27 Receitas de Salgados Para Festa Fritos E Assados de Várias Formas Que Surpreendem

  • Os salgados a seguir levam poucos ingredientes e são fáceis de fazer. São sucesso para sua festinha ou para conquistar clientes.
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Quantas vezes você já ficou encarando uma bandeja de salgadinhos de festa, achando que nunca faria algo igual em casa.

Eu também pensava assim, até mergulhar nos cursos de confeitaria e técnica francesa. Aprendi que o segredo da massa perfeita tá no ponto, sabe, aquela textura que não gruda mas também não seca. A manteiga e o caldo de frango quente fazem toda a diferença, criam uma base saborosa que segura bem o recheio.

Essa receita de salgadinhos para festa é a prova de que você consegue. A sensação de tirar uma fornada dourada do óleo, crocante por fora e suave por dentro, é pura comemoração. Vem comigo que vou te mostrar cada passo.

coxinha de frango frito: a mais tradicional entre as receitas de salgados para festa

Rendimento
15 coxinhas
Preparação
60 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 12 marcados

Para a massa (sim, é bem por aqui mesmo):

Para o recheio de frango:

Para empanar e fritar:

Pode parecer muita coisa, mas é tudo bem simples. A lista é maior porque dividi direito. Quando você for montar, vai ver que flui fácil. A Daiane até brinca que faço lista de compras de engenheiro, mas no fim ela adora o resultado.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 coxinha (aproximadamente 80g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 245 kcal 12%
Carboidratos Totais 22.5g 8%
   Fibra Dietética 1.2g 5%
   Açúcares 0.8g 1%
Proteínas 8.5g 17%
Gorduras Totais 13.8g 25%
   Saturadas 3.2g 16%
   Trans 0.1g **
Colesterol 35mg 12%
Sódio 380mg 17%
Cálcio 25mg 2%
Ferro 1.5mg 8%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
**VD não estabelecido

Etiquetas Dietéticas

  • Moderado em Carboidratos: Fonte de energia rápida
  • Proteína Animal: Frango como fonte principal
  • Energia: Ideal para lanches entre refeições

Alertas & Alérgenos

  • Alta gordura: Por ser frita, contém significativa quantidade de lipídios
  • Calorias concentradas: Consumir com moderação em dietas
  • Contém glúten: Farinha de trigo na massa e empanamento
  • Insight: Para versão mais light, asse no forno e reduza 30% das calorias

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Primeiro, o recheio (pode ser até de ontem):

  1. Pega uma panela e esquenta o azeite em fogo médio. Joga a cebola picada e refoga até ela ficar bem transparente, sabe, sem queimar. Isso deve levar uns 3 minutos.
  2. Adiciona o frango desfiado e mexe bem pra ele se encontrar com a cebola. Deixa refogar por mais uns 2 minutinhos só.
  3. Agora é a hora de temperar. Coloca a azeitona picada, a salsinha, sal e pimenta a gosto. Meu conselho: prova um pouco. O recheio tem que estar um tiquinho mais salgado do que você acha ideal, porque depois a massa vai equilibrar. Mexe tudo, desliga o fogo e reserva. Pode deixar esfriar completamente, fica até mais fácil de manusear.

Agora, a famosa massa de coxinha:

  1. Numa panela média, coloca o caldo de frango e a manteiga. Leva ao fogo até ferver. Quando começar a borbulhar, abaixa o fogo.
  2. Adiciona o sal (cuidado, lembra do caldo temperado) e então coloca toda a farinha de trigo de uma vez. Isso mesmo, joga tudo. Agarra um batedor de arame ou uma colher de pau firme e começa a misturar com força. Não para.
  3. Vai misturando até a massa desgrudar completamente do fundo e das laterais da panela, formando uma bola. Esse é o ponto. Despeja essa bola numa superfície lisa (pode ser o mármore da pia ou uma bancada) que você untou levemente com um fio de óleo.
  4. Aqui vem uma parte importante: deixa a massa esfriar o suficiente para você conseguir tocar nela sem se queimar. Mas não deixa esfriar totalmente, senão ela racha na hora de abrir. Esse meio-termo é chave. Quando estiver morna, comece a sová-la e amassar com as mãos até ficar lisa e homogênea. Se ela ainda estiver muito grudenta, polvilhe um pouquinho, só um pouquinho mesmo, de farinha extra e incorpore.

