13 Receitas de Pastrami + Várias Versões de Temperos, Preparos E Finalizações

  • Ele é bem versátil: De smashburger a petisco, você vai se surpreender com o sabor.
Avalie este item
(34 votos)
Rendimento
1,5kg
Preparação
2,5 dias
Dificuldade
Médio

Minha primeira tentativa de pastrami caseiro foi um pequeno desastre. A salmoura não penetrou direito e o lombo ficou com uma textura desigual. Foi aí que busquei ajuda em livros sobre charcutaria e aprendi a lição mais valiosa: a paciência não é só uma virtude, ela é o ingrediente principal. Dominar a receita de pastrami é entender a ciência por trás da cura. O uso preciso do sal de cura tipo 1, por exemplo, não é opcional, é o que garante a segurança e a cor característica.

E o truque de virar a carne na salmoura duas vezes ao dia, que parece detalhe, faz toda a diferença para um sabor uniforme em cada fatia. Quando você segue o processo com cuidado, o resultado é surpreendente. A carne fica incrivelmente macia e perfumada pelas ervas, muito diferente de qualquer versão comprada. É um projeto para um fim de semana, mas a experiência de fatiar seu próprio pastrami, sabendo exatamente o que tem dentro, é das mais gratificantes na cozinha. A receita completa está logo abaixo para você encarar esse desafio delicioso.

Receita de Pastrami no Forno: Saiba Como Fazer

Ingredientes

0 de 9 marcados

Para a carne e salmoura:

Para os aromas (frescos, de preferência):

Acho que o maior custo aqui é a paciência mesmo, porque a carne sai mais barata que um pastrami importado. O sal de cura tipo 1 você acha em lojas de produtos para churrasco ou charcutaria online. Sério, não tenta substituir por sal rosa do Himalaia, não dá certo.

Progresso salvo automaticamente

Modo de preparo

Preparando a Carne e a Salmoura:

  1. Primeiro, cuide bem do seu lombo. Passe uma água, seque com papel toalha e tire qualquer excesso de gordura ou pele que você não goste. Deixe ele inteiro, bonito, pronto para o banho.
  2. Pegue uma panela média e coloque uns 250ml de água para ferver. Quando borbulhar, abaixe o fogo e jogue o sal grosso, o sal de cura, o açúcar cristal, o alho amassado, o tomilho, o estragão e o alecrim (se for usar). Mexe, mexe, mexe até tudo dissolver direitinho. Vai formar um líquido escuro e cheiroso.
  3. Pega um recipiente grande, de vidro ou plástico que possa ir à geladeira. Despeje esse concentrado quente dentro, junto com o 1,5 litro de água filtrada restante. Mistura bem e espera esfriar completamente. Tipo, totalmente frio. Se você pular essa parte e colocar a carne na salmoura morna… bem, não faça isso, pode estragar tudo.
  4. Com a salmoura fria, submerja a peça de lombo dentro do recipiente. A carne tem que ficar totalmente coberta. Se boiar, use um peso limpe, tipo um pires. Tapa e leva pra geladeira. Agora começa o jogo da paciência.

Esse é o segredo que eu demorei pra aprender: virar a carne. Pelo menos duas vezes por dia, você abre a geladeira, vira o lombo de lado. Isso garante que a salmoura penetre igual por todo lado. Faça isso por 48 horas. Sim, dois dias. Vai dar certo.

A Cura e o Cozimento Lento:

  1. Passadas as 48 horas, retire a carne da salmoura. Você pode jogar a salmoura fora, ela já cumpriu o papel. Lave o lombo sob água corrente fria, só para tirar o excesso de sal de fora, e seque muito bem com papel toalha.
  2. Agora, pegue um barbante de cozinha e amarre o lombo. Não precisa ser um nó de marinheiro, só algo firme para ele manter o formato durante o cozimento. Isso ajuda a fatiar depois.
  3. Pré-aqueça o forno a 90°C. É baixíssimo, quase um morno. Coloque o lombo amarrado em uma assadeira ou forma, pode ser em uma grade se tiver. Leve ao forno e deixe lá por 3 horas. Isso não é assar, é cozinhar em baixíssima temperatura. A carne vai ficar incrivelmente macia.
  4. Depois das 3 horas, retire do forno. Deixe descansar por uns 15 minutos antes de desamarrar. Aí é só fatiar bem fininho, na contração da carne, e servir. Pode ser num sanduíche, com pão de centeio, mostarda e um picles caseiro. O negócio fica tão bom que dá até pena de compartilhar.

