10 Receitas de Dadinho de Tapioca MAIS Combinações Mega Crocantes Que Irão Conquistar Seus Convidados

  • Um lanche aperitivo qeue está super em alta com esse ar arrojado e surpreendente.
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A primeira vez que tentei fazer dadinho de tapioca, virou uma cola grudenta e impossível de fritar. Faltou paciência, eu queria o resultado rápido. Aprendi na marra, e depois em um curso de petiscos brasileiros, que o segredo não está na frigideira, mas na geladeira. Aquele tempo de descanso é não negociável.

O que faz a diferença, te conto, é a qualidade do queijo coalho. Ele precisa ser fresco, daqueles que tem um levinho azedinho, pra equilibrar a doçura do leite e dar aquele 'snap' perfeito na crosta ao fritar. Usar um queijo sem graça é pedir pra o dadinho ficar só okay, nunca espetacular.

Essa receita de dadinho de tapioca que vou te mostrar é fruto desses erros iniciais. É o método que agora sempre funciona aqui em casa, seja pra um lanche da tarde ou quando a galera vem assistir um jogo. O passo a passo completo, com os tempos exatos de geladeira e a dica da fritura perfeita, tá tudo escrito abaixo pra você acertar de primeira.

Receita de Dadinho de Tapioca Simples e Fácil Original Frito: Como fazer

Rendimento
Cerca de 30 unidades
Preparo
30 min + 2h geladeira
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 7 marcados

Dá uma olhada na validade da tapioca antes, viu? Se tiver muito velha, pode perder a capacidade de grudar direitinho. Já passei por isso.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 50g (2 dadinhos)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 125 kcal 6%
Carboidratos Totais 15.8g 5%
   Fibra Dietética 0.2g 1%
   Açúcares 3.5g 7%
Proteínas 4.2g 8%
Gorduras Totais 5.1g 9%
   Saturadas 3.2g 16%
   Trans 0g 0%
Colesterol 15mg 5%
Sódio 180mg 8%
Cálcio 120mg 12%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Sem Glúten: Ideal para celíacos
  • Vegetariano: Contém laticínios
  • Rico em Cálcio: Bom para ossos

Alertas & Alérgenos

  • Contém lactose – não indicado para intolerantes
  • Alta gordura saturada – consumir com moderação
  • Insight: Versão assada reduz calorias em 30% e mantém o sabor característico

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo a Massa:

  1. Pega uma panela que não seja muito funda e coloca o leite pra esquentar em fogo médio. Você não quer ferver, só chegar bem perto, até começar a soltar aquela fumacinha pela borda. Aí, desliga o fogo. Esse ponto é importante, se ferver muito o leite pode talhar com o queijo.
  2. Adicione o queijo: Joga todo o queijo coalho ralado no leite quente e mexe. Mexe bem, até ele começar a derreter e sumir. Vai ficar um líquido branco e meio encorpado. É exatamente isso.
  3. Incorpore a tapioca: Agora, com a panela ainda fora do fogo, adicione a tapioca granulada de uma vez. Comece a mexer sem parar. A tapioca vai absorver o líquido quase que magicamente e a mistura vai engrossando na sua frente. Parece mágica de cozinha, sério.
  4. Tempere: Acrescente o sal e a pimenta-do-reino moída na hora. Meia colher de chá de cada é um bom começo, mas prova e ajusta. Lembra que o queijo já tem sal, então vai com calma. Misture até ficar tudo muito bem incorporado, uma massa homogênea que desgruda do fundo da panela.

Formatando e Fritando:

  1. Resfrie: Forra uma assadeira ou um refratário com papel manteiga. Despeje toda a massa ainda quente, alisando a superfície com uma colher. Cobre com papel filme, pressionando o plástico diretamente sobre a massa pra não criar aquela crosta seca. Leva pra geladeira por no mínimo 2 horas. Isso não é sugestão, é lei. Foi a lição mais cara que aprendi. É o que dá estrutura pra cortar e fritar sem virar bagunça.
  2. Corte os dadinhos: Passado o tempo, tira da geladeira. Pega uma faca grande e úmida e corta a massa em quadradinhos, do tamanho que você preferir (uns 2 a 3 cm tá ótimo). Se a faca grudar, molha de novo.
  3. Frite ou asse: Aqueça óleo em uma panela funda. O óleo tá na temperatura certa quando você joga um farelinho de massa e ele sobe rápido borbulhando. Frite os dadinhos em lotes, sem encher a panela, por uns 2 a 3 minutos ou até ficarem dourados e crocantes por fora. Usa uma escumadeira pra virar com cuidado. Se quiser assar, unte uma forma, coloque os dadinhos com espaço e leve ao forno alto pré-aquecido por uns 20 min, virando na metade do tempo. Frita fica mais gostoso, pra ser sincero.
  4. Sirva: Retire e coloque sobre papel toalha. Deixe esfriar um pouquinho, só pra não queimar a boca. E aí, serve logo, acompanhado de uma boa geleia de pimenta. O contraste do quente com o crocante por fora e o macio por dentro com a geleia é um negócio absurdo.

