14 Receitas de Lámen COM Boas Variações Super Deliciosas E Surpreendentes

  • Domine esse incrível prato oriental cheio de charme e muito saboroso.
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Eu tinha um certo medo do lámen. Achar que era só um miojo caro e complicado, sabe. Até encarar um prato no Terraço Itália, de um chef que estudou no Japão, e perceber que a mágica estava no equilíbrio do caldo. Aquela sopa tinha alma, e eu queria uma versão minha em casa, sem precisar de um diploma em gastronomia pra fazer.

O pulo do gato, aprendi depois de muita prática e de um curso focado em caldos, é a dupla infusão. Você dourar bem a costelinha para criar o sabor de fundo, e depois o gengibre ralado no shoyu para dar aquele toque aromático e limpo que corta a gordura. São passos simples, mas que fazem toda diferença no resultado final.

Essa receita de lámen que vou te mostrar é justamente isso. A versão caseira, acessível e absurdamente saborosa que consegui depois de alguns... digamos, ensaios aquáticos. O passo a passo completo, com todos os meus acertos e ajustes, está aqui embaixo. Bora descobrir que fazer lámen em casa é uma experiência viciante.

Receita de Lámen Japonês de Porco Shoyu simples e fácil: como fazer

Rendimento
4 tigelas
Preparo
30 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 15 marcados

Para o caldo e a proteína:

Para as tigelas (a parte divertida):

Separa quatro tigelas fundas, de preferência aquelas que aguentam calor. E uma panela grande, de fundo grosso, é sua melhor amiga aqui para fazer o caldo sem queimar.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 650g (1 tigela completa)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 720 kcal 36%
Carboidratos Totais 52g 17%
   Fibra Dietética 3g 12%
   Açúcares 8g 16%
Proteínas 35g 70%
Gorduras Totais 38g 69%
   Saturadas 14g 70%
   Trans 0g 0%
Colesterol 145mg 48%
Sódio 2,850mg 124%
Potássio 680mg 15%
Ferro 3.5mg 19%
Cálcio 85mg 7%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Alto em Proteína: Excelente para recuperação muscular
  • Rico em Ferro: Bom para prevenção de anemia
  • Energia: Combinação balanceada de macros

Alertas & Alérgenos

  • Altíssimo sódio – 124% do VD! Hipertensos devem evitar
  • Alta gordura saturada – 70% do VD em uma refeição
  • Contém glúten – Macarrão instantâneo e shoyu
  • Contém soja – Presente no molho shoyu
  • Insight: Comparado a um lámen tradicional de restaurante (1000+ calorias), esta versão caseira é mais leve

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo o caldo (a alma do negócio):

  1. Pega sua panela grande e coloca em fogo médio. Adicione um fio de óleo e frite o alho esmagado até ficar dourado e cheiroso. Cuidado para não queimar, senão fica amargo.
  2. Junte as fatias de cebola e refogue por uns 2 minutos, até começarem a ficar translúcidas. Isso aqui é a base de sabor.
  3. Agora, coloque os pedaços de costelinha na panela, com a parte mais gordurosa virada para baixo. Deixa dourar bem de um lado, uns 3 a 4 minutos. Vira e dourar o outro lado também. Esse passo de dourar a carne é o que dá aquele sabor profundo ao caldo, não pule.
  4. Com a carne dourada, acrescente os 2 litros de água. Vai chiar um pouco, é normal. Deixa ferver, então abaixa o fogo para médio-baixo, tampa parcialmente e deixa cozinhar por uns 20 minutos. A gordura vai subir, você pode tirar um pouco com uma colher se quiser.
  5. Enquanto o caldo cozinha, prepara o "tare" (o tempero do caldo). Num potinho, misture o shoyu com o gengibre bem ralado. Mexe e reserva. Essa mistura vai dar aquele toque fresco e aromático que o chef do Terraço Itália me mostrou ser essencial.
  6. Passados os 20 minutos, adicione a mistura de shoyu e gengibre ao caldo. Mexe, prova e ajusta o sal se precisar. Deixa cozinhar por mais 5 minutos com a panela destampada. Seu caldo está pronto.

