19 Receitas de Panqueca de Banana E Boas Opções Tanto Para a Dieta, Quanto Como Sobremesa

  • Uma forma muito saudável de manter a dieta comendo muito bem.
Avalie este item
(20 votos)

Todo mundo já passou pelaquele dilema de domingo de manhã, né. Quer um café da manhã caprichado, mas a preguiça é grande e a geladeira meio vazia. A minha solução por anos foi pão com manteiga, até cansar.

Foi numa dessas manhãs, com uma única banana madura olhando pra mim, que resolvi testar uma técnica que aprendi em uma aula de confeitaria. A ideia era criar algo doce sem açúcar refinado, usando a fruta não só como sabor, mas como estrutura. O resultado foi uma panqueca incrivelmente fofa e saborosa, que virou coringa aqui em casa. O segredo está em bater bem o ovo e usar uma banana bem madura, ela dá todo o dulçor e umidade que a massa precisa.

Essa receita de panqueca de banana fácil é pura praticidade com um toque gourmet. Ela rende uma panqueca única e generosa, perfeita para um momento doce sem culpa. E o melhor: você vai usar apenas uma tigela e uma frigideira. Bora ver como faz logo abaixo?

Receita de panqueca de banana simples e fácil fit: como fazer

Rendimento
1 panqueca generosa
Preparo
15 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 7 marcados

Para a massa:

Para servir (escolha uma ou várias!):

Isso é basicamente o que você precisa. Acho que o custo total dessa panqueca sai por uns dois, três reais, se for contar direito. Barato e muito melhor que pão com manteiga.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 unidade (aproximadamente 150g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 215 kcal 11%
Carboidratos Totais 32.5g 11%
   Fibra Dietética 3.8g 15%
   Açúcares 14.2g 28%
Proteínas 8.2g 16%
Gorduras Totais 6.3g 8%
   Saturadas 2.1g 11%
   Trans 0g 0%
Colesterol 165mg 55%
Sódio 85mg 4%
Potássio 420mg 9%
Cálcio 45mg 4%
Ferro 1.2mg 7%
Magnésio 45mg 11%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Sem Glúten: Use aveia certificada sem glúten
  • Sem Lactose: Naturalmente sem laticínios
  • Ingredientes Naturais: Apenas alimentos integrais
  • Fonte de Energia: Ideal para café da manhã

Alertas & Alérgenos

  • Contém ovo – Não é adequada para alérgicos
  • Açúcar natural: 14g provenientes da banana madura
  • Insight: Banana madura aumenta doçura naturalmente - reduza coberturas
  • Dica: Para low-carb, substitua banana por purê de abacate

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Vamos começar:

  1. Bate o ovo: Pega uma tigelinha e joga o ovo dentro. Agora, bate ele com um garfo ou fouet até começar a formar uma espuminha. Esse passo é chave, viu? Tira aquele "gosto de ovo" que ninguém merece numa panqueca doce. Fica uns dois minutinhos batendo, até cansar o braço um pouquinho.
  2. Prepara a banana: Descasca a banana madura, corta em rodelas e amassa com um garfo até virar uma pasta. Não precisa ser purê de bebê, pode ficar com uns pedacinhos, dá uma textura legal. É ela que vai adoçar tudo, então se a banana não estiver bem madura, o sabor muda.
  3. Nota sobre a aveia: Se você, igual eu, só achou aveia em flocos grossos no armário, sem problema. Joga no liquidificador ou mixer e dá uns pulsos rápidos. Em 10 segundos vira flocos finos. Prático.
  4. Mistura tudo: Na mesma tigela do ovo batido (menos louça pra lavar, né?), adiciona a banana amassada, a aveia, a canela e o fermento. Mexe tudo com cuidado até ficar homogêneo. A massa fica meio espessa, tipo um mingau grosso. É assim mesmo.
  5. Hora de fritar: Pega uma frigideira antiaderente (se não for, tudo bem também), liga o fogo no médio e passa um fio bem fino de óleo de coco. Deixa esquentar um pouco.
  6. Forma a panqueca: Despeja toda a massa no centro da frigideira. Usa a colher para espalhar e formar um círculo de mais ou menos 1,5 cm de altura. Não precisa ficar muito fino.
  7. O ponto certo: Deixa cozinhar em fogo médio-baixo. Você vai ver as bordinhas começarem a firmar e aparecerem algumas bolhinhas na superfície. Aí é hora de virar. Usa uma espátula larga, faz com confiança. Deixa dourar do outro lado também, até ficar com aquele tom dourado maroto.
  8. Finaliza: Desliza a panqueca pronta para um prato. Agora vem a melhor parte: a cobertura. Eu adoro passar pasta de amendoim enquanto ainda tá quentinha, ela derrete um pouco. Ou então um fio de mel. Mas você manda, pode ser fruta picada, iogurte, o que tiver.

