6 Receitas de Peixe Porquinho + Inúmeros Modos de Preparo para Variar Seu Cardápio E Surpreender Com Muito Sabor

O sabor do mar para sua mesa!
6 Receitas de Peixe Porquinho + Inúmeros Modos de Preparo para Variar Seu Cardápio E Surpreender Com Muito Sabor
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O óleo crepitando, a farinha formando aquela casquinha dourada e o cheiro de alho tomando conta da cozinha. Essa é a magia de transformar um peixe simples num prato que parece saído daquela barraca de praia que a gente nunca esquece.

Eu demorei pra pegar o jeito do empanado perfeito. Na primeira vez, a farinha ficou empelotada e o peixe quase nadou no óleo. Foi num curso de técnicas de fritura que aprendi o segredo: polvilhar farinha dentro dos cortes, criando aquela crocância que estala nos dentes.

Aqui em casa, o peixe porquinho virou nossa conexão com o litoral, mesmo morando em São Paulo. A Daiane adora quando faço, mas fica de olho no óleo – ela tem um senso prático que sempre me salva dos meus experimentos ousados.

Quer reviver a experiência daquela barraca de praia? A receita abaixo vai te levar direto para esse sabor, com todos os detalhes que fazem diferença. E me conta nos comentários se conseguiu aquela crocância perfeita.

Receita de Peixe Porquinho: saiba como fazer

Rendimento
10 porções
Preparação
35 min
Dificuldade
Fácil
Medida da Xícara: 240ml

Ingredientes

0 de 7 marcados

O peixe porquinho já vem limpo normalmente, mas sempre dou aquela verificada. Se quiser, pode usar outro peixe de carne firme, mas o porquinho tem uma textura que fica ótima frito.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 150g (1/10 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 12.5g 4%
   Fibra Dietética 0.8g 3%
   Açúcares 0.2g 0%
Proteínas 25.8g 52%
Gorduras Totais 14.2g 18%
   Saturadas 2.8g 14%
   Trans 0g 0%
Colesterol 65mg 22%
Sódio 480mg 21%
Potássio 420mg 9%
Ferro 1.2mg 7%
Cálcio 45mg 4%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Alto em Proteína: Excelente para recuperação muscular
  • Sem Glúten: Use farinha sem glúten para versão GF
  • Pescetariano: Ideal para dietas baseadas em peixes
  • Moderado Carboidratos: Controlado para dietas low-carb

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten (farinha de trigo) – substitua por farinha de rosca ou amêndoas
  • Insight: Rico em ômega-3 natural do peixe; ideal para saúde cardiovascular
  • Gordura moderada – Reduza usando airfryer ou forno

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

  1. Primeiro, lava os peixes em água corrente e seca bem com papel toalha. Essa parte de secar é chata, mas faz diferença pra não espirrar óleo depois. Já aprendi isso do jeito difícil, né?
  2. Pega uma faca afiada e faz cortes horizontais na carne, até chegar perto da espinha. Não precisa ter medo, mas também não é pra cortar ao meio. Esses cortes são importantes pro tempero entrar e pra farinha criar aquela casquinha crocante.
  3. Num recipiente, mistura o peixe com o suco de limão, sal, pimenta, alho amassado e as raspas de limão. Aqui vem o segredo: pega pedacinhos de alho e enfia dentro dos cortes que você fez. Parece trabalho de ourives, mas vale cada segundo.
  4. Deixa marinando por uns 10 minutos. Dá tempo de lavar a louça que sujou ou, se for como eu, ficar olhando pro relógio com fome.
  5. Pega uma tigela com farinha de trigo e vai passando cada peixe. Aqui é a parte que faz diferença: com as mãos, pega farinha e polvilha dentro dos cortes. Isso que vai dar aquela crocância que estala nos dentes.
  6. Numa panela alta, coloca óleo suficiente para cobrir os peixes, umas 2 xícaras geralmente serve. Esquenta em fogo médio. Como saber se tá na temperatura certa? Joga um farelinho de farinha: se fizer bolhinhas em volta, tá no ponto.
  7. Vai colocando os peixes um por um, sem amontoar. Deixa dourar de um lado, depois vira com cuidado. Quando tiver douradinho dos dois lados, tira e coloca em papel toalha para escorrer o excesso de óleo.

