Se você acha que pizza de muçarela é só massa, molho e queijo, você nunca provou uma feita do jeito certo.
Fiz essa Receita de Pizza de Muçarela com a água quase gelada uma vez. Achava que o fermento ia trabalhar igual. Resultado? Uma massa que parecia pão de batata com queijo por cima. A Daiane comeu um pedaço, fez cara de quem viu um fantasma e disse: “Isso é pizza? Eu acho que o forno tá com saudade do delivery.”
O segredo não é o queijo. É o tempo. Deixar a massa descansar 90 minutos, não 45, não 60. E o molho? Nada de liquidificador quente. Bata os tomates crus com o refogado frio. Isso mantém o frescor. O queijo? Rale na hora. Muçarela pré-ralada é só água e medo.
Quando o forno está quente de verdade, a massa estoura nas bordas, o queijo derrete sem virar lama, e o manjericão solta um cheiro que faz você esquecer que tem dieta. Já tentou fazer assim? Conta aqui.
Tudo isso sai por menos de R$40, e rende duas pizzas que duram dois dias. Se durar. Já vi a Daiane comer metade da primeira antes do jantar. Eu não falei nada. Só peguei a outra metade depois.
Progresso salvo automaticamente
Informação Nutricional
Porção: 1 fatia (150g - 1/8 da pizza)
Nutriente
Por Porção
% VD*
Calorias
285 kcal
14%
Carboidratos Totais
35.2g
12%
Fibra Dietética
2.8g
10%
Açúcares
4.5g
9%
Proteínas
12.5g
25%
Gorduras Totais
10.8g
14%
Saturadas
5.2g
26%
Trans
0g
0%
Colesterol
25mg
8%
Sódio
480mg
21%
Cálcio
280mg
22%
Ferro
2.1mg
12%
*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
Etiquetas Dietéticas
Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal (exceto queijo)
Rico em Cálcio: Boa fonte para saúde óssea
Boa Fonte de Fibras: Auxilia na digestão
Alertas & Alérgenos
Contém glúten – Não adequado para celíacos
Contém lactose – Presença de queijo muçarela
Insight: Molho caseiro reduz sódio em 30% vs. molhos prontos; massa fermentada naturalmente ajuda na digestão
Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.
Em uma tigela, misture a água morna, o fermento e a pitada de açúcar. Deixe descansar por 30 minutos, coberto com um pano. Se não borbulhar, o fermento está morto. Troque.
Adicione a farinha, o sal e o azeite. Misture com uma colher até começar a formar uma massa. Depois, passe para a bancada e sove por 10 minutos, até ficar lisa e elástica. Se grudar, coloque um pouco mais de farinha. Mas não exagere.
Unte uma tigela com um fio de azeite, coloque a massa, cubra com um pano úmido e deixe descansar por 90 minutos. Em local quente. Perto do forno, se estiver desligado. No inverno, coloco dentro do micro-ondas com um copo de água quente. Funciona.
Passado o tempo, a massa deve ter dobrado de tamanho. Se não tiver, espere mais 15 minutos. Não force.
Divida a massa em duas partes. Enfarinhe a bancada e abra cada uma com o rolo, começando do centro e indo para as bordas. Não tente deixar fina demais. Ela precisa de corpo.
Coloque cada massa em formas redondas untadas com farinha. Não use manteiga. Ela queima.
Preparo do molho de tomate:
Em uma panela, coloque um fio de azeite e doure a cebola inteira por 5 minutos. Adicione os dentes de alho e deixe dourar levemente. Desligue o fogo e retire a cebola e o alho. Eles já deram o sabor.
No liquidificador, coloque os tomates sem casca e sem semente. Adicione apenas um pouco da água do molho – o suficiente para ajudar a bater. Não encha.
Bata até ficar homogêneo. Despeje na mesma panela que usou para refogar.
Cozinhe em fogo baixo por 15 minutos, mexendo de vez em quando. O molho vai reduzir e engrossar. Não precisa virar pasta. Só perder o excesso de água.
