Tabule: O Segredo Árabe que Vai Surpreender seu Paladar

  • Agora você vai ficar de boca aberta com esta receitinha para o seu dia a dia que surpreenderá toda a família
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É uma salada. Mas é também um rebolado de texturas que quase dança na boca. O segredo, que aprendi em um restaurante libanês aqui em São Paulo, está no trigo para kibe bem hidratado e na coragem de usar mais hortelã do que você imagina ser necessário.

Quando comecei a estudar culinária árabe, achava o tabule simples demais. Um erro clássico. A precisão no picadinho da salsinha, o tomate sem semente pra não molhar o prato, o equilíbrio ácido do limão com o azeite de qualidade, cada detalhe muda o jogo. Fiz uma versão que leva tomate seco, que dá um toque doce e intenso incrível.

Virou minha salada de confiança para jantares de última hora. É fresca, rápida e impressiona sempre. Vou te passar o método certo de hidratar o trigo e a proporção exata de hortelã para você acertar no primeiro try. A experiência é revigorante.

Receita de Tabule Árabe simples e bem temperado: saiba como fazer

Rendimento
4 porções
Preparação
15 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 9 marcados

Para a "Base Verde" (o coração do negócio):

Para o Corpo e o Molho:

A lista parece grande, mas é tudo coisa que você encontra em qualquer feira ou mercado. O investimento maior é tempo, e nem é tanto assim. Vale cada minuto.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 200g (1/4 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 185 kcal 9%
Carboidratos Totais 32.5g 11%
   Fibra Dietética 5.2g 21%
   Açúcares 6.8g 14%
Proteínas 4.8g 10%
Gorduras Totais 5.3g 10%
   Saturadas 0.8g 4%
   Trans 0g 0%
Colesterol 0mg 0%
Sódio 480mg 21%
Potássio 420mg 9%
Ferro 2.1mg 12%
Vitamina C 28mg 31%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegano: Sem ingredientes de origem animal
  • Vegetariano: Apropriado para dietas vegetarianas
  • Alto em Fibras: Excelente para digestão
  • Baixa Caloria: Ideal para controle de peso

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten – devido à farinha de trigo para kibe
  • Insight: Rico em antioxidantes do tomate e hortelã; suco de limão aumenta absorção de ferro
  • Hidratação do trigo é crucial para textura ideal; não pule esta etapa

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Primeiro, Acerta o Trigo:

  1. Pega o trigo para kibe e coloca numa peneira. Lava ele bem debaixo de água corrente morna, só pra tirar o excesso de amido. Deixa escorrer. Aí vem a parte importante: você vai hidratar, mas não cozinhar. Coloca o trigo num bowl e cobre com água morna (não quente) até uns 2 dedos acima. Deixa de molho por uns 30 minutos. Ele vai ficar mais cheio, mastigável, mas ainda soltinho. Passado o tempo, escorra TUDO numa peneira, e se quiser garantir, espalha num pano de prato limpo pra secar bem. O trigo tem que estar solto, não pode ficar empapado.

Hora do Picadinho Caprichado:

  1. Enquanto o trigo hidrata, vai picando tudo. A salsinha, a hortelã, a cebola, os tomates (sem semente, lembra?), e o tomate seco se for usar. Pica tudo o menor que suas habilidades permitirem. Não é pra virar uma pasta, mas um picadinho bem uniforme. Isso faz o tabule ter uma textura incrível, onde cada garfada pega um pouco de tudo.

Montagem e o Toque Mágico:

  1. Pega uma tigela grande, daquelas que sobram espaço pra mexer. Joga dentro o trigo já hidratado e sequinho, o picadinho todo de salsinha, hortelã e cebola, e os tomates picados.
  2. Rega com o suco do limão inteiro e os 30ml de azeite. Joga uma pitada generosa de sal por cima.
  3. Agora, com as mãos limpas ou com duas colheres de pau grandes, mistura tudo com um carinho e uma paciência de monge. Mexe, levanta, incorpora. O objetivo é que cada grãozinho de trigo e cada pedacinho verde fiquem bem amigos do azeite e do limão.
  4. Prova. Sempre, sempre prova. Tá bom de sal? Tá ácido o suficiente? O frescor da hortelã aparece? Ajusta o que precisar. Às vezes eu espremo mais um limãozinho, depende do dia.

