20 Receitas de Canja de Galinha + Muitos Preparos Para Mandar O Frio Embora

  • A tradicional receita da vovó feita de uma forma especial para aquecer corações.
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Existe um momento na vida que pede por canja de galinha. Pode ser um resfriado chato, um dia cinza de São Paulo ou simplesmente a necessidade de um abraço em forma de comida, sabe?

Mas tem um detalhe que quase ninguém conta. A diferença entre uma canja aguada e aquela que parece um remédio caseiro está no frango. Eu aprendi isso na prática, depois de várias tentativas meio sem graça. A dica é dourar os pedaços na panela de pressão antes de cozinhar. Isso cria um fond, uma camada saborosa no fundo, que vai direto pro caldo. É um truque simples que aprendi estudando bases de cozinha, e faz a receita de canja de galinha simples e fácil virar algo especial.

O resultado é um caldo dourado, quase terapêutico, com o arroz soltinho e o frango que desfia fácil. É aquele prato que não alimenta só o corpo, mas dá uma sensação boa de cuidado. Se você nunca fez dessa forma, tá perdendo uma experiência gostosa de preparar. O passo a passo completo, com a medida certa do açafrão pra dar aquele tom bonito, está logo abaixo.

Receita de Canja de galinha simples e fácil caipira: como fazer

Rendimento
Uma panela para 6
Preparo
20 min
Cozimento
30 min
Total
50 min

Ingredientes

0 de 12 marcados

Para o Frango e o Caldo:

Para o Refogado e Finalização:

Essa lista parece grande, mas é a maioria tempero e coisas que você provavelmente já tem. O frango com osso é a alma do negócio, ele que dá aquele corpo ao caldo que não tem comparação.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 300g (1/6 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 28g 9%
   Fibra Dietética 2g 8%
   Açúcares 3g 6%
Proteínas 18g 36%
Gorduras Totais 10g 13%
   Saturadas 2g 10%
   Trans 0g 0%
Colesterol 45mg 15%
Sódio 480mg 21%
Potássio 380mg 8%
Ferro 1.2mg 7%
Vitamina A 650UI 13%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Baixa Caloria: Ideal para dietas de controle
  • Sem Glúten: Naturalmente sem glúten
  • Sem Lactose: Não contém laticínios
  • Recuperação: Ideal para convalescentes

Alertas & Alérgenos

  • Sódio controlável - ajuste o sal ao final
  • Insight: Rico em proteínas magras e hidrata - perfeito para dias de mal-estar
  • Excelente para crianças e idosos pela textura suave

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Primeiro, o caldo dourado do frango:

  1. Pega a panela de pressão, coloca no fogo médio com as 2 colheres de óleo. Quando o óleo esquentar, adiciona os pedaços de frango. A ideia aqui não é cozinhar por dentro, mas dourar bem por fora. Deixa uns 4 a 5 minutos de cada lado, até ficar com aquele bronzeado bonito. Isso aqui é o tal do fond que a introdução falou, o segredo do sabor.
  2. Com o frango dourado, cobre com água. Não precisa encher demais, só o suficiente para submergir os pedaços. Taca sal, umas pitadas, só para o caldo já ter algum gosto.
  3. Fecha a panela e, quando pegar pressão, conta 15 minutos em fogo médio-baixo. Desliga e deixa a pressão sair sozinha, sem correria. Enquanto isso, você pode picar os legumes.
  4. Abre a panela com cuidado. Tira os pedaços de frango com uma escumadeira e reserva numa tigela. Não joga fora o caldo! Coe ele e guarda, vai usar tudo. O frango, quando esfriar o suficiente, você desfia com as mãos ou dois garfos, descartando os ossos e a pele, se quiser.

Agora, montando a canja:

  1. Pega uma panela grande (pode ser uma comum mesmo, ou uma daquelas caçarolas). Coloca mais um fio de óleo no fundo e leva ao fogo médio. Refoga a cebola e o alho até começarem a ficar perfumados e levemente dourados, uns 2 minutos.
  2. Joga o tomate picado e mexe. Deixa cozinhar um pouco até o tomate começar a desmanchar e formar um molhinho junto com a cebola.
  3. Adiciona o frango desfiado e mexe bem para ele pegar o sabor do refogado. É hora dos temperos secos: joga o açafrão, uma pitada generosa de pimenta-do-reino, o colorau (se for usar) e mexe por mais 1 minuto.
  4. Coloca o arroz lavado e mexe para envolver tudo. Isso faz o arroz absorver um pouco da gordura e dos sabores antes de ir o caldo.
  5. Agrega a batata e a cenoura, se for usar. Mexe de novo.

