17 Receitas de Vaca Atolada COM Muitos Preparos Maravilhosos E Apetitosos

  • Esse passo a passo irá te garantir o melhor prato mineiro que ganhou o Brasil
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Três ingredientes, um segredo. O sabor da vaca atolada não vem da quantidade, mas de como a mandioca abraça o caldo.

A primeira vez que tentei, segui a risca uma receita complicada, cheia de passos. Ficou sem graça. Foi só depois de um curso sobre cozinha brasileira de raiz, ministrado por um chef do interior de Minas, que peguei o jeito. A chave está em refogar a carne com paciência, até ela soltar a própria gordura e formar a base do caldo. O colorau e o tempero baiano, ali, não são opcionais. São a alma do prato.

Desde que dominei essa técnica, virou meu coringa para domingos preguiçosos ou jantares com poucos convidados. É daqueles pratos que enchem a casa com um cheiro que promete conforto. E a mandioca, cozinhando no próprio caldo da carne, fica cremosa por dentro e vai engrossando o molho naturalmente, sem precisar de farinha. O resultado é um espetáculo de sabor, pura comida de verdade. Bora para a receita?

Receita de vaca atolada maravilhosa e apetitosa: saiba como fazer

Rendimento
6 porções
Preparo
1h 30min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 16 marcados

Para a carne e o caldo:

Essa lista é o que tem de mais básico no mercado. A costela com osso é fundamental, não troque por carne magra, porque é a gordura e o colágeno que vão deixar o caldo encorpado e a mandioca cremosa. O resto é tempero que todo mundo tem em casa, ou deveria ter, né?

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 450g (1/6 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 485 kcal 24%
Carboidratos Totais 38.5g 13%
   Fibra Dietética 3.2g 11%
   Açúcares 4.8g 10%
Proteínas 28.4g 57%
Gorduras Totais 24.8g 32%
   Saturadas 9.2g 41%
   Trans 0.3g -
Colesterol 85mg 28%
Sódio 680mg 28%
Potássio 890mg 19%
Cálcio 45mg 4%
Ferro 3.2mg 18%
Vitamina C 18mg 20%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Alta Proteína: Excelente para recuperação muscular
  • Boa Fonte de Fibras: Mandioca contribui para saúde intestinal
  • Rico em Ferro: Combate anemia e cansaço
  • Energia Sustentada: Carboidratos complexos da mandioca

Alertas & Alérgenos

  • Alta gordura saturada – Costela é corte mais gorduroso
  • Contém pimenta – Ajuste para paladares sensíveis
  • Insight: Para versão mais light, use patinho ou alcatra no lugar da costela
  • Controle a porção se estiver em dieta de perda de peso

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando a carne (a base de tudo):

  1. Prepare a costela: Corte a carne em cubos grandes, nem muito pequenos senão ela some no cozimento. Num recipiente, tempere os cubos com sal, pimenta do reino a gosto e as duas colheres de vinagre. O vinagre ajuda a amaciar. Deixa descansar por uns 30 minutos, se der tempo. Se não der, tudo bem também, mas ajuda.
  2. Refogue com alma: Esquente o óleo numa panela de pressão (é, vai ser nela mesmo). Adicione o alho, a pimenta dedo de moça e a cebola. Mexe até a cebola começar a ficar transparente. Joga a carne temperada aí dentro, com todo o suco do tempero. Agora vem o segredo que aprendi: deixa a carne refogar em fogo médio, sem pressa, uns 15 minutos. Tem que ouvir aquele chiado, ver ela começar a dourar e soltar a própria gordura. Isso aqui é o que cria o sabor de fundo, aquele caldo depois fica outro nível.

