17 Receitas de Finger Food Para Eventos Com Cardápio Simples E Fácil

  • Saiba como preparar um menu prático e que impressione seus convidados em qualquer tipo de festa.
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Organizar um evento em apartamento pequeno ensina, na marra, o valor de uma comida que não precisa de talher. Foi depois de uma confusão com pratos e garfos na sala de estar que a penny dropou, como dizem.

Percebi que a sofisticação não está no serviço formal, mas no sabor concentrado de uma única mordida. Essa salada com crotons de pão dormido e um molho de anchova, por exemplo, nasceu dessa necessidade. É uma aplicação prática de um princípio que aprendi em cursos de gastronomia, o contraste entre texturas crocantes e cremosas em porções mínimas.

Fazer essas finger foods é surpreendentemente divertido. Você monta um cardápio visualmente lindo, que impressiona os convidados, sem precisar de uma cozinha de restaurante. Se a ideia é simplificar seu próximo encontro sem abrir mão do sabor, o passo a passo dessa receita certeira está logo abaixo.

Salada Caesar: uma das melhores receitas de finger food para eventos, veja como fazer

Rendimento
4 porções (como petisco)
Preparo
50 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 9 marcados

Para o molho:

Para montar:

Essa lista é enganosamente simples. Os ingredientes se transformam num negócio completamente diferente, você vai ver. Só não esquece de secar bem a alface, senão o molho fica aguado. Aprendi isso do jeito difícil.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 200g (1/4 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 18.5g 6%
   Fibra Dietética 2.8g 11%
   Açúcares 3.2g 6%
Proteínas 8.4g 17%
Gorduras Totais 21.3g 27%
   Saturadas 4.8g 24%
   Trans 0g 0%
Colesterol 15mg 5%
Sódio 480mg 21%
Potássio 320mg 7%
Cálcio 180mg 18%
Ferro 1.2mg 7%
Vitamina C 12mg 27%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Sem Glúten: Opção sem pão ou com pão sem glúten
  • Moderada em Carboidratos: Balanceada para dietas low-carb
  • Boa em Fibras: Alface contribui para saúde intestinal
  • Rica em Cálcio: Queijo parmesão fortalece ossos

Alertas & Alérgenos

  • Contém peixe – Anchovas podem causar reações alérgicas
  • Sódio moderado – Anchovas e queijo contribuem; reduza sal para hipertensos
  • Insight: Versão com iogurte reduz calorias e gorduras; pão dormido evita desperdício
  • Molho tradicional sem ovo cru; mais seguro que versões com ovo fresco

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo o molho de anchova (a estrela do show):

  1. Pega o dente de alho e os filezinhos de anchova. Pica tudo o menor que conseguir. Quase uma pasta. Isso aqui é o coração do sabor.
  2. Coloca uma boa fio de azeite numa frigideira pequena e esquenta em fogo baixo. Joga o alho e a anchova picados e deixa dourar, mexendo sempre. Cuidado pra não queimar o alho, senão fica amargo. O cheiro que vai subir é indescritível, quase um perfume. Quando estiverem bem douradinhos, tira do fogo e passa tudo pra uma tigela.
  3. Agora, na tigela ainda quente, adiciona o parmesão ralado. Mexe bem. O calor do azeite e da frigideira vai ajudar o queijo a quase derreter e incorporar. Já fica um creme maravilhoso.
  4. Acrescenta a maionese (ou o iogurte, se for seu estilo) e mistura mais. A textura fica bem cremosa.
  5. Espreme o suco do meio limão direto, joga uma pitada generosa de pimenta do reino e dá mais uma mexida vigorosa. Prova. Lembra do sal? Só coloca agora se achar realmente necessário, porque a anchova já deu uma boa salgada. Reserva esse molho dos deuses.

Já fiz esse molho antes e guardei na geladeira por dois dias. Ficou ainda mais saboroso. É uma opção se quiser adiantar.

