17 Receitas de Caldo de Frango MAIS Outras Variantes Super Saborosas E Incríveis

  • Uma receitinha de caldo vai bem sempre que chega aquele friozinho.
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Rendimento
5 porções boas
Preparo
50 min
Dificuldade
Fácil

Minha versão de caldo de frango nasceu de um erro, uma confusão de panelas na cozinha do apartamento. Eu queria um canja, a Daiane pedia algo mais encorpado, e acabamos criando um meio-termo que hoje é pedido até em dia de calor. O segredo pra esse caldo de frango ficar com sabor profundo é uma técnica simples de confeitaria que adaptei: o refogado lento. Deixar a cebola, o alho e o colorau suarem bem na panela antes de qualquer líquido cria uma base de sabor que você sente em cada colherada. A mandioca batida dá aquele corpo cremoso sem precisar de creme de leite. É uma receita honesta, feita com ingredientes inteiros como pimentão fresco e coentro. Ela sustenta, aquece e vira quase um abraço em forma de comida. Olha o passo a passo ali embaixo, vale cada minuto no fogão.

Receita de Caldo de Frango Caseiro e cremoso com mandioca: como fazer

Ingredientes

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Para o Caldo:

Para o Tempero e Finalização:

A mandioca é a alma do negócio aqui, ela que dá aquele corpo cremoso. Tenta pegar um pedaço fresco, que não esteja com aquelas manchas escuras por dentro. O resto é coisa básica de despensa.

Progresso salvo automaticamente

Modo de preparo

Coze a Base:

  1. Põe a mandioca descascada e cortada numa panela com água fria, suficiente pra cobrir. Leva ao fogo alto até ferver, depois abaixa o fogo e deixa cozinhar até ficar bem macia, quase desmanchando. Leva uns 20, 25 minutos. Enquanto isso, vai pro próximo passo.
  2. Noutra panela (pode ser uma mais funda, que vai ser a definitiva), coloca o peito de frango, cobre com água e um pitada de sal. Cozinha em fogo médio até ficar totalmente branco por dentro, uns 15 a 20 minutos. Não joga fora essa água, é ouro líquido! Tira o frango, deixa esfriar um pouco e desfia com as mãos ou garfo. Guarda a água do cozimento.
  3. Quando a mandioca estiver mole, desliga o fogo. Não escorra a água. Usa uma escumadeira pra tirar os pedaços e colocar no copo do liquidificador. Junta um pouco da água do cozimento da mandioca também, tipo uma concha e meia. Bate até ficar uma mistura grossa, com alguns pedacinhos ainda. Se bater tudo vira um purê, e não é bem isso que a gente quer. Deixa reservado.

Monta o Sabor:

  1. Pega aquela panela funda (ou limpa a que usou pro frango) e esquenta o azeite em fogo médio. Joga a cebola, o alho e o pimentão picadinhos. Refoga, mexendo de vez em quando, até a cebola ficar transparente e macia. Isso aqui é o refogado lento que falei, não queima, deixa suar mesmo.
  2. Acrescenta o colorau e o açafrão, mistura bem por uns 30 segundos. O aroma que sobe é incrível. Em seguida, joga o frango desfiado e mexe pra envolver tudo nesse tempero. Vai ver a cor mudando na hora, fica amarelinho bonito.
  3. Agora vem a união. Despeja a mandioca batida do liquidificador na panela. Adiciona também a água onde o frango cozinhou, cuidado para não colocar os resíduos do fundo. Vai colocando e mexendo com uma espátula ou colher de pau pra incorporar. Se achar que tá muito grosso, acrescenta um pouco mais de água quente. A consistência ideal é de um caldo bem encorpado, nem sopa rala, nem papa.
  4. Deixa aquecer em fogo baixo por uns 5 a 10 minutos, só pra os sabores se conhecerem. Tá na hora de provar. Ajusta o sal e a pimenta. Desliga o fogo e joga o coentro picado por cima, mistura só uma vez.

A Daiane adora quando deixo a mandioca com pedacinhos, ela diz que dá mais personalidade. Eu já prefiro bater um pouco mais, fica mais cremoso. Não tem certo ou errado, é gosto. Faz do seu jeito.

