16 Receitas de Aligot + Variações: O segredo do prato desvendado

  • Surpreenda-se com as técnicas desse prato que já é sucesso em restaurantes e que já conquistou os paladares brasileiros.
Avalie este item
(22 votos)

Se você já viu um purê de batata se esticar como fio de queijo derretido e pensou “isso é truque de mágica”, eu já pensei o mesmo. Até quebrar três panelas tentando fazer aligot sem entender por que o queijo não queria se misturar.

O segredo não é o tipo de queijo. É a temperatura. O creme de leite precisa estar quente, mas não fervendo. O queijo, cortado em cubinhos, tem que entrar aos poucos, como se você estivesse acalmando alguém nervoso. Mexer sem parar? Não é opcional. É obrigatório. E sim, eu já deixei ferver e virei uma pasta de desastre. A segunda vez, quase desisti.

A receita de aligot que ensino aqui é a que funcionou. A que virou meu pedido fixo no jantar de domingo. Batata, queijo, creme, sal e paciência. Nada mais. E mesmo assim, quando o purê começa a puxar, quando ele parece vivo, quando você vê o fio se esticar… é só aí que você entende por que os franceses falam desse prato como se fosse uma música.

Não precisa ser chef. Só precisa de uma panela, um pouco de calma e vontade de tentar de novo. Se fizer, me conta: qual foi o seu primeiro erro? Eu já falei o meu.

Receita de Aligot de batata: Saiba Como Fazer

Rendimento
6 porções
Preparação
45 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 7 marcados

Tudo que você precisa está no mercado da esquina. Não precisa gastar mais de R$35 nisso. A batata é o coração, o queijo é a alma. O resto é só apoio.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 250g (1/6 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 485 kcal 24%
Carboidratos Totais 35.2g 12%
   Fibra Dietética 3.8g 15%
   Açúcares 4.5g 9%
Proteínas 18.6g 37%
Gorduras Totais 28.9g 53%
   Saturadas 17.2g 69%
   Trans 0.8g -
Colesterol 85mg 28%
Sódio 820mg 36%
Potássio 780mg 17%
Cálcio 420mg 42%
Ferro 1.2mg 7%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Versão sem linguiça
  • Gluten-Free: Ingredientes naturalmente sem glúten
  • Rico em Cálcio: Excelente fonte do mineral
  • Energético: Ideal para dias frios

Alertas & Alérgenos

  • Alta gordura saturada – 69% do VD em uma porção
  • Sódio moderado-alto – Atenção hipertensos
  • Contém lactose – Queijo e creme de leite
  • Insight: Versão light possível com queijos magros e creme light

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Cozinhe as batatas:

  1. Descasque as batatas e lave bem, tirando qualquer resquício de terra. Não deixe de molho – isso tira o amido que dá corpo.
  2. Coloque em uma panela grande, cubra com água fria e adicione 1 colher de chá de sal. Leve ao fogo alto e deixe ferver até que a ponta de um garfo entre sem resistência – uns 30 minutos, depende do tamanho.
  3. Escorra tudo e deixe a panela no fogo baixo por 2 minutos, só para evaporar o excesso de água. Se deixar úmida, o purê fica mole demais.

Amasse e tempere:

  1. Amasse as batatas com um espremedor ou um garfo – não use liquidificador, ele vira cola. Se for usar, faça em pulsos curtos, só para quebrar.
  2. Adicione o dente de alho amassado, a pimenta-do-reino e mais 1 colher de chá de sal. Misture devagar, como se estivesse acariciando. A ideia é distribuir, não esmagar.

Incorpore o creme e o queijo:

  1. Aqueça o creme de leite em uma panela pequena, só até ficar morno – não ferva, nem chegue perto. Se esquentar demais, o queijo não derrete, ele se separa.
  2. Vire o creme quente sobre as batatas e mexa bem, só até incorporar. A massa vai parecer seca, mas é normal.
  3. Agarre os cubinhos de queijo e vá jogando um punhado de cada vez, mexendo sem parar. Não descanse a espátula. Quando o primeiro punhado começar a derreter, jogue o segundo. E assim por diante.
  4. Continue até acabar o queijo. O ponto certo é quando o purê começa a puxar, como se fosse um fio de queijo derretido. Isso demora uns 8 a 10 minutos. Paciência é o ingrediente mais importante.

