13 Receitas de Arroz de Bacalhau Perfeitas para o Ano Todo

  • Veja como saborear essa deliciosa opção o ano todo.
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Você já parou pra pensar como um peixe dessalgado pode carregar tanta história? O bacalhau não é só tradição de mesa de festa. Ele tem presença, corpo e um sabor que se espalha pela casa como se estivesse anunciando: “hoje tem coisa boa”.

Faz tempo que troquei o bacalhau da ceia pelo do almoço de domingo, ou até de uma terça sem motivo. O segredo está no equilíbrio: dessalgar bem, cozinhar com cuidado e respeitar os temperos que combinam com ele. A sálvia, por exemplo, é uma parceira discreta mas decisiva. E o açafrão, mesmo em pouca quantidade, dá cor e profundidade sem roubar a cena.

Essa receita de arroz de bacalhau virou referência aqui em casa. Já fiz com pressa, já fiz com convidados, já fiz enquanto o Titan ficava encarando a panela como se fosse pedir um desconto em carne vermelha. O resultado sempre surpreende, crocante por cima, macio por dentro, com pedaços generosos de peixe que derretem na boca.

Se você ainda vê o bacalhau como algo complicado ou sazonal, espera só até ver o passo a passo abaixo. Em menos de 40 minutos, você vai entender por que esse prato merece espaço o ano todo. Depois me conta nos comentários como foi a sua versão.

Receita de Arroz de Bacalhau com tomate e pimentões: Saiba Como Fazer

Rendimento
4 porções
Preparação
55 min
Dificuldade
Médio

Ingredientes

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Tudo isso dá para quatro pessoas. Se for mais, aumente os ingredientes. Mas não mude a proporção. O bacalhau precisa de espaço. Já fiz para seis e fiquei com medo de não dar conta. Ficou bom, mas não tão bom quanto o original.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 400g (1/4 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 485 kcal 24%
Carboidratos Totais 78.5g 26%
   Fibra Dietética 3.2g 13%
   Açúcares 4.8g 10%
Proteínas 18.3g 37%
Gorduras Totais 10.2g 13%
   Saturadas 1.8g 9%
   Trans 0g 0%
Colesterol 35mg 12%
Sódio 850mg 37%
Potássio 480mg 10%
Ferro 2.8mg 16%
Cálcio 45mg 4%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Pescetariano: Inclui peixe como proteína animal
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Lactose-Free: Sem laticínios
  • Dieta Mediterrânea: Alinhado aos princípios

Alertas & Alérgenos

  • Alto sódio – Atenção hipertensos, mesmo com bacalhau dessalgado
  • Contém peixe (alérgeno comum)
  • Insight: Rico em carboidratos complexos para energia sustentada
  • Para perda de peso: Reduza arroz pela metade e aumente os vegetais

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Dessalgando o bacalhau:

  1. Coloque o bacalhau em uma panela com água fria – o suficiente para cobrir. Leve ao fogo médio e deixe ferver por 15 minutos. Desligue, escorra a água e deixe esfriar. Depois, desfie com as mãos. Puxe os pedaços com cuidado, evitando ossos. Se tiver algum, tire. Já comi um e quase fiquei sem dentes.

Refogado e cozimento:

  1. Em outra panela, aqueça um fio de azeite. Quando estiver quente – mas não fumegando – adicione a cebola e o alho. Mexa devagar, só o suficiente para eles começarem a dourar. Não queime. Se queimar, começa tudo de novo.
  2. Adicione os pimentões vermelho e amarelo. Mexa mais um pouco, até eles começarem a amolecer. É nessa hora que a cozinha começa a cheirar como se fosse um restaurante de verdade.
  3. Junte o tomate picado, o açafrão, a pimenta calabresa e o bacalhau desfiado. Misture tudo e deixe cozinhar por dois minutos. O peixe vai soltar o sabor, mas ainda vai precisar de tempo.
  4. Coloque o arroz por cima. Não mexa ainda. Deixe ele tostar um pouco no azeite. É esse toque que faz o arroz ficar soltinho depois.
  5. Despeje a água quente – ou fria, se for o que tiver. Agora sim, mexa suavemente. Adicione o sal só se for preciso. Lembre: o bacalhau já é salgado.
  6. Coloque os galhos de sálvia, orégano e manjericão – juntos, como um buquê. Não os corte. Eles não são para comer, só para cheirar. Se tiver um barbante, amarre. Se não tiver, só deixe solto. Já fiz sem e não morri.
  7. Deixe cozinhar em fogo médio, sem tampar, por 20 minutos. Não mexa muito. Deixe o arroz absorver a água e o sabor. Se secar antes, acrescente um pouco mais de água. Se sobrar, deixe ferver mais um pouco.
  8. Quando o arroz estiver no ponto – macio, mas com resistência – retire os galhos de ervas. Eles fizeram o trabalho. Agora é só o sabor que fica.
  9. Polvilhe a cebolinha picada por cima. Só por cima. Não mexa. Ela é o último toque, o que dá vida.

