14 Receitas de Sopa Paraguaia E Várias Sugestões Impressionantes

  • Surpreenda o seu paladar com este prato típico e diferente de tudo o que você já viu.
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A primeira vez que ouvi falar em sopa paraguaia, eu quase caí da cadeira. Como assim "sopa" que é um bolo salgado? Minha esposa Daiane, que tem família no litoral e adora uma novidade culinária, me desafiou a tentar. E cá estou eu, completamente convertido.

O segredo para ela não ficar pesada ou seca está na textura. Depois de testar várias vezes, vi que a proporção entre o milho batido fresco e a farinha de milho é tudo. O milho fresco dá a umidade e o sabor doce natural, enquanto a farinha garante a estrutura. E o queijo meia cura, não pode ser qualquer um, ele precisa derreter e criar aqueles fios que misturam com a cebola caramelizada. Uma dica do curso de culinária brasileira: refogue bem a cebola até ela quase desmanchar, isso tira a acidez e deixa só a doçura.

O resultado é impressionante. Uma fatia quente, com a crosta dourada e o interior úmido e cheiroso, é pura felicidade. É o tipo de prato que vira o centro da mesa e todo mundo pede a receita. Quer causar esse mesmo efeito aí na sua casa? O passo a passo certeiro está logo abaixo.

Receita de sopa paraguaia tradicional com milho fresco simples e fácil: saiba como fazer

Rendimento
15 pedaços
Preparação
40 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 12 marcados

Para a base saborosa (o começo de tudo):

Para a massa (o coração da coisa):

Para ajustar e cozinhar:

A Daiane insistiu pra eu comprar espiga fresca da feira na primeira vez, e ela tinha razão. A diferença no sabor é nítida. Mas se o dia tá corrido, o milho em lata resolve, sem crise. Só fica de olho no sal depois.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 pedaço (85g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 215 kcal 11%
Carboidratos Totais 18.5g 6%
   Fibra Dietética 2.1g 8%
   Açúcares 4.8g 10%
Proteínas 8.9g 18%
Gorduras Totais 11.8g 15%
   Saturadas 5.2g 26%
   Trans 0.2g 1%
Colesterol 65mg 22%
Sódio 320mg 14%
Potássio 185mg 4%
Cálcio 210mg 21%
Ferro 0.8mg 4%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Contém ovos e laticínios
  • Sem Glúten: Base de milho natural
  • Rico em Cálcio: Boa fonte de cálcio
  • Boa Fibra: Milho contribui com fibras

Alertas & Alérgenos

  • Contém lactose (queijo e leite)
  • Gordura moderada – Principalmente do queijo
  • Insight: Rico em carboidratos complexos do milho, fornece energia gradual

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Começa pela cebola (paciência aqui vale ouro):

  1. Pega uma panela média e coloca no fogo baixo. Adiciona a margarina e o azeite. Quando derreter, joga as cebolas picadas. A ideia aqui não é só refogar, é quase confitar. Mexe de vez em quando e deixa elas cozinharem bem devagar, até ficarem bem macias, transparentes e com um dourado suave nas pontas. Isso pode levar uns 10 a 15 minutos, mas é o que tira a acidez e deixa a doçura, como a introdução falou. Não tem pressa.
  2. Quando a cebola estiver no ponto, adiciona o copo de água. Deixa ferver por uns 3 minutos, só para criar um caldinho. Desliga o fogo e deixa essa panela de lado por enquanto.

Prepara o milho (a alma do prato):

  1. Enquanto a cebola faz o trabalho dela, descasca as espigas de milho e corta os grãos. Joga no liquidificador junto com o leite. Bate muito bem, até ficar bem lisinho, sem pedacinhos. Se for usar milho enlatado, escorre a água e segue o mesmo processo.

Monta a massa (a mágica acontece):

  1. Pega uma tigela grande, daquelas que sobram espaço. Despeja a mistura de cebolas (com o caldinho) da panela nela.
  2. Adiciona o milho batido do liquidificador. Mistura bem.
  3. Agora, vai incorporando os ovos batidos, de pouco em pouco, mexendo sempre. Isso evita que cozinhem em contato com o calor da cebola, se ela ainda estiver muito quente.
  4. Chegou a hora do queijo e da farinha. Vai adicionando um punhado de queijo ralado e uma colher de farinha de milho, mistura, e repete até acabar com os dois. A massa vai ficar espessa, parecida com um angu grosso, e é assim mesmo.
  5. Agora, prova. Acerte o sal, lembrando do queijo. Só depois que o sal estiver ok, você mistura o fermento em pó. Mexe com uma espátula de baixo para cima, só para distribuir, sem exagero.