Dica de ouro: não fica tentando virar toda hora, só uma vez é suficiente. E o fogo médio-baixo é seu amigo, deixa cozinhar por dentro sem queimar por fora. Já queimei uma aqui por ansiedade, aprendi na marra.

Pronto, tá aí. Uma panqueca que salva domingos, tardes de tédio e aquela fome doce que aparece do nada. O que mais gosto nela, além do sabor, é que parece mais trabalho do que realmente é. Você junta tudo em uma tigela, frita e já era. Parece que fez um banquete.

Eu e a Daiane fazemos muito isso no café da manhã quando queremos algo diferente. Ela sempre corta umas frutinhas por cima, fica lindo. E aí, bora tentar? Conta pra mim nos comentários como ficou a sua, se você inovou na cobertura ou se descobriu algum truque novo. Adoro trocar essas ideias!

Quanto custa em calorias essa delícia?

Conforme nossa tabela nutricional completa, a panqueca básica (sem coberturas) fica em 215 calorias por unidade. Mas sério, compensa cada mordida! Se botar pasta de amendoim, acrescenta mais umas 100 calorias - mas também acrescenta felicidade, né?

Guarda como? Dura quanto?

Melhor comer na hora, mas se sobrar (difícil, eu sei), coloca na geladeira por até 24h. Depois fica meio borrachuda. Congelar? Até rola, mas a textura nunca mais será a mesma - fica o aviso!

Sem aveia? Sem banana? Sem crise!

• Aveia pode virar farinha de amêndoas (fica low carb) ou até farelo de arroz
• Banana muito verde? Usa 1/4 de xícara de purê de maçã
• Vegano? Substitui o ovo por 1 col. de sopa de chia + 3 col. de água (deixa hidratar 5min)
• Detesto canela! Põe cacau em pó ou só tira, ué

Hack que a Daiane descobriu por acidente

Se a panqueca tá grudando na frigideira, ESPERA mais 30 segundos antes de virar. A gente sempre fica ansioso e tenta virar antes da hora - já perdi várias assim. Outra: se a massa ficar muito líquida, joga mais uma colher de aveia que resolve.

Versões pra todo mundo

Proteica: Coloca 1 scoop de whey sabor baunilha (tira um pouco da aveia)
Sem glúten: Aveia sem glúten já resolve
Low carb: Troca banana por purê de abóbora e aveia por farinha de amêndoas
Keto: Essa já complica... melhor fazer outra receita, gente

Os 3 pecados capitais da panqueca de banana

1. Banana pouco madura: Fica sem doce e com gosto de "esperança"
2. Fogo alto demais: Queima por fora e crua por dentro - paciencia é virtude
3. Não bater o ovo direito: Aí fica aquele cheirão de ovo que ninguém merece

Quer dar uma variada? Bora!

Versão doce de colher: Coloca pedacinhos de chocolate 70% na massa
Acorda cedo: Mistura café solúvel em pó na massa (genial!)
Festa na boca: Coloca raspas de laranja e nozes picadas
Tropical: Troca canela por coco ralado e cúrcuma (fica linda e gostosa)

O que colocar em cima? TUDO!

• Clássico: pasta de amendoim + mel + banana em rodelas
• Fit: iogurte grego + castanhas trituradas
• Indulgente: Nutella + morangos (perigo: viciante)
• Exótico: geleia de pimenta + cream cheese (experimenta antes de achar estranho!)

O momento crítico: virar a panqueca

Use uma espátula larga e faça com fé! Se quebrar, junta os pedaços e diz que é "estilo desconstruído". Ninguém precisa saber que foi acidente. Dica extra: se a frigideira for antiaderente boa, dá até pra jogar pra cima que nem chef - mas só se tiver confiança (e teto alto).

