18 Receitas de Massa Podre & Opções Deliciosas Para Usar Sempre Que Precisar

  • Uma das massinhas mais tradicionais usadas em preparos variados
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Todo mundo acha que massa podre é só pra empadão, né. Eu também pensava assim. Até o dia que, numa aula de confeitaria, vi um chef usar a mesma técnica básica pra fazer uma base de torta doce incrível. Foi um daqueles estalos na mente. A mesma massa que segura um recheio salgado pode abraçar doce de leite ou frutas.

O segredo dessa versatilidade toda tá na gordura. A manteiga de boa qualidade, bem gelada e trabalhada rapidamente com os dedos, cria aquelas camadas que derretem na boca. Não é a toa que chama massa podre, ela literalmente se desfaz. Esse é um daqueles conhecimentos clássicos que aprendi estudando técnicas francesas e italianas, e que transforma qualquer cozinheiro caseiro.

Essa receita de massa podre que vou te passar é minha base confiável. Ela nunca falha. Com ela, você não faz só um empadão, você cria uma experiência. Imagina a cara das pessoas ao provar uma tortinha caseira com essa crosta. O passo a passo tá abaixo, é mais simples do que parece. Bora descobrir?

Receita de massa podre para Empadão simples e fácil – Saiba como fazer

Rendimento
1 empadão (cerca de 10 porções)
Preparo
1h 30 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 13 marcados

Da Massa:

Do Recheio de Frango:

Olha, essa lista parece grande, mas é tudo coisa que a gente tem em casa ou acha fácil. A manteiga gelada é a única que precisa de atenção, o resto é sair picando e aproveitando. Se faltar algo, improvisa, a cozinha agradece.

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Informação Nutricional

Porção: 200g (1/8 do empadão)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 485 kcal 24%
Carboidratos Totais 42.5g 14%
   Fibra Dietética 2.5g 10%
   Açúcares 3.2g 6%
Proteínas 18.6g 37%
Gorduras Totais 27.8g 50%
   Saturadas 15.2g 76%
   Trans 0.8g 4%
Colesterol 95mg 32%
Sódio 680mg 30%
Potássio 285mg 6%
Cálcio 45mg 4%
Ferro 2.8mg 16%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Moderada em Fibras: Auxilia na digestão
  • Fonte de Ferro: Importante para energia
  • Boa Proteína: Equilíbrio nutricional

Alertas & Alérgenos

  • Alta gordura saturada – Consumir com moderação
  • Contém glúten (farinha de trigo) e lactose (requeijão)
  • Insight: Rico em carboidratos complexos para energia prolongada; proteína magra do frango ajuda na saciedade

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Massa Podre:

  1. Primeiro, pega uma tigela grande. Coloca a farinha, o sal e a manteiga gelada em cubos. Agora vem a parte divertida: usa as pontas dos dedos para esfarelar a manteiga com a farinha. Faz isso rápido, sabe, como se tivesse com pressa. O objetivo é formar uma farofa úmida, com pedacinhos de manteiga ainda visíveis. Isso que vai dar aquelas camadas desmanchantes depois. Não use as mãos quentes, senão derrete tudo.
  2. Numa tigelinha, bata levemente os 2 ovos inteiros e as 2 gemas (fica rico, né?). Junte essa mistura de ovos na farofa de manteiga. Mexe com uma espátula, depois com a mão, só o suficiente pra começar a grudar. A massa vai parecer meio esfarelada, mas é assim mesmo.
  3. Transfere pra uma superfície limpa e dá uma amassada rápida, tipo 30 segundos, só pra unir de vez. Não sova, pelo amor de tudo que é sagrado. A massa não pode ficar lisinha e elástica, senão perde o poder de "podre". Forma um disco, embrulha no filme plástico e leva pra geladeira. Deixa lá por pelo menos 30 minutos. É obrigatório, ela precisa descansar e ficar bem firme. Aproveita e lava a louça, ou vai preparar o recheio.

Uma vez a Daiane quis pular essa parte da geladeira, achou besteira. A massa virou uma bagunça na hora de abrir, grudou tudo no rolo. Aprendemos a lição: paciência é um ingrediente.