Dicas importantes abaixo

Informação Nutricional

Porção: 400g (1/5 da receita)

CALORIAS385 kcal
PROTEINAS24.5g
GORDURAS11.8g
Alto em FibrasGluten-FreeLactose-FreeBoa ProteínaRico em VitaminasRetire as fibras da mandioca para melhor textura e digestãoExcelente para recuperação pós-treino

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Esse caldo é daqueles que resolve o jantar, sabe? Enche a casa com um cheiro bom, sustenta e, o melhor, sobra pro outro dia que fica até mais gostoso. A mandioca deixa ele super cremoso sem precisar de nenhum truque.

E aí, curtiu a ideia? Ele lembra alguma receita da sua família? Se fizer, me conta como ficou a textura da sua mandioca batida. E se tiver alguma outra dica pra dar mais sabor, compartilha aí nos comentários, todo mundo ganha.

Dicas essenciais da receita

Quanto tempo dura essa maravilha?

Esse caldo é daqueles que melhoram no dia seguinte! Na geladeira, dura até 3 dias se guardado em pote fechado. Se quiser congelar, fica top por até 2 meses - eu costumo separar em porções individuais pra facilitar. Dica bônus: quando for esquentar de novo, coloca um fio de água ou caldo pra não ficar muito grosso.

Sem mandioca? Sem crise!

Se não achou mandioca, batata baroa fica incrível também. Já testei com batata doce e deu certo, mas fica mais doce (óbvio, né?). Uma vez a Daiane trouxe inhame sem avisar... ficou diferente, mas com gosto bom! Vegetarianos podem trocar o frango por palmito pupunha - fica surpreendentemente parecido.

Truque secreto da cremosidade

O segredo tá na água do cozimento! Não jogue fora a água da mandioca nem do frango - elas são cheias de sabor e amido que deixam o caldo cremoso naturalmente. Outra dica: se bater demais no liquidificador e ficar muito liso, dá pra dar textura jogando um pouco de frango desfiado por cima na hora de servir.

Os 3 pecados capitais do caldo

1) Não tirar as fibras da mandioca - parece frescura, mas fica ruim mesmo. 2) Colocar água demais na hora de bater - melhor ir aos poucos. 3) Refogar o tempero com fogo alto - queima o colorau e fica com gosto amargo. Já cometi todos, pode acreditar!

Combina com o quê? TUDO!

Pão de queijo caseiro é o parceiro perfeito. Ou então torradinhas de pão francês amanhecido (olha o reaproveitamento aí). Pra beber, uma cerveja bem gelada ou suco de maracujá. Se for servir como entrada chique, coloca um fio de azeite e pimenta rosa por cima - arrasa!

Versão apimentada pra animar

Adicione 1 dedo de gengibre na hora de refogar e finalize com pimenta dedo-de-moça em rodelas. Fica com um kick delicioso! Já fiz pra uns amigos e todo mundo pediu a receita. Cuidado que vicia.

A parte chata que vale a pena

Tirar as fibras da mandioca é trabalhoso, mas faz MUITA diferença. Dica: depois de cozida, corta no sentido longitudinal que as fibras saem quase que inteiras. Se bobear, em 5 minutos resolve. Vale cada segundo do trabalho!

Modo econômico ativado

Usa sobrecoxas ao invés de peito - fica mais barato e saboroso. E aquela cebola e alho que tão começando a brotar? Joga tudo no refogado! Aproveita talos do coentro também, só picar bem fininho. Comprei esses dias no sacolão e gastei metade do preço do supermercado.

Elevando o nível

Troque o colorau comum por páprica defumada e finalize com chips de mandioca caseiros (é só fatiar bem fininho e fritar). Já servimos assim num jantar aqui em casa e todo mundo achou que era de restaurante!

Sobrou? Transforma!

Com as sobras, dá pra fazer bolinhos: mistura com farinha de rosca e ovo, forma os bolinhos e frita. Ou então engrossa mais e vira recheio de panqueca. Aqui em casa a gente nunca joga comida fora - até os talos viram tempero!

De jantar simples a evento chique

No dia a dia, serve direto na panela mesmo! Pra visitas, coloca em xícaras individuais com um pedacinho de frango por cima. Já fiz pra festa infantil (sem pimenta, óbvio) e as crianças adoraram - chamei de "sopa de dinossauro" por causa da cor.

Se tudo der errado...

