13 Receitas de Leite Condensado Vegano Com Variações para Que Todos Consigam Fazer

  • Perfeita para os veganos que amam doce e não ficam sem o famoso brigadeiro
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Fazer uma sobremesa vegana que engana até quem não é vegano parece um truque de mágica, não é? Acontece que o segredo tá num ingrediente coringa: o leite condensado vegano. E olha, ele é bem menos complicado do que parece.

Eu testei essa receita umas três vezes até acertar o ponto. A minha esposa, que adora um doce, foi a cobaia oficial. Na primeira, deixei ferver demais e virou uma geleia. Depois de um curso de confeitaria que fiz, aprendi que a chave é a paciência, deixar reduzir no fogo baixinho sem pressa. O leite de coco de boa qualidade faz toda diferença no sabor, ele dá aquela cremosidade que a gente busca.

O resultado é um creme liso, doce no ponto certo e super versátil. Ele vira a base perfeita para um brigadeiro que derrete na boca, um pudim ou simplesmente pra comer de colheradas direto da geladeira, só entre a gente. Se você seguir o passo a passo ali embaixo, vai ter um leite condensado vegano que funciona de verdade. Depois conta pra gente nos comentários como que ficou a sua, vamo trocar ideia.

Receita de Leite condensado vegano igualzinho ao leite moça: Saiba Como Fazer

Rendimento
1 lata (395g)
Preparação
10 min
Cozimento
45-50 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 3 marcados

A única coisa que você precisa ter além dos ingredientes é paciência. Parece clichê, mas é a verdade. A redução leva seu tempo e mexer é meio terapêutico. E sobre o açúcar, já fiz com demerara uma vez, ficou um caramelo vegetal maravilhoso, mas aí é outra receita.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 20g (1 colher de sopa)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 65 kcal 3%
Carboidratos Totais 8.5g 3%
   Fibra Dietética 0g 0%
   Açúcares 8.2g 16%
Proteínas 0.3g 0%
Gorduras Totais 3.5g 6%
   Saturadas 3.1g 14%
   Trans 0g 0%
Colesterol 0mg 0%
Sódio 5mg 0%
Potássio 40mg 1%
Cálcio 2mg 0%
Ferro 0.5mg 3%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegano: 100% vegetal sem ingredientes animais
  • Sem Lactose: Alternativa aos laticínios
  • Sem Laticínios: Ideal para intolerantes
  • Sem Glúten: Naturalmente sem glúten

Alertas & Alérgenos

  • Alto teor de açúcar – Consumir com moderação
  • Gorduras saturadas – Principalmente do coco
  • Insight: Comparado ao tradicional, tem menos proteína mas é livre de colesterol
  • A cor final varia conforme o tipo de açúcar utilizado

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo a Redução:

  1. Pegue uma panela bem funda, antiaderente de preferência. Despeje o leite de coco inteiro e leve ao fogo alto. Não precisa mexer ainda, só deixar aquecer até começar a ferver. Vai formar uma espuminha branca em cima, é normal.
  2. Quando começar a borbulhar firme, abaixe o fogo para bem baixo. Tipo, a chama mínima do seu fogão. Agora você evita aquele susto de ver o leite subir e sujar tudo. Foi assim na minha segunda tentativa, a Daiane até riu da bagunça.
  3. Jogue o açúcar na panela. Mexa bem com um fouet ou uma colher de silicone até dissolver completamente. Se for usar a baunilha, joga agora também.

O Ponto Perfeito:

  1. Agora é o momento de relaxar e mexer de vez em quando. A mistura vai ficar lá, borbulhando bem de leve. O que a gente quer é que a água evapore. O volume vai diminuir pela metade, então a panela grande no começo é uma boa ideia.
  2. Você vai mexendo a cada 5 minutos, mais ou menos. A textura vai mudando de um líquido mais ralo para um creme que cobre as costas da colher. Leva entre 45 e 50 minutos, depende do seu fogão. Coloque uma música, aproveita.
  3. Aqui vai a dica de ouro que aprendi errando: o ponto certo não é quando está super grosso na panela. É quando ele ainda escorre um pouco da colher, mas já tem corpo de creme. Parece que falta um pouco, mas quando esfria na geladeira, ele fica na consistência perfeita de leite condensado. Se esperar engrossar muito na panela, depois vira uma pasta.
  4. Desligue o fogo. Transfira com cuidado para um pote de vidro limpo. Deixe esfriar completamente em cima da pia antes de tampar e levar pra geladeira.