Na última vez que fiz, a Daiane resolveu experimentar um dadinho ainda morno, direto da frigideira. Ela fez aquele olhar de "nossa, deu certo mesmo" que vale mais que qualquer elogio. Bora fazer aí e ver se acontece o mesmo na sua casa?

Pronto, esse é o meu jeito garantido. O maior erro possível é ter pressa e pular a geladeira, então se você lembrar de só uma coisa, que seja essa. O resto é quase à prova de falhas. O cheirinho de queijo que fica na cozinha depois de fritar é um bônus delicioso, quase um convite pro pessoal aparecer na porta da cozinha perguntando "já tá pronto?".

Essa receita é daquelas que você faz uma vez e já vira opção certa pra qualquer reunião. É barata, rende muito e todo mundo gosta. E aí, topa o desafio? Conta pra mim nos comentários como ficou o seu, se você fritou ou assou, e se a geleia de pimenta combinou. Adoro saber das variações que o pessoal inventa!

Quanto tempo dura esse dadinho?

Essa é a pergunta que mais recebo! Os dadinhos de tapioca ficam incríveis recém-saídos da fritura, mas se sobrar (o que é raro aqui em casa), guarde na geladeira por até 3 dias. Dica da Daiane: congele antes de fritar! Corta os cubinhos, separa em porções e mete no freezer por até 1 mês. Na hora do desejo, é só fritar direto sem descongelar - fica tão crocante quanto fresco!

Será que engorda?

Como você pode ver na tabela nutricional completa, cada porção de 2 dadinhos tem aproximadamente 125 calorias. Mas quem consegue comer só um? A verdade é que essa receita é daquelas "perigo: risco de acabar o pacote sozinho". Se quiser economizar calorias, a versão assada reduz em cerca de 30% - mas a gente sabe que a fritura é o que deixa aquela crosta irresistível, né?

Sem queijo coalho? Sem problema!

Se nao achar queijo coalho (ou se seu intestino nao curtir), testei essas trocas que funcionam:

  • Queijo minas padrão + 1 colher de sopa de vinagre (dá aquela acidez parecida)
  • Ricota bem espremida (fica menos cremoso, mas ótimo para dietas)
  • Queijo mussarela ralado (fica mais elástico, cuidado ao cortar)

Já usei até requeijão uma vez quando faltou ingrediente - ficou mole, mas no airfryer salvou o jantar!

3 erros que quase estragaram meu dadinho

1. Mexer pouco a tapioca: Parece chato ficar revolvendo, mas se formar gruminhos, depois vira uma pedra na geladeira. Falo por experiência própria - teve vez que parecia que eu tinha feito tijolinho pra obra!

2. Fritar com óleo frio: O dadinho absorve óleo igual esponja. Espere esfumar e teste com um palito - se borbulhar, tá no ponto.

3. Cortar antes de esfriar: A primeira vez que fiz, tava com pressa e quis cortar ainda morno. Virou uma bagunça grudenta que a Daiane até tirou foto pra me zoar. Agora espero as 2h religiosamente!

Truque secreto do nordestino

Um amigo do Ceará me ensinou: coloca 1 colher de sopa de polvilho azedo junto com a tapioca. Dá uma turbinada na crocância que você não vai acreditar! E se quiser acelerar o processo, espalha a massa numa fôrma bem fina (uns 2cm) - resfria mais rápido e fica perfeito para cortar.

Geleia de pimenta é só o começo...

Clássico é bom, mas experimenta:

  • Mel de engenho com pimenta (combinação doce e ardida que arranca suspiro)
  • Pasta de amendoim apimentada (mistura 2 colheres de pasta + 1 pitada de pimenta caiena)
  • Molho de manga verde (aquela acidez corta a gordura perfeitamente)

E pra beber? Uma cerveja bem gelada ou caipirinha de caju - combinação que nunca falha!