Dicas úteis:

  • Se quiser finalizar com tempero verde fresco, use só cebolinha. O cheiro do manjericão e da sálvia já está no arroz. Não sobrecarregue.
  • Azeitona é opcional, mas se tiver, coloque no final, antes de servir. Ela não cozinha, só complementa.
  • Se o bacalhau estiver muito salgado mesmo depois de 15 minutos, troque a água e deixe mais 10 minutos. Não pule esse passo. O sabor é importante, mas o paladar é mais importante.

O bacalhau não é só tradição. É paciência. É esperar o sal sair, o arroz absorver, as ervas soltarem o cheiro sem se perder.

Já fiz isso numa terça à noite, sem convidados, só eu e Daiane. Ela não falou nada. Só comeu. Depois, disse: “isso aqui é o que a gente precisa mais”.

Você já tentou? Qual foi o erro que você fez – e que acabou virando o segredo da sua versão? Conta aí. Eu quero saber.

Quanto tempo dura? Dicas de armazenamento

Esse arroz de bacalhau é daqueles que melhora no dia seguinte - sério, o sabor fica mais intenso! Na geladeira, dura até 3 dias se guardado em pote hermético. Quer congelar? Pode ir sem medo por até 1 mês. Dica quente: esquente no fogão com um fio de azeite pra recuperar o cremoso. Microondas resseca um pouco.

De olho na conta calórica

Cada porção tem aproximadamente 485 kcal (considerando 1 colher de sopa de azeite). Para uma análise nutricional completa incluindo carboidratos, proteínas e alertas importantes sobre sódio, confira nossa tabela nutricional detalhada acima. Quer reduzir? Troque metade do arroz por couve-flor ralada - fica surpreendentemente bom e cai para 320 kcal. Mas no domingo eu libero geral, né?

Sem bacalhau? Sem crise!

Se o bacalhau estiver caro ou você quiser variar, testei essas trocas que funcionam demais:

  • Atum enlatado (escorra bem o óleo)
  • Carne seca dessalgada - fica incrível
  • Shimeji refogado para versão vegetariana

Uma vez a Daiane esqueceu de dessalgar o bacalhau... salvamos lavando rápido e usando batata doce pra equilibrar o sal. Criatividade no pânico!

3 erros que quase todo mundo comete

  1. Não dessalgar o bacalhau o suficiente - de molho por no mínimo 24h, trocando a água 3 vezes
  2. Cozinhar demais o arroz - 20 minutos é sagrado, se passar vira papa
  3. Cortar os pimentões muito grandes - cubinhos de 0,5cm distribuem melhor o sabor

Hack que muda tudo

Em vez do buquê de ervas, amarre tudo num saquinho de voal (aqueles de presentear sabonete). Não precisa ficar caçando galhos no prato depois. De quebra, esprema o saquinho no final pra extrair todo o sabor!

Combinações que elevam o prato

Experimente servir com:

  • Molho de iogurte com limão siciliano - corta a gordura
  • Vinho branco seco gelado - Alvarinho é perfeito
  • Couve refogada bem rápido - contraste de textura

Para todo tipo de dieta

Low carb: Troque o arroz por "arroz" de couve-flor
Sem glúten: Naturalmente seguro
Proteico: Acrescente 1 ovo cozido picado por porção
Vegetariano: Use shimeji e aumente as azeitonas

Versão "explosão de sabor"

Jogue 1 colher de chá de raspas de laranja junto com os temperos. Parece loucura, mas o cítrico realça o bacalhau de um jeito mágico. Fiz numa festa e todo mundo pediu a receita depois!