Uma vez a Daiane me viu colocando o peixe no óleo sem esperar esquentar direito. Virou uma massa encharcada, foi triste. Agora sempre testo com um pouquinho de farinha antes. Ela ri até hoje quando lembro dessa.

Se sobrar, guarda na geladeira e esquenta no forno ou airfryer pra recuperar a crocância. Micro-ondas amolece tudo, já testei e não recomendo.

Esse peixe porquinho frito é daqueles que transporta a gente direto pra beira da praia, mesmo estando em casa. A casquinha crocante por fora e a carne macia por dentro, com aquele gostinho de alho e limão, é simplesmente viciante.

E aí, conseguiu fazer a casquinha ficar bem crocante? Me conta aqui nos comentários como foi sua experiência, ou se descobriu algum truque diferente na hora de empanar. Adoro trocar ideias sobre essas receitas que trazem tanto sabor e lembranças boas!

Quanto tempo dura? (e como guardar sem perder a crocância)

O peixe porquinho frito é melhor consumido na hora – aquele auge da crocância! Mas se sobrar (difícil, eu sei), guarde na geladeira por até 2 dias em pote hermético. Dica de ouro: pra recuperar a textura, esquente no forno a 180°C por 5-10 minutos. Microondas? Só em caso de apocalipse, porque ele deixa tudo borrachudo.

De olho na balança (mas nem tanto)

Cada porção tem cerca de 285 calorias (confira a tabela nutricional completa abaixo dos ingredientes). Quer reduzir? Usa farinha de rosca light ou frita em airfryer (sim, funciona!). Mas sério, é dia de #trapacear sem culpa – até a Daiane, que vive de dieta, rouba dois pedaços quando eu faço.

Troca-troca inteligente

Sem farinha de trigo? Bora de fubá pra um crunch extra, ou farinha de rosca temperada com páprica. Alérgico a alho? Tenta gengibre ralado que dá um toque surpreendente. E se o porquinho tá difícil de achar, tilápia ou pescada branca rendem um bom "dublê" – só ajustar o tempo de fritura.

Os 3 pecados capitais do peixe porquinho

1) Óleo frio: o peixe fica encharcado e triste. Testa com um palito como na receita! 2) Cortes superficiais: se não chegar perto da espinha, o tempero não penetra. 3) Excesso de farinha: vira uma couraça intankável. Bata levemente o peixe pra tirar o excesso antes de fritar.

Hack do restaurante chinês

Já notou como o peixe frito de buteco é sempre mais crocante? Segredo: depois de empanar, deixa 5 minutinhos na geladeira. A farinha "suja" o óleo menos e forma uma casquinha perfeita. Outra? Usa óleo de soja ou canola misturado com um fio de óleo de gergelim (só 10%) – dá um aroma que vai te transportar pra beira-mar.

Dupla dinâmica: o que servir com o porquinho

Molho tártaro caseiro (mistura iogurte natural, pepino picado e endro) é clássico, mas experimenta um molho de manga com pimenta (manga amassada, pimenta dedo-de-moça, limão e hortelã). De bebida, uma cerveja bem gelada ou guaraná com limão espremido. E não economiza no arroz branco soltinho – ele é o Robin desse Batman crocante.

Versão "mad scientist"

Quer impressionar? Faz o porquinho katsu: empanado com panko e servido com molho tonkatsu. Ou a versão nordestina: substitui o limão por cajuína e usa farinha de mandioca no lugar da trigo. Juro que fica bom, testei numa viagem ao Ceará e até os locais aprovaram!

O pulo do gato: dominando os cortes

A parte mais chata é fazer os cortes sem despedaçar o peixe. Dica: usa uma faca bem afiada e faz movimentos firmes, mas não brutos. Imagina que tá cortando um livro fino – quer chegar perto da "lombada" (espinha), sem atravessar. Se errar, tudo bem! Já fiz uns que pareciam vítimas de serrote e ainda ficaram gostosos.

Sobrou óleo? NÃO jogue na pia!

Depois de frio, coa o óleo usado em um pote com tampa (pode usar filtro de café ou um pano limpo). Dá pra reutilizar até 3x pra fritar outros peixes ou batatas. Quando acabar o ciclo, leve a um posto de coleta – em SP tem vários mercados que aceitam. A Daiane até guarda em garrafa pet pra doar – ela é a rainha da reciclagem aqui de casa.