Prepare a linguiça (se usar):

  1. Enquanto o aligot está no fogo, aqueça uma frigideira seca – sem óleo. Coloque a linguiça e grelhe por 5 minutos de cada lado, até dourar e soltar um cheiro de fumaça.
  2. Retire, corte em rodelas e reserve. Não precisa temperar, o sal e a defumação já fazem o trabalho.

Sirva:

  1. Despeje o aligot em uma travessa quente. A temperatura é tudo – se esfriar, ele perde o fio.
  2. Coloque as rodelas de linguiça ao lado. Se não usar, não tem problema. Mas se usar, é só isso: purê e carne. Nada mais.
  3. Sirva na hora. Quem prova pela primeira vez, geralmente fica em silêncio. Depois, pergunta: “como você fez isso?”

Eu já fiz isso três vezes sem sucesso antes de entender que o queijo não quer ser forçado. Ele quer ser convidado. Cada cubinho, um por um. Mexer sem parar não é técnica, é meditação. E quando o fio aparece, você sabe que não foi sorte. Foi cuidado.

Se você tentar, me conta: o queijo quebrou? O creme ferveu? Ou foi dessa vez que tudo deu certo? Eu já errei tanto que quase desisti. Mas quando acertei, Daiane ficou quieta por dois minutos. Só olhando. Depois, só disse: “vai ter mais, né?”

Quanto engorda? (e por que vale a pena)

Uma porção generosa de Aligot tem cerca de 485 calorias - mas olha, é um prato francês tradicional feito pra esquentar o corpo no inverno montanhês. Se tá preocupado com dieta, confira a tabela nutricional completa para ver os ajustes possíveis. Mas sério: às vezes a alma precisa mais que o corpo, né?

Guarda bem? Dica quente (literalmente)

Na geladeira dura até 3 dias, mas o segredo é reaquecer em banho-maria mexendo sem parar. Se deixar ressecar, vira tijolo. Já aconteceu aqui em casa - a Daiane tentou esquentar no micro-ondas e virou uma massa elástica digna de material escolar. Não repitam nosso erro!

Sem queijo tome? Sem crise!

Esse queijo francês é difícil achar? Experimente:

  • Versão mineira: Meia cura + mussarela (pro mesmo efeito elástico)
  • Mais barato: Queijo prato derrete bem
  • Arriscado porém gostoso: Adicionar 50g de gorgonzola pra um toque picante

3 erros que vão arruinar seu Aligot

  1. Não mexer o suficiente: Vira cola de parede. Tem que ficar tipo aqueles vendedores de algodão doce, movimento circular constante
  2. Queijo frio: Cortar direto da geladeira? Esquece. Deixa em temperatura ambiente ou o choque térmico empelota tudo
  3. Batata aguada: Escorra BEM depois de cozinhar. Água extra = sopa rala

Truque secreto dos chefs

Usa batata Monalisa ou Asterix - são mais ricas em amido. Se só tiver batata comum, adiciona 1 colher de sopa de amido de milho dissolvido no creme de leite. Fica tão elástico que dá pra brincar de pular corda (brincadeira, não testem isso).

Aligot pra todo mundo

  • Sem lactose: Creme de leite vegetal + queijo vegano que derreta bem (os de castanha são os melhores)
  • Low carb: Troca metade da batata por couve-flor cozida e espremida. Não fica igual, mas salva a vontade
  • Proteico: Adiciona 2 colheres de whey protein sem sabor na hora de misturar os queijos (sim, funciona!)

O que servir com isso?

