15 Receitas de Bolo de Fubá Sem Farinha de Trigo + Opções que irão complementar seu café da manhã

  • O bolo de fubá é ideal para acompanhar os cafés do dia a dia. É leve, econômico e muito saboroso.
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Rendimento
1 bolo (8 fatias)
Preparo
15 min + forno
Dificuldade
Fácil

Ouvir o barulho do liquidificador misturando os ingredientes do bolo, enquanto o cheiro doce do fubá e do coco começa a tomar a cozinha, é um sinal de que algo bom está por vir. É uma cena simples, mas que sempre me acalma e me transporta direto para as tardes na casa da minha família. Depois de tanto testar receitas, aprendi que o segredo desse bolo está na textura. O fubá, com seus grãos médios, dá uma estrutura incrível sem precisar de farinha de trigo, e o coco ralado entra para garantir a umidade.

É uma técnica que aprendi ajustando receitas tradicionais, e o resultado é uma fofura que impressiona. Minha esposa Daiane, que é do time dos biscoitos, sempre pede uma fatia "só para provar" e acaba repetindo. Esse bolo de fubá sem farinha de trigo é pura praticidade e sabor, perfeito para um lanche da tarde com café ou para resolver aquela vontade de doce sem complicação. Vamos colocar a mão na massa? Lá embaixo, o passo a passo está esperando por você.

TOP - Receita de Bolo de Fubá Sem Farinha de Trigo, Com coco Simples e Fácil: Saiba Como Fazer
Tamanho da forma utilizada: 65cm de diâmetro e 8cm de altura

Ingredientes

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Meio copo disso, um copo daquilo. A proporção é fácil de decorar e o bolo sempre dá certo. É o tipo de receita que você faz de olho fechado depois da segunda vez.

Progresso salvo automaticamente

Modo de preparo

  1. Primeiro, prepare a forma. Isso aqui é o passo que a gente sempre quer pular, mas faz toda a diferença. Pega sua forma de buraco no meio, passa uma camada fina de manteiga ou óleo com um pedaço de papel toalha. Depois, polvilha uma colher de farinha de trigo e vai girando a forma até cobrir toda a parte untada. Bate de leve pra tirar o excesso. Deixa reservada. Pronto, agora pode esquecer que ela existe por um tempo.
  2. Liga o forno em 200°C. Pré-aquecer é importante, então faz isso logo no começo. Enquanto ele esquenta, a gente prepara a massa rapidinho.
  3. Hora do liquidificador. Coloque os 2 ovos, o leite (o copo de 300ml), o óleo (só a metade, os 150ml) e o açúcar (o copo cheio). Adiciona também o copo de fubá. Taca tudo junto mesmo, não tem ordem especial. Bate por uns 2 a 3 minutos, até ficar bem liso e homogêneo. Você vai ver que a cor muda, fica um amarelo mais puxado pro bege claro.
  4. Incorpora o coco e o fermento. Desliga o liquidificador. Abre a tampa e adiciona o pacote inteiro de coco ralado e a colher de sopa de fermento em pó. Agora, liga o liquidificador de novo, mas só em pulsos bem rápidos, tipo 3 ou 4 vezes de 1 segundo cada. Ou então, se preferir, tira o vaso do liquidificador e mistura com uma espátula. A ideia é só incorporar, não bater muito. O fermento agradece.
  5. Para a forma. Despeje essa massa linda na forma que você preparou no início. Dá uma batidinha leve com a forma na bancada para assentar e eliminar bolhas de ar grandes.
  6. Forno. Leva a forma direto para o forno pré-aquecido, que deve estar nos 200°C. Deixa assar por cerca de 30 minutos. Mas olha, depois dos 25 minutos começa a ficar de olho. O ponto é quando o topo do bolo está douradinho e, ao espetar um palito de dente no centro, ele sai limpo, sem massa crua. Se sair molhado, dá mais 5 minutinhos.
  7. Descansa e finaliza. Tira o bolo do forno e deixa esfriar na própria forma por uns 10 minutos. Só depois disso você tenta soltar com uma faca de ponta nas beiradas e desenforma. Se quiser aquele toque extra, polvilha um pouco mais de coco ralado por cima enquanto ainda está morno. Corte uma fatia ainda quente, se você tiver coragem de resistir ao cheiro. Fica macio, úmido, com aquele sabor marcante de fubá e coco que combina demais com um café fresco.

