E fazer um peixe delicioso nunca ficou tão fácil! Aposte nessas receitas!
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.
2º. Assado no forno
Autor: Adilson Figueira
Assar peixe no forno parece fácil, mas eu já queimei dois filés tentando fazer isso “no olhômetro”. O vídeo do Adilson me mostrou algo que nunca pensei: colocar o peixe sobre uma folha de papel-manteiga, com um fio de azeite por baixo, e depois cobrir com outra folha. É como se o peixe estivesse sendo cozido no seu próprio vapor, e ainda assim fica crocante por cima. A dica? Não tempere antes de assar. Espere até a metade do tempo. O sal atrai a água, e o peixe vira borracha. Se você quiser um toque de fumaça, coloque um ramo de alecrim na assadeira. Só um. Aí você sente o cheiro antes de abrir o forno.
Essa é a escolha eu faço quando quero algo que pareça gourmet, mas sem sujar três panelas. E se você não tem forno? Use a frigideira fechada. Funciona. Não é igual, mas é bom.
3º. Frito no óleo
Autor: Cleia Souza Barbosa #VEMCOMIGO
Frito no óleo? Eu sempre achei que o segredo era a temperatura. Mas o vídeo da Cleia me mostrou que é a seca. Antes de fritar, enxugue o peixe com papel toalha, e não só por fora. Pressione levemente por baixo. Se o peixe estiver molhado, o óleo vai explodir. Literalmente. Já queimei a coifa. Aí ela coloca o tempero seco, direto na farinha de trigo, não no peixe. Aí o peixe passa na farinha, e a crocância fica uniforme. Nada de sal grosso por fora. Isso só faz o peixe ficar salgado por fora e cru por dentro. E se você quiser algo mais leve? Troque a farinha por fubá. Fica com um gosto de milho tostado. Surpreendente.
Com certeza essa é a minha escolha quando quero algo que a gente coma com as mãos. E se sobrar? Ainda dá pra esquentar no forno. Não fica mole. Fica como um biscoito de peixe.
Cozido? Eu pensava que era só para peixes baratos. Mas o vídeo me convenceu. O segredo não é o tempo, é o líquido. Água com limão e uma folha de louro? Normal. Mas se você usar leite de coco e um pouco de curry em pó? Vira um caldo que você quer beber com colher. O peixe não perde o sabor, ele absorve. E o mais louco? O leite de coco não deixa o peixe com gosto de doce. Ele só suaviza. Já tentei com água e sal… ficou como um peixe de restaurante barato. Mas esse? É como se a cozinha tivesse virado um abraço.
Se você não tem leite de coco, use água de coco. Mesmo assim. E se quiser um toque de cor, coloque uma pitada de cúrcuma. Só uma. Aí você entende por que às vezes, o que parece simples, é só uma escolha certa.
Grelhar peixe na frigideira parece fácil, até você tentar. Eu já tirei o peixe da frigideira e ele ficou colado. O vídeo da dê Lola me ensinou algo que ninguém conta: deixe a frigideira quente, mas não fumegante. Aí, coloque o óleo e espere ele dançar. Só então coloque o peixe. E não mexa. Nem por um segundo. Se você tentar virar antes de 4 minutos, ele desmancha. A dica é usar uma espátula de madeira. A de metal arranca a pele. Se quiser um pouco de fumaça? Passe um fio de óleo de gergelim na frigideira depois de virar. Só um fio. Aí você sente o cheiro antes de morder.
Essa é a versão que eu faço quando quero algo rápido, mas que parece que eu passei a tarde inteiro na cozinha. E se a Daiane estiver em casa? Ela sempre pede para eu fazer de novo. Só não diz por quê.
Tilápia é o peixe que todo mundo tem medo de cozinhar. Porque parece que não tem sabor. Mas o vídeo do “Receitas de Pai” me mostrou que é só uma questão de paciência. Ele não usa farinha. Usa fubá e um pouco de pimenta-do-reino. E o segredo? Deixar o peixe marinar com limão e sal por 20 minutos, e depois secar bem. Aí ele fica com uma casquinha que parece de peixe frito de restaurante. E o mais louco? Ele não usa óleo de soja. Usa óleo de canola. Diz que o sabor é mais neutro. Achei que era só conversa… mas ele tinha razão. O peixe não fica com gosto de fritura. Só com gosto de peixe.
