou espinafre.

É a salvação para quem está em uma dieta restritiva mas não quer abrir mão do prazer de uma torta quentinha. Requer um pouco mais de ingredientes especiais, mas vale a pena pela sensação de não estar perdendo nada.

17º. Ricota e alho-poró: a dupla perfeita

Essa combinação é pura elegância. A ricota, levemente ácida e cremosa, e o alho-poró, doce e suave, se complementam de um jeito incrível. É importante refogar bem o alho-poró até ficar bem macio, quase derretido, para doçar toda sua doçura. A ricota deve ser amassada com um garfo, não batida, para ficar com pequenos pedacinhos.

Fica uma quiche super cremosa, leve e sofisticada. Parece coisa de restaurante francês. Minha sugestão é servir com uma salada de folhas de espinafre baby. É um prato que agrada gregos e troianos.

18º. Grão de bico: a proteína vegetal que surpreende

Quiche de grão de bico? Pode acreditar. A ideia geralmente é usar o grão de bico cozido e amassado como base do recheio, dando corpo e uma textura interessante. Pode ser temperado com cominho, páprica, e misturado com outros vegetais. É uma opção super nutritiva e cheia de proteína vegetal.

É uma receita de exploração, para quem gosta de testar novos ingredientes e texturas. Diferente de tudo, e muito satisfatória. Vale a pena pela experiência e pelo valor nutricional.

19º. Presunto e queijo: o conforto clássico

Às vezes, a gente não quer inovar. A gente quer o gosto de casa, o conforto. E essa dupla, presunto e queijo, é exatamente isso. É simples, é gostoso, e todo mundo sabe o que vai encontrar. Dica para não ficar básico demais: use um bom presunto cozido, em cubos, e misture tipos de queijo. Um pouco de mussarela para derreter e um pouco de prato ou provolone para dar sabor.

É a receita infalível para quando os sobrinhos vêm em casa, para um almoço rápido sem stress, ou para quando a preguiça criativa bate. Não tem como errar. E isso também é bom, né?

Uau, quanta opção! O legal da quiche é essa versatilidade toda. Tem pra quem quer algo leve, pra quem quer uma refeição completa, pra quem tá de dieta, pra quem não come carne... E você, qual já provou ou tem mais curiosidade de fazer? Conta aqui nos comentários qual recheio é o campeão na sua casa. Adoro saber dessas preferências!

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 22:52

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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