Preparando os acompanhamentos:

  1. Os ovos: Ferve água numa panela pequena. Com cuidado, coloque os ovos (em temperatura ambiente é melhor) e cozinhe por 6 minutos e 30 segundos exatos. Depois, coloca sob água gelada para parar o cozimento. Descasca e você terá uma gema cremosa perfeita.
  2. O macarrão: Cozinhe o macarrão instantâneo em água separada, seguindo o tempo da embalagem (geralmente 3 minutos). Escorra e reserve. Não use o tempero em pó.
  3. Os vegetais: Passe o moyashi (broto de feijão) rapidamente em água fervente por 30 segundos para tirar o sabor cru. Escorra. A acelaga pode ficar crua mesmo, mas se preferir mais macia, dá um choque rápido na água quente também.

Montando as tigelas (hora de brilhar):

  1. Divide o macarrão escorrido entre as quatro tigelas fundas.
  2. Com uma concha, adiciona o caldo quente por cima do macarrão, cobrindo bem.
  3. Agora decora: coloque dois pedaços de costelinha por tigela, um ovo cortado ao meio, um punhado de acelga, um pouco do moyashi e do milho (se for usar).
  4. Finaliza com uma generosa pitada de cebolinha picada por cima de tudo.
  5. Serve na hora, bem quente. O negócio é misturar um pouco e ir comendo, fazendo cada garfada uma mistura de macarrão, caldo e um pedacinho dos acompanhamentos. A Daiane sempre pede o ovo primeiro, ela é craque em deixar a gema escorrer pelo caldo.

Depois que você faz esse lámen uma vez, fica difícil voltar para o miojo comum, sério. A simplicidade dos passos esconde um resultado que parece de restaurante, e a melhor parte é que cada tigela fica do seu jeito. Eu gosto de colocar mais gengibre, a Daiane coloca milho em tudo.

E aí, o medo do lámen caseiro passou? Me conta nos comentários se você já tinha tentado algo parecido ou se alguma dica, como o tempo exato do ovo, fez diferença aí na sua cozinha. Se tiver uma sugestão de acompanhamento diferente, manda ver, estou sempre querendo variar as tigelas aqui de casa!

Quanto tempo dura esse lámen?

O caldo pode ser guardado na geladeira por até 3 dias, mas o macarrão é melhor comer na hora – senão vira uma gosma triste. As costelinhas aguentam 4 dias se tiverem mergulhadas no caldo. Dica da Daiane: congelar o caldo em potinhos pra emergências de fome noturna (já salvou nosso casamento pelo menos 3 vezes).

Tá de dieta? Olha só o estrago:

Cada tigela dessa beleza tem 720 calorias (confira todos os detalhes na tabela nutricional completa). Quer cortar? Troca o macarrão instantâneo por shirataki e usa lombo magro – cai pra 400 calorias. Mas sério, às vezes vale o pecado.

Se faltar ingrediente, não surta!

- Sem shoyu? Molho inglês + sal resolve (não me julguem, já fiz na desespero)
- Vegano? Troca a costelinha por shitake grelhado e usa caldo de legumes
- Alergia a trigo? Macarrão de arroz e shoyu sem glúten
- Odeia acelga? Espinafre baby fica top também

Hack que mudou minha vida lámenística

Frita um pouco de bacon junto com o alho no começo (joga fora o bacon depois se quiser). O sabor defumado que fica no caldo? Nível restaurante caro. Outra: deixa os ovos marinando no shoyu overnight – vira aqueles ovos marrons perfeitos.

Os 3 pecados capitais do lámen caseiro

1. Ferver o caldo em fogo alto – fica turvo e perde nuance
2. Cozinhar o macarrão direto no caldo – vira sopa grudenta
3. Colocar shoyu puro na tigela – tempera antes no caldo, senão fica salgado demais

O ponto crítico: as costelinhas

Todo mundo erra aqui: tem que dourar bem os dois lados antes de colocar água, senão a gordura não derrete direito. Se a carne tá dura depois de cozida, deixa mais 20 minutinhos no caldo em fogo baixíssimo. Confia.

O que jogar junto pra ficar épico?

- Pimenta rayu (aquela óleo de pimenta japonesa)
- Fatias finas de narutomaki (aqueles enroladinhos rosados)
- Um shot de saquê quente do lado (pra quem bebe)
- Couve-flor torada no forno com shoyu

Sobrou? Transforma!

Caldo virou risoto (adicione arroz arbóreo e queijo ralado). Costelinha vira recheio de sanduíche com pão de forma tostado. E o pior pecado: Daiane já fez pizza com sobra de lámen (não julguem, estava bêbada e ficou... interessante).

Modo "quero impressionar alguém"

Compra uns negi (cebolinha japonesa gigante) e corta em talhas finíssimas na diagonal. Usa macarrão artesanal de lámen (vende em lojas especializadas). E o toque final: torra alho fatiado até ficar crocante pra colocar por cima – parece simples mas faz TODO mundo pedir sua receita.