Recheio de Frango:

  1. Pega uma panela e coloca no fogo médio. Adiciona a margarina (ou manteiga) e o azeite. Quando derreter, joga a cebola picada e refoga até ficar bem douradinha. Isso demora uns 3 minutos, não tenha pressa. Só depois coloca o alho, mexe mais um minuto até aquele cheiro bom subir.
  2. Acrescenta o pimentão e o tomate picado. Refoga mais uns 5 minutos, até os vegetais começarem a amolecer. Joga as azeitonas picadas e mistura.
  3. Agora entra o frango desfiado. Mistura bem pra ele se envolver no refogado. Deixa cozinhar junto por mais 2 minutinhos.
  4. Desliga o fogo. É agora que entra a cremosidade: adiciona o requeijão e o caldo do frango (umas boas colheradas). Mistura até ficar bem homogêneo. O recheio fica úmido e brilhante. Prova e vê se precisa de mais sal ou pimenta. Deixa esfriar um pouco enquanto a massa descansa na geladeira.

Montagem e Forno:

  1. Preaqueça o forno a 200°C. Pega a massa da geladeira. Divide ela em duas partes: uma um pouco maior (uns 2/3) pra base e uma menor (1/3) pra tampa.
  2. Polvilhe farinha na mesa e no rolo. Abra a parte maior da massa num círculo com mais ou menos 1 cm de espessura. Forre o fundo e as laterais de um refratário de sua preferência, deixando a massa subir pelas bordas.
  3. Despeje todo o recheio de frango já frio (ou morno) dentro, espalhando bem e pressionando um pouco.
  4. Abre a parte menor da massa do mesmo jeito, num círculo que cubra a superfície do refratário. Coloca por cima do recheio. Junta as bordas da massa de baixo com a de cima, apertando com os dedos ou um garfo para selar. Pode cortar o excesso que ficar saindo pra fora.
  5. Faça alguns furinhos no centro da tampa com um garfo, pra sair o vapor. Se quiser, pincele com uma gema batida ou aquela clara que sobrou, pra dar um brilho bonito.
  6. Leva ao forno preaquecido e deixa assar por cerca de 1 hora. O sinal é a massa ficar bem dourada e firme. Quando tirar, deixa descansar uns 10 minutos antes de cortar, senão o recheio escorre tudo. Vale cada segundo de espera, confia.

Pronto, tá aí seu empadão digno de restaurante. A primeira vez que sai do forno aqui em casa, o cheiro tomou tudo. O Titan, nosso cachorro, ficou sentado na cozinha o tempo todo, esperando uma migalha cair. E caiu, claro.

O legal dessa massa podre é que ela vira sua base pra tudo. Fez e sobrou? Congela. Da próxima vez, usa pra uma torta doce de banana, ou uns pastézinhos. Ela perdoa erros e sempre fica gostosa. Se você tentar, conta pra gente nos comentários como que ficou. Demorou muito? A massa obedeceu? Bora trocar uma ideia lá embaixo.

Quanto tempo dura essa delícia?

Se resistir ao ataque inicial (difícil, eu sei), o empadão dura até 3 dias na geladeira. Mas a massa fica mais crocante se aquecer no forno antes de servir de novo. Congelado? Dá até 1 mês, mas embrulhe bem pra não pegar cheiro de freezer. Dica bônus: congele já fatiado pra facilitar a vida!

Tá de dieta? Vamos às contas

Cada fatia generosa de 200g tem cerca de 485 calorias (conforme tabela nutricional completa). Quer reduzir? Troque a manteiga por margarina light e o requeijão por cream cheese light. Mas sério, às vezes vale a pena o pecado...

Os 3 pecados capitais do empadão

1. Massa muito úmida - se grudar nos dedos, acrescente farinha aos poucos. 2. Recheio muito molhado - escorra bem o frango. 3. Pressa no forno - se tirar antes da hora, a massa fica crua por dentro. Paciência, jovem padawan!