O ponto crítico: cozimento do arroz

20 minutos parece pouco? Confie no processo! A medida exata é quando o grão está al dente e formou uma camadinha crocante no fundo (a famosa "socarrat" dos espanhóis). Se grudar muito, baixe o fogo e adicione 1/4 xícara de água quente.

Sobrou? Transforme!

Com as sobras, faça bolinhos fritos (junte 1 ovo e farinha de rosca) ou recheie pães sírios. Minha favorita? Misturar com ovos batidos e fazer uma frittata. Café da manhã dos deuses!

Elevando o nível

Na hora de servir, finalize com:

  • Azeite trufado
  • Tomate seco picado
  • Um fio de mel de alecrim

Parece restaurante 5 estrelas e leva 30 segundos extras.

Perguntas que sempre me fazem

Posso usar bacalhau congelado? Pode, mas dessalgue depois de descongelar.
Ervas secas funcionam? Sim, use 1/3 da quantidade (mas frescas são melhores)
Sem azeitona fica ruim? Fica ótimo, mas perde um contraste interessante

De onde vem essa mistura?

Essa receita é uma adaptação brasileira da "Cazuela de Arroz" portuguesa, que por sua vez veio dos árabes. O tomate e pimentão são nossa contribuição tropical - os portugueses originais usavam só cebola. A Daiane diz que nossa versão é melhor... mas ela é suspeita!

2 segredos que ninguém conta

  1. O açafrão não é só pra cor - ele neutraliza o odor forte do peixe
  2. Deixar o bacalhau 10 minutos no leite antes de cozinhar remove o excesso de sal sem perder sabor

Harmonização surpreendente

Experimente comer com:

  • Pedaços de manga verde - o azedinho combina absurdamente
  • Chips de batata-doce - crocância + doçura = perfeição

Sabia que...

Na Espanha, esse tipo de arroz é chamado de "arroz a banda" e tradicionalmente servido com alioli (maionese de alho). Dizem que os pescadores preparavam assim para aproveitar o peixe menos nobre. Hoje é prato de luxo!

Arroz de Bacalhau com Acompanhamentos que Vão Fazer Seu Dia Mais Saboroso

Quem nunca ficou na dúvida do que servir junto com aquele prato principal incrível? Aqui vai uma seleção que combina perfeitamente com seu arroz de bacalhau, deixando a refeição completa e cheia de personalidade. A Daiane sempre diz que o segredo está nos detalhes, e esses acompanhamentos são a prova disso!

Para Começar com Tudo

Nada como uma entrada leve para abrir o apetite. Como aqui em casa adoramos um toque crocante, essas são nossas sugestões:

Pão de alho caseiro- perfeito para quem quer algo simples mas que sempre faz sucesso. Aquele cheirinho saindo do forno já conquista qualquer um.

Acompanhamentos que Fazem a Diferença

Couve de Bruxelas- receita aqui. Esse acompanhamento é um clássico que nunca falha, com seu sabor marcante e textura única. Fica incrível com o arroz de bacalhau, criando um contraste delicioso.

Batata rústica assada- porque tudo fica melhor com batata, não é mesmo? Crosta crocante por fora e macia por dentro, é pedida certa para quem quer algo reconfortante.

Salada verde com vinagrete de limão siciliano- para equilibrar os sabores fortes do prato principal com algo fresco e cítrico.

Doces Finales

Tarte Tatin- receita aqui. Essa sobremesa francesa de maçã caramelizada é elegante sem ser complicada, perfeita para impressionar sem muito trabalho.

Bombom de travessa simples- receita aqui. Para os dias que pedem algo rápido mas gostoso, essa é nossa salvação. Cuidado que é viciante!

Bombom de morango- receita aqui. Fruta fresca com chocolate é sempre uma combinação vencedora, principalmente no verão paulistano.

Para Acompanhar

Suco de maracujá natural- doce e ácido na medida certa, corta perfeitamente o sabor marcante do bacalhau.

Água aromatizada com limão e hortelã- refrescante e leve, ideal para quem prefere algo sem açúcar.

