Bolinho de Peixe: Crocância que Vira Paixão!

  • Clássico de feriados religiosos perfeito para qualquer dia da semana.
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Descobri quase por acidente que tilápia é a estrela perfeita para bolinho de peixe. Tinha sobrado um filé do almoço e resolvi testar. O resultado foi tão bom que agora virou pedida fixa quando recebemos amigos.

O que aprendi depois de várias tentativas: o ponto da batata amassada é crucial. Se ficar muito úmida, a massa vira uma bagunça na hora de fritar. E essa combinação de pimenta dedo-de-moça com bastante limão? Dá um tchan no peixe que corta qualquer sensação de gordura.

Essa receita de bolinho de peixe que perfeiçoei tem o equilíbrio ideal entre o crocante por fora e o cremoso por dentro. A tilápia desmancha na boca, e a batata dá aquela sustentação que todo bom bolinho precisa.

Vou te mostrar como fazer essa delícia que sempre surpreende. O passo a passo tá logo abaixo, e depois me conta se não ficou irresistível!

Receita de bolinho de peixe: Saiba como fazer

Rendimento
15 unidades
Preparação
20 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 12 marcados

Para os bolinhos:

Para fritar:

Essa receita é ótima pra aproveitar sobras de peixe — gastei menos de R$10 aqui em SP, contando a batata. Ah, e não pule o passo de escorrer bem a batata: se estiver úmida demais, a massa não segura. Já aprendi isso na prática, e não foi bonito.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 2 unidades (90g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 185 kcal 9%
Carboidratos Totais 18.5g 6%
   Fibra Dietética 1.8g 7%
   Açúcares 1.2g 2%
Proteínas 8.2g 16%
Gorduras Totais 9.3g 12%
   Saturadas 2.1g 11%
   Trans 0g 0%
Colesterol 25mg 8%
Sódio 280mg 12%
Potássio 320mg 7%
Ferro 0.8mg 4%
Cálcio 35mg 4%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Pescetariano: Inclui peixe como proteína
  • Boa Proteína: Fonte proteica equilibrada
  • Com Fibras: Batata contribui com fibras

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten – Farinha de trigo na receita
  • Fritura – Absorção de óleo varia conforme técnica
  • Insight: Tilápia é fonte magra de proteína; versão assada reduz calorias em ~40%

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Refogue o peixe:

  1. Em uma panela pequena, derreta a manteiga em fogo médio. Junte a cebola e o alho, refogando até dourar levemente.
  2. Acrescente a pimenta dedo-de-moça e os cubos de tilápia. Tempere com sal e cozinhe por 3 a 4 minutos, mexendo com cuidado até o peixe começar a desmanchar – não precisa cozinhar demais, ele já vai finalizar no forno da frigideira depois.
  3. Desligue o fogo, regue com o suco de limão e misture bem. O ácido do limão realça o sabor e corta qualquer resquício de gordura.

Prepare a massa:

  1. Transfira a mistura de peixe para uma tigela e junte a batata amassada. Misture com um garfo até integrar tudo – a textura deve ficar homogênea, mas ainda com pedacinhos visíveis do peixe.
  2. Adicione o cheiro-verde e comece a incorporar a farinha de trigo, aos poucos. O ponto ideal é quando a massa não gruda mais nas mãos, mas ainda está macia – não deixe endurecer.

Modele e frite:

  1. Com as mãos levemente molhadas, modele bolinhas de mais ou menos 4 cm de diâmetro. Aperte bem pra não desmanchar na fritura.
  2. Aqueça o óleo em fogo médio-alto (170–180°C). O teste do palito funciona: se borbulhar suavemente ao redor, tá no ponto.
  3. Frite os bolinhos em pequenos lotes, sem encher a panela, até dourarem por igual – leva uns 2 a 3 minutos. Retire com escumadeira e escorra sobre papel-toalha.
  4. Sirva imediatamente. Aqui em casa, o cheiro de limão e peixe frito já chama atenção antes mesmo de tirar da panela – Titan fica de olho, mas só ganha carinho, não bolinho.