Uma vez, numa pressa danada, eu despejei a massa numa forma que não estava 100% sequinha da última lavagem. O bolo grudou um pouco na base e saiu quebrado. Desde então, além de untar e polvilhar, eu seco bem a forma antes. Parece bobeira, mas não é.

Dicas importantes abaixo

Informação Nutricional

Porção: 150g (1/8 do bolo)

CALORIAS305 kcal
PROTEINAS5.8g
GORDURAS15.3g
Sem GlútenVegetarianoInfantilContém ovos e leiteAlto açúcarGorduras saturadas

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

É isso aí. Um bolo que parece com a infância, mas que é mais fácil de fazer do que lembrar a senha do wi-fi. O que eu gosto nele, além do sabor óbvio, é que ele não tem frescura. Errou um pouco a medida? Provavelmente vai dar certo mesmo assim. Não tem coco ralado extra pra por em cima? Tudo bem, fica incrível do mesmo jeito.

Esse aqui virou um fixo no pote de bolo daqui de casa. A Daiane pega um pedaço pra comer com iogurte no café da manhã, e eu sempre vou de café preto mesmo. E você, como costuma servir? Com um fio de leite condensado, puro, ou tem outra combinação secreta? Me fala aí nos comentários suas impressões e como ficou, se você descobriu alguma variação boa no caminho.

Dicas essenciais da receita

Quanto tempo dura esse bolo?

Em temperatura ambiente (bem tampado): 3 dias. Na geladeira: até 5 dias. Mas sério, na minha casa nunca durou mais de 2 dias! Dica: se quiser congelar, embala em porções individuais - dura até 1 mês.

Se faltar ingrediente, bora improvisar!

• Sem leite? Use água de coco ou leite vegetal (fica até mais gostoso)
• Óleo pode virar manteiga derretida (mas aí perde o "sem glúten")
• Açúcar branco pelo mascavo (dá um sabor caramelizado top)
• Coco ralado por flocos de coco fresco (mas tem que bater mais)

Truque secreto que aprendi com minha avó

Coloca 1 colher de sopa de polvilho doce junto com o fubá. O bolo fica ainda mais fofinho, parece mágica! E olha que testei isso quando a Daiane duvidou - agora ela sempre pede pra fazer assim.

Versões para todo mundo comer

Low carb: troca o açúcar por eritritol e usa coco ralado sem açúcar
Vegano: substitui os ovos por 2 colheres de chia hidratada
Proteico: adiciona 2 colheres de whey protein sabor baunilha
Sem lactose: leite vegetal e manteiga ghee pra untar

Os 3 pecados capitais do bolo de fubá

1. Bater demais depois de colocar o fermento - aí o bolo nasce e morre no forno
2. Esquecer de pré-aquecer o forno - resultado: bolo baixo e grudento
3. Exagerar no coco ralado - mais de 50g e o bolo fica seco que só

O que serve junto pra virar festa?

• Café coado na hora (clássico que nunca falha)
• Sorvete de creme (o contraste quente/frio é divino)
• Calda de goiaba bem rala (pra dar um molho)
• Canela em pó polvilhada (combina demais com o coco)

Quer dar uma agitada na receita?

Bolo de fubá cremoso: coloca 1/2 lata de leite condensado na massa
Versão paulista: acrescenta 1/2 xícara de queijo ralado (sim, fica bom!)
Com frutas: banana em rodelas ou pedacinhos de abacaxi no fundo da forma
Bolo vulcão: faz um buraco no centro e recheia com doce de leite

O momento crítico: quando tirar do forno?

Todo mundo fica na dúvida! O segredo é: espetou o palito e saiu limpo? Tira mesmo que pareça meio claro. O bolo de fubá continua cozinhando um pouco fora do forno. Se esperar dourar demais, fica seco.

Como não desperdiçar nada

Aquele resto de coco ralado que sobrou? Congela! Dura meses. A massa ficou muito? Coloca em forminhas de cupcake (assam mais rápido). E a forma suja de manteiga? Limpa com papel antes de lavar - a gordura não vai entupir o ralo.