Desligue e deixe esfriar. Não use quente. O calor mata o frescor.
Montagem e finalização:
Pré-aqueça o forno a 250°C. Sim, 250. Se não estiver quente o suficiente, a massa não estoura nas bordas. E isso é o que faz a pizza ser boa.
Espalhe o molho de tomate sobre a massa, deixando uma borda limpa. Não cubra tudo. A massa precisa respirar.
Polvilhe o queijo muçarela ralado por cima. Use o suficiente para cobrir, mas não empilhe. Ele derrete.
Disponha as rodelas de tomate ou os tomates cereja por cima. Se quiser, coloque o presunto por cima do queijo. Não misture. Só coloque.
Asse por 15 minutos, ou até a borda ficar dourada e o queijo borbulhar. Se achar que está queimando, cubra com papel-alumínio.
Retire do forno e espere 3 minutos antes de cortar. Isso evita que o queijo escorra tudo.
Por cima, espalhe as folhas de manjericão. Só isso. Nada mais. Se quiser orégano, use só se o molho for de caixinha.
Essa pizza virou a minha salvação nos dias que a Daiane não queria sair de casa. Ela disse que é a única que não vira “comida de dieta” mesmo sendo feita em casa. Não é porque é light. É porque tem sabor. E o segredo não é o queijo. É o tempo. Se você pular os 90 minutos, a massa não cresce. Se você bater o molho quente, ele perde o frescor. Se você usar queijo pré-ralado, ele vira lama.
Se você já tentou e achou que a massa não cresceu, talvez só tenha sido impaciente. Ou o fermento estava velho. Ou a água estava quente demais. Não é culpa sua. É só falta de tempo. Mas se você der os 90 minutos, vai ver que a vida muda. Já fez? Como foi? Me conta nos comentários. E se tiver uma versão com rúcula ou pesto, eu quero saber. A gente troca ideia.
Quanto tempo dura essa belezinha?
A massa crua pode ficar na geladeira por até 2 dias, mas eu recomendo usar no mesmo dia - fica mais fofinha. Já a pizza assada dura 3 dias na geladeira, mas sério, quem é que consegue resistir por tanto tempo? Aqui em casa a Daiane já comeu metade antes mesmo de eu tirar a segunda do forno.
Contando as calorias (ou não)
Uma fatia generosa tem cerca de 285 calorias, conforme nossa tabela nutricional completa. Mas quem está pensando nisso quando tem aquela muçarela derretendo, né? Se quiser reduzir, use menos queijo e mais tomate - mas aí deixa de ser pizza de verdade, na minha humilde opinião.
Os 3 pecados capitais da pizza caseira
1. Água muito quente no fermento - mata o coitado e sua massa não cresce. Teste no pulso como fazem com mamadeira. 2. Sovar com força bruta - massas de pizza gostam de carinho, não de pancada.
3. Forno frio - se não estiver realmente quente, vira uma borracha. 250°C ou nada!
Sem trigo? Sem problemas!
Farinha integral funciona, mas fica mais densa. Para gluten-free, misture farinha de arroz + polvilho doce (2:1). Já testei com a Daiane que é celíaca e ficou surpreendentemente boa - só precisa sovar menos. E o fermento? Pode ser o químico em pó (1 colher de chá), mas a massa não cresce tanto.
Hack do pizzaiolo preguiçoso
Não tem batedeira? Sem drama. Coloque tudo num saco plástico resistente, amasse como se fosse massinha de criança por 10 minutos e deixe descansar. Funciona quase tão bem - a Daiane riu quando me viu fazendo, mas depois admitiu que deu certo.
O ponto crítico: a massa não grudar
Quando for abrir a massa, use SEMPRE farinha na bancada e no rolo. Se começar a grudar, pare tudo, limpe a bancada e recomece. Outro truque: abra entre duas folhas de papel manteiga - a massa desliza que é uma beleza.