Preparando os crotons e montando:

  1. Pega o pão dormido e corta em cubinhos não muito grandes, do tamanho de uma mordida. Nem precisa descartar as casquinhas, elas vão ficar ainda mais crocantes.
  2. Na mesma frigideira (nem precisa lavar, aproveita o sabor que ficou), coloca mais um fio de azeite e liga no fogo médio. Adiciona os cubos de pão, tempera com uma pitada de sal (bem pouca) e mais pimenta. Fica mexendo e dourando até ficarem crocantes por todos os lados, tipo uns 5 a 7 minutos. É um crotone caseiro, muito melhor que o de pacote.
  3. Enquanto o pão frita, lava bem as folhas de alface e seca com muito, mas muito cuidado. Pode usar um escorredor de salada ou um pano de prato limpo. Úmido é inimigo do molho cremoso. Depois de seca, pica a alface em pedacinhos.
  4. Joga a alface picada na tigela com o molho reservado. Usa uma espátula ou duas colheres pra misturar bem, até cada folhinha ficar completamente envolta no creme. É lindo de ver.
  5. Por último, adiciona os crotons de pão quentinhos na salada, dá uma misturada rápida só para distribuir. Pronto. A ideia é servir logo, em taças pequenas ou colheres de sobremesa, para os crotons não perderem o crocante. É uma explosão de textura em cada colherada.

Se sobrar, come no dia mesmo. O pão vai amolecendo, mas o sabor do molho continua incrível. A Daiane adora quando faço isso, ela sempre pega a última porção.

E é isso. Uma salada que é muito mais que uma salada, entende? Virou minha arma secreta quando tenho visita inesperada. Abre a geladeira, vê o pão de ontem e faz mágica. A combinação do molho umami da anchova com o parmesão, mais o ácido do limão e o crocante do pão… é outro nível.

Melhor parte? Ninguém precisa de garfo. Serve direto na colher ou em potinhos, e os convidados ficam impressionados com algo que, no fundo, é bem simples de fazer. Conta pra mim depois como ficou a sua, ou se inventou alguma variação. Adoro trocar ideias nos comentários do Sabor na Mesa.

Quanto tempo dura essa delícia?

Se você resistir à tentação de devorar tudo de uma vez (boa sorte com isso), a salada Caesar dura até 2 dias na geladeira – mas o crocante do pão só sobrevive por algumas horas. Dica da Daiane: guarde o molho separado e misture na hora de servir. Já tentamos deixar tudo pronto antes e... digamos que virou uma sopa de alface triste.

Sem anchova? Sem crise!

Se o sabor forte da anchova não é sua praia ou você é vegetariano, bora de truques:

  • 2 azeitonas pretas picadas dão um toque salgado parecido
  • 1 colher de chá de molho inglês (Worcestershire) - cuidado que tem peixe na maioria das marcas
  • 1 pitada de algas nori raladas para um sabor "do mar" vegano

Hack que mudou minha vida

Pão dormido = pão velho? Nem sempre! Se você não tem pão amanhecido em casa (quem é essa pessoa organizada?), joga os cubos de pão fresco no forno a 180°C por 10 minutos antes de fritar. Fica tão crocante que dá até raiva de tão bom. A Daiane achou que eu tinha comprado croutons caros da primeira vez que fiz isso!

3 erros que quase estragaram meu jantar

Já cometi todos, então você não precisa passar por isso:

  1. Alface encharcada: Lave e SECE BEM as folhas. Molho + água = sopa gelada
  2. Pão queimado por fora e cru por dentro: Fogo médio é sagrado. Paciência, jovem padawan
  3. Molho muito ácido: Coloque o suco de limão aos poucos e prove. Dá pra consertar com uma pitada de açúcar se exagerar

O que servir com essa belezinha?

Para virar uma refeição completa ou montar uma mesa de finger food:

  • Bebidas: Vinho branco seco (eu não bebo, mas meus amigos juram que combina) ou limonada com gengibre
  • Proteínas: Cubos de frango grelhado (Caesar clássica) ou grão-de-bico assado pra versão veg
  • Extra crunch: Nozes tostadas ou sementes de abóbora

Dietas? Bora adaptar!

