16 Receitas de Harumaki Rolinho Primavera Com Massa Perfeita + Versões Sensacionais

  • Uma delícia da culinária asiática. Crocante e muito saborosa para ter muito sucesso em casa.
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Fazer massa fininha e transparente em casa é um daqueles desafios que parece coisa de restaurante. Eu pensava assim, até o dia que a fome por um harumaki caseiro falou mais alto.

O pulo do gato tá na consistência da massa, que precisa ser líquida o suficiente para virar um disco na frigideira, mas não tanto a ponto de rasgar. Uma técnica que peguei de um livro de culinária asiática é usar a massa crua como cola para fechar o rolinho perfeitamente. E o shitake seco, quando hidratado, dá um sabor profundo que cogumelo fresco não consegue.

O resultado é um harumaki ou rolinho primavera crocante por fora, com recheio quentinho e úmido por dentro. Vale cada minuto. O passo a passo completo, inclusive pra fazer o molho agridoce, tá logo abaixo. Bora tentar?

Nossa favorita: Receita de harumaki (rolinho primavera) de cogumelos simples e fácil: saiba como fazer

Rendimento
5 unidades
Preparação
30 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 18 marcados

Para a massa caseira:

Para o recheio:

Para o molho agridoce:

Pode parecer muita coisa, mas a maioria já tá na despensa. O shitake seco e o harusame você acha em mercados maiores ou lojas de produtos orientais. Se não achar o vinho de arroz, a cachaça funciona, eu juro. A Daiane duvidou da primeira vez e agora é a que mais pede.

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Informação Nutricional

Porção: 2 unidades (aproximadamente 150g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 45.2g 15%
   Fibra Dietética 3.8g 15%
   Açúcares 6.5g 13%
Proteínas 6.3g 13%
Gorduras Totais 8.9g 12%
   Saturadas 1.2g 6%
   Trans 0g 0%
Colesterol 0mg 0%
Sódio 420mg 18%
Potássio 280mg 6%
Ferro 1.8mg 10%
Vitamina A 350UI 7%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal
  • Baixa Caloria: Opção leve para lanches
  • Alto em Fibras: Bom para digestão
  • Energia: Carboidratos para disposição

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten – farinha de trigo na massa
  • Atenção ao molho: Adiciona açúcar e sódio extra
  • Insight: Rico em vegetais, fornece vitamina A e fibras; ideal como entrada ou lanche

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando a massa:

  1. Vamos começar pela massa, porque ela precisa descansar. Em uma tigela, coloque a farinha de trigo, a água, a pitada de sal e aquele fio de óleo. Misture bem com um fuê ou um garfo até ficar tudo uniforme, uma massa líquida e lisa, sem nenhum gruminho de farinha. Não precisa sovar nem nada, só integrar mesmo.

  2. Cobre a tigela com um pano ou filme e leva pra geladeira por 30 minutos. Esse tempo de descanso é o segredo para a massa ficar mais elástica e fácil de trabalhar depois. Enquanto isso, bora pro recheio.

Fazendo o recheio:

  1. Primeiro, lembra de hidratar o shitake seco em água morna e o harusame em água quente. Depois de macios, escorra bem os dois. Corta o shitake em fatias finas. O harusame você pode cortar com uma tesoura em pedaços menores, pra não ficar muito comprido no recheio.

  2. Pega a cenoura e o repolho e fatia tudo bem fininho. Eu uso um ralador de legumes na parte mais grossa, é mais rápido e fica no ponto certo. Deixa separado.

  3. Aquece uma frigideira ou wok com um fio de óleo comum. Começa refogando o shitake hidratado. Joga uma colher de sopa daquele vinho (de arroz, sakê ou cachaça) e a colher de shoyu. Deixa cozinhar por um minuto até o cheiro subir.

  4. Agora adiciona o repolho e a cenoura fatiados. Mexe bem, deixa refogar em fogo médio até começarem a amolecer, mas ainda com uma certa crocância, uns 3 ou 4 minutos. Não queremos um refogado mole.