Modo chef Michelin (sem gastar fortunas)
No final, regue com azeite trufado (umas 3 gotas bastam) e folhas de manjericão fresco. Se quiser impressionar alguém especial, coloque bolinhas de muçarela de búfala por cima depois de assar. Já fiz isso num jantar e ganhei beijo de "agradecimento".
Pizza de quebrada (literalmente)
Muçarela tá cara? Misture com queijo prato ralado - fica ótimo e rende mais. Molho pronto em lata sai mais barato que fazer, mas perde no sabor. E a massa pode ser congelada depois do primeiro crescimento - só descongele na geladeira por 4 horas antes de usar.
Pizza 2.0 - versão alucinante
Troque o molho por pesto (fica verde lindo), ou faça pizza bianca só com azeite, alho e queijo. Minha ousadia favorita? Coloque fatias finas de batata-doce cozida por baixo do queijo - fica incrível e a Daiane adorou, mesmo duvidando no começo.
O que beber com essa maravilha?
Vinho tinto jovem combina perfeitamente. Cerveja? Pilsen ou IPA. Para os abstêmios, suco de uva integral gelado. E não esqueça a saladinha rústica de folhas verdes com vinagrete bem ácido pra cortar a gordura.
Socorro, deu tudo errado!
Massa não cresceu? Transforme em focaccia - aperte numa forma, regue com azeite e asse. Queimou embaixo? Corte a parte de baixo e vire de cabeça pra baixo (já fiz isso e ninguém percebeu). Molho aguado? Escorra e use como base de sopa.
O que fazer durante os 90 minutos de espera?
Lave a louça já suja (trust me, você vai agradecer depois), prepare os acompanhamentos ou, se for como eu, fique olhando a massa crescer como se fosse TV - é hipnotizante ver o fermento trabalhando.
De Nápoles para sua cozinha
A pizza margherita (mãe da nossa de muçarela) foi criada em 1889 para homenagear a rainha Margherita - as cores (vermelho do tomate, branco do queijo e verde do manjericão) representavam a bandeira italiana. E pensar que hoje a gente come de chinelo e bermuda em casa...
2 segredos que ninguém conta
1. O açúcar no fermento não é pra adoçar - ajuda a alimentar os microorganismos que fazem a massa crescer. 2. Deixar a massa descansar na geladeira por 24h desenvolve sabores incríveis - os profissionais fazem isso, mas quem tem paciência?
Harmonização além do óbvio
Experimente colocar um fiozinho de mel por cima depois de assada - o doce contrasta com o salgado de um jeito viciante. Ou sirva com azeitonas pretas e pimenta calabresa pra quem gosta de um kick a mais.
Confissões de um pizzaiolo amador
Já usei fermento vencido (não cresceu), esqueci o sal (ficou sem graça) e coloquei molho demais (virou sopa). A Daiane riu mas comeu mesmo assim. Moral da história: pizza, mesmo errada, ainda é pizza. E sempre fica melhor quando feita em casa.
Perguntas que sempre me fazem
Pode congelar a massa? Pode, depois do primeiro crescimento. Sem liquidificador para o molho? Amasse os tomates com um garfo e cozinhe por mais tempo. Forma sem furo serve? Serve, mas asse por menos tempo e fique de olho.
Você sabia?
O recorde mundial de pizza mais rápida do mundo é de 1 minuto e 23 segundos - da massa crua à assada! Mas relaxa, você não precisa correr assim. Aproveite o processo - parte da graça está no ritual de preparar, né?
Se tem uma coisa que eu aprendi na cozinha é que pizza é igual time de futebol: cada um tem a sua favorita. Aqui em casa, a clássica de mussarela sempre domina, mas confesso que adoro inventar moda. Já tentou fazer aquela pizza caseira simples e fácil? É meu coringa pra quando a preguiça bate, mas a vontade de comer bem não dá trégua.
Falando em versões práticas, a pizza de pão é tipo o primo pobre que todo mundo ama - humilde, mas sempre salva. E pra quem gosta de sabores marcantes, a pizza de sardinha com massa de liquidificador é um soco de sabor (no bom sentido, claro).
