15 Receitas de Maionese de Leite Caseira COM Super Opções Deliciosas E Saudáveis

  • Aprenda de forma rápida a preparar uma receita deliciosa para dar mais sabor à seu lanche, churrasco, tortas salgadas ou qualquer combinação que queira fazer.
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Teve uma vez que eu queria maionese pra um sanduíche, abri o armário e... cadê o ovo cru, né. A geladeira só tinha leite, limão e umas gemas cozidas de sobra. Foi aí que, meio na gambiarra, nasceu a versão que mais faço aqui em casa. Uma maionese cremosa, segura e com um sabor que lembra aquelas maioneses antigas de padaria, sabe?

O segredo, aprendi num curso de confeitaria, tá na temperatura do leite. Ele precisa estar bem gelado, quase no ponto de gelar, pra emulsionar perfeitamente com o óleo e criar aquela textura que não talha. A acidez do limão também é chave, ela dá o ponto exato e um frescor incrível. Esquece aquela ideia de que maionese caseira é complicada.

Essa receita de maionese de leite caseira é pura simplicidade. Ela vai transformar um almoço simples num banquete. É só bater tudo no liquidificador, como vou te mostrar abaixo. Depois me conta nos comentários se não ficou viciante. Eu, que me acho controlado, já peguei colher direto do pote mais de uma vez, admito.

Receita de maionese de leite e ovo: Saiba como fazer

Rendimento
200ml (1 pote)
Preparação
10 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 6 marcados

Isso aqui é o resumo da cozinha de sobrevivência. Ingredientes básicos que provavelmente você já tem, e que em cinco minutos viram algo completamente diferente. A última vez, a Daiane pediu para fazer um pote duplo. Durou dois dias.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 50g (1/4 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 3.2g 1%
   Fibra Dietética 0.2g 1%
   Açúcares 2.1g 4%
Proteínas 4.8g 10%
Gorduras Totais 28.5g 36%
   Saturadas 4.2g 21%
   Trans 0g 0%
Colesterol 125mg 42%
Sódio 180mg 8%
Potássio 85mg 2%
Cálcio 65mg 7%
Vitamina A 120µg 20%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 3.2g de carboidratos por porção
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Keto-Friendly: Alta em gorduras, baixa em carbos

Alertas & Alérgenos

  • Contém lactose – Não é adequada para intolerantes
  • Ovos crus – Cuidado com gestantes e imunossuprimidos
  • Alta gordura – Consumir com moderação
  • Insight: Mais proteína que maionese tradicional, mas atenção ao colesterol das gemas

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando a base líquida:

  1. Pega o liquidificador. Coloca dentro o leite bem gelado, o suco de limão, o dente de alho (se for usar) e uma pitada generosa de sal. Tapa. Liga no modo pulsar ou na velocidade mais baixa, só pra misturar bem esses ingredientes, uns 5 segundos. Não precisa bater até formar espuma, só incorporar mesmo.
  2. Agora vem a parte que precisa de um pouquinho de atenção. Com o liquidificador ainda ligado na velocidade baixa (ou no modo de bater maionese, se o seu tiver), começa a adicionar o óleo. Aqui é o segredo: em fio bem fino, lento, quase gota a gota no começo. Não joga tudo de uma vez, senão a mistura não emulsiona, fica líquida e separada. Eu uso um copo medidor com bico ou até mesmo uma colher de sopa pra controlar.

A emulsão e o ponto final:

  1. Conforme você vai pingando o óleo, vai notar que o líquido no fundo do copo do liquidificador começa a mudar. Primeiro fica meio esbranquiçado e leitoso, depois vai engrossando. Quando você já adicionou mais ou menos metade do óleo e viu que o conteúdo já está com uma consistência mais grossa, pode aumentar um pouco o fio, mas ainda mantendo um fluxo constante e fino.
  2. Enquanto adiciona o resto do óleo, vai pingando também o restante do suco de limão, intercalando. Essa acidez extra ajuda a estabilizar a emulsão e acerta o sabor.
  3. Quando todo o óleo e todo o limão estiverem incorporados, você vai ter uma maionese já bem consistente e lisa. Desliga o liquidificador. Adiciona as três gemas cozidas. Elas vão dar aquele tom amarelo mais vivo e uma cremosidade incrível.
  4. Liga o liquidificador de novo, agora só por uns 10 a 15 segundos, em velocidade baixa, só para as gemas se integrarem completamente e sumirem. Não bata demais. Pronto. Prova e ajusta o sal, se achar necessário. Às vezes umas gotas a mais de limão ficam boas, depende do seu gosto.