Montando e fritando as coxinhas:

  1. Pega um pedaço da massa (do tamanho de uma noz grande) e faz uma bolinha. Com o dedo indicador untado em óleo, faz um buraco no meio e vai girando a massa, abrindo como se fosse uma cestinha. É mais fácil do que parece, a massa é maleável.
  2. Coloca uma colher de chá bem cheia do recheio frio no centro. Feche a abertura com cuidado, puxando a massa para cima e apertando na ponta, até formar o formato clássico da coxinha. Aperta bem para não abrir na fritura. Repete até acabar a massa.
  3. Coloca as coxinhas prontas num prato e cobre com um pano de prato limpo e úmido. Isso evita que elas sequem.
  4. Monta sua linha de produção: um prato com farinha de trigo, uma tigela com os ovos batidos (tempera com uma pitada de sal) e um prato com farinha de rosca. Passa cada coxinha nessa ordem: farinha de trigo (tira o excesso), ovo (deixa escorrer) e farinha de rosca (pressiona pra grudar bem).
  5. Aquece o óleo numa panela funda. O ponto ideal é quando você joga um farelinho de farinha de rosca e ele sobe rápido. Coloca as coxinhas sem amontoar. Frita em fogo médio-alto até ficarem douradas e crocantes por igual. Retira com uma escumadeira e deixa escorrer sobre papel toalha.

Cuidado com a ansiedade na hora de comer. O recheio fica quente pra caramba por dentro. Já me queimei mais de uma vez, é um risco profissional. Deixa esfriar um minuto, vai por mim.

E aí, que tal? A primeira coxinha caseira tem um gosto especial, de vitória. Pode não sair perfeita no formato, mas no sabor não tem erro. O mais legal é que, uma vez que você entende a lógica da massa (aquele ponto de desgrudar da panela é mágico), pode fazer outros recheios. Já testei com carne seca com cream cheese, e nossa, foi um estouro total.

E você, tem uma receita de salgado de festa que é sua especialidade, ou um truque na hora de empanar que ninguém sabe? Me conta aqui nos comentários como foi a sua experiência com essas coxinhas. Adoro saber as adaptações que cada um faz na cozinha. Bora compartilhar!

Quanto tempo dura essa delícia?

Coxinha é igual amor de mãe: dura pra sempre (mentira, dura uns 3 dias na geladeira). Sério, em temperatura ambiente, o ideal é consumir no mesmo dia. Na geladeira, 2-3 dias em pote fechado. Se quiser congelar crua, dura até 3 meses - só tirar direto do freezer pro óleo quente!

Tá de dieta? Melhor nem ler...

Cada coxinha tem em média 245 calorias (confira a tabela nutricional completa abaixo dos ingredientes). Mas quem conta caloria quando tá com uma coxinha crocante na frente, né? Se quiser reduzir, dá pra assar no forno (mas eu nunca fiz isso, confesso).

Sem trigo? Sem frango? Sem problema!

• Farinha de trigo: troque por farinha de arroz + 1 colher de sopa de goma xantana pra versão sem glúten
• Frango: jaca verde desfiada fica surpreendentemente parecida (experiência própria!)
• Azeitona: quem não gosta pode colocar uva passa (sim, tem gente que gosta!) ou só tirar mesmo

Truque que minha avó me ensinou

Quando for fazer a massa, despeje TUDO de uma vez na panela e mexa como se sua vida dependesse disso. Parece contra-intuitivo, mas é o segredo pra massa não empelotar. Outra: untar as mãos com óleo em vez de farinha na hora de moldar - gruda menos!