Finalização:

  1. Leve à geladeira por pelo menos 4 horas, de preferência a noite toda. Esse tempo é mágico, ele fica mais firme, mais cremoso, o doce se estabiliza. Tá pronto para usar no seu brigadeiro vegano, no café ou no que sua criatividade mandar.

Sobre a cor: se você quer aquele branco mais puxado para o tradicional, vai de açúcar refinado. O cristal ou demerara deixam um tom bege ou caramelo, que também fica lindo e com um sabor mais complexo. Não é erro, é estilo. E lembra de guardar sempre na geladeira, hein?

É impressionante como algo tão simples, só dois ingredientes principais, pode abrir um mundo de possibilidades na cozinha vegana, né? A primeira vez que fiz e deu certo, a sensação foi de ter descoberto um superpoder. De repente, qualquer receita que pede leite condensado vira uma opção.

E aí, bora testar? Me conta depois qual foi a primeira coisa que você fez com o seu leite condensado vegano. Se foi um pudim, um brigadeiro ou se foi direto pra colher, como costuma acontecer aqui em casa. Adoro saber como as receitas se adaptam na cozinha de cada um!

Quanto tempo dura? Guardar onde?

Essa belezinha vegana dura até 10 dias na geladeira, mas duvido que sobre por tanto tempo! Guarde num pote de vidro hermético - plástico pode grudar e estragar mais rápido. Se notar cheiro azedo ou bolinhas brancas, jogue fora (mas sério, isso nunca aconteceu aqui em casa).

E as calorias, hein?

Conforme a tabela nutricional completa, cada colher de sopa (20g) tem cerca de 65 kcal - quase igual ao leite condensado tradicional, mas com a vantagem de ser 100% vegetal. Quer reduzir? Troque o açúcar por eritritol e corte para 35 kcal. Mas aviso: o sabor muda um pouquinho.

Sem leite de coco? Sem crise!

Se não achou o leite de coco da Vida Veg (que é o melhor pra essa receita, na minha humilde opinião), pode usar:

  • Leite de castanha de caju caseiro (fica incrivelmente cremoso)
  • Leite de amêndoas industrializado, mas só os sem aditivos
  • Leite de aveia - só que vai precisar de mais açúcar

Já testei com leite de soja e... bom, não recomendo. Fica com gosto de feijão cozido, sério!

3 truques que ninguém te conta

1. Panela de fundo grosso é essencial - se não tiver, coloque uma chapa difusora pra não queimar
2. Mexa com fouet (aquele batedor de arame) - evita cristais de açúcar
3. Quando achar que já reduziu o suficiente, espere mais 5 minutos. Sério, sempre precisa!

Os 5 pecados capitais do leite condensado vegano

1. Fogo alto demais - vira caramelo instantâneo (já aconteceu aqui, a Daiane quase me matou)
2. Parar de mexer - gruda no fundo e fica com cheiro de queimado
3. Usar panela pequena - quando ferve, vira vulcão de leite de coco
4. Botar na geladeira quente - a condensação estraga a textura
5. Achar que vai esfriar rápido - paciência, jovem padawan!

Para todo mundo comer

Low carb: Troque o açúcar por eritritol + 1 pitada de xilitol (cuidado com pets!)
Diabéticos: Use 1/2 xícara de xilitol puro (não fica tão doce)
Sem gordura: Impossível. Mas reduza usando leite de coco light (perde cremosidade)
Raw food: Desista. Ou não - tente com néctar de coco evaporado ao sol (nunca testei, me conta se funcionar!)

Quer inovar? Bora!

Versão chocólatra: Adicione 2 colheres de cacau em pó no final
Leite condensado apimentado: 1 pitada de pimenta-do-reino (combina incrivelmente com manga)
Toffee vegano: Deixe reduzir mais até ficar pastoso e use como recheio
Leite moça zero coco: Use leite de amêndoas + 1 colher de óleo de coco (para quem não curte sabor coco)

O que fazer com essa maravilha?