Queimou o fundo? Passa pra outra panela sem mexer o que tá em baixo. Ficou aguado? Dissolve uma colher de maisena em água fria e mistura. Sem coentro? Usa salsinha ou até espinafre. Relaxa, na cozinha sempre tem jeito!

De onde vem esse caldo?

Essa é uma adaptação moderna do tradicional caldo de mandioca do norte e nordeste, onde o tubérculo é rei. A versão original leva menos ingredientes - basicamente mandioca, carne seca e temperos básicos. Essa nossa receita é uma fusão que pega o melhor dos dois mundos!

2 fatos que ninguém conta

1) Esse caldo é ótimo pra ressaca - a mandioca dá energia e os temperos acordam o estômago. 2) Se você congelar em forminhas de gelo, vira um "cubinho mágico" pra dar sabor em outros pratos. Testem e me contem!

Perguntas que sempre me fazem

Posso fazer na panela de pressão? Pode! 15 minutos pra mandioca e 10 pro frango já resolve.
Congela bem? Um dos pratos que melhor resiste ao freezer - fica quase igual.
Por que meu caldo ficou cinza? Provavelmente usou mandioca muito velha ou não colocou o colorau.

Sabia que...

A mandioca era chamada de "pão dos pobres" no Brasil colonial? E o colorau (urucum) era usado pelos indígenas como protetor solar antes de virar tempero. Incrível como ingredientes simples carregam tanta história, né?

E aí, bora pro fogão?

Essa receita é daquelas que conquista todo mundo - simples, mas cheia de personalidade. Já fiz umas 20 vezes e sempre descubro um jeito novo de melhorar. Conta aí nos comentários como ficou o seu, ou se inventou alguma variação maluca! Tô curioso pra saber...

Caldo de Frango: Um Banquete que Vai Esquentar Seu Coração (e Seu Estômago)

Nada como um bom caldo de frango para aquecer os dias mais frios, né? Aqui em casa, a Daiane adora quando faço essa receita - ela diz que tem gosto de infância. Selecionei combinações que vão transformar seu jantar num verdadeiro aconchego gastronômico.

Para Começar com o Pé Direito

Receita de Bolinho de arroz com queijo fácil - Crocantes por fora e cremosos por dentro, perfeitos para mergulhar no caldo. Eu sempre faço um pouco a mais porque... bem, eles desaparecem magicamente!

Acompanhamentos que Fazem a Diferença

Arroz de cuxá irresistível que todo mundo ama - Esse tempero maranhense dá um toque especial. Combinou tanto que virou fixo aqui em casa.

Crepe salgado - Fina camada que absorve o sabor do caldo. A Daiane prefere rechear com um pouco do frango desfiado.

Cogumelos salteados (passo a passo detalhado no link) - A textura carnuda combina perfeitamente. Uso shimeji quando quero impressionar a visita.

Doces Finales

Mousse de maracujá com a fruta - O contraste ácido depois do caldo é divino. Faço naquele copinho de sobremesa pra ninguém exagerar (mentira, todo mundo pede mais).

Pudim de leite ninho (clique aqui e surpreenda-se) - Clássico que nunca falha. O segredo é deixar a calda quase queimada, como a vó fazia.

Sorvete de banana (veja a receita aqui) - Opção leve e saudável. Quando sobra banana madura em casa, já vira tradição.

Para Acompanhar

Chá de folha de louro que faz sucesso - Aromático e digestivo. Colho direto do vaso da varanda - sim, em SP dá pra ter!

Suco de laranja lima- Sem link porque é só espremer a fruta, mas faz toda diferença. A doce contrasta com o salgado.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se resistiu a repetir o prato - aqui é praticamente impossível!

De clássicos reconfortantes a ideias geniais: mais 17 formas de amar caldo de frango

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Aquele com milho que parece abraço de vó

autor: Receitas Da Cris

Você sabe aquele sabor que traz uma sensação instantânea de conforto? Esse caldo com milho é exatamente isso. A doçura natural do milho em conserva se mistura com o salgado do frango desfiado e cria um equilíbrio que é pura memória afetiva.

A dica que eu sempre sigo, e que o vídeo mostra bem, é cozinhar o peito até ele ficar bem sequinho antes de desfiar. Parece contra intuitivo, mas um frango mais seco desfia com uma facilidade absurda, só com um garfo mesmo, e absorve o caldo depois com muito mais vontade. Fica perfeito.