Os 3 pecados capitais da coxinha

1. Massa muito mole: vai virar bolha de óleo. Solução? Adicione farinha aos poucos até ficar que nem massinha de modelar
2. Recheio muito úmido: vaza na hora de fritar. Dica: refogue bem pra evaporar o líquido
3. Óleo não quente o suficiente: coxinha fica encharcada. Teste com um palito - se borbulhar, tá no ponto

O que tomar com essa belezinha?

• Clássico: café coado forte (o de garrafa mesmo)
• Festa: caipirinha de limão (pra quem bebe)
• Diferente: suco de caju gelado - o doce combina demais com o salgado
• Molho extra: misture maionese com um pouco do caldo do frango - bom DEMAIS

Coxinha 2.0 - Upgrade brasileiro

• Coxinha de carne seca com catupiry: substitua o frango por carne seca desfiada e coloque um cubinho de catupiry no centro
• Coxinha vegana: use "frango" de jaca + palmito no recheio
• Mini coxinhas: perfeitas pra festa - faz metade do tamanho e dobra o rendimento

A parte que todo mundo tem medo

Modelar as coxinhas parece complicado, mas é só seguir o ritmo: pega uma bolinha de massa, faz um buraco com o dedo polegar (untado!), coloca 1 colher de chá de recheio e vai fechando como se fosse fazer um pirulito. Na primeira já sai! Se rachar, passa um pouquinho de massa por cima.

Sobrou? Transforma!

• Massa crua: vira bolinho frito (só enrolar e fritar)
• Recheio extra: faz um sanduíche ou mistura no arroz
• Farinha de rosca que sobrou: guarda num pote pra próxima fritura

Modo chef Michelin

Passe as coxinhas no ovo batido com uma pitada de cúrcuma pra ficar mais douradinhas. Na hora de servir, polvilhe flocos de batata-doce por cima e sirva com molho de pimenta caseiro. Pronto, virou entrada de restaurante chique!

De festa infantil a happy hour

• Festa kids: faz no formato de coração e chama de "coxinhaff"
• Happy hour: serve com cerveja bem gelada e molho barbecue
• Café da manhã (sim!): acompanha com café com leite - paulistano aprova

2 coisas que ninguém te conta

1. O formato original imita mesmo uma coxa de frango (por isso o nome!)
2. Se a massa ficar muito grudenta, coloca 10min na geladeira - fica bem mais fácil de trabalhar

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode! Crua ou já frita, mas a crua fica melhor
Por que minha massa ficou dura? Provavelmente cozinhou demais - tem que tirar do fogo assim que desgrudar da panela
Posso usar peito de frango grande? Pode, mas o pequeno é mais macio

A história que você não sabia

A coxinha surgiu no século 19 em São Paulo, inventada pra agradar um príncipe que adorava coxas de frango mas não queria sujar as mãos. Daiane (minha esposa) diz que é invenção de gênio - e eu concordo! Virou o salgado mais amado do Brasil, com direito até a dia nacional (18 de agosto).

Meus maiores desastres

Uma vez coloquei ovo na massa em vez de só na empanagem - virou uma cola impossível de modelar. Outra vez esqueci o sal no recheio e tive que improvisar um molho super salgado pra compensar. Moral da história: sempre prove antes de montar!

Bora fazer?

Agora que você sabe tudo, tá esperando o que pra botar a mão na massa? Depois me conta como ficou - e se descobrir algum truque novo, compartilha aí nos comentários! Ah, e se tirar foto, marca a gente no @sabornamesaoficial pra gente ver essa obra-prima.

Combinações que vão transformar seus salgadinhos em uma festa completa

Depois de preparar aqueles salgadinhos irresistíveis para sua festa, que tal montar um menu completo que vai deixar seus convidados babando? Aqui na nossa casa, adoramos essas combinações - a Daia sempre diz que é o segredo pra receber bem!