Montando o caldo e cozinhando:

  1. Adicione os temperos: Com a carne já bem refogada, joga dentro uma colher de chá de tempero baiano e uma de colorau. Mexe bem pra envolver tudo. Aí entra o pimentão picado, o tomate e as duas colheres de molho de tomate. Mexe de novo e deixa cozinhar por mais uns 3 minutos, só para os sabores se conhecerem.
  2. Cozinha na pressão: Agora, cubra toda a carne com água quente, até passar o dedo por cima dela. Fecha a panela de pressão. Assim que pegar pressão, abaixa o fogo para médio-baixo e deixa cozinhar por 40 minutos. Não fica abrindo, deixa a mágica acontecer lá dentro.
  3. Enquanto a carne cozinha, aproveita para lavar e cortar a mandioca em pedaços grandes. Se a mandioca for muito fibrosa, tira o talo do meio. Deixa numa tigela com água para não escurecer.
  4. A hora da mandioca: Passados os 40 minutos, tira a panela do fogo e deixa a pressão sair naturalmente, é mais seguro. Abra a panela – o cheiro já vai ser um convite. Acrescente os pedaços de mandioca, mexendo delicadamente para eles entrarem no caldo. Se precisar, coloque um pouco mais de água quente para cobrir a mandioca também.
  5. Finalização: Leve de volta ao fogo, agora sem a tampa da pressão, só com a tampa normal, e deixe cozinhar por mais 10 a 15 minutos. Você vai saber que está pronto quando conseguir espetar um garfo na mandioca e ela começar a desmanchar nas beiradas, mas ainda estiver inteirinha por dentro. O caldo vai engrossar naturalmente com o amido dela. É lindo de ver. Acerte o sal se precisar.

Finalizando e servindo:

  1. Desligue o fogo. Agora jogue o cheiro verde picado por cima, bem na hora de servir. Ele dá um frescor que corta a gordura da carne.
  2. Pronto. É só isso. Sirva direto da panela, num prato fundo, com uma boa colher de arroz branco soltinho do lado. Eu gosto de uma farofinha de bacon também, mas aí já é luxo.

Uma observação: a Daiane uma vez resolveu colocar a mandioca junto com a carne antes de ir pra pressão. Resultado? Virou uma papa, a mandioca sumiu. A ordem é essa mesmo: carne primeiro, depois a mandioca. Aprendemos do jeito mais saboroso possível, comendo uma “vaca atolada” sem mandioca visível, mas muito gostosa.

É, no fim das contas, a vaca atolada é muito mais simples do que parece. É só respeitar o tempo da carne e da mandioca. O prato praticamente se faz sozinho depois que você refoga tudo direito. Quando aquele cheiro toma conta da cozinha, você já sabe que acertou.

E aí, curtiu o passo a passo? Essa receita tem algum segredo de família que você usa? Aqui em casa a gente sempre briga pelo pedaço de mandioca que ficou mais tempo no fundo da panela, todo cremoso. Se fizer, me fala nos comentários como que ficou a sua, ou se descobriu algum truque novo. Trocar ideia sobre comida é sempre bom.

Quanto tempo dura essa delícia?

Essa vaca atolada é daquelas que fica ainda melhor no dia seguinte. Na geladeira, dura até 3 dias tranquilo – só esquentar na panela com um fio de água. Se quiser congelar, separa em porções e guarda por até 2 meses. Dica bônus: a mandioca pode ficar um pouco mais mole depois de descongelar, mas o sabor fica top!

De olho na conta calórica

Cada porção tem 485 kcal (valores detalhados na tabela nutricional completa abaixo da lista de ingredientes). A mandioca é o carboidrato do bem que fornece energia sustentada, e a costela traz aquela proteína que sustenta e ajuda na recuperação muscular. Se tá de dieta, só controlar o tamanho da porção – ou virar atleta depois de comer.

