15 Mega Receitas de Bife Wellington + Variações para impressionar no jantar

Uma comida superfamosa do Reino Unido na sua mesa. Você não precisa de ocasião especial, mas essa receita é um sucesso nas festas de Natal e ano novo.
15 Mega Receitas de Bife Wellington + Variações para impressionar no jantar
Avalie este item
(19 votos)

O Bife Wellington sempre me pareceu aquela receita de restaurante caro que a gente admira de longe. Até descobrir que o segredo não está na complexidade, mas na técnica certa.

Depois de fazer cursos de confeitaria, entendi que a massa folhada precisa de um ambiente controlado. Por isso sempre trabalho com ingredientes gelados e evito manusear demais, senão o resultado fica pesado.

Confesso que minha primeira tentativa foi um desastre. A massa ficou encharcada e o filé saiu bem passado. Foi quando percebi que selar bem a carne e deixar esfriar completamente antes de embrulhar faz toda diferença.

Vou te mostrar o método que desenvolvi após vários testes, incluindo a dica do patê de cogumelos que aprendi em técnica francesa. Prepare-se para impressionar no jantar com um prato que parece sofisticado mas é totalmente alcançável.

Nossa favorita: Receita de Bife Wellington Tradicional, Saiba como Fazer

Rendimento
1 porção grande
Preparação
30 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 11 marcados

Pode parecer muita coisa, mas a maioria são ingredientes básicos que você provavelmente já tem em casa. Só o filet mignon que é o investimento maior, mas vale cada centavo.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 300g (1/6 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 680 kcal 34%
Carboidratos Totais 42g 14%
   Fibra Dietética 3.5g 12%
   Açúcares 2.8g 6%
Proteínas 48g 96%
Gorduras Totais 38g 49%
   Saturadas 16g 73%
   Trans 0.5g 3%
Colesterol 145mg 48%
Sódio 850mg 37%
Potássio 980mg 21%
Ferro 5.2mg 29%
Zinco 6.8mg 62%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Alto em Proteína: Ideal para recuperação muscular
  • Rico em Ferro: Combate à anemia
  • Vitaminas B: Cogumelos fornecem vitaminas do complexo B
  • Ganho Muscular: Proteína completa do filet mignon

Alertas & Alérgenos

  • Alta gordura saturada – Consumir com moderação
  • Alta caloria – Controlar porções para dietas
  • Contém glúten – Massa folhada e farinha de rosca
  • Contém ovo – Pessoas com alergia devem evitar
  • Insight: Cogumelos fornecem selênio antioxidante; reduza manteiga para versão light

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

  1. Primeiro, liga o forno a 200°C pra já ir esquentando. Enquanto isso, tira a massa folhada da geladeira, ela precisa descongelar um pouco, mas não muito, senão fica difícil de trabalhar.
  2. Agora vamos à carne: pega o filet mignon inteiro e tempera generosamente com sal e pimenta do reino. Todos os lados, hein? Não seja tímido com o tempero.
  3. Numa frigideira bem quente, coloca um fio de azeite e um pouquinho de manteiga. Quando estiver borbulhando, sela a carne. É rápido, uns 2 minutos de cada lado, só pra dar aquela cor dourada linda. Tira e reserva. E deixa esfriar completamente, isso é importante!
  4. Na mesma frigideira, joga a cebola e o alho. Quando estiverem perfumando a cozinha toda, adiciona os cogumelos picados. Eles vão soltar água mesmo, é normal. Deixa cozinhar em fogo médio até essa água quase secar.
  5. Adiciona o molho inglês e a farinha de rosca. Mexe até ficar com uma consistência de patê. Prova e ajusta o sal se precisar. Deixa esfriar também, patê quente + massa folhada = receita pro desastre.
  6. Polvilha farinha na bancada e abre a massa folhada num retângulo de uns 30x40cm. Espalha o patê de cogumelos no centro, deixando uns 5cm de borda livre em todos os lados.
  7. Coloca o filet mignon já frio em cima do patê. Agora vem a parte divertida: pega uma das bordas mais longas e vai enrolando a massa sobre a carne, como se fosse um rocambole. Aperta bem as pontas pra vedar.
  8. Vira o Wellington com a emenda pra baixo numa assadeira com papel manteiga. Bate a gema com uma colher de água e pincela toda a massa. Se quiser, faz uns cortinhos decorativos na superfície com faca.
  9. Leva ao forno por uns 25-35 minutos, depende do ponto que você gosta da carne. Eu gosto no ponto pra mal passado, então fico de olho a partir dos 25 minutos. A massa tem que ficar dourada e crocante.
  10. Tira do forno e deixa descansar uns 10 minutos antes de cortar. Isso ajuda os sucos se distribuírem e não desmanchar na hora de fatiar.

