Pavê de Maracujá: Doce Nirvana em Camadas

  • Descubra sabores únicos para deixar sua sobremesa ainda mais interessante.
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Posso falar a verdade? Pavê para mim era só mais um doce de festa. Até o dia em que provei uma versão caseira, feita com maracujá que não era do suco de caixinha, e a acidez da fruta cortou a doçura de um jeito que mudou completamente o jogo.

Depois disso, fui atrás. Em um curso de confeitaria, aprendi que a qualidade do maracujá faz toda a diferença, e que o segredo para as camadas perfeitas é deixar a mousse descansar no liquidificador por um minuto antes de montar. Parece besteira, mas é isso que dá aquele corpo cremoso, não aquela textura de espuma. Aqui em casa, essa receita virou pedido certo quando a família toda se reúne, e eu nem preciso perguntar mais.

Essa receita de pavê de maracujá é o resultado desse aprendizado. O contraste do azedinho com o doce é uma experiência que realmente vale a pena, te garanto. Se ficou curioso para fazer, o passo a passo completo tá logo abaixo, é bem tranquilo.

Receita de pavê de maracujá: Saiba Como Fazer

Rendimento
Serve até 6 pessoas
Preparação
20 min (+ 1h de espera)
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 8 marcados

Para a mousse e montagem:

Para a calda de maracujá:

A polpa com sementes é essencial pra calda. Uma vez tentei fazer só com o suco concentrado e ficou um negócio muito doce, sem graça. Aquele azedinho das sementinhas faz a mágica acontecer. E não se assuste com a quantidade de bolacha, ela some rápido na montagem.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 150g (1/6 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 385 kcal 19%
Carboidratos Totais 58.2g 19%
   Fibra Dietética 1.5g 6%
   Açúcares 45.8g 92%
Proteínas 6.8g 14%
Gorduras Totais 14.5g 27%
   Saturadas 9.2g 46%
   Trans 0g 0%
Colesterol 45mg 15%
Sódio 180mg 8%
Cálcio 180mg 18%
Ferro 0.8mg 4%
Vitamina C 12mg 27%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal
  • Fonte de Fibras: Contribui para digestão
  • Rico em Cálcio: Importante para ossos
  • Vitamina C: Antioxidante natural

Alertas & Alérgenos

  • Alto teor de açúcar – 92% do VD em uma porção
  • Gorduras saturadas – 46% do VD; moderar consumo
  • Contém lactose (creme de leite e leite condensado)
  • Insight: O maracujá traz vitamina C e propriedades calmantes naturais

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo a mousse de maracujá:

  1. Pega o liquidificador. Coloca o leite condensado, o creme de leite e o suco concentrado de maracujá. Taca lá.
  2. Bate por uns 2 minutos. A ideia é ficar bem lisinho e homogêneo, sabe? Parece óbvio, mas bate direito. Depois, deixa a mistura descansando no próprio copo do liquidificador por um minutinho. Isso ajuda a assentar e ficar com o corpo certo, menos aerado. Enquanto isso, você pode preparar as bolachas.

Montando as camadas:

  1. Pega sua travessa. Despeje uma camada generosa da mousse, cobrindo todo o fundo. Não precisa ser fina, mas também não exagera, porque tem mais camadas por vir.
  2. Pega as bolachas Maizena. Mergulha cada uma rapidinho no leite. É só um mergulho, um segundo, para umedecer. Não deixa encharcar, senão vira papa na travessa. Vai colocando sobre a mousse, lado a lado, até cobrir toda a superfície.
  3. Repete: mais uma camada de mousse, outra de bolachas umedecidas. Vai até quase o topo da travessa, terminando com uma camada final de mousse. Leva pra geladeira, sem a calda ainda. Só pra firmar um pouco enquanto você faz a próxima parte.