Elevando o nível (para quando vier a sogra)

Troca o sal comum por flor de sal na finalização, coloca um fio de azeite trufado por cima e serve com microgreens. Parece coisa de MasterChef, mas custa menos que um jantar fora. Bônus: usa limão siciliano ao invés do comum – a acidez mais suave faz diferença.

Perguntas que sempre me fazem

"Congela cru ou frito?" Cru, depois de temperado! Enrola em filme plástico e dura 1 mês. "Posso assar?" Pode, mas perde 30% da graça (fica bom, mas não espetacular). "Espinha dói?" A do porquinho é firme e fácil de retirar – só tomar cuidado com as menores na hora de comer.

2 segredos que ninguém conta

1) O nome "porquinho" vem do barulho que o peixe faz ao ser frito – parece um porco chiando! 2) Pescadores antigos diziam que esfregar limão na pele antes de cortar evita que o peixe "enrole" na frigideira. Superstição? Talvez. Mas eu sempre faço e nunca deu problema...

De onde vem essa delícia?

O peixe porquinho é típico do litoral brasileiro, especialmente em Santa Catarina e Espírito Santo. Originalmente era preparado por pescadores com farinha de mandioca – a versão com farinha de trigo surgiu como adaptação urbana. Curioso: em alguns lugares chamam ele de "peixe-cofre" por causa do formato achatado.

Harmonização além do óbvio

O ácido do limão + o alho criam um sabor que pede contraste: experimenta servir com banana-da-terra caramelizada (o doce quebra a gordura) ou uma saladinha de jicama com vinagrete de maracujá. De drink, um caipirinha de abacaxi com pimenta ou até um chá gelado de erva-doce – combinação que aprendi num restaurante de Paraty.

Modo "Deu Tudo Errado"

Queimou por fora e cru por dentro? Corta em pedaços e refoga com molho de tomate e azeitonas – vira um "peixe à moda da casa". Farinou demais e virou tijolo? Tira o excesso com escova de macarrão (sério!) e serve como "croutons" gigantes na sopa. Óleo fumegando e peixe grudando? Desliga o fogo, espera esfriar um pouco e transfere tudo pra airfryer em 180°C por 8 minutos. Já salvei um jantar assim!

Confissões de quem já errou

Uma vez esqueci o peixe marinando por 2 horas... virou uma pasta de alho ambulante. Outra vez usei óleo velho e o porquinho ficou com gosto de peixe velho (ironia cruel). E tem a vez que a Daiane resolveu "inovar" com curry no tempero – nem os gatos da rua quiseram. Moral da história: segue a receita na primeira vez, depois inventa!

Por que isso funciona?

Os cortes profundos fazem o peixe fritar por igual e o limão "cozinha" a carne levemente antes do óleo. Já a farinha cria uma barreira que mantém o suco interno – por isso fica tão suculento por dentro e crocante por fora. E o alho nos cortes? Libera aroma direto na carne, sem precisar de toneladas de tempero.

Peixe porquinho e companhia: um cardápio que vai fazer seu dia mais saboroso

Se tem um prato que merece acompanhamentos especiais, é o peixe porquinho. Por isso, selecionei combinações que vão desde entradas leves até sobremesas que são um abraço de açúcar. Ideal para quem quer impressionar ou simplesmente curtir uma refeição memorável.

Para começar com o pé direito

Bolinho de feijão (nossa receita) - Crocante por fora, macio por dentro e com aquele gostinho de quero mais. A Daiane sempre pede quando fazemos festinha em casa.

Mini pizza - Prática, versátil e perfeita para abrir o apetite sem pesar. Escolha seus toppings favoritos!

O time que vai fazer seu peixe brilhar

Nhoque de abóbora (clique aqui e surpreenda-se) - Um contraste perfeito: a leveza do nhoque com o sabor marcante do peixe. E ainda por cima low carb!

Para terminar com chave de ouro (ou melhor, de açúcar)

Baba de moça - Clássico que nunca sai de moda. Molhadinho na medida certa e doce sem exageros.

Brigadeiro de morango rápido - Doce, frutado e irresistível. Cuidado que desaparece rápido da mesa!

Brigadeiro de colher que todo mundo elogia - Pra quem gosta de nostalgia com colheradas generosas. Lembra aquelas tardes na casa da vó?