Chá gelado de pêssego- uma opção diferente que surpreende pelo sabor frutado e delicado.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Aqui em casa já temos nossa favorita (a Daiane sempre pede a couve de Bruxelas com o bombom de morango de sobremesa), mas adoraríamos saber qual versão vocês vão preparar! Conta pra gente nos comentários como ficou sua experiência com essas sugestões.

Que tal experimentar essas versões diferentes?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Opção cremoso

Autor: Rosis tudo misturado

Creme de leite, requeijão ou até um toque de bechamel bem feito, qualquer uma dessas escolhas transforma seu arroz de bacalhau numa espécie de abraço quente no prato. Pra ser sincero, eu já comi um desses num inverno paulistano tão úmido que até o Titan largou o sofá pra ficar perto da panela. O segredo? Não economizar no líquido cremoso e desligar o fogo antes que o arroz perca a textura. Afinal, ninguém quer virar sopa por aí.

Se você tá com pressa ou acabou de chegar do trabalho, essa versão salva qualquer noite. E se quiser dar um up, experimente um fio de azeite trufado por cima, não é frescura, é respeito.

3º. Acrescentando damascos e amêndoas

Autor: Pão de açúcar

Diferentemente do que se imagem, bacalhau não precisa ser só salgado e sério. Essa combinação com damasco seco e amêndoas torradas traz um contraste doce-salgado que faz até quem torce o nariz pra frutas secas pedir bis. Acho que foi numa dessas tentativas, talvez por sorte, talvez não, que percebi como o damasco amolece com o vapor do arroz e solta um sabor quase de compota, mas sem enjoar.

Dica prática: pique as amêndoas na hora, não compre trituradas. Faz toda a diferença na crocância. E se quiser, dá pra jogar uma pitada de canela, sim, canela, mas só se tiver coragem.

4º. Arroz de bacalhau gratinado

Já tentou deixar o arroz descansar uns minutos no forno quente com uma camada generosa de queijo por cima? A crosta dourada que se forma é quase um crime não compartilhar, quase, porque às vezes eu como sozinho mesmo. O gratinado aqui não é só estética: ele segura o vapor, mantém a umidade do bacalhau e ainda dá aquela sensação de “prato de restaurante” sem sair de casa.

Se você tem convidados chegando ou só quer impressionar alguém (ou a si mesmo), esse é o caminho. Só cuidado pra não queimar a parte de cima, o forno de casa sempre esquenta mais do que a gente imagina.

5º. Adicionando batata palha

Confissão: eu só aprendi a gostar de arroz de bacalhau quando alguém teve a ideia maluca de jogar batata palha por cima. Aquela crocância inesperada quebra a textura e traz um toque caseiro que lembra comida de domingo com família. E olha, as crianças, e os adultos disfarçados de adultos, piram com isso.

Ahhh, quase me esqueci: não misture tudo de uma vez. Deixe a batata palha por cima na hora de servir, senão vira purê crocante. Já errei isso antes, mas agora é lei na minha cozinha.

6º. Acrescentando linguiça calabresa

Essa mistura é um soco de sabor na boca, no melhor sentido. A calabresa defumada dá um fundo picante e untuoso que equilibra perfeitamente a delicadeza do bacalhau. Particularmente detesto quando a linguiça solta muita água, então sempre dou uma leve fritada antes de juntar com o peixe. Assim, o arroz não encharca e mantém aquele ponto soltinho que a gente ama.

Se você gosta de ousar sem complicar, essa é a sua versão. Só não esqueça de servir com um vinho tinto leve… ou um suco de laranja gelado, se for terça-feira e já tiver passado do limite.

7º. Usando couve e alho-poró

Espera, deixa eu lembrar… foi com alho-poró ou cebola comum? Ah, não importa, o alho-poró dá um sabor mais suave, quase doce, que combina demais com a couve refogada rapidinho. Essa versão é ótima pra quando você quer equilibrar a refeição sem parecer que tá fazendo dieta. Porque, né, bacalhau já é uma delícia, mas com um toque verde, vira prato completo.

Dica não óbvia: pique a couve fina e jogue no final, só pra murchar. Assim ela mantém cor e textura. E se quiser um extra, um fio de azeite cru por cima na hora de servir faz milagre.