Finalização e ajustes:

  1. Agora, despeja todo o caldo de frango coado que você reservou na panela. Se não cobrir tudo, completa com água fervente até passar uns dois dedos acima dos ingredientes.
  2. Aumenta o fogo até ferver. Quando borbulhar, abaixa para fogo baixo, tampa a panela, mas deixa uma frestinha. Deixa cozinhar assim por uns 15 a 20 minutos.
  3. Passado esse tempo, dá uma olhada. O arroz deve estar macio e o caldo deve ter engrossado um pouco, mas ainda estar cremoso, não seco. Se estiver muito líquido, deixa sem tampa por mais alguns minutos. Se estiver muito grosso, adiciona um pouco mais de água quente.
  4. Só agora, no final, você adiciona o cheiro-verde picado. Mexe e desliga o fogo. O calor residual vai cozinhar a salsinha e a cebolinha sem deixá-las murchas demais.
  5. Prove e ajuste o sal. As vezes precisa de um pouco mais depois que o arroz cozinha. Aí é só servir fumegante. O negócio fica com uma cor dourada linda por causa do açafrão, e o cheiro é de conforto puro.

Confesso que já fiz canja de todos os jeitos, mas esse método de dourar o frango primeiro na pressão mudou o jogo. O caldo fica com um sabor profundo, que parece que cozinhou o dia todo, mas em menos de uma hora. É impressionante a diferença que um passo a mais faz. A Daiane diz que essa versão tem gosto de "cuidado de verdade", e eu concordo.

E aí, já experimentou dourar o frango antes de cozinhar na pressão para a canja? Faz toda a diferença, né? Se você testar desse jeito, volta aqui para me contar se percebeu a mudança no sabor. Ou se tem um tempero secreto que você joga na sua canja que ninguém sabe. Aqui a gente adora trocar essas dicas de cozinha de verdade.

Quanto tempo dura? Dicas de armazenamento

Essa canja é daquelas que melhoram no dia seguinte - sério, o sabor fica mais encorpado! Na geladeira, dura até 3 dias num pote fechado. Se quiser congelar (ótimo pra dias preguiçosos), dura até 2 meses. Dica bônus: congele em porções individuais pra aquela emergência de resfriado ou dia frio. Só esquentar com um pouquinho de água pra voltar ao ponto.

Sabia quantas calorias tem?

Conforme nossa tabela nutricional completa, cada porção de 300g contém aproximadamente 285 calorias - uma opção bem leve e nutritiva! Se quiser reduzir ainda mais, tira a pele do frango antes de cozinhar e coloca menos arroz. Mas olha, num prato reconfortante como esse, as vezes a gente merece não ficar contando, né?

3 erros que quase todo mundo comete (e como evitar)

1. Fritar o frango demais antes de cozinhar - ele fica seco. Só doure levemente!
2. Colocar água de menos - a canja fica parecendo risoto. Melhor errar pra mais e ajustar depois.
3. Exagerar nos temperos no começo - o sabor concentra conforme cozinha. Vai colocando aos poucos!

Tá sem algum ingrediente? Bora improvisar!

- Frango: pode usar só peito (fica mais leve) ou só coxas (mais saboroso)
- Arroz: quinoa ou cevadinha ficam incríveis
- Tomate fresco: 1 colher de sopa de extrato de tomate resolve
- Legumes: abobrinha, chuchu ou mandioquinha são ótimos substitutos
- Açafrão: curry ou páprica doce dão outra cara (mas fica bom também!)

Truque secreto da vovó

Depois de cozido o frango, tira os ossos e coloca de volta na panela junto com um cubo de caldo de galinha caseiro (ou até aqueles industrializados, vai). O sabor fica 200% mais intenso! E se quiser um toque cremoso sem lactose, bate um pouco da canja no liquidificador e mistura de volta.

