Já tentou fazer um temaki hot e acabou com um rolinho que parecia um bolo de pão frito?
Eu já. E foi nesse fracasso que descobri o segredo: não é o recheio que faz a diferença, é o crispy. O exterior precisa ser leve, dourado, e não um bloco de massa grudenta. A farinha de rosca e a panko juntas? Isso é o que separa o bom do que vira sucesso na mesa.
O arroz japonês não é só um detalhe. Ele tem que estar bem temperado, frio, e com aquele toque de vinagre su que você não consegue explicar, só sente. O salmão tem que ser fresco, não congelado da prateleira. E o cream cheese? Não pode ser o da embalagem pequena, o que tem mais água. O ideal é o de lata, mais denso. Se não tiver, esprema bem.
Fritei uns 20 até acertar. Minha esposa me chamou de louco. Talvez seja. Mas quando o primeiro ficou perfeito, o cheiro tomou a cozinha e o Titan veio correndo, só pra ficar longe, porque ele não pode comer. Aí eu comi dois sozinho.
Se você quer algo que parece caro, mas sai barato, e que deixa todo mundo pedindo mais, dá uma olhada no passo a passo abaixo. Não precisa ser perfeito. Só precisa ser gostoso.
Tudo que você precisa está no supermercado mais perto de casa. Gastei menos de R$30 nessa receita, e sobrou até pra fazer de novo na semana seguinte.
Se o salmão tiver cheiro forte, jogue fora, não adianta tentar salvar. E o cream cheese? Se for o da embalagem pequena, esprema ele num pano limpo por 10 minutos. A água sai, o sabor sobe.
Progresso salvo automaticamente
Informação Nutricional
Porção: 1 temaki hot (aproximadamente 180g)
Nutriente
Por Porção
% VD*
Calorias
385 kcal
19%
Carboidratos Totais
45.2g
15%
Fibra Dietética
1.8g
7%
Açúcares
4.5g
9%
Proteínas
18.3g
37%
Gorduras Totais
14.7g
28%
Saturadas
6.2g
31%
Trans
0g
0%
Colesterol
45mg
15%
Sódio
680mg
30%
Potássio
285mg
6%
Ferro
2.1mg
12%
Cálcio
85mg
9%
*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
Etiquetas Dietéticas
Alto em Proteína: 18g por porção
Rico em Ômega-3: Do salmão
Pescetariano: Inclui peixe
Energia: Carboidratos complexos do arroz
Alertas & Alérgenos
Contém glúten – Farinha de trigo na massa
Sódio moderado – Atenção hipertensos
Gordura saturada – Cream cheese e fritura
Insight: Para versão mais light, reduza cream cheese e prefira assar ao invés de fritar
Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.
Coloque 600g de arroz japonês em uma peneira e enxágue com água fria por 10 segundos, só isso, não deixe de molho por muito tempo.
Transfira para a panela e, com as mãos limpas, esfregue os grãos suavemente por 1 minuto, sem fogo. Isso tira o excesso de amido.
Escorra a água e adicione 250ml de água nova. Repita o enxágue 3 a 5 vezes, até a água sair quase limpa.
Deixe o arroz escorrer por 30 minutos, bem descansado. Se não fizer isso, ele fica mole demais.
Coloque o arroz na panela, acrescente 680ml de água e leve ao fogo alto, tampado, por 15 minutos. Desligue e deixe descansar por mais 10 minutos sem abrir.
Enquanto isso, misture o vinagre, o açúcar e o sal numa panelinha pequena. Aqueça bem devagar, só até dissolver, não ferva.
Despeje esse molho sobre o arroz quente, com cuidado. Misture com uma espátula de madeira, com movimentos de baixo pra cima. Não amasse. Deixe esfriar totalmente antes de usar.
Recheio:
Corte o salmão em cubinhos de uns 1cm, não muito pequenos, senão some na boca.
Adicione o cream cheese e a cebolinha picada. Misture delicadamente, só o suficiente pra unir. Não queremos um purê, queremos textura.