Para servir como prato principal

Escondidinho de camarão (veja aqui): Um clássico que nunca falha, com aquele creme de mandioquinha que derrete na boca.

Empadão de camarão (link): Massa crocante por fora e recheio cremoso por dentro - perfeito pra quem quer impressionar.

Panqueca de frango (veja como prepará-lo): Simples, mas sempre sucesso, principalmente nas reuniões de família.

Risoto de legumes: Uma opção vegetariana que fica ótima com os salgadinhos, além de dar um toque colorido à mesa.

Acompanhamentos que fazem a diferença

Arroz primavera: Colorido e leve, equilibra bem a refeição sem competir com os sabores dos salgados.

Lentilha temperada: Dá um toque caseiro e ainda por cima traz aquela simpatia de "boa sorte".

Salada verde com manga: O doce da manga combina demais com salgadinhos mais apimentados.

Purê de batata-doce: Cremoso e levemente adocicado, é um contraste delicioso.

Doces para fechar com chave de ouro

Torta holandesa irresistível: Crocante, cremosa e irresistível - aqui em casa é disparada a mais pedida!

Bolo de rolo (saiba mais sobre a receita): Tradicional e elegante, perfeito pra ocasiões especiais.

Fondue de chocolate (veja a receita): Interativo e divertido, ótimo pra reunir todo mundo no final da festa.

Mousse de maracujá: Leve e refrescante, tira aquela sensação de "comi demais".

Bebidas para harmonizar

Suco de abacaxi com hortelã: Refrescante e combina com praticamente tudo.

Água aromatizada com limão siciliano e alecrim: Elegante e super fácil de fazer.

Chá gelado de pêssego: Doce sem exagero, ótimo para acompanhar petiscos.

Refresco de caju: Diferente e cheio de sabor, especialmente se for caseiro.

E ai, qual dessas combinações você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários como ficou sua festa - e não esquece de avisar se sobrou algo pra sobremesa (duvido muito!).

Inspiração não vai faltar: veja essas opções incríveis para sua próxima comemoração.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Bolinha de queijo: aquele que some em segundos

autor: Leonardo Abreu

Esse é daqueles que você precisa fazer o dobro, porque a primeira leva some antes de você terminar de fritar a segunda. A receita do chef é infalível, o amido de milho garante uma casquinha que estala e um interior que puxa fios de queijo de um jeito quase teatral.

Um erro comum é fazer as bolinhas grandes, achando que vai render mais. Acredite, o tamanho perfeito é o de uma noz, assim o queijo derrete por igual e fritam rápido. Perigo real: risco de você comer metade sozinho antes de servir.

3º. Quibe: o clássico que ganha um recheio cremoso

autor: Receitas de Alexandre Alarcão

Eu sempre achei que fazer quibe fosse um bicho de sete cabeças, até tentar seguindo a técnica certa. A farinha de quibe, que na verdade é trigo fino, é o segredo para aquela textura única, nem muito dura nem desmanchando. E a hortelã, não pode pular, ela dá aquele frescor que corta a gordura.

A ideia de rechear com catupiry é simplesmente genial. Quando você morde, a surpresa do creme quentinho no meio é sempre um sucesso. Se for fazer para crianças, a versão mini é garantia de festa limpa, porque eles adoram e não fazem muita bagunça.

4º. Enroladinho de salsicha: nostalgia pura

Quem nunca, né? Esse salgado traz memória afetiva de festa de criança, com aquela mesa cheia de opções coloridas. A massa com leite e fermento que ele mostra fica leve e crocante, bem diferente daquelas massas de pacote que às vezes são borrachudas.

Dica de ouro: depois de enrolar, deixa descansar por uns 15 minutos antes de ir ao forno. A massa dá uma crescida e fica ainda mais fofinha por dentro. É simples, mas quando é bem feito, faz a diferença.