Ninguém precisa ficar de fora dessa festa:

  • Low carb: Troque o pão por cubos de abobrinha assada ou bacon crocante
  • Sem glúten: Pão sem glúten ou... surpresa! Couve-de-bruxelas assada fica incrível
  • Light: Iogurte grego no lugar da maionese e queijo reduzido

Caesar maluca

Quer impressionar? Essas variações são meu segredo para festas:

  • Caesar tropical: Adicione manga em cubos e pimenta dedo-de-moça
  • Caesar brunch: Coloque ovo pochê por cima (quando corta, a gema vira molho extra)
  • Caesar de couve: Massageie a couve com o molho por 5 minutos antes de servir

O pulo do gato: o molho

Aqui é onde a maioria erra (inclusive eu nas primeiras 3 tentativas). O segredo é:

  1. Doure bem a anchova e alho até quase desmanchar
  2. Deixe esfriar UM POUCO antes de misturar com maionese/iogurte
  3. Adicione o queijo por último, mexendo devagar

Se o molho separar, um fio de azeite enquanto bate salva tudo. Juro!

Modo chef estrela Michelin

Para quando a sogra vem jantar:

  • Rale o parmesão na hora (aqueles de caixinha são bons, mas frescos são outro nível)
  • Use gemas caipiras no molho caseiro
  • Finalize com flor de sal e pimenta rosa moída na hora

Sobrou? Transforma!

Não jogue fora aquelas folhas murchas no fundo da tigela:

  • Refoga com alho e vira recheio de omelete
  • Bate no liquidificador com caldo de legumes para uma sopa cremosa
  • Mistura com farinha de rosca e faz bolinhas fritas (sim, é bom!)

Perguntas que sempre me fazem

"Posso fazer sem alho?" Pode, mas perde 70% da graça. Se for por alergia, tente um pouquinho de gengibre ralado.

"Dá pra congelar?" Só o molho (sem a alface, óbvio). Descongele na geladeira e mexa bem.

"Por que pão dormido?" Ele absorve menos óleo e fica mais crocante. Física pura, gente!

2 segredos que ninguém conta

  1. Efeito tigela quente: Esquente a tigela antes de misturar. O molho envolve melhor a alface!
  2. Ordem importa: Molho + alface + croutons + MAIS molho por cima. Parece exagero, mas faz diferença.

A história polêmica

Dizem que a Caesar salad foi inventada no México (sim!) por um italiano chamado Caesar Cardini nos anos 1920. A original nem tinha anchova - o sabor vinha do molho Worcestershire. E adivinha? Era comida com as mãos como finger food. Voltamos às origens!

Confissões de cozinha

Uma vez usei alho em pó por preguiça de descascar e... nunca mais. Ficou com gosto de lanchonete duvidosa. Outra vez a Daiane colocou alface iceberg sem querer (era pra ser romana) e descobrimos que fica incrivelmente crocante. Erros que viraram acertos!

Harmonização além do óbvio

O contraste perfeito para o cremoso do molho:

  • Texturas: Fatias de pera crocante ou rabanete
  • Sabores: Ovos de codorna ou tomates secos
  • Cores: Beterraba em tirinhas roxa (fica lindo em eventos)

Modo "tudo deu errado"

Se a receita virar um desastre:

  • Molho muito grosso: Adicione água gelada, UMA GOTA de cada vez
  • Alface murcha: Mergulhe em água com gelo por 5 minutos
  • Sem pão: Use batata-doce assada em cubos. Sério, funciona!

Sabia que...

O verdadeiro molho Caesar original era feito à mesa como atração. O chef misturava os ingredientes com dramaticidade, incluindo ovos inteiros (com casca!) que ele quebrava com uma mão só. Hoje em dia a gente faz sem frescura, mas a receita sobreviveu quase 100 anos - prova de que é boa mesmo!

E aí, vai tentar? Conta nos comentários como ficou sua versão!

