17 Receitas de Mingau de Fubá Doce Ou Salgado E Versões Com Gostinho de Casa

  • Se esquente e relembre da infância com estas delícias cheias de cremosidade.
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Tem coisa mais simples de acertar do que um mingau de fubá? Pois eu já errei esse negócio três vezes antes de entender o básico: mexer, sim, mas sem pressa. Sem desespero. O fogo baixo é o verdadeiro segredo aqui, não algum truque mágico.

Já vi gente botar fubá direto na água fervendo e depois se perguntar por que virou pedra no fundo da panela. Calma. A gente dissolve primeiro, mistura devagar, vai com calma. Esse tipo de receita não perdoa atalhos. Nem quem tá com pressa de ver resultado. O mingau de fubá doce e salgado merece respeito, e atenção.

Fiz essa versão com leite em pó porque dá um toque aveludado que o leite só não entrega. E o açúcar? Na medida certa pra não virar doce de colher, mas também não ficar sem graça. Tem dias que polvilho canela, tem dia que deixo no natural. Depende do clima, do humor, da vontade.

Abaixo tá o passo a passo real, o que eu faço aqui em casa, sem frescura. Se quiser deixar mais encorpado, basta segurar um pouco mais no fogo. Quer saber como foi a sua tentativa? Conta nos comentários depois.

Receita de mingau de fubá doce com leite em pó simples e fácil: saiba como fazer

Rendimento
1 porção
Preparação
25min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 6 marcados

Tudo que você precisa está na despensa. Eu fiz essa receita uma vez com fubá de milho amarelo que a vó deixou na prateleira desde 2018, deu certo. O segredo não é o ingrediente, é o jeito de mexer.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 porção completa (aproximadamente 450g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 380 kcal 19%
Carboidratos Totais 72.5g 24%
   Açúcares 45.2g 90%
   Fibra Dietética 1.8g 7%
Proteínas 10.8g 22%
Gorduras Totais 5.2g 9%
   Saturadas 3.1g 14%
   Trans 0g 0%
Colesterol 21mg 7%
Sódio 280mg 12%
Cálcio 285mg 22%
Ferro 1.2mg 7%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal
  • Energia Rápida: Ideal para pré-treino
  • Rico em Cálcio: Para saúde óssea

Alertas & Alérgenos

  • Alto teor de açúcar – 45g por porção (90% VD)
  • Contém lactose (leite em pó)
  • Insight: Para diabéticos, substitua açúcar por adoçante e reduza para 180 kcal
  • Fonte rápida de energia, ideal para momentos de cansaço físico

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Prepare a mistura seca:

  1. Passe o fubá, o leite em pó, o açúcar e a pitada de sal para uma tigela. Misture bem com uma colher, não precisa ser perfeito, só evitar grumos.
  2. Acrescente metade da água, 200 ml, e mexa até formar uma pasta lisa. Se ainda tiver grumos, passe a colher com mais calma. Não force.

Cozinhe o mingau:

  1. Despeje o restante da água, os outros 200 ml, sobre a mistura e mexa mais uma vez. Agora, transfira tudo para uma panela pequena.
  2. Coloque em fogo baixo. Não deixe ferver. Apenas aqueça devagar. Comece a mexer com uma colher de pau, sempre no mesmo sentido, sem parar.
  3. Depois de uns 5 minutos, vai começar a engrossar. Continue mexendo. Se sentir que está grudando no fundo, abaixe o fogo ainda mais. É nesse momento que muitos erram.
  4. Depois de 15 a 20 minutos, ele vai ficar cremoso, mas ainda fluido. Se quiser mais encorpado, deixe mais 2 ou 3 minutos. Mas não deixe passar disso.

Finalize e sirva:

  1. Desligue o fogo. Polvilhe canela em pó, se quiser. Se não, deixe como está. É bom dos dois jeitos.
  2. Sirva quente. Não espere esfriar. O mingau fica mais denso quando esfria, e isso não é erro, é só a natureza dele.

Eu já fiz esse mingau com fogo alto, com água gelada, com fubá de milho branco, com leite líquido, e sempre acabou igual: uma massa de pedra no fundo da panela. Só quando parei de correr, só quando mexi devagar, é que deu certo. Não é magia. É atenção.