Troca-troca de ingredientes

Sem drama se faltar algo:

- Costela bovina: pode usar músculo ou até patinho, mas a costela dá o sabor clássico
- Mandioca congelada: salva-vidas pra quem não quer descascar (já usei e fica ótimo)
- Pimenta dedo-de-moça: substitui por pimenta calabresa seca uma vez e deu certo
- Tempero baiano: mistura caseira de pimenta, coentro e cominho resolve

Os 3 pecados capitais da vaca atolada

1. Não deixar a carne descansar no tempero: esses 30 minutos fazem diferença, sério!
2. Colocar água demais: o ponto é quase caldo, não sopa. Melhor ir acrescentando aos poucos.
3. Cozinhar a mandioca por tempo demais: 10 minutinhos só! Senão vira purê sem querer.

Hack que a Daiane descobriu por acidente

Se a mandioca estiver muito fibrosa, passa rapidinho no processador depois de cozida (mas sem exagero, senão vira cola). Outra dica: dou uma fritada básica na costela antes de refogar pra dar mais sabor. Juro que parece trabalho a mais, mas faz diferença!

O que servir com essa beleza?

- Arroz branco soltinho pra equilibrar
- Farofa de bacon (porque tudo fica melhor com bacon)
- Vinho tinto encorpado ou até uma cerveja gelada
- Couve refogada rapidinho pra dar um verde no prato

Versões para todo mundo comer

Low carb: troca a mandioca por abóbora cabotiá
Sem glúten: já é naturalmente safe!
Vegetariano hard: usa jackfruit no lugar da carne (mas confesso que não fica a mesma coisa)

Vaca atolada gourmet (ou não)

- Versão cervejeira: substitui metade da água por cerveja escura
- Com toque afrodisíaco: acrescenta gengibre e cravo no refogado
- Explosão de sabor: finaliza com raspas de laranja e hortelã

Sobrou? Transforma!

- Vira recheio de pastel assado
- Bate no liquidificador com um pouco de caldo pra virar sopa cremosa
- Mistura com farinha de mandioca e faz bolinhos fritos (minha preferência)

O pulo do gato: o ponto da mandioca

Esse passo parece simples, mas é onde mais vejo gente errar. A mandioca tem que estar cozida mas ainda firme quando você desliga o fogo, porque ela continua cozinhando no calor residual. Testa com o garfo: deve furar fácil, mas não desmanchar. Se duvidar, tira um pedaço e prova!

De onde veio essa maravilha?

A vaca atolada é 100% brasileira, nascida no interior de São Paulo e Minas Gerais. O nome vem da carne que "atola" no caldo grosso de mandioca. Dizem que era prato de tropeiro, feito com os ingredientes que tinham à mão. Hoje virou comfort food nacional - e com razão!

2 segredos que ninguém conta

1. O vinagre não é só pra temperar: ele ajuda a amaciar a costela, que é uma carne mais durona.
2. A pimenta dedo-de-moça pode ser controlada: tira as sementes e as membranas brancas se quiser menos ardência.

Perguntas que sempre me fazem

"Posso fazer sem panela de pressão?" Pode, mas vai levar umas 2 horas no fogo baixo.
"A mandioca pode ser doce?" Melhor evitar, fica estranho o doce com o salgado.
"Congela bem?" Sim, mas a mandioca muda um pouco a textura.

Socorro, deu ruim!

- Ficou muito líquido? Tira um pouco do caldo e reduz em outra panela.
- Sal demais? Acrescenta mais mandioca ou uma batata crua descascada por 10 minutos (ela absorve o sal).
- Carne dura? Cozinha por mais 15 minutos na pressão com um pouco de água.

Sabia que...

Em algumas regiões do Nordeste, chamam esse prato de "carne de sol com mandioca". E tem uma versão portuguesa parecida chamada "rojões", mas eles usam batata em vez de mandioca. Aqui em casa a gente briga pra ver quem pega o último pedaço de costela - normalmente a Daiane ganha.

Harmonização que é puro luxo

O sabor encorpado da vaca atolada pede um vinho Malbec ou um Syrah. Se for de cerveja, vai de IPA que combina demais. E pra finalizar? Um cafezinho coado na hora e aquela sensação de "melhor impossível".