Preparando a calda (e o toque final):

  1. Pega uma panela pequena. Coloca a polpa de maracujá (com as sementes mesmo), o açúcar e a água. Mistura.
  2. Leva ao fogo médio. Deixa cozinhar, mexendo de vez em quando, até começar a ferver. Quando borbulhar, abaixa o fogo para baixo.
  3. Agora é paciência. Deixa cozinhando por uns 10 minutos em fogo baixo, mexendo a cada minuto mais ou menos. Você vai ver a calda engrossar levemente. Não precisa ficar muito grossa, porque ela vai engrossar mais ainda ao esfriar. O ponto é quando ela cobre bem o fundo da colher.
  4. Tira a panela do fogo e passa a calda pra um pote ou tigela. Deixa esfriar completamente. Esse passo é importante, se você colocar a calda quente, vai derreter a mousse.
  5. Com a calda já fria (ou no máximo em temperatura ambiente), tira o pavê da geladeira. Despeja a calda por cima da última camada de mousse e espalha com cuidado, cobrindo tudo.
  6. Devolve o pavê completo pra geladeira. Deixa lá por pelo menos 1 hora, mas o ideal é que fique umas 3 horas, ou até o dia seguinte. O sabor fica mais incorporado e a textura perfeita.

Uma dica de ouro que peguei: na hora de servir, você pode decorar com umas raspas de limão ou algumas sementes de maracujá reservadas. Fica lindo. E serve bem gelado, direto da geladeira. A Daiane adora quando a calda está bem geladinha, quase encorpada.

O que salvou esse pavê pra mim foi justamente o equilíbrio. A mousse doce e cremosa segurando aquela calda azedinha e cheia de textura das sementes. É um daqueles doces que não cansa, você come um pedaço e já quer marcar o próximo.

E aí, curtiu a ideia? A calda com sementes é o seu estilo ou você prefere coar tudo? Conta pra mim como ficou o seu, ou se você deu alguma variada, tipo trocar a bolacha por algo diferente. Lá nos comentários do Sabor na Mesa tem espaço pra todo mundo compartilhar. Vamos trocar uma ideia!

Quer saber se vai caber na dieta?

Uma fatia generosa desse pavê de maracujá tem cerca de 385 calorias (confira a tabela nutricional completa abaixo dos ingredientes). Mas sério, vale cada mordida! Se quiser reduzir, dá pra trocar o leite condensado pela versão light e usar creme de leite zero gordura – fica menos cremoso, mas ainda sim delicioso.

Quanto tempo dura esse tesouro na geladeira?

Até 3 dias bem tampado. Depois disso, as bolachas começam a ficar moles demais. Mas duvido que sobre por tanto tempo – aqui em casa some em 24 horas!

Sem bolacha maizena? Sem problemas!

Pode usar biscoito champagne (fica mais crocante) ou até mesmo pão de ló cortado em fatias finas. Já testei com bolo de laranja e ficou incrível! Só lembre de umedecer menos, porque absorve mais líquido.

Truque secreto da Daiane

Minha esposa descobriu que se você adicionar 1 colher de chá de gelatina em pó sem sabor dissolvida na calda quente, ela fica mais brilhante e grudenta. Parece coisa de confeitaria profissional!

O pecado capital do pavê

Não espere a calda esfriar antes de colocar no pavê! Já cometi esse erro e virou uma sopa ácida. Se estiver com pressa, bota a calda numa tigela sobre gelo e mexe sem parar.

Versão low carb que engana bem

Troque as bolachas por camadas finas de bolo de coco caseiro (farinha de coco, ovos e adoçante). No recheio, use leite condensado de coco caseiro e creme de leite. Fica tão bom que até quem não faz dieta vai querer.

Pavê de maracujá com twist

Joga um pouco de raspas de chocolate meio amargo por cima da calda ainda quente. O contraste do doce com o ácido é surreal. Ou então intercala camadas de manga picada entre as bolachas – combinação subestimada!

O que servir junto?