Combinações que vão fazer seu finger food brilhar!

Depois de preparar aquela entrada irresistível, é hora de montar o resto do menu. Aqui vão nossas sugestões testadas e aprovadas - a Dai vive pedindo essas combinações quando recebemos amigos!

Pratos principais que casam perfeitamente

Arroz com frango desfiado: Clássico que nunca falha, deixa o prato bem completinho sem roubar a cena dos seus finger foods.

Lombo de porco recheado assado (receita aqui): Para quando quiser impressionar - o contraste de texturas fica sensacional.

Macarrão com sardinha (veja como prepará-lo): Opção prática que lembra aqueles almoços de infância, sabe?

Risoto de cogumelos: Um toque sofisticado que combina com quase tudo - e é mais fácil do que parece!

Acompanhamentos que fazem a diferença

Maionese de alho caseiro: Nosso segredo para deixar qualquer prato mais gostoso - cuidado que vicia!

Maionese de leite caseira que surpreende: Versão mais leve que a Dai adora, perfeita pra quem não é fã do sabor muito marcante.

Palmito pupunha muito fácil: Crocância que complementa bem os sabores, ótimo pra variar nas texturas.

Mini pães de queijo: Porque não existe combinação errada com pão de queijo, né? Especialmente quando ainda estão quentinhos.

Sobremesas para fechar com chave de ouro

Torta holandesa irresistível: Clássico dos clássicos, sempre agrada todo mundo - inclusive meu sogro que é bem exigente!

Pavê simples (veja a receita aqui): Receita descomplicada pra quando o tempo está curto mas você não quer abrir mão do docinho.

Fondue de chocolate (receita aqui): Interativo e divertido, ótimo pra reunir a galera em volta da mesa.

Brigadeiro de colher: Nostalgia pura em forma de sobremesa - e ainda pode servir como "molho" pra algumas frutas!

Bebidas para harmonizar

Limonada siciliana: Refrescante sem ser óbvia, com aquele toque especial de ervas que faz toda diferença.

Chá gelado de pêssego: Doce na medida certa pra equilibrar sabores mais intensos.

Suco de maracujá com hortelã: Combinação que nunca falha, especialmente nos dias mais quentes.

Água aromatizada com frutas: Opção super versátil que você pode adaptar com o que tiver na fruteira.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit na sua casa também! Aqui o fondue de chocolate já virou tradição de domingo - a Dai diz que é minha única boa influência na alimentação da família.

Precisa de mais ideias? Olha essa curadoria que fiz de finger foods que nunca falham.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Cestinhas de frango: práticas e personalizáveis

autor: CHEF MINUTO

Essa é a salvação quando você precisa de volume e aceitação geral. A massa de pastel vira um copinho crocante que segura qualquer recheio, e o de frango com requeijão é praticamente uma lei universal, né? Todo mundo gosta.

Meu truque é fazer um lote grande da massa das cestinhas e congelar antes de assar. No dia do evento, é só tirar, colocar o recheio já pronto e levar ao forno. A textura fica perfeita e você ganha um tempo enorme. Pode confiar.

3º. Canapés de cogumelos: um toque elegante e terroso

autor: Recepedia

Quer impressionar sem parecer que se esforçou muito? Canapés de cogumelos são a resposta. Eles têm um sabor terroso e sofisticado que foge do óbvio, mas ainda assim agrada quase todo mundo. O mix de shimeji e shitake que eles usam faz toda a diferença, dá um *umami* incrível.

A base é super simples, mas preste atenção na dica deles de saltear bem os cogumelos até a água evaporar totalmente. Se ficar úmido, a base do canapé fica encharcada e é um desastre. Já passei por isso, então aprendi na marra. Ah, e se quiser mais opções, dá uma olhada na nossa lista completa de receita de canapés que tem coisa para todos os gostos.

4º. Mini batatas recheadas: a interativa

Essa ideia é brilhante para quebrar o gelo numa festa. Você deixa as batatinhas assadinhas e uma bandeja com vários recheios: um creme de frango, uma calabresa bem temperada, queijo e bacon. As pessoas se servem e montam o que querem.