Truque de mestre que ninguém te conta

Usa o rolo pra abrir a massa? Envolva ele em plástico filme primeiro - a massa não gruda e você economiza 10 minutos de stress. Outra? Coloque a manteiga congelada e rale no ralador de queijo antes de misturar. Fica perfeito!

Versões para todo mundo

Sem glúten: troque a farinha por mix pronto. Low carb: use farinha de amêndoas (mas bota mais ovo pra ligar). Vegano: margarina vegetal e "frango" de palmito pupunha. Já testei todas - a low carb foi a mais surpreendente!

Confissões de um desastre culinário

Na primeira vez, usei manteiga demais e virou uma sopa. A Daiane riu até chorar. Moral da história: meça os ingredientes, não seja ansioso como eu. Outra vez esqueci o sal na massa... sem comentários.

Empadão ou empadãozinho?

Faz em forminhas individuais pra festa (dura menos de 5 minutos). Ou bota bacon no recheio pra virar "empadão premium". Minha criação secreta? Coloca um pouco de goiabada no meio do recheio - combinação absurda com o frango!

O que serve junto?

Molho de pimenta caseiro é obrigatório. De bebida, um vinho branco seco ou até uma cerveja gelada. De sobremesa? Algo leve, tipo uma salada de frutas. O empadão já é pesado o suficiente!

O momento crítico

Cobrir o empadão sem destruir a massa é arte pura. Dica: abre a massa em cima de papel manteiga, vira sobre o recheio e depois tira o papel. Se rasgar (vai acontecer), faz remendos criativos e diz que é "estilo rústico".

Modo economia ativado

Frango muito caro? Usa sobrecoxa desfiada. Margarina no lugar da manteiga. E o pimentão caríssimo? Pode ser só metade da quantidade ou até tirar. Fica bom do mesmo jeito!

Como impressionar os sogros

Pincela gema no topo antes de assar - fica dourado e brilhante. Colora a massa com açafrão ou beterraba em pó. E o toque final? Flor de sal e pimenta do reino na hora de servir. Pronto, virou prato de restaurante!

Se tudo der errado...

Massa quebradiça? Amassa de novo com um pouco de água gelada. Recheio sem graça? Joga um caldo knorr e deixa reduzir. Assou e ficou cru por dentro? Corta em pedaços e volta pro forno em temperatura baixa. Nada está perdido!

De onde vem essa maravilha?

O empadão é primo distante da torta inglesa, mas com tempero brasileiro. A massa podre surgiu na Europa medieval pra conservar alimentos. Curiosidade: em Portugal tem empadas de frango em todo boteco - mas a versão brasileira é mais rechonchuda!

2 fatos que vão surpreender

1. A massa podre original levava banha de porco - experimenta substituir metade da manteiga por banha, o sabor fica incrível! 2. Na Idade Média, essa massa era usada como "prato descartável" - comia-se o recheio e jogava a massa fora (heresia!).

Harmonização inusitada

O salgado do frango com o azedinho da azeitona pede um contraste doce: experimenta servir com geleia de pimenta ou até um chutney de manga. Parece estranho, mas trust me, funciona!

Sabia que...

O requeijão no recheio é uma adaptação brasileira super recente? Na receita tradicional portuguesa vai apenas ovo cozido. E a manteiga gelada é essencial pra massa ficar folhada - se derrete antes da hora, esquece!

Combinações que vão transformar sua massa podre em uma refeição memorável

Depois de preparar aquela massa podre que ficou incrível, que tal montar um menu completo? Selecionamos opções que casam perfeitamente, seja para um almoço de domingo ou aquela reunião especial com amigos. Aqui em casa testamos todas (a Dai aprova cada uma!), e garantimos que são sucesso!

Pratos principais para fazer dupla perfeita

Receita de Escondidinho de frango super simples: O cremoso do frango desfiado combina demais com a crocância da massa. Nosso preferido para dias frios!

Torta de atum surpreendente: Se já está com massa pronta, essa torta vira praticamente um fast-food gourmet. Praticidade que alimenta.

