O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.
Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.
Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?
Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.
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O ovo, que desde a década de 60 era um grande vilão nos diálogos dos médicos, hoje é um dos alimentos preferidos, principalmente dos atletas e amantes dos esportes. O ovo voltou às mesas depois de estudos que distinguiam o tipo de gordura dos alimentos. O ovo tem gordura e, por isso, era um vilão do colesterol e das dietas para emagrecer, porém os estudos revelam que a gordura do ovo ao invés de ser prejudicial, ajuda no bom funcionamento do organismo humano.
Tem coisa mais tentadora que o cheiro de picanha assando, mesmo sem fumaça? Eu já fiz isso em noites de chuva em São Paulo, quando a sacada com vista pro Tietê ficava escura e a churrasqueira elétrica virou minha melhor amiga.
Teve uma época que eu achava mandioca frita boa só existia em boteco. Até o dia que descobri que o segredo não é o óleo, mas sim a técnica de cozimento. Depois de queimar três fornadas na airfryer - a Daiane até brincou que eu tava tentando fazer batata-palha - finalmente entendi como deixar ela crocante por fora e cremosa por dentro.
Você já parou para pensar quantas vezes adiou um jantar especial só porque achava que camarão era coisa de restaurante? Eu também pensava assim. Até decidir encarar a Air Fryer como aliada, não inimiga. E olha, foi uma das melhores decisões na cozinha.
Passar algumas horas com a avó é sempre bom, ainda mais quando ela inventa de cozinhar e te envolve com suas histórias sobre cada alimento que cozinha. Parece que elas conhecem todos os alimentos, o motivo de sua existência, de onde vieram, como podem ser utilizados, é impressionante. Foi isso que aconteceu no último sábado, quando resolvi ajudar a minha avó com o almoço. No cardápio escolhido estava o torresmo, que segundo informações da vovó, é uma preparação culinária feita de pele de porco com gordura. Foi trazido ao Brasil pelos portugueses, mas aqui aprimoraram com o retoque de alguns temperos utilizados pelos escravos da África.
O bolinho de origem inglesa vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Encontrado principalmente em festas infantis, casamentos, batizados e lojas especializadas em doces finos, o cupcake é originalmente chamado de fairy cake em sua terra natal, que significa Bolo de Fadas devido a delicadeza e sofisticação de sua aparência apetitosa.
Transformar filé de frango em algo memorável sempre foi meu desafio pessoal. Até descobrir que o segredo não está no corte, mas numa técnica que aprendi num curso de confeitaria - sim, confeitaria - sobre como criar películas protetoras.
Uma ótima pedida para os dias que sonhamos com doces é o Brownie de chocolate. Hoje vou ensinar como fazer uma receita perfeita na AirFryer.
Há diversas histórias sobre a origem do bolinho de chuva. Essa delícia é tão popular em nosso país que pega todo mundo, tanto pelo estômago quanto pelo coração. É quase que instantâneo se lembrar da mãe, da tia ou avó na cozinha preparando esse doce, que faz a gente voltar no tempo, ir direto para a infância. Talvez por esse motivo, a receita de bolinho de chuva passa de geração em geração, pois além do gosto delicioso, vem também aquele carinho na alma, de acolhimento familiar e aquele afago, um abraço apertado que viaja no tempo e no cheiro do bolinho de chuva.