Modo economia ativado

• Compra banana quando tá muito madura e barata no mercado (e congela)
• Aveia em pacote grande sai bem mais em conta
• Óleo de coco caro? Usa manteiga clarificada ou até azeite bem leve
• Fermento: aqueles sachês pequenos são traição! Compra em potinho

Como enganar que é chef

• Finaliza com flocos de sal rosa e fios de mel
• Usa banana-da-terra assada no lugar da banana comum
• Coloca espuma de leite (aquele negócio de cafeteira) por cima
• Serve com sorvete de baunilha caseiro (mesmo que seja daqueles de pote)

Se TUDO der errado...

A massa virou uma gosma? Transforma em mingau adicionando leite quente.
Queimou o fundo? Raspa com cuidado e disfarça com cobertura.
Ficou sem graça? Joga um pouco de sal e limão tahiti - revive qualquer coisa!
Desistiu? Coloca no liquidificador, vira vitamina e finge que era o plano desde o começo.

Sabia que...

• Essa receita é prima distante do "Banana Pancake" americano, mas a versão fit surgiu nos blogs de saúde por volta de 2010
• A aveia ajuda a dar liga, mas também deixa o índice glicêmico mais baixo que farinha branca
• Canela não é só sabor: ela ajuda a regular o açúcar no sangue - esperta essa panqueca, hein?
• Em alguns países, banana com ovo é considerado afrodisíaco... só tô avisando!

Perguntas que todo mundo faz

Pode microondas? Pode, mas fica borrachudo - melhor não
Congela a massa crua? Até rola, mas adiciona mais fermento na hora de usar
Por que minha panqueca fica cinza? Reação da banana com o ar - não faz mal, mas se incomodar, espreme um pouco de limão
Posso fazer sem fermento? Pode, mas fica mais "pancake" e menos "panqueca"

2 coisas que ninguém te conta

1. Essa panqueca é ótima pré-treino - carboidrato da banana + proteína do ovo = energia na medida
2. Se você fizer um sanduíche com duas panquecas e recheio de queijo, vira um "banana grilled cheese" - revolucionário!

Harmonização maluca

• Café preto forte corta a doçura
• Chá de erva-doce combina surpreendentemente bem
• Suco de laranja sanguínea fica lindo no prato
• Cerveja witbier (de trigo) pra quem quer um brunch alcoólico

De onde veio essa ideia?

A versão original (com farinha e açúcar) é super comum em países tropicais onde banana não falta. A adaptação fit surgiu quando alguém (um gênio anônimo) pensou: "e se a banana fosse o próprio adoçante?". A aveia entrou pra dar corpo sem precisar de farinha refinada. Simples e brilhante!

Confissões de quem já errou muito

Uma vez usei banana nanica quase verde - resultado: panqueca ácida e triste. Outro dia exagerei no fermento e virou um "bolo vulcão". Já deixei queimar porque fui responder mensagem... moral da história: panqueca merece atenção total!

Bora bater um papo?

Você já fez essa receita? Que mudanças criativas você inventou? Conta aqui nos comentários - pode ser até sua versão desastre, a gente ri junto! E se tiver dúvida, só perguntar que a gente responde.

Completa o lanche: combinações que vão fazer sua panqueca de banana brilhar

Agora que você já domina essa panqueca de banana que é puro conforto, que tal montar um menu completo? Selecionamos opções que casam perfeitamente, seja pra um café da manhã especial ou aquele brunch de domingo preguiçoso. Dai adora quando faço essas combinações - virou tradição na nossa casa!

Para virar refeição completa

Frango desfiado (veja a receita): leve e versátil, equilibra o doce da panqueca com um toque salgado perfeito.

Fettuccine Alfredo (passo a passo): cremosidade que combina surpreendentemente bem com a banana - experimente antes de duvidar!

Omelete de espinafre: proteína extra e o verde contrasta lindamente no prato (e no paladar).

Acompanhamentos que elevam

Sobremesa e Doce de abacaxi: a acidez corta a doçura e refresca o paladar entre uma garfada e outra.

Mix de folhas com nozes: crocância e amargor pra equilibrar - meu truque secreto pra não enjoar.

Tomates assados: simples mas mágico, o umami realça todos os sabores do prato.