Você faz com canela ou prefere só o doce natural? Já teve um mingau que virou tijolo? Ou você também tem aquele dia em que ele fica perfeito, e não sabe por quê? Me conta aqui, eu quero saber se você também já achou que era impossível, e no fim, só precisava de calma.

Quanto custa em calorias?

Essa receita rende uma porção generosa com aproximadamente 380 kcal (valor confirmado na tabela nutricional completa). Se quiser reduzir, troque o açúcar por adoçante culinário (cai para 280 kcal) ou use leite desnatado em pó. Mas vamos combinar: as vezes a gente merece esse carinho açucarado, né?

Quanto tempo dura e como guardar?

Na geladeira, dura até 2 dias – mas fica meio "tijolo". O segredo é reaquecer com um fio de leite e mexer até voltar ao creme. Congelar? Melhor não, o fubá vira uma experiência lunar (textura esponjosa e estranha).

Trocas espertas pra fugir do básico

• Sem leite em pó? Use 200ml de leite líquido e reduza a água pela metade
• Fubá cremoso demais? Misture 50% de fubá e 50% de milho flocao pra textura mais interessante
• Açúcar mascavo no lugar do refinado dá um gosto de roça delicioso
• Canela em pau fervida com a água = upgrade aromático de outro mundo

3 erros que vão arruinar seu mingau

1) Fogo alto: vira cola de papel em 30 segundos. Fogo baixo e paciência!
2) Parar de mexer: o fubá tem talento pra criar crostas e grumos. Mexa como se sua vida dependesse disso.
3) Usar panela antiaderente: sério, parece boa ideia mas dificulta saber o ponto exato. Panela de alumínio tradicional é a rainha aqui.

Hack que até vó aprovaria

Antes de levar ao fogo, bata tudo no liquidificador por 20 segundos. Elimina grumos, aeriza o mingau e deixa ele tão liso que parece seda. Minha Daiane achou que eu tinha comprado pronto quando fiz assim pela primeira vez!

Versão "chef" pra impressionar

• Mingau brûlée: coloque em ramequim, polvilhe açúcar e queime com maçarico
• Mingau salgado: tira o açúcar, acrescenta queijo ralado e pimenta do reino (sim, existe e é viciante)
• Mingau festivo: joga pedacinhos de doce de leite ou goiabada enquanto está quente

Para todo mundo comer

Sem lactose: leite em pó zero lactose ou leite de coco em pó (cuidado que fica mais doce)
Low carb: troca fubá por farinha de amêndoas + 1 colher de goma xantana (textura diferente mas funciona)
Vegano: leite de soja em pó e açúcar demerara

O que jogar por cima?

Além da canela clássica, tente:
• Banana caramelizada
• Granola caseira (contraste de crocância é genial)
• Raspas de chocolate 70%
• E o combo sagrado: manteiga derretida + mel (perigo: viciante)

O ponto exato: não erre isso

O mingau perfeito fica no limiar entre líquido e sólido. Teste assim: passe a colher no fundo da panela - se o espaço fica visível por 2 segundos antes do mingau cobrir, está no ponto. Mais que isso = aguado. Menos = tijolinho.

Modo "conta de luz alta"

• Usa só 2 colheres de leite em pó e completa com 1 colher de amido de milho (fica menos cremoso mas segura o tranco)
• Açúcar cristal no lugar do refinado (rende mais e é mais barato)
• Canela daqueles pacotinhos de 1 real do mercado

2 segredos que ninguém conta

1) Mingau de fubá é ótimo pré-treino - carboidrato de absorção rápida + proteína do leite
2) Se você deixar o mingau esfriar na geladeira, vira um "pudim de pobre" - corta em quadradinhos e come como doce

História do "papa de fubá"

Essa iguaria tem pé no século 18, quando escravizados adaptaram pratos africanos de milho com o que tinham aqui. Virou comida de tropeiro, de criança doente e até "quentinha" dos operários nas fábricas de São Paulo nos anos 1920. Hoje é conforto food puro!

