Conheça outras formas deliciosas de preparar este prato.
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves).
Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos.
Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito.
Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.
2º. Com presunto
Autor: Receitas da Lena
Presunto com muçarela? Parece óbvio. Mas é o tipo de combinação que só funciona se você não for preguiçoso. O segredo? Não coloque o presunto antes de assar. Ele vira borracha. Eu já fiz assim. A Daiane disse: “Isso parece que você colocou um sapato na pizza.”
Depois disso, aprendi: coloque o presunto nos últimos 5 minutos. Só o suficiente pra ele aquecer, não cozinhar. E use o presunto de qualidade, o que vem em fatias grossas, não o que parece papelão. Acho que é isso que faz a diferença. Talvez eu esteja exagerando. Mas acho que não.
3º. Com atum
Autor: Fatima Culinária e Variedades
Atum em pizza? Eu sempre achei que era coisa de criança. Até que tentei. E descobri que o segredo não é o atum. É a água. Se você colocar o atum direto da lata, a pizza vira sopa. Já fiz. Foi triste.
Agora, escorro bem, pressiono com um guardanapo, e deixo na geladeira por 10 minutos. Só depois coloco. E se quiser, jogue um pouquinho de pimenta-do-reino por cima. Só um. Acho que dá um contraste que ninguém espera. Talvez eu esteja louco. Mas a Daiane pediu pra fazer de novo. E não é pra ser engraçado.
Brócolis na pizza? Tem gente que acha que é crime. Mas se você cozinha ele antes, só por 3 minutos, no vapor, e depois seca bem, ele vira um aliado. O catupiry ajuda: ele envolve, esconde a textura, e dá um toque de cremosidade que faz tudo parecer mais leve.
Eu já fiz com alho frito por cima. Só um pouquinho. A Daiane disse: “Isso aqui parece que a sua avó inventou quando você era criança.” Não sei se era elogio. Mas guardei a receita. E não contei a ninguém. Talvez porque eu não queira dividir. Ou talvez porque eu saiba que só quem já comeu brócolis como pizza entende o valor disso.
Calabresa com muçarela? É clássico. Mas não é por isso que pode ser feito mal. O segredo? Refogue a calabresa com cebola antes. Só o suficiente pra soltar o óleo. Se você colocar crua, ela vira um pedaço de borracha. Já fiz. Foi feio.
E o queijo? Não coloque em cima da calabresa. Coloque por baixo. Assim, ele protege a massa. E se quiser, jogue um fio de azeite por cima no final. Só um. Acho que faz diferença. Talvez seja só impressão. Mas acho que não.
Massa de liquidificador? Eu achava que era trapaça. Até que tentei. E descobri que não é mágica. É equilíbrio. Se você coloca muito líquido, vira panqueca. Se coloca pouco, vira tijolo. Achei que era só eu que errava. Depois vi que até o Titan ficava olhando como se estivesse assistindo a um experimento científico.
Se fizer, use o leite morno. E não bata por mais de 20 segundos. Se bater demais, a massa fica elástica. E não queremos isso. Queremos leveza. E se ela não crescer? Não se desespere. Ainda assim, é boa. Só não é pizza de forno. É… uma pizza que a gente come com colher.
Milho e bacon? É como se a pizza tivesse um coração. O milho dá doçura, o bacon dá salgado, e a muçarela… ela só segura tudo. Mas atenção: o bacon tem que ser assado separado. Se você colocar cru, ele solta gordura e afoga a massa. Já fiz. Foi um desastre.
E o milho? Escorra bem. Se tiver água, vira sopa. A Daiane disse: “Isso parece que você fez pizza com sopa.” Não entendi. Mas comi tudo. E não me arrependi. Talvez porque às vezes, o que parece errado… é só o que a gente ainda não entendeu.
Pepperoni? É fácil. Mas não é simples. O segredo não é a quantidade. É o momento. Coloque ele por cima, só nos últimos 3 minutos. Se colocar cedo, ele seca, vira um pedaço de couro. Já fiz. Foi triste.
E se desejar um pouco de frescor, jogue um pouquinho de manjericão fresco por cima depois de assar. Só um. Acho que faz diferença. Talvez eu esteja exagerando. Mas a Daiane disse: “Isso parece que você foi pra Nova York e voltou com uma pizza.” Não sei se era elogio. Mas guardei a receita.
Alho-poró? Eu nunca pensei em usar. Até que uma noite, sem cebola, decidi tentar. E descobri que ele é mais suave. Mais doce. E quando você refoga ele devagar, com um fio de azeite, ele vira um abraço. Não é forte. Não é agressivo. É… acolhedor.
Coloque ele antes do queijo. Assim, ele cozinha junto com a massa. E se quiser, jogue um pouquinho de noz-moscada por cima. Só uma pitada. Acho que faz diferença. Talvez eu esteja louco. Mas a Daiane disse: “Isso parece que a sua avó faria se tivesse sido italiana.” Não sei se era verdade. Mas comi tudo. E não me arrependi.
E aí, qual vai ser a primeira a ganhar vida na panela? A de alho-poró pra um jantar tranquilo? A de bacon e milho pra uma noite de preguiça? Ou a de pepperoni, pra se sentir em Nova York sem sair de casa? Cada uma tem seu jeito de contar uma história. Se servir alguma delas, me conta aqui nos comentários, não só como ficou, mas o que ela te fez lembrar. Às vezes, a pizza não é só pizza. É um abraço que a gente esqueceu de dar.
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