Final doce (ou nem tanto)

Sorvete caseiro incrível: derretendo sobre panquecas quentes? Melhor invenção desde o pão fatiado.

Bolo de iogurte: leveza depois de uma refeição completinha, perfeito pra "limpar" o paladar.

Mousse de maracujá: o contraste azedinho é revigorante - sempre faço quando sobra banana madura.

Bebidas: Goles que deixam sua refeição mais completa

Suco de laranja com gengibre: o picante do gengibre conversa demais com a banana.

Chá mate gelado: amargor controlado que corta a doçura sem overpower.

Água de coco: hidrata e refresca - nossa preferida pra dias quentes.

Essas combinações são nosso trunfo pra receber visitas - sempre elogiam e pedem segundas porções! Já testei todas (algumas vezes demais, segundo a Dai). Conta aqui nos comentários se experimentou alguma ou se tem sua combinação secreta com panquecas!

O clássico que você viu é só o começo: explore outras formas incríveis de fazer sua panqueca

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando a aveia entra em cena

Autor: Aurélio Alfieri

Você já tentou fazer panqueca e ela ficou com uma textura meio borrachuda? A aveia é a solução que eu encontrei para isso. Ela dá uma sustentação diferente, mais firme, mas sem tirar a fofura. E de quebra, ainda aumenta a sensação de saciedade, o que é ótimo para começar o dia sem fome uma hora depois.

O truque aqui é bater a aveia no liquidificador até virar uma farinha fina, sabe? Se você usar os flocos inteiros, a massa fica granulada e pode quebrar na frigideira. Fica a dica. Essa versão é a minha favorita para os dias em que preciso de um café da manhã que realmente segura, sem pesar. E o sabor da banana madura fica ainda mais presente.

3º. A dupla dinâmica: banana e ovo

Autor: Culinária Prática

Essa é pura mágica. Só dois ingredientes e o resultado é uma panqueca que parece ter levado farinha, de tão fofa. Acontece que a banana, quando bem amassada e misturada com o ovo batido, cria uma estrutura surpreendente. É o tipo de receita que você faz quando a despensa está quase vazia e ainda assim quer algo especial.

O segredo está em bater bem o ovo antes de juntar com a banana. Eu gosto de bater com um garfo até ficar bem espumoso, quase como se fosse para um suspiro. Isso incorpora ar e é o que garante a leveza. Se ficar muito líquido, não desanima, é só deixar na frigideira um minutinho a mais em fogo baixo. Fica perfeito.

4º. Três é número da sorte

Banana, ovo e aveia. É só isso. A beleza dessa receita está na sua honestidade brutal. Não tem como errar, não tem mistério. É a minha indicação absoluta para quem está começando agora e tem medo da cozinha, ou para quem tem preguiça de lavar mil tigelas numa manhã de domingo.

Ela brilha justamente nesses momentos de correria onde você precisa de algo rápido, nutritivo e que não suje meio mundo de coisa. Uma tigela, um garfo e uma frigideira. Pronto. A impressão que ela sempre causa é um um "nossa, sério que é só isso?". Sim, é. E é muito bom.

5º. Para quem pula o ovo

Se você tem alergia ou simplesmente não curte ovo, essa receita é a sua liberdade. A primeira vez que vi, achei que não ia dar certo, pra ser sincero. Como uma panqueca fica fofa sem ovo? A resposta está na banana super madura e na aveia que, quando hidratada, cria uma massa grudenta que segura bem.

O ponto é que ela não fica exatamente igual à de ovo. A textura é mais densa, tipo um bolinho. Mas o sabor é incrível, e é uma adaptação inteligente que todo mundo deveria saber, nem que seja para fazer para um amigo com restrição. Dá uma olhada no vídeo para ver o ponto da massa, isso é crucial para não virar uma papa na frigideira.

6º. A versão 100% vegetal

Essa receita resolve um problema comum: como fazer uma panqueca fofinha sem nenhum produto de origem animal. A solução com leite de coco caseiro e fermento é genial. O leite de coco dá a gordura e a cremosidade que o leite comum daria, e o fermento dá aquela ajudinha para crescer.

Fica com um sabor levemente adocicado e tropical, muito gostoso. Uma ocasião onde ela brilha é num café da manhã em família onde tem gente vegana e gente que não é. Todo mundo come a mesma coisa, ninguém se sente excluído, e todo mundo descobre que comida vegana pode ser, sim, muito gostosa. É um gesto de inclusão bem saboroso.