Já fiz esse bolinho pra entrada de jantar, lanche da tarde e até como petisco com cerveja gelada. Todo mundo acha que é complicado, mas é só questão de atenção na textura da massa – nem muito mole, nem muito seca.

Se você testar, me conta: ficou crocante por fora e macio por dentro? E mais: você é do time que come com molho de pimenta ou prefere só com umas gotinhas de limão? Comenta aí!

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Quanto tempo dura? Dicas de armazenamento

Esses bolinhos são melhores recém-saídos da frigideira, mas se sobrar (difícil, eu sei), guarde na geladeira por até 2 dias em pote fechado. Pra reaquecer, joga no airfryer ou forno por 5 minutinhos pra ficar crocante de novo. Congelado? Dá até 1 mês, mas a textura pode mudar um pouco - descongele na geladeira antes de esquentar.

De olho nas calorias

Cada bolinho tem aproximadamente 92 calorias (conforme tabela nutricional completa), podendo variar conforme absorção de óleo. Para reduzir calorias, asse no forno untado com pouco óleo em vez de fritar - fica mais leve, mas com textura diferente da fritura tradicional.

Trocas inteligentes pra variar

• Sem peixe? Frango desfiado funciona bem
• Vegano? Substitua o peixe por palmito pupunha e use óleo vegetal no lugar da manteiga
• Sem trigo? Farinha de arroz ou polvilho doce dão certo (mas a massa fica mais delicada)
• Pimenta forte demais? Pode usar pimentão ou até cenoura ralada pra um toque doce

Pare! Não cometa esses erros

• Colocar farinha demais: a massa fica pesada. Vai colocando aos poucos até dar ponto de enrolar
• Óleo frio: espera esquentar bem antes de fritar, senão os bolinhos ficam encharcados
• Mexer muito na panela: deixa o peixe refogar sem ficar mexendo toda hora, senão vira papa
• Fritar tudo de uma vez: coloca poucos por vez pra não baixar a temperatura do óleo

Hacks que salvam

• Tá com pressa? Compra peixe já cozido desfiado ou usa atum enlatado (só escorre bem o óleo)
• Pra enrolar mais fácil: molha as mãos com água fria ou passa um fio de óleo
• Teste o óleo: joga um pedacinho de massa, se subir rápido e borbulhar, tá no ponto
• Quer mais crocância? Mistura uma colher de fécula de batata na massa

O que servir com esses bolinhos?

• Molho tártaro caseiro (maionese + picles + limão) é clássico
• Uma cerveja bem gelada ou caipirinha de limão
• Salada de folhas bem temperada pra equilibrar
• Arroz branco soltinho, se quiser transformar em refeição
• Molho de pimenta caseiro pra quem gosta de ardido

Versão surpresa: Bolinho de peixe com queijo

Coloca um cubinho de queijo minas ou mussarela no meio de cada bolinho antes de fritar. Quando morder, sai aquele fio de queijo - perigo de viciar! A Daiane adora quando faço assim, mas sempre reclamo que ela come metade antes de chegar à mesa.

O pulo do gato: ponto da massa

A parte mais chatinha é acertar o ponto pra enrolar. A massa precisa estar maleável, mas não grudenta. Se colocar farinha demais, fica seco; de menos, não enrola. Minha dica? Para quando conseguir fazer uma bolinha que mantém o formato sem escorrer entre os dedos, mas ainda está levemente úmida ao toque.

Modo economia ativado

• Usa sardinha em vez de tilápia - mais barata e saborosa
• Substitui parte da batata por mandioquinha ou inhame
• Faz em tamanho menor pra render mais unidades
• Reaproveita óleo da fritura (depois de coar) pra outras receitas

Elevando o nível

• Troca a tilápia por salmão ou bacalhau dessalgado
• Acrescenta raspas de limão siciliano na massa
• Finaliza com flor de sal e azeite trufado
• Serve com maionese de wasabi ou molho de maracujá

Sobrou? Não joga fora!