Como enganar os amigos dizendo que é sofisticado

Depois de assado, pincela leite de coco e tosta rapidamente no forno. Decora com lascas de coco fresco e flores comestíveis. Serve em prato de sobremesa com calda de manga reduzida. Pronto, virou "de chef"!

Duas coisas que ninguém te conta sobre bolo de fubá

1. Ele fica ainda melhor no dia seguinte (o coco solta mais sabor)
2. Pode usar como base de torta doce - é só assar em fogo baixo por mais tempo até ficar crocante

De onde veio essa delícia?

O bolo de fubá com coco é uma adaptação brasileira das receitas portuguesas, com ingredientes tropicais. Nos interiores de SP e MG, era chamado de "bolo de viagem" porque durava dias sem estragar - perfeito pra levar nas viagens a cavalo!

Socorro, deu tudo errado!

• Bolo ficou cru no meio? Corta em pedaços e leva de novo ao forno em fogo baixo
• Massa virou uma pedra? Umedece com leite, cobre e micro-ondas por 30 segundos
• Esqueceu o fermento? Transforma em pudim: despedaça o bolo, mistura com leite condensado e leva à geladeira

Sabia que...

O fubá é um dos poucos ingredientes que funcionam bem tanto em receitas doces quanto salgadas? E o coco ralado ajuda a manter a umidade porque absorve e libera líquido durante o cozimento. Química gostosa essa, hein?

Agora é sua vez!

Já fez esse bolo alguma vez? Conta nos comentários como ficou, se inventou alguma variação maluca ou se descobriu outro truque secreto. E se for a primeira vez, marca a gente @sabornamesaoficial pra mostrar seu resultado!

Completa a experiência: montando o menu perfeito para acompanhar seu bolo de fubá

Depois de preparar aquele bolo de fubá sem farinha que vai deixar todo mundo com água na boca, que tal montar uma refeição completa? Aqui vão nossas sugestões testadas e aprovadas - a Dai sempre pede pra repetir essas combinações!

Para começar com o pé direito

Receita de Salgadinho de queijo simples: Crocante por fora e derretido por dentro, perfeito para abrir o apetite sem roubar a cena da sobremesa.

Receita de Broa de milho bem simples: Combina tão bem com o bolo de fubá que parece que foram feitos um para o outro.

Pratos principais que harmonizam demais

Receita de Guisado simples: Prato reconfortante que lembra almoço de domingo na casa da vó - perfeito para dias mais frescos.

Acompanhamentos que complementam

Bebidas: O melhor gole para acompanhar seu prato favorito

Suco de maracujá: O contraste azedinho corta a doçura do bolo perfeitamente.

Chá mate gelado: Refrescante e combina demais com comida caseira - a gente toma quase todo dia aqui.

Água de coco natural: Hidrata e limpa o paladar entre uma garfada e outra.

E aí, curtiram as sugestões? Aqui em casa testamos todas essas combinações e sempre dá certo! Conta pra gente nos comentários se você experimentou alguma ou se tem outra combinação favorita com bolo de fubá.

Variações que vão te fazer querer fazer bolo todo dia

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O toque salgado que faz toda a diferença

Autor: Receitas da Josi

Se você acha que queijo é só pra salgados, essa receita vai mudar sua cabeça. A primeira vez que vi, achei estranho, mas o parmesão ralado na massa faz uma coisa mágica: corta a doçura do bolo de um jeito sutil, deixando um gostinho mais complexo e muito, muito viciante.

Dica minha: não usa aquele parmesão de pacotinho muito fino, hein? Se puder, rala na hora um pedaço. A textura fica diferente, com uns pedacinhos que derretem no forno. É sério, essa versão virou coringa para quando recebo visita de última hora, sempre impressiona. Já aconteceu de sumir o bolo inteiro antes mesmo do café esfriar.

3º. Maçã para um bolo que fica úmido por dias

Autor: Val Camargo

Meu maior problema com bolo caseiro às vezes é ele ficar seco no dia seguinte, sabe? Essa versão com maçã resolve isso de uma vez por todas. A fruta tem tanta água que o bolo se mantém macio por uma eternidade — quer dizer, pelo tempo que ele durar na lata, o que normalmente não é muito.