Além da linguiça (que é clássico), experimente:

  • Bebida: Cidra seca (tradicional francesa) ou um chope bem gelado pra cortar a gordura
  • Contraste: Picles caseiros ou cebola roxa em vinagrete
  • Surpresa: Colheradas de geleia de pimenta - combinação bizarra que funciona

A parte mais chata (e como facilitar)

Descascar 1kg de batata é trabalho escravo. Dois macetes:

  1. Cozinha com casca mesmo e depois passa na peneira - a pele fica retida
  2. Compra aquelas batatas já lavadas a vácuo (sim, preguiça tem preço)

Aligot maluco

Quer impressionar? Faz essas modificações:

  • Black Aligot: Adiciona tinta de lula ou carvão ativado (vira prato gótico)
  • Aligot doce: Tira o sal, põe canela e serve com banana caramelizada (os franceses me matariam por isso)
  • Fit fake: Mistura purê de abóbora japonesa pra render mais

Sobrou? Vira isso aqui:

  • Bolinho: Mistura com farinha de rosca e ovo, frita como croquete
  • Sopa: Dilui com caldo de legumes e bate no liquidificador
  • Recheio: Coloca em panquecas ou esfihas (fica incrível)

2 fatos que ninguém conta

  1. Na região de Aveyron (onde nasceu), servem com garfo de madeira especial - dizem que metal muda o sabor
  2. O movimento de mexer deve ser sempre no sentido anti-horário. Lenda? Tradição? Nao sei, mas eu sigo!

História de monge e pastor

O Aligot nasceu nos mosteiros medievais franceses - os monges alimentavam peregrinos com essa mistura energética. Depois, os pastores da região pegaram a receita pra enfrentar o frio nas montanhas. Sério, se sobreviveu a 800 anos, deve ser bom, né?

Perguntas que sempre me fazem

"Posso congelar?" Pode, mas fica meio esfarelento depois. Melhor comer fresco.

"Por que meu queijo embola?" Temperatura errada! Panela muito quente ou queijo muito frio = desastre.

"Dá pra fazer sem creme de leite?" Até dá, mas perde a cremosidade. Usa manteiga derretida como plano B.

Harmonização inusitada

O sabor terroso da batata com o queijo cremoso pede:

  • Textura: Algo crocante por cima, como torresmo moído
  • Ácido: Um fio de vinagre balsâmico reduzido corta a gordura
  • Ervas: Salsinha picada na hora dá frescor

Meus desastres culinários

Na primeira vez que fiz:

  • Usei queijo minas padrão - virou cola branca
  • Esqueci o alho e ficou sem graça
  • A Daiane reclamou que parecia "nuvem de chuva" de tão cinza (batata velha, nunca mais!)

Sabia que...

O nome "Aligot" vem do verbo occitano "aligar" (amarrar), por causa da textura elástica. Em alguns restaurantes franceses, os garçons fazem teatrinho puxando a massa até o teto antes de servir. Drama gastronômico!

Combinações que vão fazer seu aligot brilhar ainda mais

Depois de preparar aquele aligot cremoso e cheio de personalidade, nada melhor do que montar uma refeição completa que valorize esse acompanhamento francês. Selecionamos opções que casam perfeitamente, desde entradas leves até sobremesas que fecham com chave de ouro. Aqui em casa testamos várias combinações - a Dai até brinca que virou minha cobaia particular - e essas são as que mais fazem sucesso!

Para começar com o pé direito

Torta de frango cremosa irresistível: Crocante por fora e cremosa por dentro, prepara o paladar para o que vem depois.

Pão de minuto (veja aqui): Quentinho e fofinho, perfeito para aproveitar cada migalha do aligot.

Torta de liquidificador: Prática e versátil, ótima para quando a visita chega de surpresa.

Bruschetta de tomate seco: Um contraste interessante com o cremoso do prato principal.

Os protagonistas que roubam a cena

Filé mignon (receita aqui): Carnudo e suculento, faz dupla perfeita com o purê de queijo.

Costela na panela de pressão que vai te conquistar: Cai literalmente osso quando encontra o aligot no prato.

Camarão na moranga que todo mundo elogia: O contraste de texturas é simplesmente divino.

Peito de frango recheado (aqui): Versátil e sempre uma boa pedida para agradar a todos.

Para terminar com doçura

Rocambole de doce de leite (confira a receita): Leve o suficiente depois de uma refeição generosa.

Gelatina com creme de leite (aqui): Refrescante e descomplicada, como gostamos.

Torta de abacaxi (receita aqui): O azedinho da fruta corta a riqueza dos pratos anteriores.

Mousse de maracujá: Nosso segredo? Servir bem geladinha em taças individuais.