3º. Cremoso sem creme de leite: o poder da batata

autor: Receitinhas da li

Se você quer cremosidade mas não quer ou não pode usar laticínios, essa é a sua jogada. A batata, depois de bem cozida e amassada ou batida, se dissolve no caldo e dá um corpo incrível, aveludado, sabe? Além de ser uma espessante natural, ela deixa o caldo mais sustento.

É uma adaptação inteligente que descobri quando faltou creme de leite uma vez. O amido da batata faz o trabalho pesado. Só toma cuidado para não exagerar no tempo de cozimento dela, senão pode passar do ponto e ficar com textura grudenta.

4º. O caldo concentrado: seu segredo para outros pratos

Contrariando a opinião geral, caldo de frango não é só para tomar com colher. Fazer um caseiro específico para tempero, mais concentrado, é um investimento de tempo que vale ouro. Você congela em forminhas de gelo e tem o segredo para um arroz, um refogado de legumes ou um molho muito mais saboroso na semana toda.

Sem exagero, isso tira a necessidade daqueles tabletes industrializados. O sabor é limpo, você controla o sal e sabe exatamente o que tem dentro. É praticidade de verdade para quem cozinha sempre.

5º. A textura que faz diferença: o frango desfiado

Existe uma magia na textura do frango desfiado dentro de um caldo. Em vez de pedaços, você tem esses fiapos que capturam o sabor em cada mordida e deixam a experiência de comer mais interessante. É uma quebra de monotonia.

O erro comum aqui é desfiar o frango muito quente e acabar queimando os dedos, já aconteceu comigo. Deixa esfriar um pouquinho, só o suficiente para manusear. Outra dica: desfia no sentido contrário às fibras, fica mais fácil e o resultado fica melhor.

6º. Para um dia de detox sem sofrimento

Já tentou fazer uma refeição leve e acabou com uma salada sem graça que não sustentou? Esse caldo carregado de legumes é a solução. A saciedade vem do volume, dos nutrientes e do calor, e o sabor fica incrível porque cada legume solta seu caldo devagar.

Eu gosto de usar talos também, de salsão ou de couve, porque eles têm um sabor intenso e a gente normalmente joga fora. Só joga tudo na panela, deixa cozinhar lentamente e pronto. É comida de verdade que nutre e não pesa.

7º. Para dias que pedem extra conforto (com creme de leite)

Todo mundo tem aqueles dias, né? Que pedem uma comida que seja um colo. É quando essa versão com creme de leite entra em cena. Ela adiciona uma riqueza, uma maciez na boca que transforma um caldo simples em algo indulgentemente cremoso.

A dica de ouro, que eu aprendi errando, é adicionar o creme de leite no final, com o fogo já desligado. Se ferver muito, ele pode talhar e estragar a textura lisinha que a gente quer. Só mistura e aproveita.

8º. Espessante surpresa: a versão com fubá

O fubá é um coringa na cozinha que a gente esquece. Aqui, ele funciona como um espessante que dá uma personalidade diferente, uma leveza e um sabor suave que combina demais com o frango. Dá um toque caseiro, de fazenda, que eu adoro.

Só tem um cuidado: tem que dissolver ele bem em um pouco de caldo frio antes de jogar na panela quente. Se jogar o pó direto, forma grumos na hora. É um passo simples que evita uma frustração grande.

9º. Cremosidade natural (e poderosa) da macaxeira

Se a batata dá cremosidade, a macaxeira ou mandioca eleva isso a outro patamar. Ela praticamente se desfaz no caldo, criando uma textura espessa, quase como um purê líquido, que é incrivelmente satisfatória. E ainda deixa um docinho suave no fundo.

É uma ótima opção para variar e usar o que temos localmente. Só lembra de cozinhar a mandioca bem, até ficar bem macia, porque senão pode ficar com aquela textura arenosa.

10º. Versão fit que não tem gosto de castigo

Às vezes a gente quer comer algo leve mas cheio de sabor, e acha que não existe. Essa versão prova o contrário. A pressão de cozinhar os legumes com o frango extrai todo o doce e o umami deles, criando um caldo complexo e gostoso sem precisar de gordura extra.

O segredo está em não subestimar o poder de uma cebola bem refogada e de um bom caldo de ossos, se possível. Mesmo na versão fit, o sabor profundo é o que importa.