Dadinho gourmet? Bora inovar!

Já testei essas versões malucas que viraram hit em casa:

  • Dadinho de festa: Mistura pedacinhos de calabresa e cheiro-verde antes de levar pra geladeira
  • Doce surpresa: Substitui 100g de tapioca por coco ralado e serve com doce de leite
  • Fit version: Tapioca + frango desfiado + cottage - fica ótimo assado

A parte mais chata tem solução

Cortar os dadinhos igualmente é um saco, eu sei. Dois truques infalíveis:

1. Usa uma faca sem serra molhada em água quente (passa pano entre um corte e outro)

2. Ou melhor ainda: marca com uma régua limpa antes de levar pra geladeira. Quando estiver firme, só seguir as linhas!

Sobrou óleo? Não joga fora!

Depois de fritar, espera o óleo esfriar, coa num pano de prato limpo e guarda num pote de vidro. Dá pra reusar até 3x pra fritar outros alimentos (mas não use de novo pra doces!). E aquele resto de massa que gruda na panela? Raspa com farinha de rosca e vira uma farofa de última hora - a Daiane adorou quando fiz isso!

Modo chef Michelin

Quer impressionar? Na última fritura, joga uns 2 dentes de alho e um ramo de alecrim no óleo por 1 minuto (tira antes de botar os dadinhos). O sabor fica sofisticado que nem no restaurante caro! E na hora de servir, polvilha flocos de sal rosa e raspas de limão siciliano - parece simples, mas faz TODA diferença.

Perguntas que sempre me fazem

"Pode congelar?" Pode sim! Mas só antes de fritar. Depois de frito fica borrachudo.

"Por que meu dadinho rachou?" Ou tá muito frio (deixa 5min fora da geladeira antes de cortar) ou faltou mexer a massa direito.

"Dá pra fazer sem lactose?" Dá! Usa leite vegetal e queijo vegano, mas fica menos grudento - compensa com 1 colher de amido de milho.

2 segredos que ninguém conta

1. A lua influencia! Dias muito úmidos a massa demora mais pra firmar. Se tiver apressado, mete no freezer por 30min (mas não passa disso!).

2. O formato muda o sabor. Testei: cubinhos pequenos ficam mais crocantes, retangulares lembram mais queijo. Psicologia gastronômica existe!

De onde veio essa delícia?

O dadinho de tapioca é uma adaptação nordestina do queijo coalho frito, com a genial inclusão da tapioca pra dar liga. Conta a lenda que surgiu em Fortaleza nos anos 80, quando um cozinheiro sem querer derrubou farinha de tapioca no queijo derretido - e no desespero, inventou essa maravilha. Seja verdade ou não, agradecemos ao acidente culinário!

Se tudo der errado...

Massa muito mole? Junta mais tapioca aos poucos até engrossar. Queimou embaixo? Raspa o fundo e passa pra outra fôrma. Fritou e ficou oleoso? Escorre em papel toalha e joga no airfryer a 200°C por 2min. Já salvei um dadinho desmanchando com 1 colher de maisena - virou piada em casa, mas no final todo mundo comeu!

Sabia que...

A tapioca usada no dadinho é a mesma das tradicionais tapiocas nordestinas? Só que o processo de hidratação diferente é que cria essa textura única. E a pimenta-do-reino branca da receita original não é por acaso - ela realça o sabor do queijo sem deixar picante demais. Detalhes que fazem a diferença!

O que mais casa com esse sabor?

Experimenta servir com:

  • Café coado forte (o amargo contrasta lindo com o cremoso do queijo)
  • Cachaça envelhecida (se for maior de idade, né?)
  • Água de coco gelada (a doce neutraliza o salgado perfeitamente)

E pra fechar: depois de comer, passa um gomo de laranja na boca - limpa o paladar e deixa aquele final refrescante!

Conta pra gente!

Já fez dadinho de tapioca antes? Qual seu truque secreto? Aqui em casa virou tradição de sexta-feira - a Daiane sempre inventa um molho diferente pra acompanhar. Me conta nos comentários como ficou o seu ou se descobriu alguma variação maluca que deu certo! E se for a primeira vez, não esquece de marcar @sabornamesaoficial pra gente ver seu resultado!