Funciona tão bem que até esquecem o celular. Só cuidado para não fazer a batata muito pequena, senão fica difícil de rechear. As médias são as melhores. E use uma colher de sobremesa ou de café para tirar o miolo, fica redondinho.

5º. Dadinhos de tapioca do Mocotó: o clássico com tutoria

Quando vi que era o chef Rodrigo Oliveira ensinando, já sabia que ia dar certo. Esse dadinho é lendário, e a textura dele, cremosa por dentro e crocante por fora, é um negócio de outro mundo. A geleia de pimenta corta a gordura na medida certa.

Atenção redobrada no ingrediente: tem que ser a tapioca granulada, aquela que parece areia. Se usar a goma, vira uma cola que não desgruda da panela. Pergunto como sei? Não pergunte. Siga o vídeo à risca que é sucesso.

6º. Espetinho caprese: frescor em palito

Essa é a minha opção para quando a festa é de dia ou começa mais cedo. É leve, colorida e parece fresca. A combinação de tomate doce, queijo de búfala e manjericão nunca, nunca falha.

Mas a qualidade dos ingredientes é tudo aqui. Tomate cereja bem doces, um azeite bom e, se possível, o manjericão colhido na hora. Faz uma diferença absurda no aroma. Monto na hora de servir, senão o tomate solta água.

7º. Bruschetta: a simplicidade italiana que encanta

Todo mundo acha que sabe fazer bruschetta, mas tem detalhe que transforma. Esse vídeo mostra direitinho. O pão tem que ficar bem crocante, quase quebradiço, para aguentar o molho sem ficar mole.

Eu gosto de esfregar um dente de alho ainda quente no pão depois de torrado. Dá um perfume sutil que eleva o sabor a outro patamar. E o tomate, claro, bem picadinho e sem as sementes. Simples, mas feito com cuidado, é uma das coisas mais gostosas que existem.

8º. Mini pizzas: o coringa das multidões

Com crianças ou adultos, mini pizza é garantia de prato vazio. A massa é divertida de fazer, mas ninguém vai te julgar se usar uma pronta, viu? A verdade é que o importante é a experiência de comer um pedacinho com a mão.

Para não virar uma loucura na cozinha, eu pré-asso as bases. Aí no dia, é só espalhar o molho, o queijo e os toppings e dar uma aquecida rápida. Dá para fazer uma linha de produção e deixar tudo pronto em tempo recorde.

9º. Pipoca de frango: viciante e perfeita para potinhos

Isso aqui some do buffet em minutos, é sério. O tempero da farinha e a fritura na medida certa deixam aqueles pedacinhos dourados e crocantes por fora, suculentos por dentro. Impossível comer só um.

A dica deles de servir em potinhos individuais é de mestre. Além de higiênico, evita aquela cena de todo mundo catar no mesmo prato e sobrar só a farinha. Faço um molhinho barbecue ou de mel e mostarda para acompanhar, fica divino.

10º. Creme de mandioquinha: o aconchego em copinhos

Para um evento à noite ou num clima mais frio, esse creme é um abraço em forma de comida. A mandioquinha tem uma doçura natural e uma cremosidade que não precisa de muito segredo, só um pouco de atenção para não empelotar.

Sirvo em copinhos de shot ou de sobremesa bem pequenos, com um crouton ou uma lasca de bacon por cima. Aquece o pessoal e dá uma quebrada nos sabores só de salgado. A Daiane adora quando faço, diz que é o finger food mais confortante de todos.

11º. Pão de queijo no ponto: o clássico que nunca cansa

Não tem como errar. É a aposta mais segura quando você não conhece todos os gostos dos convidados. Um pão de queijo quentinho, com aquela casquinha crocante e o interior macio e levemente úmido, é uma felicidade universal.