2 segredos que ninguém conta

1. O barulho do lámen: tem que fazer aquele "suuuck" ao comer, é parte da experiência!
2. A tigela ideal é de cerâmica grossa – segura o calor por mais tempo e muda completamente a experiência

Perguntas que todo mundo faz

Posso usar macarrão normal? Pode, mas fica mais mole – cozinhe 1 minuto a menos que o pacote indica.
Por que meu caldo não fica gostoso? Provavelmente faltou dourar bem as carnes ou usou pouco gengibre.
Congela bem? O caldo sim, o resto não vale a pena.

De onde veio essa mistura?

O lámen shoyu nasceu em 1910 em Tokyo, quando um cara chamado Ozaki Kenji decidiu misturar caldo chinês com shoyu japonês. Virou comida de trabalhador porque era barato e energético. Hoje tem museu dedicado a isso no Japão – sério, pesquise "Shin-Yokohama Ramen Museum".

E aí, topa o desafio?

Se fizer, me conta nos comentários como ficou! Já tentou alguma variação maluca? A Daiane vive inventando moda – semana passada botou abacaxi no caldo (não pergunte). Compartilha aí tua experiência!

Um banquete que vai te transportar para as ruas de Tóquio

Se você tá montando um japa em casa e quer impressionar (ou só se esbaldar mesmo), essa combinação perfeita vai fazer seu lámen brilhar ainda mais. A Daiane sempre pede pra eu repetir esse menu todo!

Para começar com o pé direito

Harumaki que faz sucesso - Crocante por fora, recheio cremoso por dentro. A gente sempre faz uma fornada extra porque some rápido!

Takoyaki - Essas bolinhas de polvo são viciantes. Cuidado pra não encher o bucho antes do prato principal!

Bolinho de arroz com queijo fácil e rápido - Crocante por fora, derrete na boca. A Daiane briga pelo último!

Os melhores parceiros do seu lámen

Onigiri rápido - Prático, versátil e perfeito pra quando a fome bater forte. Faço uns 3 sabores diferentes.

Pepino em conserva (nosso preparo) - Aquele toque ácido que corta a gordura do caldo. Meu segredo é deixar curtindo 2 dias.

Shitake - Dá um toque umami que combina demais. Quando acho fresco na feira, é festa!

Para fechar com chave de ouro

Cheesecake de morango que parece de restaurante - Cremoso sem ser pesado. A Daiane diz que é a melhor parte da refeição!

Pudim de coco (todas as dicas no link) - Leve, refrescante e com textura de nuvem. Minha versão tem uma calda de laranja que é um show à parte.

Sorvete de abacate (clique aqui e surpreenda-se) - Diferente e incrivelmente cremoso. Faço no inverno mesmo, não resisto!

Bebidas: Sugestões para uma experiência memorável

Chá de maçã com canela (clique aqui para a versão fácil) - Aroma reconfortante que combina demais com as especiarias do lámen.

Receita de Suco de maracujá fácil - O contraste ácido é perfeito pra equilibrar o prato principal.

Latte (nossa receita) - Pra quem quer um cafezinho depois da refeição, mas com estilo japonês.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se conseguiu resistir a repetir algum prato (eu nunca consigo)!

Sabor no ponto: outras formas incríveis de explorar o mundo do lámen

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Lámen Chinês: a arte de fazer a massa em casa

autor: Allrecipes Brasil

Confesso que eu tinha um certo preconceito com lámen chinês, achando que seria só uma sopa mais encorpada. Que engano. A grande sacada dessa versão — e o vídeo mostra muito bem — é fazer as tiras de massa do zero. Pode parecer trabalhoso, mas a textura que você consegue não tem comparação com nada industrializado, é outra liga. O lombo de porco e o broto de bambu dão um contraste de sabor que simplesmente funciona.

Se você, como eu, gosta de entender a técnica por trás do prato, essa receita é um ótimo ponto de partida. Ela te ensina a base, e a partir daí você pode brincar com os temperos. Uma dica que peguei por aí: se o broto de bambu fresco for difícil de achar, o de lata, bem lavado, quebra um galho enorme sem perder a essência do prato.

3º. A agilidade do Lámen Coreano

autor: Midori

Já teve aquela noite que a fome bateu forte, o tempo era zero, mas você não queria abrir mão de uma comida com cara de refeição de verdade? Pois é, o lámen coreano estilo 'ramyeon' é a solução para isso. A magia está em como você incrementa o simples miojo. O bolinho de peixe e o broto de feijão não são só enfeite, eles acrescentam camadas de sabor e uma textura diferente que transformam tudo.