Deixa descansar por uns 10 minutinhos antes de servir. Parece besteira, mas esse tempinho faz o trigo absorver o sabor do tempero e os sabores casarem direito. Fica outro nível. Serve junto com folhas de alface americana pra comer com as mãos, ou num prato fundo mesmo. É uma explosão de frescor, te juro.

Essa receita me pegou de jeito. Ela parece simples, mas tem umas exigências que fazem total sentido quando você experimenta o resultado. O picadinho miúdo, o trigo no ponto certo, a coragem com a hortelã… tudo se junta numa coisa que é mais que salada, é uma experiência. Virou minha arma secreta pra visitas inesperadas, porque impressiona e é rápido. A Daiane vive pedindo pra fazer.

E você, já tinha feito tabule assim? O que acha do tomate seco na jogada? Conta pra mim nos comentários se arriscou e como ficou, ou se tem uma variação diferente que você adora. Adoro descobrir esses pequenos ajustes que cada um faz na cozinha.

Quanto tempo dura? Dica de mestre!

Esse tabule é daqueles que melhoram com o tempo - mas só até 48 horas, viu? Depois disso, a salsinha e a hortelã começam a ficar meio tristes. Guarde na geladeira num pote fechado, e se quiser refrescar no dia seguinte, esprema mais um pouquinho de limão. Já tentei congelar uma vez... nem te conto o desastre. Virou uma pasta verde esquisita!

Sem trigo para kibe? Sem crise!

Se não achou a farinha de trigo para kibe (também conhecida como bulgur), dá pra improvisar: quinoa cozida fica incrível e ainda turbina o valor nutricional. Outra opção é usar couscous marroquino (aquele bem fininho). Uma vez a Daiane trouxe tabule feito com arroz integral frio... confesso que duvidei, mas ficou surpreendentemente bom!

Truque secreto do chef

Quer um tabule que não fica encharcado? Depois de lavar o trigo, espalhe ele num pano limpo e deixe descansando por 10 minutinhos antes de misturar. Outro macete: pique os tomates por último e jogue só na hora de servir se quiser evitar que soltem muita água. Sério, faz diferença!

Tabule para todo mundo

• Sem glúten: troque o trigo por quinoa ou arroz
• Low carb: usa couve-flor crua raladinha no lugar do trigo (fica crocante!)
• Vegano: já é naturalmente vegano, mas dá pra incrementar com cubinhos de abóbora assada
• Proteico: joga uns grãos de grão-de-bico cozido por cima

Os 3 pecados capitais do tabule

1. Exagerar no limão e transformar numa salada ácida (vai colocando aos poucos e prova!)
2. Picar as ervas grosseiramente - tem que ser bem fininho mesmo, quase um pó
3. Misturar com força - o segredo é incorporar delicadamente com as mãos limpas

O que servir com tabule? Hmmm...

• Clássico: espetinhos de carne ou frango grelhado
• Vegetariano top: berinjela assada com tahine
• Pra impressionar: sobre folhas de alface romana como wraps
• Bebida: água de pepino com hortelã ou um vinho branco bem leve

Tabule maluco (no bom sentido)

Que tal inovar? Já testei essas versões:
• Tropical: com manga e castanha de caju
• Mediterrâneo: acrescenta azeitonas pretas e cubos de queijo feta
• Paulistano: coloquei farofa de pão de alho por cima (não julga!)

Sobrou? Transforma!