Versões para todo mundo

Low carb: Troca o arroz por couve-flor picada bem pequenininha
Sem glúten: Naturalmente sem glúten (só confere os temperos!)
Vegetariana: Substitui o frango por cogumelos shitake e usa caldo de legumes
Proteica: Coloca ovo cozido picado por cima na hora de servir

O que servir junto? Ideias matadoras

- Torradinhas de pão francês amanhecido (ótimo pra mergulhar)
- Gergelim torrado por cima dá um crocante incrível
- Um fio de azeite trufado na hora de servir (pra impressionar)
- Limão espremido na hora pra quem gosta de um toque ácido
- Pimenta calabresa moída na hora pra apimentar

Canja diferente? Temos!

Canja nordestina: Coloca macaxeira e coentro
Canja gourmet: Usa frango caipira e shimeji
Canja rápida: Frango desfiado pronto e arroz parboilizado
Canja cremosa: Bate metade no liquidificador e junta creme de leite
Canja detox: Adiciona gengibre e couve no final

O ponto crítico: não erra no arroz!

Aqui é onde muita gente se perde. O arroz tem que ficar bem molhadinho, mas não empapado. Dica infalível: coloca 1/4 xícara a menos de água do que faria no arroz normal. Se faltar líquido, vai acrescentando água quente aos poucos. E sempre prova o grão - deve estar macio porém inteiro.

Sobrou? Transforma!

- Vira recheio de panqueca ou torta
- Bate no liquidificador com mais água e vira sopa creme
- Mistura com farinha de rosca e faz bolinho frito
- Congela em forminhas de gelo pra usar como base de outros pratos
- Aproveita os ossos pra fazer um caldo superpotente

De resfriado a jantar chique

Festa infantil: Faz com frango desfiado e corta os legumes em formatos divertidos
Date night: Serve em xícaras chiques com um fio de azeite e pétalas de flor comestível
Chá de panela: Coloca em potinhos individuais decorados
Dia de doença: Adiciona mais alho e gengibre (ótimas propriedades!)

2 coisas que ninguém te conta sobre canja

1. A canja era considerada remédio na Europa medieval - tanto que em Portugal ainda chamam de "canja medicinal"
2. O nome vem do termo tâmil "kanji" (água de arroz), trazido pra cá pelos portugueses que aprenderam na Índia. História global num prato só!

Já errei pra caramba - aprendi assim

Uma vez coloquei água demais e virou uma "sopa de arroz" triste. Salvei engrossando com maisena dissolvida em água fria. Outra vez esqueci o frango cozinhando e quase virou borracha - agora sempre uso timer! E a Daiane já colocou arroz demais e ficou um tijolo... tivemos que chamar de "risoto de canja" pra disfarçar.

De onde vem essa maravilha?

A canja é tão nossa que a gente até esquece que veio de Portugal (que por sua vez pegou da Índia). Mas a versão brasileira ganhou personalidade própria com os temperos locais. Dizem que no século XIX já era o prato preferido pra recuperar doentes - e até hoje funciona, né? Minha avó jurava que canja curava até dor de cotovelo...

Harmonização inusitada

Parece loucura, mas experimenta:
- Um chá verde gelado com limão corta a gordura
- Cerveja wheat beer combina surpreendentemente bem
- Vinho branco leve tipo Pinot Grigio
- Suco de maracujá natural (o ácido contrasta lindo)
- E claro, o clássico cafezinho depois!

Perguntas que sempre me fazem

Pode fazer sem panela de pressão? Pode! Só vai demorar o dobro do tempo.
Congela bem? Demais! Só o arroz pode ficar um pouco mais mole.
Posso usar frango congelado? Pode, mas descongela antes pra não alterar o tempo de cozimento.
Por que meu frango fica duro? Ou cozinhou pouco ou cozinhou demais. 20 minutos na pressão é o ideal.

Se TUDO der errado...

- Virou sopa rala? Bate um pouco de arroz cozido e mistura pra engrossar.
- Ficou sem graça? Refoga mais alho e cebola separado e mistura.
- Queimou o fundo? NÃO MEXE! Passa pra outra panela sem pegar a parte queimada.
- Salgou? Coloca batata crua descascada que ela absorve o excesso.

E aí, vai testar?

Essa receita já salvou muitos jantares de última hora aqui em casa. Conta nos comentários como ficou a sua - já passou por algum desastre culinário que virou história engraçada depois? Aqui toda panela queimada vira motivo de risada (depois da fome passada, claro).