Reserve na geladeira enquanto prepara o resto. Isso ajuda a manter a forma.
Montagem e empanamento:
Com as mãos secas, dobre cada folha de alga ao meio, isso facilita a abertura depois.
Leve uma frigideira bem seca ao fogo e passe cada metade de alga por 5 segundos de cada lado. Só pra dar leveza, não pra tostar.
Numa tigela, misture a farinha de trigo, a água e o sal até formar um creme espesso, tipo mingau. Não pode estar muito líquido.
Em outro pote, junte a Panko e a farinha de rosca. Misture bem, essa combinação é o segredo do crocante.
Coloque uma porção de arroz temperado (uns 4 colheres) sobre a metade da folha de alga, em formato de cone. Deixe uma ponta livre.
Adicione uma colher de recheio de salmão no centro. Não encha demais, o arroz tem que segurar tudo.
Feche a alga com cuidado, formando um cone. Segure com um garfo de churrasco e mergulhe no mingau de farinha, só uma camada fina.
Passe rapidamente no pote com as farinhas, cobrindo bem. Sacuda o excesso.
Fritura:
Coloque óleo numa frigideira, uns 2cm de profundidade, e aqueça em fogo médio. Não deixe ficar fumegante.
Quando o óleo estiver quente (uma gota de água deve estourar leve), frite os temakis, dois por vez, por uns 2 minutos de cada lado.
Retire e coloque sobre papel toalha pra absorver o excesso. Não espere esfriar muito, o crocante some rápido.
Eu já fiz isso no meio da noite, depois de um dia de trabalho, só porque tava com saudade do sabor daquele temaki que comi em Tóquio. Não tinha nada de sofisticado: só um fogão, um pouco de paciência e um salmão que não tava lá essas coisas. Mas o crocante? O crocante fez tudo valer a pena.
A Daiane chegou na cozinha, viu o cheiro, e nem perguntou. Só pegou um e comeu. Depois disse: “Faz de novo amanhã.”
Se você tentar, me conta: o que você achou do ponto da farinha? Ficou muito seco? Muito molhado? Eu já errei tanto nisso que hoje consigo sentir na mão quando está certo. E se o salmão tiver cheiro de mar, jogue fora, não vale a pena.
Comenta aí se você já fez um temaki assim, ou se tá com medo de tentar. Eu te entendo. Mas vale a pena.
Quanto tempo dura e como guardar?
O temaki hot é melhor consumido na hora - quando a casquinha fica supercrocante e o recheio cremoso. Mas se sobrar (difícil, eu sei), guarde na geladeira por até 24 horas. Dica da Daiane: pra requentar, coloca no airfryer por 3 minutinhos que fica quase como novo. Não congere, o arroz fica zoado!
Tá pesando na consciência?
Cada temaki hot desses tem 385 calorias (conforme nossa tabela nutricional completa). Mas relaxa, é proteína de qualidade do salmão, ômega-3 e carboidrato do arroz - dá pra justificar como refeição completa. Eu sempre como dois e finjo que é dieta...
Os 3 pecados capitais do temaki hot
1) Alga molhada = desastre na hora de enrolar. Sério, tem que torrar bem na frigideira até ficar quebradiça.
2) Recheio muito cheio = explosão garantida na fritura. Fica esperto pra não exagerar no cream cheese.
3) Óleo não quente o suficiente = temaki encharcado. Testa jogando um farelo de panko - se borbulhar na hora, tá no ponto.
Truque de mestre que ninguém te conta
Usa um garfo de churrasco pra segurar o temaki na hora de passar no mingau e na farinha. Fica mil vezes mais fácil que com a mão! E se quiser uma casquinha extra-crocante, mistura um pouco de amido de milho na farinha panko.
Sem salmão? Sem crise!
Pode trocar por atum fresco, kani picado ou até frango desfiado temperado (sim, eu já fiz versão "temaki hot sabor coxinha"). Vegano? Abacate com shimeji salteado fica incrível. E pra quem não tem panko, farinha de rosca normal resolve - só bate no liquidificador pra ficar mais fina.