Um espumante brut geladinho corta perfeitamente a doçura. Pra versão sem álcool, sugiro um chá gelado de hibisco com gengibre. E se for servir em festa, coloca uns mini pães de queijo do lado – paulista que é paulista adora.

A parte mais chatinha

Fazer a calda sem queimar ou grudar no fundo da panela é o maior desafio. Solução? Fogo baixo e paciência. E não tira o olho nem pra responder mensagem no zap – já perdi uma calda assim, virou caramelo de maracujá (não recomendo).

Modo chef Michelin

Peneira as sementes da calda e finaliza com folhas de hortelã e ouro comestível. Serve em taças individuais com uma bolacha maizena inteira enfiada na lateral – parece aquelas sobremesas de restaurante caro!

Se tudo der errado...

Virou sopa? Congela e vira sorvete de maracujá. Bolachas ficaram moles demais? Tritura tudo e vira um "cheesecake" de colher. Queimou a calda? Bate no liquidificador com gelo e vodka – virou drink criativo!

Faço até com salário mínimo

No mês apertado, substituo o creme de leite por iogurte natural integral (fica mais leve) e uso polpa de maracujá congelada ao invés do suco concentrado. E olha que nem se nota a diferença!

De onde veio essa maravilha?

O pavê tradicional é francês (chama-se "pavé"), mas essa versão com maracujá é 100% brasuca. Surgiu como adaptação dos pavês de festa, que levavam frutas em calda. O maracujá conquistou porque corta a doçura do leite condensado – gênio quem pensou nisso!

Dois fatos que ninguém conta

1) As sementes do maracujá na calda não são só decorativas - elas estouram na boca e dão textura. 2) Se deixar o pavê 24h na geladeira, o sabor fica ainda mais intenso porque as bolachas absorvem o creme.

O que mais vai bem com esse sabor?

Experimenta colocar um pouquinho de pimenta rosa por cima - realça o ácido do maracujá. Ou então sirva com queijo coalho grelhado - parece estranho mas é tipo aquela combinação de goiabada com queijo, só que tropical!

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode, mas só sem a calda (coloca depois de descongelar). Dá pra fazer sem lactose? Sim, troca o leite condensado por leite de coco reduzido com açúcar e usa creme de leite vegetal. Por que minha calda não engrossa? Provavelmente faltou cozimento - volta pro fogo e testa o ponto colocando uma gota num prato frio.

Sabia que...

O maracujá usado em doces geralmente é o azedo (Passiflora edulis), diferente do maracujá do suco (que é mais doce). E tem um truque indígena: se bater as sementes no liquidificador, elas liberam um gel natural que ajuda a engrossar a calda!

E aí, topa o desafio?

Faz aí e me conta nos comentários como ficou! Já tentou alguma variação maluca? Aqui em casa já testamos com capim santo na calda (ficou perfumado demais). Compartilha sua experiência!

Completa a experiência: um menu que casa perfeitamente com seu pavê de maracujá

Depois de preparar essa sobremesa incrível, que tal montar uma refeição completa que harmonize com o toque cítrico e cremoso do pavê? Selecionamos opções que equilibram sabores e texturas para deixar seu almoço ou jantar ainda mais especial. Aqui em casa, adoramos essas combinações - a Daia sempre pede para repetirmos!

Para começar com o pé direito

Pão de queijo mineiro: Nada como um pão de queijo fresquinho para abrir o apetite. A versatilidade dele combina com qualquer prato principal.

Bolinho de mandioca crocante: Crocante por fora, macio por dentro e perfeito para mergulhar em um molho leve. Um clássico que nunca falha.

Caponata de berinjela: O contraste do toque mediterrâneo com a sobremesa cítrica é surpreendente. Dai adora quando faço essa!

Pratos que roubam a cena

Canja de galinha: Conforto em forma de sopa. O sabor caseiro combina demais com a frescura do maracujá no final.