Hora de assar (o cheiro invade a casa):

  1. Preaqueça o forno a 180°C. Enquanto isso, unte uma forma retangular média (eu uso uma de 20x30 cm) com manteiga ou óleo.
  2. Transfira toda a massa para a forma, alisando a superfície com a espátula.
  3. Leva ao forno pré-aquecido e deixa assar por cerca de 40 minutos. O ponto é ficar bem dourado em cima e um palito sair limpo quando espetado no meio.
  4. Tira do forno e deixa esfriar pelo menos 15 minutos antes de cortar. Ela fica mais firme e não desmonta. Confia. Depois é só servir, de preferência ainda morna. É um espetáculo.

Essa receita é uma daquelas que engana pela simplicidade. Parece só uma mistura, mas o resultado tem uma complexidade gostosa. A doçura da cebola caramelizada, o creme do milho fresco e aquele queijo derretido em cada mordida… é bom demais. Virou um prato certo para visitas aqui em casa, porque impressiona sem dar trabalho absurdo. E sempre sobra um pedaço para o café da tarde do dia seguinte, que fica até mais saboroso.

E você, já tinha ouvido falar dessa "sopa" que é um bolo? Me conta nos comentários se ficou com a textura certa, úmida por dentro e dourada por fora, ou se fez alguma adaptação. Adoro saber como essas receitas se saem na cozinha de cada um!

Quanto tempo dura? Dicas de armazenamento

Essa sopa paraguaia (que na verdade é um bolão delicioso, né?) dura até 3 dias na geladeira se guardada em pote fechado. Mas sério, na minha casa nunca chegou no segundo dia! Se quiser congelar, embrulhe em papel filme e depois alumínio - dura 1 mês. Na hora de comer, joga 1 minuto no micro-ondas ou 10 minutinhos no forno pra recuperar o crocante.

Tá de dieta? Vem cá...

Cada pedaço tem aproximadamente 215 calorias (conforme nossa tabela nutricional completa). Se quiser reduzir, troque o queijo meia cura por ricota light e use leite desnatado. Mas vamos combinar que às vezes vale a pena a caloria extra!

Sem um ingrediente? Trocas inteligentes

• Sem milho fresco? Use 1 lata de milho verde escorrido (mas o fresquinho faz diferença!)
• Margarina pode virar manteiga ou óleo de coco
• Queijo meia cura pode ser substituído por mussarela ou até queijo coalho
• Farinha de milho pode ser substituída por fubá, mas a textura muda um pouco

Parece fácil mas tem armadilhas!

• Não bata o milho demais no liquidificador - queremos textura, não purê!
• Cebola mal refogada fica com gosto cru - espere ficar bem transparente
• Colocar o fermento junto com os ingredientes líquidos faz perder o efeito - sempre por último!
• Assar em forma muito grande deixa a sopa paraguaia seca - prefira formas altas e menores

Truque secreto que aprendi com uma tia paraguaia

Antes de assar, jogue uma colher de sopa de queijo ralado por cima da massa. Quando dourar, fica com uma crostinha maravilhosa! Outra dica: se a massa parecer muito líquida, acrescente mais 1-2 colheres de farinha de milho antes de levar ao forno.

O que servir com essa belezinha?

• Um cafezinho coado bem quente combina demais (tradição paraguaia!)
• Para refeições, acompanhe com uma saladinha verde bem ácida pra cortar a gordura
• Se for servir como entrada, corte em quadradinhos pequenos e sirva com molho de pimenta caseiro
• Minha preferida: um chimarrão gelado (tereré) pra acompanhar no lanche da tarde

Quer inovar? Tenta essas versões

Sopa paraguaia apimentada: Adicione pimenta dedo-de-moça picada junto com a cebola
Versão vegana: Substitua os ovos por 2 colheres de chia hidratada, o queijo por levedura nutricional e use leite vegetal
Premium: Coloque cubinhos de bacon frito na massa antes de assar (perigo de viciar!)
Doce: Tire o sal e a cebola, adicione 3 colheres de açúcar e canela - vira uma sobremesa diferente

De festa infantil a jantar chique

Festa junina: Corte em quadradinhos e sirva em saquinhos de papel
Café da manhã: Sirva morno com geleia de pimenta
Jantar gourmet: Corte em retângulos finos, toste na frigideira e sirva com redução de vinho
Piquenique: Leve fria mesmo, fica ótima!