5º. Esfiha aberta: prática e cheia de sabor

Para quando você precisa de um salgado que renda muito e agrade a todos, a esfiha aberta é a resposta. A massa é rápida, quase não precisa sovar, e você pode fazer uma montanha de recheios diferentes. Carne e queijo branco é a combinação clássica que nunca falha.

O forno precisa estar bem quente, viu? Isso garante que o fundo fique dourado e a massa não fique crua. Uma vez eu errei isso e ficou uma coisa meio branca, sem graça. Aprende-se.

6º. Hot dog no palito: a ideia divertida

Isso aqui é pura diversão. Enrolar a salsicha no queijo antes de passar na massa é uma jogada de mestre, porque garante queijo em cada mordida. A massa com fubá mimoso dá uma crocância e um sabor levemente adocicado que combina demais.

Perfeito para servir em eventos, porque já vem no palito, ninguém se suja. Só toma cuidado na hora de fritar para o queijo não vazar todo. Fogo médio é seu amigo.

7º. Pipoca salgada gourmet: o tira-gosto surpresa

Ao contrário do que se imagina, pipoca para festa pode ser um destaque. Trocar o óleo comum por azeite ou manteiga de coco muda completamente o jogo, dá um sabor nobre e deixa menos pesado. É um erro comum achar que é só jogar o milho na panela e pronto.

A dica dela de usar manteiga no final é o que faz a magia, porque gruda os temperos. Faça uma quantidade generosa, porque é daqueles que as pessoas beliscam sem parar enquanto conversam. Bate aquela dúvida: será que dá pra fazer doce também? Já tentei com mel e deu certo, mas é outra história.

8º. Enroladinho de presunto e queijo: o coringa da praticidade

Não tem como dar errado. A massa é básica, o recheio é básico, mas o resultado é sempre comemorado. O segredo, e o vídeo mostra bem, é pincelar com ovo e salpicar orégano antes de assar. Parece bobeira, mas dá um brilho e um sabor final incríveis.

É a receita ideal para quando você está começando a se aventurar em salgados de festa caseiros. Rende, é barato e todo mundo gosta. Às vezes o simples é o mais eficiente.

9º. Empadinha de palmito: sofisticação acessível

Essa aqui é para impressionar sem muito esforço. Empadinha caseira tem um quê de especial, parece coisa de confeitaria. O recheio de palmito é cremoso e saboroso, e a massa, bem trabalhada, fica incrivelmente sequinha.

Fazer a massa e o recheio separadamente parece dar mais trabalho, mas na verdade organiza tudo. E a sugestão de finalizar com queijo ralado é ótima. Se quiser variar, as opções de empadinha de frango ou de queijo também são sucesso garantido na mesa.

10º. Croissant recheado: a textura que conquista

O desafio do croissant caseiro é conseguir aquelas camadas bem definidas, que fazem aquele barulhinho crocante ao morder. O processo de dobrar a massa com manteiga exige paciência, mas o resultado é tão recompensador que você esquece o trabalho.

Presunto e queijo é o clássico, mas já experimentei com peito de peru e cream cheese e fica uma delícia. É um salgado que funciona tanto no café da manhã de um evento quanto no coquetel da noite.

11º. Pastel de carne: o sabor de feira em casa

Essa massa com creme de leite é um coringa dos bons. Ela é elástica, fácil de trabalhar e fica super crocante depois de frita. E o melhor: você pode usar ela para fazer pastel de forno, que é uma opção mais leve e que também faz um sucesso danado nas festas.

Para o recheio, a dica é deixar a carne bem temperada e sequinha, senão umidade estraga a massa na fritura. Eu gosto de colocar um pouquinho de pimenta calabresa na carne, dá um tchan. Essa receita é daquelas que você guarda e usa sempre.

12º. Carne moída para pastel: o recheio perfeito

Um bom pastel começa pelo recheio. E esse método de refogar a carne até ficar bem soltinha é fundamental, ninguém gosta de um recheio empelotado. Os temperos básicos - cebola, alho, sal e pimenta - já resolvem, mas você pode inovar.