Essa é a escolha eu faço quando quero algo que as crianças comam sem reclamar. Caso queira uma pitada de acidez? Esprema um limão siciliano por cima depois de frito. Só um pouquinho. Aí você entende por que às vezes, o que parece sem graça, é só porque ninguém te ensinou a ouvir.
Assar peixe na brasa parece coisa de churrasco, mas o vídeo me mostrou que é coisa de respeito. O peixe não pode tocar a chama. Tem que estar na lateral, com o fogo baixo. E o tempero? Só sal e um fio de azeite. Nada mais. Porque o fogo traz o sabor. O peixe não precisa de mais. A dica que eu nunca ouvi: coloque um ramo de alecrim sobre as brasas. Só um. O cheiro sobe, e o peixe absorve como se fosse um perfume. Já tentei com pimenta… ficou amargo. Mas esse? É como se o peixe tivesse sido assado por alguém que o conhece de verdade.
Com certeza essa é a que eu costumo fazer quando quero algo que lembre férias, mesmo que seja em novembro em São Paulo. E se você não tem brasa? Use a churrasqueira a gás. Ainda assim. Funciona.
Assar na churrasqueira parece a mesma coisa que na brasa. Mas não é. O vídeo da Júlia mostra como usar uma folha de alumínio, dobrada em forma de caixinha, com o peixe dentro. E dentro dessa caixinha? Um pouco de vinho branco, um ramo de tomilho e uma fatia de limão. O peixe cozinha no vapor, e o álcool evapora. Sobra só o aroma. E o segredo? Não tampar a churrasqueira. Deixar o fogo abrir. O peixe fica com uma casquinha leve, e o interior, úmido. Já tentei tampar… ficou com gosto de fumaça. Não era bom. Mas esse? É como se o peixe tivesse sido feito por alguém que ama o que faz.
Essa é a versão que eu faço quando quero algo que pareça festa, mesmo que seja só eu e a Daiane. E se você quiser um toque de doçura? Coloque uma colher de mel na caixinha. Só uma. Aí você entende por que às vezes, o que parece simples, é só porque ninguém te ensinou a sentir.
Moqueca é o peixe que não precisa de tempero. Precisa de tempo. O vídeo da Isamara me ensinou algo que eu nunca pensei: não adicione o leite de coco logo. Espere o peixe dourar com o azeite e o dendê. Só então coloque o leite. E o segredo? Não mexa. Nada. Deixe o peixe repousar. Se você mexer, ele desmancha. E o caldo? Ele não é molho. É uma memória. Achei que era só comida. Mas quando a Daiane provou, ela ficou em silêncio. Depois só disse: “Isso aqui… é como se a Bahia tivesse entrado na cozinha.” Não era elogio. Era reverência.
Se você não tem dendê, use óleo de palma. Mesmo assim. E se quiser um pouco de acidez? Coloque um pouco de pimenta dedo-de-moça picada. Só um pouquinho. Aí você entende por que às vezes, o que parece complicado, é só porque ninguém te ensinou a esperar.
Pacu? Eu nunca comi. Nunca pensei em cozinhar. Mas o vídeo me convenceu. Ele é mais denso, mais carneso. E o tempero? Só sal e um fio de limão. Nada mais. Porque o peixe tem sabor próprio. O vídeo mostra como cortar em filés grossos, e assar devagar. Se você tentar grelhar rápido, ele fica seco. A dica? Deixe ele na geladeira por 30 minutos antes de cozinhar. Isso ajuda a manter a umidade. Já tentei sem isso… ficou como um pedaço de borracha. Mas esse? É como se o rio tivesse entrado na minha cozinha. E se você quiser algo mais leve? Sirva com uma salada de repolho e cenoura ralada. Só isso. Aí você entende por que às vezes, o que parece pesado, é só porque ninguém te ensinou a respeitar.
Essa é a escolha eu faço quando quero algo que pareça uma aventura. E se você não encontrar pacu? Use pescada. Mesmo assim. Funciona. Não é igual. Mas é bom.
E aí, qual receita você vai testar inicialmente? Eu já fiz quase todas, algumas deram errado, outras viraram rotina. Se alguma for a escolhida, me conta aqui: qual foi a que mais te surpreendeu? Ou… qual você achou que não ia dar certo, mas deu?
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