Canja que aquece a alma (e a barriga): um menu completo pra curtir em casa

Quem nunca precisou daquele prato que é abraço líquido num dia frio? Pois é, por isso montamos um cardápio completo em volta da canja, com entradas, acompanhamentos e sobremesas que combinam perfeitamente. Aqui em casa, a Daiane sempre pede pra repetir o terceiro item da lista - e eu não julgo, é bom demais!

Para começar com o pé direito

Empada de queijo (clique aqui e aprenda): crocante por fora, cremosa por dentro. Essa aqui é daquelas que some em 5 minutos da mesa.

Pastel de camarão que todo mundo elogia: um clássico que nunca falha. A dica é servir bem quentinho praquele estalo perfeito na primeira mordida.

Quibe de abóbora (descubra os detalhes): diferente, leve e cheio de sabor. Ótimo pra quem quer fugir do tradicional sem perder a graça.

O time que vai fazer seu prato brilhar

Bolinho de arroz (dicas incríveis no link): aproveita a sobra do arroz e vira uma explosão de crocância. Cuidado que vicia!

Salada de bacalhau que faz sucesso: traz um contraste refrescante e combina surpreendentemente bem com a canja.

Receita de Torta de abobrinha fácil: leve, mas que dá aquela sensação gostosa de comida caseira. A Daiane sempre faz no final de semana.

Doces finais felizes

Doce de abóbora que toda a família pede: caseiro, aconchegante e com aquele gostinho de infância. Melhor ainda se comer ainda morno.

Sorvete de manga que todo mundo elogia: refrescante e doce na medida. Aquele alívio depois de uma refeição quentinha.

Brigadeiro de colher (modo de preparo no link): porque depois de tanta comida boa, só mesmo um docinho pra fechar com chave de ouro.

Bebidas: Combinações que surpreendem positivamente

Suco de caju (clique aqui para o passo a passo): doce, levemente ácido e super refrescante. Combina demais com pratos reconfortantes.

Água com gás e limão: simples, mas eficiente. Ajuda a limpar o paladar entre uma garfada e outra.

Chá de camomila com mel: pra quem quer terminar a refeição relaxando. Especialmente bom nos dias mais frios.

E aí, qual combo vai testar primeiro? Aqui em casa já provamos todos (alguns mais vezes do que deveríamos, confesso) e cada um tem seu charme. Conta pra gente nos comentários se alguma combinação virou hit aí na sua casa também!

Do clássico ao criativo: 20 canjas que vão muito além do remédio caseiro

Depois que você domina a base, com aquele caldo dourado do frango dourado, a brincadeira começa de verdade. Canja não é só para quando a gripe bate, é uma tela em branco na cozinha. Eu passei a enxergar assim depois de testar um monte de variações, algumas por necessidade, outras pura curiosidade. Reuni aqui as que mais me surpreenderam, de canais que realmente ensinam, não só mostram. Tem desde a versão que salva o jantar em 7 minutos até aquela que você faz quase sem perceber, enquanto cuida de outras coisas. Dá uma olhada.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O alicerce de tudo: canja com arroz cozido e legumes

Autor: Guia da Cozinha

Essa é a receita-espinha dorsal, aquela que todo mundo precisa ter na manga. O que eu gosto nela é a honestidade: não promete milagres, entrega um sabor ótimo e direto. A dica que eu sempre sigo é cozinhar os legumes em tempos diferentes. Joga a batata e a cenoura primeiro, que são mais duras, e deixa a vagem ou a abobrinha pro final, pra não virar uma papa. Quanto mais cor no prato, mais nutriente e mais bonito fica. É a prova de que simples, feito com atenção, é sempre a melhor escolha.

3º. Para quem acha que canja com macarrão é heresia

Autor: Culinária com Carmem Rosa

Olha, eu também já fui desse time. Até provar uma bem feita. O macarrão, especialmente um tipo curto como o penne ou o parafuso, segura o caldo dentro e dá uma saciedade diferente. Vira uma refeição completa de verdade. A chave é cozinhar o macarrão separadamente e adicionar na hora de servir, senão ele continua absorvendo o caldo e fica super mole, uma coisa esfarrapada. Fica a dica. Depois que acerta isso, vira um coringa pra agradar quem acha arroz em canja meio sem graça.