Versões para todo mundo
Low carb: substitui o arroz por couve-flor ralada e cozida (tem que espremer bem pra tirar a água). Sem glúten: troca a farinha de trigo por farinha de arroz ou mix sem glúten. Proteico: coloca uma camada extra de salmão e reduz o arroz pela metade.
O que serve junto?
Molho shoyu com wasabi é clássico, mas experimenta com maionese temperada com limão siciliano - fica divino. De bebida, um chá verde gelado corta a gordura da fritura. E se quiser virar uma refeição completa, acompanha com uma saladinha de pepino com gergelim.
Temaki hot maluco
Já testei versão "brigadeiro" com banana, doce de leite e granola no lugar do panko (a Daiane quase me expulsou de casa, mas ficou bom!). Outra ideia: recheio de camarão refogado no alho e óleo com catupiry. O limite é a sua ousadia!
A parte mais chata (e como facilitar)
Lavar o arroz parece simples, mas é fácil errar a mão. Não precisa esfregar como se tivesse lavando roupa no tanque - movimentos circulares suaves por 1 minuto já bastam. E o segredo mesmo é deixar secar bem na peneira, senão o arroz fica empapado.
Como impressionar os amigos
Usa salmão sashimi de primeira (aquele que derrete na boca) e finaliza com trufa ralada por cima. Servir em cima de uma pedra de sal rosa com gengibre em conserva e wasabi fresco - os convidados vão achar que estão no Nobu!
Modo "tá sem grana"
Troca o salmão por truta (custa metade do preço e fica ótimo) e usa arroz comum mesmo, só cozinha com menos água pra ficar mais firme. A alga nori é baratinha em casas de produtos orientais - não tenta substituir por folha de alface que não dá certo, experiência própria...
2 coisas que ninguém fala sobre temaki hot
1) A primeira versão surgiu em São Paulo, não no Japão! Foi adaptação de imigrantes nos anos 90.
2) O formato cone foi criado pra comer andando na feira - por isso a genialidade de fritar, vira fast food gourmet.
Se tudo der errado...
O recheio virou uma pasta? Vira "sushi burger" - aperta entre duas camadas de arroz e frita como bolinho. A alga quebrou toda? Faz rolinho estilo hot roll e frita do mesmo jeito. Óleo esquentou demais e queimou? Coloca mais óleo frio pra baixar a temperatura e continua. Já salvei muitos temakis assim!
De onde veio essa ideia?
O temaki tradicional é japonês, mas a versão frita (hot) nasceu mesmo nas cozinhas de restaurantes nipo-brasileiros. Foi a solução genial pra quem ama sushi mas não dispensa uma fritura crocante. Tipo coxinha, só que chique!
Harmonização secreta
O cream cheese combina com um Riesling levemente adocicado. Mas se for tomar cerveja, vai de pilsen bem gelada que corta a gordura. E pra fechar com chave de ouro: um pedacinho de chocolate meio amargo depois - a combinação salgado-doce é surreal.
Uma vez coloquei água demais no mingau e virou uma sopa - tive que engrossar com mais farinha e ficou pesado. Outra vez esqueci o sal no molho su e o arroz ficou sem graça. E a pior: tentei fritar em azeite (achando que seria saudável) e ficou com gosto amargo. Aprendi na marra!
Sabia que...
A farinha panko foi inventada pra empanar comida de navios japoneses - por isso absorve menos óleo que a farinha de rosca comum. E o vinagre de arroz no molho su não é só sabor: ele ajuda a conservar o peixe cru quando usado no sushi tradicional.
E aí, bora fazer?
Conta nos comentários como ficou seu temaki hot! Já tentou alguma variação diferente? Compartilha aí tua experiência - e se tiver dúvidas, é só perguntar. Ah, e segue lá no @sabornamesaoficial pra mais receitas que eu testo em casa (com direito a fails e acertos)!