7º. Estilo café da manhã dos filmes

Essa é para quando você quer se sentir num diner americano, sabe? A panqueca fica mais alta, mais "pancake" mesmo. A adição do iogurte na massa é a jogada de mestre. Ele deixa tudo incrivelmente macio e com uma acidez bem suave que corta a doçura.

É a escolha certa para um fim de semana mais tranquilo, onde você pode fazer uma pilha, colocar um fio de mel, talvez algumas frutas e realmente aproveitar o ritual. Diferente das versões mais rápidas, essa pede um pouco mais de cuidado na hora de virar, porque é mais grossinha. Mas o resultado é espetacular. A Daiane adora quando eu faço essa versão aos domingos.

8º. O abraço em pó da canela

A canela não é só um tempero, é uma memória afetiva. O cheiro que invade a cozinha quando você joga aquela pitada na massa já vale a receita. Ela tem o poder de transformar algo simples em aconchegante. Essa combinação com a banana é clássica por um motivo: funciona perfeitamente.

Uma dica não óbvia: mistura a canela com a banana amassada antes de colocar nos outros ingredientes. Assim o sabor se distribui de maneira uniforme, e você não corre o risco de ter um pedaço com canela e outro sem. Fica tudo bem integrado, aromático. É impossível comer uma panqueca dessas sem fechar os olhos e dar um suspiro de satisfação.

9º. A leveza da tapioca

Se você busca uma textura mais leve, quase etérea, a tapioca é o caminho. A panqueca fica fininha, levemente elástica e sem glúten. É uma ótima alternativa para variar das versões com aveia ou farinha de trigo.

deslize que ela sempre contorna é o da massa ficar pesada. Com a tapioca, isso simplesmente não acontece. Só precisa ter paciência na frigideira, porque ela cozinha rápido. E sim, a banana tem que estar realmente bem madura, quase preta, para adoçar sozinha. Do contrário, pode ficar sem graça. Vale cada minuto de espera pela fruta amadurecer, juro.

10º. O primeiro doce do bebê

Essa receita tem um propósito lindo: apresentar um alimento doce e gostoso para os pequenos, sem açúcar, sem farinha e com ingredientes que você conhece. Só banana e ovo. A simplicidade é enganosa, porque o valor nutritivo é enorme, e a textura é perfeita para quem está começando a comer comidas mais sólidas.

Faz em porções pequenas, tipo silver dollar pancakes, que ficam do tamanho perfeito para as mãozinhas pegarem. É uma alegria ver a reação, sempre de curiosidade e depois de aprovação. Cozinhar para os filhos dos amigos foi o que me fez aprender essa receita, e é uma das que mais me orgulho de saber.

11º. O ovo em destaque

Diferente da versão só com banana e ovo, aqui o ovo é parte protagonista, quase um bolo. Leva fermento, fica mais alto e tem uma textura de bolo de caneca, só que em formato de panqueca. É substanciosa.

É ideal para quem malha ou precisa de um café da manhã com uma dose extra de proteína de qualidade. O sabor do ovo fica mais perceptível, então se você é fã, vai adorar. Eu sempre faço assim quando preciso de uma refeição pós-treino rápida e doce. Mata a vontade e ajuda na recuperação. Só não exagera no fermento, senão fica com gosto químico, uma colherzinha bem rasa já basta.

12º. Adeus, farinha de trigo

Às vezes a gente quer cortar o glúten, ou simplesmente experimentar algo novo. Essa receita prova que você não precisa de farinha de trigo para ter uma panqueca digna de nota. A estrutura vem da banana e dos ovos, e o resultado é incrivelmente satisfatório.

O grande medo de quem tira a farinha é a massa não ligar, mas acredite, ela liga. Fica mais delicada, talvez um pouco mais difícil de virar, então use uma espátula boa e tenha confiança. A sensação depois de comer é de leveza, aquela que não fica pesando no estômago. Perfeita para um jantar leve ou um lanche da tarde sem culpa.

13º. Para os dias de chocolate

Tem dia que só chocolate resolve. Em vez de abrir um pacote de bolacha, que tal fazer essa panqueca? O cacau em pó sem açúcar misturado com a doçura natural da banana cria um sabor intenso e adulto. A chia ainda dá uma crocadinha que quebra a textura de um jeito bom.