Tabule do dia seguinte vira:
• Recheio de omelete
• Patê pra torrada (bate no processador com um pouco de iogurte)
• Tempero para arroz (mistura com o arroz quente na hora de servir)
As folhas da salsinha e hortelã que sobrarem? Congela em forminhas de gelo com azeite - fica perfeito pra temperar outros pratos!

Elevando o nível

Quer deixar chique pra visita? Faz assim:
• Usa tomates cereja amarelos e vermelhos cortados ao meio
• Substitui o azeite comum por um azeite trufado (só um pouquinho!)
• Decora com flores comestíveis e folhas de hortelã inteiras
• Serve em taças individuais - parece simples, mas faz toda diferença!

O ponto crítico: lavar o trigo

Esse passo parece bobo, mas é onde mais gente erra. A água tem que ser morna (não quente!) e o tempo de molho não pode passar muito dos 30 minutos senão vira papa. Um erro que cometi nas primeiras vezes: não escorrer bem. O trigo tem que ficar úmido, mas não pingando. Se ficar muito molhado, estraga a textura final.

Tabule como remédio?

Sabia que no Líbano tradicionalmente se acredita que tabule ajuda na digestão? A combinação de hortelã e limão realmente tem propriedades que aliviam o estômago. Outra curiosidade: o nome original "tabbouleh" vem de uma palavra que significa "temperado" - e não é pra menos!

Tabule no espaço

Em 1985, o primeiro astronauta árabe levou tabule para o espaço! Claro que numa versão adaptada (imagina flutuar com pedacinhos de tomate na nave?). Hoje existe até tabule desidratado para expedições. Quem diria, né?

Perguntas que sempre me fazem

Posso fazer sem hortelã? Até pode, mas perde a alma do prato. Se não gosta muito, usa menos, mas não tira totalmente.
O tomate seco é obrigatório? Não! É um extra pra quem quer um toque especial. Eu gosto porque dá um contraste doce.
Pode bater no liquidificador? PELO AMOR DE DEUS, NÃO! (desculpa o desespero, mas já vi acontecer)

De onde vem essa delícia?

O tabule nasceu nas montanhas do Líbano, onde o trigo era abundante e as ervas frescas cresciam fácil. Originalmente tinha MUITA mais salsa do que trigo - era quase uma salada de salsa com um pouquinho de cereal. Com o tempo a proporção foi invertendo. Interessante como os pratos viajam e se transformam, né?

Harmonia de sabores

O tabule é aquela raridade que combina com quase tudo: do frango grelhado mais simples até pratos elaborados de peixe. O segredo está no equilíbrio entre o frescor das ervas, a acidez do limão e a textura do trigo. Já experimentou com um pouco de romã por cima? Fica um contraste incrível de doce e ácido!

Minha maior vergonha culinária

Uma vez, no começo, confundi trigo para kibe com farinha de rosca. Resultado? Uma pasta seca e intragável que mais parecia areia da praia. A Daiane até hoje me zoa quando vou fazer tabule. Moral da história: sempre ler os rótulos com atenção, gente!

Combinações que vão fazer seu tabule brilhar ainda mais

Depois de preparar aquele tabule fresquinho, cheio de sabor e textura, que tal montar uma refeição completa que combine perfeitamente? Aqui vão nossas sugestões testadas e aprovadas - a Dai vive pedindo essas combinações quando faço tabule em casa!

Para começar com o pé direito

Falafel tradicional: Crocantes por fora e macios por dentro, esses bolinhos de grão-de-bico são um clássico que casa perfeitamente com o frescor do tabule.

Quibe assado recheado (aqui): Mais leve que o frito e com um recheio surpresa que vai deixar todo mundo animado para o prato principal.

Camarão empanado (aqui): Um luxo que vale a pena, especialmente quando você quer impressionar nas reuniões de família.

Bolinho de abobrinha: Dai adora quando faço essa versão mais leve, que combina demais com o tabule sem competir no sabor.