A primeira vez que fiz esse Wellington, confesso que fiquei com medo de errar. A massa folhada assusta um pouco, mas é mais resistente do que parece. O segredo mesmo é deixar a carne e o patê bem frios antes de embrulhar.

E aí, topa o desafio? Quando fizer, me conta nos comentários como ficou o ponto da sua carne ou se descobriu alguma variação interessante nos cogumelos. Às vezes troco parte por shitake e fica com um sabor mais terroso, mas aí é gosto pessoal.

Quanto tempo dura e como guardar seu Wellington

Essa belezinha aguenta até 3 dias na geladeira, mas sério: quem é que resiste? Se quiser congelar, embrulhe bem em filme plástico antes de assar e deixe no freezer por até 1 mês. Na hora de usar, descongele na geladeira por 12 horas antes de levar ao forno. A Daiane uma vez esqueceu o Wellington pronto na mesa e nosso gato quase deu um golpe de estado... aprendemos a lição!

3 erros que vão arruinar seu Wellington (e como escapar)

1) Selar a carne molenga: se não estiver bem dourada, solta água e vira um banho de massa folhada. 2) Cogumelos úmidos demais: cozinhe até quase secar, senão vira sopa. 3) Massa crua por dentro: se o forno não estiver bem quente (200°C é sagrado), vira uma cola branca. Já aconteceu aqui e foi triste...

Trocas inteligentes para fugir do básico

• Sem massa folhada? Use folhas de phyllo dough (fica crocante que é uma beleza). • Vegano? Substitua a carne por berinjela assada e a gema por azeite. • Cogumelos caros? Champignon comum resolve, mas jogue um pouco de shoyu pra dar umami. • Detesto molho inglês? Um fio de vinho tinto no refogado fica incrível.

O segredo dos chefs que ninguém conta

Passe uma fina camada de mostarda dijon na carne depois de selar - ela some no cozimento e dá um up no sabor. Outra? Deixe a massa folhada descansando na geladeira por 15 minutos antes de enrolar, assim não encolhe no forno. Ah, e se quiser impressionar, faça risquinhos na massa com faca afiada antes de pincelar a gema!

Casamentos perfeitos (de dar inveja em romance de novela)

Purê de batata-doce com noz-moscada é o par ideal. De bebida, um Malbec argentino ou suco de uva integral pra quem não bebe. Para dar crunch: mix de folhas verdes com pera caramelizada. E se quiser ousar, sirva com geleia de pimenta - parece estranho mas é tipo Taylor Swift e Travis Kelce, combinação que ninguém esperava mas funciona.

A parte mais chata (mas tem solução)

Enrolar a massa sem virar um desastre parece missão impossível? Coloque a carne no centro do patê, levante as pontas como se fosse fazer um pacote e vá "puxando" a massa com cuidado. Se rasgar (acontece até comigo), remenda com um pedaço extra de massa molhado com água. Ninguém vai notar depois de assado!

Wellington não é só de filé

• Mini Wellingtons: corte a carne em porções individuais antes de enrolar (perfeito para festas). • Frango Wellington: use peito de frango recheado com cream cheese e espinafre. • Versão pobre: bife acebolado enrolado na massa com requeijão. Já testei e fica bom pra caramba!

Modo econômico sem passar vergonha

Filet mignon pesa no bolso? Use alcatra ou até patinho (mas tem que ser um corte bom). Massa folhada caseira sai mais barato que comprada - tem receita fácil com farinha, manteiga e água. Cogumelos podem ser substituídos por 70% champignon + 30% shimeji pra equilibrar o custo. E o molho inglês? Um pouquinho de molho barbecue misturado com shoyu dá um efeito parecido.

Elevando o nível (para quando a sogra vem jantar)

Trufas. Sim, só essa palavra já muda tudo. Rale um pouco de trufa negra no patê de cogumelos ou use azeite trufado para pincelar. Outro hack? Recheie a carne com foie gras antes de enrolar. Para finalizar, decore com flores de sal e folhas de ouro comestível (vende em lojas de doces finos). A Daiane achou exagero até provar...

Sobras viram festa (zero desperdício)

Cortar o Wellington frio em cubos e jogar na salada vira um prato novo. O patê de cogumelos que sobrar é perfeito em sanduíches ou como base de risoto. Massa folhada velha? Vira palmiers doces com canela e açúcar. Até a gema que sobrar (se usar só clara para selar) vira maionese caseira!

2 coisas que ninguém fala sobre Wellington

1) Ele foi inventado para celebrar a vitória do Duque de Wellington contra Napoleão (daí o nome), mas a versão original levava pato, não carne! 2) Nos EUA tem uma variação chamada "Beef Wellington Bomb" que leva... bacon enrolado por fora da massa. Coração não aprova, mas o paladar sim.