Agora, se você é do time que gosta de inovar, já viu essa pizza enrolada? Parece coisa de restaurante chique, mas é mais fácil do que parece. E pra fechar com chave de ouro, que tal uma marguerita simples e fácil? Tomate, manjericão e queijo fazendo aquela festa que nunca cansa. Qual vai ser sua próxima aventura na cozinha?
Pizza de Muçarela: O Clássico que Nunca Falha (e Seus Acompanhamentos Perfeitos)
Quem nunca ficou na dúvida do que servir com aquela pizza de muçarela crocante, né? A gente sabe que o queijo derretido é a estrela, mas um cardápio bem montado transforma a refeição em experiência. Por isso, selecionei combinações que vão desde o frescor de uma salada até sobremesas que fazem a Daiane (minha esposa) pedir bis toda vez.
Para Começar com Tudo
Nada de inventar moda: rúcula com tomate seco é nosso curinga. O amargo da folha e o doce concentrado do tomate? Casamento perfeito. E se quiser surpreender, palmito pupunha em conserva é um vício - aqui em casa a gente abre o pote e some em 5 minutos.
Acompanhamentos que Roubam a Cena (Mas sem Ofuscar a Pizza)
Salada caprese (receita incrível aqui): parece óbvio, mas a combinação de muçarela fresca, manjericão e tomate é tipo um "descanso" entre uma fatia e outra. Para os dias de fome extra, creme de palmito é aquele luxo que parece gourmet mas é fácil de fazer. E olha, confessa: você também adora tomate seco (descubra os segredos) em tudo, né?
Doce para Finalizar (ou Começar de Novo)
Aqui a Daiane é taxativa: tem que ter crepe suzette. O contraste do doce com toque cítrico depois da pizza salgada? Genial. Se quiser algo mais rápido, massa de crepe caseira com nutella vira lanche da tarde no dia seguinte (sim, a gente sempre faz a mais).
Bebidas: Opções para quem gosta de combinações clássicas
Água com gás e limão é nosso coringa (a gente não bebe, lembra?), mas para convidados: suco de maracujá gelado ou até um refrigerante de guaraná artesanal fazem sucesso. Dica bônus: um chá gelado de hibisco com canela fica lindo na mesa e ninguém desconfia que é sem álcool.
E aí, qual combo vai testar primeiro? Aqui em casa o de palmito + crepe suzette já virou tradição de sábado. Conta nos comentários se resistiram a repetir a sobremesa!
Conheça outras formas deliciosas de preparar este prato.
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou.Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.
2º. Com presunto
Autor: Receitas da Lena
Presunto com muçarela? Parece óbvio. Mas é o tipo de combinação que só funciona se você não for preguiçoso. O segredo? Não coloque o presunto antes de assar. Ele vira borracha. Eu já fiz assim. A Daiane disse: “Isso parece que você colocou um sapato na pizza.”
Depois disso, aprendi: coloque o presunto nos últimos 5 minutos. Só o suficiente pra ele aquecer, não cozinhar. E use o presunto de qualidade, o que vem em fatias grossas, não o que parece papelão. Acho que é isso que faz a diferença. Talvez eu esteja exagerando. Mas acho que não.
3º. Com atum
Autor: Fatima Culinária e Variedades
Atum em pizza? Eu sempre achei que era coisa de criança. Até que tentei. E descobri que o segredo não é o atum. É a água. Se você colocar o atum direto da lata, a pizza vira sopa. Já fiz. Foi triste.
Agora, escorro bem, pressiono com um guardanapo, e deixo na geladeira por 10 minutos. Só depois coloco. E se quiser, jogue um pouquinho de pimenta-do-reino por cima. Só um. Acho que dá um contraste que ninguém espera. Talvez eu esteja louco. Mas a Daiane pediu pra fazer de novo. E não é pra ser engraçado.