Vaca Atolada e Companhia: Um Banquete Mineiro pra Lamber os Dedos

Quer montar um menu que vai fazer todo mundo pedir bis? Essa combinação perfeita pra acompanhar aquele prato mineiro que é pura nostalgia da fazenda. Aqui em casa, a Daiane já sabe: quando faço essa mistura, o cheiro invade o apartamento e os vizinhos batem palma!

Pra Começar com o Pé Direito

Bolinho de feijoada - Crocante por fora, cremoso por dentro. Esses aqui não duram 5 minutos na mesa, é melhor fazer em dobro!

Pastel de carne (tutorial completo aqui) - A clássica dupla dinâmica com a vaca atolada. Dica: faz uns mini pra galera beliscar enquanto espera o prato principal.

Receita de Coxinha de frango simples - Porque não existe exagero quando o assunto é comida de boteco caseira. A massa bem temperadinha faz toda diferença.

Os Parceiros Ideais

Farofa de bacon (tutorial completo no link) - Crocante, fumegante e com aqueles pedacinhos dourados que derretem na boca. Meu segredo? Coloco uma colher de banha.

Polenta cremosa rápido - Pra molhar no caldo da vaca atolada e fazer aquela misturinha abençoada. Na sexta-feira fria, é quase uma religião aqui em SP.

Vinagrete tradicional - O contraste fresco pro prato encorpado. Adoro fazer com pimentão colorido pra dar um up na apresentação.

Batata doce caramelizada (modo de preparo no link) - Doce e salgado nunca fez tanto sentido. Quando sobra (raro), vira lanche da tarde com café.

Pra Finalizar com Chave de Ouro

Quindim que todo mundo elogia - A sobremesa que parece jóia e derrete na boca. A Daiane sempre pede pra eu fazer em forminhas individuais, diz que fica mais charmoso.

Mousse de maracujá com a fruta que toda a família pede - Leve, arejado e com aquele azedinho que corta a gordura da refeição. Uso a fruta fresca, faz toda diferença.

Bolo de fubá com queijo - Quente, com aquela casquinha crocante... Perfeito pra acompanhar o café que vem a seguir.

Bebidas: Opções para quem gosta de harmonizar com cuidado

Suco de caju (confira o preparo aqui) - Doce natural que combina demais com a robustez do prato principal. No verão, boto uns cubos de gelo pra ficar bem geladinho.

Café coado- Sem link porque todo mundo tem sua receita secreta, né? O nosso é no coador de pano, como a vó ensinou. Forte o suficiente pra animar a sobremesa.

Água com gás e limão- Meu truque pra refrescar o paladar entre uma garfada e outra. Espremer o limão na hora dá um toque especial.

E aí, qual combo vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se resistiram até a sobremesa ou se já capotaram nos acompanhamentos! Aqui em casa a gente sempre faz votação pra ver qual receita repete no mês que vem - e adivinha quem sempre ganha?

Pronto para explorar outras formas de fazer essa maravilha? Veja essas versões que eu adorei.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A clássica que nunca falha

autor: Dicas da Flá

Vou te confessar uma coisa: às vezes a versão mais simples é a que tem mais personalidade. Essa aqui da Flá é assim. O segredo, pra mim, tá no refogado da cebola e da calabresa. Ela manda ralar mesmo, e isso faz uma diferença absurda, porque a calabresa quase que derrete e empresta toda aquele sabor defumado pro caldo, que fica cremoso sem precisar de truques. É a minha eleita pra um dia frio de preguiça total, sabe? Você faz quase no piloto automático, mas o resultado parece que levou horas. Um prato que resolve a questão do conforto sem complicação.

Se você seguir o passo a passo direitinho, a mandioca fica no ponto exato de desmanchar. Dá até vontade de comer direto da panela. Sério, é perigoso.