Um truque que aprendi: depois de pronto, deixa o recheio esfriar completamente antes de rechear os pastéis. Se estiver morno, libera vapor e pode fazer a massa ficar murcha. Coisa simples que salva o resultado final.

13º. Risole de presunto e queijo: crocância garantida

O risole tem uma massa diferente, mais encorpada, que depois de frita vira uma casquinha dourada maravilhosa. O segredo de sovar bem a massa faz toda a diferença para desenvolver o glúten e deixar a textura no ponto.

E a dica de passar água na borda para fechar é genial, evita que abram na fritura. É um salgado robusto, que sustenta. Sempre que faço, some rápido.

14º. Mini pizza: a alegria da criançada

Qual criança resiste a uma mini pizza? Essa receita rende bastante e é super divertida de montar. Você pode deixar os discos de massa prontos e criar uma "estação de pizza" para cada um montar o seu, com direito a molho, queijo e toppings.

Calabresa com cebola é um clássico, mas atum, frango desfiado, milho... as possibilidades são infinitas. O orégano por cima no final é o cheirinho que define a festa.

15º. Bolinha de batata recheada: conforto em forma de salgado

Isso aqui é puro conforto. A batata cozida e amassada cria uma massa macia que envolve um cubo de queijo que derrete por dentro. O bacon e o parmesão na mistura elevam o sabor a outro patamar.

A dica de passar na farinha de rosca antes de fritar é essencial para ficar com aquela crosta uniforme. É rico, é gostoso, é daqueles que adultos e crianças brigam pelo último.

16º. Sanduíche de carne louca: para quando a fome é de verdade

Essa é para aquela festa mais descontraída, onde o povo vai comer de prato na mão. A carne louca, bem temperada e desfiada, é um recheio que sustenta. O molho de soja e as azeitonas dão um sabor complexo e viciante.

Funciona em pães pequenos, tipo de hambúrguer, ou até em mini baguetes. É um salgado diferente, que foge do óbvio e sempre recebe elogios. É trabalho, mas compensa.

17º. Croquete: elegância caseira

O croquete tem um ar sofisticado, né? A massa à base de manteiga e farinha, o recheio de carne bem temperado, a empanagem tripla... tudo contribui para um salgado de textura incrível. A opção de assar em vez de fritar é bem-vinda para quem quer algo um pouco mais leve.

É um salgado que combina com um drink ou um vinho no final da tarde. Parece elaborado, mas seguindo o passo a passo, você descobre que é totalmente factível.

18º. Mini hambúrguer: o clássico em versão festiva

Fazer o pãozinho do hambúrguer em casa é o que leva essa receita a outro nível. Fica macio, com gostinho caseiro, e combina perfeitamente com o hambúrguer temperado com páprica e sal defumado. O queijo derretendo por cima é a cereja do bolo.

O contraste do pão fofinho com a carne suculenta é sempre um sucesso. É um pouco mais de trabalho, mas a reação das pessoas vale cada minuto. Experimenta.

19º. Hot dog tradicional: o queridinho das multidões

Não tem como fugir, cachorro-quente é sucesso garantido. A ideia de refogar a carne moída e misturar com a salsicha picada deixa o molho muito mais saboroso do que só a salsicha fatiada. Fica encorpado.

Perfeito para servir em potinhos pequenos com uma colher, ou em cachorros-quentes montados. É democrático, barato e todo mundo sabe o que esperar. Às vezes, o clássico é insuperável.

20º. Nuggets de frango caseiros: muito melhores que os de caixinha

Essa receita resolve o problema de querer um nugget gostoso e saber exatamente o que tem dentro. Triturar o frango fresco com os temperos faz uma massa homogênea e saborosa, sem comparar com a versão industrial.