SOS: salvando o desastre

• Virou pedra? Adicione leite fervendo e bata no liquidificador
• Ficou aguado? Dissolva 1 colher de fubá em água fria e misture no quente
• Queimou o fundo? NÃO MEXA! Passe pra outra panela sem raspar o fundo

Harmonização inusitada

Experimente tomar com:
• Café coado bem amargo (o contraste é divino)
• Chá preto com gotas de limão (corta a doçura)
• E o meu preferido: pinga artesanal! Sério, combina como queijo com goiabada

Por que essa receita funciona?

O leite em pó tem caseína, que dá cremosidade sem precisar ferver leite líquido (que talharía com o fubá). Já o sal realça o doce - mesmo sendo só uma pitada, faz mágica. E o fubá? Cozinha rápido porque é milho superfino, herança das técnicas indígenas de pilagem.

Perguntas que sempre me fazem

"Posso fazer no microondas?" Pode, mas fica desigual. Se arriscar, mexa a cada 1 minuto
"Dá pra usar fubá mimoso?" Dá, mas o mingau fica mais "grosso" - prefiro o tradicional
"Congela bem?" Nem um pouco - vira borracha descongelada

E aí, bora pro fogão?

Essa receita já salvou meu café da manhã, minha madrugada de trabalho e até minha alma em dias frios. Conta aqui nos comentários: vai fazer clássico ou arriscar alguma variação? E se já fez, qual seu truque secreto? Tô sempre caçando dicas novas!

Completa a experiência: combinações que transformam seu mingau de fubá em uma refeição memorável

Depois de preparar aquele mingau de fubá que já é pura nostalgia, que tal montar um menu completo? Selecionamos pratos que casam perfeitamente, seja para um café da manhã reforçado ou um jantar aconchegante. Aqui em casa, adoramos essas combinações!

Pratos principais que roubam a cena

Receita de Frango desfiado simples: Versátil e saboroso, fica ótimo para complementar a textura cremosa do mingau.

Lombo de porco: Carnudo e suculento, contrasta deliciosamente com o doce do fubá - combinação que a Dai aprova!

Quiche com massa deliciosa (dicas e truques aqui): Massa crocante + recheio cremoso = dupla imbatível ao lado do seu mingau.

Omelete de queijo: Clássico rápido que sempre salva quando queremos algo simples mas nutritivo.

Acompanhamentos que fazem a diferença

Arroz de forno com carne moída perfeita: Crosta dourada e interior cremoso - perfeito para quem ama texturas contrastantes.

Macarrão com molho de tomate: Nosso coringa para dias corridos, especialmente na versão "quase pronto" da dispensa.

Farofa de bacon: Porque tudo fica melhor com um toque crocante e defumado, não é mesmo?

Doces finais para fechar com chave de ouro

Torta gelada doce: Refrescante depois daquela colherada quentinha de mingau.

Bolinho de chuva salgado: Tradição pura! Melhor ainda quando feito em versão mini para beliscar.

Doce de leite em colher: Simples assim - às vezes é tudo que precisamos para alegrar o paladar.

Bebidas para harmonizar

Suco de laranja natural: Clássico que nunca falha, especialmente se for daqueles bem geladinhos.

Chá de ervas: Camomila ou hortelã para acalmar depois da refeição - nossa preferência nos dias mais frios.

Café coado: Aquele cheirinho que completa qualquer café da manhã ou lanche da tarde.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa como virou aqui na nossa!

Agora que você já sabe como o fubá se comporta na panela, vai querer ver como outros fazem a mágica acontecer, sem pressa, sem desespero, só com gosto de casa.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Salgado Simples com Água

autor: Receitas da Elem

Essa versão aqui é o que eu chamo de “mingau de verdade”, sem leite, sem frescura, só fubá, água e paciência. Acho que muita gente esquece que o angu é ancestral, né? Não precisa de nada além do essencial pra ser bom. Eu já comi esse mesmo tipo numa casa de vó na Bahia, sem garfo, só com a colher de pau, e o silêncio depois da primeira colher foi mais alto que qualquer música. Se você tá procurando conforto puro, sem capricho, essa é a porta.