Brócolis na pizza? Tem gente que acha que é crime. Mas se você cozinha ele antes, só por 3 minutos, no vapor, e depois seca bem, ele vira um aliado. O catupiry ajuda: ele envolve, esconde a textura, e dá um toque de cremosidade que faz tudo parecer mais leve.
Eu já fiz com alho frito por cima. Só um pouquinho. A Daiane disse: “Isso aqui parece que a sua avó inventou quando você era criança.” Não sei se era elogio. Mas guardei a receita. E não contei a ninguém. Talvez porque eu não queira dividir. Ou talvez porque eu saiba que só quem já comeu brócolis como pizza entende o valor disso.
Calabresa com muçarela? É clássico. Mas não é por isso que pode ser feito mal. O segredo? Refogue a calabresa com cebola antes. Só o suficiente pra soltar o óleo. Se você colocar crua, ela vira um pedaço de borracha. Já fiz. Foi feio.
E o queijo? Não coloque em cima da calabresa. Coloque por baixo. Assim, ele protege a massa. E se quiser, jogue um fio de azeite por cima no final. Só um. Acho que faz diferença. Talvez seja só impressão. Mas acho que não.
Massa de liquidificador? Eu achava que era trapaça. Até que tentei. E descobri que não é mágica. É equilíbrio. Se você coloca muito líquido, vira panqueca. Se coloca pouco, vira tijolo. Achei que era só eu que errava. Depois vi que até o Titan ficava olhando como se estivesse assistindo a um experimento científico.
Se fizer, use o leite morno. E não bata por mais de 20 segundos. Se bater demais, a massa fica elástica. E não queremos isso. Queremos leveza. E se ela não crescer? Não se desespere. Ainda assim, é boa. Só não é pizza de forno. É… uma pizza que a gente come com colher.
Milho e bacon? É como se a pizza tivesse um coração. O milho dá doçura, o bacon dá salgado, e a muçarela… ela só segura tudo. Mas atenção: o bacon tem que ser assado separado. Se você colocar cru, ele solta gordura e afoga a massa. Já fiz. Foi um desastre.
E o milho? Escorra bem. Se tiver água, vira sopa. A Daiane disse: “Isso parece que você fez pizza com sopa.” Não entendi. Mas comi tudo. E não me arrependi. Talvez porque às vezes, o que parece errado… é só o que a gente ainda não entendeu.
Pepperoni? É fácil. Mas não é simples. O segredo não é a quantidade. É o momento. Coloque ele por cima, só nos últimos 3 minutos. Se colocar cedo, ele seca, vira um pedaço de couro. Já fiz. Foi triste.
E se desejar um pouco de frescor, jogue um pouquinho de manjericão fresco por cima depois de assar. Só um. Acho que faz diferença. Talvez eu esteja exagerando. Mas a Daiane disse: “Isso parece que você foi pra Nova York e voltou com uma pizza.” Não sei se era elogio. Mas guardei a receita.
Alho-poró? Eu nunca pensei em usar. Até que uma noite, sem cebola, decidi tentar. E descobri que ele é mais suave. Mais doce. E quando você refoga ele devagar, com um fio de azeite, ele vira um abraço. Não é forte. Não é agressivo. É… acolhedor.
Coloque ele antes do queijo. Assim, ele cozinha junto com a massa. E se quiser, jogue um pouquinho de noz-moscada por cima. Só uma pitada. Acho que faz diferença. Talvez eu esteja louco. Mas a Daiane disse: “Isso parece que a sua avó faria se tivesse sido italiana.” Não sei se era verdade. Mas comi tudo. E não me arrependi.
E aí, qual vai ser a primeira a ganhar vida na panela? A de alho-poró pra um jantar tranquilo? A de bacon e milho pra uma noite de preguiça? Ou a de pepperoni, pra se sentir em Nova York sem sair de casa? Cada uma tem seu jeito de contar uma história. Se servir alguma delas, me conta aqui nos comentários, não só como ficou, mas o que ela te fez lembrar. Às vezes, a pizza não é só pizza. É um abraço que a gente esqueceu de dar.
O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.
Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.
Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?
Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.
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