O passo a passo da Val é super tranquilo de seguir. Uma coisa que faço diferente às vezes é usar uma maçã verde pra dar um toque mais ácido, que fica incrível. Experimenta e me conta se não é o bolo perfeito para a lancheira ou aquele café da tarde preguiçoso.

4º. Farinha de arroz: a textura que engana qualquer um

Eu te desafio a servir esse bolo e alguém adivinhar que não leva trigo. A farinha de arroz dá uma textura incrivelmente leve e aerada, quase como um bolo de champanhe, mas com o sabor reconfortante do fubá. Pra ser sincero, foi uma descoberta por acaso, porque precisava fazer algo para um amigo celíaco.

O resultado foi tão bom que agora é uma das minhas versões favoritas. A massa fica lisa, sabe, uniforme. Dá até pena de cortar. Se você está começando a explorar alternativas sem glúten, essa receita é um ponto de partida perfeito e sem sustos.

5º. A receita que segura a fome (e é uma delícia)

Olha, tem dia que a gente precisa de um lanche que realmente sustente, né? Não aquela fome que volta meia hora depois. Esse bolo com farinha de aveia é a resposta. Ele é mais encorpado, tem uma presença diferente na boca, e realmente te deixa satisfeito por mais tempo.

É o que eu costumo fazer quando vou passar a manhã na cozinha testando outras receitas — segura bem o ânimo. E fica um cheiro maravilhoso de aveia tostada no forno, um aconchego só. Super prático também, você literalmente joga tudo no liquidificador. Zero complicação.

6º. A clássica dupla mineira em forma de bolo

Goiabada com queijo é uma paixão nacional, e trazer isso para o bolo de fubá é um golpe de mestre. Essa calda de goiaba por cima… nossa, ela penetra na massa ainda quente e cria uns bolsões úmidos e doces que contrastam com o salgado do bolo. É uma experiência.

Cuidado só com um ponto: a calda não pode ficar muito grossa, senão não umedece direito. O segredo é deixar bem fluidinha, quase um xarope. Serve com uma colher, porque fica meio bagunçado, meio lindo, e totalmente irresistível. Perigo de acabar sozinho.

7º. Leite de coco para um sabor que gruda na memória

Diferente do coco ralado que a gente usa normalmente, o leite de coco traz uma cremosidade para a massa que é outro nível. O sabor fica mais profundo, menos óbvio, e o bolo ganha uma umidade que é quase de pudim.

É uma daquelas receitas que você faz e todo mundo pergunta “o que você botou nisso?”. O cheiro então, nem se fala. Enche a casa toda. Se você quer impressionar com pouco esforço, vai nessa. Eu garanto que vão pedir a receita.

8º. Solução para bananas maduras demais

Quantas vezes você já jogou fora banana que ficou preta na fruteira? Depois dessa receita, nunca mais. Aquelas bananas que ninguém quer comer pura viram o ingrediente principal de um bolo absurdamente doce e úmido. A banana praticamente dispensa açúcar, a massa fica naturalmente adocicada.

É um bolo mais pesadinho, satisfatório. Combinou perfeitamente numaquela tarde de chuva aqui em casa, com um café forte. A Daiane, que é meio enjoada com banana pura, adorou. Foi um alívio pra fruteira, pra ser sincero.

9º. Um único ingrediente que transforma tudo

Cravo parece coisa de receita antiga, mas é um toque de gênio no bolo de fubá. Ele não deixa o bolo com gosto de “bolo de festa”, entende? Dá um ar mais sofisticado, caseiro de verdade. O aroma que sai do forno é indescritível, remete a cozinha da infância.

Só um aviso: vai com calma no cravo. Ele é potente. Eu já exagerei uma vez e o bolo ficou com um perfume meio forte demais. Melhor colocar pouco e, se achar pouco, aumentar da próxima vez. Mas não pule essa especiaria, ela faz uma diferença absurda.

10º. Para compartilhar à vontade com todo mundo

O que mais gosto nessa versão é que ela desfaz aquele mito de que bolo vegano é seco ou sem graça. Esse aqui é fofinho, saboroso e todo mundo pode comer sem preocupação. A goiabada, que é vegana, dá o ponto certo de doce e umidade.