• Bolinhos amanhecidos viram farofa: esfarela e refoga com manteiga e cebola
• Transforma em bolinho desmanchado pra colocar em sopas
• Faz um "bolo de peixe": acomoda os bolinhos numa forma, cobre com ovos batidos e leva ao forno
• Congela antes de fritar - depois é só jogar no óleo quente direto do freezer

De onde vem essa delícia?

Versões de bolinho de peixe existem em várias culturas - dos fish cakes ingleses aos acarajés baianos. Essa receita é uma adaptação caseira que mistura influências, com um pé no bolinho de bacalhau português e outro na praticidade brasileira de usar peixes frescos. Curiosidade: a batata entrou na receita original como forma de "render" o peixe, que era caro.

2 coisas que ninguém te conta

1. O limão não é só pra gosto - o ácido ajuda a "cozinhar" o peixe e deixa a textura mais firme
2. Deixar a massa descansar 15 minutinhos na geladeira antes de enrolar faz MUITA diferença na hora de fritar

Perguntas que me fazem sempre

Pode assar em vez de fritar? Pode, mas fica menos crocante. Se for tentar, pincela com óleo antes de levar ao forno.
Por que meu bolinho abre na fritura? Provavelmente a massa está muito seca ou o óleo não está quente o suficiente.
Dá pra fazer sem glúten? Sim, troca a farinha de trigo por farinha de arroz ou mix sem glúten.
Congela cru ou frito? Melhor cru, mas se já tiver frito, esquenta no forno depois.

Modo desastre: como salvar

• Massa muito mole? Adiciona mais farinha aos poucos
• Massa muito seca? Um fio de leite ou água salva
• Queimou por fora e cru por dentro? Termina no forno em temperatura média
• Sem peixe na hora H? Atum enlatado é seu amigo
• Esqueceu o limão? Vinagre branco ou vinagre de arroz podem substituir em emergências

O que fazer enquanto espera?

Enquanto o peixe refoga ou os bolinhos fritam, aproveita pra:
• Preparar os acompanhamentos
• Lavar algumas louças pra não acumular
• Fazer um molho rápido
• Postar stories do processo (marca a gente @sabornamesaoficial!)
• Ou simplesmente tomar uma gelada - cozinheiro também merece!

Combinações que elevam o sabor

• O ácido do limão corta a gordura da fritura
• O alho e a pimenta dão profundidade ao sabor do peixe
• A batata deixa a textura cremosa por dentro
• O cheiro verde fresquinho dá um toque final perfeito

Confissões de cozinha

Já aconteceu comigo:
• Esquecer o peixe refogando e virar uma pasta (solucionei virando patê)
• Colocar pimenta demais e ninguém aguentar (tive que fazer outra leite)
• Errar o ponto e os bolinhos virarem "sopinha" no óleo (desisti e virei croquete)
• Prometer que faria 15 e comer 5 ainda quentes (quem nunca?)

De boteco a festa chique

• Festa casual: serve em prato grande com molhos no centro
• Coquetel: faz mini bolinhos e espetinha em palitos
• Brunch: acompanha ovos pochê e espinafre
• Jantar especial: apresenta sobre purê de aipo com redução de vinho
• Praia: embala em papel manteiga pra comer com as mãos

E aí, bora fazer?

Esses bolinhos são meu coringa quando preciso impressionar visitas ou quero um lanche diferente. Conta nos comentários como ficou o seu - já passou por algum perrengue com receita de peixe? Tem alguma variação secreta na sua família? Manda foto do resultado e marca a gente no Instagram!

Completa o bolinho de peixe com essas sugestões que fazem a festa!

Depois de preparar aquela fornada de bolinho de peixe crocante por fora e macio por dentro, é hora de montar o prato completo. Selecionamos combinações que vão desde o clássico até o criativo, tudo para deixar sua refeição ainda mais especial.

Para servir como prato principal

Filé de pescada: Leve e saboroso, perfeito para quem quer continuar no clima de peixe sem repetir o bolinho.