3º. Versão rápida na pressão

autor: Cozinha e Churrasqueira

Teve uma vez que a Daiane chegou em casa tarde do trabalho e a gente queria muito um prato quentinho, mas sem a paciência de ficar horas cozinhando. Foi aí que essa receita salvou o jantar. Usar a panela de pressão é um jeito inteligente de manter o sabor profundo da carne, aquele que normalmente só vem com cozimento lento, mas em uma fração do tempo. O canal mostra direitinho a sequência: dourar bem a carne primeiro é obrigatório, senão fica sem graça. Isso evita aquele erro comum de jogar tudo dentro da panela e só esperar apitar.

Com ela, você tem um almoço de domingo em dia de semana. E o melhor: a limpeza depois é só de uma panela. Praticidade que a gente precisa na rotina.

4º. A mineira de respeito

Contrariando o que geralmente se pensa, a vaca atolada mineira raiz não é um caldo ralo. Ela é mais encorpada, quase um guisado. A Ediane capturou muito bem essa essência. O que eu gosto nela é a simplicidade honesta dos ingredientes. Não tem firula. É carne, mandioca, alho, cebola e aquela generosidade no cheiro verde no final. Parece bobo, mas a proporção e o momento de colocar o coentro e a cebolinha fazem toda a diferença entre um prato bom e um memorável.

Assisti esse vídeo antes de fazer para uns amigos que são de Minas, e eles aprovaram na hora. Fica a dica: se for fazer para visitas, essa é uma aposta segura. Passa aquela sensação de comida feita com cuidado, que é justamente o que a gente quer transmitir.

5º. Para um dia sem carne

Eu sempre fico impressionado como uma versão vegana pode carregar tanta alma quanto a original. Essa receita é um exemplo lindo disso. Ela resolve um problema comum: como criar um prato reconfortante, com aquela textura de "guisado", sem usar nenhum produto animal. A mandioca, claro, é a estrela, mas acho que o pulo do gato tá no caldo bem temperado e na escolha dos elementos de umami. Fica incrivelmente saboroso.

Já fiz para colegas que não comem carne e a reação foi sempre a mesma: surpresa e depois um silêncio concentrado de quem está aproveitando cada garfada. É uma adaptação inteligente que merece estar na sua lista, mesmo que você não seja vegano. Às vezes a gente só quer variar, né?

6º. Com aquele toque defumado

Aqui tem um segredo que eu demorei para aprender: a linguiça calabresa não é só um ingrediente a mais, ela é a base de um novo sabor. Quando você refoga ela no início, a gordura que solta vai ser o meio para dourar a carne e a mandioca, então todo o prato fica com aquele toque defumado e levemente picante que é viciante. A Solange mostra isso de um jeito muito natural.

É a receita ideal para quando você quer impressionar mas não quer fazer muito esforço. O sabor é complexo, parece que você ficou horas refinando o caldo, mas na verdade é um truque de um único ingrediente. Funciona demais em churrascos também, como um acompanhamento mais substancioso.

7º. A tradicional de mestre

Se você quer a receita que mais se aproxima daquela feita no fogão a lenha, essa é uma ótima referência. O que eu gosto nela é a atenção aos detalhes. O colorau não é só jogado, é dissolvido para não empelotar. A carne é selada com cuidado. Parece coisa pequena, mas são esses passos que evitam aquele gosto de "cru" no tempero ou uma carne borrachuda. Ele tem uma didática muito boa.

Fazendo assim, o caldo fica com uma cor linda e um sabor redondo, equilibrado. É a ocasião perfeita para um almoço de família grande, aquele que todo mundo pega uma segunda porção sem culpa. A dica que fica: não pule a etapa de dourar bem a carne. Paciência aqui é um ingrediente.