Além de comer na colada (juro que não julgo), fica perfeito com:
• Frutas assadas (banana com canela, nossa!)
• Panquecas de aveia no café da manhã
• Sorvete de manga caseiro
• Café expresso (sim, vira um "latte" vegano)
• E o clássico: brigadeiro vegano, óbvio!

Sobrou? Não desperdice!

Aquele restinho no pote vira:
• Creme para passar no pão (misture com canela)
• Calda para pudim (adicione água e leve ao fogo)
• Base para smoothie (congele em forminhas de gelo)
• E a melhor: recheio de bombom caseiro - derreta chocolate e faça trufas!

Modo chef Michelin

Para impressionar:
1. Use flor de sal no final - realça a doçura
2. Infunda o leite de coco com baunilha antes de cozinhar
3. Finalize com raspas de limão siciliano (contraste incrível)
4. Sirva em colherinhas como petit four
Dica bônus: nomeie como "Crème de Coco Condensé" e cobra o triplo!

O ponto perfeito - não erre isso!

O segredo está em desligar antes de achar que está pronto. Quando o líquido cobrir o fundo da colher mas ainda escorrer devagar, é hora! Continua engrossando depois de frio. Se esperar até ficar perfeito na panela, na geladeira vira pedra.

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode, mas fica granuloso - melhor consumir fresco
Formou cristais? Bata no liquidificador com 1 colher de água quente
Ficou muito doce? Balance com suco de limão na hora de usar
Espumou muito? Fogo alto demais - coe com peneira fina

2 fatos que vão te surpreender

1. Essa receita funciona como protetor labial natural em dias secos (testado e aprovado em SP!)
2. O leite condensado vegano fermenta mais rápido que o tradicional - por isso dura menos na geladeira. Química vegana, né?

Sabia que...

O primeiro leite condensado foi inventado na Guerra Civil Americana como alimento não perecível para soldados? A versão vegana é bem mais nova - surgiu nos anos 2000 com a febre das dietas plant-based. E olha só: o leite de coco condensa mais rápido que o de vaca porque tem menos proteínas!

Conta pra gente!

Já fez essa receita? Deu certo? Inventou alguma variação maluca? Comenta aqui embaixo - adoro histórias de cozinha (especialmente as catastróficas, são as mais divertidas!). E se postar no Instagram, marca @sabornamesaoficial pra gente ver seu talento!

Combinações que vão fazer seu jantar virar um banquete (e a sobremesa, a estrela!)

Depois de preparar aquele leite condensado vegano cremoso, é hora de montar uma refeição completa que harmonize com essa delícia. Aqui em casa, a gente sempre pensa no menu como um time - cada prato tem que se ajudar! Por isso, selecionei opções que vão desde entradas leves até bebidas refrescantes, tudo para deixar sua refeição redonda.

Para começar com o pé direito

Pão de queijo vegano: Clássico mineiro que a Dai sempre pede quando fazemos jantares temáticos. Fica perfeito para abrir o apetite sem pesar.

Bolinho de mandioca crocante: A textura contrasta bem com a cremosidade da sobremesa, e é ótimo para compartilhar.

Bruschetta de tomate seco: Um toque italiano que traz acidez equilibrada antes do prato principal.

Pratos que roubam a cena (mas deixam espaço para o doce)

Risoto de cogumelos: Cremoso como nossa sobremesa, mas salgado o suficiente para criar aquele contraste que a gente ama.

Lasanha de berinjela vegana: Quando queremos algo mais elaborado, essa é nossa campeã - e combina perfeitamente com o tema.

Strogonoff de palmito pupunha: Clássico reconfortante que sempre pede um docinho depois.

Os melhores coadjuvantes

Salada de rúcula com manga: O doce da manga e o amargo da rúcula limpam o paladar na medida certa.

Legumes grelhados com alecrim: Simples, mas quando bem feitos, viram até conversa de mesa.

Purê de batata-doce: Doce natural que não compete com a sobremesa, só prepara o terreno.

Bebidas: A bebida ideal para cada refeição

Chá gelado de hibisco: A acidez corta a doçura na medida certa - aqui em casa virou vício no verão.

Água saborizada com limão siciliano e manjericão: Refrescante e superfácil de fazer quando a visita chega de surpresa.