Dica de ouro: se sobrar (duvido), o pastrami dura bem na geladeira por uns 5 dias, em um pote fechado. E fica ainda mais saboroso no dia seguinte, os temperos se integram mais.

Dicas importantes abaixo

Informação Nutricional

Porção: 150g (1/10 da receita)

CALORIAS375 kcal
PROTEINAS45.2g
GORDURAS18.5g
Low-CarbGluten-FreeLactose-FreeAlto em ProteínaPaleoAlto sódioGordura saturada

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Fazer pastrami em casa é daqueles projetos que dão um certo orgulho, sabe? Você encara o processo, espera, e no final é recompensado com uma carne saborosa que você mesmo controlou do início ao fim. A Daiane até brincou na última vez, falando que a cozinha parecia um laboratório, mas quando provou o primeiro sanduíche, esqueceu tudo e só pediu mais.

E aí, topa o desafio? Pode parecer trabalhoso, mas cada etapa tem sua razão de ser. Quando você fatiar aquele pastrami corado e perfumado, vai ver que valeu cada minuto de espera. Conta pra gente nos comentários como ficou o seu, ou se bateu aquela dúvida no meio do caminho. Boa sorte na cozinha!

Dicas essenciais da receita

Quanto tempo dura e como guardar seu pastrami

Depois de pronto, o pastrami dura até 5 dias na geladeira se bem embalado (eu uso papel alumínio + saco hermético). Se quiser congelar, corte em fatias antes - dura 3 meses! Mas sério, quem consegue resistir 3 meses sem comer? Aqui em casa desaparece em 3 dias...

Os 3 pecados capitais do pastrami caseiro

1) Não virar a carne na salmoura - resultado: sabor desigual. Já errei isso e metade ficou sem graça.
2) Temperatura alta no forno - vira um tijolo seco. 90ºC é sagrado!
3) Apressar o processo - 48h de salmoura não é sugestão, é lei. Uma vez tentei em 24h e foi um fracasso.

Sem lombo suíno? Sem problemas!

• Patinho bovino funciona bem (fica mais encorpado)
• Para versão mais magra, use peito de frango (mas reduza o tempo de salmoura para 24h)
• Vegetariano? Berinjela grossa em tiras grossas + molho barbecue defumado imita bem o conceito

Truque secreto do chef (que qualquer um faz)

Depois de assar, deixe o pastrami "suar" por 10 minutos embrulhado em papel alumínio. Os sucos se redistribuem e a carne fica ainda mais macia. Aprendi isso depois do terceiro pastrami duro que fiz na vida.

O que serve com pastrami?

• Clássico: pão de centeio, mostarda e picles
• Meu preferido: na tapioca com queijo coalho derretido (abrasileirada total)
• Para brunch: ovos pochê e espinafre
• Bebida: cerveja escura ou suco de maçã gelado

Pastrami apimentado (para corajosos)

Adicione na salmoura: 1 colher de sopa de pimenta da Jamaica moída + 2 colheres de páprica defumada. Fica com um kick que arrepia até o bigode! A Daiane não curte muito picante, então faço metade normal e metade apimentada.

A parte mais chata (e como facilitar)

Amarrar o lombo parece cirurgia, mas tem um jeito: use barbante comum e dê nós simples a cada 3cm. Não precisa ficar perfeito! Na primeira vez que fiz, parecia que tinha sido atacado por uma aranha bêbada, mas o gosto foi ótimo mesmo assim.

Sobrou? Transforma!

• Cubos no feijão (substitui bacon)
• Fatias crocantes no microondas (30 segundos viram "bacon" de pastrami)
• Caldo: ossos e aparas viram base para sopa incrível

Se tudo der errado...

• Salgou demais? Deixe de molho em água gelada por 1h
• Secou no forno? Pincele com caldo de carne e embrulhe em papel alumínio
• Não formou crosta? Passe rapidamente na frigideira com azeite

De onde veio essa maravilha?