Um banquete japonês com temaki hot: do crocante ao cremoso
Quem disse que sushi night precisa ser só peixe cru e arroz? Quando o prato principal é um temaki hot - aquela delícia quentinha e crocante - a gente pode brincar com sabores que vão desde entradas leves até sobremesas que derretem na boca. Preparei uma seleção que a Daiane aprovaria (e olha que ela é bem exigente com combinações!).
Para começar com o pé direito
Harumaki (veja a receita aqui): crocância garantida pra abrir o apetite sem pesar. A gente sempre faz extra porque some rápido!
Receita de Onigiri supeer simples: prático, versátil e perfeito pra quem quer algo leve antes do prato principal. Eu gosto com um toque de gergelim por cima.
Sashimi de salmão (passo a passo completo): pra quem não resiste a um peixe fresco mesmo com o temaki quente. A textura derretendo na boca é outro nível.
Acompanhamentos que roubam a cena
Abobrinha empanada: crocante por fora, macia por dentro - combina demais com o contraste do temaki. Fica ótimo com um molho levinho.
Tofu grelhado (confira o preparo aqui): proteína extra pra quem quer completar a refeição. Eu gosto bem temperado com shoyu e gengibre.
Doce finalização (ou quase)
Parfait: camadas de cremosidade que derretem na boca. A Daiane sempre pede com frutas vermelhas.
Pudim de microondas tradicional: prático quando a gente quer algo doce mas sem trabalho. Fica pronto enquanto lavamos a louça!
Crepe suzette (clique aqui para o passo a passo): pra ocasiões especiais, aquele toque francês que combina surpreendentemente bem com a refeição japonesa.
Para acompanhar
Chá verde gelado: refrescante e tradicional. A gente prepara um litro porque sempre repete.
Água com gás e limão siciliano: nosso coringa para qualquer refeição mais elaborada. O ácido corta bem a fritura.
E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa como virou aqui na nossa!
Quer um prato tão saudável e saboroso quanto esse? É só conferir as outras opções.
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves).
Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos.
Apenas indico o que realmente funcionou.Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito.
Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.
2º. Filadélfia
Autor: Sushi com Tavets
Temaki hot de filadélfia parece um paradoxo: cremoso por dentro, crocante por fora. Mas o que me chamou atenção no vídeo foi a camada de panko, não só a farinha de rosca. A panko é mais leve, mais arejada, e não engorda o temaki como um pão frito. Eu já usei só farinha de rosca uma vez… ficou tipo um pastel de feira. O segredo? Misturar as duas, 70% panko, 30% farinha, e passar o temaki duas vezes no ovo. A primeira camada gruda, a segunda faz o milagre. Caso queira uma pitada de sabor, esfregue um pouco de limão siciliano na alga antes de empanar. Só um pouquinho. Aí você entende por que isso não é só comida, é um contraste que vira memória.
Essa versão é perfeita pra quem tem visita e não quer parecer que passou a tarde inteira na cozinha. Faz em 15 minutos, e todo mundo acha que você é um gênio.
3º. Com cream cheese
Autor: Sushi The noite
Creio que o cream cheese é o grande vilão escondido dos temakis. O da embalagem pequena? É água com gosto de leite. O da lata? É o que eu uso. Mas o vídeo me mostrou algo que eu nunca pensei: aquecer o cream cheese antes de usar. Só um pouquinho, no micro-ondas, 10 segundos. Ele fica mais maleável, e quando entra no temaki, derrete por dentro, como um recheio quente. Aí, quando você morde… é como se o salmão estivesse abraçado por um nuvem de cremosidade. Já tentei fazer sem aquecer, o resultado foi um pedaço de queijo duro, que não se misturava. Aí eu entendi: não é só o ingrediente, é o jeito que você o trata.
Se você não tem cream cheese de lata, use queijo philadelphia e esprema bem no papel toalha. Mas não pule esse passo. É o que faz a diferença entre “ok” e “me dá mais um”.