Descanso e armazenamento:

  1. Transfere a maionese para um pote de vidro com tampa. Ela vai estar meio líquida ainda, é normal. Leva para a geladeira por pelo menos 1 hora antes de usar. Esse tempo de descanso é mágico, ela engrossa, os sabores se acertam e a textura fica perfeita, cremosa e espalhável.
  2. Guarda na geladeira e consome em até 5 dias, porque é tudo fresquinho. Serve com batata frita, no sanduíche, como base para um molho de alho… as possibilidades são infinitas. O perigo é acabar antes do prato principal chegar à mesa.

O grande lance dessa receita é que ela tira o medo de fazer maionese em casa. Sem ovo cru, o risco some, e a técnica do fio de óleo, quando você pega o jeito, vira automático. A textura fica aquela coisa sedosa, sem aquela gordura excessiva que algumas industrializadas têm. E o sabor do limão fresquinho faz uma diferença absurda, dá um toque vivo que deixa tudo mais gostoso.

E aí, deu certo a sua? Conseguir aquele fio de óleo fino foi tranquilo? Me conta nos comentários se ela ficou cremosa como você esperava, ou se você inventou alguma variação, tipo colocar uma pitada de páprica ou ervas. Adoro saber os resultados e adaptações de todo mundo.

Quanto tempo dura? Guardar do jeito certo!

Essa maionese caseira é fresquinha e deliciosa, mas não dura uma eternidade. Na geladeira, ela fica boa por até 3 dias – depois disso, o risco de estragar aumenta. Dica de ouro: use um pote de vidro bem fechado (aqueles de conserva são perfeitos). Já tentei deixar num potinho plástico e, sério, não foi a mesma coisa. O vidro mantém melhor!

De olho nas calorias (mas sem neuras)

Uma colher de sopa (15ml) dessa maionese tem cerca de 85 calorias, conforme nossa tabela nutricional completa. É uma versão cremosa que usa leite para equilibrar a quantidade de óleo. Mas, vamos combinar, ninguém come maionese pensando em dieta, né? Tudo com moderação!

Trocas inteligentes para fugir do básico

• Sem leite? Use iogurte natural sem açúcar no lugar (fica mais ácido, então ajuste o limão)
• Vegano? Substitua o leite por leite de soja gelado e as gemas por 1 colher de chá de azeite de oliva extravirgem
• Quer mais cremosidade? Troque metade do óleo por azeite (mas o sabor fica mais marcante)
• Alergia a alho? Pode pular ou usar uma pitada de páprica doce

3 erros que já cometi (pra você não repetir)

1. Leite não gelado: Uma vez a Daiane foi fazer e esqueceu o leite na mesa. Resultado? Maionese líquida. Desastre!
2. Óleo muito rápido: Se jogar tudo de uma vez, não emulsiona. Paciência é chave aqui.
3. Limão depois: Achando que dava pra ajustar o ácido no final... Não dá. O limão vai desde o começo!

Hack que mudou minha vida (ou pelo menos minha maionese)

Usar um mixer de mão no lugar do liquidificador. Sério, fica mais cremosa e você controla melhor a textura. Além disso, lava em 10 segundos. Já testou assim?

Para todo mundo comer (versões especiais)

Low carb: Já está! Só não exagerar na quantidade
Sem lactose: Leite sem lactose gelado, óbvio né?
Keto: Troca o leite por creme de leite fresco gelado (fica ultra cremosa)
Proteica: Adiciona 1 colher de whey protein sem sabor junto com as gemas

Inventa que eu aprovo (variações malucas)

Pimentinha: Adiciona 1 pimenta dedo-de-moça sem sementes no começo
Trufada: 1 colher de chá de azeite trufado no final (gourmet demais!)
Verde: Bate com 1/4 de xícara de salsinha e cebolinha frescas
Defumada: Troca o sal por sal defumado e põe uma pitada de páprica defumada

Não seja monotemático (o que servir com?)

Além do óbvio sanduíche (que fica incrível), experimenta:
• Batata-doce assada mergulhada nessa maionese
• Como base para molho de salada (mistura com um pouco de água)
• No ovo cozido: corta ao meio e coloca um fio dessa maionese por cima
• Na pipoca! Sério, experimenta misturar um pouco com pipoca quente (você vai me agradecer)

Sobrou? Não joga fora!