Receita de Pescada amarela simples: Um preparo simples que valoriza o sabor do peixe, ótimo para dias mais tranquilos.

Torta de sardinha fofinha (passo a passo no link): Para quem quer algo mais substancial, essa torta é um abraço de conforto.

Arroz branco soltinho: Clássico que nunca falha, especialmente para quem gosta de um prato bem equilibrado.

Acompanhamentos que fazem par perfeito

Purê de batata cremoso: A textura cremosa contrasta deliciosamente com a crocância do bolinho.

Salada de folhas verdes com limão siciliano: O toque cítrico corta a gordura e refresca o paladar.

Vinagrete de pimentão: Para quem gosta de um acompanhamento com um pouco mais de personalidade.

Para fechar com chave de ouro

Bolacha de mel (veja o modo de preparo): Crocante e levemente adocicada, perfeita para acompanhar um cafezinho.

Mousse de maracujá: O azedinho equilibra o paladar depois da refeição.

Banana caramelada: Simples, rápida e sempre bem-vinda, especialmente em dias mais frios.

Bebidas para harmonizar

Suco de abacaxi com hortelã: Refrescante e ajuda na digestão.

Chá gelado de pêssego: Doce natural sem exageros, ótimo para dias quentes.

Água aromatizada com limão e gengibre: Para quem prefere algo mais leve e desintoxicante.

Essas são nossas sugestões favoritas para transformar o bolinho de peixe numa refeição completa. Dai sempre brinca que quando faço essa combinação, é melhor fazer em dobro porque nunca sobra! E você, já testou alguma dessas combinações? Conta pra gente nos comentários qual foi a sua preferida ou se tem outra sugestão infalível!

Agora, veja mais 11 opções para ampliar ainda mais o seu livro de receitas!

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Assado

autor: Dodo Receitas

Já tentei fazer bolinho de peixe assado umas três vezes antes de acertar o ponto ideal, e essa versão aqui me salvou. O segredo tá na temperatura do forno e na forma de modelar os bolinhos, pra não ressecar por dentro. Acho que essa receita é uma ótima pedida pra quem quer manter o crocante sem mergulhar tudo em óleo. E se você der uma regada leve com azeite antes de assar, o resultado fica douradinho que dá gosto só de olhar.

Experimenta servir com um molho de iogurte e coentro por cima, combinação simples, mas que levanta qualquer prato.

3º. Na air fryer

autor: Maurício Rodrigues

Confesso que fiquei cético quando vi a primeira receita de bolinho de peixe na air fryer. Afinal, como algo tão delicado não ia desmontar? Mas depois de testar, entendi: o truque está em deixar a massa bem firme e pré-assar por uns minutos antes de finalizar. Essa versão aqui é rápida, limpa a cozinha em minutos e ainda deixa o bolinho com aquela casquinha sequinha que a gente ama.

Se você tem uma air fryer parada no armário, essa é a desculpa perfeita pra tirar ela do modo “enfeite de cozinha”.

4º. Com batata

Essa combinação de batata com peixe é clássica por um bom motivo: funciona. A batata dá liga, mas também traz um toque cremoso que equilibra a textura do peixe. Só cuidado na hora de amassar, se passar do ponto, vira purê e aí o bolinho não segura a forma. Eu sempre uso batata inglesa cozida com casca pra manter mais sabor e menos água.

Já fiz isso aqui num domingo preguiçoso e virou jantar. A dica extra? Tempere a batata ainda quente, assim ela absorve melhor os temperos.

5º. Com mandioca

Trocar a batata pela mandioca é uma daquelas mudanças simples que transformam tudo. A mandioca cozida dá uma textura mais densa e um sabor levemente adocicado que combina surpreendentemente bem com peixe branco. O resultado é um bolinho mais firme, quase como um pastel de forno, mas com alma de comida caseira.

Se você nunca experimentou, vale a pena. E se sobrar massa, congela, depois é só fritar direto do congelador.