8º. Na panela de pressão

Terça-feira, 19h, você chega em casa com fome e zero paciência. É aí que a panela de pressão entra como heroína silenciosa. Já fiz essa versão em menos de 20 minutos, contando o tempo de dessalgue feito na noite anterior, claro. O truque é refogar bem o bacalhau antes de adicionar o arroz, senão o peixe desmancha todo.

Não tenho certeza, mas acho que foi essa receita que me salvou daquele jantar caótico em que o Titan resolveu brincar de engolir uma colher. Cozinhar rápido vira superpoder quando a casa tá virada de cabeça para baixo.

9º. Misturado com abóbora

A abóbora aqui não é só enfeite: ela dá uma doçura natural que suaviza o sal do bacalhau e ainda deixa o arroz com aquela cor quente de outono, mesmo no verão de São Paulo. Eu sempre cozinho a abóbora separado e amasso metade, misturando com o arroz, e deixo pedaços inteiros pra dar textura. Quer dizer, quase sempre. Depende do dia.

Se você tem criança em casa ou só um paladar que curte equilíbrio, essa é uma daquelas adaptações inteligentes que parece simples, mas muda tudo. E de quebra, rende um prato fotogênico pra postar, ou não, se for comer tudo antes de tirar foto.

10º. Acrescentando grão de bico

Será que dá pra congelar sobra com grão-de-bico? Já tentei e… funciona, mas o grão perde um pouco da textura. Mesmo assim, vale o esforço. Ele traz proteína vegetal, fibra e um sabor terroso que casa surpreendentemente bem com o bacalhau. Eu prefiro usar o grão pré-cozido e dourado rapidinho na frigideira antes de misturar, isso evita que ele fique aguado no arroz.

Essa versão é ideal pra quando você quer um prato mais robusto, quase uma refeição única. E se alguém reclamar que “não é tradicional”, responda com um garfo cheio e um sorriso.

11º. Adicionando brócolis

Já aconteceu com você de comprar brócolis com boas intenções e ele acabar murchando na geladeira? Comigo, sim. Por isso, quando finalmente uso, gosto de jogar ele no vapor por só 2 ou 3 minutos, o suficiente pra ficar verde-vivo e crocante. No arroz de bacalhau, ele entra como um toque fresco que equilibra a gordura natural do peixe.

E se tiver criança relutante à mesa, corte bem pequeno e misture devagar. Às vezes, escondido no meio do arroz dourado, até o mais cético dá uma chance. Pelo menos foi o que aconteceu aqui, ou talvez tenha sido só um dia de sorte.

12º. Incluindo camarão

Duas proteínas do mar no mesmo prato? Pode parecer exagero, mas quando feito com cuidado, vira harmonia. O camarão precisa de atenção redobrada: refogue rápido, desligue o fogo antes que ele endureça. Eu gosto de selar separado e só juntar no final, assim, cada um mantém sua textura ideal.

Essa combinação é daquelas que pede um jantar com velas, mesmo que seja só você e o Titan te olhando com cara de “cadê a minha parte?”. Se fizer, me conta: o camarão ficou macio ou você também já passou do ponto uma vez?

13º. Misturado com feijão catarino

Feijão com bacalhau? Pode soar estranho, mas o feijão catarino, aquele clarinho, quase rosado, tem um sabor suave que não briga com o peixe. O segredo, como diz o vídeo, é cozinhar tudo separado e só misturar no final. Assim, o arroz não vira mingau e o bacalhau não desfia todo.

Tentei isso numa dessas noites em que sobrou feijão do almoço e não queria repetir o mesmo prato. Virou tradição esporádica. E se você tiver uma panela de barro, use, o feijão catarino nela ganha um sabor que quase conversa com você.

E aí, qual dessas versões te deixou com água na boca? Não importa se é a cremosa, a doce com damasco ou a ousada com camarão, o importante é botar a mão na massa (ou no arroz). Quando provar alguma, volta aqui pra me contar como foi. As melhores histórias de cozinha nascem dos erros, dos acertos e daquela vez em que o cachorro ficou encarando como se entendesse de gastronomia.

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 09:03

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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