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar cru? Pode, mas só sem a gema. Descongele na geladeira antes de assar.
Como saber se a carne está no ponto? Use termômetro: 50°C para mal passado, 60°C para ao ponto.
Massa folhada caseira é melhor? Depende da paciência. A industrializada hoje em dia é muito boa!

De onde veio essa maravilha?

Apesar do nome inglês, historiadores acreditam que a técnica de envolver carne em massa vem da França (ironia, né?). O Wellington como conhecemos virou moda nos anos 1960 graças ao chef Julia Child. Curiosidade: na Nova Zelândia eles fazem com cordeiro e chamam de "Lamb Wellington" - já experimentei numa viagem e é divino!

Harmonização além do óbvio

Experimente servir com: • Geleia de figo com pimenta • Purê de aipo com wasabi (sério, funciona!) • Cogumelos caramelizados com maple syrup • Uma farofa crocante de castanhas. Bebidas? Cerveja stout gelada quebra o formalismo e combina demais. Ou então um chá gelado de hibisco com especiarias para dias quentes.

SOS: salvando o desastre

Massa grudou tudo? Rasgou? Virou sopa? Respira! Se a massa queimou por fora mas a carne tá crua, cubra com papel alumínio e volte ao forno. Se desmanchou, transforme em "Wellington Desconstruído": fatia a carne, coloca o patê por cima e envolve em tirinhas de massa assada separadamente. Já salvei um jantar importante assim!

Ouvindo o quê enquanto prepara?

Para manter o clima: • "Perfect" - Ed Sheeran (para o romântico) • "Don't Stop Me Now" - Queen (para o animado) • Playlist "Dinner Jazz" no Spotify • Ou, se for como eu, o podcast preferido (dia de Wellington aqui é dia do "Não Inviabilize").

Bife Wellington e Companhia: Um Banquete para Impressionar (e Matar a Fome)

Se você vai preparar um prato tão especial quanto o bife wellington, a companhia tem que estar à altura, né? Aqui vai uma seleção que faz jus à estrela principal - porque ninguém merece um prato sofisticado com acompanhamentos sem graça.

Para Começar com Tudo

Na nossa casa, adoramos começar com algo leve que não roube o protagonismo, mas já dê aquela provocada no paladar:

- Salada de beterraba que faz sucesso: Doce, terrosa e com aquele contraste de texturas que a Daiane adora. Fica linda no prato também!

- Pão de batata doce: Quentinho, com aquela casca crocante... perfeito para "limpar" o prato depois.

Os Apoios de Peso

Aqui vai o time que vai fazer seu bife wellington brilhar ainda mais:

- Salada de frutas simples: O contraste doce e ácido corta a riqueza do prato principal. Nosso segredo: acrescentar umas folhas de hortelã.

- Batata doce assada (veja o passo a passo): Melhor que batata comum, doce e caramelizada. A Daiane sempre pede "só mais um pedacinho".

- Arroz de leite cremoso (veja os truques): Parece incomum, mas a cremosidade combina perfeitamente. Lembra a comida da vó!

O Final Doce (ou Não)

Depois de tanta sofisticação, vamos de sobremesa que não precise de muito trabalho:

- Mousse de chocolate simples: Clássico que nunca falha. Faça antes e deixe na geladeira - se sobrar, é ótimo para um lanche no dia seguinte.

- Sorvete de abacate (aqui): Diferente, cremoso e refrescante. A Daiane jurou que não ia gostar até experimentar.

- Pavlova (versão deliciosa aqui): Para quando quiser impressionar. Crocante por fora, marshmallowy por dentro - perfeição!

Bebidas: Sugestões para refeições que contam histórias

- Água com gás e rodelas de limão siciliano: Nosso preferido em casa, simples e eficaz.

- Suco de beterraba com cenoura (clique aqui para ver a receita): Doce natural, nutritivo e lindo na mesa.

- Receita de Chá de alho bem simples: Ok, essa é polêmica, mas ótimo para quem está se sentindo meio fraco. Só não beija ninguém depois!

E aí, qual combo vai testar primeiro? Se fizer igual aqui em casa, prepare-se para elogios (e segundos pratos). Conta pra gente nos comentários como ficou sua experiência!

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

Ricardo Duarte
0 Ricardo Duarte
Não tenho termômetro pra carne. Tem como saber o ponto de outro jeito? To com medo de errar
Responder | Responder com citação | Citar
Rafael Gonçalves
0 Rafael Gonçalves
Sem termômetro, você pode usar o teste do toque. Compare a firmeza da carne com a palma da sua mão: a base do polegar relaxada é mal passada, quando você junta o polegar e o indicador é ao ponto. Mas o termômetro é sempre mais seguro!
Responder | Responder com citação | Citar

Adicionar comentário