Suco de maçã verde com gengibre: Dá um toque picante que realça tanto o salgado quanto o doce.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Aqui em casa a gente já tem nosso favorito (não vou dizer qual pra não influenciar!), mas adoraríamos saber como ficou sua experiência. Conta nos comentários se alguma dessas combinações virou hit aí na sua mesa!

Agora que você já sabe fazer a minha versão, dá uma olhada nessas outras 12 ideias. Tem opção pra todo mundo, de verdade.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A versão que é um socorro para quem precisa de fibras

Autor: Pensandoaocontrario

Te contar um segredo? Essa receita com aveia foi a primeira alternativa vegana que eu tentei, muito antes de acertar a de coco. Na época, eu tava querendo algo mais "nutritivo" e caí nesse vídeo. O que salva mesmo é a pitada de sal, ela tira aquele doce plano e chato, dá um tchan. A textura fica bem interessante, sabe? Mais encorpada. Pra mim, é a opção mais honesta quando você quer um doce, mas precisa de uma ajudinha extra de fibras no dia. Já fiz um brigadeiro com ela uma vez e ficou bem consistente, perfeito pra enrolar.

3º. Quando a grana tá curta, mas a vontade de doce não

Autor: Larica Vegana

Na contramão da opinião popular, fazer coisa vegana não precisa ser caro. Essa receita de arroz é a prova maior disso. É daquelas que você olha e pensa "sério que vai dar certo?". E dá, viu? O arroz cozido só com água, batido no liquidificador, vira uma base super lisa e branca. Aprendi com ela que o segredo é paciência na hora de cozinhar o arroz até ficar bem bem mole. O vídeo ainda ensina a fazer brigadeiro e beijinho, que é ótimo porque você já vê a aplicação prática. É economia pura e um resultado que surpreende.

4º. Para os apressados de plantão (tipo eu, às vezes)

Tem dia que a vontade de um doce bate forte, mas a paciência para ficar meia hora no fogão evaporando líquido some. Foi num desses que encontrei essa de soja. Ela é rápida mesmo, porque a base já é mais espessa. O negócio é que, enquanto esfria, ele engrossa naturalmente — então não precisa desesperar se parecer líquido ainda na panela. A dica de ouro que peguei aqui é deixar esfriar completamente na geladeira antes de julgar a consistência. O brigadeiro de colher que ela faz junto é a definição de perigo: risco de comer a tigela inteira num seriado à noite.

5º. O clássico que nunca falha (e tem um professor peludo)

Essa aqui é pura técnica. A versão de leite de coco é a que mais se aproxima do sabor e textura que a gente idealiza, mas é fácil errar o ponto. O vídeo é uma aula sobre o que é "saber condensar". Acho que foi vendo esse canal que entendi que fogo alto serve só pra ferver, depois é abaixar e ter disciplina pra mexer. O doguinho que aparece é um charme a parte, né? Confesso que assisti algumas vezes só por ele. Mas falando sério, se você quer um leite condensado vegano branquinho, brilhante e com aquele gostinho de coco que não é overpower, esse é o caminho.

6º. Para momentos especiais (ou quando você merece um upgrade)

Castanha de caju é daqueles ingredientes que transformam tudo em gourmet. Essa receita não é a mais barata, claro, mas é a que entrega um sabor mais rico e complexo. A textura fica um pouquinho mais grossa, mas num nível que é gostoso, sabe? Não é pedregoso. É uma boa pra impressionar visitas ou pra fazer aquele docinho especial em um aniversário diferente. Aprendi que dá pra usar a castanha inteira mesmo, não precisa comprar o leite pronto. Só lembra de deixar de molho bem antes, senão o liquidificador sofre um pouco.

7º. A descoberta inesperada que virou favorita

Inhame? Pois é, eu também levantei a sobrancelha quando vi. Mas a Gabi tem um jeito de explicar que convence. A grande sacada dessa receita é a durabilidade, ela dura bastante na geladeira. E o sabor é super neutro, o que é ótimo porque não compete com outros sabores no doce final. Se você vai fazer um bolo ou um recheio que já tem personalidade, essa base de inhame é perfeita. Ela ensina a fazer o leite de inhame em outro vídeo, que vale a pena ver antes. Dica: o tipo de açúcar muda a cor drasticamente. Com açúcar de coco, fica com um tom caramelo lindo.