Pratos principais que roubam a cena (mas deixam espaço pro tabule)

Filé de frango grelhado: Simples, saudável e deixa todo o protagonismo para o acompanhamento - perfeito para quem quer sentir bem o gosto do tabule.

Peixe assado no forno que nunca falha: A leveza do peixe com aquela crosta dourada é match perfeito para o tabule, trust me!

Berinjela recheada: Para os vegetarianos (ou não), essa opção faz o tabule parecer que foi feito sob medida para acompanhar.

Cordeiro assado com ervas: Quando queremos algo mais especial, essa combinação mediterrânea nunca falha - o tabule corta a gordura do cordeiro perfeitamente.

Para fechar com chave de ouro

Mousse de coco (passo a passo no link): Leve e refrescante, não sobrecarrega depois de uma refeição equilibrada com tabule.

Cheesecake simples irresistível: O contraste de texturas com o tabule é incrível - cremoso depois de tanto crocante.

Sorvete de flocos: Nos dias mais quentes, nada como terminar com algo geladinho que lembra infância.

Fatias de melão com hortelã: Nossa opção superlight para quando exageramos no tabule (acontece!).

Bebidas para todos os tipos de prato

Chá gelado surpreendente: Faço sempre um jarro grande, especialmente no verão - o amarguinho do chá preto combina demais.

Mojito sem álcool (veja a receita): Refrescante e com aquela pitada de hortelã que conversa bem com o tabule.

Limonada com gengibre: Meu segredo é ralar bem fininho o gengibre - dá um punch que corta qualquer sensação de "pesado".

Água aromatizada com pepino e limão: Dai vive me pedindo pra fazer, especialmente quando servimos tabule - diz que é a combinação perfeita.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa como virou aqui na nossa!

Cansado do mesmo tabule? Veja essas variações que vão virar seu jogo na cozinha

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Tabule de Quinoa (Sem Glúten)

autor: Presunto Vegetariano

Te confesso que eu era meio cético com quinoa no lugar do trigo. Parecia só uma troca saudável, mas sem graça. Aí testei, e a textura fica incrível, um pouco mais macia e com um toque terroso que combina demais com o pepino japonês. É a solução perfeita pra quando você tem um amigo celíaco pra jantar e não quer fazer uma receita separada, sabe? Todo mundo come a mesma coisa, deliciosa. A dica que peguei aqui é lavar muito bem a quinoa depois de cozida, pra tirar aquela espuminha que às vezes fica, deixa o sabor mais limpo.

3º. O Tabule Clássico, Mas do Jeito Certo

autor: Nhac GNT

Todo mundo acha que sabe fazer o clássico, mas é aí que mora o perigo. O que mais vejo é gente usando trigo hidratado na medida errada, e a salada fica ou uma pasta ou um tijolo seco. Esse vídeo salva porque mostra o ponto exato: o trigo tem que ficar soltinho, absorvendo o sabor sem virar mingau. Ah, e um erro que eu mesmo cometia: picar a salsa e a hortelã muito grossas. Tem que ser fininho, quase um pó, pra misturar direitinho e aquele frescor explodir em cada garfada. Fazer desse jeito virou meu coringa para impressionar sem esforço.

4º. Tabule como Salada-Prato Completa

Tem dia que a preguiça bate, mas a vontade de comer algo fresco e gostoso também. Foi numa tarde dessas que a Daiane olhou pra geladeira e disse: "vamos aumentar o tabule?". A gente acabou jogando uns grãos de bico que sobraram, pedaços de queijo branco, e virou uma refeição de verdade. Essa versão do vídeo me lembrou disso. Ela é perfeita pra resolver aquele almoço de fim de semana sem precisar cozinhar três panelas. O segredo, como ele mostra bem, é picar TUDO bem miudinho. Aí cada garfada pega um pouco de cada sabor, fica viciante.