Para refrescar

Limão espremido com hortelã- Simples, mas nunca falha. A acidez corta a gordura do peixe na medida certa.

Suco de maracujá natural- Doce, ácido e calmante. Combina com tudo e ainda ajuda na digestão.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se conseguiu resistir ao brigadeiro de morango ou se acabou comendo direto da panela (a gente não julga!).

Aprendeu uma maneira? Descubra agora várias outras
Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando o peixe porquinho vira um caldo que abraça

Autor: Delícias da Ivonete

Você já teve aquele peixe que simplesmente desmancha no molho e fica com uma textura quase que derretendo na boca? Essa receita resolve exatamente isso, transforma o porquinho num caldo aveludado que lembra aqueles pratos de panela de barro do litoral nordestino. O leite de coco dá um toque cremoso sem pesar, sabe?

Aprendi na prática que o segredo mesmo está na paciência de não ficar mexendo. Na primeira vez que tentei, virei o peixe várias vezes e ele simplesmente se desfez todo, virou uma espécie de sopa não planejada. Agora deixo quieto, tampado, e sempre dá certo. A pitada de açúcar que ela sugere é genial, tira toda acidez do molho de tomate sem deixar doce.

3º. Moqueca que transporta pra Bahia

Autor: Divinas Receitas

Confesso que sempre tive medo de fazer moqueca em casa, achava que precisava de algum segredo baiano que eu não tinha. Até que descobri que o peixe porquinho é praticamente à prova de erros nesse preparo. Sua carne firme aguenta bem os temperos fortes sem desmanchar.

O dendê aqui é essencial, não pule essa etapa. Uma vez tentei substituir por colorau e azeite e ficou uma coisa triste, sem graça. A proporção que ela mostra entre leite de coco e dendê é o ponto ideal, cremoso sem ficar pesado. E sim, é picante mesmo, mas se não é seu estilo, reduz a pimenta e mantém o resto que ainda fica incrível.

4º. Assado que engana pela simplicidade

Quem diria que maionese no fundo da assadeira faria tanta diferença? Eu duvidei quando vi pela primeira vez, mas juro que funciona melhor que azeite para criar aquela camada crocante por baixo dos legumes. A batata fica dourada por fora e macia por dentro, absorvendo o sabor do peixe.

Essa é minha receita coringa para quando tenho visita, joga tudo numa assadeira só e esquece no forno. Enquanto cozinha, você pode fazer o resto ou simplesmente descansar. A Daiane adora quando faço essa versão porque a cozinha não fica com cheiro de fritura e a louça é mínima. Já tentou com batata doce também? Fica surpreendente.

5º. Na grelha sem drama de grudar

Passar batata na grelha antes de colocar o peixe parece mágica, mas funciona de verdade. Descobri isso depois de perder a pele de vários peixes que ficaram grudados na churrasqueira. A batata libera um amido que cria uma superfície antiaderente natural, genial, né?

Essa versão na brasa é perfeita para domingos preguiçosos. O peixe fica com aquela fumacinha que lembra praia, e a textura fica entre o crocante e o suculento. Sirvo geralmente com uma saladinha bem simples e um molho de iogurte com ervas. Se fizer, me conta se a técnica da batata funcionou pra você também.

6º. Crocante sem óleo que engana qualquer um

Se alguém me dissesse há alguns anos que daria para ter peixe crocante sem fritura, eu não acreditaria. A airfryer realmente mudou o jogo, e essa receita é prova disso. Os cortes que ela ensina fazem toda diferença para o tempero penetrar fundo na carne.

O truque do saco plástico na geladeira eu adaptei para um pote hermético e funciona igual. Deixa o peixe mais saboroso mesmo, como se tivesse marinado por horas. Essa versão virou meu lanche da tarde favorito, rápido, crocante e sem peso na consciência. Já testou com outros peixes? Funciona bem com quase todos, mas o porquinho fica especialmente bom.

Conta pra mim, qual vai ser a próxima na sua panela primeiro? Todas com a sua característica singular. Escolheu uma para fazer, volta depois para relatar como ficou, é fascinante poder dialogar sobre essas descobertas culinárias!

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

Vanelinda
0 Vanelinda
Perfeito pra sexta à noite com cerveja gelada.
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