Combinações que vão fazer seu dadinho de tapioca brilhar ainda mais

Depois de preparar essa delícia crocante por fora e cremosa por dentro, que tal montar um menu completo? Selecionamos opções que casam perfeitamente, seja para um almoço de domingo ou aquela reunião descontraída com amigos. Aqui em casa, adoramos quando o cardápio tem essa cara!

Pratos Principais

Torta de frango de liquidificador (veja a receita aqui): Prático e saboroso, esse clássico vai bem com quase tudo - e com o dadinho não seria diferente. A massa fica incrível!

Frango defumado (veja o preparo detalhado): O sabor marcante combina demais com a suavidade da tapioca. Plus: rende ótimas sobras para sanduíches no dia seguinte.

Arroz com frango desfiado: Um comfort food que completa a refeição sem competir com o sabor do seu dadinho. Dai adora quando faço essa dupla!

Acompanhamentos

Vinagrete de manga: Doce e ácido, corta a gordura e dá um toque refrescante. Minha versão leva pimentão amarelo para colorir.

Salada de folhas com mel e nozes: O contraste de texturas e sabores equilibra bem o prato. Use rúcula se gostar de um amarguinho.

Legumes grelhados no azeite: Abobrinha e berinjela ficam perfeitas quando bem temperadas. Dica: finalize com alecrim fresco.

Sobremesas para fechar com chave de ouro

Bolo de rolo fácil: Tradição nordestina que parece feita para acompanhar receitas com tapioca. Crocância e maciez numa só mordida.

Baba de moça (preparo completo): Doce cremoso que lembra infância. A gente sempre briga pelo último pedaço - aviso desde já!

Bolo de chocolate com morango incrível: Clássico que nunca falha. A acidez da fruta corta a doçura na medida certa.

Bebidas

Receita de Arrumadinho simples: Refrescante e levemente adocicado, perfeito para dias quentes. Se for fazer, prepare em dobro porque some rápido!

Suco verde de abacaxi com hortelã: Desintoxica e cai bem depois de uma refeição mais encorpada. Meu truque: um pitadinha de gengibre.

Água aromatizada com frutas cítricas: Simples mas eficiente. Deixo sempre uma jarra na geladeira nos dias de calor em SP.

E aí, qual combo você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se resistiu à tentação de repetir o dadinho antes de chegar no prato principal - aqui é sempre um desafio!

Quer inovar no petisco? Olha essas variações que eu testei e aprovo!

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A versão assada que não suja a cozinha

autor: Cook'n Enjoy

Eu sempre tive um pé atrás com dadinho assado, achava que não ficava crocante. Até que uma vez a Daiane quis fazer e não queria óleo espirrando pela cozinha toda — e olha, me surpreendi. A chave, que esse vídeo mostra bem, é o forno bem quente e uma camadinha fina de azeite. Fica com uma crosta dourada e o interior cremoso, perfeito pra quando você quer um lanche mais tranquilo.

A dica que eu dou é usar uma forma de cerâmica ou vidro, que distribui melhor o calor. E não tenha pressa de tirar, deixa dourar bem por baixo também. Resolve aquele problema de ter que ficar de olho na frigideira e ainda deixa a cozinha limpa. Praticidade pura.

3º. Para quem tá de olho na dieta (e no sabor)

autor: Sua Dieta Hoje

Confesso que low carb nunca foi muito minha praia, mas tem um amigo meu que vive nessa e sempre reclama da falta de opções gostosas. Aí eu testei essa receita pra ele. A jogada de mestre aqui é a castanha do Pará — ela dá um corpo e um sabor incrível, que compensa a falta do queijo.

Fica surpreendentemente bom, com uma textura firme e um gosto que não parece "de dieta". Se você tá tentando comer diferente mas não quer abrir mão de um petisco, essa é a sua saída. Só um aviso: a levedura de cerveja tem um gosto forte, então se não tá acostumado, bota menos no começo.

4º. O truque da Air Fryer com queijo parmesão

Essa aqui é meu coringa pra dia de semana. Às vezes dá vontade de um dadinho, mas a ideia de fritar me desanima. A Air Fryer salva, e o Maurício tem um macete ótimo: usar queijo parmesão ralado fino. Parece bobeira, mas ele derrete e forma uma casquinha crocante em volta que segura a massa perfeitamente.

O que eu aprendi errando essa receita — e quase desisti — é que a massa tem que estar bem gelada e firme antes de colocar na cestinha. Se estiver mole, vira uma bagunça. Deixa na geladeira o tempo que for preciso, sério. Depois disso, é só sucesso.