Roll salmão frito? Eu sempre pensei que era só coisa de restaurante. Mas o vídeo da MariaCBM mostra como transformar um rolinho comum em algo que parece feito em Tóquio, com uma frigideira e um pouco de paciência. O segredo? Empanar só a parte de fora, como se fosse um mini-croqueta. O arroz fica por dentro, intacto. E o salmão? Ele é colocado por cima, não enrolado. Aí, quando frita, o peixe fica levemente selado, e o cream cheese por baixo derrete suavemente. Não é um temaki. Não é um rolo. É algo entre os dois. E o mais louco? Funciona. A Daiane provou e disse: “Isso aqui é o que eu queria que o sushi fosse.” Acho que ela acertou.
Se quiser um toque extra, passe um fio de molho de soja com gergelim torrado por cima depois de frito. Só um fio. Aí você entende por que às vezes, o que parece complicado, é só uma mudança de perspectiva.
Frito não é só para quem gosta de fritura. É para quem quer um temaki que não desmorona na mão. O vídeo mostra algo que eu nunca vi em lugar nenhum: deixar o temaki na geladeira por 30 minutos antes de fritar. Isso faz o arroz endurecer, e a alga não solta. Eu já fritei um quente… virou uma massa grudenta. Mas esse? Fica como um croissant japonês. A temperatura do óleo é outro segredo: 170°C. Se estiver muito quente, a panko queima antes do salmão aquecer. Se estiver frio, ele absorve óleo e vira um pão de batata. E se você não tiver termômetro? Jogue um grão de panko. Se subir e dourar em 5 segundos, tá na temperatura certa. Tentei sem isso… e quase queimei a cozinha.
Essa é a versão que eu faço quando quero algo que pareça profissional, mas que eu possa fazer de pijama. E se sobrar? Dá pra congelar. Só não esqueça de colocar entre folhas de papel manteiga. Depois é só fritar direto do freezer. É como se o tempo tivesse parado.
Camarão em temaki hot? Eu pensei que ia ser difícil. Mas o vídeo mostrou algo que eu não esperava: usar camarão cozido, não cru. E não só cozido, mas levemente marinado em shoyu e limão. Aí, ele é colocado entre o cream cheese e a alga. O resultado? Um sabor salgado, doce, e com um toque de mar que você não sente em nenhum outro temaki. A dica é cortar o camarão em tirinhas finas, não em pedaços. Aí ele se mistura com o cream cheese como se fosse uma extensão dele. Já tentei com camarão congelado direto da embalagem… ficou com gosto de gelo. Não foi bonito. Mas esse? É como se o mar tivesse entrado na cozinha e abraçado o salmão.
Se você não tem camarão fresco, use o congelado, mas deixe descongelar na geladeira, não na água. E se precisar de um pouco de cor, passe um pouco de pimenta vermelha em pó na empanagem. Só um pouquinho. Aí você entende por que às vezes, o que parece simples, é só uma escolha certa.
Califórnia frita? Parece um erro. Mas o vídeo me mostrou que não é. O segredo é inverter a ordem: o arroz por fora, a alga por dentro. O salmão e o abacate ficam no centro, e o camarão, em tiras, por cima. Quando você frita, o arroz fica crocante, e o abacate… ele vira um creme quente, como se tivesse sido aquecido no forno. Aí você morde, e é como se tivesse um taco japonês. Já tentei fazer com abacate maduro demais, virou uma pasta. Não foi bom. Mas com aquele bem firme? É um equilíbrio perfeito. E se quiser algo mais leve, troque o arroz por batata doce ralada. Sim, batata doce. Fica com um toque de doçura que combina com o shoyu. Não é tradicional. Mas é bom. Muito bom.
Essa versão é pra quem quer surpreender. E se você quiser um toque de acidez, esprema um pouquinho de limão siciliano por cima depois de frito. Só um pouquinho. Aí você entende por que às vezes, a inovação não é sobre o que você adiciona… é sobre o que você tira.
E aí, qual vai ser a primeira a ser experimentada? Eu já fiz quase todas, algumas deram errado, outras viraram rotina. Se cozinhar alguma delas, me conta aqui: qual foi a que mais te surpreendeu? Ou… qual você achou que não ia dar certo, mas deu?
Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 08:21
O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.
Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.
Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?
Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.
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