O ponto crítico: a textura da massa

Aqui que muita gente erra! A massa ideal deve ficar como um mingau grosso antes de ir ao forno. Se ficar muito líquida, acrescente farinha de milho aos poucos. Se ficar muito seca, coloque um pouquinho mais de leite. Lembrando que os ovos também ajudam a dar liga - bata bem antes de misturar!

Socorro, deu tudo errado!

Ficou cru por dentro? Cubra com papel alumínio e deixe mais 15 minutos no forno
Ressecou? Umedeça um pano limpo, torça bem e coloque sobre a sopa paraguaia por 10 minutos
Desandou a massa? Transforme em farofa: esfarele e refogue com manteiga e cebola roxa
Salgou demais? Sirva com uma camada generosa de cream cheese pra balancear

Modo economia ativado

• Use milho em conserva quando não for época do milho fresco (fica mais barato)
• Substitua parte do queijo por requeijão cremoso
• A cebola pode ser reduzida pela metade se estiver cara
• A farinha de milho é barata, mas se quiser economizar mais, misture com um pouco de farinha de trigo

Elevando o nível

• Rale queijo parmesão por cima antes de assar
• Adicione tomates secos picados à massa
• Use manteiga com cristais de sal no lugar da margarina
• Finalize com folhas de manjericão fresco e um fio de azeite trufado

Sabia que não é sopa?

Essa receita é um clássico da culinária paraguaia, mas apesar do nome, não é líquida! Conta a lenda que o nome veio porque originalmente era feita com pedaços de pão duro amolecidos no caldo. Com o tempo, a receita evoluiu para essa versão cremosa por dentro e crocante por fora. No Paraguai, é praticamente um prato nacional, servido em todas as ocasiões!

2 fatos que ninguém te conta

1. A sopa paraguaia é ótima para esconder vegetais! Já experimentei colocar espinafre picadinho ou abobrinha ralada na massa - fica incrível e ninguém percebe.
2. Essa receita foi quase um desastre na primeira vez que fiz pra Daiane. Coloquei fermento químico em vez de fermento em pó e ficou um tijolo! Ela ri até hoje quando lembra.

Perguntas que sempre me fazem

Pode fazer sem liquidificador?
Pode! Rale o milho bem fino e misture direto. Fica até mais autêntico!

Por que minha sopa paraguaia ficou baixa?
Provavelmente o fermento estava vencido ou você mexeu demais a massa depois de colocar ele.

Posso fazer na airfryer?
Pode sim! Coloque em uma forma que caiba, asse a 180°C por cerca de 25 minutos.

Harmonização que funciona

O sabor terroso do milho combina demais com:
• Bebidas: Chá mate gelado, cervejas douradas ou suco de maracujá
• Sabores: Pimenta dedo-de-moça, alecrim fresco ou melado de cana
• Texturas: Crocante de torresmo por cima ou creme de avocado

Já cometi esses erros pra você não cometer

• Uma vez coloquei milho doce sem querer... ficou estranhamente adocicada!
• Outra vez esqueci o sal e só percebi na hora de comer - tragedia!
• Já abri o forno antes da hora e ela murchou toda - paciência é virtude.
• Na pressa, já usei milho enlatado sem escorrer direito - resultado: massa aguada.

E aí, bora fazer?

Essa receita é daquelas que engana pela simplicidade mas conquista pelo sabor. Já fez sua sopa paraguaia? Conta aqui nos comentários como ficou, quais adaptações você fez ou até quais erros cometeu - tudo vira aprendizado! E se tiver alguma dica extra que eu não mencionei, compartilha aí que eu adoro testar variações.

Sopa Paraguaia e Companhia: Um Banquete Que Vai Fazer Seu Almoço Virar Festa

Quem nunca ficou perdido na hora de montar o cardápio, né? A gente sabe que a sopa paraguaia é um prato que já faz sucesso sozinho, mas com os acompanhamentos certos, vira uma experiência completa. Aqui vão nossas sugestões testadas e aprovadas - algumas até pela Daiane, que é a crítica mais exigente da casa!

Para Começar Com Tudo

Receita de Bolinho de chuva bem simples: Crocante por fora, macio por dentro e com aquele cheirinho de canela que lembra infância. Perfeito para abrir o apetite sem pesar.

Coxinha de frango (clique aqui e surpreenda-se): Clássico que nunca falha. A gente sempre faz umas extras porque... bem, você sabe como é, né? Some rápido!

Lados Que Combinam (e Como!)

Receita de Salada de beterraba supeer simples: Doce, terrosa e com um toque cítrico. Corta a densidade da sopa e deixa o prato mais colorido.

Receita de Torta de abobrinha supeer simples: Leve mas substanciosa. A Daiane adora fazer versões mini pra servir como acompanhamento.