4º. Quinoa fit: quando o cuidado vem de dentro

Essa é pra quando você não está só resfriado, mas se sentindo meio desmontado e quer uma comida que seja um verdadeiro reforço. A quinoa dá uma cremosidade leve e é cheia de proteína. O gengibre e as especiarias fazem toda a diferença, deixam o caldo vivo, quase picante. E a dica de hidratar a quinoa antes é crucial, senão ela pode ficar com um amargor. É uma canja que não pesa, mas sustenta. A Daiane adora fazer essa quando a gente sente que precisa dar uma desintoxicada.

5º. Panela de pressão: o atalho que não engana

Em 20 minutos você tem um caldo rico e um frango que desfia só de olhar. A pressão extrai o sabor dos ossos de um jeito que nenhuma panela comum consegue. Meu único cuidado é com o tempo do arroz. Se for colocar junto, tem que ser o último, senão vira um mingau. Prefiro fazer o arroz soltinho separadamente e montar o prato na hora. É a receita salva-vidas para aquela vontade repentina num dia de semana qualquer. Funciona sempre.

6º. Arroz integral: a troca inteligente que vale a pena

Se você quer uma canja mais substancial, que segure a fome por mais tempo, essa é a jogada. O arroz integral tem mais fibra e um sabor mais terroso, que combina bem com o caldo de galinha. Só precisa de paciência, porque ele leva quase o dobro do tempo para ficar no ponto. Uma boa é deixá-lo de molho por meia hora antes, ajuda a cozinhar mais rápido. O resultado é uma textura mais interessante e uma refeição que realmente nutre.

7º. Frango desfiado: o resgate da sobra que vira estrela

Aqui está a solução para a eterna pergunta: o que faço com aquele frango assado ou cozido que sobrou? Em vez de fazer risoto ou recheio de pastel, transforma em canja. Como a proteína já está pronta, é questão de fazer um caldo básico com os temperos e legumes, e no final juntar o frango desfiado só para aquecer. Fica pronta em 15 minutos, no máximo. É econômica, prática e tão gostosa quanto a feita do zero. Um truque de mestre para dias corridos.

8º. Panela elétrica: os 7 minutos mais mágicos da sua cozinha

Isso não é exagero, funciona mesmo. A panela elétrica atinge uma temperatura altíssima muito rápido, cozinhando tudo em tempo recorde. O frango sai tão macio que desfia com um garfo, como o vídeo mostra. É a receita definitiva para a pressa. Só tome cuidado ao abrir a tampa, o vapor sai quente pra caramba. Para quem tem uma dessas panelas esquecida no armário, essa receita é o motivo perfeito para tirá-la de lá.

9º. Com batata: o clássico reforçado que espanta o frio

A batata cozida e desmanchando no caldo é o que transforma uma canja comum em uma refeição reconfortante de verdade. Ela naturalmente engrossa o caldo, deixando ele mais encorpado. A pimenta do reino, como a receita sugere, é essencial, ela ‘acorda’ todos os outros sabores. Essa é a canja que minha memória afetiva chama de ‘canja de vó’ – simples, direta, e que resolve qualquer mal-estar. Perfeita para uma noite tranquila em casa.

10º. Creme de leite e milho: a canja que virou creme

Para quem tem aversão a caldos ralos, essa versão é uma salvação. O creme de leite dá uma textura aveludada incrível, e o milho traz um toque de doçura e cor. Fica com uma cara bem cremosa, quase um *chowder* de frango. É importante adicionar o creme de leite no final, com o fogo já desligado, para não talhar. Vira um prato elegante, que pode ser servido até para visita sem medo de ser feliz.

11º. Frango a passarinho: os pedacinhos que fazem a festa

Usar o frango a passarinho, cortado em pedaços pequenos, muda completamente a experiência. Em vez de desfiar, você mastiga pedacinhos saborosos de carne em cada colherada. E como a receita lembra, essa versão pede muitos legumes coloridos. Pimentão, ervilha, milho. Vira uma festa na panela. É uma canja mais ‘divertida’ e menos ‘medicinal’, ótima para servir para crianças ou para quem acha o prato tradicional muito monótono.

12º. Couve: o superverde que dá força

Essa é a canja para quando a pessoa está realmente debilitada, precisando de um choque de nutrientes. A couve é um daqueles vegetais poderosos, cheio de vitaminas. A dica é adicioná-la picada bem fininha nos últimos 5 minutos de cozimento, para que ela mantenha a cor vibrante e não fique com aquele cheiro forte de repolho cozido demais. O caldo fica com um verde lindo e um sabor que realmente passa a sensação de ‘isso vai me fazer bem’.