Calzone: Massa recheada nunca é demais, né? Aqui fazemos metade doce, metade salgado - guerra conjugal garantida!

Rondelli de ricota: Massa fresca + recheio leve de ricota com noz-moscada. Minha avó fazia assim e ninguém superou até hoje.

Acompanhamentos que elevam o prato

Salada caprese: Tomate, mussarela e manjericão fresco. Simples assim, mas que equilibra qualquer massa mais encorpada.

Legumes grelhados: Abobrinha, berinjela e pimentões fazem a festa. Passo um azeite com alho por cima - não tem erro.

Purê de batata-doce: Doce e salgado sempre funcionam, ainda mais quando um fica mais cremoso que o outro.

Doces para fechar com chave de ouro

Bolo de laranja fit (aqui): Depois de uma massa, algo mais leve cai bem. Esse é o pedido da Dai quando quer "comer sem culpa".

Torta de banana: Clássico que nunca sai de moda. Quando sobra banana madura em casa, já sabe...

Receita de Fondant bem simples: Para ocasiões especiais. Aquele chocolate derretendo avisa que a refeição foi perfeita.

Mousse de maracujá: A acidez corta a gordura e refresca. Minha dica: coloca raspas de chocolate meio amargo por cima.

Bebidas: Escolhas perfeitas para acompanhar seu prato

Limonada siciliana: Com folhas de hortelã e gengibre ralado. Nosso truque contra dias quentes em SP.

Chá gelado de pêssego: Faço em jarra e deixo na geladeira. Quando chega visita, parece que me esforcei muito!

Suco verde: Couve, maçã, gengibre e limão. Pra quando exagero na massa (acontece sempre...).

E aí, qual combo vai testar primeiro? Aqui em casa o escondidinho + salada caprese + torta de banana é campeão de votos! Conta nos comentários se alguma combinação virou hit aí na sua casa também - adoramos trocar experiências.

Agora que você já domina a base, bora ver como essa massa pode se transformar em coisas incríveis. Olha só essas ideias que escolhi a dedo.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando a Refeição Precisa Ser Especial

autor: Gostosuras e Travessuras na Cozinha

Te falar uma coisa, fazer uma torta de frango caseira pra família é um ato de amor, e com essa massa fica ainda mais. A aprovação aqui em casa foi unânime, mas acho que foi por causa de um detalhe que o vídeo ensina direitinho.

Esse descanso de 20 minutos na geladeira, embalada, não é frescura. É o que deixa a manteiga firmar de novo, fazendo a massa ficar mais maleável na hora de abrir e garantir aquela textura que desmancha. E pincelar a gema no final, olha, faz toda diferença no visual, deixa com aquele dourado de padaria artesanal. Vale cada segundo a mais.

3º. A Descoberta Doce que Eu Não Esperava

autor: O Cozinheiro SQN!

Sempre associei massa podre ao salgado, até ver essa receita. É um coringa mesmo. A massa doce fica fininha, crocante, e não compete com o sabor do recheio, só dá um abraço nele.

O segredo, percebi fazendo, tá em não sovar. Só misturar até incorporar, senão desenvolve muito o glúten e ela perde essa característica "podre", sabe? Fica elástica. Usei para uma torta de creme de baunilha e ficou surreal, ninguém acreditou que a massa era caseira. A dica da forma de torta é boa, mas se não tiver, uma assadeira redonda comum resolve.

4º. A Receita Anti-Stress

Já teve medo de massa podre? Eu já. Achava que era coisa de profissional. Essa versão me mostrou que não. Ela é direta, sem mistério, e o vídeo não fica enrolando.

A minha grande lição com essa de sempre, quer dizer, quase sempre, é a da água. A quantidade exata nunca é a mesma, porque depende da umidade do ar, da farinha. O ponto é você conseguir formar uma bola que não gruda muito nas mãos, mas também não está esfarelando. É mais no feeling, e essa receita te dá essa confiança. Deixa descansar na geladeira sim, é não negociável.

5º. O Segredo das Avós Revelado

Fugindo ao que todo mundo pensa, banha não deixa gosto forte não. Ela dá uma textura incrível, fica mesmo sequinha e solta, e tem um ponto de fusão que é uma maravilha para massas folhadas e podres.