Pão de queijo mineiro (descubra a receita aqui): Porque tudo fica melhor com pão de queijo, né? E essa receita é infalível - sempre douram perfeitos!

Doces Finais (Ou Nem Tão Finais Assim)

Receita de Doce de leite caseiro supeer simples: Cremoso, dourado e perfeito para colher direto do pote (ninguém precisa saber).

Receita de Sorvete de manga fácil: Refrescante depois da refeição. No verão paulistano, é praticamente uma necessidade.

Brigadeiro de colher (confira o preparo aqui): Pra quando a sobremesa precisa ser rápida e satisfatória. Cuidado com o vício!

Bebidas que transformam uma refeição comum em especial

Suco de beterraba com cenoura que vai te conquistar: Nutritivo, bonito e combina surpreendentemente bem com os sabores robustos do prato principal.

Água bem gelada: Sem link, mas indispensável. A gente sempre deixa uma jarra com rodelas de limão na mesa.

E aí, qual combo você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se resistiu até a sobremesa ou se já se rendeu aos brigadeiros antes da hora (a gente entende!).

Depois de aprender a base, que tal explorar essas variações incríveis?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O caminho mais suave com Milharina

autor: TudoReceitas

Se você está buscando uma textura mais uniforme e suave, quase como a de um bolo, a Milharina é sua aliada. Por ser um floco de milho mais fino, ela se integra completamente à massa, evitando aqueles grumos de fubá que às vezes podem acontecer. Acho que é a versão mais fácil para quem está começando, porque a chance de errar a ponto é menor.

A pimenta do reino aqui não é só um detalhe, viu? Como a massa em si é mais neutra, essa pitadinha faz toda a diferença para acordar o paladar. Um segredo é bater os ovos separadamente até espumar um pouco antes de misturar, a massa fica ainda mais aerada.

3º. A salvação do milho enlatado

autor: MARIA JOSÉ DIA A DIA NO SÍTIO

Não acha milho fresco? Sem drama. Essa receita prova que o de lata pode render uma sopa paraguaia incrível, contanto que você siga um cuidado: escorra e lave bem os grãos para tirar aquele líquido de conserva, que pode deixar um sabor estranho. Depois, é só bater uma parte no liquidificador para dar cremosidade e misturar a outra parte inteira para a textura.

O queijo ralado por cima é non-negotiable, como diriam. Ele forma uma casquinha dourada que protege a umidade de dentro e dá aquele contraste de sabor que é simplesmente viciante. Uma camada generosa faz milagres.

4º. O melhor dos dois mundos: milharina E milho verde

Essa é minha combinação favorita, pra ser sincero. A Milharina dá a estrutura macia, e os grãos de milho verde batidos grosseiramente garantem pedacinhos que estouram de sabor a cada mordida. É o equilíbrio perfeito entre cremoso e interessante. O vídeo tem uma dica valiosa sobre o fermento: misture por último e de forma delicada, apenas para incorporar.

Se você gosta de uma textura mais marcante, realmente pode deixar pedaços maiores de milho. Só toma cuidado para não exagerar, senão a massa pode desmanchar. A medida é mais ou menos uma xícara de milho batido no pulsar rápido do liquidificador.

5º. Para quem não dispensa um prato cremoso

Essa versão é quase um pudim salgado de milho, de tão úmida e fofa. O segredo está, como bem apontado, no milho bem maduro — aquele que está quase saindo do sabugo sozinho — e na quantidade generosa de leite. A massa fica com uma consistência que parece errada antes de ir ao forno, mas é assim mesmo, quase líquida.

É o tipo de receita que pede para ser servida morna, direto da forma, com uma colher. Perfeita para um café da tarde preguiçoso, quando a ideia é comer algo reconfortante sem muitas cerimônias. Um cafezinho forte do lado é obrigatório.

6º. Conhecendo a chipa, a parente próxima

Aqui a gente entra no território da chipa, que é como a sopa paraguaia é chamada em muitas regiões de fronteira. A principal diferença que percebi está no queijo: costuma-se usar o queijo colonial ou um meia cura mais curado, que dá um sabor mais intenso e salgado. A massa também pode levar um pouquinho de polvilho azedo, o que dá uma leve alcalinidade interessante.

É uma ótima receita para eventos porque rende bastante e todo mundo acha diferente. Serve bem fria ou quente, então você pode fazer com antecedência sem medo.