3º. Com Couve

autor: Ediane, Comida Mineira

Quem disse que mingau tem que ser só doce? Essa combinação com couve e caldo de galinha é um truque antigo de quem sabe que o sabor não vem só do ingrediente, mas da intenção. Eu já fiz isso numa noite fria, com o Titan deitado nos pés, e a casa inteira cheirou como se tivesse voltado no tempo. O segredo? A couve tem que ser picada bem fina, não adianta botar os pedaços grandes e depois reclamar que ficou dura. E sim, pode colocar aquela calabresa que tá sobrando. Ninguém vai te cobrar.

4º. Com Ovo

Essa aqui é a versão que eu nunca tinha tentado, até que uma vez, sem nada no armário, resolvi jogar dois ovos direto na panela quente. Ficou meio estranho no começo, mas depois… aí que veio o insight: o ovo não cozinha, ele se dissolve. Vira uma textura que lembra um creme de risoto. Não é para todo mundo, mas se você gosta de surpresas na boca, vale a pena. Só não esquece de mexer o tempo todo, senão vira ovo cozido solto, e isso não é mingau, é confusão.

5º. Com Leite Condensado

Se você acha que mingau doce tem que ser só com açúcar, essa receita vai te fazer repensar. O leite condensado não só doce, ele dá corpo, uma pegada que lembra aquelas sobremesas de infância que a gente não sabia que eram tão especiais. O milho verde? É o toque que evita que fique pesado. Eu já servi isso no café da manhã e a Daiane só falou: “Isso aqui é pra domingo, não pra segunda.” E ela tem razão. Mas às vezes a gente merece um domingo na segunda.

6º. Com Queijo

Essa é a versão que eu mais vejo nas festas juninas, mas pouca gente sabe que o queijo tem que derreter devagar. Se você botar ele quente na panela, vira uma bola. Se botar frio e deixar o calor do mingau fazer o trabalho, aí sim, ele se funde, vira um fio. Eu uso queijo minas, mas já testei com parmesão e… não recomendo. O sabor sobe demais. O ideal? Um queijo suave, que não fale por você. Só ajude.

7º. Sem Leite

Se você tem alergia, intolerância, ou só quer provar o fubá como ele é, sem disfarces, essa é a versão mais honesta que você vai encontrar. Não tem leite, não tem glúten, não tem truques. Só água, açúcar, sal e o fubá falando por si só. Eu fiz isso uma vez pra testar se o sabor original ainda existia, e fiquei surpreso: sim, existe. E é bonito. Não precisa de nada mais. A não ser que você queira. Aí, é só acrescentar depois.

8º. Com Leite em Pó

Essa aqui é a que eu uso quando o leite acaba e o frio aperta. O leite em pó não é só um substituto, ele é um aliado. Dá uma cremosidade que o leite líquido às vezes não entrega, e o sabor é mais concentrado. Acho que é por isso que minha avó usava. Não era por economia, era por sabedoria. Pra quem não tem tempo de ir ao mercado, essa é a salvação. Mas atenção: dissolva bem antes de colocar na panela. Se não, vira grumos e você vai achar que o fubá é o culpado. Não é. É você que não mexeu o suficiente.

9º. Com Creme de Leite

Se você já provou um mingau cremoso e achou que era impossível, essa receita é a prova de que não é. Mas cuidado: o creme de leite não é pra ser cozido. É pra ser adicionado no final, só depois que o fubá já engrossou. Se você colocar no começo, ele quebra. E aí vira um mingau com gosto de óleo. Já aconteceu comigo. Aprendi na marra. O segredo? Mexa devagar, desligue o fogo, e só então jogue o creme. É um toque de luxo que não custa nada.

10º. Doce Simples

Essa é a versão que eu ensinei pra minha esposa, e ela fez de novo na semana seguinte. Só que ela esqueceu de colocar a manteiga. Ficou mais leve, mais natural. E foi melhor. Aí eu entendi: às vezes, o que a gente acha que é essencial, é só o que a gente acha. A canela é opcional, o açúcar também. O que importa é o tempo. Deixe cozinhar. Deixe o fubá respirar. Não adianta correr. Ele não vai te agradecer.