6º. Coreano

Essa versão coreana traz um toque picante e um pouco de doce que muda totalmente o jogo. Não é só fritura com tempero diferente, tem um equilíbrio entre alho, gengibre e pimenta que desperta o paladar de um jeito único. A massa também leva um toque de farinha de arroz, o que deixa o bolinho mais crocante e leve.

Se você curte sair da zona de conforto sem complicar demais, essa é uma aposta certeira. E combina demais com uma cerveja bem gelada ou um chá gelado de gengibre.

7º. Com arroz

Usar arroz cozido na massa do bolinho é uma jogada inteligente, principalmente se você tem sobras do almoço. O arroz absorve umidade e dá uma textura mais solta, quase como um bolinho de chuva salgado. O segredo é não exagerar na quantidade, senão vira empadão. Aqui, o peixe continua sendo o protagonista, mas o arroz dá um toque caseiro que lembra comida de vó.

Experimenta com um molho de limão e azeite por cima. Fica simples, mas cheio de personalidade.

8º. Saudável

Essa receita me surpreendeu pela leveza. Sem óleo, sem fritura, mas ainda com cara de bolinho de festa. O truque tá na combinação de ingredientes que mantêm a umidade sem deixar tudo mole. E o melhor: dá pra congelar cru e assar só quando bater aquela vontade.

Se você tá de dieta, mas não quer abrir mão do prazer de um bolinho quentinho, essa versão é sua nova aliada. E não parece “comida de dieta” — prometo.

9º. De bacalhau

O bolinho de bacalhau é quase um rito de passagem na cozinha brasileira. Essa versão aqui respeita a tradição, mas sem enrolação. O bacalhau bem dessalgado e desfiado na medida certa faz toda a diferença. E não precisa de mil ingredientes, às vezes, menos é mais.

Se você nunca fez em casa por achar complicado, dá uma chance a essa receita. Ela é direta ao ponto e ainda deixa espaço pra você ajustar o tempero ao seu gosto.

10º. De tilápia

A tilápia é subestimada, mas é uma das melhores opções pra bolinho, carne macia, sabor neutro e preço acessível. Essa receita aproveita justamente isso: deixa o peixe brilhar sem competir com temperos fortes demais. O resultado é um bolinho equilibrado, que agrada até quem é mais exigente.

Já fiz aqui em casa e virou hit. Dica: esprema um limão fresco na hora de servir. Eleva tudo pra outro nível.

11º. Com merluza

A merluza tem uma textura firme e um sabor suave que combina perfeitamente com bolinho. Essa receita mostra como usar o peixe sem complicar, só o essencial, bem temperado. O resultado é um bolinho que segura a forma, mas derrete na boca.

Se você anda cansado de sempre usar o mesmo peixe, dá uma chance à merluza. Ela é discreta, mas entrega muito sabor.

12º. Fit

Não é porque tá de dieta que precisa comer sem graça. Essa versão fit mantém o espírito do bolinho, crocante por fora, macio por dentro, mas com ingredientes mais leves e preparo sem fritura. O segredo tá na escolha do peixe magro e na forma de modelar os bolinhos pra não desmanchar no forno.

Se você tá buscando equilíbrio sem abrir mão do prazer, essa receita é pra você. E sim, dá pra comer sem culpa, e ainda pedir bis.

Qual dessas delícias você vai provar primeiro? Cada uma tem seu jeito, seu ritmo, seu toque especial. Quando fizer alguma delas, volta e me conta se deu certo, adoro quando você compartilha o que cozinhou.

Última modificação em Quinta, 06 Novembro 2025 14:54

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Lucas Yago
rapido de fazer e salva qualquer jantar
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0 Gabriela Carolina
Aqui foi no lanche da tarde, combinou com cerveja gelada
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0 Lucas Yago
Boa, vou experimentar no happy hour
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0 Marquinhos
Bolinho que não enche o estômago mas sacia, perfeito
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0 Flor
Ideal pra porção de bar em casa
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