  5. Por último, coloca o harusame escorrido e mistura tudo. Tempera com um fio de óleo de gergelim e dá mais uma mexida. Prova e vê se precisa de mais sal. Desliga o fogo e deixa esfriar um pouco. Recheio morno é mais fácil de enrolar.

Formando os discos e montando:

  1. Tira a massa da geladeira. Você vai precisar de uma frigideira antiaderente bem limpa e um pincel de cozinha (ou pode usar uma colher de sopa, mas o pincel é melhor). Aquece a frigideira em fogo médio-baixo.

  2. Com o pincel, pega um pouquinho da massa e "pinta" um disco fino na frigideira. A massa é líquida, então ela vai se espalhar sozinha. O segredo é fazer uma camada bem, bem fina. Você vai ver as bordas começarem a criar uma casquinha e a soltar do fundo. Quando o disco inteiro soltar, tá pronto. Só levantar com uma espátula. Não precisa dourar nem virar do outro lado.

    Os primeiros podem sair feios, é normal. A frigideira vai "pegar o jeito" e os últimos saem perfeitos. Reserva uns 50ml da massa crua num potinho, vamos usar como cola depois.

  3. Repete até acabar a massa. Vai fazer uns 5 ou 6 discos. Coloca um sobre o outro num prato, podem grudar um pouquinho, mas depois você separa na hora de montar.

  4. Agora, a montagem. Pega um disco na mão. Coloca uma porção de recheio (uns 2 a 3 colheres de sopa) na extremidade mais próxima de você, deixando uma margem nas laterais. Dobre essas laterais pra dentro, sobre o recheio, como se estivesse fechando uma caixa. Aí, começa a rolar o harumaki pra frente, bem apertadinho.

  5. Quando chegar no final, pega aquele pincel, molha na massa crua que reservamos e "pinta" a ponta final do disco. Completa de rolar e pressiona um pouco para a massa crua colar e selar o rolinho. Pronto, seu primeiro harumaki! Parece complicado, mas depois do segundo você pega o jeito.

Fazendo o molho e finalizando:

  1. Enquanto isso, ou depois de montar tudo, faz o molho. Mistura a água, o vinagre, o ketchup, o açúcar e o amido de milho dissolvido em uma panelinha. Leva ao fogo médio e mexe sem parar. Em poucos minutos ele vai começar a engrossar e ficar brilhante. Quando atingir a consistência de um molho mais grosso, desliga o fogo e mistura a colher de óleo de gergelim.

  2. Os harumakis você pode fritar em óleo quente até ficarem dourados e crocantes, ou assar no forno pré-aquecido a 200°C por uns 15-20 minutos, virando na metade do tempo, se quiser uma opção menos gordurosa. Fica a seu critério.

  3. Serve quentinho com o molho agridoce do lado. Cuidado com o primeiro mordida, o recheio sai quente! É um espetáculo de crocância e sabor.

A parte mais trabalhosa é fazer os discos, mas depois que pega o ritmo vai bem rápido. E a sensação de comer um rolinho primavera com massa caseira é outra, sabe? A textura é mais delicada, menos oleosa que a de pacote. Se sobrar, congele antes de fritar, aí é só tirar e jogar no óleo quente quando der vontade.

E você, costuma fazer massa pra harumaki em casa ou sempre compra pronta? Tem alguma variação de recheio que você adora? Conta pra gente nos comentários, adoro descobrir novas combinações!

Quanto custa em calorias?

Conforme nossa tabela nutricional completa, cada porção de 2 harumakis tem aproximadamente 285 calorias. O molho agridoce adiciona cerca de 30-40 calorias por colher. É uma opção vegetariana relativamente leve, perfeita como entrada ou lanche!

Guarda bem? Dura quanto?

Na geladeira: 2 dias (mas perde a crocância). Congelado? Até 1 mês! Dica: espalma os rolinhos antes de congelar pra não grudarem. Na hora de comer, direto no forno ou airfryer pra ficar sequinho.