Para acompanhar e harmonizar

Suco de uva integral: O equilíbrio perfeito entre doce e ácido.

Água aromatizada com limão siciliano e alecrim: Refrescante e elegante.

Chá gelado de pêssego: Doce natural sem competir com os sabores da refeição.

Limonada rosa: Com um toque de morango, alegra qualquer mesa.

Essas combinações são nosso trunfo para jantares especiais - e alguns nem tão especiais assim, porque comida boa a gente merece todo dia! Conta pra gente nos comentários qual foi sua combinação favorita ou se descobriu algum par perfeito que não está na lista. Aqui em casa adoramos testar novas sugestões!

Pronto para dar o próximo passo? Que tal descobrir algumas variações incríveis do aligot?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando a mandioquinha encontra o lombo

Autor: Receitas da Josi

Essa combinação resolve aquele problema clássico de querer fazer um prato especial sem ter que lavar mil panelas depois. A mandioquinha dá uma cremosidade diferente da batata tradicional, e o lombo suculento completa perfeitamente. A textura fica tão boa que até esqueci que estava comendo algo diferente do aligot clássico.

Ah, e sobre a dica de trocar o queijo: é verdade, não precisa sofrer para achar ingredientes muito específicos. Já testei com queijo prato e muçarela comum e deu super certo, o importante é não ter medo de adaptar.

3º. A versão doce que conquista

Autor: Cozinha sem misterio

Quem diria que batata doce funcionaria no aligot? Confesso que fiquei com o pé atrás na primeira vez, mas o resultado me surpreendeu completamente. O sabor levemente adocicado cria um contraste interessante com o salgado dos queijos. É perfeito para quando você quer impressionar mas está cansado das mesmas combinações.

Uma dica que aprendi: não pule a etapa da manteiga de garrafa. Ela dá um sabor defumado que corta a doçura natural na medida certa. Sério, faz toda a diferença.

4º. O clássico francês sem complicação

Às vezes a gente complica demais as coisas, né? Essa receita me lembra que o aligot original é basicamente batata e queijo bem feitos. O segredo está na paciência de mexer até chegar no ponto certo, eu já tentei apressar esse processo e virou uma massa grudenta, aprendi da pior maneira.

O que gosto nessa versão é que ela funciona como base para qualquer acompanhamento. Já servi com peixe grelhado e ficou incrível, mas também combina com carnes vermelhas. Versátil assim é coringa na cozinha.

5º. Abóbora trazendo cremosidade

Essa é para quem quer reduzir carboidratos sem abrir mão do sabor. A abóbora cozida e transformada em purê tem uma textura naturalmente mais sedosa que a batata, quase não precisa de creme de leite. Quando preparei pela primeira vez, a Daiane nem acreditou que não tinha batata.

Cuidado só com a quantidade de queijo, como a abóbora é mais úmida, você talvez precise de menos queijo para chegar na elasticidade perfeita. Melhor ir colocando aos poucos e testando.

6º. Carne que derrete na boca

Filé mignon com aligot é daquelas combinações que nunca falham quando queremos fazer um jantar especial. O contraste entre a carne macia e o purê elástico é simplesmente perfeito. Essa receita em particular tem um detalhe no preparo da carne que faz toda diferença.

Já testei várias vezes e sempre recebo elogios. É impressionante como um prato que parece tão sofisticado pode ser tão straightforward de fazer. Só não conta para seus convidados que é fácil, deixa eles pensarem que você passou horas na cozinha.

7º. Cordeiro com toque especial

Eu tinha certo receio de trabalhar com cordeiro até testar essa combinação. O sabor marcante da carne encontra no aligot cremoso o parceiro ideal, um corta a gordura do outro, sabe? A técnica de dourar e depois finalizar com as ervas na manteiga é genial.

Se você nunca fez cordeiro em casa, essa receita é um bom ponto de partida. As medidas são claras e o resultado parece de restaurante. Só prepare-se para todos pedirem a receita depois.

8º. Mandioca salvando o jantar

Quem nunca achou mandioca congelada no fundo do freezer? Essa receita é a solução para transformar aquela mandioca esquecida em algo extraordinário. A textura fica incrível, talvez até mais cremosa que a versão com batata.