A dica de congelar após empanar é ótima para planejamento. Aí no dia da festa é só tirar e fritar, ou usar a airfryer para ficar bem sequinho. As crianças adoram, e os adultos também, pra ser sincero.

21º. Croissant de presunto e queijo: com massa folhada prática

Se o croissant totalmente caseiro assusta, essa versão com massa pronta é a salvação. O processo de abrir, passar manteiga e dobrar algumas vezes simula as camadas e dá um resultado muito bom. E o descanso de 30 minutos antes de assar é sagrado, faz a massa crescer bonito.

Fica lindo no forno, douradinho e cheiroso. É uma opção rápida para quando você precisa de um salgado mais elaborado, mas está sem tempo de fazer tudo do zero.

22º. Bruschetta margherita: frescor italiano

Para equilibrar uma mesa cheia de frituras, nada como a frescura de uma bruschetta. Tomate, manjericão, azeite e queijo... ingredientes simples que, quando estão de qualidade, fazem mágica. É leve, colorido e parece sofisticado.

Melhor servir na hora, para o pão não ficar encharcado. Combina perfeitamente com um vinho, como ela sugere, ou até com uma cervejinha gelada. Um respiro entre um salgado e outro.

23º. Esfiha fechada: a textura única da massa no ponto

A esfiha fechada tem uma massa diferente da aberta, mais macia e elástica, que envolve o recheio. O ponto do fermento é crucial - o leite morno, não quente, faz toda a diferença para ativar direitinho.

O recheio de carne precisa ser bem cozido e sequinho. Quando você morde, a massa macia contrastando com o recheio saboroso é uma experiência à parte. É um salgado substancial, que mata a fome de verdade.

24º. Carne moída para esfiha: o ponto do recheio perfeito

Esse vídeo complementa o anterior, focando só no recheio. E isso é importante, porque um bom recheio faz ou quebra a esfiha. A carne não pode estar úmida, senão a massa fica embolorada. Tem que refogar bem até a água evaporar.

Fechar no formato de triângulo e pincelar com gema dá aquele acabamento profissional. Leva um tempinho no forno, mas o cheiro que toma a casa já é parte da recompensa.

25º. Bolinho de carne: simplicidade que agrada

Às vezes a gente complica, mas um bolinho de carne bem temperado é sempre uma ótima pedida. A combinação de pimenta, cebolinha e alho é atemporal. A farinha de rosca e o ovo dão a liga perfeita para moldar sem desmanchar na fritura.

O tamanho também importa. Bolinhas muito grandes demoram a fritar por dentro e podem queimar por fora. Mantenha no tamanho de uma bola de golfe. Simples, direto e sempre bem-vindo.

26º. Bolinho de mandioca com carne seca: sabor nordestino na festa

Essa combinação é poderosa. A mandioca cozida e amassada dá uma massa levemente adocicada e úmida, que casa perfeitamente com o salgado intenso da carne seca desfiada. É um salgado com personalidade, que foge do padrão e impressiona.

Prepare o recheio primeiro, como ela indica, para os sabores se integrarem. E frite em óleo bem quente para criar uma casquinha rápida e reter a umidade interna. Diferente e delicioso.

27º. Mini quiche de alho-poró: elegância em porção individual

Pra fechar com estilo, uma opção leve e sofisticada. A quiche é sempre um acerto. A massa amanteigada, o recheio cremoso de alho-poró refogado na manteiga, e a mistura de ovos e creme de leite que dá a consistência perfeita.

Fica linda nas forminhas individuais. É um salgado que pode ser servido morno ou em temperatura ambiente, o que facilita muito na hora de organizar a festa. Um toque de classe que não passa despercebido.

Ufa! Olha só quanta opção boa. Agora é com você: qual vai ser o primeiro a testar na sua cozinha? Tem clássico, tem inovação, tem opção prática e tem projeto para o final de semana. Conta pra gente nos comentários qual você mais curtiu ou se já tem alguma experiência com essas receitas. Adoro trocar ideias sobre isso!

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 21:26

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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