É a minha opção quando não sei se alguém tem restrição alimentar na mesa. Nunca falha. E o processo é tão simples quanto o bolo “normal”. Prova que dá pra ser inclusivo sem abrir mão do sabor. Já experimentou alguma receita vegana de bolo antes? Se não, essa é uma ótima porta de entrada.

11º. O clássico absoluto, sem frescura

Toda cozinha precisa de uma receita coringa, daquela que você sabe de cor e salteado e nunca te abandona. Essa é ela. Ingredientes básicos, modo de preparo que é só bater e levar ao forno. Não tem erro.

É o bolo do dia a dia, do café da manhã apressado, da vontade de doce às 21h. A textura com o fubá puro é maravilhosa, meio granulada, do jeito que deve ser. Às vezes, o simples é a coisa mais difícil de acertar, e essa receita acerta em cheio. Se você nunca fez bolo de fubá, começa por aqui.

12º. Cenoura: o truque para um bolo super úmido

Pense na cenoura como a irmã gêmea da maçã nessa missão de manter o bolo macio. Ela some completamente na massa, ninguém vai notar que está lá, mas o trabalho dela de reter umidade é fundamental. E ainda dá aquela cor bonita, douradinha.

É uma ótima maneira de fazer as crianças — ou adultos enjoados — comerem um legume sem perceber. Rala bem fininho, hein? Quanto mais fina, mais ela some e cumpre seu papel. Bolo nutritivo e gostoso, duas coisas numa tacada só.

13º. Flocão para uma textura que dá vontade de mastigar

Essa é para quem ama uma textura mais interessante. O flocão de milho não dissolve totalmente, então o bolo fica com uns grãozinhos que dão uma resistência gostosa na mordida. É diferente, muito gostoso.

O processo de deixar a massa descansar antes de bater é importante, não pula essa etapa. É nela que o flocão hidrata e fica no ponto perfeito. Esse bolo tem personalidade, não é mais um igual a todos. Conta pra mim depois se você curtiu essa sensação na boca, eu adoro.

14º. Creme de leite: o segredo da liga perfeita

Sem ovos e sem farinha? Parece um desafio, mas o creme de leite é o herói invisível aqui. Ele dá estrutura, cremosidade e uma riqueza de sabor que o óleo sozinho não consegue. O bolo fica com uma miga incrivelmente macia e uniforme, quase como um pão de ló.

Ideal para quem tem alergia a ovo ou simplesmente quer testar algo novo. Fica tão bom que você nem sente falta. É uma prova de que a cozinha é pura criatividade, né?

15º. A versão que é um abraço em forma de bolo

Cremoso não é só um adjetivo, é uma promessa. Esse bolo tem uma densidade diferente, é mais “molhadinho”, quase um crossover entre bolo e pudim. O amido de milho junto com o fubá cria essa textura maravilhosa que derrete na boca.

Perfeito para aqueles dias que você precisa de um doce que seja realmente reconfortante. Não é leve, não é aerado. É substantivo. Come uma fatia e fica satisfeito. Eu acho que é impossível comer isso e não fechar os olhos de prazer pelo menos uma vez.

E aí, qual será a primeira a ir pro seu forno? Cada uma tem sua personalidade, um motivo especial para existir. Se você fizer, volta aqui pra contar como ficou, se descobriu algum truque novo ou se a família aprovou. Adoro ler essas histórias nos comentários, me inspira pra próxima receita!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 11:02

Rafael Gonçalves é um cozinheiro de mão cheia, apaixonado por receitas caseiras testadas na prática e cheias de memória afetiva.

Há anos transforma a cozinha de casa em laboratório de sabores, estudando técnicas de churrasco, confeitaria, cozinha brasileira, italiana e francesa para criar receitas simples, confiáveis e bem explicadas. No Sabor na Mesa, compartilha pratos que realmente prepara, testa e adapta para o dia a dia das famílias brasileiras.

Casado com Daiane há mais de 10 anos, Rafael acredita que cozinhar é uma forma de reunir pessoas, celebrar momentos e criar boas lembranças ao redor da mesa. Suas receitas unem experiência prática, pesquisa culinária e linguagem direta para ajudar qualquer pessoa a cozinhar melhor em casa.

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