"Meu harumaki virou uma cola escolar"

Erro clássico: exagerar no recheio. A massa rasga, o óleo vaza e vira um caos. Segura a ansiedade! O segredo é colocar só 1 colher e meio de recheio por rolinho. Outro pecado mortal: não selar bem as pontas. Pincela bem essa massa crua nas bordas, senão abre igual presente de criança.

Truque de mestre (que ninguém conta)

Usa um pincel de maquiagem limpo (novo, óbvio) pra pincelar a massa! É menor que pincel de cozinha e controla melhor. E olha essa: se a massa grudar na frigideira, joga 1 gota de óleo embaixo e espera 10 segundos - ela solta magicamente.

Sem shitake? Sem crise!

Pode trocar por champignon (fica menos autêntico, mas resolve). Sem vinho de arroz? Cachaça dá um toque brasileiro divertido. Farinha sem glúten funciona, mas a massa fica mais frágil - junta 1/2 colher de amido de milho pra ajudar. Vegano? Tira o vinho de arroz (alguns têm mel) e vê o shoyu.

"Com que isso aqui, hein?"

Clássico: molho agridoce (da receita) + um gengibre em conserva picado. Quer inovar? Põe um guacamole asiático (abacate + shoyu + wasabi). Bebida? Chá verde gelado ou até uma caipirinha de saquê pra quem curte.

De boteco a jantar chique

Corta os rolinhos ao meio e serve com palitinho como petisco. Pra jantar: monta uma "estação harumaki" com vários molhos (picante, teriyaki, mostarda e mel). Já pra festa infantil, faz mini harumakis com recheio de frango e queijo - chama de "rolinhos mágicos".

Sobrou? Transforma!

Recheio que sobrou vira omelete ou mistura no arroz frito. Massa crua? Vira panqueca (só adicionar ovo). E as cascas dos vegetais? Faz um caldo rápido com gengibre e shoyu pra sopas.

O bicho-papão da receita

Todo mundo treme na hora de virar a massa na frigideira. O timing é tudo: espera formar bolhinhas na superfície e as bordas soltarem (uns 40 segundos). Usa uma espátula fina e gira com confiança - se quebrar, vira "massa de harumaki desconstruído" (só dizer que é moderno).

Versão "tudo que tem na geladeira"

Joga dentro: queijo coalho + carne seca desfiada (virou harumaki nordestino). Ou banana da terra + canela (sobremesa surpresa). Minha ousadia favorita: requeijão + goiabada, frita e polvilha açúcar canela. Delícia criminosa.

Se tudo der errado...

Massa virou cola? Transforma em "harumaki scramble": refoga tudo junto com ovo mexido. Recheio aguado? Escorre e mistura farinha de rosca. Queimou? Raspa o queimado e finge que é "defumado". Já salvei um jantar assim e a Daiane nem percebeu!

De onde veio essa delícia?

O harumaki é o rolinho primavera japonês (diferente do chinês, que é mais crocante). A versão com cogumelos é bem tradicional em festivais de outono no Japão, quando os shitakes estão no auge. Curiosidade: o nome significa "rolinho de primavera" porque era comida sazonal!

2 segredos que ninguém fala

1) O vinho de arroz não é só sabor - o álcool evapora e ajuda a tirar o gosto "terra" dos cogumelos. 2) Deixar a massa descansar na geladeira relaxa o glúten - por isso ela não rasga fácil. Ciência, né?

Harmonia de sabores

O umami dos cogumelos + doçura da cenoura + acidez do molho criam um equilíbrio perfeito. Se quiser brincar: coloca um toque de pimenta dedo-de-moça no recheio pra dar contraste. Ou finaliza com gergelim torrado pra crocância extra.

Perguntas que todo mundo faz

Pode fritar em vez de assar? Pode, mas fica mais gorduroso (e grudento). Sem óleo de gergelim? Usa azeite, mas perde o charme. Massa pronta? Até pode, mas a caseira é 10x melhor. Por que meu molho não engrossa? Amido de milho foi pouco ou não deixou ferver o suficiente.