11º. A base perfeita para um risoto de respeito

Falar que um bom risoto começa com um bom caldo não é clichê, é lei. Esse aqui é feito pensando nisso: mais concentrado, com os temperos na medida certa para não competir, mas sim para construir o sabor do arroz aos poucos.

Usar um caldo caseiro assim, morno, adicionado lentamente ao risoto, faz uma diferença abissal comparado à água. O arroz absorve camadas de sabor. É a técnica que separa um risoto comum de um especial.

12º. O toque verde vibrante da couve

Além de ficar lindo, com aquele verde contrastando, a couve adiciona uma camada de sabor fresco e uma textura levemente crocante se adicionada no final. Ela corta a riqueza do caldo de uma forma muito agradável.

Eu gosto de picar bem fininho e jogar por cima na hora de servir, assim ela mantém a cor viva e não cozinha demais, ficando murcha. É um upgrade de saúde e apresentação com quase zero esforço.

13º. Light, mas com personalidade (cebola roxa ajuda)

Outra opção leve, mas com um truque que eu adoro: o uso da cebola roxa. Ela dá uma doçura e uma cor levemente arroxeada linda ao caldo, além de ser menos picante. Combinada com uma semente de mostarda, que dá um toque aromático único, o caldo fica interessante sem precisar de muita coisa.

É para quando você quer cuidar da alimentação mas não abre mão de comer algo com caractere. Funciona muito bem.

14º. A praticidade do pó caseiro (sim, é possível)

Isso aqui é mágica pura para quem tem pouco espaço no freezer ou vive na correria. Transformar seu caldo caseiro em pó, desidratando, parece coisa de chefe, mas o vídeo mostra que é bem acessível.

Você tem o sabor real na sua despensa, pronto para ser reidratado em minutos para um caldo rápido ou para temperar qualquer coisa. É o nível máximo de "meal prep" para amantes de caldo.

15º. Quando o tempo é curto: a salvação da pressão

Não tenha preconceito. A panela de pressão é uma aliada para extrair o máximo de sabor dos ossos e das carnes em um tempo recorde. O caldo fica encorpado, gelatina saída dos ossos, em uma fração do tempo do método tradicional.

Ideal para um dia de semana qualquer em que a vontade de um caldo quente bate, mas a paciência para ficar horas no fogão não. Só seguir os tempos direitinho que é sucesso garantido.

16º. A doçura surpresa da batata doce

Pode parecer estranho, mas a batata doce adiciona uma doçura terrosa e um creme lindo ao caldo, além de um tom alaranjado bem bonito. Fica uma combinação incrível com o frango, criando um perfil de sabor único e reconfortante.

É uma ótima pedida para quem quer algo diferente, mas ainda assim muito caseiro e nutritivo. Experimenta sem medo.

17º. Extra cremoso e aveludado com requeijão

Se o creme de leite dá riqueza, o requeijão leva a cremosidade a outro nível, deixando o caldo aveludado, quase como uma veloutine. Ele derrete e incorpora de um jeito que deixa a textura incrivelmente lisa e o sabor bem lácteo.

Perfeito para impressionar em um jantar simples ou para mimar a si mesmo. Dá um ar de sofisticação com um ingrediente que a gente tem sempre na geladeira.

Nossa, só coisa boa, né? Do mais rápido na pressão ao mais elaborado para risoto, tem caldo para todo tipo de dia e vontade. Me conta aí nos comentários qual dessas versões mais combinou com seu estilo, ou se conta com uma variação secreta em casa. Adoro descobrir novos truques de vocês!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 00:42

Rafael Gonçalves é um cozinheiro de mão cheia, apaixonado por receitas caseiras testadas na prática e cheias de memória afetiva.

Há anos transforma a cozinha de casa em laboratório de sabores, estudando técnicas de churrasco, confeitaria, cozinha brasileira, italiana e francesa para criar receitas simples, confiáveis e bem explicadas. No Sabor na Mesa, compartilha pratos que realmente prepara, testa e adapta para o dia a dia das famílias brasileiras.

Casado com Daiane há mais de 10 anos, Rafael acredita que cozinhar é uma forma de reunir pessoas, celebrar momentos e criar boas lembranças ao redor da mesa. Suas receitas unem experiência prática, pesquisa culinária e linguagem direta para ajudar qualquer pessoa a cozinhar melhor em casa.

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