Galinha escabelada: O toque ácido do prato principal prepara o paladar para a sobremesa. Uma combinação que funciona muito bem.

Galinha à cabidela: Para quem gosta de sabores intensos. O contraste com o doce da sobremesa é incrível.

Peixe grelhado com ervas: Uma opção mais leve que não compete com o sabor marcante do pavê. Minha escolha para dias quentes.

Acompanhamentos que fazem diferença

Cobertura para bolo de cenoura (receita aqui): Sim, pode usar como calda para outras sobremesas também! Um plus criativo para quem quer inovar.

Receita de Bolo de cenoura de microondas bem simples: Prático e fofinho, ótimo para quando bate aquela vontade de algo doce extra.

Arroz branco soltinho: O básico que nunca erra. Deixa o prato principal brilhar e não interfere na sobremesa.

Purê de batata-doce: O toque adocicado natural combina surpreendentemente bem com o maracujá. Experimente!

Para refrescar

Suco de maracujá natural: Amplifica o sabor da sobremesa sem competir com ela. Aqui em casa fazemos bem concentrado.

Água aromatizada com hortelã e limão: Limpa o paladar entre as garfadas de pavê. Super refrescante!

Chá gelado de camomila com mel: A suavidade perfeita para acompanhar sem interferir nos sabores principais.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões conquistou sua família como conquistou a nossa! Dai já está me pedindo para fazermos o menu completo de novo no próximo fim de semana...

Se você curtiu o pavê clássico, prepara o coração: essas 10 variações vão te dar vontade de fazer todas

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A dupla infalível: chocolate e maracujá

autor: Receitas Fáceis Cidoca Dalonso

Eu era cético. Achava que chocolate ia roubar a cena do maracujá. Mas essa combinação é um daqueles casos onde 1+1 vira 3, sabe? O amargo do chocolate meio amargo, em particular, conversa de igual pra igual com a acidez da fruta. Não é um abafando o outro, é uma parceria.

A dica pra essa versão é escolher um chocolate com boa porcentagem de cacau, algo em torno de 50% a 70%. Se for usar ao leite, talvez compense diminuir um tiquinho o açúcar no creme de maracujá. Testei as duas formas e prefiro o meio amargo, deixa tudo mais interessante, menos óbvio.

3º. A base clássica que nunca erra

autor: Cook'n Enjoy

Tem coisa mais reconfortante que o sabor da bolacha maisena levemente amolecida? É nostálgico. Essa receita é a base de tudo, o ponto de partida seguro se você nunca fez pavê. O segredo, que muita gente erra, não está em encharcar o biscoito.

É só um mergulho rápido no leite, tipo um segundo. Se ele ficar mole demais, vira uma pasta e perde a graça. A textura certa é aquela que ainda oferece uma leve resistência ao morder, mas já absorveu o sabor. Fica perfeito.

4º. Para os dias sem paciência pra fogão

Já chegou em casa morto de cansado e com uma vontade absurda de um doce? Essa versão com gelatina é a salvação. Não precisa ligar o fogão, é quase uma mágica. A gelatina dá uma estrutura firme, diferente do creme cozido, mas ainda assim gostosa.

O aviso do vídeo é crucial: o creme fica líquido mesmo. Não entre em pânico e não, repito, NÃO umedeça o biscoito. Ele vai absorver o líquido da gelatina enquanto ela firma na geladeira. É só confiar no processo. No dia seguinte, a textura está perfeita.

5º. O jeito mais rápido e econômico

Vou ser sincero: eu tinha preconceito com Tang em receita. Achei que seria artificial demais. A surpresa foi que, num aperto, funciona. O sabor é diferente da polpa, claro, mais doce e menos ácido, mas resolve muito bem uma emergência doce.

Se for tentar, minha sugestão é usar o suco em pó puro, sem dissolver em água antes. Mistura direto no creme com o leite condensado. E fica de olho no açúcar, porque o Tang já é bem doce. Talvez dê pra usar um leite condensado menos doce, se tiver.