O pastrami nasceu na Romênia como método de conservar carne, mas foram os judeus de Nova York que o transformaram no ícone gastronômico. Curiosidade: originalmente era feito com carne de ganso!

2 coisas que ninguém te conta

1) O pastrami perfeito deve flutuar na salmoura - se afundar, precisa mais sal
2) Na geladeira, coloque um peso sobre a carne (usei uma tigela com feijão uma vez) - ajuda na penetração dos temperos

Harmonização inusitada

Experimente com geleia de pimenta ou mel com wasabi. Parece loucura, mas o doce-picante casa perfeitamente com a carne defumada. Meu cunhado achou estranho até provar - agora pede sempre!

Elevando o nível

Antes de assar, cubra a carne com uma crosta de: 2 colheres de mel + 1 de pimenta rosa esmagada + raspas de laranja. Vira um banquete digno de restaurante estrelado!

Perguntas que sempre me fazem

Posso usar sal comum no lugar do sal de cura?
Não recomendo - o sal de cura tem nitrito que dá a cor e segurança alimentar.

Por que meu pastrami não ficou rosado?
Ou faltou sal de cura, ou a salmoura não penetrou suficiente. Paciência na próxima!

Sabia que...

Em Nova York existe uma rixa histórica entre duas casas de pastrami (Katz's vs Carnegie Deli). Já provei nas duas - prefiro o caseiro mesmo! Ah, e o recorde mundial é um sanduíche de pastrami de 5,4kg. Alguém se habilita?

E aí, vai encarar?

Se fizer, conta pra gente nos comentários como ficou! Tira foto daquele interior rosadinho e marca a gente no @sabornamesaoficial. E se inventar alguma variação maluca, compartilha aí - adoro testar coisas novas na cozinha!

Pastrami com Acompanhamentos que Vão Fazer Seu Almoço Virar Festa

Quem aí também ama aquele sanduíche de pastrami bem recheado? Mas hoje vamos além: montamos um menu completo pra transformar seu almoço em banquete. A Daiane já aprovou essa seleção - e olha que ela é exigente!

Para Começar com Tudo

Empanada de sardinha: crocante por fora, cremosa por dentro. Ótima pra abrir o apetite sem pesar.

Empanada de liquidificador: prática e versátil. Coloquei um toque de pimenta calabresa na última vez e ficou divino!

Acompanhamentos que Combinam Perfeitamente

Purê de batata (veja como fazer no link): cremoso que só ele, combina que é uma beleza com o salgado do pastrami.

Para Acompanhar

Suco de uva integral: mesmo link do vinho, mas optamos pela versão sem álcool - fica ótimo bem gelado.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários - e não esquece de avisar se sobrou espaço pra sobremesa!

Depois que você pega o jeito do pastrami clássico, é hora de se divertir com essas variações.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Pastrami com Mostarda: O Clássico que Nunca Falha

autor: BBQ Em Casa - Receitas De Churrasco

Se tem uma combinação que faz sentido desde a primeira mordida, é pastrami com mostarda. A acidez e o ligeiro ardor da mostarda cortam a riqueza da carne curada de um jeito perfeito. Esse vídeo é ótimo porque mostra o básico bem feito, com um tempero que realça sem competir. O açúcar mascavo e o louro em pó na crosta são um toque pessoal que faz diferença, sabia? Dá um sabor mais profundo, menos óbvio.

Quando for montar o sanduíche, não seja tímido com a mostarda. Passe uma camada generosa nos dois lados do pão. E falando em pão, o ideal é um de centeio ou um bom pão de forma com gergelim, algo que aguente o tranco sem virar uma papa.

3º. Pastrami com Mel: O Equilíbrio Agridoce

autor: Sal de Cura Carol Prezotto

Eu era meio cético com a ideia de mel no pastrami, parecia forçado. Mas essa receita me mostrou como um toque doce pode, na verdade, levantar todos os outros sabores. O mel não deixa a carne doce, ele apenas cria uma camada de caramelização na crosta que fica incrível, especialmente se você finalizar no forno ou na churrasqueira. É um daqueles casos onde o contraste funciona de verdade.