13º. Sem arroz: a versão low carb que não deixa a desejar

A abobrinha ralada é uma ideia genial para quem está evitando carboidratos. Ela dá corpo ao caldo e, depois de cozida, quase passa despercebida, funcionando como um ‘arroz’ fantasma. O segredo é ralar grosso e cozinhar só até ficar al dente, senão some completamente. É uma maneira de manter o ritual reconfortante da canja mesmo em dietas restritivas. Funciona tão bem que você nem sente falta do arroz.

14º. Mandioca: a energia pura em forma de caldo

Se a canja com batata é reconfortante, a com mandioca é revigorante. A mandioca cozida e desmanchada no caldo o deixa mais espesso e dá uma energia a mais, daquelas que você sente de verdade. É uma opção mais encorpada, quase uma sopa-creme sem precisar de creme. Perfeita para dias de muito frio ou de atividade física. Só lembra de descascar e cortar bem a mandioca, e cozinhar até ela ficar bem macia.

15º. Ovo escalfado e miúdos: o toque gourmet de antigamente

Essa é a canja das ocasiões. O ovo escalfado colocado por cima na hora de servir, com a gema ainda mole que se mistura ao caldo, é um luxo. Os miúdos (como o coração e a moela) dão uma textura e um sabor mais complexos, lembrando receitas antigas. Não é para todos os dias, mas quando você faz, vira um evento. A dica do fio de azeite final é brilhante, acrescenta um frescor incrível.

16º. Com pé de galinha: o segredo do caldo perfeito

Os pés de galinha são cheios de colágeno, a substância mágica que deixa qualquer caldo gelado depois de frio, de tão encorpado. A etapa de deixar de molho com vinagre e limão é importante para limpar bem e tirar qualquer odor. O resultado é um caldo com uma textura incrível, nutritivo e que realmente parece um remédio caseiro dos bons. Para puristas da canja, essa é a versão definitiva.

17º. Coxa e sobrecoxa: onde mora a suculência

Esqueça o peito de frango se o objetivo é sabor. A coxa e a sobrecoxa, com sua gordura e pele, criam um caldo infinitamente mais rico e saboroso. A carne fica incrivelmente macia e úmida. É a prova de que canja não é prato de doente, é prato de gente que gosta de comer bem, mesmo algo simples. Deixa o frango temperado com antecedência, como sugerido, e o sabor penetra de um jeito maravilhoso.

18º. Mandioquinha: a cremosidade sem lactose

A mandioquinha, ou batata-baroa, tem o poder de desfazer e engrossar o caldo, deixando-o naturalmente cremoso e com um sabor levemente adocicado. É um efeito parecido com o da batata, mas mais delicado. Perfeita para quem quer uma textura mais encorpada sem usar creme de leite ou farinha. Cozinha rápido e é uma ótima maneira de introduzir um legume diferente no prato.

19º. Filé de frango e inhame: o reforço pesado

O inhame é outro superalimento que combina perfeitamente com canja. Ele é digestivo e cheio de nutrientes. Junto com o filé de frango, mais magro, forma uma combinação poderosa para quem precisa se recuperar. O inhame também ajuda a dar corpo ao caldo. Essa é a canja que você faz para alguém que está se recuperando de algo mais sério, ou para você mesmo num dia que sente que precisa de um cuidado extra.

20º. Peito de frango e hortelã: a combinação refrescante

Quem disse que canja tem que ser pesada? A hortelã dá um frescor incrível, especialmente se você está com o paladar meio abatido. O peito de frango, mais leve, combina com essa proposta. Adicione a hortelã picada no final, para manter o aroma. É uma canja diferente, quase Mediterrânea, que prova como um único ingrediente pode transformar um prato tão tradicional. Ideal para quando você está se sentindo indisposto mas quer algo leve.

Depois de ver tanta opção, fica difícil escolher só uma, né? A verdade é que a canja acompanha a gente em momentos diferentes. Eu tenho a minha de confiança para os dias ruins, e outra para quando quero experimentar algo novo. E você? Qual dessas parece que foi feita para o seu próximo dia frio, ou para aquela necessidade de conforto? Me conta aqui nos comentários qual você vai testar primeiro – ou se já tem a sua receita infalível. Adoro aprender com as experiências de vocês!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 10:07

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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