5º. Tabule de Couve-Flor (A surpresa)

Eu jurava que não ia gostar. Couve-flor crua e ralada no lugar do trigo? Soava estranho. Mas a curiosidade venceu e, cara, que achado. Fica super crocante, leve e absorve o molho de limão e azeite de um jeito incrível. É a melhor adaptação low-carb que já experimentei, sem ficar com cara de "comida de regime". Se você tem alguém em casa que torce o nariz pra couve-flor cozida, tenta essa. A textura é totalmente diferente e o sabor do prato domina. Pode ser aquele truque pra fazer a família comer mais vegetais sem nem perceber.

6º. Tabule Tradicional Simplificado

Tem hora que a gente só quer o caminho das pedras, sem firula. Essa receita é exatamente isso. Ela corta qualquer dúvida sobre quantidades e ordem de mistura. Me salvou numa vez que prometi levar um tabule pra uma reunião e tinha meia hora pra fazer. O que eu gosto é que ela mantém a essência: a importância de um bom azeite e de deixar a salada descansar uns 10 minutos depois de pronta, pra os sabores casarem. Rende bem, é barato e funciona sempre. Não tem como errar.

7º. Tabule com Sardinha (Ousadia que dá certo)

Isso aqui é pra quando o espírito aventureiro estiver em alta. Sardinha enlatada (da boa, em azeite) desfiada no tabule adiciona uma camada de umami e proteína que transforma a salada num prato principal fortíssimo. Parece esquisito, mas confia. Fica incrivelmente saboroso. A dica de ouro é usar o azeite da lata no tempero, junto com o azeite normal. Dá um toque de sabor do mar que combina de um jeito surpreendente com a hortelã e o limão. É um prato que conta história, sabe?

8º. Tabule para uma Multidão

Já se viu responsável pela salada de um churrasco pra 30 pessoas? Eu já, e foi um desastre da primeira vez porque tentei multiplicar a receita de casa e deu uma coisa desproporcional. Esse vídeo é o manual de sobrevivência que eu precisava. Ele ensina a escalar os ingredientes direito, especialmente o trigo e o tempero, que são os maiores vilões. Aprender a fazer nesse volume é um negócio que abrange desde festas de família até aquela comida comunitária no prédio. Vale a pena dominar.

9º. Tabule com Quinoa e Frango

Essa é a definição de "prato completo e saudável" que você pode deixar pronto na geladeira. O frango desfiado ou em cubos (gosto de grelhar com um pouco de páprica) dá uma saciedade a mais e faz dessa versão uma opção séria para o almoço de dia útil. A quinoa mantém o aspecto soltinho e a combinação com os vegetais frescos tira qualquer sensação de comida "de dieta". É prático, nutritivo e muito, muito saboroso. Basta fechar a tupperman e levar.

10º. Tabule de Couve-Flor Diferenciado

Outra de couve-flor? Sim, mas essa tem um espírito diferente. Enquanto a anterior é mais crua e crocante, essa aqui explora a couve-flor de um jeito que pode envolver um leve cozimento ou outros temperos. É pra quem quer a variação low-carb, mas busca um perfil de sabor mais complexo. Mostra como um único ingrediente-base pode levar a resultados bem distintos. É uma aula de criatividade com coisas simples. Se você gostou da ideia da couve-flor, vale ver essa também para ter mais uma carta na manga.

11º. Tabule com Lentilha

Lentilha é daquelas coisas que eu sempre tenho na despensa, mas ficava só no sopão. Usar no tabule foi um estalo. Ela dá uma cremosidade e um corpo que o trigo não tem, além de ser uma bomba de nutrientes. É a opção perfeita pra quem quer uma refeição vegetariana realmente substancial. Só cuidado para não cozinhar demais a lentilha, tem que ficar al dente pra não virar purê na salada. Quando acerto o ponto, vira um dos meus preferidos.