• Vira molho para macarrão: esquenta bem devagar com um pouco de água e ervas
• Faz um patê: mistura com atum ou frango desfiado
• Pincela em legumes antes de assar (fica crocante e dourado)
• Congela em forminhas de gelo para usar depois (descongela na geladeira)

Modo chef estrela Michelin

Para impressionar: finaliza com raspas de limão siciliano e flores de sal. Serve numa tigelinha de cerâmica com pãozinho caseiro tostadinho. Já fiz assim quando vieram amigos em casa e todo mundo achou que eu tinha comprado em padaria chique!

O pulo do gato (a parte mais crítica)

Adicionar o óleo muito devagar é o segredo. Tipo, conta até 5 entre cada fiozinho de óleo. Se você acha que está devagar, vai mais devagar ainda. Quando fiz pela primeira vez, achei que nunca ia engrossar... mas magicamente, do nada, vira maionese! Confia no processo.

SOS Maionese desandou!

Ficou líquida? Coloca 1 cubo de gelo e bate de novo. Ou começa outra vez com 1 colher da mistura líquida + 1 colher de leite gelado e vai adicionando o resto aos poucos.
Salgou? Adiciona mais umas gotas de limão e bate com 1 batata cozida (depois tira a batata).
Talhou? Às vezes salva batendo com 1 colher de água fervente.

2 coisas que ninguém te conta

1. O alho cru pode fermentar na maionese se deixar muito tempo. Por isso dura menos que as sem alho.
2. Em dias muito quentes, coloca o liquidificador na geladeira por 10 minutos antes de usar. Ajuda a emulsão!

De onde veio essa mistura?

A maionese de leite é popular no Nordeste brasileiro, onde chamam de "maionese de garfo". Dizem que surgiu como alternativa mais barata e fácil que a tradicional. O leite ajuda a emulsão e deixa mais leve - genial, né? Na Itália tem uma versão parecida chamada "salsa besciamella povera" (molho bechamel pobre).

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Não recomendo, muda a textura.
Por que gemas cozidas? Cruas teriam risco de salmonela e alterariam o sabor.
Posso usar leite em pó? Pode, mas dissolve 1 colher de sopa em 150ml de água e gelar antes.
Substitui o limão por vinagre? Pode, mas fica mais ácido - use metade da quantidade.

Minha maior vergonha na cozinha

Uma vez tentei fazer essa receita na pressa e usei leite condensado no lugar do leite normal (os potes eram parecidos, tava sem óculos...). Resultado: um doce estranho que ninguém teve coragem de comer. A Daiane até hoje me zoa quando vou fazer maionese!

Agora é com você!

Já fez essa maionese de leite? Inventou alguma variação maluca? Conta aqui nos comentários como foi sua experiência - adoro ler as adaptações que o pessoal faz! E se tiver dúvidas, é só perguntar que a gente desenrola juntos.

Combinações que vão fazer sua maionese de leite brilhar ainda mais

Depois de preparar aquela maionese de leite cremosa, é hora de montar o prato completo! Selecionamos opções que casam perfeitamente com esse acompanhamento versátil - desde entradinhas até a sobremesa. Aqui em casa a gente sempre monta combinações assim, e a Dai já até decorou as favoritas!

Para começar com o pé direito

Empanada de sardinha (preparo aqui): crocante por fora e cremosa por dentro, perfeita para abrir o apetite sem pesar.

Batata doce caramelizada: o contraste doce-salgado combina demais com a maionese. A gente adora!

Bolinho de queijo: clássico que nunca falha (e que a gente sempre faz em dobro porque some rápido!).

Pratos principais que vão roubar a cena

Filé mignon suíno (veja a receita aqui): carne suculenta que pede um acompanhamento cremoso como a sua maionese.

Filé de tilápia: leve e saboroso, fica perfeito com a maionese de leite para dar um toque especial.

Picanha na chapa (veja aqui): combinação clássica que nunca decepciona. Quem resiste?

Frango grelhado com ervas: simples, mas quando acompanhado dessa maionese, vira um prato sofisticado.

Para fechar com chave de ouro

Cocada simples (receita aqui): doce tradicional que equilibra a refeição sem pesar.

Brownie de caneca (veja aqui): prático e irresistível - a Dai sempre pede pra fazer dois!

Gelatina com creme de leite: leve e refrescante, perfeita depois de uma refeição mais encorpada.

Para acompanhar

Chá diurético (cliquei aqui): ajuda na digestão e é ótimo para equilibrar.

Suco de maracujá natural: azedinho que corta a gordura e refresca.

Água aromatizada com limão e hortelã: nossa opção preferida para dias mais quentes.