5º. Para todo mundo à mesa (versão vegana)

Essa receita é daquelas que você faz e pensa 'nossa, como conseguiram esse sabor?'. O segredo tá no caldo de legumes bem feito e na muçarela vegana de castanhas. Fica com um sabor complexo, um pouco adocicado do melado e um toque cítrico.

É uma ótima opção pra quando você tem visita com restrições e quer servir algo especial, não só uma salada. Fica tão bonito e saboroso que ninguém vai sentir falta do original. Uma ocasião que ela brilha demais é num jantar com amigos diversos, sabe? Todo mundo pode comer junto.

6º. A surpresa doce que conquista a galera

Eu não fazia ideia de que dava um dadinho doce até testar. É uma daquelas ideias malucas que funciona. A combinação do coco com a tapioca já é boa, mas quando você frita e mergulha no doce de leite… vira outra coisa. Parece uma sobremesa de restaurante chique, mas é super simples.

Fiz uma vez pra um café da tarde e todo mundo ficou espantado, querendo a receita na hora. O ponto importante é o açúcar: não pode exagerar, senão queima fácil na hora de fritar ou assar. Coloca o suficiente pra dar um sabor, mas deixa o doce de leite fazer o trabalho principal depois.

7º. Quando só bacon é pouco

Ah, o bacon. Ele tem o poder de transformar qualquer coisa em um prato que some em segundos. Nessa versão, ele vai em forma de farinha, o que é genial porque o sabor fica distribuído em cada mordida, não só num pedaço aqui e ali.

É o petisco ideal pra um jogo de futebol ou uma cervejinha com os amigos. Um erro comum é usar bacon muito gorduroso, porque aí solta muita gordura e pode deixar o dadinho oleoso. Procura um mais magrinho, ou até aquele em cubos que você mesmo frita e depois tritura. Faz toda a diferença no resultado final.

8º. A versão restaurante (com um molho de arrebentar)

Essa aqui é pra impressionar. A Juliana desmonta a receita do famoso Mocotó, e a grande estrela, pra mim, é o molho agridoce de pimenta. O contraste dele com o dadinho salgado e a carne seca é simplesmente perfeito — corta a gordura, limpa o paladar.

Já tentei fazer molhos parecidos e sempre errava o ponto, ficava doce demais. O segredo, que ela mostra, é o equilíbrio entre o ácido e o açúcar, e usar uma pimenta de qualidade. Se for fazer só uma coisa dessa lista pra um evento especial, faz essa. Prometo que vão te perguntar onde você aprendeu.

9º. O clássico melhorado com calabresa

Às vezes a gente só quer incrementar o básico, né? Colocar calabresa ralada na massa é a forma mais fácil de dar um up. Ela solta a gordura e o sabor enquanto cozinha, e o dadinho fica incrivelmente úmido por dentro.

A geleia de pimenta que acompanha é outro nível. Dica rápida: se não tiver pimenta dedo-de-moça, pode usar outra, mas a maçã ralada no molho é não negociável. Ela dá uma doçura e corpo que deixam tudo perfeito. É um daqueles pratos que você faz e pensa 'por que eu não fiz isso antes?'

10º. O campeão de praticidade (muçarela + calabresa)

Essa é a definição de 'fácil e gostoso'. A muçarela derrete de um jeito que fica quase um recheio cremoso, e a calabresa dá o toque defumado. É a receita que eu indico pra quem tá começando ou pra um dia que você chega cansado e quer algo rápido.

Só não pule a etapa de deixar a massa descansar na geladeira, enrolada no filme. Sério, é isso que vai garantir que os cubinhos não desmanchem na hora de fritar. Depois disso, é só alegria e um petisco que não tem como dar errado.

E aí, qual dessas vai ser a primeira experiência na sua cozinha? Cada uma tem uma personalidade, né? Me conta nos comentários se você arriscou alguma e como ficou — adoro trocar ideias sobre os resultados. E se quiser um outro petisco incrível pra acompanhar, dá uma olhada nessa receita de chipa paraguaia, ela é viciante.

Qualquer dúvida no passo a passo, é só gritar aqui embaixo. Bora botar a mão na massa!

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 20:20

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Chef Amador
Dou uma dica profissional - depois de frito, coloca em papel toalha e salpica sal flor na hora. Eleva muito!
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