Essa receita é um passe de mágica. A banha em temperatura ambiente incorpora muito melhor do que gelada. Só toma cuidado para não amassar muito, o calor da mão pode derreter a gordura. O sabor final é neutro e delicioso, perfeito para um empadão de carne ou palmito.

6º. Para Quem Quer uma Textura Ainda Mais "Fofa"

Creme de leite na massa podre parece luxo, mas é um truque genial. Ele dá uma umidade controlada e um sabor lácteo bem suave que combina demais, principalmente com recheios mais leves, como frango ou cogumelos.

Essa é daquelas que você faz e pensa "nossa, por que não fiz antes?". Só uma dica prática de quem já errou: na hora de abrir a massa, use farinha na superfície e no rolo, mas sem exagero. Farinha em excesso deixa a massa seca e dura depois de assada. É só o suficiente para não grudar.

7º. A Base Perfeita Para a Acidez do Limão

Torta de limão é meu ponto fraco, e a massa é metade da experiência. Ela precisa ser firme o suficiente para segurar o creme, mas desmanchar na boca para não brigar com o recheio. Parece complicado, mas não é.

O vídeo foca justamente nesse ponto de equilíbrio, que é o segredo. Massa muito seca quebra na hora de cortar, muito mole vira uma bagunça. O jeito é ir amassando e sentindo. Quando ela forma uma bola lisa, que não abre fissuras, mas também não está brilhando de úmida, tá no ponto. Demora um pouco pra pegar o jeito, mas quando pega, é para sempre.

8º. Quando a Cozinha Vira Negócio

Se o seu objetivo é vender, você precisa de uma receita que seja consistente, lote após lote. Essa aqui é tratada como uma receita profissional justamente por isso. Ela elimina as variáveis.

O aviso sobre ficar de olho no forno depois de 20 minutos é de ouro. Fornos domésticos são imprevisíveis. O meu, por exemplo, doura mais rápido atrás. Então eu giro a assadeira na metade do tempo. Uma massa podre perfeita para empadinhas não pode passar do ponto, senão fica seca. Confia no olho mais do que no timer.

9º. Para Incluir Todo Mundo na Mesa

A maior prova de que uma receita é boa é quando ninguém percebe a "ausência" de nada. Essa massa, sem ovo e sem manteiga, é exatamente isso. Derrete na boca e segura um recheio saboroso, como o de palmito sugerido, perfeitamente.

O descanso na geladeira é ainda mais crítico aqui, porque as gorduras vegetais podem ser mais sensíveis. Deixa a massa bem firme antes de abrir. A sensação de ver todo mundo, sem restrições, comendo a mesma torta gostosa é das melhores que a cozinha pode dar.

10º. Leveza e Sabor Sem Derivados Animais

É um pensamento comum achar que uma massa vegana vai ser pesada ou sem graça. Essa receita quebra totalmente essa ideia. Ela é leve, crocante e tem um sabor próprio, muito agradável.

O custo-benefício é um ponto forte mesmo, e ela é bem fácil de manipular. Para quem está começando nesse estilo de vida, ou só quer uma opção diferente, é uma porta de entrada excelente. Experimenta com um recheio de legumes refogados, fica incrível.

11º. A Jogada de Mestre com Guaraná

Guaraná na massa? Pois é, eu também levantei a sobrancelha. Mas faz todo o sentido. A bebida substitui a água e dá um sutilíssimo toque adocicado e umidade perfeita. Fica versátil pra caramba.

A dica sobre o sal é sensata. Se seu recheio for bem temperado, pode pular. Eu, particularmente, gosto de uma pitadinha na massa sempre, realça os sabores. Essa é daquelas para você impressionar os amigos no almoço, todo mundo vai querer saber qual é o ingrediente secreto.

12º. Praticidade no Liquidificador (Sim, é Possível!)

Eu era cético. Acreditava que massa podre precisava do toque das mãos. Essa receita me convenceu do contrário. O liquidificador incorpora a gordura na farinha de um jeito rápido e uniforme, o que é ótimo.