11º. Com Alho e Ovo

Eu sempre pensei que mingau salgado era só pra comer com carne. Mas essa combinação de alho e ovo… foi um choque. O alho torrado no óleo, o ovo dissolvendo no calor, o fubá absorvendo tudo. É como se o mingau virasse um caldo de galinha só que mais grosso. Acho que é a versão mais curativa que eu já provei. Se você tá gripado, com fome e sem vontade de cozinhar, faça isso. E não se arrependa. Nem se pergunte se é saudável. Às vezes, comida é remédio, e ponto.

12º. Com Banana

Essa aqui é a que eu mais esqueço de fazer, mas sempre que lembro, é a que mais me faz sorrir. A banana amassada não é só doce, ela vira um aglutinante. O mingau fica mais denso, mais suave, e o sabor da fruta aparece sem ser agressivo. O segredo? Use a banana bem madura. Aquela que tá quase preta. Não é feia, é pronta. E se você colocar um pouquinho de canela por cima… é quase um abraço na boca.

13º. Com Carne Moída

Essa é a escolha eu faço quando a casa tá cheia e ninguém quer escolher o que comer. A carne moída, bem temperada, junto com o mingau… é como se a comida tivesse decidido por você. O colorau é o truque que ninguém conta: ele não só dá cor, dá profundidade. E o melhor? Você pode usar o que sobrou da última vez. Não precisa ser fresco. O mingau aceita tudo. Só não aceita pressa. Mexa. Espere. Deixe o gosto se encontrar.

14º. Com Coco

Se você acha que coco só serve para doces de festa, essa receita vai te mostrar o contrário. O coco ralado não é só sabor, é textura. Ele dá um crocante discreto que contrasta com a maciez do mingau. E a canela? Ela não é opcional. É obrigatória. Porque o aroma que ela libera quando o mingau esquenta… é como se a cozinha tivesse virado um abrigo. Eu já fiz isso à noite, com a luz do fogão só, e o Titan dormindo no chão. Foi o jantar mais tranquilo que tive em meses.

15º. Com Frango

Frango com mingau parece estranho até você provar. Mas o segredo está na forma de cozinhar: o frango não é só acompanhamento, é parte do caldo. Se você deixar cozinhar junto, ele solta o sabor e o mingau absorve como se fosse um esponja. Eu usei sobrecoxas, mas já testei com peito, e não recomendo. A gente quer suculência, não seca. E o melhor? É fácil de fazer com o que tem na geladeira. Não precisa de receita. Só de paciência.

16º. Com Leite de Coco

Essa é a versão que eu guardo pra quando a gente quer algo que pareça luxo, mas não custa nada. O leite de coco não é só sabor, é aroma. Ele chega antes de você provar. E o coco ralado por cima? É o toque que transforma em algo que parece feito num restaurante. Mas é só você, a panela, e o fogo baixo. Nada mais. Às vezes, o mais simples é o que mais encanta. E se você quiser, pode trocar o açúcar por mel. Eu já fiz. Ficou bom. Mas não diga que eu falei.

17º. Fit

Eu não sou de dietas, mas já fiz essa versão pra um amigo que estava tentando mudar. E descobri algo: o fubá em si já é natural. Não precisa de muita magia pra ser saudável. O xilitol? É só um substituto. O que importa é o que você não coloca. Nada de leite integral, nada de açúcar refinado. Só o essencial. E mesmo assim, fica doce. Não é um “sabor de dieta”. É um sabor de quem sabe o que quer. Se você tá tentando, não desista por causa do açúcar. O mingau vai te perdoar. Desde que você mexa devagar.

Qual dessas você está com mais vontade de cozinhar? Tem alguma que você faz em casa e ninguém nunca ouviu falar? Se escolher alguma para fazer, me conta nos comentários, eu adoro descobrir novas versões. E se tiver dúvida no meio do caminho… é só perguntar. A cozinha não é lugar de perfeição. É lugar de tentativa. E de segunda chances.

Última modificação em Quarta, 26 Novembro 2025 23:46

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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