O segredo está em cozinhar bem a mandioca até ficar bem macia antes de começar a adicionar os queijos. Já tentei com mandioca pouco cozida e não deu certo, o purê ficou com grumos. Aprendi que paciência no cozimento é tudo.

9º. Mandioquinha com muçarela de búfala

Essa combinação é para quando você quer algo realmente especial. A muçarela de búfala traz uma acidez e cremosidade únicas que equilibram perfeitamente a doçura natural da mandioquinha. É um daqueles pratos que parecem simples mas têm camadas de sabor.

Fazer em fogo baixo é crucial aqui, queijos mais nobres como a muçarela de búfala podem talhar se o calor for muito alto. Vá com calma e verá como o resultado compensa.

10º. Escondidinho que surpreende

Quem pensou em juntar aligot com escondidinho foi um gênio. A textura elástica do purê com queijo envolvendo o mix de cogumelos cria uma experiência completamente nova. É perfeito para domingos ou quando chegam visitas inesperadas.

A dica de gratinar com queijo ralado por cima é o que eleva esse prato para outro nível. A crocância contrasta demais com o cremoso de baixo. Só aviso: é perigoso de viciante.

11º. Molho de vinho e Brie

Essa receita é daquelas que você faz quando quer realmente impressionar. O molho de vinho tinto reduzido fica com um brilho e sabor incríveis, e o Brie derretido no aligot traz uma sofisticação que poucos ingredientes conseguem.

Confesso que na primeira vez quase estraguei o molho, a redução do vinho acontece mais rápido do que imaginava. Fica a dica: fique de olho e não deixe ferver demais, senão fica amargo.

12º. Arroz e costelinha

Refeição completa em um prato só, essa receita resolve o problema de ter que fazer vários acompanhamentos. A costelinha fica tão macia que quase desmancha, e o aligot substitui o purê tradicional com vantagem.

É ideal para quando você quer chamar os amigos mas não quer passar o dia todo na cozinha. A praticidade é o maior trunfo aqui, sem abrir mão do sabor.

13º. Azeite no lugar da manteiga

Trocar a manteiga por azeite de oliva extra virgem foi uma das adaptações mais interessantes que testei. O sabor fica mais herbáceo e menos pesado, perfeito para acompanhar peixes grelhados ou frango.

Usei um azeite de qualidade média, não precisa ser o mais caro, mas também não vale usar aqueles bem fracos. O sabor do azeite aparece mesmo, então escolha um que você goste de consumir puro.

14º. Bife ancho sem mistério

Essa receita descomplica totalmente o bife ancho, uma carne que muita gente tem medo de fazer em casa. As dicas de grelhagem na manteiga com ervas são valiosíssimas, especialmente o ponto de descanso da carne depois de pronta.

Já queimei bife ancho tentando fazer sem saber a técnica certa. Aqui você aprende do jeito certo, e o aligot como acompanhamento é a combinação perfeita para absorver os sucos da carne.

15º. Chateaubriand para ocasiões especiais

Pelo nome assusta, mas essa receita mostra que Chateaubriand não é nenhum bicho de sete cabeças. É basicamente um filé mignon inteiro preparado de maneira específica, e o resultado é espetacular.

Fiz para um jantar de aniversário uma vez e todos acharam que tinha pedido delivery de restaurante fino. O aligot aqui funciona como o acompanhamento ideal, cremoso o suficiente para complementar sem competir com a carne.

16º. Medalhão e cogumelos

Essa é daquelas receitas que entram para o rol das favoritas. Os cogumelos trazem um sabor terroso que combina incrivelmente bem com a cremosidade do aligot e a suculência do medalhão.

O que mais gosto é que parece muito mais trabalhoso do que realmente é. Os sabores são complexos, mas as técnicas são acessíveis. Já fiz várias vezes e sempre funciona, raríssimo dar errado.

Qual dessas vai abrir o apetite aí na sua casa? Todas possuem uma identidade única, mas todas mantêm aquela magia do aligot tradicional. Depois de provar, volta aqui para me dar seu parecer, aprendo muito quando a gente discute sobre essas variações!

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 15:30

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Adicionar comentário