6º. Para uma textura totalmente diferente

Triturar a bolacha em vez de usar inteira muda completamente o jogo. Vira quase um "chão" de torta, dá uma consistência mais uniforme. É bom pra quem não gosta da sensação de camadas tão distintas. Acho que fica mais elegante também, visualmente.

Só toma cuidado pra não virar farofa. O ideal é triturar no processador pulsando, até virar uma farinha grossa com alguns pedacinhos. E na hora de montar, pressiona bem com uma colher pra formar uma base compacta. Fica lindo ao cortar.

7º. Quando você quer um sabor mais "cheesecake"

Essa é sofisticada. O cream cheese adiciona uma riqueza e um tangue extra que complementa o maracujá de um jeito incrível. Realmente lembra uma cheesecake de maracujá, mas sem o trabalho de assar. É a minha escolha pra quando quero impressionar numa visita.

Dica de ouro: deixa o cream cheese fora da geladeira uns 15 minutos antes de usar. Ele fica mais fácil de misturar e incorpora melhor, sem ficar com gruminhos. E combina muito com uma calda de maracujá bem ácida por cima, pra cortar a cremosidade.

8º. Para a apresentação ficar impecável

Um pouco de chantilly por cima transforma um pavê caseiro em sobremesa de restaurante. É pura psicologia, eu acho. Mas funciona. O legal desse vídeo é que ele mostra como decorar de um jeito simples, sem precisar de saco de confeiteiro.

Se for usar chantilly pronto, escolha um de boa qualidade. Melhor ainda se for fazer em casa, é bem fácil. Só lembra de colocar o chantilly na hora de servir, ou no máximo algumas horas antes, se a geladeira for boa. Ele murcha se ficar muito tempo em contato com a umidade do doce.

9º. A praticidade do liquidificador

Já fiz muito dessa forma. É a receita anti-stress. Joga tudo no liquidificador, bate, monta e pronto. O creme fica mais aerado, leve. É perfeito pra quando a preguiça bate, mas a vontade de doce não.

De novo, a paciência é a chave. O creme vai parecer ralo, mas ele firma na geladeira. E como o vídeo diz, o biscoito vai absorver essa umidade e ficar na medida certa. Só não monta em camadas muito altas, porque a estrutura é mais delicada. Fica ótimo em taças individuais.

10º. Uma versão mais doce e cremosa

Chocolate branco e maracujá é um casamento de luxo. O branco é doce e gorduroso, e o ácido do maracujá corta justamente isso. Fica uma coisa muito equilibrada e chique. Essa receita com creme belga é um passo a frente, requer um pouco mais de atenção, mas o resultado é luxuoso.

Atenção na hora de derreter o chocolate branco. Ele queima fácil. Usa o banho-maria ou micro-ondas em potência baixa, mexendo sempre. E incorpora aos poucos no creme morno, não quente, pra não talhar. Vale o esforço.

11º. A troca ousada (e deliciosa) da bolacha

Cookie no lugar da bolacha maisena. Parece simples, mas é uma revolução no sabor. Dependendo do cookie que você usar (aveia e mel, chocolate, etc.), o pavê ganha camadas de sabor novas. Fica menos tradicional, mais "gourmet".

Como o cookie é geralmente mais macio e úmido, talvez nem precise umedecer no leite. Experimenta fazer uma camada fina e prova a textura depois de algumas horas na geladeira. Eu usei um de chocolate meio amargo e ficou espetacular, meio caminho entre pavê e uma torta de cookie.

Cada uma tem sua personalidade, né? A com cream cheese me pega sempre, não tem jeito. Mas e você, qual parece mais a sua cara? Me conta depois nos comentários qual você fez e se a galera aprovou. Adoro ler essas histórias!

Última modificação em Quarta, 10 Dezembro 2025 23:28

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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