Use um cacau de boa qualidade, a diferença no sabor é absurda. E não tenha medo de escurecer a massa, ela fica com uma cor linda e um aroma que atrai todo mundo para a cozinha. É a minha receita coringa para impressionar visita no café da manhã. Sempre perguntam o que eu coloquei para ficar tão gostoso.

14º. O básico bem feito

Não subestime a receita tradicional com farinha de trigo e leite. Quando bem executada, ela é imbatível em termos de textura confiável e sabor familiar. Essa versão é a base, a que você pode decorar com o que quiser, do mel ao bacon, e saber que vai dar certo.

O cenário ideal para ela é no dia a dia corrido. Você já sabe o resultado, não tem surpresa, é rápida e todo mundo em casa gosta. A dica da Cleo para uma massa lisa, sem pelotinhas, é valiosa. Às vezes o óbvio também precisa ser lembrado, e feito com carinho.

15º. A busca pela maciez perfeita

O que define uma panqueca macia? Na minha experiência, são três coisas: não bater a massa demais, usar um líquido em temperatura ambiente e a frigideira na temperatura certa. Essa receita foca nisso. Ela tem um toque a mais de açúcar, o que ajuda na caramelização e na textura final.

É uma panqueca mais para sobremesa, para ser saboreada com calma. A textura é quase de bolo, mas ainda mantém a identidade de panqueca. Perfeita para um lanche da tarde de domingo com um café fresquinho. Você vai querer comer mais de uma, pode acreditar.

16º. Chocolate, mas sem exagero

Essa não é apenas uma panqueca com chocolate. É uma experiência. O chocolate em pó se mistura à massa e cria um sabor profundo, que realmente satisfaz a vontade. E tem o bônus da serotonina, aquela sensação boa que a gente tanto precisa alguns dias.

Fica incrível com pedacinhos de banana por cima, ou até com uma colherada de iogurte natural para cortar a doçura. É a receita que você faz para comemorar alguma coisinha, ou simplesmente para se mimar sem precisar sair de casa. Já fiz para animar uma noite de semana comum e funcionou que é uma beleza.

17º. Fit com toque de tapioca

Essa receita é um dois em um: aproveita a leveza da tapioca e o foco saudável da alimentação fit. O mel aparece como adoçante natural, e a combinação resulta numa panqueca que é gostosa sem te fazer sair da linha. É para quem quer um doce, mas de consciência tranquila.

Uma adaptação que descobri: se você não tem mel ou prefere não usar, tenta com uma banana ainda mais madura ou uma pitada de tâmaras picadas. Dá um toque de doçura diferente e natural também. O importante é não deixar de experimentar essa versão, ela é surpreendentemente boa.

18º. Sem lactose, sem problema

Para quem evita leite, essa panqueca é uma dádiva. A umidade vem toda da banana e, talvez, de um fio de água ou bebida vegetal se necessário. O sabor fica puro, realmente de banana, e a textura é ligeiramente mais "custardy", cremosa por dentro.

É a prova de que muitas vezes a gente adiciona ingredientes por hábito, e não por necessidade. Tirando o leite, você descobre um sabor mais verdadeiro da fruta. Fica uma delícia pura, e ninguém sente falta de nada. Bom demais para compartilhar sem ter que ficar dando explicações.

19º. A cremosidade da pasta de amendoim

Essa aqui é energia pura. A pasta de amendoim não só dá um sabor incrível, quase de doce de amendoim, mas também acrescenta gordura boa e proteína, transformando a panqueca em uma refeição completa. É densa, satisfatória e incrivelmente saborosa.

Ideal para levar em potes para o trabalho ou para a faculdade, porque mesmo fria fica gostosa. Só toma cuidado para não exagerar na pasta, porque ela pode dominar o sabor da banana. Começa com uma colher de sopa e vai provando. Essa combinação é viciante, te aviso.

E então, deu vontade de ligar o fogão? O legal é que cada uma dessas versões tem uma personalidade, serve para um momento diferente da sua vida. Conta pra gente nos comentários qual você achou mais interessante ou se já tem uma receita de panqueca de banana que é a sua queridinha. Adoro saber o que vocês fazem na cozinha de casa!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 00:17

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Adicionar comentário