Meus desastres culinários

Uma vez tentei fazer a massa sem descansar... virou um Frankenstein de farinha. Outra vez exagerei no shoyu e os rolinhos ficaram mais salgados que mar. A Daiane riu mas comeu tudo mesmo assim (com 3 litros de água). Moral da história: respeite as medidas!

Modo "conta de luz alta"

Substitui os shitakes por champignon fresco (mais barato). Usa vinagre comum no molho. E o harusame? Pode ser substituído por macarrão espaguete cozido rapidinho e cortado. Fica quase igual!

Elevando o nível

Finaliza com trufa ralada (se tiver milionário). Ou faz um molho de ameixa (ameixa seca + shoyu + mel + água). Para apresentação: corta na diagonal e arruma em pé, como se fosse uma floreira. Instagramável!

Sabia que...

Originalmente, os rolinhos primavera eram recheados com brotos de bambu! E a técnica de dobrar as pontas pra dentro foi criada pra evitar vazamentos durante a fritura. No Japão, tem até competições de quem dobra mais rápido - o recorde é 50 rolinhos em 5 minutos (eu levaria 5 horas).

Completa o seu harumaki com essas sugestões que vão deixar a refeição redonda

Depois de preparar aqueles harumakis crocantes (que eu aposto que já sumiram metade da bandeja antes de chegar à mesa), que tal montar um menu completo? Aqui vão nossas combinações favoritas - a Dai já aprovou todas, e em casa é sempre assim: se sobrar, é milagre!

Para ser o astro do prato

Receita de Frango teriyaki simples: O doce-azedinho combina demais com o harumaki, e o molho é perfeito para mergulhar os rolinhos.

Tempura de camarão (descubra como preparar): Fica uma dupla de frituras asiáticas que ninguém resiste - só cuidado pra não comer antes de servir!

Carne de jaca (saiba como preparar): Para quem quer uma opção vegetariana que engana até os carnudos. A textura puxa mesmo o frango desfiado.

O time de apoio que faz diferença

Arroz frito: Clássico que nunca falha, ainda mais quando pega aquela crostinha no fundo da panela.

Macarrão de panela de pressão: Prático e sempre salvador quando a fome aperta. Dai vive fazendo versões diferentes.

Salada de alface (veja a receita): O contraste de frescor com os fritos é obrigatório. Eu gosto com aqueles croutons caseiros, mas Dai sempre reclama que é trapaça.

Legumes no vapor: Cenoura, brócolis e couve-flor bem al dente, com um fio de azeite. Simples mas cai como uma luva.

Para fechar com chave de ouro (ou de chocolate)

Brigadeiro gourmet (receita aqui): Pequenos mas poderosos - melhor fazer em dobro porque somem rápido.

Bolo de chocolate com morango surpreendente: Clássico que nunca sai de moda, e o morango corta a gordura dos fritos.

Bombom de uva (clique aqui): Leve, refrescante e aquele toque frutado que limpa o paladar.

Gelatina colorida: Nostalgia pura da infância, e as crianças (ou adultos que são crianças grandes) adoram.

Bebidas que casam perfeitamente com seu cardápio

Soda italiana (confira aqui): Refrescante, com aquela gaseificada que corta a gordura dos fritos.

Chá gelado de pêssego: Caseiro, nem muito doce - a gente faz aos litros no verão.

Água aromatizada com limão e hortelã: Simples mas eficiente, e fica linda na jarra de vidro.

E aí, qual combo vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se conseguiu fazer tudo chegar à mesa sem que o pessoal ataque antes! Aqui em casa é sempre aquela correria, mas no final a gente sempre dá um jeito de sobrar pelo menos um pedacinho de sobremesa... ou não.