E ai, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa também! Aqui já sabemos que o filé com a maionese de leite vai ser o primeiro a sumir do prato...

E se você está viciado nessa maionese caseira, espera só até ver essas outras formas de fazer. Tem opção pra tudo quanto é gosto e situação!

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A Simplicidade a Seu Favor

autor: Giane Cardinot - Receitas Pra Todo Dia

Te contar uma verdade? Às vezes a melhor receita é a que menos suja louça. Essa aqui é exatamente isso. Quando bate aquela preguiça de domingo à tarde mas o sanduíche precisa de um upgrade, essa maionese simples resolve tudo.

O pulo do gato que aprendi com ela foi o do leite. Você coloca um pouquinho a mais para dar aquele ponto cremoso mais rápido, sem ter que ficar batendo uma eternidade. E o sal, olha, vai com calma. Coloca uma colher rasa, bate, prova. Sempre dá pra acertar depois, mas tirar o sal é quase impossível, né.

3º. O Verdadeiro Sabor de Hamburgueria

autor: IMPROVISANDO NA COZINHA

Sabe aquele molho verde misterioso que vem no hambúrguer e a gente nunca sabe direito o que tem? Essa receita é a chave do mistério. O que mais gostei nela foi a textura, ela fica mesmo geladinha e perfeita, igual a das boas lanchonetes.

O grande mérito do vídeo, pra mim, é mostrar que o liquidificador faz o trabalho pesado. Você só joga as coisas lá dentro e em dois minutos tem um molho que transforma um pão com carne numa experiência. Já fiz para um jogo em casa e sumiu em cinco minutos, todo mundo querendo passar batata frita nele.

4º. Para Quem Gosta de um Punch no Sabor

Cremosa do mundo é pouco. Essa aqui é daquelas que você faz um pote e no dia seguinte já está planejando o próximo. A combinação de alho e limão é um clássico por um motivo: funciona demais. O alho dá aquele fundo encorpado e o limão corta a gordura, deixando tudo leve, acredita?

Eu uso muito para salpicão, mas a dica de ouro que peguei aqui é para pão de alho. Espalha uma camada generosa no pão antes de levar ao forno, é um caminho sem volta. A Daiane até brincou que eu estava sabotando a dieta dela, mas ela comeu dois pedaços, então…

5º. A Tradição Pura e Simples

Essa é para os saudosistas. Aquela maionese de lanchonete de bairro, que vinha no sanduíche natural em um copinho de plástico. O sabor é limpo, bem definido. Não tem muito segredo, e talvez seja esse o segredo: ingredientes bons e técnica certa.

O que essa receita me ensinou foi a não ter medo de usar limão. Às vezes a gente fica com receio de deixar azedo demais, mas aqui a quantidade é bem medida e ela dá justamente aquele *click* que faltava. Perfeita para um churrasco improvisado, vai muito bem com carne e pão de alho.

6º. Para os Fanáticos por Alho

Confesso que sou time alho, então essa tem um lugar especial no meu coração. A salsinha que ele sugere não é só pra enfeitar, viu? Ela dá uma cor linda, um frescor e tira um pouco daquele ar pesado que o alho pode ter.

A minha dica, depois de fazer umas três vezes, é essa: bate o alho com um pouquinho do leite antes de colocar tudo. Isso praticamente dissolve o alho, evita aqueles pedacinhos e o sabor fica distribuído igualmente. E o aviso é sério: leva para a geladeira antes de usar. A diferença de temperatura faz uma mágica na consistência.

7º. A Versátil e Cheia de Personalidade

Essa é aquele tipo de receita que você começa a fazer e, quando vê, já criou três variações diferentes. Ela é uma base perfeita. O método do fio de óleo é essencial, não tem como pular essa etapa, mas o vídeo mostra direitinho.

O que eu mais gosto nessa versão é que ela te convida a improvisar. Já coloquei um pouco de páprica defumada, outra vez colhi manjericão fresco do vaso e ficou espetacular. É uma maionese que não tem medo de ganhar um tempero a mais. O pote dura bem na geladeira, mas na minha casa nunca dura muito tempo.

8º. Para Quem Ama Uma Facilidade

Ah, o mixer. Aquele aparelho que a gente compra pra fazer vitamina e acaba descobrindo mil utilidades. Se você tem um parado, essa receita é a sua desculpa para tirá-lo do armário. A grande vantagem, além da praticidade, é a consistência que fica incrível, bem homogênea.