12º. Tabule com Quinoa e Abacate

Abacate em salada salgada já é bom. No tabule, então, fica espetacular. A cremosidade dele faz um contraste divino com a quinoa e os tomates, e dispensa até um pouco do azeite. O truque é adicionar o abacate só na hora de servir, e em pedaços não muito pequenos, para não desmanchar toda a textura. Essa versão tem um visual lindo, muito verde e vibrante, e é outra que vira um prato principal na hora. Uma combinação que parece exótica, mas que vai direto pro seu livro de receitas favoritas.

13º. Tabule com Toque Oriental

Essa é pra quebrar totalmente a expectativa. Eles usam ingredientes e temperos da culinária asiática, como molho de soja e gergelim. Pode parecer uma fusão arriscada, mas a lógica é a mesma: grãos, vegetais frescos e um molho ácido. Aprendi com receitas assim que cozinhar é sobre se inspirar, não seguir regras cegamente. É uma aventura para o paladar e um ótimo exercício para sair da zona de conforto num dia que você está entediado com o cardápio usual.

14º. Tabule Tropical (Com dicas de preparo)

O que chamo de "tropical" aqui são aqueles toques a mais que podem ser frutas ou vegetais doces. Talvez manga, ou pimentão amarelo bem doce. Esse vídeo é bom porque, além da receita em si, ele reforça técnicas fundamentais que a gente às vezes negligencia, como espremer bem o limão e como ajustar o sal no final. São detalhes que fazem uma diferença enorme no resultado. É uma base sólida para você depois criar sua própria versão "tropical" com o que tiver na feira.

15º. Tabule de Pepino e Tomate (Foco nos acompanhamentos)

Essa versão dá um destaque especial para a dupla pepino e tomate, que são a alma do tabule. A lição que fica é sobre a importância de preparar esses ingredientes direito: tomate sem sementes e suco, pepino bem firme. E a sugestão de acompanhar com pimenta síria é genial. Aquela pastinha apimentada e ácida do lado é um contraste que eleva o prato todo a outro nível. Perfeito para um churrasco diferente, onde a salada rouba a cena.

16º. Tabule Light (A versão mais leve)

"Light" pode ser sinônimo de sem graça, mas não aqui. O foco é na qualidade dos ingredientes e no equilíbrio, não só na redução de calorias. Eles mostram como maximizar o sabor com ervas frescas e um bom ácido, usando menos azeite mas sem que a salada fique seca. É uma abordagem mais técnica, que respeita a receita original enquanto a torna mais amigável para quem está de olho na alimentação. Prova que comer bem não precisa ser um sacrifício.

17º. Salada Síria (A raiz de tudo)

Voltar às origens é sempre uma boa ideia. Essa receita é pura, simples e direta. É aquele tabule que você encontra em uma boa casa árabe, sem adaptações. Assistir a uma receita como essa me lembra do primeiro restaurante libanês que fui em São Paulo, e do susto gostoso que foi perceber quanta complexidade existe na simplicidade. Se você nunca fez tabule, começa por essa. É a base que vai te dar a segurança para depois inventar e criar todas as outras variações que a gente viu.

18º. Tabule de Arroz Integral

Por último, uma ideia que parece óbvia só depois que alguém faz: arroz integral no lugar do trigo. Fica incrivelmente soltinho, com aquele leve cacchinho que o arroz integral tem, e é uma forma de reaproveitar aquele arroz que sobrou do almoço anterior. Só lembra de deixar bem frio e soltinho antes de misturar. É econômico, saudável e surpreendentemente gostoso. Uma prova de que, na cozinha, as melhores soluções às vezes estão bem na nossa frente.

Ufa, quanta opção, né? O legal do tabule é isso: ele é um conceito que você pode moldar do jeito que quiser. Qual dessas versões mais te chamou a atenção? A clássica, a de couve-flor ou alguma das mais ousadas? Se fizer alguma, volta aqui nos comentários do site e me conta como foi a experiência, se a família aprovou, se você deu a sua cara. Adoro trocar essas ideias!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 00:23

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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