Depois de pegar o jeito da massa, a brincadeira começa. Olha essas variações incríveis que separei:

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Para uma Fome de Emergência: Rolinho de Queijo

autor: Ele na Cozinha

Já aconteceu de ter visita surpresa e não ter nada para servir? Essa é a solução. A graça desse vídeo é justamente a simplicidade. Ele te mostra como um punhado de queijo — qualquer um que você tiver na geladeira, sério — vira um petisco quentinho e derretido em minutos. É a receita coringa para quando o plano A vai pro espaço. A dica que fica é: se for usar queijos mais fortes, como o gorgonzola, mistura com um pouco de mussarela pra equilibrar, senão pode ficar salgado demais.

3º. O Clássico com Toque do Mar: De Camarão

autor: Ô lá em casa

Diferente do que se acredita por aí, camarão no harumaki não é luxo, é sabor puro. O segredo, que o vídeo mostra bem, está no refogado. Usar alho-poró e aquele toque de hondashi (um tempero japonês) dá uma profundidade que só alho comum não dá. Ah, e o molho? Esquece o de pote. O agridoce caseiro que eles sugerem, feito com o próprio caldo do recheio engrossado, é outro universo. Deixa o rolinho digno de restaurante bom.

4º. Esqueça a Fritura: Assado e Crocante

Eu era cético. Acreditava que harumaki sem fritura seria uma massa borrachuda e triste. Que engano. A técnica de pincelar com óleo e assar em forno bem quente — quase como se fosse uma air fryer gigante — funciona de verdade. Fica crocante, sério. É a opção perfeita para quem faz um monte e não quer ficar na frente do fogão fritando em lotes. Só toma cuidado para não encher demais o recheio, senão pode umedecer a massa por dentro e aí perde o ponto.

5º. A Surpresa que Funciona: De Chocolate

Parece estranho, mas jura que dá certo. O contraste da massa salgada e fininha com o chocolate derretido é genial. O grande perigo aqui é o vazamento. A dica de ouro é congelar o rolinho montado por uns 15 minutos antes de fritar ou assar. A massa fica mais firme e o chocolate, um pouquinho mais sólido, não escapa. E se for de air fryer, como o vídeo comenta, fica show também. É a sobremesa que todo mundo fica olhando, desconfiado, até provar o primeiro.

6º. Doce Simples que Não Falha: Banana

Se o de chocolate parece ousado, esse é o pé no chão. Banana, canela e um fio de mel depois de pronto. Não tem como errar. É doce, mas não enjoativo. Perfeito para servir quentinho com uma bola de sorvete de creme — o derrete e fica uma loucura. Use banana nem muito verde, nem muito madura. A ponto, sabe? Aquela que já está doce mas ainda tem corpo para não virar uma papa na hora do cozimento.

7º. A Clássica Dupla Doce: Romeu e Julieta

Goiabada e queijo. Essa combinação é uma trapaça, porque sempre fica bom. No harumaki, fica melhor ainda porque a massa segura a brincadeira de texturas: o crocante por fora, o doce grudento e o queijo cremoso por dentro. Para facilitar, use goiabada cremosa. Se for a durinha, dá uma esquentadinha no micro-ondas com uma colher de água pra amolecer antes de enrolar. Economiza tempo e nervosismo.

8º. O Almoço Leve e Rápido: De Legumes

Essa é a minha salvação para comer legumes sem sentir que estou numa dieta. O corte em tiras finas da cenoura e do repolho é essencial — cozinha rápido e fica com uma textura boa, nada de pedaços crus ou empapados. O que eu gosto de fazer, e o vídeo dá essa liberdade, é jogar um pouco de gengibre ralado no refogado. Dá um toque fresco que corta a doçura natural dos legumes. Vira uma refeição de verdade, não só um petisco.

9º. Para Uma Apresentação Diferente: De Frango

autor : Food Network Brasil

Olha, essa forma de empanar e fritar, que o vídeo mostra, é um caminho sem volta. Fica tão, tão crocante que parece outra coisa. É a receita que você escolhe quando quer impressionar na apresentação, sabe? Fica lindo no prato. Só um cuidado: a massa fica super dourada rápido. Então fogo médio, e fica de olho. Vale cada segundo de atenção. É daqueles pratos que as pessoas perguntam "onde você aprendeu a fazer isso?".