Só tem um cuidado: não exagere no tempo de batida. Pulsar até ficar uma farofa úmida é o suficiente. Terminar de unir com as mãos é essencial para sentir o ponto. E sobre a manteiga sem sal, concordo plenamente. Você controla a quantidade de sal exata depois, é sempre melhor.

13º. Para Manter o Foco Sem Abrir Mão do Prazer

Só dois ingredientes principais. Parece mágica, mas a química da cozinha permite. Essa massa low carb é para quem não quer se sentir fora da dieta quando todo mundo está comendo uma tortinha.

A textura é diferente da tradicional, claro, mas é muito gostosa e satisfatória. Ela cumpre o papel de ser uma base crocante para um recheio saboroso. A leveza é real, você não termina de comer se sentindo pesado. É uma adaptação inteligentíssima.

14º. O Casamento Perfeito: Massa Crocante e Banana Doce

Essa receita é dois em um: você aprende a massa podre doce e já leva uma ideia de recheio infalível. Banana assada com uma crosta de massa é conforto puro.

A dica do amido de milho no recheio é valiosa, ele engrossa rápido e não deixa o creme ficar aguado, o que é um perigo com frutas. A massa fica douradinha e contrasta com a maciez da banana. Perfeita para um café da tarde com os amigos, rende elogios garantidos.

15º. Para uma Opção Sem Glúten de Verdade

Fazer massa sem glúten que fique crocante e sequinha é um desafio. Essa receita com farinha de arroz entrega exatamente isso. O sabor é neutro e a textura surpreende.

O aviso do vídeo é crucial: você precisa ser mais gentil. A massa não tem a elasticidade do glúten, então pode rachar se forçada. Abra com cuidado, entre duas folhas de plástico filme, e na hora de cobrir a torta, faça patches, remendando com os dedos. Funciona perfeitamente e o resultado final ninguém dirá que é sem glúten.

16º. A Versão Rica em Fibras e Sabor

Aveia na massa podre é uma ideia excelente para quem busca uma opção mais nutritiva. Ela dá um sabor tostado suave e uma textura interessante, além, claro, das fibras.

Fica crocante de um jeito diferente, muito bom. É importante usar a aveia em flocos finos ou processá-la um pouco para não ficar pedaços muito grandes que possam rasgar a massa. Combina demais com recheios de frango desfiado ou cogumelos.

17º. A Economia que Não Tira o Sabor

Óleo no lugar da manteiga ou banha. Soa estranho, mas funciona, e fica gostoso sim. É a opção mais econômica de todas e resolve quando você precisa de uma massa rápida e honesta.

A textura é mais de "massa quebrada" do que "podre" no sentido clássico, mas ainda assim é muito saborosa e crocante. Dica: use um óleo neutro, como de milho ou girassol. E invista num bom recheio, porque ele será o protagonista. Essa receita é pura praticidade.

18º. O Truque Rápido para Torta Doce

Essa não é tecnicamente uma massa podre, é uma base de bolacha. Mas eu incluo aqui porque é um coringa daqueles para quando você precisa de uma sobremesa incrível em 20 minutos. Para cheesecake, é imbatível.

A versatilidade é o forte. Bolacha de chocolate, de maisena, até cream cracker salgada para uma torta salgada rápida. Só misturar com manteiga derretida e apertar no fundo da forma. Não precisa assar, só gelar. É o tipo de daca que salva recepções de última hora. Já usei inúmeras vezes.

Bastante coisa, né? O legal é que cada uma dessas receitas resolve um problema diferente: falta de tempo, restrição alimentar, oramento apertado ou só a vontade de inovar. Me diz aí, qual você acha que vai se encaixar mais na sua rotina? Se fizer, conta nos comentários como ficou a sua versão. Trocar ideias de cozinha é a melhor parte!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 02:12

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Maria Cristina Olive Scarabeti
Adorei as opções. Estava procurando uma receita que lembrasse a torta da vovó. Vou me aventurar na cozinha.
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