A dica é usar um mel com personalidade, como um mel silvestre ou de eucalipto, e pincelar só no final do cozimento. Se colocar muito cedo, ele queima e fica amargo. Aprendi isso na prática, é claro, depois de quase arruinar um lindo pedaço de carne.

4º. Pastrami na Churrasqueira: O Sabor da Fumaça

Isso aqui é outro nível. Se o seu pastrami já está curado e cozido, levá-lo para a churrasqueira com uma técnica de fogo indireto e um recipiente de água é o que vai transformar ele em algo memorável. A fumaça suave e a baixa temperatura deixam a crosta ainda mais interessante e infundem aquele sabor defumado que comprado nunca tem. O vídeo explica bem essa técnica, que é mais sobre paciência do que habilidade.

Use pedaços de madeira para fumo, como nogueira ou macieira, se tiver. Carvão puro também funciona, mas a madeira dá um perfume extra. E a água no recipiente abaixo é vital, ela mantém o ambiente úmido e impede a carne de ressecar durante as longas horas.

5º. O Sanduíche Perfeito de Pastrami

Fazer o pastrami é uma conquista, mas montar o sanduíque certo é uma arte. Esse vídeo é uma aula. Selar o pão no azeite parece detalhe, mas faz com que ele fique crocante por fora e impeça o molho de encharcar. O mix de mostardas (clara e escura) é inteligentíssimo, uma dá picância e a outra, profundidade. E os picles não são opcionais, são a peça chave que traz o ácido e o crocante que o prato precisa.

Já tentei pular os picles uma vez, pra agradar um amigo enjoado, e o sanduíche ficou pesado, sem graça. Não cometa esse erro. Se não tiver picles de pepino, fatie fininho um pepino comum e deixe de molho rapidinho em vinagre, água e açúcar. Resolve na hora.

6º. Pastrami com Iogurte Defumado: A Ousadia que Vale a Pena

Essa é das mais criativas que já vi. O iogurte defumado com feno e carvão é uma ideia de outro mundo, e te garanto que o sabor é tão intrigante quanto o processo. Fica com um fumê delicado, cremoso e ácido, que complementa a carne de um jeito completamente inesperado. Não é pra todo dia, mas é para aquela ocasião especial onde você quer surpreender todo mundo à mesa, inclusive você mesmo.

Se a técnica do feno parecer muito, você pode tentar uma versão mais simples: adicione uma pitada generosa de páprica defumada ao iogurte natural. Não é a mesma coisa, mas dá uma ideia do caminho. A cor fica linda também.

7º. A Magia do Mix de Especiarias

O que define um pastrami, no fim das contas, é a crosta de especiarias. E esse mix aqui é complexo e cheio de camadas. Pimenta da Jamaica, gengibre, canela... são coisas que a gente não associa logo com carne, mas juntas criam um perfume incrível. Esse vídeo é bom porque mostra a proporção, que é o segredo. Colocar muito cravo, por exemplo, pode dominar tudo.

Uma dica de ouro: moa as especiarias na hora, se possível. O aroma que solta é completamente diferente do tempero comprado já moído, que perdeu metade do seu poder. Faz toda a diferença no resultado final, acredite.

8º. A Crosta Crocante de Mostarda

Essa ideia de fazer uma "massa" ou pasta para a crosta é genial. A mostarda à l'ancienne, com seus grãos inteiros, e o cominho criam uma textura e um sabor que gruda perfeitamente na carne e forma uma casca maravilhosa ao assar. Diferente da crosta seca de especiarias, essa aqui tem uma cremosidade interior que é uma delícia. É uma ótima alternativa se você quer um resultado mais úmido.

Na hora de aplicar, use as mãos mesmo, pressione bem para que a pasta grude. E asse em temperatura não muito alta, para a crosta secar e dourar sem queimar a mostarda.

9º. Smash Burguer de Pastrami: A Fusão Inesperada

Quem disse que pastrami tem que ser só fatiado? Misturar a carne curada e temperada com carne moída comum para fazer um hambúrguer é uma jogada de mestre. O pastrami ali dentro dá umas explosões de sabor intenso a cada mordida, enquanto a carne moída garante a suculência. O molho com limão e creme de leite do vídeo é o complemento perfeito, corta a gordura e clareia o paladar.