10º. Doce de Pote, Versão Crocante: Banana com Nutella

É a combinação que a gente já sabe que funciona, só que embrulhada para viagem. A praticidade é absurda. A dica não óbvia é: passa uma camada bem fininha de Nutella na massa, coloca as fatias de banana e fecha. Se você colocar uma colherada grossa, além de ficar muito doce, o risco de virar uma bagunça na hora de fritar é grande. Menos é mais, nesse caso. Confia.

11º. Um Luxo Acessível: Camarão com Cream Cheese

Isso aqui é um pastel gourmet, pra ser sincero. E digo isso no melhor sentido possível. O cream cheese deixa o recheio cremoso e equilibra o sabor forte do camarão. Se você achar camarão fresco muito caro, os congelados funcionam super bem, só descongela e seca bem antes de refogar. A água que solta estraga tudo. Essa receita prova que com poucos ingredientes, mas bem escolhidos, você faz mágica.

12º. O Recheio-Curinga: De Carne

A liberdade que essa receita dá é o melhor dela. Sobrou um pouco de carne moída do ontem? Vira recheio. Lombo desfiado? Vai também. Até a sugestão de jaca para um versão vegana é genial. O que aprendi é: independente da carne, o recheio precisa estar bem sequinho antes de enrolar. Refoga até que toda a umidade evapore, senão a massa fica molenga. É um erro comum que estraga o trabalho todo.

13º. Cremoso e Saboroso: Frango com Queijo

Frango e queijo é aquele abraço de sempre, né? A sacada aqui é usar o frango desfiado ou moído bem temperado, e misturar com queijos que derretem bem. Cheddar com cream cheese é uma dupla imbatível. Se for incrementar com milho ou azeitonas, como o vídeo sugere, lembra de escorrer bem o líquido. Nada pior que um recheio aquoso. Isso resolve 90% dos problemas de harumaki que não fica crocante.

14º. A Sobremesa Elegante: Morango com Nutella

O ácido do morango corta a doçura da Nutella na medida certa. Fica sofisticado, não é aquele doce pesado. Para essa, eu prefiro assar no forno em vez de fritar. A massa fica dourada e delicada, e o morango por dentro mantém um pouco da sua textura, não vira uma sopa. Fica lindo em um jantar a dois, aquele que você quer dar uma incrementada básica mas que parece que caprichou muito.

15º. Para um Toque Francês: Salmão com Crème Fouettée

Aqui a gente dá uma fugida da massa tradicional e vai pra folhada. E tá tudo bem! É um atalho inteligente que dá um resultado lindo e super crocante. O truque das várias camadas fininhas de massa que o vídeo mostra é o que faz a diferença, cria aquela textura que esfarela na boca. Com um recheio delicado como salmão, fica equilibradíssimo. É a prova de que você pode, sim, adaptar e criar coisas novas a partir de uma ideia clássica.

16º. Da Massa ao Molho: A Versão Vegana Completa

Esse vídeo é aula. Ele não só mostra um recheio vegetal saboroso com repolho e cenoura, como ensina a fazer a massa do zero e o molho agridoce caseiro. O passo que muitos pulam é justamente o do molho. Fazer o seu, com o equilíbrio certo de ácido e doce, eleva o prato de um nível caseiro para algo realmente especial. Aprendi que a massa precisa de uma frigideira bem antiaderente e bem quente. A primeira sempre sai feia, a segunda já fica redondinha. É normal.

E aí, qual dessas vai ser a primeira experiência? Tem desde a salgada de queijo rápido até a doce de morango, então difícil errar. Se fizer, volta aqui pra contar qual foi a reação da galera aí na sua casa. Adoro ouvir essas histórias!

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 20:40

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Igor
O meu molho não engrossou de jeito nenhum na primeira tentativa. Na segunda, usei uma colher e meia de amido e deixei ferver um pouco mais, aí deu super certo. Obrigado pelas dicas na receita
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