7º. A receita tradicional explicadinha

Esse passo a passo é didático puro. A Vivian quebra o processo em etapas muito claras, e a dica de não deixar a cebola dourar é fundamental — você quer só tirar a acidez, não caramelizar, senão o sabor compete com o do milho. Outro ponto de atenção: ela fala em adicionar os ovos com cuidado para não coagular, e isso significa temperá-los com um pouco da mistura quente antes de juntar tudo, a técnica do *tempering*.

Usar queijo minas ralado na hora, em vez do pré-ralado, faz uma diferença absurda na umidade e no sabor. É um trabalho a mais que vale cada segundo.

8º. Textura em evidência com flocos grandes

Diferente da Milharina fina, essa versão com flocos maiores é para quem gosta de sentir a presença do milho de verdade. Cada floco incha e fica macio por dentro, mas ainda mantém uma identidade. A massa fica com uma aparência rústica, cheia de personalidade.

É importante hidratar esses flocos um pouco antes, deixando de molho no leite morno por uns 10 minutos. Isso garante que eles vão cozinhar por igual no forno e não roubem toda a umidade da massa. Um truque simples que muda tudo.

9º. O toque corumbaense, direto da fronteira

Essa receita carrega a simplicidade prática da cozinha do dia a dia de quem vive perto da cultura paraguaia. A técnica de bater tudo no liquidificador é a pura verdade para quem não quer complicação. O ponto positivo é a velocidade, em meia hora você tem um lanche quentinho.

O resultado é uma sopa mais baixinha e úmida, perfeita para fatiar em quadradinhos e servir no café da manhã, com uma manteiga derretendo por cima. Funciona muito bem assim.

10º. Levar um susto bom com a versão recheada

A primeira vez que vi uma sopa paraguaia recheada, minha reação foi: "uau, agora sim!" Colocar um recheio úmido de cebola e queijo no meio é um upgrade sensacional. A cebola roxa é uma sugestão de gênio, porque fica levemente adocicada e bonita. A massa ao redor fica como uma proteção, e a cada mordida você tem duas experiências de textura.

Para o recheio não afundar, espalhe metade da massa, coloque o recheio bem no centro e cubra com o resto, selando as bordas. Vai parecer um bolo recheado, e o efeito na mesa é garantido.

11º. Uma surpresa vegana que funciona

Fazer uma versão vegana de um prato que tem queijo como estrela parece missão impossível, mas essa receita mostra um caminho. O "queijo" à base de legumes, normalmente com batata e cenoura mais levedura nutricional, consegue dar o umami e a cremosidade que a gente busca. Claro, o sabor é diferente, mas é gostoso no seu próprio caminho.

A textura fica um pouco mais densa, então é bom garantir que o fermento esteja bem ativo. Para quem tem restrições alimentares, é uma forma de não ficar de fora da tradição, o que é muito legal.

12º. O sabor defumado da calabresa

Essa é para dias de fome braba. A linguiça calabresa, bem fritinha e gordurosa, infunde a massa toda com seu sabor defumado e picante. O caldo de galinha no lugar de parte do leite intensifica o sabor salgado, então cuidado com o sal extra.

É uma sopa paraguaia que vira refeição principal facilmente. Um pedaço grande com uma saladinha fresca do lado resolve o almoço de qualquer domingo. A dica é tirar a pele da linguiça e refogar bem até ficar bem dourada antes de misturar.

13º. Farta e recheada com carne moída

Aqui a coisa fica séria. Um recheio de carne moída bem temperada, com tomate, transforma a sopa paraguaia em um prato robusto, daqueles para servir em almoços de família. A montagem em camadas é importante para que cada fatia tenha uma distribuição justa de recheio.

Se for usar carne seca, lembre-se de dessalgar e desfiar muito bem. A textura fica incrível. Essa versão realmente dispensa qualquer outro acompanhamento, é completa por si só.

14º. A praticidade do liquidificador

Quando o tempo é curto mas a vontade de comer algo caseiro é grande, essa é a solução. Jogar tudo no liquidificador é a definição de praticidade. A massa fica bem lisa e homogênea, assando de forma uniforme. É quase infalível.

Para dar um toque a mais, eu gosto de jogar uns grãos de milho inteiros por cima da massa já na forma, antes de levar ao forno. Assim, quando assa, alguns ficam levemente tostados e dão um charme a mais. Funciona bem para agradar a família num dia qualquer.

E então, qual dessas vai ser a primeira a ir para o seu forno? Desde a mais tradicional até as mais ousadas, cada uma tem seu momento. A beleza da sopa paraguaia está justamente nessa versatilidade toda.

Se fizer alguma, compartilha nos comentários como ficou a sua. Adoro saber qual versão conquistou a mesa de vocês e se descobriram alguma adaptação nova no caminho!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 10:33

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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