8º. Com a textura da canjiquinha

Essa é para quem ama uma textura diferente. A canjiquinha, quando cozida no mesmo caldo da carne e da mandioca, vira uma espécie de creme que engrossa o prato de um jeito totalmente natural. Fica incrível. É uma daquelas ideias que eu vi e pensei "por que nunca tentei?". Aprendi com esse vídeo que a canjiquinha precisa de um tempo a mais de cozimento, então é bom colocar antes da mandioca.

O resultado é um prato ainda mais reconfortante, quase uma papa gourmet, no melhor sentido. Ótima pedida para servir em tigelas fundas em noites realmente frias. Dá uma sensação de saciedade e calor que é difícil de explicar.

9º. Usando carne seca

Falando em sabor intenso, a carne seca leva o prato para outro patamar. Mas olha, tem um cuidado essencial: dessalgar muito bem a carne antes. A Lauridá a dica certa, de ir experimentando o caldo antes de botar mais sal. Já errei feio isso uma vez, então confio no meu paladar. Quando dá certo, a combinação do sabor concentrado da carne seca com a doçura da mandioca é um contraste espetacular.

É uma versão que brilha em festas ou reuniões, porque tem um gosto marcante que todo mundo comenta. Parece mais trabalhosa, mas na verdade é só um passo a mais no preparo da carne. O resto é igual. Vale a experiência.

10º. A leve com frango

Às vezes a gente quer o conforto da vaca atolada, mas sem a pesadez da carne bovina. Pra isso, essa versão com frango é perfeita. É mais rápida também, porque o frango cozinha depressa. O que eu gosto de fazer é usar coxa e sobrecoxa, com osso mesmo, porque dá muito mais sabor ao caldo. A Miriã mostra um preparo bem limpo e direto.

É uma receita que prova que o conceito do prato vai além do tipo de carne. O importante é a mandioca cozinhar naquele caldo saboroso até ficar macia e engrossar tudo. Fica ótima para um jantar durante a semana, quando você quer algo diferente do arroz com feijão, mas ainda assim prático.

11º. A que desmancha na boca

O nome já entrega, né? A Panelaterapia sempre traz um toque de técnica doméstica que faz diferença. Nessa receita, o foco é garantir que a carne fique tão macia que quase não precise de garfo. O segredo, além do tempo de cozimento, está em cortar a carne no sentido contrário às fibras. Parece detalhe, mas muda completamente a experiência na boca.

É a opção que eu escolho quando quero um efeito "uau" garantido. Serve tanto para um dia comum especial quanto para quando você precisa daquela receita coringa que nunca falha. A dica de ouro deles sobre o ponto da mandioca também é fundamental para o prato não virar uma papa sem graça.

12º. Acompanhamento de mestre

E para fechar com chave de ouro, que tal o arroz perfeito para acompanhar qualquer uma dessas versões? Esse arroz carreteiro é quase um prato principal por si só, mas combinado com uma vaca atolada, vira uma refeição lendária. O vídeo mostra um jeito bem prático de deixar o arroz soltinho e cheio de sabor, usando o próprio caldo do cozimento da carne. É um jeito inteligente de aproveitar tudo e não desperdiçar sabor.

Fazer isso em casa traz uma memória afetiva de churrascos e almoços de domingo. A reação que sempre provoca é alguém pedindo a receita do arroz. Então, se você quer caprichar no acompanhamento, essa é a sua deixa. Não vai se arrepender.

E então, qual dessas chamou sua atenção? Cada uma tem uma história, um truque diferente. Se você experimentar alguma, volta aqui pra contar como foi na sua cozinha, se adaptou alguma coisa. Adoro trocar essas ideias. E se tiver sua própria versão secreta, conta aí nos comentários do artigo, vai ser legal conhecer.

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 00:25

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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Comentários  

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Comida que acalma a alma, não tem outra igual no frio
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0 Fernanda Oliveira
É reconfortante de verdade, como um abraço quente
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0 Gabriel Joel
Ficou otimo, amei
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0 Gabriel Santos Silva
Com poucas palavras, mas muita verdade
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