Se você tem restos de pastrami, aquelas pontas mais secas que sobram ao fatiar, essa é a destinação nobre para elas. Pica tudo bem fininho e mistura na carne. Zero desperdício e um hambúrguer que ninguém esquece.

10º. A Pasta Cremosa de Bacon para o Seu Sanduíche

Às vezes, o segredo está no acompanhamento. Essa pasta de bacon com mostarda e cheiro verde é a coisa mais viciante que você pode passar num pão. Junto com o pastrami, vira uma combinação de sabores defumados e salgados que é simplesmente imbatível. É rica, então um sanduíche menor, bem montado, já é mais que suficiente.

Faça o bacon bem crocante antes de picar e misturar. Essa textura é importante para quebrar a cremosidade. E usa a gordura que derreteu do bacon para untar levemente o pão antes de tostar. Vai por mim.

11º. A Marinada que Faz Toda a Diferença

Esse vídeo foca no que talvez seja a etapa mais importante e negligenciada: a marinada ou salmoura. A proporção de sal de cura, açúcar e especiarias mostrada aqui é um excelente ponto de partida. O erro comum é ter pressa e tirar a carne antes da hora. Cada corte, cada espessura, pede um tempo diferente. A paciência aqui é literalmente um ingrediente.

Anote isso: a carne deve ficar firme ao toque depois da cura, mas não dura como uma pedra. Se ainda estiver muito mole por dentro, o sabor não terá penetrado por igual. E sempre, sempre, seque muito bem a superfície com papel toalha antes de aplicar a crosta de temperos. Se estiver úmida, não gruda.

12º. Pastrami de Alcatra: Uma Versão Mais Leve

Usar alcatra no lugar do peito bovino tradicional é uma adaptação interessante. Fica um pastrami com menos gordura intramuscular, então o resultado é um pouco mais seco, mas ainda sim muito saboroso. É uma boa opção se você prefere cortes magros ou quer experimentar algo diferente. O processo de cura e tempero é o mesmo, só fica de olho no tempo de cozimento, que pode ser um pouco menor.

Como é mais magro, sugiro fatiar bem fininho na hora de servir. E talvez usar um molho ou acompanhamento um pouco mais generoso para compensar. Fica ótimo em saladas, por exemplo.

13º. A Ousadia Brasileira: Pastrami com Goiabada Creme

Essa é, de longe, a variação mais surpreendente da lista. Goiabada derretida com vinho e manteiga vira um creme aveludado e não muito doce que, contra toda a lógica, faz uma parceria incrível com o pastrami salgado e defumado. É aquele tipo de coisa que você precisa experimentar para acreditar. O vídeo mostra que o vinho evapora, então o sabor final é de goiabada apurada, com uma acidez elegante.

Experimente com uma fatia fina de queijo minas frescal ou ricota salgada junto no sanduíche. O trio pastrami, queijo e goiabada creme é uma revelação. Pode me agradecer depois.

Bom, depois de ver tanta opção, fica até difícil escolher por onde começar, né? O clássico com mostarda ou a aventura com goiabada? Conta pra mim qual dessas variações mais mexeu com sua curiosidade. E se já fez alguma, me conta como foi a experiência, adoro trocar figurinhas sobre esses projetos de cozinha!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 11:08

Rafael Gonçalves é um cozinheiro de mão cheia, apaixonado por receitas caseiras testadas na prática e cheias de memória afetiva.

Há anos transforma a cozinha de casa em laboratório de sabores, estudando técnicas de churrasco, confeitaria, cozinha brasileira, italiana e francesa para criar receitas simples, confiáveis e bem explicadas. No Sabor na Mesa, compartilha pratos que realmente prepara, testa e adapta para o dia a dia das famílias brasileiras.

Casado com Daiane há mais de 10 anos, Rafael acredita que cozinhar é uma forma de reunir pessoas, celebrar momentos e criar boas lembranças ao redor da mesa. Suas receitas unem experiência prática, pesquisa culinária e linguagem direta para ajudar qualquer pessoa a cozinhar melhor em casa.

Comentários  

0 Edson Henrique
Comi com pão caseiro e manteiga. Simples mas divino
Responder | Responder com citação | Citar
0 Filomena-F
Maravilha
Responder | Responder com citação | Citar

Adicionar comentário