8º. Para os fãs incondicionais de paçoca

Essa aqui é golpe baixo de gostosa. Se você fecha os olhos e experimenta, jura que é um doce de leite com amendoim, ou o recheio daquela paçoca caseira. O amendoim cru com casca dá um sabor profundo, e depois de coar fica lisinho, sem pedacinhos. É impressionante. É uma das minhas indicações preferidas para quem tá começando no veganismo e sente saudade de sabores mais "tradicionais", por assim dizer. Rende um potinho pequeno, mas é bem concentrado. Imagina num bolo de brigadeiro? Nossa, já deu água na boca.

9º. Para não deixar ninguém de fora da mesa doce

Essa é mais um conceito do que uma receita comum. Sem açúcar e low carb, usando leite em pó vegetal. Pra ser sincero, exige um investimento inicial maior nos ingredientes, que você acha em loja de produtos naturais. Mas resolve a vida de quem tem restrição séria e quer participar de uma festa ou comemorar com um docinho. A textura fica boa, e o sabor vai depender muito da marca do adoçante em pó que você usar. É uma daquelas receitas que você guarda no fundo do baú, esperando a ocasião certa para usar. Quando precisa, é uma mão na roda.

10º. A elegante: para quando a apresentação importa

Amêndoas. Só a palavra já soa chique. Essa versão é linda, brilhante e tem uma cor marfim perfeita. O segredo, claro, é o tempo de hidratação. Oito horas é o mínimo, não tenta cortar caminho. E usar a batedeira, como ela mostra, faz uma diferença absurda na aerificação e na textura final, fica super fofinho. É a receita que eu escolheria se estivesse fazendo docinhos finos para vender, ou para uma ocasião mais formal. O custo é mais alto, mas o resultado justifica. Dá um trabalho a mais, mas ver a reação das pessoas ao provar algo tão bonito e gostoso não tem preço.

11º. A sustentável e surpreendentemente leve

Banana verde, na forma da biomassa. Essa é para quem tem acesso à biomassa pronta ou gosta de fazer em casa. A grande vantagem, além de ser super sustentável, é que não vai ao fogo. Você só mistura os ingredientes. O sabor é bem mais suave, e a doçura é contida. Perfeito pra mim, que às vezes acho o leite condensado tradicional enjoativo. A consistência fica leve, quase aerada. É uma experiência diferente de todas as outras. Se você tem filhos e quer introduzir um doce menos agressivo, ou se você mesmo prefere coisas menos doces, vale muito a experiência.

12º. A lição de aproveitamento total (sem desperdício)

Esse vídeo é um espetáculo de criatividade. Com uma xícara de semente de girassol, ela faz leite vegetal, usa esse leite para o condensado e ainda aproveita a "pasta" que sobra no coador para um patê salgado. É o conceito de zero desperdício na prática. O leite condensado de girassol fica com um sabor unique, terroso, gostoso. Não é neutro, então combine com sabores que conversem bem, como cacau ou café. Para quem gosta de cozinhar de forma consciente e curte descobrir novos sabores, essa é uma joia. Me fez repensar como uso todos os ingredientes na cozinha.

13º. O truque do estabilizante para resultados impecáveis

Goma xantana. Soa como química, mas é natural, vindo da fermentação. E cara, que diferença ela faz. Essa receita é para o pessoal que é perfeccionista e quer um resultado idêntico ao original em textura e aparência. A goma dá aquelea estrutura, aquele "corpo" que algumas versões líquidas não têm. É um ingrediente mágico para confeitaria vegana. Encontra fácil na internet. Se você já tentou outras receitas e achou que ficou muito líquido ou não firmou, dê uma chance para essa com a goma. É o detalhe que transforma um "acho que deu certo" em um "nossa, ficou perfeito".

Nossa, quanta coisa boa, hein? Difícil escolher só uma pra testar. Me conta nos comentários qual dessas chamou mais sua atenção ou se já conta com uma favorita. E se fizer, volta aqui pra dar o veredito — adoro saber como ficou na cozinha de vocês!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 12:07

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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