O pulo do gato, pra mim, está no momento de colocar o ovo. Eu gosto de deixar a gema bem molinha, quase crua, para misturar no caldo quente e deixar tudo mais cremoso. Se faltar algum ingrediente específico, não se apavore. Um pouco de kimchi picante ou até mesmo uma colher de pasta de alho fazem milagres como substitutos de emergência.

4º. Lámen de Frango: conforto puro

Essa é para quem busca um sabor mais suave, mas nem por isso menos profundo. Usar o peito de frango com osso e pele para o caldo é o segredo que faz toda diferença — a gordura da pele e o colágeno dos ossos dão uma body, uma consistência, que deixa a sopa incrivelmente reconfortante. É o tipo de prato que cura resfriado e dia ruim com a mesma eficiência.

Uma coisa que aprendi fazendo: não pule a etapa de dourar bem os pedaços de frango antes de cobrir com água. Esse passo cria o sabor de fundo, aqueles pedacinhos dourados no fundo da panela são puro ouro. Depois é só deixar o caldo cozinhar em fogo baixo, pacientemente. A dica do alho-poró e do gergelim no final? Perfeita para dar aquele toque fresco e crocante.

5º. Lámen de Carne com Miojo: o truque do aproveitamento

Essa receita resolve um problema clássico: o que fazer com aquela carne assada que sobrou do domingo e está na geladeira esperando um destino. Cortar em tiras finas e saltear rapidamente no óleo de gergelim é uma jogada de mestre. Ela basicamente vira um yakisoba de preguiçoso, mas fica tão bom que nem parece improviso.

O que faz essa combinação funcionar tão bem, acho eu, é o contraste de temperaturas e texturas. O miojo quentinho, a carne salteada e os cogumelos shimeji dão uma mastigada interessante. Já testei com pimentão amarelo que tinha aqui e ficou show também. É a prova de que com criatividade, sobra vira estrela do prato.

6º. Lámen de Missô: a complexidade do fermentado

Se você quer um sabor realmente complexo e diferente de tudo, o missô é o caminho. Essa pasta de soja fermentada tem um gosto umami intenso, salgado e quase terroso, que dá uma personalidade fortíssima ao caldo. No começo, eu estranhei um pouco, mas depois de provar a versão certa, viciei.

Um erro comum é adicionar a pasta de missô quando o caldo está fervendo muito. Isso pode "cozinhar" demais os microorganismos benéficos e alterar o sabor. O ideal é dissolver o missô em um pouco do caldo morno numa tigela à parte e só então misturar ao resto, com o fogo já desligado ou bem baixo. Parece frescura, mas faz uma diferença absurda no resultado final.

7º. Lámen Vegetariano: o caldo que nasce dos legumes

A grande questão de um lámen vegetariano sempre foi: como fazer um caldo saboroso sem as carnes? Esse vídeo tem a resposta. O segredo está em dourar bem os legumes antes de cobrir com água. Cenoura, cebola e talo de salsão, quando refogados até ficarem com aquelas pontinhas douradas, liberam açúcares naturais que doçam e dão profundidade à água, que deixa de ser só água e vira um caldo de verdade.

Eu gosto de acrescentar um pedaço de alga kombu enquanto esquenta e retirar antes de ferver, ela dá um toque marinho super sutil. E não tenha medo de usar o talo do salsão, é onde tem mais sabor. Essa receita é um exercício de sabor puro, dá pra sentir cada ingrediente.

8º. Lámen Gourmet? Sim, é possível!

Gourmet pode ser uma palavra assustadora, mas aqui ela só significa caprichar nos detalhes com o que você já tem. Essa versão com toque de carbonara é um exemplo genial. Ela usa requeijão para dar cremosidade e o peito de peru para uma camada de sabor defumado, tudo em 15 minutos. É a prova de que sofisticação às vezes é só uma questão de combinação inteligente.

Fiz uma vez num domingo à tarde só para experimentar e acabou virando o jantar daquele dia, tamanho foi o sucesso. A dica de ouro é saltear o peito de peru até ficar levemente crocante nas bordas antes de adicionar ao prato. A textura fica incrível contra o cremoso do caldo. Nada mal para um "miojo gourmetizado", né?