E o ponto sobre durar mais por não levar ovo é verdade, mas olha, na prática aqui em casa isso nunca foi testado porque acaba rápido. Uma dica prática: se a maionese começar a ficar muito pesada antes de atingir o ponto, adicione só uma colherzinha de leite gelado e bate mais um pouco. Resolve na hora.

9º. A Solução para o Leite em Pó do Armário

Já aconteceu com você de querer fazer algo e não ter leite líquido? Pois é. Essa receita é a salvação para aquela lata de leite em pó que fica no fundo da despensa só para emergências. O sabor é surpreendente, fica bem cremoso e gostoso.

É uma versão diferente mesmo, mas não é complicada. O segredo está em dissolver bem o leite em pó antes de começar, para não ficar nenhum gruminho. Se você é do time que gosta de experimentar coisas novas na cozinha sem muito risco, começa por essa. É bem difícil errar.

10º. Para os Dias de Foco

Vamos combinar que comer uma maionese comum enquanto se está tentando comer melhor dá uma certa culpa, né? Essa versão low carb tira esse peso da consciência. O sabor é suave, mas muito gostoso, e ela cumpre o papel de molho perfeitamente.

O legal é que ela é bem estável, dura mesmo na geladeira. Já usei até como base para um molho de pepino para salada, ficou ótimo. Se você tem medo de temperar, vai com calma. Começa com os básicos, sal e pimenta, e depois você pode acrescentar outras coisas como ervas finas.

11º. Para os Fãs da Batedeira Planetária

Se você tem uma daquelas batedeiras grandonas, essa receita é para você. O processo é quase terapêutico, vendo a emulsão se formar lentamente no bowl. O resultado é uma maionese super aerada e leve, com uma textura diferente das feitas no liquidificador.

Ela leva ovo, então é uma versão mais tradicional nesse aspecto, mas o leite ainda entra na jogada. A acidez do limão aqui é fundamental para equilibrar. Fica a dica: não acelera muito a batedeira no começo, começa em velocidade baixa para incorporar bem o óleo.

12º. Um Toque Mediterrâneo

Azeitona é daqueles ingredientes que você ama ou odeia, não tem meio termo. Se você está no time do amor, precisa experimentar essa. O sabor é marcante, salgado na medida certa, e eleva qualquer sanduíche simples a outro patamar.

Fica especialmente bom com carnes brancas, frango grelhado então, nem se fala. Usei uma vez para rechear pães de forma para um piquenique e foi um sucesso. Só um alerta: se for usar azeitona em conserva, cuidado com o sal extra. Talvez nem precise adicionar mais.

13º. Para uma Vida Mais Leve

Essa é para quem precisa ou quer evitar lactose, mas não abre mão de um molho cremoso. O leite de soja dá uma base neutra que aceita muito bem os temperos. Fica realmente cremosa e a textura é ótima, não fica aquela coisa aguada.

O que gostei foi que ela não tenta imitar o sabor de uma maionese comum, ela cria a sua própria identidade, que é fresca e leve. É uma ótima opção para variar no dia a dia, mesmo para quem não tem restrições. Experimenta com batata-doce assada, combina demais.

14º. Para os Dias sem Eletrodomésticos

Já imaginou fazer maionese em um minuto, sem ligar nenhum aparelho? Parece lenda, mas essa receita prova que é possível. É a definição de praticidade. Para aqueles dias que o liquidificador parece pesado demais para lavar, essa técnica salva.

A durabilidade é um grande atrativo também. Dá para fazer um pote no começo da semana e usar aos poucos. Só não conta para ninguém que é tão fácil, deixa pensarem que você ficou um tempão na cozinha. Um segredo nosso.

15º. A Opção 100% Plant-Based

Para arrematar com chave de ouro, uma versão totalmente vegetal. Usar leites vegetais, como de amêndoas ou castanhas, dá um sabor interessante e único. É um mundo de possibilidades para explorar.

A qualidade no sabor é impressionante e a praticidade é a mesma das outras. Essa receita me mostrou que dá, sim, para ter um molho cremoso e gostoso sem nenhum derivado animal. É uma descoberta e tanto, ainda mais para compartilhar com amigos que têm dietas diferentes.

Uau, que monte de opção boa. Agora é contigo. Qual dessas você tá com mais vontade de testar primeiro? A verde da hamburgueria ou a de alho potente? Se fizer, volta aqui pra contar como foi a experiência, se adaptou algo, se descobriu um novo favorito. Adoro ler os comentários de vocês, sempre trazem uma ideia nova!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 02:11

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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