O segredo, pra mim, está no queijo. Uso uma mistura de parmesão ralado na hora com um meia cura mais úmido. E não tenha pressa na hora de assar. Se tirar cedo demais, ele murcha. Deixe dourar bem de baixo.

12º. Mac ‘n’ Cheese: a massa reconfortante em porção

Às vezes o finger food precisa matar a fome de verdade, não é só petisco. Essa versão do clássico americano é perfeita para isso. É substanciosa, cremosa e, vamos combinar, quem resiste a um macarrão com queijo derretido?

Para servir como finger food, uso aqueles copinhos de papel pequenos ou forminhas individuais. E escolho um macarrão formato conchinha ou penne, que é fácil de pegar com um palitinho. Se sobrar, duvido muito, é só esquentar no micro-ondas no dia seguinte que fica tão bom quanto.

13º. Bolinho de bacalhau: o desafio que vale a pena

Sim, dá um pouco mais de trabalho. Dessalgue do bacalhau, desfiar, misturar a bativa… mas a reação das pessoas quando provam um caseiro, no ponto certo, não tem preço. É daquelas comidas que trazem um ar de celebração imediato.

A minha dica de ouro é deixar a massa descansar na geladeira por pelo menos uma hora antes de modelar. Ela fica mais firme, não abre na fritura e o sabor se incorpora melhor. E frite em óleo bem quente, para ficar dourado rápido e não ficar encharcado.

14º. Batata rústica: a fácil que todo mundo ama

Não subestime o poder de uma batata bem feita. É barata, rende horrores e, quando assada com alecrim e páprica defumada, vira a estrela do buffet. As pessoas vão direto nela, pode acreditar.

Corte em pedaços não muito pequenos, para não secar. E não encha a assadeira, deixa espaço entre elas para que assem e fiquem crocantes, não cozidas no vapor. Eu faço sempre no forno bem alto, quase na máxima, e vou mexendo de vez em quando. Fica com aquele exterior perfeito.

15º. Queijo Brie: a sofisticação fácil

Isso aqui é um atalho para um finger food chique. O Brie é um queijo que derrete na boca e fica incrível com qualquer coisa doce por cima. A geleia de damasco é a combinação clássica, mas a de frutas vermelhas também é sensacional.

Para servir, compre um Brie inteiro pequeno, aqueça no forno até ficar bem cremoso por dentro e coloque no centro da mesa com pães tostados ao redor. As pessoas mesmo se servem. É visual, gostoso e praticamente não dá trabalho. Um truque infalível.

16º. Ceviche de peixe: o refrescante e ousado

Para uma festa com um clima mais descolado ou no verão, essa é a pedida. O ceviche é puro frescor, azedinho, com a cebola roxa dando um contraste lindo e o gengibre uma pitada surpresa. Limpa o paladar entre um petisco e outro.

O segredo é o peixe: tem que ser bem fresco, de confiança. E o tempo de cura no limão é crucial. Deixa o tempo que o vídeo indicar, nem mais nem menos, senão o peixe fica muito cozido ou cru demais. Sirva em colheres de sobremesa descartáveis, fica elegante e prático.

17º. Salada de macarrão com atum: o coringa que rende

Essa é a receita que você faz quando precisa alimentar muitas pessoas sem gastar muito. A salada de macarrão com atum é cremosa, saborosa e, quando servida em copinhos, vira um finger food perfeito. A textura do macarrão penne ou parafuso segura bem o molho.

Para ficar mais interessante, eu gosto de colocar um pouco de maçã verde picada bem fininha. Dá uma crocância e um toque ácido do nada que surpreende. E se alguém não gosta de atum, é só trocar por frango desfiado, fica igualmente bom. É daquelas bases que você pode adaptar com o que tem na geladeira.

E então, qual vai entrar no seu cardápio? Eu sou meio suspeito porque adoro o desafio do bolinho de bacalhau, mas as mini batatas recheadas são uma diversão garantida. Me conta nos comentários qual você testou e se deu certo, ou se inventou uma variação nova. Adoro trocar ideias sobre isso!

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 21:34

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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