9º. Lámen Primavera: a explosão colorida

Essa receita é pura alegria no prato. O nome primavera não é à toa: milho, ervilha, cenoura ralada... é um arco-íris de legumes que deixa tudo mais vibrante e com uma doçura natural. É a versão ideal para apresentar para crianças ou para quem acha sopa uma coisa muito séria e monocromática.

O frango desfiado é um ótimo complemento proteico e fica perfeito aqui. Uma adaptação que faço às vezes é usar um pouco do caldo do cozimento do frango para preparar o macarrão, intensifica ainda mais o sabor. E não economize na salsinha fresca no final, ela dá um frescor que fecha com chave de ouro.

10º. O Lámen do Naruto: para fãs e curiosos

Se você é fã do anime ou simplesmente curioso sobre a comida que o Naruto devorava após um treino, essa receita é uma imersão divertida. O Ichiraku Ramen leva a coisa a sério, com caldo feito de pés de galinha ou ossos de porco — o que garante uma textura gelatinosa e incrivelmente nutritiva quando esfria, mas que fica líquida e sedosa quando quente.

É um projeto para quando você tem tempo, mas a recompensa é grande. Usar a alga kombu e o miso dá aquele toque autêntico. Só um aviso: a panela precisa ser grande mesmo, e a paciência também. Mas no final, você não está fazendo só uma sopa, está recriando um pedacinho desse universo. Vale cada minuto.

11º. Lámen de Bacon: onde a crocância faz a festa

Vamos combinar, bacon tem o poder de melhorar quase tudo, e com o lámen não é diferente. A chave aqui é usar a gordura que soltou do bacon para refogar os vegetais. Isso impregna o repolho e o broto de feijão com um sabor defumado incrível antes mesmo de ir para o caldo.

Eu prefiro deixar o bacon bem crocante e adicioná-lo por cima na hora de servir, para não perder a textura. O contraste do crocante do bacon com a maciez do ovo cozido e do macarrão é uma experiência sensorial completa. É robusto, satisfatório e aquele tipo de prato que pede uma TV e um sofá depois.

12º. Lámen Vegano: criatividade que engana bem

O desafio de um lámen vegano é criar um caldo com corpo e umami sem usar nenhum produto animal. Essa receita é mestre nisso. O "queijo" tostado nas laterais é um truque genial que adiciona crocância e um sabor salgado intenso, quase como um queijo parmesão. Ele preenche a lacuna de sabor que muitas pessoas estranham quando tiram a carne.

O caldo, normalmente feito com cogumelos e algas, ganha uma profundidade surpreendente. Uma coisa que testei e funcionou: adicionar uma pitada de levedura nutricional no final, ela dá aquele gosto "queijoso" que complementa perfeitamente. Pode confiar, essa versão conquista até os carnívoros de plantão.

13º. Lámen com Steak de Frango: o prático que salva o dia

Essa é a definição de comida rápida sem culpa. Enquanto a água ferve e o miojo cozinha em três minutos, você frita um steak de frango temperado numa frigideira. Em menos de 10 minutos, tem uma refeição completa, quente e muito mais interessante que um simples macarrão com tempero em pó.

A praticidade é a alma desse prato. A dica é usar um steak já temperado ou dar uma rápida marinada no filé de frango com shoyu e gengibre ralado enquanto a água esquenta. Fica com um gostinho a mais que faz toda a diferença. Perfeito para aqueles dias de correria em que você merece algo bom, mas não tem tempo pra cerimônia.

14º. Lámen Udon: o primo espesso e reconfortante

Udon não é tecnicamente um lámen, mas entra na mesma família de sopas de macarrão japonesas que aquecem a alma. A massa é mais grossa, mastigável e satisfatória. Se o lámen é fino e elegante, o udon é o abraço quente e robusto. Esse vídeo mostra uma versão clássica e acessível.

O caldo pode ser feito de várias formas, mas a dica de ouro do vídeo é infundir o shoyu com gengibre. Isso tira a agressividade do molho de soja e adiciona uma camada aromática incrível. E sobre o caldo: usar lombo suíno deixa ele mais encorpado, mas se quiser algo mais leve, frango funciona muito bem também. É um prato que acolhe adaptações.

Puxa vida, só opção top. Cada uma dessas receitas tem uma personalidade, um truque diferente. Tem para o dia corrido, para o fim de semana dedicado, para os vegetarianos, para os que amam um bacon... Agora é com você. Qual delas mais chamou sua atenção? Se fizer alguma, volta aqui para me contar como ficou, se adaptou algo, se deu certo. A parte mais legal é justamente essa troca de experiências na cozinha.

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 20:17

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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